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Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

A Fiat é uma das marcas com o maior número de carros populares/compactos em sua linha. Entre os hatches, os consumidores da marca contam com a opção do Mobi, do Uno, do Argo e do pequeno 500. O pior é que, sobretudo entre o Uno e o Argo, havia um conflito entre versões e preços. Todavia, a marca acaba de corrigir tal problema com a chegada do Fiat Mobi 2019 e do Fiat Uno 2019, o primeiro com uma nova versão e uma nova série especial e o segundo com uma nova variante de entrada que volta a oferecer o velho motor 1.0 Fire.


No caso do Fiat Mobi 2019, a novidade fica por conta da nova versão Easy Comfort, segunda opção mais em conta da gama. Além dos itens do Easy de entrada (como sinalização de frenagem de emergência e painel com display digital de 3,5 polegadas), o modelo agrega ar-condicionado e rodas de 14 polegadas de série.

Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

Outra novidade é o Mobi Way Extreme, que traz os adereços aventureiros do modelo Way e ainda um pacote com badge de identificação Extreme, retrovisores externos em cinza fosco, sistema de som com Bluetooth, entradas USB, auxiliar e SD card, alto-falantes e tweeters, rodas de liga-leve de 14 polegadas com pintura exclusiva, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro e acabamento interno escurecido.


O Fiat Uno 2019, por sua vez, perde boa parte das versões e agora conta somente com a Attractive 1.0 e a Drive 1.0. Antes, ele contava também com os modelos Way e Sporting, o primeiro com motores 1.0 Firefly e 1.3 Firefly e o segundo com o 1.3 Firefly, além de opção de transmissão automatizada GSR.

Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

O modelo Attractive usa o motor 1.0 Fire 8V flex de quatro cilindros, com até 75 cv e 9,9 kgfm, e traz itens de série como ar-condicionado, direção hidráulica, sinalização de frenagem de emergência, faróis com follow me home e máscara negra, vidros dianteiros elétricos com one touch e antiesmagamento, volante com ajuste de altura, função Lane Change (aciona as setas indicando trocas de faixa), entre outros.

Como opcional, há o Kit Visibilidade (limpador, lavador e desembaçador temporizado do vidro traseiro) e Pack Connect (itens do kit anterior, mais preparação para som com alto-falantes, tweeters e antena e rádio Connect com entradas USB e auxiliar e conexão Bluetooth).

Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

Por fim, o modelo Drive conta com o 1.0 Firefly 6V flex de três cilindros, que entrega até 77 cv e 10,9 kgfm. Ele é dotado de retrovisores e maçanetas na cor da carroceria, coluna “B” com revestimento preto, retrovisores externos com luzes indicadoras de direção, palhetas do limpador do para-brisa do tipo flat blade, grade dianteira texturizada com detalhes em cinza, limpador, lavador e desembaçador temporizado do vidro traseiro e direção elétrica com função City.

Ele pode receber o Kit Comfort Plus (vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento, faróis de neblina, apoia braço dianteiro, banco traseiro bipartido, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, banco do motorista ajustável em altura, monitoramento da pressão dos pneus, apoia pé para o motorista, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível, bolsa porta-revista nos bandos dianteiros, alças de segurança retráteis, porta óculos, espelho no para-sol do motorista, soleira de porta, terceiro apoio de cabeça traseiro, banco traseiro bipartido e retrovisores elétricos com Tilt Down). Esse pacote custa R$ 2.950.

Fiat Mobi e Uno 2019 estreiam novas versões com motor 1.0 Fire

Há também o Kit Connect Plus (chave canivete com telecomando, alarme antifurto, rádio Connect com entradas USB e auxiliar e Bluetooth, volante multifuncional, painel de instrumentos com tela TFT de alta resolução e computador de bordo e My Car Fiat Kit), por R$ 2.500, e o Kit Live On Plus (os mesmos itens do anterior, mais o sistema Fiat Live On que usa o celular como “central multimídia”), também por R$ 2.500.

Confira abaixo os novos preços das linhas Fiat Mobi 2019 e Fiat Uno 2019:

Mobi Easy 1.0: R$ 31.990
Mobi Easy Comfort 1.0: R$ 34.990
Mobi Like 1.0: R$ 37.990
Mobi Way 1.0: R$ 39.990
Mobi Drive 1.0: R$ 43.590
Mobi Drive GSR 1.0: R$ 46.990

Uno Attractive 1.0: R$ 39.990
Uno Drive 1.0: R$ 42.990

O Mobi 2019 pode ser encontrado nas cores sólidas Branco Banchisa, Preto Vulcano e Vermelho Alpine, a perolizada Branco Alaska e as metálicas Prata Bari, Cinza Scandium, Cinza Tellurim e Verde Amazon (as duas últimas exclusivas para a versão Way).

Já o Uno 2019 tem as opções as cores sólidas Branco Banchisa, Preto Vulcano e Vermelho Alpine, a perolizada Branco Alaska e as metálicas Prata Bari, Cinza Scandium. A versão Drive ainda pode contar com teto preto na cor Vermelho Alpine ou Branco Alaska.

Galeria de fotos do Fiat Mobi 2019 e Fiat Uno 2019

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112 Comentários

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    • Me parece que vão relançar o Fiat 147 com o motor Fiasa 1050 carburado ainda este ano, daí sim a FCA vai voltar a ter um competidor de peso no mercado brasileiro!!!

      • Voltará a ser a número 1… Em atraso de motores…
        Até o longevo 1.0 da Chevrolet recebe diversas atualizações e um novo câmbio para tentar compensar, esse aqui nem isso.

        • Vai atingir a incrível velocidade de 130km/h, fazendo o 0 a 100 em ótimos 30 segundos além de proporcionar uma insuperável economia de combustível na casa dos 14 km por litro, além de possuir versões a álcool e a gasolina, vai ser um baita lançamento esse!!

          • 14?kkkkkkkkkkk ô sonho!!! Faço 7km/l!!!! Cidade com GASOLINA!!!! COMPREI ZERO, SEMPRE FEZ ESSE CONSUMO. Ando na maciota, não subo os 3000rpm, velocidade média 50km/h aferido no computador de bordo… Fire é uma piada. Pode ter sido bom no Mille com 800 kg ou menos, com Uno não presta de jeito nenhum

            • Ta ai o problema, você não sobe mais que 3000rpm. As pessoas acham que deixar de acelerar o carro faz com que ele fique econômico. Mas na verdade ta só forçando o motor.

              • Você força o motor no momento em que ele perde a lubrificação das bronzinas (no ponto em que o motor “treme” em baixa rotação. O torque máximo, ideal para troca de marchas é 2500 a 3000 RPM (consta no manual), e qualquer rotação baixa em marcha, proporcional a isso, é economia de combustível. E se assim não fosse, não conseguiria fazer 11.5km/l sob o mesmo regime de direção com um Sentra 2.0. Resumindo, você tá enganado, o motor é que é ruim msm

      • Eu tive um Palio com motor Fire lá no início dos anos 2000, quando foi lançada a segunda geração. Já se passaram quase 20 anos e a FIAT anuncia que irão voltar com esse motor num modelo atual (tendo um motor mais moderno disponível na linha). Meu Deus. Tudo isso pra economizar uns 100 Reais e poder mandar uns trocos a mais pra Itália. Belezura!

    • A crise brasileira está proporcionando isso. A VW acaba de dar passo atrás com o Golf 7,5 com falta de equipamentos e aquele preço ridículo colocado para terminar de acabar com o carro. A Ford retirou alguns itens dos Focus SE e SE Plus 18/18 na surdina e por aí vai.
      Tá complicado demais, preços em alta e depenando os carros para não subirem ainda mais os preços, que situação, né!

      • Lembrando que na Itália a linha de motores Fire foi lançada em 1985 e desembarcou por aqui só em 2001, ou seja, quando chegou aqui já era “velho” com 16 anos de produção na Europa!!

    • Não é a primeira vez nem a pau. Esqueceu da Montana, que na 2a geração ganhou uma plataforma mais antiga que a da antecessora? Ou do Sandero Privilege, que usava motor 16v de 115 cv em 2007, mas em 2011 passou a usar um 8v de 95 cv?
      Tem mais casos, a gente só não lembra…

  • No lugar de ter dado luz à aberração do Mobi, a FIAT poderia ter se esforçado em fazer do Uno um carro mais competitivo. Passados alguns anos, a marca não está nos seus melhores dias no segmento de entrada.

    • eu acho que no lugar de gastar dinheiro pra desenvolver o mobi teria sido melhor pegar o panda e adaptá-lo para o mercado local, o panda é pouco mais comprido que o mobi e um pouco menor que o uno, pronto tava resolvido o problema de ter 2 carros urbanos sem sentido

          • Sim, o Uno na verdade é a versão alongada do Panda com bitola mais larga e seção central da plataforma oriunda do Palio 178 pra ter a alavanca de câmbio no piso ao invés de ser no painel, que se mostrou inconveniente tanto no Panda quanto no 500.

            • Inconveniente uma vírgula. Tenho um 500 e o local é hiper ergonômico. O câmbio fica realmente na mão, muito funcional e ainda deixa a manopla curtinha e com ótima pegada. Quando dirijo outros carros, até estranho o local tradicional da manopla. Então não… não é um inconveniente. Provavelmente, deve ser mais custoso. Só isso justifica o fato de a Fiat ter cortado isso dos projetos nacionais. Mas vou além, a plataforma do Uno (327) não tem nada em comum com a do Panda, apesar da semelhança de design dos projetos:
              Fiat said “the Panda and Uno were born together in design and share the same concept, but have no mechanical parts in common”. Fiat claims that the Uno uses 82% of new components, being based on the old Fiat Palio.
              Portanto, a manutenção da manopla no local tradicional não se deve à inconveniência, mas ao fato da plataforma 327 ser apenas a velha plataforma do Palio 178 com uma profunda garibada.

                • Está na página da Fiat Mini Platform na Wikipedia, mas a citação sobre o Panda redireciona para o IG carros e não está mais disponível. A informação da plataforma ser 82% nova mas baseada na do Palio está no BestCars Website, ainda disponível.

                • Ambos são exíguos em espaço, principalmente por terem o mesmo entre-eixos (2,30), mas o 500 não se propõe a ser um carro que leve 5 passageiros. É homologado para 4, sendo que sua proposta é claríssima: leva 2 com conforto e, eventualmente, 4.
                  O Mobi tem 4 portas para passar a sensação de praticidade, mas é só a sensação mesmo. O espaço para a cabeça dos passageiros traseiros é melhor no Mobi. No 500, a traseira tem uma queda acentuada que acaba comprometendo essa característica. Espaço para as pernas é ruim nos dois. Eu tenho só 1,70, então não é muito complicado se acomodar atrás com o banco regulado pra mim. No breve contato que tive com ele na css, achei o porta-malas fundo e menos aproveitável que o do 500, por ser muito vertical. No 500, é mais alinhado ao bocal da tampa e aparenta comportar melhor as cargas no comprimento, mesmo que por pouca margem. A litragem do Mobi, entretanto, é maior.
                  A impressão de espaço no 500 é maior porque o parabrisas é mais inclinado e a coluna A é mais avançada, as proporções são (MUITO) melhores no 500 e o balanço dianteiro é bem mais curto que no Mobi, mas não tenho números para argumentar, então pode ser que se trate de apenas uma sensação que talvez nem se confirme na prática.
                  Ambos os carros não acomodam bem 4 passageiros, a questão é mais a “honestidade” em assumir essa característica.
                  Pelo meu conhecido desprezo pelo Mobi, sequer cogitaria compará-lo ao 500. Um é um projeto sério, bem feito, icônico e muito fiel à sua proposta. O outro é uma gambiarra. Mas isso vai do julgamento de cada um.
                  Se o critério de decisão for o espaço interno, temos um empate. Se for o carro em si, o 500 é infinitamente superior.

                  • Grato pela resposta. Tenho a impressão que a diferença do tamanho do balanço dos dois carros é desprezível, mas que o desenho do 500 foi mais feliz ao disfarçar uma dianteira volumosa.

                  • Concordo em tudo. O Mobi tem mais espaço porque a curvatura do teto do 500 não permite uma posição satisfatória de cabeça para quem vai atrás. Ali só cabe duas crianças. No Mobi dois adultos é possível. Mas isso não pode ser critério dela decisão. São propostas totalmente diferentes…

                    • Acho até que o problema do Mobi, além do projeto completamente tosco, gambiarrento e inseguro, é a falta de uma proposta clara. Ele não se põe como carro de nicho porque é um projeto risível, não é um produto de imagem porque, convenhamos, é mais feio do que encoxar a mãe no tanque.Também não faz o papel de carro de entrada, pau pra toda obra, porque é pequeno demais para atender às necessidades de um publico maior. Enfim, o projeto todo é uma sucessão de erros, finalizados por um design grotesco, de formas abrutalhadas, descuidadas, sem o resultado formal que o design italiano costuma ter. Só vende razoavelmente bem porque o nosso mercado é muito sensível ao preço, mas é claramente um produto sem foco, que poderia ser facilmente evitado mantendo-se no seu lugar o Uno.

            • Incoveniente? Você já andou para falar isso? Tive um 500 por quase 4 anos e o local da alavanca de câmbio é o melhor em todos os carros que tive hoje. A imprenssa internacional também sempre Elogio essa característica em ambos os carros. De onde você tirou esse “Incoveniente”?

      • Seria o ideal, mas ainda assim restaria o problema do que fazer com o Uno, ao menos que se voltasse no tempo e fosse cancelado o próprio Uno, lá em 2008. Mas concordo que investir no Mobi foi algo irracional.

      • Não sei pq brasileiro tem fascinação por esse Panda. É tão tosco que nem na Itália vende o que se espera. O único atrativo seria a versão 4×4 mas a Suzuki Ignis e Daihatsu são bem mais prestigiados.

        • Né isso! Kkkkkk aluguei um na Espanha, o espaço é pior que o do Uno, acabamento um pouquinho de nada melhor, e concordo que só a versão 4×4 diesel me encheu os olhos. Bem moderninho, excelente consumo ..

              • Grato pela resposta. Talvez o Mobi tenha sido uma forma de a FIAT testar a receptividade dos carros urbanos europeus no mercado Brasileiro. Com seu depoimento e com o do Mardem neste mesmo tópico da pra concluir que o criticado Mobi tem espaço interno muito semelhante aos dos queridinhos Panda e 500 – ainda que estes dois sejam projetos mais refinados. Mas podemos que a FIAT concluiu que um carro “popular” de grande volume de produção não poderá oferecer espaço interno e porta-malas menores do que o do atual Uno, daí a ressureicão do Uno Fire. Assim possívelmente o proximo carro pequeno da FIAT manterá no mínimo um habitáculo e porta-malas iguais aos do atual Uno.

    • Exatamente!!!!!! , se tivesse ficado só com o uno teria economizado e poderia oferecer ele no lugar dessa porcaria chamada mobi, o pior é insistir nesse motor fraco e gastão tendo um moderno 3 cilindros para usar PQP !

  • Esse carro não deveria existir, seria mais digno( se é que isso é possível nesse mercado) delegar o Uno a esse posicionamento e não empurrar essa jaguara a quem não tem condição de ter algo melhor.

  • Fico pensando o pq disso? Será que tinha uns motores Fire “encostados” ou o FireFlay são tão mais caros de se produzir? qual o sentido disso é por causa de impostos? Mas ambos são 1.0 não mudaria alias que fim deu a tal Rota 2030 não ia diminuir as emissões de poluentes e diminuir consumo como coloca um motor mais antigo?

      • O Firefly já está desenvolvido! Deixar de oferecê-lo ou reduzir sua oferta não vai reduzir o investimento, já que ele já foi feito… A Fiat tinha era que aumentar a oferta desse motor para obter o retorno financeiro! Talvez a FPT ainda não tenha capacidade de produção do Firefly suficiente para ganhar em escala e esse custo de produção seja menor no Fire.

        • Mas pra desenvolver gastou-se dinheiro e esse dinheiro ainda não foi recuperado no Firefly. No Fire o dinheiro já foi recuperado a anos. Por isso o custo de venda do Firefly é maior do que o do Fire.

          • E o dinheiro para manter produção controle estoque e logística de peças para 2 motores diferentes.
            Ainda mais que esse Firefly tem menos peças internas.
            Não é possível que valha mais a pena manter o fire.

              • Estratégia de mercado. Entenda jovem: Vamos dizer que a Fiat gasta R$200 a mais por cada motor Firefly vendido, em comparação a cada Fire comercializado. Se aposentassem o Fire, poderiam cobrar até R$1000 a mais, alegando modernidade, baixo consumo, etc, etc… Mantendo um motor podre na linha, ele vai enobrecer e permitir que a Fiat demonstre a superioridade do novo motor de forma mais ampla. E aí pode cobrar mais de 2k de diferença entre um e outro. O problema é que o brasileiro vem se ligando nas políticas porcas da Fiat, e a, concorrência vem se adaptando e oferecendo produtos melhores, o resultado é esse aí, a empresa perder vendas e virar motivo de chacota em qualquer fórum de discussão…

                • Então pra você os mais de um bilhão de dólares gastos no desenvolvimento dos motores GSE não precisam ser recuperados?

                  Vou fazer uma analogia aqui: você tem dois produtos, A e B. O produto A é um produto novo, você gastou R$100 pra desenvolver ele e espera recuperar esse dinheiro ao vender 50 desses produtos. Produto B é antigo, você já recuperou o dinheiro que investiu nele. Tanto A quando B custam R$5 pra serem produzidos. Agora vamos as contas: produto A precisa dos R$5 pra ser produzido + R$2 pra recuperar o dinheiro investido ao chegar na venda n° 50 + R$3 de lucro. Produto B só precisa dos R$5 + R$3 de lucro. Note que ao vender o B a R$8, você consegue o mesmo lucro que tem ao vender o A por R$10.

                  É por isso o Fire, hoje, é mais barato que o Firefly. Não adianta baixar o preço do motor mais novo pra vender e ter prejuízo.

                  • Não existe essa segregação na contabilidade dos lucros. A empresa é a mesma. Se a Fiat descontinuasse o Fire e ficasse só com o Firefly ela diminuiria os gastos aumentando a escala de produção. Sem contar na imagem da empresa que melhoraria afinal o Firefly é econômico, o Fire Gastão… Mas a Fiat nunca ligou pra isso, prefere manter um produto ruim em linha para enobrecer um bom. Vide as versões Fire com design ultrapassado em relação aos demais modelos. Fez isso com o Palio, Novo Palio, Uno, Siena…

    • Criar diferenciais para conseguir lucrar mais. Estratégia de mercado bem podre. O Fire além de já estar pago em se tratando de desenvolvimento, enobrece e faz com que q Fiat possa cobrar mais no Firefly

    • Sim.E quem falava que o Mobi era um carro inútil, já que não passava de um Uno encurtado, era xingado.Agora vemos que a Fiat reconheceu e voltou a oferecer o velho Uno Vivace..Ao meu ver, tarde demais, já que a concorrência ta bem melhor.

  • Por R$39.000 o Uno volta a ser competitivo, ainda mais se rolar alguns descontos na hora da compra. Não ficou mais barato que a versão Like do Mobi (o que atrapalharia as vendas do subcompacto) e nem mais caro que o Argo 1.0 ou que alguns concorrentes melhores como HB20, Onix Joy e Ford Ka (como era até a linha 2018).

    O que não faz muito sentido agora é ter versões Firefly desses dois modelos.

    • O que não faz sentido é continuar com o jurássico Fire. Se tudo fosse Firefly além de mais honesto, era só distribuir acessórios e opcionais e acabamento de acordo com o foco na categoria.

  • A Ford vai deixar o Ka atual em linha na versão hacth e sedan com versao unica 1.0 e nome de Ford Ka Class e Ford Ka Class Sedan. O vendedor me disse que vao ser completinho com o básico necessário. Com ar, travas, direção, vidros elétricos dianteiros, desembasador traseiro e dianteiro. O Hacth vai vir por 39,900 e Sedan por 42,990. Vai ser para concorrer com kwid, Mobi, Grand Siena, Onix Joy e Prisma Joy. A Fiat que se cuide, ideal seria deixar a última geração do Palio com sobrenome Direito no lugar do Uno e Mobi por 38,900 completinho com era as antigas Palio e Siena. Ou até mesmo deixar o Argo assumir o que é popular de verdade sem necessidade de um modelo abaixo com faz a Ford, Gm, e outras.

  • Não vi nenhuma vantagem nesse ”downgrade” do Uno…. Perdeu inumeros equipamentos, mas a diminuição de preço não foi tão grande pra justificar…

  • A Fiat enxugou a linha do Uno pq vendia pouco, mas tirou justamente a versão que mais se via nas ruas: A Way… Invés dessa Drive, deveria ter deixado a versão ‘aventureira’ dele… Tb não entendo esse excesso de versões do Mobi, se ainda fosse todas de pacotes fechados, ok, mas ainda tem uma porrada de opcionais….

  • Achei vantajoso esse Kit Comfort Plus no Uno Drive, 2.950 reais e vem uma porrada de coisas, incluindo ESP, Hill Holder, vidros elétricos traseiros, retrovisores elétricos e mais uma porrada de regulagens e acessórios.

    No mais, curioso o fato do Mobi Drive custar mais que o Uno Drive enquanto que o Uno Attractive custa bem mais que o Mobi Easy Comfort, estamos falando de motores e equipamentos parecidos.

  • O que será que houve com aquela Fiat de outrora? inovadora, lançava uma novidade por ano, incluía vários itens a cada ano/modelo, apostava em facelifts quase anuais,…

  • Ficou bem claro agora que a Fiat quer matar o UNO, só não fez, pq tem medo de perder mais vendas, mas ficou bem claro que ela quer enfiar de todo jeito esse mobi, olha por mim a fiat pode ficar com os estoques cheios,

  • A Fiat deveria continuar perdendo mercado pra aprender a respeitar o consumidor brasileiro. Esse motor pro Mobi já funciona no limite, no Uno fica manco e Gastão Fiz a maior c4gada da minha vida em ter comprado o Novo Palio 1.0. Consumo desde que saiu da css zero quilômetro não melhora: 7km/l na cidade com gasolina 6km/l com etanol. Ando bem suave mal aperto o acelerador, a maior prova é que no meu Sentra 2007 consigo fazer 11km/l na cidade com gasolina tranquilamente… Esse motor é uma carniça

    • Não é só a Fiat que deveria perder mercado! Tenho um amigo que fez a c4gada de comprar um ZeroOnix 2015 1.0… Carro mais manco que o Onix com 1.0 antes das melhorias não há… Isso tudo consumindo absúrdos!!!

  • Você olha pro mobi de frente e pensa: que carro da hora. Aí vc olha pra aquela traseira e pra parte interna do carro e só pensa em uma coisa:

    Deus me livre!

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