Antigos Fiat Hatches Manutenção

Fiat Tipo agora tem ferro-velho exclusivo no Rio de Janeiro

fiat-tipo-desmanche Fiat Tipo agora tem ferro-velho exclusivo no Rio de Janeiro

O Fiat Tipo foi um carro que fez bastante sucesso entre os brasileiros no começo dos anos 90. Inicialmente importado da Itália, o hatch era espaçoso, econômico e moderno para a época. Em 1994, ele chegou a ser o mais vendido do país por alguns meses, fechando o ano em terceiro.



As vendas em alta animaram a Fiat a produzi-lo no país, mas a partir daí, sua fama passou a ser outra e uma série de incêndios minou as vendas. Hoje em dia não é raro ver um exemplar andando pelas ruas, mas na maioria dos carros, os veículos estão em mau estado. O problema é a falta de peças no comércio.

Para tentar resolver essa questão e salvar muitos donos de Fiat Tipo, o comerciante Fábio Calixto tem um desmanche em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, especializado apenas no hatch italiano. Ele começou o negócio em 2006 e de lá para cá só trabalhou com o modelo.

Hoje ele conta com 25 unidades, sendo duas de uso próprio e o restante para fornecimento de peças. Amortecedores, discos, faróis, capô, para-lamas, piscas, lanternas, câmbio, homocinéticas, tampa do porta-malas, entre outros, são alguns dos itens mais procurados. A maioria dos clientes é fixa e oriunda de clubes de donos de Fiat Tipo.

Ele sempre adquire os veículos usados de particulares por preços em torno de R$ 2.000, sendo que muitos têm dívidas de IPVA, por exemplo. Fábio também recorre aos leilões, onde arremata unidades por R$ 1.500. Dos carros desmanchados, o que mais sobra é a carroceria, que apodrece e é vendida como sucata. De vez em quando, ele compra um exemplar em bom estado e reforma-o para ser revendido.

[Fonte: Extra]

Agradecimentos ao Fabrizzio Cedraz pela dica.

  • EJ

    Daqui a alguns anos veremos a formação de um desmanche nos mesmos moldes, mas agora composto de várias unidades de i30 de geração anterior. As peças vão ficando caríssimas, o primeiro dono passa o carro pra frente e o segundo ou terceiro não conseguem dar manutenção.

    • Jhonny

      Tive um e não achei nada caro, conforme os preços do carro da categoria

      • Alfredo Araujo

        O que o Eduardo quis dizer vale para qualquer importado…
        Sem fabricantes nacionais de peças, essas ficam raras muito mais rápido que as de um modelo que possua peças nacionais…

        E isso tmb vale para carros nacionais com baixo índice peças nacionalizadas…

    • Raul Cotrim de Mattos

      Imagine JAC e cia… mas há um detalhe: agora muitos carros que temos aqui são lançamentos mundiais, então não será difícil encontrar no ebay e em outros sites.

    • Bruno

      As peças do i30 não são caras, esta dentro da faixa da categoria. O que pesa é a mão de obra que varia de concessionaria.

      • EJ

        Não há crítica ao carro no meu comentário, é somente uma questão mercadológica. O i30 de geração anterior não foi um grande sucesso mundial, apesar de seu sucesso no Brasil. As peças até o momento com certeza vem em quantidade suficiente por algum tempo da Coréia do Sul, e ainda há alguns anos em que comprar um será um bom negócio. Mas a situação não se sustentará por muitos anos. Se para carros produzidos no Mercosul, a falta de peças é uma realidade após a descontinuação do modelo, imagina um i30 ou Azera, que não tiveram as peças nacionalizadas. Mas é papo pra 10 anos em diante (segundo ou terceiro donos, talvez até mais). Falei do ferro-velho do i30, porque foi um carro que vendeu bem.

        • Hen_Par

          Interessante sua colocação… pode acontecer isso mesmo, carro importado, descontinuado, que vendeu bem e que daqui a alguns anos não vai ter peça no mercado.

        • Zoran Borut

          Outros exemplos do que você diz: o Mondeo, os Peugeot 405, os Citroen ZX e Xantia, os Audi 80. Eram bons carros, mas após alguns anos de depreciação eles chegaram a uma faixa de valor na qual os consumidores não têm o hábito de pesquisar em Ebay nem podem arcar com o custo de uma peça original na concessionária.

          • Edson Fernandes

            Depende. ZX e Xantia ainda por incrivel que pareça tem bom mercado pois parte das peças foram compartilhadas por muito tempo entre os carros Xsara, 406, 306 e C5. A respeito do motor e parte de peças mecanicas. O que é o maior problema para esses se trata de peças tantodo exterior deles, mas principalmente do interior. Isso além de dificil nem sempre é possível achar.

    • ObservadorCWB

      Queria saber o que o dono de um i30 fez com vc. Sua análise pode ser generalizada para qualquer carro, nem se restringe aos importados.

      • EJ

        Na verdade, não. Tive um Palio, fiquei 16 anos com ele, e não me faltou peça alguma, nem os preços subiram tanto, por haver nacionalização das peças (assim como diversos outros carros). A análise, portanto, não pode ser generalizada para qualquer carro. Nada contra o i30, só é dispensável sua ironia.

        • Christian Balzano

          Sim, a vantagem dos populares, no caso do Palio, Gol, Uno, etc. São carros que a plataforma se mantém a mesma por 20 anos, o bola ficou de 94 a 2013 com o mesmo chassi e compartilhando peças, provavelmente proprietários de Gol vão ter peça por mais 20 anos, como aconteceu com o Fusca. Porém, nada resiste ao tempo e donos de Fusca já encontram dificuldades por peças, por isso o Fusquinha figura sempre entre os 10 carros mais roubados do país. Infelizmente minha opinião particular é ter um carro por no máximo 10 anos, depois disso a situação vai ficando complicada. Só se for extremamente apaixonado pelo carro e tem grana p/ manter.

    • V.mario

      É isso mesmo. Um amigo meu estava até pouco tempo com um I30 2010, surgiu um barulho na “caixa” de direção, ele levou a ccs e lá havia outro com o mesmo problema, o dele como estava na garantia não pagou nada, ele então conversando com o mecânico, este lhe falou que o dono do outro carro ia ter que desembolsar R$10.000 pelo conserto já que aquele veículo tinha perdido a garantia.

      • Marcelo Amorim

        Meu carro anterior era um i30 AT 2011,peguei de unico dono,com 24 mil rodados,só feita a revisao de 10 mil kilometros e a de 20 mil estourou a tolerancia…resumindo,poucos meses depois,aos 28 mil kilometros,a caixa de direcao comecou a bater mais que bateria de escola de samba!Procurei conserto na Hyundai,pediram módicos R$8 mil!!!Resumindo:Passei pra frente com a caixa de direcao ruim.

      • Edson Fernandes

        Por uma caixa de direção? Essa no minimo deve ser de ouro….rs

        • V.mario

          Segundo ele é uma peça chamada “canhão”, não sei exatamente que peça é está, mas o preço é exorbitante. O preço era da peça mais mão de obra, só não sei qual o preço apenas da peça.

          • Edson Fernandes

            Essa peça faz a ligação entre a coluna de direção e a ignição. Ainda assim, quando falamos de “caixa de direção” deveria compreender os itens e ainda assim é muito caro custar tudo isso.

    • CharlesAle

      E que o governo de SP aprovou uma lei dificultando o máximo a abertura ou manter desmanches,mas minha vontade era de ter um desmanche de peças para carros Franceses e Coreanos,já que realmente as peças desses carros são muito caras!!

  • zeuslinux

    Não foi um carro “tipo Brastemp” mas sim “tipo Fiat” :-)

    Repararam no trecho da reportagem:

    “As vendas inicialmente foram ótimas, mas o jogo virou em 1996, justo quando a linha de produção foi transferida da Itália para o Brasil.
    Vieram à tona dezenas de casos de Tipo que se incendiavam. Uma mangueira da direção hidráulica permitia que o fluido vazasse sobre o coletor de escape. Dois recalls foram feitos, mas já era tarde: a imagem do modelo estava queimada. A produção em Betim foi encerrada em 1997.”

    Ou seja, a produção no Brasil é que acabou com o carro. Quero só ver o que acontecerá quando fabricarem o Novo Golf no Brasil.

    Brincadeiras à parte, a Fiat até tem boa tecnologia mas como vende muitos carros populares de modo fácil no Brasil, parece não se interessar mais no resto do mercado.

    Depois disso ela não sabe porque não consegue emplacar mais nenhum hatch ou sedã médio.

    • Andre Cupertino

      Os Tipos incendiados eram todos de fabricação italiana. Acontece que os episódios vieram a tona no momento em q o carro estava sendo nacionalizado, nesse caso a culpa não foi da fabricação nacional. Foi substituído à altura pelo Stilo solta rodas, esse sim culpa da fabricação nacional.

      • zeuslinux

        Obrigado, não sabia

      • Rodrigo

        Exatamente.

      • Chronosky

        Essa do estilo foi classica… trocaram o cubo de roda que era de aço por uma de ferro fundido :D uma bela hagada

        • Rodrigo

          O cubo era do uno, ainda por cima. Um carro praticamente igual, em termos de peso, potência, desempenho e preço…
          [estou sendo irônico]

    • zekinha71

      E é fácil saber qual é o Tipo Fire e o nacional. Todos os nacionais tinham o nome mpfi. E o 2.0 sedicivalvole estava livre desse problema.

      • 4lex5andro

        sonho de consumo aquele sedicivalvole, duas portas ..

        depois a fiat lançou uma versao 4p , a slx ; o tipo era a referencia do segmento na epoca , mas o problema de vazamento de fluido sobre o coletor ferrou com a fama do carro ..

        • Zoran Borut

          MPFI era sigla exclusiva dos Chevrolet da época. O Tipo nacionalizado usava o nome 1.6 mpi (o importado com motor 1.6 era i. e. ) e o motor de 92cv compartilhado com a linha Uno.

          O problema maior do SLX 2.0 i.e. era o consumo elevado (o Tempra tinha a mesma fama). Ele usava motor 8V de 109cv, enquanto o famoso Sedicivalvole usava um 16V de 137cv, dez a mais que o que equipava o Tempra. Tenho um primo que teve todas as versões, ele era o maior fã dos Tipo.

          • Filipe Augustus

            Meu pai tbm, teve dois 1.6, um 2.0slx e um raríssimo sedicivalvule 4 portas, que vieram poucos para o Brasil!

            • MMM

              Eu tive um tbm. Eu tinha 25 anos e manutançao e principalmente seguro, começaram a pesar muito. Só pra ter uma idéia, em 1997 paguei aproximadamente r$ 2.500,00 de seguro. Ficou impraticavel e troquei em um Palio 1.5. Foi dureza acostumar…

              • Filipe Augustus

                Acho que é o perfil do usuário, ainda mais com 25 anos, não lembro do meu pai reclamando do preço do seguro!
                Eu gostava deles, não dava manutenção, assim como a Tempra SW que tivemos e vendemos com quase 300 mil Km rodados em 2006.

    • MrBacon

      O Tipo nacional era melhor que o importado, veio com um motor mais potente (1,6 mpi com 92 cv, contra 82 cv do anterior), mas neste momento ocorreu a crise dos incêndios. Para piorar, o preço subiu, o que matou o grande atrativo do carro.

      Dirigi bastante um Tipo 1.6 i.e. (italiano) e um Golf GL 1.8 (mexicano) de uns tios, ambos mais ou menos na mesma época, o Tipo tinha mais espaço e firulas tecnológicas, mas bebia bem e não andava muito. O Golf era mais simples, andava melhor, era mais sólido e mais econômico.

      Alguns anos depois meu pai teve um Tipo, recebeu como pagamento numa transição comercial. Acho que tinha uns 5 ou 6 anos de uso, muito ruim, cheio de barulhos, a ponto de eu preferir meu carro 1.0 que era recém-comprado nesta época. Imagino um Tipo hoje em dia, com 20 anos de uso…

      • Filipe Augustus

        Dependendo do Golf GL, se o pisca da lateral for no para-lama esse Golf é alemão, se for no para-choques é mexicano!
        Lembrando que o alemão tinha qualidade melhor!

        • MrBacon

          Achava que era mexicano, não lembro dos detalhes, isso foi há quase 20 anos.

          • Filipe Augustus

            Aqui perto de casa tem um azul com calotas alemão, com a pintura um pouco queimada, porem todo original, inclusive as calotas!

      • Rodrigo

        Meu Tipo era italiano, cor azul marinho. E fiquei algumas vezes na mão por conta de problemas na injeção. Pelo que me lembro, havia uma caixa de relés ao lado da ventoinha do radiador que depois de uns anos de uso começou a derreter por causa do calor… Deixei o carro numa auto-elétrica para poderem “reconstruir” essa caixa, pois original era uma facada (isso em 2000 mais ou menos). Nunca mais deu problema. Mas o que era crônico (tanto no italiano quanto no “brasileiro”) era problemas de suspensão e direção. Era um jogo de bandejas a cada 6 meses, afora batentes, coifas, etc.
        O Tipo “brasileiro” basicamente padecia dos mesmos problemas do italiano, pois era montado aqui com peças vindas de fora (o motor 1.6 mpi era feito na Argentina). Então não tinha muita diferença.
        Enfim, apesar de ter sido meu primeiro carro, não tive a menor saudade do modelo quando ele sofreu um acidente e foi trocado.

        • MrBacon

          O Tipo que meu pai teve padecia dos mesmos problemas, tanto que trocamos ele por um Mille EP mais novo e ficamos aliviados.

          Achava que o Tipo brasileiro tinha passado por alguns ajustes de suspensão, mas de fato não tenho certeza, era quase um CKD mesmo.

  • Wagner Oliveira

    Campo minado?! hahaha

  • Ediomar

    Essas carrocerias vão ter que ficar alguns bons anos ai,foram feitas com aço galvanizado,é difícil ver Tipo com corrosão,e a tampa traseira é plastico injetado,eu gostaria muito de um Tipo sedicivalvole,monstro esse carrinho.

  • Fernando Oliveira

    O Fiat Tipo foi o meu primeiro carro. Tive o modelo mpi 96/97. Na época que tive (2006-2009), já era difícil encontrar peças, imaginem agora… Perdi a conta das vezes que tive que recorrer aos ferro-velhos. Lembro-me bem que por mais que procurasse nunca consegui achar o batente da tampa da mala. Como o meu estava gasto, gerava uma barulhada enorme dentro carro.
    Pra mim foi um bom carro, andava bem, de certa forma era econômico e o espaço interno era maravilhoso. Entretanto, as peças tanto de manutenção mecânica como de acabamento eram bem difíceis de encontrar. Tive problemas com superaquecimento e quebra de correia dentada e olha que sempre mantinha a manutenção em dia. Acabei vendendo-o para o mecânico que mexia com ele.

  • Guilherme Padilha

    Parece que os bombeiros já estão exigindo um novo plano de prevenção a incêndios do dono do local…

  • edgar__rj

    Mais uma matéria com um Tipo como foto de fundo… Acho que a fiat deve estar querendo por este carro de volta as vendas !!!

    • Bruno Silva

      Fala que está brincando, por favor! 😞

  • bedotRJ

    Podiam mandar o Tipo da Dilma prá lá. Com ela dentro, claro.

    • Cimo

      Juro que pensei a mesma coisa….kkkkkkkkkk

    • Minerius Valioso

      Esse vai para o prêmio Piada de comentarista do NA do ano.

    • Jorge Alberto

      Ela ja tem um… pelo menos foi declarado na primeira eleicao dela….

  • Tosca16

    Gostaria de ver um para Landau, Opala, Maverick. Rural … sobre o TIPO eu não sei mas o Tempra era bom, mas o brasileiro sem conhecimento desprezou, me lembro do 2.0 8v que era muito bom; depois que a FIAT aprendeu que coisa moderna não é aceita trouxe o seu de pior e hoje é líder… aprendeu certinho como agradar o brasileiro .

    • Marcos Poa

      Esses que vc citou já se desmancharam, pois naquela época a chapa era uma m**da. Tive um passat nacional que em cinco anos ficou todo podre.

    • MMM

      Não é bem assim. Eu trabalhava na Fiat na época e quando estava em concessionárias INVARIAVELMENTE ouvia reclamacao de gente que queria trocar Tempra em outro carro. Só pra vc ter uma idéia, o Tempra era mais desvalorizado na Fiat do que Vectra e Santana. Aí fica difícil, não?

      • Tosca16

        a questão era preço de manutenção caro aliado aos proprietários que sendo assim buscaram oficinas não credenciadas que estragaram os motores, difícil era naquela época até mesmo na FIAT ver um mecânico que sabia mexer com propriedades naqueles motores mais modernos que os demais de sua época… aê sabe sem manutenção e com proprietários relaxados os carros foram se deteriorando com o tempo.

  • Lucas Mattos Azevedo

    Sempre que passo ali acho esse lugar estranho e penso: Quem é esse maluco q gosta tanto do Tipo?

  • Mr. On The Road 77

    Saporra vai pegar fogo…

  • Pedro Henrique

    Tipo, Tipo bem ruim, Tipo chuta que é macumba, Tipo manutenção, é Tipo um carro. Por aqui onde moro ninguém quer essa onça, só dá prejuízo.

  • Robinho

    Como todos os carros médio da Fiat…um dia vira mico…

  • Lucas Lima

    Fica a dica para a Presidente, caso necessite de alguma peça para o carango.

  • Rodrigo

    Tive um Fiat Tipo 1.6 de 1998 a Dez/2000, ocasião em que sofri um acidente com o veículo que culminou em sua perda total (e posterior indenização pelo seguro).
    Qual não foi minha surpresa há poucos dias (quando instalei o app SinespCidadão), fui consultar a placa desse veículo e descobri que ele continua ativo e hoje reside em Campinas. Certamente deve ter passado pelas mãos de desmanches como esse, pois lembro que na época o seguro me pagou R$12 mil e o valor do conserto tinha superado R$10 mil… Só a caixa de câmbio custava R$7.500,00.

    • Marcos Poa

      Pelos números que apresentou não deve ser o mesmo carro, só o mesmo renavam…

      • Rodrigo

        Então colega, não sei se vc conhece esse app, mas vc digita a placa e aparece a situação, o modelo, a cidade de registro e os últimos números do chassi. Acabo de conferir com o documento antigo (que ainda tenho guardado) e bate com o do meu antigo carro. Meu palpite é que ele tenha sido arrematado em algum leilão de seguradora, foi recuperado com peças de outros carros e depois regularizado. Se está rodando ainda eu não sei, mesmo porque vivo em São Paulo, mas me chamou a atenção que um carro no estado em que ficou (foi uma colisão dianteira contra outro carro a cerca de 50 km/h) tenha sido reparado.
        Por aí temos uma idéia dos “milagres” que os funileiros fazem pra depois vender como “semi-novo-único-dono” por aí. Tem que ter muito cuidado na hora de compra um carro usado.

  • AUSR444BRA

    quem conhece a qualidade das peças empregada na mecânica dos fiat não compra. Só leigos compram fiat, Descartáveis como podem ver.

    • John HM Gonçalves

      Onde estão seus argumentos? Em carros com mais de 20 anos, descartáveis?? LEIGO…

      • AUSR444BRA

        Eu abri o compartimento do motor e vi a linha de combustivel em plastico, nenhuma outra montadora faz isso. Já viu a desvalorização do marea, tempra e tipo? Fora do comum. Gosto não se discute.

    • dogmarley

      rodamos na empresa por mais de 350mil km, com um Fiat Uno Mille Smart, motor Fiasa, ano/modelo 2000/2001.
      se vc, haterzinho de blog, não tem o que falar…….simples: NAO FALA NADA !

      • Pode ser sorte, ou por ser outro motor. A frota da empresa tinham 8 carros, rodam em média uns 60 mil km ano, e a cada dois anos eles trocam a frota, porque dá os 120k a 140k. Uma vez, mudaram para o Pailo, por questão de preço, fundiram 5 motores, sem falar que outros problemas. Isso com as revisões na css. Por causa disso, se você observar no pátio da empresa, quase não tem carros populares da fiat … vai ver foi um lote ruim.

        • Janduir

          Se for o Fire deve ter usado óleo 20w50, por isso fundiram…

          • Se erraram foi o pessoal da css, porque os carros iam para lá nas manutenções, pois havia um plano de manutenção com eles e a frota. Se não me engano, alguns motores foram trocados, enquanto outros foram feitos.

        • Paulo_Lustosa

          pra fundir um Fire e um Fiasa tem que ser um cupim de ferro e não fazer manutenção e verificação de óleo lubrificante de jeito nenhum, porque esses motores são bem guerreiros, assim como AP e CHT, que tinham fama de tanque de guerra na época

    • Matheus Lelis

      prefeitura da minha cidade só compra fiat, tem 4 fiat uno com mais de 350 mil km que não abaixa nem oléo, então se isso é ser descartável, espero que o meu seja descartável

    • Paulo_Lustosa

      Bem, o 2ACT que o Tipo SLX, Sediciovalvole e o Tempra usavam foi premiado por anos pela FIA como o melhor motor que foi disponível na época em que foi manufaturado, sendo usado até em monstros como Fiat 131 Abarth Stradale, Alfa Romeo 155 Q4 e Lancia Delta HF Integrale, Integrale Evoluzone, Delta S4 e Lancia 037, além de tolerar dono desleixado, fora o motor Sevel, que saiu de linha em 2010, que é muito aclamado em preparações, não raramente beirando 900 cv quando preparado ao extremo e com fama de motor bem girador, e que aguenta cupim de ferro também. Única coisa que eu sei na Fiat que sempre foi uma bosta é o tratamento anticorrosivo da chapa do carro, que aí sim, a Fiat tem má fama até hoje.

      • Marcelo Henrique

        Para cupim de ferro, nem Corolla aguenta o tranco.

  • Davi Paula

    Próximo à minha casa (bairro de Piedade, na região metropolitana do Recife) tem uma oficina/ferro velho especializada em Classe A. Já teve época de eu ver pelo menos uns 6 Classe A estacionados (ou abandonados) na rua, todos em estado bem ruim.

    • zekinha71

      Fiquei muito triste agora de saber isso. Como podem destruir os Classe A, meu sonho é um verde, super difícil de achar.

  • Magnus Cordeiro

    Isso sim é reciclagem . . . . .

  • Luccas Villela

    Gosto tanto desse carro :/ Acho muito bonito e a frente do seu tempo :/

  • daniel germano

    Que isto !!! . Isto é o fiat tipo de todo o brasil , apesar de ser fã de fiat gostar dos carros , imagino se tivesse para o fiat marea . Vishhhh já estaria em supe lotação .

  • Matafuego

    Primeiro carro nacional da Fiat a adotar o motor Fire :)

  • Pacheco

    A Dilma é cliente.

  • ViniciusVS

    2 mil reais? coloca um Apzão e só alegria…. [ironic]

  • fellipealo

    Tipo assim… vários.

    Piada que não poderia faltar.

  • Alex de Brito

    Existe clube do Tipo? kkkkkk

    • Zoran Borut

      Existiu até a Avitipo – Associação das Vítimas de Incêndio do Tipo, rsrs.

  • dogmarley

    daqui uns anos serão varios Stilos kkkkk

  • Freaky Boss

    Difícil é ver ferro de velho de fusca, o carro parece que dura 300 anos.

  • Marcelo Nascimento

    Não sabia que só fabricaram Tipos prata… :-)

  • zekinha71

    Se com o Tipo é difícil achar peças, imagina quem tem um Toyota Carina ou Corona, que são raríssimos de ver.

  • Paulor1899

    A maioria deve ser ex-Localiza.

  • Rafael Koch

    Muito bom! Já podemos indicar esse pra nossa Presidente da República mandar seu Fiat Tipo de quase 31 mil reais…

  • Careca

    Num futuro não muito distante: “Bravo / Linea”.

  • Gran RS 78

    Acho que o maior erro da Fiat com o Tipo foi quando ela quis produzi-lo no Brasil em 96/97, lembrando que o modelo já tinha sido descontinuado da Itália, inclusive já tinha até o substituto por lá, o BRavo ( não o atual ). Se a marca tivesse lançado o Bravo em 97/98, acho que a Fiat teria sido mais bem vista pelo mercado, pois muitas revistas da época falaram que a marca italiana quis aproveitar o ferramental do Tipo italiano, para fabrica-lo por aqui, e depois ainda teve muitos relatos dos incendios do Tipo, o que acabaram por queimar de vez a boa imagem do Hatch médio no Brasil.

    • MMM

      Aí que tá, o projeto era fabricar Tipo, que ficou somente em uma versão e depois fabricar Brava junto com Marea e importar o Bravo. Inclusive no fim de 98 já existiam varios exemplares no Brasil. Só que veio a valorização do dólar de quase 50% eosplanos foram por agua abaixo em 99.

      • Gran RS 78

        Mas acho que a Fiat poderia ter fabricado o sucessor do Tipo sem problemas, pois temos um exemplo praticamente no mesmo ano, que foi com o Astra, que a GM começou a fabrica-lo em 98, somente 4 meses depois do modelo ser apresentado na Europa, e foi um sucesso de vendas instantaneo.

  • Silvin

    Vai gostar de Tipo assim lá longe…hahahahaha

  • Jorge Alberto

    Sacanagem eh q nao divulgaram o endereço e/ou contato dele……

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 11 anos. Saiba mais.

Notícias por email

Send this to a friend