Fiat Hatches

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

O Fiat Stilo foi um hatch médio vendido no Brasil de 2002 a 2010, ano em que ele saiu de linha para dar lugar ao Fiat Bravo.

A Fiat aproveitou o lançamento do Bravo para anunciar que naquele momento o Fiat Stilo saía de linha.


Foram cerca de 100.000 unidades vendidas do Fiat Stilo no Brasil, tanto das versões até 2008, com o visual original, quanto das vendidas depois disso, com um pequeno facelift.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Vamos entrar em detalhes sobre a vida do Fiat Stilo no Brasil e também falar sobre a carreira dele lá na Europa.


Fiat Stilo de 2002 a 2007 no Brasil

O Fiat Stilo foi apresentada no Brasil cerca de um ano após o lançamento oficial do modelo no mercado europeu.

O Fiat Stilo nacional vinha com motores 1.8 litro de 8 válvulas com 103 cavalos, 1.8 litro de 16 válvulas de 122 cavalos e um 2.4 litros de 20 válvulas que tinha 167 cavalos e acompanhava as versões mais caras e esportivas do modelo.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

O desenho da carroceria do Fiat Stilo vendido por aqui era elegante e estava em voga com as últimas novidades do mercado europeu.

A linha lateral contornava o Fiat Stilo e logo acima dela as janelas tinham desenho mais retilíneo e limpo se comparado com outros modelos da Fiat como o Palio por exemplo.

A frente do Fiat Stilo contava com faróis retangulares de dupla parábola, e a grade contava com filetes cromados que sustentavam o então logo redondo de fundo azul da Fiat.

Na traseira o modelo também seguia a mesma linguagem elegante e limpa do restante da carroceria.

As lanternas eram quadradas e contavam com as luzes de indicação de seta e de ré dispostas dentro de uma faixa transparente retangular. Ao centro da tampa do porta malas, ficava o porta placas e ao seu redor ficavam as luzes de neblina, também retangulares.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Já no painel do Fiat Stilo notamos linhas retilíneas e bons materiais no acabamento que davam o tom no interior.

O Fiat Stilo foi um dos primeiros carros no Brasil a vir de série com rádio com MP3 e Bluetooth, direção elétrica e até 8 air bags para proteção dos ocupantes.

O volante tinha boa empunhadura e o acabamento em si ficava na média dos demais concorrentes – leia-se Ford Focus, Chevrolet Astra e Volkswagen Golf, entre outros.

Um dos maiores atrativos do Fiat Stilo era o teto panorâmico chamado Sky Window que se abria em 5 lâminas, das quais uma basculava e as demais corriam para trás.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

O conforto para os passageiros era um dos motes de vendas do Fiat Stilo por aqui.

Com algumas características herdadas das minivans, como vários porta objetos e a possibilidade de rebater os bancos para aumentar a carga no porta malas ou ainda ajustar o banco traseiro para ter mais conforto em viagens mais longas, o Fiat Stilo conquistou muitos consumidores.

Outro ponto interessante do interior do Fiat Stilo era o fato que o banco do passageiro poderia ser rebatido para aumentar o espaço interno para cargas maiores, como pranchas de surf por exemplo.

O porta luvas do Fiat Stilo também era destaque, sendo que o modelo tinha duas aberturas – a primeira era refrigerada e ainda contava com a famosa “disqueteira”.

Já a segunda parte do porta luvas era mais profunda e servia para guardar mais objetos.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Em questão de modernidade e alinhamento com o mercado europeu, apenas o Fiat Stilo e o Peugeot 307 estavam alinhados com suas respectivas versões europeias.

Isso pois as versões de Focus, Golf e Astra já havia sofrido reestilizações ou troca de geração.

Um ponto curioso (mas ao qual já estamos acostumados) na tropicalização do Fiat Stilo para o nosso mercado, foi que o modelo perdeu alguns itens de tecnologia e segurança, como a chave de partida keyless e o cruise control adaptativo, além do ISOFIX e cinto de três pontas para passageiro traseiro central.

Sem falar que sua versão mais básica que foi vendida por aqui no final de 2002 e começo de 2003 o Fiat Stilo não incluía nem mesmo ar condicionado de série, rádio ou mesmo vidro elétrico traseiro – sendo apenas manual.

Mas a vantagem dessa versão do Fiat Stilo é de que ela custava menos que o Brava SX com motor 1.6 litro e pouco a mais que um Palio ELX com motor 1.3 litro.

Depois de alguns anos, a Fiat passou a incluir ar condicionado analógico de série em todas as versões do Fiat Stilo.

Fiat Stilo Abarth

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O modelo mais famoso dentro da gama Stilo, o Fiat Stilo Abarth era o favorito dos consumidores que queriam experimentar do doce veneno do escorpião.

Diferentemente da versão europeia que vinha na opção de carroceria de 2 portas, o nosso Fiat Stilo Abarth vinha apenas na carroceria de 4 portas.

O motor era já um velho conhecido dos brasileiros, o 2.4 litros que foi herdado do Fiat Marea, que agora passava a render 167 cavalos com torque de 22,8 kgfm.

Com esses números o Fiat Stilo Abarth atingia a velocidade máxima de 212 km/h limitado eletronicamente e fazia o 0a100 em 8,4 segundos.

O modelo ficou em vigor até meados de 2009, em uma época em que suas vendas já estavam bem ruins. O problema era o preço, o Stilo Abarth custava mais de R$ 90.000, um valor absurdo perto de concorrentes diretos e também sedãs médios.

Era até mesmo possível comprar um Ford Fusion com esse valor.

Nesse ano a Fiat também atualizou os motores que antes eram apenas movidos a gasolina para versões bicombustíveis, todos provenientes da GM.

O Stilo Abarth foi substituído pelo Fiat Bravo T-Jet que foi apresentado no mercado nacional em 2010 e ficou no mercado até 2016.

Fiat Stilo Schumacher

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Para o ano de 2005, a Fiat apresenta a versão especial Fiat Stilo Schumacher Season, que homenageava Michael Schumacher que se aposentaria em 2006 da Fórmula 1 pela Ferrari.

O Fiat Stilo em questão vinha com opções de cores mais esportivas como o vermelho e amarelo e rodas com desenho exclusivo.

Depois do lançamento a Fiat também passou a disponibilizar as cores preto e prata para a versão especial Schumacher.

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Para o ano de 2006, o Fiat Stilo adere aos motores flexíveis, que vieram junto com a joint venture com a Chevrolet.

Agora os modelos de entrada contavam com o motor 1.8 litro de origem Chevrolet na versão flexível com 114 cavalos com álcool e 112 cavalos com gasolina.

O torque era de 18,5 kgfm para álcool e 17,8 kgfm para gasolina. A velocidade máxima atingida pelo motor era de 190 km/h e o tanque comportava 58 litros de combustível.

Fiat Stilo Sporting

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Antes de ganhar sua primeira e única atualização de visual, o Fiat Stilo ganhou em 2007 a versão Sporting.

Ela vinha com o motor 1.8 litro 8 válvulas flex de origem GM.

Os equipamentos de série do Fiat Stilo Sporting incluíam ar-condicionado de duas zonas, Rádio Connect com CD player, leitor de MP3, entrada para iPod e USB, e viva-voz com suporte para Bluetooth, teto solar Sky Window (que era bem caro e dava muitos problemas), rodas de liga de 17 polegadas e piloto automático.

Fiat Stilo 2008 a 2010 no Brasil

O primeiro e único facelift do Fiat Stilo veio apenas em 2008, quando a marca italiana trocava o emblema redondo pelo ovalado de fundo vermelho.

As maiores mudanças na dianteira do Fiat Stilo se concentravam em um novo para choque que agora era dividido em três partes e vinha com faróis de neblina – item que não existia na versão anterior.

A grade do Fiat Stilo também contava com um novo desenho, onde o logo novo da Fiat era sustentado por dois filetes paralelos cromados.

Nas laterais, um friso cromado ficava na peça plástica no meio das portas, para dar a sensação de refinamento.

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Os retrovisores do Fiat Stilo também contavam com um novo desenho e agora contavam com os repetidores de seta embutidos.

Havia também novas rodas de liga leve com desenho diferente para cada versão.

Já na traseira, além da mudança do logotipo azul para o vermelho, o Fiat Stilo ganhava uma nova configuração do desenho interno das lanternas, que agora eram inspiradas na versão de duas portas do modelo europeu.

As lanternas agora contavam com um aplique vermelho no centro da peça que tinha as luzes de indicação de seta e de ré, aproximando assim de certa forma o desenho com o modelo europeu.

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Fiat Stilo com câmbio Dualogic

No interior, a maior mudança para o Fiat Stilo era a adoção do famigerado câmbio automatizado de 5 velocidades chamado Dualogic, feito em parceria com a Magneti Marelli, que também equipou modelos da Chevrolet como a Meriva Easytronic e o Agile Easytronic.

O polemico câmbio Dualogic sofreu várias críticas por conta dos seu funcionamento e fez com que as vendas do modelo que estavam equipados com esse sistema despencassem.

Fiat Stilo Blackmotion

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Já para o ano de 2009 apareceu o Fiat Stilo BlackMotion, que passava a ser a versão topo de linha.

Ela vinha bem equipada e poderia ainda contar com o teto solar Sky Window.

Depois dessa versão o Fiat Stilo teve seu fim decretado em meados de 2010 quando a Fiat apresentou o Bravo, que também se equiparava com a versão europeia.

Atualmente é possível encontrar versões do Fiat Stilo no mercado de usados com preços que partem de R$ 13.000 reais em unidades 2002 com motor 1.8 litro e chegando até cerca de R$ 32.000 reais na versão BlackMotion com motor 1.8 litro flex com câmbio automatizado de 5 velocidades Dualogic.

Fiat Stilo na Europa

Se por aqui o Fiat Stilo foi apresentado apenas na carroceria hatchback de quatro portas e tinha como um dos maiores predicativos a seu favor o motor 2.4 litros e o teto solar, na Europa a história era outra.

Por lá o modelo foi apresentado em novembro de 2001 nas versões de quatro e três portas.

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De início o Fiat Stilo recebeu criticas por seu estilo muito conservador e que de certa forma remetia muito a escola alemã de design.

Por lá o modelo usava motores a gasolina de 1.2 litro ou a diesel 1.9 litro. Outro destaque do modelo vendido no Velho Continente era a presença dos itens que o modelo perdeu na tropicalização.

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Dentre esses podemos destacar a chave de partida keyless e o cruise control adaptativo, além do ISOFIX e cinto de três pontas para passageiro traseiro central, fora outros pequenos mimos como a chave ‘Easy Go’, que permitia a entrada do motorista no carro com a chave dentro do bolso e dar a partida com a chave também guardada.

Para 2003 a Fiat apresenta a versão perua do Fiat Stilo, que era denominada como Stilo MultiWagon.

Fiat Stilo MultiWagon

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O visual até a coluna C era basicamente o mesmo das versões com quatro ou três portas, sendo que o maior diferencial era a tampa do porta malas que tinha o vidro do tipo basculante – que abria independentemente da abertura do porta malas – e ainda vinha com um desenho diferente.

As lanternas eram retangulares e começavam nas laterais e iam de encontro com o porta placas ao centro.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

O conjunto traseiro da Fiat Stilo MultiWagon não era o ponto mais estiloso do carro, mas ao menos era bem espaçoso e aproveitava muitos dotes herdados do hatch.

Como por exemplo o sistema de rebatimento dos bancos, que aumentava consideravelmente o volume do porta malas e os inúmeros porta trecos espalhados pelo carro, que facilitavam e muito a vida de uma pequena família por exemplo.

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Outro modelo interessante da linha Stilo vendida na Europa, era a versão Abarth – que por aqui tivemos apenas na carroceria de quatro portas – e a versão especial do Michael Schumacher, que por lá vinha na versão de três portas.

Aliás, as versões de três portas do Fiat Stilo eram belíssimas e na sua traseira as lanternas eram mais triangulares, se comparada as lanternas mais quadradas da versão de quatro portas.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

O acabamento interno na versão europeia era sem dúvidas mais caprichado do que a versão tupiniquim.

O modelo recebeu uma pequena atualização de estilo em 2006, com direito a uma nova grade que tinha uma barra perfurada com o logo redondo da Fiat alinhado por um filete cromado. Novas rodas de liga e na traseira o modelo recebia pequenas mudanças no para choque e nas lanternas, que agora tinham um desenho circular no centro delas.

As luzes de neblina que ficavam perto do porta placas saíram de cena para deixar o modelo mais limpo. O modelo saiu de linha em 2007 na Europa, quando deu lugar para o Fiat Bravo de segunda geração, que também substituiu o modelo no mercado nacional.

Fiat Bravo

O substituto legitimo do Fiat Stilo tanto na Europa quanto aqui no país do carnaval, foi o Fiat Bravo – mais precisamente a sua segunda geração.

Por aqui o modelo foi apresentado em 2010, com três pacotes de equipamentos e dois motores disponíveis, sendo eles o 1.8 litro 16 válvulas E. torQ com 132 cavalos quando abastecido com etanol e 130 cavalos quando abastecido com gasolina e torque de 18,9 kgfm com etanol e 18,4 kgfm com gasolina.

A velocidade máxima era de 191 km/h limitado eletronicamente. Já o outro motor vinha no pacote T-Jet com 1.4 litro turbo com 152 cavalos de potência e 21,1 kgfm de torque máximo. A velocidade máxima era de 206 km/h limitado eletronicamente.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Se por um lado nos vangloriávamos de ter uma versão turbo por aqui, os europeus tinham os motores a diesel e uma infinidade de versões, acabamento e cores disponíveis.

Por aqui o modelo recebeu um cacelift em 2015 com uma grade e para choques novos e novas cores e opções de rodas de liga leve.

O sucessor do Fiat Stilo encerrou suas atividades por aqui em 2016 quando deu espaço para o Fiat Argo, que veio para substituir o Fiat Palio e Punto e as versões mais caras do próprio Bravo.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

No mercado europeu, o modelo ficou em vigor até 2014, e por hora não teve um sucessor declarado.

Tanto é que a linha da Fiat na Itália e na Europa como um todo é bastante enxuta e conta com modelos como a linha 500 e suas variantes a 500X e 500 Trekking, fora o esportivo 124 Spider e cupê.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Mas existem especulações que a Fiat esteja preparando um substituto para o Punto e Bravo, e que talvez esse modelo utilize a base do nosso Argo, só que mais segura e talvez mais larga para enfrentar os novos Peugeot 208, Opel Corsa, Volkswagen Polo e Citroën C3, apenas para citar os mais famosos.

Fiat Stilo: anos, versões, motores, modelos (e equipamentos)

Segundo algumas publicações, o modelo deve se chamar Fiat Primo ou até mesmo resgatar o nome Bravo, para manter a já fiel clientela existente do modelo quer ficou carente de um modelo que pudesse até mesmo competir com Audi A3, Opel Astra e Ford Focus por exemplo.

Ficha Técnica

Fiat Stilo 1.8 Dualogic 2010

Motor

Instalação: Dianteiro

Aspiração: Natural

Disposição: Transversal

Alimentação: Injeção multiponto

Cilindros: 4 em linha

Comando de válvulas: Simples no cabeçote, correia dentada

Válvulas por cilindro: 2

Diâmetro dos cilindros: 80,5 mm

Taxa de compressão: 10,5:1

Curso dos pistões: 88,2 mm

Cilindrada: 1796 cm³

Combustível: Flex

Peso/potência: 10,83

Torque específico: 10,30 kgfm/litro

Peso/torque: 66,76

Potência específica: 63,47 cavalos/litro

Código do motor: GM Família I

Transmissão

Tração: Dianteira

Câmbio: Automatizado

Embreagem: Monodisco a seco

Suspensão

Dianteira: Independente, McPherson

Traseira: Eixo de torção

Freios

Dianteiros: Disco ventilado

Traseiros: Tambor

Direção

Assistência: Elétrica

Pneus dianteiros: 215/50 R17

Diâmetro de giro: 10,5 m

Pneus traseiros: 215/50 R17

Dimensões

Comprimento: 4253 mm

Largura: 1756 mm

Entre eixos: 2600 mm

Altura: 1540 mm

Porta-malas: 380 litros

Tanque de combustível: 58 litros

Peso: 1235 kg

Carga útil: 475 kg

Desempenho

Velocidade máxima: 190 km/h

Aceleração 0-100 km/h: 10,6 s

Consumo

Urbano: 6,4 km/l (A)

Rodoviário: 8 km/l (A)

Fiat Bravo T-Jet 1.4 litro turbo 2012

Motor

Instalação: Dianteiro

Aspiração: Turbo compressor

Disposição: Transversal

Alimentação: Injeção multiponto

Cilindros: 4 em linha

Comando de válvulas: Duplo no cabeçote, correia dentada

Válvulas por cilindro: 4

Diâmetro dos cilindros: 72 mm

Taxa de compressão: 9,8:1

Curso dos pistões: 84 mm

Cilindrada: 1368 cm³

Combustível: Gasolina

Peso/potência: 9,01

Torque específico: 15,42 kgfm/litro

Peso/torque: 64,93

Potência específica: 111,11 cavalos/litro

Código do motor: Fire

Transmissão

Tração: Dianteira

Câmbio: Manual

Embreagem: Monodisco a seco

Suspensão

Dianteira: Independente, McPherson

Traseira: Eixo de torção

Freios

Dianteiros: Disco ventilado

Traseiros: Disco sólido

Direção

Assistência: Elétrica

Pneus dianteiros: 215/45 R17

Diâmetro de giro: 10,7 m

Pneus traseiros: 215/45 R17

Dimensões

Comprimento: 4336 mm

Largura: 1792 mm

Entre eixos: 2602 mm

Altura: 1488 mm

Porta-malas: 400 litros

Tanque de combustível: 58 litros

Peso: 1370 kg

Carga útil: 400 kg

Aerodinâmica

Aerodinâmica da área frontal: 2,27 m²

Coeficiente aerodinâmico: 0,33

Área frontal corrigida: 0,749 m²

Desempenho

Velocidade máxima: 206 km/h

Aceleração 0-100 km/h: 8,7 s

Consumo

Urbano: 9 km/l

Rodoviário: 10,4 km/l

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Nota média 4.2 de 5 votos

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Kleber Silva

  • EDU

    Tivemos em casa de 2011 ate 2015 um Sporting 09. Andava bem , bem equipado bem acabado nunca tivemos problemas com o carro . Ate hoje acho um carro bacana. Se achar um inteiro e um bom custo beneficio pelo que ele oferece.

    • Eduardo Zacchi

      Um dos melhores em seu segmento! Além disso era espaçoso, e confortável!

  • Ricardo

    Na época a galera pirava nos Stilos mais do que em Golfs, mas hoje os Golfs da época continuam e os Stilos sumiram. A VW é a única montadora do Brasil que os carros das antigas nunca somem.

    • Leo

      Cara, vejo carros antigos de várias montadoras nas ruas. Chevette, Monza, 206, e até um Corcel II dia desses. Tudo depende do histórico de cuidados que o carro tenha.

      • Ricardo

        Sim, mas não em grandes quantidades como os VW!

        • Daniel Lacerda

          Poxa a cada quarteirão tem uns 5 Uno e Palio.

        • Leo

          Por um motivo específico: foi a marca mais vendida até meados dos anos 90. Logo, a probabilidade de achar um carro VW é maior.

    • oscar.fr

      Os Stilo parecem ter simplesmente sumido. Rodando em Porto Alegre, eu vejo quase mais Mégane hatch que Stilo! Talvez o menor valor de compra quando zero e usado tenha ajudado o 307 nesse quesito, também se vê muito mais 307 que Stilo.

    • Stilo e Vectra tubarão, são raros de ver na Capital. Agora no interior, chove.

    • Airplane

      É que a VW e seus modelos eram líderes de vendas.

    • Incitatus

      Sei não Ricardo. O chevette ainda tem 250 mil rodando só no estado de são paulo segundo o detran. E vejo muitos. E sempre que vejo um versão s não deixo de soltar boa risada, lá vai o possante. Mas não vejo seus contemporâneos brasílias, variants, passats (os primeiros de faróis redondos) ou gols quadrados (esse quando vejo é sucata). Pra não dizer que não vi nenhum recentemente, vi um socado, e o mano lá dentro pulando feito joão bobo.

      • Ricardo

        Chevetes haviam sumido, mas foram ressuscitados pelos manos!

    • Stunt

      Pirava mas não comprava, ele tinha seus encantos como o teto solar diferenciado, foi inovador com a direção com a função city, mas não batia as vendas totais do Golf, só em alguns meses que chegou perto, além disso, tinha o Astra como concorrente que também era sucesso de público. O mercado era ainda mais conservador naquela época e outra, era quadradão, destoava completamente dos outros da gama fiat que nem o cliente fiel a marca o reconhecia. Aí depois vieram os problemas do dualogic e os casos de acidentes relacionados à rodas que culminaram no seu fracasso e encerramento de produção.

    • Evandro

      mas isso é simples, pq todo carro da vw parece antigo, logo um antigo pode ser considerado novo…..kkkk

    • invalid_pilot

      Stilo, Marea e Brava (que acho um carro bonito) sumiram todos !

      Golf Sapão ainda se ve com regularidade

  • Marcus Fumagalli

    Fui proprietário de um Blackmotion 0km (65 mil à vista) em 2009. O carro era lindo, confortável e o sky winow era um show à parte.
    Problemas:
    O câmbio dualogic deixava a condução um verdadeiro martírio, pois a cada troca era um tranco nos ocupantes. Dava até vergonha.
    Por 65 mil a versão topo de linha ainda vinha sem vidros elétricos nas portas traseiras. O consumo no etanol beirava o ridículo e seguro era estratosférico, pois o Stilo destronou o Golf e virou o preferido dos bandidos (tanto que o meu foi furtado).
    Enfim, um carro que teve seu auge mas não envelheceu muito bem esteticamente, na minha opinião. Vectra GT e C4, concorrentes na época, continuam bonitos.

  • Marcus Fumagalli

    Fui proprietário de um Blackmotion 0km (65 mil à vista) em 2009. O carro era lindo, confortável e o sky window era um show à parte.
    Problemas:
    O câmbio dualogic deixava a condução um verdadeiro martírio, pois a cada troca era um tranco nos ocupantes. Dava até vergonha.
    Por 65 mil a versão topo de linha ainda vinha sem vidros elétricos nas portas traseiras. O consumo no etanol beirava o ridículo e seguro era estratosférico, pois o Stilo destronou o Golf e virou o preferido dos bandidos (tanto que o meu foi furtado).
    Enfim, um carro que teve seu auge mas não envelheceu muito bem esteticamente, na minha opinião. Vectra GT e C4, concFui proprietário de um Blackmotion 0km (65 mil à vista) em 2009. O carro era lindo, confortável e o sky winow era um show à parte.
    Problemas:
    O câmbio dualogic deixava a condução um verdadeiro martírio, pois a cada troca era um tranco nos ocupantes. Dava até vergonha.
    Por 65 mil a versão topo de linha ainda vinha sem vidros elétricos nas portas traseiras. O consumo no etanol beirava o ridículo e seguro era estratosférico, pois o Stilo destronou o Golf e virou o preferido dos bandidos (tanto que o meu foi furtado).
    Enfim, um carro que teve seu auge mas não envelheceu muito bem esteticamente, na minha opinião. Vectra GT e C4, concorrentes na época, continuam bonitos.orrentes na época, continuam bonitos.

  • Marcus Fumagalli

    Fui proprietário de um Blackmotion 0km (65 mil à vista) em 2009. O carro era lindo, confortável e o sky window era um show à parte.
    Problemas:
    O câmbio dualogic deixava a condução um verdadeiro martírio, pois a cada troca era um tranco nos ocupantes. Dava até vergonha.
    Por 65 mil a versão topo de linha ainda vinha sem vidros elétricos nas portas traseiras. O consumo no etanol beirava o ridículo e seguro era estratosférico, pois o Stilo destronou o Golf e virou o preferido dos bandidos (tanto que o meu foi furtado).
    Enfim, um carro que teve seu auge mas não envelheceu muito bem esteticamente, na minha opinião. Vectra GT e C4, concorrentes na época, continuam bonitos.

  • oloko

    No começo o stilo era muito desejado mesmo ainda mais pelo teto solar, e ele tinha a opção de vir com xenon e banco com aquecimento e mais itens de segurança dependendo da versão, mas ai a fiat viu que brasileiro gosta de carro pelado e foi pelando ele aos poucos… tanto que lembro de ter visto na epoca um stilo com teto roda 17 e afins, e vidro traseiro na manivela. O teto era um show mesmo mas deu tanto problema que só o stilo teve esse teto, não se via nada parecido com ele na época e nem hoje em dia

  • Yuri Lima

    “Mas existem especulações que a Fiat esteja preparando um substituto para o Punto e Bravo… ”
    Ora, mas quem faz isso não é o Fiat Aegea/Tipo???
    Não entendi!

    • Eduardo Zacchi

      De certa forma sim e não… Explico: o Tipo não consegue se igualar aos médios Focus, Golf, 308, Astra e afins. É manco, pobre em equipamentos e a Fiat sabe que precisa de um veículo à altura.
      Além disso, está sendo preparada no forno de Milão a nova versão do Alfa Romeo Guilietta, que tem base compartilhada (assim como Golf e A3 por exemplo), o que viabiliza inclusive a volta do Lancia Delta…
      E importante: a Fiat sabe sim fazer bons carros, quando quer e em questão de médios, na Europa, ela sempre teve ofertas interessantes!!!

      • oloko

        Exato, já dirigi um tipo e um golf na europa e da para ver que o golf está acima do tipo mesmo, isso que o golf em questão era o ”pelado” que não tinha couro ac digital nada, central simples e manual, só que 1.6 diesel que mesmo com 105 cv anda muito bem e é economico. O tipo tinha uma central mais completa com camera de ré e gps, ac digital e mesmo assim não parecia ser do mesmo nivel do golf, fora que o cambio manual da fiat é uma vergonha comparado ao da vw, mas ainda assim é um carro bom, tem um espaço bom só o motor 1.3 diesel podia ter mais força

  • Chasseur

    Temos um na família, tirado 0km da concessionária em 2003 e hoje está com apenas 58 mil km. O acabamento está praticamente impecável, sem nem um barulhinho mesmo depois desses 15 anos de uso e os bancos em tecido são extremamente confortáveis e agradáveis ao toque, muito melhor do que qualquer banco em couro que eu já tenha visto.
    Não é de dar problemas, mas aparecem alguns grilinhos de vez em quando. Algumas coisas precisam ser trocadas após todos esses anos, como a suspensão que é original e está molenga, luzes queimam ou sofrem de mal contato com uma certa frequência e o rádio está chiando. Outro problema é que esta começando a ficar difícil achar algumas peças, afinal ele já saiu de linha há anos.
    No mais é um ótimo carro e não pensaremos em nos desfazer dele tão cedo.

    • Eduardo Zacchi

      Se eu não tivesse os compromissos financeiros que tenho agora, te fazia uma proposta pelo carro!!!
      KKKKK

      • Chasseur

        Entra na fila então kkkkkk
        O mecânico quer comprar, o pessoal que lava ele quer comprar… mas já aviso para esperarem sentados ;)

        • Eduardo Zacchi

          Tu é mau, muito mau!!!
          KKKKKK

          • Chasseur

            Sim, mostro o doce para as criancinhas e como na frente delas hehehe.

    • Cássio

      Só não ligue aquelas lanternas de neblina traseiros. É de cegar e irritar qualquer um.
      No mais, eu era apaixonado por ele.

      • Chasseur

        O Stilo não tem lanterna de neblina, aquilo que você se refere são os faróis altos traseiros. kkk

        • Cássio

          kkkkk exatamente!!!

        • Malvino Jose Moreira Junior

          Faróis kkk são refletores , dizem que aparece ate o simbolo do Batman

          • Chasseur

            BOA IDEIA! Vou manda fazer 2 adesivos.

    • Junio Tavares Silva

      Tenho um tio que tem um 2006, muitíssimo conservado, esta com 80 mil km, eu que faço as manutenções preventivas dele, carro sem detalhe, já avisei, se for vender me fala primeiro, kkkkkkkkkk

      • Chasseur

        Não deve ser mal negócio.

  • Paulino Lino

    Sempre curti o design desse carro por gostar de carros mais “quadrados”! Agora vamos a uma verdade: embora seja um excelente carro, hoje em dia se vê poucos nas ruas e pra quem sempre anda de carro segurado é melhor nem olhar pro Stilo porque o preço do seguro é realmente estratosférico.

  • Victor Eduardo

    O teto solar mais bonito sem sombra de dúvidas. Mas dizem que deu muito problema na época.

  • ThiagoDF

    Último carro da Fiat que eu realmente desejei ter.

    • Junio Tavares Silva

      eu acho que o bravo tbm era lindo, lembro do lançamento, o Tjet azul com rodas 18″, simplesmente sensacional, pra mim esse foi o ultimo.

  • rodrigosr

    Nunca achei esse carro bonito. A traseira sempre pareceu não combinar com o resto do carro, além de ser feia. A versão 3p era mais interessante, mas a perua deve ter sido um dos carros mais feios de seu tempo.
    O problema das rodas que se soltavam manchou pra sempre a história desse carro.

    • Cássio

      Não dá pra olhar para a traseira e não se lembrar dos Volvos de 1 ou 2 décadas passadas.

  • Claus Kinsk

    Tenho um Sporting 2009 manual vermelho q tirei zero, está com 106 mil km, não vendo e não troco por nada. Meu outro carro já troquei 2 vezes no período e estou pra trocar a terceira, mas o Stilo não sai mais da família. Manutenção barata, além doq nunca tive problema com o carro, nem com o Sky Window, pessoal marreta e ai fala q dá problema. Únicas peças q troquei no carro até hj são as de desgaste natural. Seguro tb barato. Carro macio, com excelente torque em baixa, bancos confortáveis, direção leve, precisa e rápida, bom consumo, bom espaço interno e porta malas de fazer inveja aos hatchs atuais, bons equipamentos, estabilidade fora de série, etc, poderia ficar aqui um bom tempo falando das qualidades do carro. O meu está conservado ao ponto q n posso sair de casa com ele limpo q chove de gente perguntando se n quero vender rs. Detalhe, o motor na realidade é o GM Família II, e não o I como dito na reportagem. o Família I a Fiat usou no Punto, Palio, etc.

    • No Stilo e nos demais Fiats é o Família I sim, bloco e afins iguais aos do Corsa e Meriva, porém com calibração eletrônica diferenciada. O Família II é da linha do Astra, Zafira e afins da mesma época

    • fsjal

      tive um sporting 2007. foi o carro que tive mais dor no coração de vender. me dá saudade até hoje

  • Phantasma

    Virou carro pra tomar enquadro na quebrada

    • Jackson

      Podes traduzir?

      • leomix leo

        A polícia te para toda hora. Kkkkkkkk

  • RVM

    tive um SP, com o skywindow.
    Era jovem, uma boa epoca da minha vida, completinho… era delicioso o carro e bom pra fase playboy da vida rsrsr… era um carro acima da media em meu ponto de vista.

    Apenas a embreagem que fazia barulho (todo fiat da epoca) e o tal do corpo da borboleta que nao prestava e interferia no funcionamento marcha lenta.

    boa lembrança!!!

  • romulo

    Tivemos um Stilo Connect, 1.8 Flex, manual. Carro era muito confortável, acabamento excelente, super completo em acessórios. Vermelho lindo demais. Só faltava o sky window. Carro era 2006, ficamos 7 anos com ele. Deixou saudades.

  • Lucas Fernando

    O melhor do segmento (na sua época). É aquele estilo de carro que marca uma geração.
    Faltou falar sobre as raríssimas versões 2.4 blackmotion.

  • Jefferson Ferreira

    esse teto sky window é show até hoje! Hoje já virou carro de manolo assim como o golf da época! Difícil achar e vê um inteiro!

  • Incitatus

    Gostei de ler os comentários. Mas fosse hoje os comentários seriam “é um porcaria da fiat”. Eu também tive um, era um luxo, completaço. Super bem acabado, andava bem, e bebia também, hahahaha. Espaçoso, iluminado. E você não sentava no socado feito no golf. Foi um dos melhores carros que já tive.

  • Cássio

    Quando lançou eu era apaixonado por ela. Era jovem, recém formado e não tinha grana para comprá-lo, então me contentei com o também belíssimo Brava. Ainda hoje acho-o um carro bonito e com linhas que não o envelheceram muito, pois ele é bem retilíneo. Porém, como quase todo hatch médio usado, caiu no gosto da manolagem, e a impressão de carro rebaixado com roda aro 20 já não sai mais da cabeça.

  • Stunt

    Era um show a parte ver o Sky Window em ação! Podiam ter aplicado esse tipo de teto em outros modelos que surgiram depois como o Punto e o Bravo, por exemplo.

    • fsjal

      o skydome que equipou o punto/bravo/idea era mais barato e menos propenso a problema que o sky window

      de fato, era um show a parte. eu tive e numa me deu problema, mas tinha que cuidar. mas você sabe que a maioria das pessoas é relapsa com manutenção

      • Stunt

        Sim, sim e depois a culpa é do carro que não presta, da concessionária que não viu, do fabricante que não revisou antes rsrsrs, mas vc muito bem lembrou do Skydome que, salvo engano estreou por aqui no Idea e, apesar de mais simples, era bonitão também! ;)

  • No_Name

    Stilo e seu irmão-sucessor de plataforma Bravo só pecaram, ao meu ver, nas escolhas das motorizações. Fora isso eram ótimos carros, médios de verdade, bem construídos, bem acabados, fartos de equipamentos, confiáveis, seguros… Foram os últimos FIAT 100% europeus no Brasil. Agora na marca só temos projetos para terceiro mundo, tenso.

    Será que existe ainda algum Stilo Abarth “completaço” com faróis de xénon, 8 airbags, teto e preservado?

    E o Bravo, será que alguém chegou a comprar um T-Jet com as belas rodas 18″ que foram oferecidas no início? Eu nunca vi!

    • jvfig

      Essa versão de rodas 18′ só foi oferecida para testes de revistas e exposição, para a venda ao publico só a de 17′ mesmo.

      O motivo dessa não oferta nem como opcional, eu nao sei, eram muito bonitas mesmo

      • No_Name

        Foram oferecidas como opcional para o T-Jet, me lembro de ver no site da FIAT. Mas acho que ninguém comprou. Depois de 1 ano aproximadamente tiraram do catálogo dos opcionais e passaram a oferecer como ‘acessório’ para instalar nas concessionárias. Mas acho que naquela época rodas 18″ ainda assustavam muita gente, particularmente nunca vi Bravo com essas rodas, só por fotos mesmo.

        • jvfig

          Não sabia nem que tinham sido oferecidas, também nunca vi.

          Deve ser da época que o teto era opcional, mas também é quase impossivel ver um tjet sem teto, até hoje só vi um, inclusive deve ser impossível de revender

    • fsjal

      procurando um no webmotors só achei um abarth sem teto, com a pintura judiada por 12 mil. detalhe: pesquisa nacional

      se alguém tiver, é raridade MESMO.

  • Evandro

    Tive 3 Stilo, um 2003, um 2004 e em seguida um MS 2004/2005, lembrando que o primeiro MS era uma série numerada de apenas 500 unidades no mundo, pois só no Brasil que era na versão 4 portas, ano 2004 modelo 2005, apenas na cor vermelho modena, em 2005 lançaram o season ms, esse com 2.500 unidades, a princípio nas cores vermelho modena e amarelo indianápolis. Qto ao farol de neblina, já existia nele desde 2003, incorporado aos modelos com sensor de chuva e crepuscular, porém eram embutidos no farol do carro, em um espaço minúsculo, onde com o uso, o calor emitido por ele, começava a danificar a parábola……

  • Andre Pestana

    Stilo era um bom carro para aquela década e o substituto Bravo também e com designer ainda atual, mas o que estragou foi a Fiat insistir no erro em vender o solicitado cambio automático por um automatizado monoembreagem que ainda era problemático, se o Bravo tivesse colocado um cambio automático AT6 do Argo a tempo no Bravo talvez estava na ativa até hoje, vender o Argo 1.8 AT6 como substituto do Bravo não dá para enganar.

  • Junio Tavares Silva

    Tive um 2008 1.8, que na minha opinião, ficou com um desenho mais bonito depois do facelift. Como vantagens destaco espaço interno para passageiros e bagagens, bom isolamento acústico, ar condicionado eficiente, beleza interior, boa ergonomia e manutenção relativamente barata(versão 1.8gm). De ruim, destaco suspensão frágil, desempenho apenas mediano, apesar de boa estabilidade, a carroceria rolava muito. No meu caso o cambio era o tão criticado dualogic, que a meu ver não proporcionava o mesmo conforto de um automático, mas como eu usava 98% do tempo no modo de troca manual, sempre preferi a um com pedal de embreagem. Quanto ao consumo, acho que sempre foi dentro da media do segmento, considerando que moro em uma cidade de relevo acidentado, sempre com ar ligado, obtinha medias entre 7,5 e 8,5 km/l na cidade, e 11,5 e 12,5 na estrada com gasolina, abastecia muito pouco com etanol para ter um parâmetro. Ainda tenho saudades dele.

  • Stunt

    Sempre achei o 3 portas com desenho bem mais harmonioso; reparem na traseira dele, com as lanternas saltadas em relação à tampa do porta malas, detalhes que, junto com o paralama traseiro com spoiler integrado, serviram de inspiração ao Giugiaro no facelift do Palio G3 e que perduraram na linha fire até o fim de sua produção por aqui!

  • zeh

    …vinha com uma surpresa….de fabrica?…. (como naquele ovo)…soltava a rodinha…kkk

  • Mayck Colares

    No lançamento era um carro muito tecnológico, muito! Hoje em dia é uma pena que os hatchs médios se perderam…

  • fsjal

    Tive um stilo sporting que tirei em 2007 0km
    Foi um dos melhores carros que tive. Ele oferecia coisas que carros que eu tive depois que custavam o dobro não ofereciam.
    A única manutenção que tive além da normal foi a bomba de combustível que travou com 65 mil km, e bastou trocar o refil.
    Convivência tranquila, mesmo com o teto solar, nem barulho fazia.. Bastava fazer manutenção correta que não dava problema. Eu mesmo limpava as canaletas do teto toda semana e a cada 6 meses eu mandava pra concessionária pra lubrificar, alinhar e apertar as lâminas e tensionar a cortina. Meio período de serviço e 100 reais de conta. Barato pra manter o carro em ordem.
    Foi o carro que me deu mais dor no coração de vender.
    O acabamento de fato era primoroso e o carro era extremamente confortável, graças a suspensão macia e a direção elétrica (mas não tinha compensação de peso, então em alta velocidade o carro ficava bobo). Consumo de gasolina dentro do normal pra um motor tão antigo quanto o powertech 1.8. Eu fazia por volta de 6,5 no alcool na cidade.
    De ponto negativo era o desempenho sem sal e o câmbio MT ruim, mas isso era típico de Fiat.

  • Bruno_Mgá

    Tive um Stilo Schumacher 2005 Vermelho comprado semi-novo (2kkm e 3 meses de uso) por R$ 62k (o 1o dono pagou 70k e curiosamente o meu não tinha abs nem airbag duplo (opcionais na versão schumacher )). O carro impressionava muito na época, chamava muita atenção e o o teto solar sky era um show a parte. Infelizmente a Fiat nunca deu atenção aos seus produtos de segmento superior (hoje até compreendo, afinal, esses carros mal correspondem a 2% do faturamento da empresa)., os problemas eram ´´bobos“ mas a FIAT nunca se propôs a extermina-los, e mesmo depois de 3, 5, 7 anos do lançamento eles ainda existiam nos stilo 0km. O meu apresentou barulho no sky, ruído no corretor de frenagem, barulho na caixa de direção, falha sensor pressão de óleo, queima do motor de regulagem do farol, entre outros pequenos defeitos. Tudo foi resolvido na garantia, porém foi necessária umas 8 visitas a concessionária (eu já até conhecia os mecânicos e meu apelido lá era ´´Schumacher“ kkkk). Por fim, fiquei tão desgostoso que o vendi em Agosto de 2007 aos 15mil km por R$ 55mil.
    O curioso é que em 2009 meu amigo comprou um Stilo Sporting 0km que apresentou praticamente os mesmos defeitos… ou seja, a Fiat caga** para o carro, não estava nem ai. Talvez por isso a empresa nunca teve sucesso em seus carros de segmento superior.

  • Leo Noronha

    Tenho um Sporting, preto, ano 2008 e com câmbio Dualogic impecável. Esse carro está comigo desde zero km, ou seja, há mais de 10 anos. Nesse tempo todo o único problema que apareceu foi com o câmbio, que precisou substituir o robô. No mais, não tenho do que reclamar do carro em termos de manutenção. Pelo contrário, continua extremamente confortável, com bons ítens, excelente espaço interno, acabamento de bom gosto e, óbvio, com o Sky Windows que continua chamando a atenção até hoje. Tenho outro carro, mas terminei sem ainda conseguir me desapegar do velho Stilo.

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