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Fiat Mobi GSR 2018 estreia como o automatizado mais em conta por R$ 44.780

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Quase um ano após ter sido lançado no mercado brasileiro, o Fiat Mobi acaba de chegar à linha 2018. O modelo de entrada da fabricante italiana no País traz como principal novidade a versão Drive GSR, que oferece o motor 1.0 Firefly de três cilindros e câmbio automatizado de cinco marchas, com preço inicial de R$ 44.780, se posicionando como o carro automatizado mais em conta disponível no País.



O novo Fiat Mobi Drive GSR (a sigla GSR significa Gear Smart Ride) traz o câmbio GSR-Comfort, uma versão evoluída do Dualogic Plus usada nos outros carros da marca, que segundo a empresa “unifica a conveniência de um câmbio automatizado à eficiência e desempenho do motor Firefly 1.0, elevando ainda mais a economia de combustível, principalmente, em situações de tráfego intenso nas grandes cidades”.

A transmissão do carro pode ser comandada por cinco botões no console central, incluindo a função Sport, que aciona um modo de condução mais esportivo. Há também paddle shifts atrás do volante, que permitem ao motorista fazer a troca manual de marcha, mesmo quando o câmbio estiver na posição automática.

Fiat-Mobi-Drive-GSR-2018-9 Fiat Mobi GSR 2018 estreia como o automatizado mais em conta por R$ 44.780

O câmbio dispõe ainda da função Creeping, que facilita os arranques e manobras, inclusive em rampas de até 8% de inclinação. Com ele, basta tirar o pé do freio que o carro se movimenta, a exemplo de um automático convencional. Há ainda o Auto-up Shift Abort, um sistema que identifica uma rápida retomada de velocidade e aborta a troca para uma marcha superior, mantendo acelerações mais vigorosas, inclusive em ultrapassagens, com o motor em rotação mais elevada.

Já o motor 1.0 Firefly de três cilindros adota a arquitetura de 2 válvulas por cilindro com geometria do conjunto otimizada, resultando em maior potência e torque em baixas rotações, além de menor consumo de combustível. O conjunto inclui ainda a tecnologia HCSS, que elimina o tanquinho extra de gasolina para partidas a frio, e a direção elétrica com função City, que reduz a necessidade de esforço durante as manobras de estacionamento.

A linha 2018 do Fiat Mobi passa a contar ainda com o Fiat Live On, que transforma o smartphone do usuário em uma central multimídia que pode ser acessada pela própria tela do aparelho ou pelo volante multifuncional. Entre as funções, há acesso a apps de trânsito e de músicas como o Spotify, realizar e receber chamadas, rádios, fotos, internet e os apps EcoDrive e Onde Parei?. O sistema conta também com uma entrada USB no painel, que pode ser usada para carregar a bateria do smartphone.

Fiat-Mobi-Drive-GSR-2018-24 Fiat Mobi GSR 2018 estreia como o automatizado mais em conta por R$ 44.780

Confira abaixo as versões, equipamentos e preços do Fiat Mobi 2018:

Fiat Mobi Easy: R$ 33.700 – traz de série motor 1.0 Fire EVO 8V Flex, quadro de instrumentos com Iluminação LED e display digital de 3,5 polegadas, brake light, ESS (sinalização de frenagem de emergência), entre outros. Pode receber opcionalmente desembaçador com ar quente e o Kit Funcional, composto por vidros elétricos dianteiros, pré-disposição para rádio, desembaçador, limpador e lavador do vidro traseiro e travas elétricas nas portas.

Fiat Mobi Like: R$ 39.190 – adiciona à versão Easy ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, vidros elétricos dianteiros, trava elétrica nas portas, volante com regulagem de altura, maçanetas e retrovisores na cor do veículo e outros. Pode receber o Kit Connect, com desembaçador do vidro traseiro, limpador e lavador vidro traseiro, rádio Connect com Bluetooth e volante multifuncional, ou o Kit Live On, que acrescenta a estes itens o sistema Fiat Live On e quadro de instrumentos em TFT.

Fiat Mobi Way: R$ 40.650 – acrescenta à Like barras longitudinais no teto, moldura nas caixas de roda, para-choques exclusivos e suspensão elevada. Essa versão também pode ser equipada com os kits Connect e Live On.

Fiat Mobi Drive: R$ 40.650 – além dos itens da versão Like, traz o novo motor 1.0 Firefly 6V Flex, grade dianteira com pintura em preto ônix, direção elétrica e sistema HCSS de partida a frio. Os kit disponíveis são Connect, Live On e ainda o Tech, composto por chave com telecomando, faróis de neblina, rodas de liga leve 14″, alarme, retrovisor elétrico com Tilt Down, Cargo Box, banco do motorista com regulagem de altura, sensor de estacionamento traseiro, bancos extra série, cintos dianteiros com regulagem de altura, abertura interna do porta-malas e tanque de combustível, além de revestimento da soleira das portas dianteiras.

Fiat Mobi Drive GSR: R$ 44.780 – soma à Drive o câmbio automatizado, volante com paddle shift e computador de bordo A e B. Também pode receber os kits Connect, Live On e Tech.

A marca oferece as opções de cores sólidas Branco Banchisa, Preto Vulcano e Vermelho Alpine, a perolizada Branco Alaska e as metálicas Prata Bari, Cinza Tellurim e Verde Amazon (as duas últimas exclusivas para a versão Way).

O Fiat Mobi está disponível com garantia de três anos e também os contratos de serviços Mopar, com a opção dos pacotes de revisões programadas já no momento da aquisição do veículo, através do Revisão sob Medida, e também a garantia estendida diretamente da fábrica de 12 ou 24 meses a mais.

Galeria de fotos do Fiat Mobi Drive GSR 2018

  • Airplane

    Prefiro o Etios HB por ser automático de verdade (sem embreagem) de maior robustez e confiabilidade Toyota.

    • Leonardo Lima

      A ironia da coisa é que nem dá pra desqualificar o Etios como feioso quando o concorrente é um Mobi.

      • Lucas Alves

        Kkkk kkkk kkkk kkkk

    • pedro rt

      fora isso tem mais espaço interno, mais portamalas, mais motor e mais desempenho

      • NaoFaloComBandeirantes

        Acho que o Etios AT, pelo preço, está mais para Uno 1.3 Dualogic do que Mobi 1.0 GSR.
        Comparando 1.3 com 1.3, o desempenho do Etios deixa a desejar.

    • Mr. Car

      Preferir também prefiro, mas aí são R$ 6.100,00 mais, uma diferença significativa.

      • Raul Cotrim de Mattos

        Pensei que fosse maior a diferença… o mobi é um carro de categoria inferior, e ainda por cima é um fiat…

  • Leonardo Lima

    O “1.0 sem embreagem” vai ser a salvação da lavoura para a montadora que conseguir criar um sistema barato e confiável. Mas será que alguma já chegou lá? A internet está explodindo de relatos de gente que se deu mal com Dualogics e Imotions da vida, por conta de trancos, travamentos e pela baixa durabilidade do conjunto de embreagem, que eleva exponencialmente os custos de manutenção. O automatizado custa menos na hora da compra, mas onera a fatura da oficina. “Nem ligo pra durabilidade, eu troco de carro todo ano”. Bem amigo, como não existe almoço grátis, você também paga a conta na hora da revenda, amargando a depreciação e a baixa liquidez de um produto que ainda não convenceu o mercado.

    • Tive um Fiat 500 Dualogic em 2012 e era uma porcaria… as vezes ele ficava indeciso em uma subida, ia perdendo velocidade aos poucos até quase parar completamente e engatar a primeira. Nesse ponto o carro de trás já estava buzinando pra mim fazia meia hora.

      • Luciano RC

        Nesse caso vc precisa pisar fundo para ele reduzir ou jogar no sequencial.

        • ViniciusVS

          Comprar um automatizado para dirigir trocando marcha no sequencial é complicado, algumas cidades o relevo não ajuda. É melhor pegar um MT de uma vez.

          • Luciano RC

            Dependendo do relevo, até o Automático você precisa colocar no sequencial para ele não se enrolar.
            Todos os Automáticos que tive precisava colocar no modo sequencial quando chegava na Serra de Maresias, em São Sebastião – Litoral de São Paulo.

            • Daniel

              Depende muito da tocada… Até com o CVT do corolla eu coloco no modo sequencial em trechos sinuosos (o CVT deixa o carro muito solto – pra economizar gasolina – mas vc perde em freio-motor.. dai, alavanca pra esquerda e os tapinhas pra frente e pra trás)

              • Luciano RC

                Exatamente… principalmente se o cambio não tem a programação de reter marcha em descida. Tbm precisa colocar no sequencial para fazer um freio motor.

        • Eu fazia exatamente isso e ele não reagia… mesmo levando na concessionária várias vezes reclamando disso, eles mexiam, mexiam, mas não melhorava nada. Falavam que atualizavam o software, etc, mas não adiantava.

          • Luciano RC

            Que merda hein…

      • Antunes

        Tive um punto 1.6 dualogic 2014 e era a mesma coisa na rampa de shopping kkkkkk perdia força

      • Diego

        Tudo é culpa do mané que não sabe pilotar! Era só colocar no manual e subir em 1 marcha! Qualquer um sabe que quando o giro aumenta a troca é realizada. Mds, cada um!

        • Oba

          Mas qualquer dupla embreagem ou epiciclico sabe que não pode mudar nestas situações.
          Já passei por situações semelhantes e chega a ser perigoso.
          Foi adicionado inclinometro no Uno 2014 e acredito que tenha resolvido o inconveniente mas até hoje nunca li nada a respeito tanto em revistas como internet.
          Gostaria de saber se ocorre também com os ASG e EASY-R.

        • Mané, não é questão de não saber dirigir, acho que alguém que testa carros há mais de 10 anos não precisa lhe provar nada, o câmbio automatizado tem que funcionar corretamente sem ser colocado em modo manual.

          • leomix leo

            O que lhes falei lá em cima, deve ter vários problemas e fica agredindo verbalmente os outros, não há necessidade alguma dele te chamar de mané, é muita falta de respeito desse povo.

            • Que bom que podemos banir os mal educados né Leo, assim as discussões aqui ficam mais civilizadas.

      • Oba

        A Fiat adicionou inclinômetro quando lançou a primeira reestilização do Uno em 2014.
        Acredito que tenha resolvido este inconveniente mas até hoje não li nada a respeito seja em revistas ou na internet.
        Gostaria muito de saber se ocorre também nos ASG.

    • Wagner Lopes

      Rodei 110.000 km em um palio dualogic 1.8 e vendi sem por a mão no câmbio ainda com funcionamento perfeito. Para carros de entrada/trabalho o sistema funciona muito bem. Teria outro carro com dualogic sem dúvida. Agora, é inadequado para um hatch/sedam médio pra cima. Cada coisa no seu lugar. Agora rodo com um 407 com a famosa AT4 da PSA e já está com 83.000 km onde troquei apenas um retentor que apresentava vazamento e o óleo. Funciona macio e espero chegar aos 100.000km com ele original. Se eu fosse me basear nos “especialistas” de internet não teria comprado nenhum dos dois.

      • Leonardo Lima

        Legal o seu relato, espero que surjam outros que se deram bem com o Dualogic. Do mesmo jeito que não desqualifico a sua experiência positiva, não vou desconsiderar o relato de quem trocou embreagem aos 50.000km ao custo de R$2.500, ou de quem ficou parado em acostamento com carro zero km. Se vc puder contribuir com a discussão, conte para a gente: os seus 110.000 km foram de cidade ou de rodovia? De interior ou de metrópole congestionada? Como você deve saber, as caixas automáticas tradicionais podem passar dos 300.000km sem quebras, apenas com trocas periódicas de fluidos. O que eu tenho curiosidade de saber é quantos kits de embreagem um Dualogic consome em 300.000km de uso urbano.

        • Gilcimar China

          Atualmente, acabei de olhar no hodômetro, estou com 107,281km rodados com meu Stilo Sporting Dualogic 2011/2012. Câmbio zero bala, funcionando perfeitamente bem e sem qualquer danos. Logo logo terá que trocar o óleo aos 120.000km.

          O câmbio é bom e cumpre o seu papel de oferecer um bom conforto ao condutor, embora não seja o ideal para o Stilo e todos os carros médios em diante.

          Nunca tive dor de cabeça, não sofro com problemas de indecisão do câmbio, pois acredito que já saquei demais como ele se comporta. O câmbio não é ruim, compraria outro sem piscar. Acredito que o seu maior problema é o consumidor utilizá-lo como se fosse um automático, engatando-o em paradas longas e fazendo uso excessivo dele em engarrafamentos.

          Tanto é que não gosto da expressão “automático de verdade”, pois dá a entender que o Dualogic é uma porcaria que nada serve.

          Não me arrependo de jeito nenhum. Não quero mais saber de câmbio manual, exceto se for um esportivo.

          • Leonardo Lima

            2 relatos de 110.000 km. Legal. Se alguém rodou mais do que isso, postem aí. Há uma matéria da QR sobre câmbios automatizados que diz que a durabilidade média de uma embregagem de Dualogic é 100.000km, quando o uso é rodoviário, e metade disso, quando o uso é urbano.

            • Minha esposa rodou cerca de 120 mil km com carros equipados com o dispositivo. Entretanto, foram cerca de 60 mil km com cada um dos dois carros que teve com esse câmbio. Olha, a informação sobre 50 mil km não procede. Os dela com 60 mil foram vendidos em perfeito estado, sem qualquer indício de gasto excessivo da embreagem.

              • Leonardo Lima

                60 mil km não é nada em termos de quilometragem, seu câmbio não fez mais do que a obrigação se chegou nesse ponto. A matéria da QR cita o relato de um proprietário de oficina especializada em câmbios automáticos. Não é a verdade irrefutável sobre o cosmos, mas é uma opinião abalizada de alguém que lucra justamente com câmbios que se quebram. Reproduzo textualmente: “Automatizados como Dualogic, Easytronic e I-Motion têm o sistema de embreagem [disco, platô e atuador] mais frágil que o dos câmbios manuais comuns. Pela nossa experiência, a durabilidade média da embreagem dos automatizados é de 50 000 km, quando roda na cidade, a 100 000 km, quando se concentra em estradas. Os câmbios manuais convencionais, em média, duram 100 000 e 200 000 km”, diz Sá.”

                • Hélio

                  Faltou essa parte “Em geral, a culpa é do uso severo, como acelerações bruscas e o ato de segurar o carro na subida só no acelerador”
                  Tá aí o motivo do meu imotion está funcionando normalmente…
                  Ficar segurando carro na subida na embreagem no carro manual dá acontece o mesmo… Pqp kkk

                • O disco de embreagem dos i-motion é exatamente o mesmo dos utilizados no câmbio manual da VW, basta procurar nas concessionárias para se certificar disso. É bobagem achar que uma montadora vai se dar ao trabalho de produzir duas peças diferentes e empregar uma pior em modelos mais caros de sua linha para obter supostos ganhos para concessionários autorizados com manutenção, arranhando sua imagem.
                  Questão de durabilidade de conjunto de embreagem é muito complexa. O tipo de utilização a que o carro é submetido é preponderante na durabilidade do sistema, tanto em veículos com transmissão manual quanto em veículos automatizados.

                  • Leonardo Lima

                    O disco é igual (e bem barato, por sinal), mas é comum a troca do atuador e dos fluidos, que custam mais de R$1.000. Há relatos de panes que exigem a troca do módulo. Fora isso, o procedimento de troca de embreagem é muito mais complexo do que em um câmbio manual, pois exige despressurização do sistema e recalibração da central eletrônica. A oficina precisa ser especializada e ter um scanner específico ao câmbio para conseguir reconfigurar os parâmetros da nova embreagem no final. Obviamente, tudo isso se reflete no valor do serviço. Talvez no futuro, com a popularização do câmbio, esses custos diminuam, mas hoje ainda são um problema.

          • Nathan F.

            Por favor, conceitue “uso excessivo dele em engarrafamentos”.

            • Gilcimar China

              Nathan, uso excessivo é quando você utiliza a TODO momento o carro engatado em longas paradas. Isso sobrecarrega o sistema. Já presenciei demais em carros de frotistas. Já presenciei paradas de cinco minutos com o carro engatado, e isso o próprio manual alerta aos condutores.

              Eu, na minha opinião Nathan F., acima de 10 segundos já considero parada longa.

              Outra situação que é um pouco mais delicada são engarrafamentos com movimentos intermitentes: anda pouquinho e já para. Esse é o pior, pois o uso é ainda mais intenso. O recomendado é o condutor saber dosar as paradas, de forma que em algumas retomadas nem vale à pena engatar o carro para andar 30 centímetros.

              • Nathan F.

                Ninguem le manual. Considero uma inconveniencia no uso do veiculo, mas sendo caracteristica do sistema, ha que ser observado. O problema e que, alem de voce, mais ninguem, ou quase ninguem, vai desengatar o cambio no anda e para do transito, o que significa que comprar um automatizado monoembreagem usado pode muito bem ser uma tremenda furada. Pior so comprar um Powershift.

                • Gilcimar China

                  Existem prós e contras. Comprei sabendo muito bem da limitação do cambio, o que, aliás, tem-me oferecido conforto e alegria.

                  Acredito que seja justamente esse o problema do consumidor: utilizar o câmbio Dualogic como um automático.

                  Não acho que seja furada a oferta de câmbios à disposição do cliente; contudo, há circunstâncias que devem ser levados em conta: automatizado de monoembreagem em carro médio acima não considero ideal, bem como pagar um preço alto pelo Dualogic ou I-motion.

                  Quanto mais opções no mercado, melhor para nós.

        • Wagner Lopes

          Meus 110.000 km foram aproximadamente 65% estrada e 35% cidade – grande BH. Desconheço esta informação que uma caixa automática passe de 300.000 km sem intervenção. As cintas de engate/desengate dos pacotes de engrenagens não chegam a esta quilometragem pois trabalham com atrito e material de desgaste a não ser que o cara só ande em estrada duplicada mantendo velocidade constante. Os retentores também duvido que vão aguentar sem iniciar vazamento de óleo. Já embreagem convencional é material de desgaste e depende 90% do pé do sujeito que usa. É sabido que pessoas trocam embreagem com 30.000km. EU nunca troquei um kit de embreagem de meus carros. Vários vendidos acima de 100.000 km com embreagem original. Só um 307 que tive que trocar o kit com 60.000 pois o colar estava fazendo muito barulho, porém disco e platô iriam a 100.000 tranquilamente. No dualogic, se o cara ficar fazendo “controle de embreagem” em toda subida que parar aí vai trocar kit como se troca em uma caixa convencional. É do uso ou (mal uso).

          • Gilcimar China

            No meu caso, uso 75% na cidade e 25% na rodovia. Acredito fortemente que o problema do câmbio é a sua utilidade indevida como um automático, excluindo-se os problemas de fábrica, é claro.

            Em semáforos, já engato o N quando a parada for longa.
            Em engarrafamentos, saber dosar os engates, de forma que se houver paradas, usar o N.
            Em declives acentuados, engate o carro e deixe-o andar sozinho, pois o próprio câmbio saberá o tempo certo de passar a marcha. Essa é batata, pois eu teimava em acelerar o carro em decidas acentuadas, causando indecisão no sistema.
            JAMAIS FAZER RAMPA COM O CARRO ENGATADO, PRINCIPALMENTE EM ACLIVES ACENTUADOS. Esse é o que mais desgasta o câmbio. O melhor é pisar no freio, acionar o freio de mão e, quando for acelerar, dosar de forma sensata ao passo que se retire o freio de mão.
            Em aclives acentuados, utilizar a força do pé de forma constante, pois se houver alteração no ato de pisar, o câmbio poderá entrar em indecisão (embora isso não estrague o câmbio).

            Sabe, são coisas tão simples que talvez seja esse o segredo do bom uso do câmbio. Tem muita gente que fala que é um lixo, mas acredito que seja uma comparação direta com o automática, o que já é covardia; ou muito pouco tempo de uso..

            Trancos, nem gosto dessa palavra, pois dá a entender que o carro dá um pulo igual desenho animado. Gosto mais de falar sobre delay, ocasionando uma ligeira demora na troca de marcha.

            No mais, 7/10

            • Luccas Villela

              Curti o relato, mas não entendi a parte de FAZER RAMPA COM O CARRO ENGATADO. Que seria isso?
              Outra coisa, por no neutro nas horas de paradas longas realmente economiza o cambio? Minha mãe está com um Palio Essence Dualogic e preciso informa-la, rss.

              • Gilcimar China

                Bom, a rampa seria a utilização da embreagem, em carros manuais, para manter o carro parado em aclives, fazendo o controle da embreagem.

                No caso do Dualogic, como o condutor não utiliza a embreagem ativamente, é necessário acelerar, com o carro engatado, para fazer o controle de rampa, de forma a manter o veículo parado, aquecendo o câmbio (claro que o câmbio não vai estragar de uma hora para a outras, mas reduz sua vida útil quando utilizado de forma contínua e severa). Nesse caso, o indicado é deixar em ponto N e frear.

                E sim, em paradas longas, e longas para mim é 10 segundos acima, eu já automaticamente deixo em N. Isso ajuda a aliviar eventuais problemas a longo prazo, além de manter o câmbio sempre “saudável”. Dirijo com meu Stilo há seis anos, Luccas, e nunca, nunca tive problemas com o câmbio. Só alegrias.

                • Luccas Villela

                  Te alugando aqui, rss… Então para sair de uma ladeira, por exemplo, deve-se segurar o freio de mão e ir soltando e acelerando progressivamente, correto? Assim desgasta menos?

                  Perfeita a explição, muito obrigado, vou informar isso a minha mãe. Assim, ao menos em todos os semáforos, ao menos, falo pra ela colocar no N. Quando eu dirigi, estacionei no N, acho melhor, né? Nunca curti essa história de carro engrenado.

                  • Gilcimar China

                    NUNCA!!! Sempre desligue o carro engatado na primeira marcha ou na posição R (ré). O próprio manual recomenda essa medida.

                    Entretanto, para evitar esforços durante o carro desligado (principalmente se estiver estacionado em rampas), primeiro aciona-se o freio de mão e, depois, você desliga o carro, sempre engatado, ok.

                    Sucesso para vocês aí, Luccas.

          • Leonardo Lima

            Sei de uma meia dúzia de automáticos de pessoas próximas que passaram de 250 mil km com uso rodoviário, todos carros japoneses. O caso mais extremo foi um Nissan Altima 2003 da minha sogra, nos EUA, com 500 mil km no câmbio original. Se é verdade que durabilidade depende do dono, isso não pode te levar a achar que em matéria de durabilidade câmbio é tudo igual. Que é só maneirar o pé e os seus problemas acabaram. Não é assim. Isolando os fatores (barbeiragens, engarrafamentos, relevo), o fato é que um cambio automatizado é menos durável do que outro com conversor de torque. E agregando os fatores, deveria ser alarmante o quanto um automatizado é sensível a barbeiragens e uso severo em geral. Visto que o comprador de carro usado não tem como saber como o carro foi dirigido, e está provavelmente diante de uma bomba de R$3000 prestes a explodir, obviamente essa sensibilidade afeta o valor de revenda. Que bom que você vendeu seu Palio, provavelmente mais barato do que um Palio manual do mesmo ano. O louco que comprou, esse certamente teve menos “sorte na vida”.

        • Em condições normais de utilização, o normal é que o kit de embreagem do sistema dure aproximadamente o mesmo que em um câmbio manual.

      • Daniel

        vc estava acostumado com o dualogic e nem percebe os trancos do AL4! hahaha
        Os caras da concessionaria disseram que meu carro não tinha tranco no cambio, tive que colocar o cara dentro do carro e mostrar

        • Wagner Lopes

          OK. Sua caixa tinha um defeito. Seja por falta de troca do óleo ao longo da vida útil, seja por manutenção mal feita por donos anteriores, etc, etc. Exatamente como qualquer sistema mecânico.

          • Daniel

            Amigo, carro unico dono, tirei 0km, todas as revisões em concessionaria, e a primeira vez que deu pau foi com 36mil km e 17 meses de uso. Não foi por falta de troca de oleo nem por manutenção mal feita. Falha de projeto mesmo, e estão ai milhares de AL4 e AT8 que deram pau pra confirmar!
            Pra ter uma ideia, com 40mil km a caixa foi substituida por uma nova (depois da primeira tentativa de reparo aos 36mil km), e, com 55mil km já estava dando tranco novamente!
            E, é um carro de estrada dos 71mil km atuais, 90% foi em estrada (e estrada boa)

    • Marcos Megda

      Temos um Punto Essence 1.6 dualogic. Cambio com funcionamento normal desde a compra 0km. O carro teve problema no radiador e no ar condicionado, mas o cambio esteve tranquilo o tempo todo. Meu pai tambem tem um 500 dualogic. Sem problemas de cambio com 60000km. Dá muitos trancos, mas ainda é uma opçao razoavelmente bom pra apodentar o pé esquerdo

      • Jonas Antunes Da Silva

        Também tenho um Punto Essence 1.6 dualogic 2013 . Também tive problemas com radiador e agora com o ar condicionado, mas o câmbio até agora está ok.

    • Bernardo

      Na minha casa tinha 3 carros com câmbios automátizados. Tive boa experiência em todos. Primeiro um Bravo Essence 11/12 que rodamos 98mil km, na mesma época compramos um GranSiena 12/12 que rodamos 35 mil km, e por ultimo uma SpaceFox 13/13 que hj está com 55mil km… não tivemos problema algum. Fiz Vários amigos que tinham preconceito com o câmbio, experimentar dirigir os carros, e alguns acabaram até comprando carros com câmbios automatizados, de tanto que gostaram. Obs: dirijo carro automático todo dia, e antes que me julguem, sei das diferenças.

  • Mario Nobile

    Uns 22k não estaria bem pago num carrinho desse?

    • Império Babaca

      Cê ta louco cara? Pagar tudo isso num mobi? kkkk

  • Mr. Car

    Só eu não gostei deste negócio de câmbio com botãozinho? No caso então, um câmbio com alavanca na coluna de direção também ia ficar diferente, e muito mais bacana, he, he! E quase não vejo Mobi nas ruas.

    • Racer

      Eu também não…acho que não deve ser muito prático.

    • Debraido

      Acho que esse tipo de comando do cambio pede uma posição mais próxima das mãos do motorista. Numa posição parecida com a que a primeira Picasso tinha.

  • Hater x Haters

    Quer dizer que o Dualogic trocou o nome pra GSR? Espero que o câmbio dessa vez esteja realmente um pouco melhor.

  • Licergico

    em cc ?

  • Bruno Silva

    Dirigi um Linea Dualogic. Que coisa horrível, tenho pra mim que nunca vai ser bom, podem melhorar o que for. Um automatico de 4 marchas como da Toyota é melhor que qualquer automatizado de 5.

    • Luciano RC

      Qual Linea vc dirigiu? Os primeiros 1.9? Aquele era ruim mesmo.
      Agora os Dualogic mais recentes melhorou muito… porem quem está acostumado com AT de verdade, vai odiar o Automatizado.

      • Para quem não tem costume com um automático com conversor de torque, o automatizado é muito bom. Mas depois que já se tem costume com o sistema automático tradicional, aí o estranhamento é certo.

        • Luciano RC

          Sim…estranha bastante. Eu que sou acostumado com AT convencional, estranhei o Dupla Embreagem.

          • Verdades sobre o mercado

            Estranhou o Dupla Embreagem ?? !!

            • Luciano RC

              Sim… eu achei as trocas dele muito ariscas. Bom pra acelerar, mas no transito parece que ele quer que vc acelere. Bom pra quem gosta… eu prefiro um cambio mais suave.

    • Gio

      Na minha opinião, o Linea nunca deveria ter utilizado o Dualogic.

      Vejo a lógica da aplicação deste câmbio nos populares, devido ao baixo custo.. Mas um carro que se propunha a brigar com os sedans médios (ainda que eu sempre tenha o visto como um Punto Sedan) não pode ter um câmbio destes.

  • ObservadorCWB

    Sério que você acha “interessante” ? Para muitos o título da matéria poderia ser: “A DOR DE CABEÇA MAIS EM CONTA POR 44.780″……….. Nenhum fabricante conseguiu fazer este tipo de câmbio funcionar.

    • Robinho

      kkkk pensei a msm coisa!

    • Alvaro Guatura

      Eu também acho essa mecânica interessante, gostaria de ter acesso a uma unidade para usar no dia a dia.

    • Hélio

      então to mal acostumado com o meu i-motion, 63mil km e de boa. só acho ele indeciso em descida…

      • ObservadorCWB

        As moscas brancas existem. São raras de achar, mas existem. Seja feliz com ela.

      • Luciano RC

        Aproveite… pq a hora que der vc vai desgostar de tudo que gostou. KKKKK

        • Hélio

          assim como qualquer outro problema de qualquer outro carro kkkkkk

          • Luciano RC

            Sim… mas o Dualogic não é qualquer lugar que mexe. Infelizmente esse cambio ainda tem muito a provar e temos que lembrar que as condições aqui no Brasil são diferente da Europa.

      • Eu tive experiência com 2 modelos equipados com i-motion: zero de problemas até a venda. Os problemas mecânicos nesse tipo de câmbio são coisa do passado, hoje são sistemas muito confiáveis e com manutenção não muito diferente de um câmbio mecânico tradicional, a despeito de possuírem as trocas de marcha menos confortáveis que nos automáticos tradicionais. Problema é que o brasileiro só tem memória curta para outras coisas: para carro, deu problema uma vez a imagem fica para sempre e a opinião é sempre extremada, mesmo que o indivíduo jamais tenha colocado os pés dentro de um carro equipado com câmbio automatizado.

        • Hélio

          poizé… realmente existe os tais “engasgos” mas me livrar da embreagem lindo d+.
          esse fds matei saudade de um manual, fui pra praia com um fiesta, no começo tava bacana e tal, mas daí foi só pega rum pouquinho de trânsito que bateu a saudade do i-motion

        • Racer

          Discordo na questão da manutenção “não muito diferente”. É justamente na maior diferença entre eles, que reside o problema: atuadores. Coisa que o manual não tem. A manutenção da caixa em si, é a mesma, mas os penduricalhos é que deixam ela cara, caso estraguem.

          • O “caso estraguem” é o “X” da questão. No meu caso, nunca estragaram. Não tenho mais carros automatizados em casa, mas no período de utilização que eu tive de modelos equipados com o aparato, não tenho nada a relatar de negativo, é essa a informação que tenho a repassar.
            Câmbios automáticos também possuem potencialmente uma predisposição enorme para gastos exorbitantes com manutenção “caso estraguem”. Mas a questão é que dificilmente se vê hoje alguém reclamando de problemas com conversores de torque e afins. Partindo dessa premissa, jamais alguém se arriscará a ter algo além de um carro com a velha transmissão manual.

            • Racer

              Só que a fama dos automatizados ficou marcada pela manutenção cara destes componentes, e que estragavam demais no início. Pode ser que as condições de uso, mais ou menos cidade/estrada, influenciem…os componentes de agora estão mais resistentes… Mas é bom saber que não se tem só reclamações deste tipo de sistema.

              • A fama ficou mesmo. Na troca do último Polo I-motion da minha esposa sempre tinham os compradores espertinhos que vinham com a conversa “automatizado é muito ruim de vender”. Os primórdios desse sistema (em especial no caso do dualogic da Fiat) deixaram uma impressão tão ruim quanto o Gol 16V deixou para os motores multi válvulas no Brasil. Bem, só o bom e velho tempo para amenizar os estragos agora… rs.

        • Artur

          É exatamente isso mesmo, amigo. O vizinho do meu cunhado tem um Fox 1.6 iMotion 2014 e trabalha na minha cidade, no interior de SP (é médico residente em um hospital), e ao menos uma vez por mês ele vai de carro para a Bahia, para visitar a família (não lembro qual a cidade, mas é próxima a Salvador).
          Resultado: o carro já está beirando os 100 mil km e o cara nunca reclamou do câmbio.
          É que a grande maioria é comentarista de internet: não tem qualquer tipo de experiência sobre o que está falando, mas “mete o pau” apenas por ter ouvido falar.

        • Daniel

          cambio automatizado é o tipo de item que se compra com carro 0km, agora, usado, nem pensar! hehehe E isso faz esses carros desvalorizarem bastante.

          Tivemos uma Meriva Easytronic… tudo lindo e tranquilo.Quando precisei trocar a embreagem (na verdade, o plato, danificado após uma colisão), vi que, ou era malandragem dos mecanicos da concessionaria, ou era ignorancia mesmo…
          Como acompanhei o serviço (e eis a grande vantagem da GM em manutenção), vi que fizeram a troca da embreagem, platô e fluidos corretamente. Mas, na hora de programar, ou o cara era burro ou malandro. Ele tentava calibrar as marchas no tech II, mas vinha mensagem de embreagem descalibrada. Dai tentou umas 3 vezes e chamou o “super-mecanico” que “manjava tudo”… o cara fez a mesma coisa (e, como esperado, a mesma mensagem de erro). Dai o cara já veio condenando a central: “ihh, tem que trocar a central… R$5000,00″… (detalhe, o carro foi andando pra lá, só fazia barulho por conta dos pedaços de platô soltos dentro da caixa – resultados de uma colisão, em que foi arrumado tudo, menos o cambio).
          Pedi licença pra mexer no tech II… voltei um menu, escolhi “calibrar embreagem” e segui as instruções (pisar no freio, ligar motor, coisas do tipo). depois voltei no “calibrar marchas” e segui as instruções.

          Os mecanicos ficaram olhando de boca aberta… e perguntaram se eu tinha feito curso do Easytronic… e eu respondi: “não, mas eu sei ler”

          Mas, creio que isso aconteceu com muita gente, que, ou foi enganado e pagou os R$5mil (mas os 2mil da troca de embreagem), ou desistiu e passou a bomba pra outro, que fez alguma gambiarra e por ai vai…

          Além disso, teve os taxistas e seus kit-peido que tbm condenaram a caixa (que não foi projetada pra trabalhar sob a enganação de “emuladores de bico e cia” e com curvas te torque e potencia diferente – que deixam a central doida e fazendo patinar o cambio)

          Junte a isso que (assim como em carro manual) tem quem segure carro em rampa patinando a embreagem, tente dar tranco com carro automatico/automatizado… E é por isso que não compro e não recomendo carro automatizado usado.

          Se eu compraria um zero km. Talvez… se não pensar em revenda. Mas, em todas as categorias já temos automaticos convencionais ou cvt por preço muito proximo.
          Quer exemplo: pagar R$44-45mil num mobi gsr 1.0 e apertado ou pagar R$50-51mil e levar um etios 1.3 automatico com mais espaço, motor, segurança? (tá, o etios é feio… mas o mobi tbm é! haha)
          Pagar 57mil num Palio Dualogic ou pelo mesmo preço levar um onix ou hb20 automatico?

          Dai tem o Powershit dupla embreagem, que, pelos relatos, é problema qse certo. Eu não arrisco… não depois do AL4/AT8

          O unico automatizado que eu consideraria seria o up! i-motion em alguma promoção bem boa… (não pq gostei do comportamento do cambio, mas pq gosto do up!… só não tenho coragem de gastar tanto dinheiro nele)

          • Bom, quanto às opções, elas existem aí no mercado. Cabe a cada um dentro de suas necessidades fazer a melhor escolha para si próprio .
            Quanto ao Easytronic, a GM não chegou a um nível de desenvolvimento próximo aos de i-motion ou dualogic, já que a Chevrolet manteve o sistema por tempo limitado em produção.
            Como eu já disse, em termos de funcionamento, não há como comparar s câmbios automáticos com os automatizados. As trocas são bem mais suaves no primeiro e o conforto ao rodar é significantemente melhor.
            Quanto aos AL4/AT8, é outro exemplo de produto que já está maduro no mercado, cujos problemas de durabilidade já ficaram distantes no passado. O problema dessa caixa é a mesma da do Etios ou da Renault: marchas de menos resultam em perda de desempenho e aumento de consumo, não tem muito jeito.

            • Daniel

              O Easytronic da Meriva, embora tenha sido o primeiro, acho que era melhor que os i-motion e dualogic.
              O da Meriva já tinha o recurso de soltar o freio e ele ir acoplando a embreagem (facilita e muito em manobras!) e era mais suave que os i-motion e dualogic.
              O sistema da Meriva era da Bosch, com atuadores eletricos. Os i-motion e dualogic (e o easytronic do agile) eram Magneti-Marelli com atuadores hidraulicos.

              Bom, de qualquer forma é um sistema que é delicado, se não usar com carinho dá manutenção (por isso o medo maior de comprar um usado).

              • A questão que afirmei é mais por conta da confiabilidade que os sistemas têm ganho com o passar dos anos, já que a GM desistiu muito rapidamente do Easytronic. Quanto aos recursos, o automatizado da Chevrolet foi realmente o primeiro a disponibilizar o “creeping”.

        • Cristiano França

          Digo mais, brasileiro só lembra de alguma coisa, caso ela possa ser utilizada para ofender alguém. Se não não dá pra ofender alguém, ele esquece rapidinho.

        • Retrato do Papai

          os que metem pau no i-motion, dualogic, powershift (esse até com um pouco de razão) hoje são os mesmos que criticam a velha guarda que metia pau nos motores 16v, vai entender! kkkkk

      • …no caso vc é a exceção que confirma a regra!

    • Eu já tive dois automatizados em casa (carro da patroa). Claro que ele não tem a suavidade de um automático com conversor de torque nas trocas, mas não há que se dizer que não funcionam. Nunca tivemos nenhum problema em 120 mil km rodados.
      A confiabilidade desses sistemas a muito já deixou de ser um problema. Quanto ao “lapso de torque” nas trocas de marcha já não há muito o que fazer: é característica técnica do produto, mesmo. Não há tecnologia que faça o acionamento automático de embreagem e a troca de marcha serem tão rápidos que se tornem imperceptíveis com o uso de embreagem única.

    • G.Alonso

      É um carro interessante sim, mas, deveria custar uns 5 mil a menos e ter todos os opcionais agregados pelo valor.

    • Verdades sobre o mercado

      Discordo. O Dualogic Plus funciona muito bem. Você nota a passagem de marcha um pouco na mudança da 1a para 2a marcha e vice-versa, de resto funciona muito bem. É excelente para quem quer sair de um carro manual. Obviamente que automático com conversor de torque ou CVT são superiores, e não recomendo o Dualogic para quem tem/teve um desses mais evoluídos. O problema do Dualogic é seu preço que é alto (Deveria custar no máximo R$ 2.500,00) e sua manutenção pois já vi alguns casos de veículos com 70.000 a 100.000 km darem problema e o custo de reparo é altíssimo. Infelizmente a própria imprensa especializada queimou este câmbio, pois ficava comparando ao automático com conversor de torque ou CVT, e aí o mercado hoje rejeita estes veículos usados. Agora quanto ao funcionamento é muito bom.

    • Diego

      Esse tipo de câmbio não funciona bem nas mãos de carteiras compradas, meia rodas, desastrados e ruim de braço. Eu tive um Gol I-MOTION por 6 anos e nunca me deixou na mão, econômico e guerreiro.

      • No seu outro comentário voce disse que eu sou mané que não sabe dirigir, agora voce diz que todos que reclamam desse tipo de cambio são carteiras compradas… meias rodas e ruins de braço… voce tem 26 comentários na sua conta e já está ofendendo os outros assim, voce é o típico brasileiro que não tem educação nenhuma e não respeita ninguém, esse tipo de gente me dá nojo, aqui voce não comenta mais, tchau.

        • leomix leo

          👏👏👏👏👏👏👏

        • leomix leo

          Tem gente sem noção, acho que pega suas frustrações e problemas em casa e joga aqui em cima dos outros.

    • Ⓜ️arcelo

      Trauma-logic na versão GSR Ganhe uma Super Rola

    • VIDA MÚSICA & BATERA

      O dualogic dá Fiat É MUITO SUPERIOR AO DA CONCORRÊNCIA, e pode ser sim um bom uso no cotidiano, ainda mais pra quem não pode pagar mais por um carro com câmbio AT..

  • o comentador

    o que acho do mobi: a frente desse carro é muito bacana, mas a traseira tinha que ser refeita, acho ela estranha quando comparada com a frente, o interior tem partes legais mas em alguns aspectos precisa leves alterações, paddleshift num carro 1.0 popular chega a ser engraçado e claro o preço deveria ser mais baixo, mas né, que carro no brasil não ta caro hoje em dia

    • Verdades sobre o mercado

      Não é engraçado paddleshift num carro 1.0, é prático. Triste é ver veículos como o Cruze sem paddleshifts.

      • o comentador

        verdade! um cruze sem paddleshift é triste, ia ser muito divertido guiar aquele carro com a borboleta, até essa é a minha percepção do paddleshift, deixar o carro com trocas mais esportivas e divertida que um cambio manual, por isso acho engraçado num carro 1.0, porque além de não deixar mais divertido por causa de seu motor, encarece, tem modelos que a adição de paddleshift custa muito, preferia que tivesse algum outro item adicionado ao invés disso

  • Tosoobservando

    O interior desse carro é bizarro, atras então é sofrivel. Mais um embuste da Fiat para terra brasilis!

  • Fabio Marquez

    Eu creio que as melhorias no cambio Dualogica deixaram ele mais confiável, e não tem jeito, para esse tipo de carro com essa motorização tem que ser cambio automatizado mesmo, pois um AT com conversor de torque teria desempenho pifio em um carro com motorização tão fraca.

    • duhehe

      Também acho, ainda mais em momentos que é necessário força, o automatizado vai dar um tranco na troca, mas não tem perda com o conversor.
      80cv com ar ligado (- 10cv) 1000kg de estrutura e mais 160 kg de gente, não tem como tirar mais 15% do conversor, o carro para no meio da rua.
      Alias todos os compactos 1.6 e até medios como Corolla e Civic com blocos 1.8 e 2.0 e 140cv..150cv quando carregado sofrem… imagina um 1.0.

      • ViniciusVS

        Um Mobi não foi feito para andar carregado, é um veículo urbano até mesmo porque o banco traseiro é um “bonus” para levar duas crianças e olhe lá, nem espaço direito para malas o carro tem.

        Mobi é um carro ideal mesmo para andar sozinho ou com uma pessoa do lado, o porta malas é legal para fazer pequenas compras ( novamente ideal para pessoas solteiras ou casal sem filhos).

        Para a proposta do carro da e sobra.

        Felizmente nem todo mundo tem 2 metros de altura, pesa 100kg, tem 3 filhos adultos e precisa carregar 10 malas.

        É um compacto para um publico específico.

        • duhehe

          Não foi feito para isso, mas é usado pra isso.
          Da uma chegada no litoral em qualquer feriado prolongado que vc vai ver Mobi, Uno, Ka(do antigo) com um volume de gente e tralhas que o ideal mesmo seria uma Ducato.

          • ViniciusVS

            Coitado do carro, ai a pessoa nem pode reclamar né? kkkkkk

          • ludRS

            Esqueceu do celta arriado hehe!

    • É, para carros dessa faixa de mercado, a solução do automatizado é a única viável realmente. A opção é válida, em especial para quem quer descansar o pé direito em um carro das faixas de entrada do mercado.

      • Luciano RC

        Imagina que usa para ir e voltar do trabalho e pega aquele transito infernal? É ótimo. Eu penso em pegar um up! i-motion por causa disso. Econômico, pequeno e sem embreagem.

      • Andrew B.

        É cara …o pessoal fala sempre o que escuta,o que vem na cabeça…
        “não compre carro da Peugeot/ Citroen com câmbio automático”
        “do Fusion da primeira geração fica longe dele…”
        “gol 16v,é uma encrenca”
        “marea é uma bomba”…
        Sempre assim,mas nunca tiveram algum desses citados.
        Automatizado no Mobi com certeza vai dar resultado para empresas,já que muitas não ficam mais que 3 anos com o mesmo carro.

      • Artur

        Descansar o pé esquerdo, não? Rsrs

    • Lucas086

      Picanto é automático

  • Vattt

    Só gosto da frente desse carro, o resto pode jogar no mato!!! E vou me manter firme sobre o preço dos carros. Beira ao ridículo de tão caro!

  • Lyn

    Não. Obrigado.

  • Rodrigo

    Esse carro deveria se chamar Fiat Mondrongo… Que coisinha feia.

  • Mr. On The Road 77

    Nossa, essa foto panorâmica do interior ficou muito ruim, na minha opinião é claro… kkkk

  • Erick

    Esse Mobi GRS poderia ter o motor 1.3 ou 1.4 … ficaria muito divertido andar nesse citycar com um motor forte assim.

    • Luciano RC

      Nesse caso tem o Uno. O Mobi é o carro para quem procura um 1.0 econômico.

  • Pipo pipo

    Os automatizados tem suas peculiaridades, uso com frequência o meriva 1.8 easytronic e aprovo. Melhor no modo manual mas também aceitável no modo automático. Nunca deu problema.

  • Gran RS 78

    Sei que vou ser repetitivo, mas me dá um desgosto em ver que um carrinho como esse Mobi ser o “automatizado mais em conta do país” custar absurdos 44 mil reais. Estamos realmente no fundo do poço dos preços altos no Brasil.

  • Filipo

    Função “sport” no câmbio de um Mobi. É piada? rs..

    • Freaky Boss

      Brasileiro adora essas “firulas”.
      Como sempre, a indústria só espelha o que o consumidor busca.

  • EDU

    Ja perdeu tres cores na linha 18. Verde Amalfi , roxo Mirtilo e azul netuno.
    Fora varios equipamentos de serie .

  • Elfo Safadão.

    Vou de Uber.

  • Vinícius Lima

    Ja demorou pra Fiat oferecer ele em todas as versões com o firefly.

  • R1 o comentário no1

    Muito top esse carro.

  • Tosca16

    Vamos imaginar que um automatizado custasse em torno de 4 mil reais, um New QQ ACT custará R$ 32.500,00 + 4 mil de um automático, poderia ficar na faixa dos R$ 36.500,00. Isso porque coloquei o custo do câmbio automatizado superfaturado, o que mostra o quanto esse Mobi está caro !

  • Verdades sobre o mercado

    Esta mudança de nome me parece mais uma jogada de marketing pois o Dualogic Plus é muito bom, mas o nome está queimado, então a Fiat troca o nome e vai tentar mostrar ao mercado que ele funciona muito bem(coisa que não conseguiu fazer com o Dualogic Plus). Como o carro é pequeno e leve vai parecer que ficou bem melhor.

    • Tosca16

      Dualogic ao meu ver é mais comercial para um câmbio que este nome GSR, GSR pra mim fica parecendo versão “esportiva” ou algum tipo de acabamento… e se fosse manter uma sigla eu teria mantido a sigla GSE porque acho melhor que Firefly para a nova linha de motores.

    • 4lex5andro

      O dualogic já tem um ”nome” consolidado no mercado. E o Mobi também ainda não emplacou, não a ponto de incomodar o pódio do ranking de vendas em nenhum mês.

      • Verdades sobre o mercado

        Realmente tem um nome consolidado, mas também tem ligado a ele a fama (injusta) de trancos e (justa) de ser ruim de mercado quando usado. Como ele deve ter ficado ótimo do Mobi em função de seu tamanho e peso, a Fiat vai tentar dizer que melhorou o cambio e é “novo”

  • RKK

    Que seja dado o recado ao VW Up! I-Motion: o Mobi GSR tem botão Sport e paddle-shift.

  • Adrian

    Por esse preço tinha de ter controle de tração e estabilidade e start-stop como o uno.

  • fabio

    INACREDITÁVEL O QUE ESTÃO TENDO CORAGEM DE FAZER COM NÓS BRASILEIROS. O GOVERNO E O MERCADO AUTOMOTIVO ESTÁ DANDO TAPA NA NOSSA CARA E NÓS ESTAMOS DANDO A OUTRA FACE. UMA COISA HORRENDA DESSA, ONDE NÃO COMBINADA NADA COM NADA, UM QIU QIU FUTURISTA, UM CARRINHO DE PLAYMOBIL, UM MONSTRO DA ÉPOCA DO JASPION……….. POR R$ 44 MIL…………. E 1.0 AINDA….. É INACREDITÁVEL. TÁ, TUDO BEM, DIZEM QUE É 1.0 MELHORADO, MAS TANTO FAZ, DE QUALQUER FORMA É UMA PORCARIA. E SE NÃO FOR ESSE VAI SER O QUE? UM UP DA VW, QUE É OUTRO LIXO DE CARRO QUE PARECE KOMBI POR DENTRO. PELO AMOR DE DEUS………. É O FIM DO MUNDO ELES QUEREREM QUE O BRASILEIRO COMPRE ESSAS COISAS RIDÍCULAS. AAAAAAAA, MAS O UP É SEGURO. TÁ, MAS É SÓ ISSO QUE IMPORTA AGORA? VAMOS SUBSTITUIR BELEZA POR SEGURANÇA AO INVÉS DE SOMAR BELEZA COM SEGURANÇA E ACHAR QUE ESTÁ ÓTIMO? JURO POR DEUS, QUE SE EU NÃO PUDESSE COMPRAR OUTRA COISA E O ÚNICO JEITO FOSSE COMPRAR UM MOBI OU UP, EU ME RECUSARIA A TIRAR AQUELAS FOTOS DE GENTE FELIZ COM CARRO 0 KM QUE AS CONCESSIONÁRIAS TIRAM DE VEZ EM QUANDO. NINGUÉM EM SÃ CONSCIÊNCIA PODE FICAR REALMENTE FELIZ E ACHAR UP E MOBI BONITOS. E NEM VEM COM ESSA DE QUE UP TEM UM VISUAL SÓBRIO. TEM UM VISUAL HORRENDO MESMO. ESSA É A VERDADE.

  • Renan Batista

    Eu prefiro da mais 5 mil e pegar o Picanto AUTOMATICO de verdade, mesmo q seja um automatico de 4 marchas e melhor do que essa adaptacao do Paraguai chamada de Dual Logic.

  • Ainnem Agon

    Picanto mil vezes superior.

  • Diogo Augusto

    Mais um Dualogic disfarçado…

  • Eric Palamar Blaca

    Olá a todos, então….

    Possuo uma S10 AT6 e Sandero easy-r… e anteriormente um duster at4. O que falar dos câmbios.

    O Sandero, por ser automatizado, no inicio da manhã, com o motor frio, faz as trocas de marcha da 1-2 em 4mil giros e da 2 para 3 em 3,5-4mil giros (sim é um pouco desconfortável). Diz o manual que é uma característica do cambio, pois toda vez que o carro fica por horas desligado ele se (re) adapta a condução do motorista. Após uns minutos, ele faz as trocas de todas as marchas entre 2,5 a 3mil giros. da 3 para quarta e para a quinta é uma beleza. Não sinto desconforto algum.

    O que sinto um pouco é que a 50-60km/h o carro já está em 5 marcha e as vezes o interessante fosse que continuasse em quarta marcha, pois o motor fica meio ‘manco’. Em descidas acentuadas, vamos imaginar que eu comecei a ladeira em 3 marcha….e vai continuar em 3 marcha até o final da mesma…ele não entende que quero subir a marcha (fica segurando o carro)…ai jogo no manual para subir marcha (…)

    De modo geral é um cambio nota ‘quase’ 8. Não é ruim, de modo algum, o carro está com 45mil km e não sinto diferença alguma em termos de marcha patinando, ou o que for, desde quando o adquiri 0km. É um cambio que me atende muito bem (melhor que trocar marcha no transito lento da minha cidade).

    Em relação ao at4 do duster, mesmo sendo 4 marchas, o cambio, por ser automático de ‘verdade’, é melhor que o do sandero. É mais suave em seu funcionamento (…) pode se dizer que mais inteligente tbm, pois reduz ou eleva a marcha de forma mais correta. o que falta nesse carro são justamente ter mais marchas, para que não haja um buraco grande entre elas… pois o duster perdia folego,,,mesmo tendo um ótimo motor.

    Com relação ao at6, este realmente me atende da melhor forma possivel….e aproveita o motor em sua totalidade… inteligente em qualquer regime de aceleração.

    Resumo. – compraria sim outro automatizado pelo conforto em não ter que trocar marchas. Não sou de correr…não sou piloto de fuga… então esse cambio atende ao meu proposito de não ter de pisar na embreagem. Eu sinceramente gostaria de testar o dualogic 2 e esta GSR que dizem ser a evolução da DUAL2. Acho isso legal na fiat, poderia ter parado o barco, quando deu zica nos dualogics de 2008-2010 mas não…sempre tentou evoluir e já está na ‘3’ geração. (digo ser a 3 geração, pois outra fonte automotiva assim postou).

    Quem fala que da dor de cabeça, que é pura buxa, etc. Deveria testar um (independente da marca) para ver se agrada ou não. Mas já ir condenando sem se quer ter tido o carro, testado e ir julgando por comentários variados na internet; acho eu incoerente.

    Não sou o dono da razão.

    Abraços.

  • Fabão Rocky

    45k num subcompacto? WTF?

  • José Antonio Dos Santos Barbos

    Considerando a realidade brasileira, achei um bom custo x benefício.

  • NaoFaloComBandeirantes

    Uma coisa que não gosto nos compactos da Fiat é a insistência em fazer carros com design “divertido”.
    Fica parecendo um carro infantil. Sei que tem quem goste assim.
    Particularmente, não gosto desse painel cheio de reentrâncias e recortes.

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