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Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

O motor 1.8 E.torQ que equipa a versão mais em conta da linha da Fiat Toro é um dos pontos mais reclamados pelos proprietários e pela imprensa especializada. Os 139 cavalos de potência máxima e o torque de 19,3 kgfm não são suficientes para “empurrar” os 1.619 quilos da picape compacta/média. Todavia, para solucionar parte do problema, a montadora italiana anunciou a chegada de uma terceira opção de motorização para a linha da picape, também flex.


Agora a Fiat Toro dispõe do 2.4 litros Tigershark MultiAir flex, que é significativamente mais potente e mais “torcudo” que o 1.8 litro, além de usar o mesmo câmbio automático de nove velocidades do modelo 2.0 litros turbodiesel. Este novo propulsor será oferecido também na versão de acabamento Freedom. Confira mais detalhes a respeito da novidade:

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 – visual e interior

Na parte estética, a nova versão da Fiat Toro é idêntica à configuração com o motor menor. A diferença fica por conta apenas do nome do modelo estampado na parte inferior das portas dianteiras. De resto, a variante segue sem alterações.

A dianteira da carroceria da Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 tem formas modernas, marcada pelos faróis na parte superior, que abriga as luzes de condução diurna, formando conjunto com um filete cromado com o logotipo da montadora ao centro, além de uma enorme tomada de ar na parte inferior, que abriga os faróis principais nas extremidades, e os faróis de neblina logo abaixo.

Nas laterais, há linha de cintura elevada e vincos marcantes, enquanto a traseira exibe lanternas espichadas para as laterais e iluminação em LED, além de caçamba elevada e tampa dividida ao meio, com abertura lateral.

O interior da picape, por sua vez, lembra bastante o do primo Jeep Renegade (ambos os modelos saem da mesma linha de produção, na planta de Goiana, Pernambuco), com destaque para o volante multifuncional de três raios, painel de instrumentos com elementos analógicos e digitais e console central com detalhes de acabamento em preto brilhante, que abrange também os comandos do ar-condicionado e o sistema multimídia.

A Toro mede 4.915 mm de comprimento, 1.844 mm de largura e 1.680 mm de altura, com distância entre-eixos de 2.990 mm. A caçamba da picape tem capacidade para 820 litros.

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 – equipamentos

A lista de itens de série da Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex se diferencia do modelo Freedom 1.8 E.torQ Flex pela capota marítima, retrovisores elétricos, brake light, luz de caçamba, monitoramento de pressão dos pneus, volante com revestimento em couro, comandos do sistema de som e borboletas para trocas de marcha e rodas “Super Spoke” de 16 polegadas.

Nos demais equipamentos, há airbags frontais, freios ABS com EBD, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampas, alça de segurança, apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes, ar-condicionado, banco do motorista com ajuste de altura, bolsas porta-objetos e porta-copo na lateral traseira, chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas e computador de bordo.

A lista inclui ainda direção elétrica, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, sistema follow me home, ganchos para amarração de carga na caçamba, controle de cruzeiro, painel de instrumentos com tela TFT de 3,5 polegadas, sistema de som com Bluetooth, retrovisores com luzes indicadoras de direção integradas, sensor de estacionamento traseiro, vidros e travas elétricas, volante com ajuste de altura e profundidade, entre outros.

Como opcional, a Fiat oferece teto solar elétrico, barras longitudinais no teto, faróis de neblina, sensor de chuva e de luminosidade, retrovisor interno eletrocrômico, bancos revestidos parcialmente em couro, sistema multimídia UConnect Touch Nav com tela sensível ao toque de cinco polegadas e navegador GPS, rodas de liga-leve de 17 polegadas com pneus de uso misto, airbags laterais, de cortina e de joelho para o motorista, câmera de ré, entre outros.

A Fiat Toro com o novo motor contará ainda com uma nova opção de cor perolizada, a Branco Polar, que até então não era oferecida na linha da picape.

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 – motorização

O novo motor da Toro é um 2.4 litros flex de quarto cilindros, com 16 válvulas, da família Tigershark (o nome é uma homenagem ao feroz Tubarão Tigre e também a um avião caça-bombardeiro americano), importado da fábrica de motores de Saltillo, no México, responsável também pela produção dos blocos 5.7 V8 HEMI e 6.2 Hellcat da FCA. Segundo a fabricante, “ele chega para atender aos clientes que procuram o máximo de potência e desempenho em um motor flex”. Junto a ele está uma transmissão automática de nove velocidades e tração dianteira.

Este propulsor é feito inteiramente em alumínio, inclusive o bloco, para menor peso e melhor troca de calor, e conta ainda com quatro pistões de altura reduzida com pinos flutuantes, que se ligam a um virabrequim forjado, além de revestimento especial (Diamond-Like Carbon). Há também outros componentes que foram aperfeiçoados visando reduzir o consumo de combustível e aumentar o rendimento do conjunto.

O bloco conta com sistema MultiAir2, responsável por variar o tempo e abertura das válvulas de admissão por um sistema eletro-hidráulico (comandado pelo gerenciamento eletrônico do motor), que melhora a eficiência da queima do combustível e reduz as emissões de escape, além de bobinas de ignição aplicadas diretamente nas velas (com eletrodos de platina e irídio); ventilador do radiador e bomba de combustível, que contam com gerenciamento eletrônico tipo PWM; alternador inteligente, que aproveita momentos de desaceleração ou frenagem do veículo para recarregar a bateria com mais intensidade, economizando combustível; comando de válvulas acionado por corrente metálica extremamente silenciosa e durável, não necessitando de reposição; e correia Poli-V secundária (dos órgãos auxiliares) conta com tensionador automático.

São 174 cavalos de potência com gasolina e 186 cv com etanol, a 6.400 rpm, e torque de 23,5 kgfm e 24,9 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm, sendo que 91% do torque máximo já está disponível logo a 2.000 rpm.

O conjunto oferece ainda novas tecnologias, como o HCSS (Heated Cold Start System), desenvolvido pela Magnetti Marelli, que dispensa o reservatório de gasolina suplementar para partida a frio em um sistema flex; sistema start/stop, que desliga o motor em paradas curtas e liga-o novamente quando o motorista aciona novamente o acelerador, reduzindo o consumo de combustível em até 20%; e tecla Sport, localizada no centro do painel, que muda o mapa de calibração do motor, deixando a picape mais ágil.

Segundo dados da montadora italiana, a nova Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos com gasolina e 10,5 s com etanol, e atinge velocidade máxima de 200 km/h e 197 km/h, respectivamente.

Já o consumo é de 5,9 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada com etanol e 8,6 km/l e 10,8 km/l, respectivamente, com gasolina.

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 – preços

Confira abaixo os preços da linha 2017 da Fiat Toro:

Fiat Toro Freedom 1.8 E.torQ Flex AT6 4×2 2017: R$ 82.930
Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 4×2 2017: R$ 98.730
Fiat Toro Freedom 2.0 Multijet Diesel MT6 4×2 2017: R$ 98.730
Fiat Toro Freedom 2.0 Multijet Diesel MT6 4×4 2017: R$ 107.150
Fiat Toro Volcano 2.0 Multijet Diesel AT9 4×4 2017: R$ 124.550

O novo modelo está disponível nas cores Branco Polar, Branco Ambiente, Preto Shadow, Vermelho Colorado, Marrom Horizon, Prata Melfi, Preto Carbon, Verde Botanic e Vermelho Tribal.

Fiat Toro Freedom 2.4 Tigershark Flex AT9 – ficha técnica

Fiat Toro 2.4 Tigershark MultiAir Flex AT9
Motor
PosiçãoTransversal, dianteiro
Número de cilindros4 em linha
Diâmetro x Curso88,0 x 97,0 mm
Cilindrada total2360 cm³
Taxa de compressão11,8:1
Potência máxima (ABNT) / regime174 cv / 6.250 rpm (gasolina)

186 cv / 6.250 rpm (etanol)

Torque máximo (ABNT) / regime23,5 Kgfm / 4.000 rpm

24,9 Kgfm / 4.000 rpm

Nº de válvulas por cilindroQuatro no cabeçote
Eixo de comando de válvulasUm no cabeçote
Alimentação
TipoEletrônica digital incorporad69o sistema de injeção
CombustívelGasolina/Etanol
Injeção EletrônicaContinental, multiponto, sequencial GPEC3 Multiair
Câmbio
Número de marchas9 à frente e uma à ré
Relações de transmissão1ª – 4,700
2ª – 2,840
3ª – 1,910
4ª – 1,380
5ª – 1,000
6ª – 0,810
7ª  – 0,700
8ª- 0,580
9ª-0,480
Ré-3,830
Relação de transmissão do diferencial4,334
TraçãoDianteira com juntas homocinéticas
Sistema de freios
De serviçoHidráulico, comando a pedal com ABS, ESP, ASR e Hill Holder
DianteiroA disco ventilado (Ø de 305 mm) com pinça flutuante
TraseiroA tambor (Ø de 254 mm) com sapata autocentrante e regulagem automática de jogo
Suspensão dianteira
TipoMacPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao subchassis e barra estabilizadora
AmortecedoresHidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elásticoMola Helicoidal
Suspensão traseira
TipoMulti-link com rodas independentes, links transversais e longitudinais e barra estabilizadora
AmortecedoresHidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elásticoMola Helicoidal progressiva à carga
Direção
TipoElétrica com pinhão e cremalheira
Diâmetro mínimo de curva12,2 m
Rodas
Aro6,5JX16” em chapa de aço (liga leve opcional)
Pneus215/65 R16
Peso do veículo
Em ordem de marcha (Std A)1704 Kg
Capacidade de Carga650 Kg
Carga máxima rebocável (sem freio)400 Kg
Dimensões externas
Comprimento do veículo4.915 mm
Largura do veículo1.844 mm
Altura do veículo (vazio)1.680 mm
Distância entre-eixos2.990 mm
Bitola dianteira1.547 mm
Bitola traseira1.575 mm
Altura mínima do solo211 mm
Volume do porta-malas820 litros
Tanque de combustível60 litros
Desempenho
Velocidade máxima197 km/h (Gasolina) / 200 km/h (etanol)
0 a 100 km/h10s5 (gasolina) / 9s9 (etanol)
Consumo cidade etanol5,9 km/litro
Consumo estrada etanol7,4 km/litro
Consumo cidade gasolina8,6 km/litro
Consumo estrada gasolina10,8 km/litro

Galeria de fotos da Fiat Toro 2.4 Tigershark Flex AT9

Fiat Toro 2017 estreia motor 2.4 Tigershark Flex de 186 cv por R$ 98.730
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187 Comentários

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    • Compass paga IPI maior, assim como o Renegade, se usar motor acima de 2.0. Toro pela legislação brasileira é utilitário, e não é tributado pela litragem do motor. Aí pro Compass ter algum diferencial perante o Renegade, ganha o 2.0 e o Renegade vai ficar com as eternas “revisões de hardware” do E-Torq, trabalho na qual a Fiat deveria fazer um estágio com a GMB, que é mestre em reciclar motores de concepção mais antiga.

        • Não foi crítica a GMB. Acho que a GMB é mais eficiente nisso. Ela não conseguiu fazer até o Onix conseguir etiquetagem “A” com um motor que foi lançado no Corsa GL 1.4 EFI de 1994?

          • EJ, consumo não é só motor.

            Com um bom trabalho de aerodinâmica, resistência ao rolamento dos pneus e escalonamento de marchar da melhorar bastante o consumo.

            Ainda mais em carro “ruim”. Esses são mais faceis de melhorar do que carros eficientes. O esforço de engenharia é bem menor, depois conforme o carro vai ficando “eficiente”, o nivel de esforço aumenta exponencialmente para um mesmo ganho.

      • Testaram o Jeep novo com ele e fez 6 na cidade, com gasolina, e muita boa vontade.
        Por mais que o indivíduo que paga 100 mangos num carro não se importe tanto com economizar combustível, a consciência ecológica deveria estar presente em todos.

        • Vai nessa! Isso é para poucos. Se tem gente com carro parado e ligado para sentir o frescor do ar condicionado quando deveria sair dele e ir para um ambiente mais ameno ou refrigerado, está se importando com o consumo de combustível? O veículo é para se locomover, logo 10 min ou mais minutos parado e ligado é sem noção, mas fazem.

        • Eu pago 100 mangos em carro e estou muitíssimo preocupado com o consumo, se a pessoa quer ter um sedam, hatch medio, crossover, suv… hj, ou ela entra na faixa dos 100 mangos ou vai andar de popular.
          Talvez esse pessoal que não esta preocupado com consumo, esteja habitando a faixa dos 200 a 300 mangos.

        • Qualquer utilitário com esse peso e proposta vai beber nessa faixa mesmo. Quem se preocupa tanto com consumo precisa é fugir desse tipo de veículo (ou optar pelo diesel). Não tem milagre.

          • Hilário o que as pessoas exigem desses utilitários. Querem um veículo que tenha a versatilidade e robustez de uma típica caminhonete montada sobre chassi, o conforto e estabilidade de um carro de passeio monobloco e, ao que parece, consumo de compacto 1.0 também. Achei louvável a adoção do motor 2.4 com padrão americano de qualidade. Apesar do consumo maior, agora terá um desempenho minimamente condizente com a proposta (e preço) do modelo, e se bobear o seguro também será mais barato que a versão a Diesel. O fato de usar corrente metálica é um alívio na hora da manutenção. Se ela já é líder no último mês de vendas, com certeza agora será consolidada a liderança com a nova opção.

            • Vamos ver se na pratica ele gastara realmente mais que o 1.8 pois este gasta MUITO. Pode ate gastar menos como ocorre no caso de Freemont e Journey onde o 6cil é um pouco mais economico que o 4 cil

            • Alguém sabe porque este carro pesa 1700 Kg ? Se for pegar SUVs de DEZ ANOS atrás, veremos que uma VeraCruz pesa 1900 Kg. Possui mais itens que a Toro, mas estamos falando de uma década de desenvolvimento.

            • Sabe o que vai definir a compra? Se o cara abrir mão do motor diesel e cambio manual no lugar tendo o 2.4 automatico. Se o cara não se importar com isso, ele vai no diesel. Eu acho que veio no preço errado.

    • Se você quer pagar igual ou muito próximo ao diesel, então vamos pedir a FCA a oferta. O 2.4 em SUV paga imposto maior acima de 2L, o que pode fazer alguns aspirados de custo maior alcançarem preços de motores a diesel de custo menor, isso, claro, mantendo outros parâmetros como sistema de tração por exemplo que nos diesel daqui em SUV é obrigado a ter o 4×4.

      A oferta deverá existir, mas para exportação. Veja a foto abaixo oficial do Compass, numa versão Limited 4×4, que não é diesel. Essa Limited deve ser 2.4 apenas a gasolina para ter o 4×4 disponível. Com o 2.0, acredito que não haverá oferta de 4×4 mesmo para exportação.

      Agora, veja o quanto custa a Limited do Compass com 2.0 Flex AT6 4×2 e coloque o valores para um motor maior Flex, a tração 4×4 e o AT9. Vai bater no preço da Longitude diesel 4×4 aqui. Se brincar, pode até passar um pouco.

      https://3.bp.blogspot.com/-pp4vCnVSk7A/V-nV44dqCGI/AAAAAAACdFk/EyoEc02DBN0anvKpKA-z8zPThDGiXlcagCLcB/s1600/Jeep-Compass-Limited%2B%25282%2529.jpg

    • Tá, mas o seguinte, 2.4 por este preço, agora sim tem motor e o Kicks manco com 1.6 por 90K, fiat com certeza vai dominar o mercado, seja de pickp´s qt suv..

        • se no mundo inteiro ele usa o 1.6 16v e e um dos pontos positivos do carro no consumo e desempenho… ele so perde do HR-V entre os aspirados. e tem mais, esse motor e derivado do motor 1.8 do tiida

            • Mas existem Versa, March e Note e eles possuem o mesmo motor 1.6, na Europa, Japão e até nos EUA, onde o povo gosta de motor grande. Portanto, eu acho que a questão do Kicks não possuir um motor maior seria a limitação da sua plataforma, que é compartilhada com esses carros citados e que não possuem um bloco maior que o 1.6.

            • Acho que deveria ter as duas opções de motores no Kicks e acho que faltam outras versões mais básicas, não consigo entender a estratégia da Nissan, é para não brigar com o Duster?

              Poderia ser assim?

              Kicks 1.6 S com opção manual ou CVT
              Kicks 1.6 SV com opção manual ou CVT
              Kicks 2.0 SL com opção manual ou CVT
              Kicks 2.0 Unique CVT

        • Longe de mim querer puxar o saco da Fiat, mas pior que o etorq 1.8 seria esse 1.6 da Nissan nesse carro. Acredite, o peso faz toda a diferença. Recentemente dirigi uma Tucson e em seguida um i30, a Tucson é bem mais fraca.

      • vc ja testou o kicks pra dizer q e manco? pra sua informacao ele anda pouca coisa a menos q o HR-V q e o suv aspirado com melhor desempenho e ambos andam bem mais q o ecosport, 2008, duster e renegade

        • já fiz teste driver sim amigo, é manco e isto que o porta malas estava vazio, outra questão não possui nem piloto automático, complicado para um carro de 90k, por isto o compass é atualmente o melhor custo beneficio, 90k 1.6 está fora da realidade.

          • se vc achou fraco entao e pq ta acostumado com carro turbo ou acima de 2.0 pq um dos pontos positivos do kicks e o desempenho justamente por ele ser um carro 250kg mais leve q um renegade como exemplo, o kicks pesa 50kg a mais q um punto 1.4 pra vc ter ideia, somente 1150 kg

          • Colega, são 10mil de diferença entre o Kicks e o Compass mais barato. Se vc for colocar pelo menos os airbags extras no Compass pra se equivaler ao Kicks ao menos em segurança, já vai quase 4mil reais a mais. É um degrau alto.
            E sim, o Kicks anda mais que Duster e Renegade.

        • O que o amigo quis dizer, ao meu ver, é que por R$ 98 mil você leva uma picape com motor 2.4 e boa performance, enquanto que um Kicks custa R$ 90 mil e o desempenho é mediano (e sim, é manco, experimente botar 4 ou 5 pessoas e encher o veículo de bagagem para você ver).

            • Tem razão, mas é só exemplificativo. O que ele menciona é que o Kicks, por custar tão caro, deveria ter um motor mais eficiente (em termos de performance). Ok, o Renegade é mais manco que o Kicks, mas ele possui versões a partir de R$ 70 mil e opção com motor à diesel com desempenho satisfatório.

          • Acho que poucos carros abaixo de R$ 100 mil não ficam “mancos” com uso extremo como do exemplo citado com 5 pessoas e porta malas lotado, ainda mais um carro que mesmo em configuração SUV/Crossover não deixa de ter o conceito de um compacto.

            Carro bom precisa ser como? tem que ter porta malas de 700L e levar 1 tonelada de bagagem? precisa ter espaço para 5 pessoas de 1,90m com 120kg viajar com total conforto e ao mesmo tempo ser barato e econômico?

            Felizmente para a maioria das famílias não é necessário um micro-ônibus para viajar. Não faz sentido algum usar no dia a dia um carro grande por fora, com caçamba grande e um motor 2.4 para andar a 40km/h no trânsito e sofrendo para achar vaga só porque eventualmente vai usar o carro para viajar com a família e na maioria dos casos um compacto atende tranquilamente um casal com filhos pequenos, mas é questão pessoal se a pessoa quer comprar um VUC ou um caminhão só para levar os filhos na Escola e usar como veículo de passeio tem todo o direito.

            • Depende. Tenho um Civic 1.8 e ele anda bem mesmo com 5 pessoas e bagagem. O City que meu pai teve, por incrível que pareça, também.
              Essa Toro, mesmo pesadona e tudo mais, deve andar bem mesmo lotada com esse motor. O Compass, com o 2.0 Tigershark, teve o desempenho elogiado e, acredito, também não deve ter muitos problemas.
              Agora o Kicks custa R$ 90 mil e não tem opção de motor mais forte! O Renegade é bem manco na versão flex, mas custa a partir de R$ 70 mil e possui versão à diesel com desempenho satisfatório.

              • Mas é um senhor exagero do pessoal falar de esses carros serem mancos.

                Mesmo o mais “manco” desses altinhos ainda assim satisfaz quem sai de muitos 1.0 de 4 cilindros. Você acha que ocara que teve carro manual e 1.0, qdo pega um Renegade 1.8 automatico onde se precisar o carro faz redução sozinho vai achar ruim? O cara vai é acelerar e ter redução e pronto.

                Muitos serão os satisfeitos com esses carros. Terão neles outros diferenciais que o agradam a colocar na balança como maxima a performance…

                • Justamente, todo carro tem seus prós e contras, para quem busca um carro pequeno por fora com bom espaço interno e condução voltada mais para o conforto e economia de combustível, é bem servido nesses carrinhos. e vai além, muito dono de Civic migrou para o Hrv, isso mostra que esses carros tem suas qualidades sim.

                  • Tenho um Civic, entrei no HRV e achei apertado, o carro é bem estreito para quem tem um Civic, apenas senta mais alto. Acabei desistindo também porque balança muito principalmente lateralmente e os passageiros ficaram com enjoo e dor de cabeça após um pequeno test drive, bem diferente do Civic com suspensão multilink que pode até pular devido à suspensão redigida, mas não chacoalha. Além disso é mais caro e bem mais pobre em equipamentos.

                  • Sem duvida. Mas perceba que o HR-V anda mais que o Civic (de geraçao anterior). Mas parte disso pelo cambio CVT.

                    Sobre o que vc disse, eu só acho que existem sim motores que não casam mais com modelos atuais como particularmente acho que o motor 1.0 Fire uma dessas situações.

                    É um motor amarrado, fraco e beberrão. Falo isso porque meu pai está em seu 2 segundo Fire 1.0 e infelizmente ele é ruim de extração de força. ALém disso alguns Palios que ue ja dirigi também.

                    Dá até saudade da epoca em que esses motores Fire tinham apenas 55cv pois eram elasticos, andavam bem e eram super economicos.

              • O Civic 2.0 exr que temos em casa com 5 pessoas e porta malas lotado com certeza é tão “manco” quanto os citados simplesmente porque o carro não tem torque nenhum em baixa, ele vazio já demora para responder pois você pisa no acelerador e ele só faz barulho, quase tomei uma multa de semáforo porque ficou amarelo eu pisei e só fez barulho, o carro tem uma lag absurda e o torque é muito ruim, logo acho puro preconceito porque sei na prática que o 2.0 não é tão melhor assim, se o seu carro for manual e você andar com a rotação nas alturas pode até ser que consiga fazer andar de forma razoável porém aguentando a gritaria do motor e o consumo de Accord.

                O 2.0 AT5 não é tudo isso não, para fazer ele andar precisa deixar direto no modo Sport e ficar trocando marcha nas borboletas o que não faz sentido em um carro automático, o Kicks mesmo não faz feio perto dele falando em desempenho. Mas é aquilo carro não é só motor forte.

                • Vai me desculpar amigo, mas então o problema é você que não sabe dirigir.
                  Minha irmã tem um LXR AT também 2.0 e o carro dela anda que é uma beleza. Só acho o consumo um pouco exacerbado se comparado com o meu, mas nada demais.
                  Meu pai tem um Corolla GLi 1.8 com CVT e anda bem também.
                  O melhor de todos, contudo, é o HB20 1.6 MT da minha outra irmã. É o que mais anda, mesmo lotado (embora caiba menos bagagem).
                  Falo com conhecimento de causa porque minha família é grande e costumamos viajar todo final de ano todos juntos, em 2 a 3 carros. Já dirigi todos eles na rodovia e não senti qualquer tipo de “fraqueza” de motor que chegasse a incomodar.
                  Tinha um Punto Attractive 1.4 antes do Civic. Esse realmente não tinha jeito: era só botar 4 pessoas que andava igual 1.0 na estrada. Mas todos os outros que citei andam bem com ou sem peso.

                    • Cara, sem infantilidades! Não me venha com esse negócio de “Honda é Honda”.
                      O que eu quero dizer – e você entendeu muito bem – é que qualquer veículo com motor minimamente compatível com seu peso vai levar com tranquilidade 5 ocupantes (desde que tenha espaço para isso) e bagagem.
                      É óbvio que não se pode exigir um desempenho de superesportivo de um sedan médio com motor 2.0 de 150cv e quase 1.300kg, como no caso do Civic. Mas sim, se você encher ele de gente e bagagem ele vai desenvolver satisfatoriamente, com menos desenvoltura do que se estivesse vazio, obviamente, mas nunca vai andar como um 1.0 qualquer da vida.

                    • Mesmo porque atualmente acho que é o mais fraco da categoria com esse 2.0

                      Mas enfim, falo com experiência no dia a dia quando precisei de retomadas na cidade e o torque não veio, quase tomei uma multa de semáforo nessa.

                      É aquilo, o Corolla usava motor 1.6 de 110cv e 15kgfm, o Civic usava o 1.7 de 115cv e 15kgfm de torque, logo qual o problema de um compacto 1.6? não vejo ninguém reclamando do desempenho dos dois e usam em rodovia normal…

                    • O 2.0 do Sentra perde do Civic (são 140cv e 20kgfm de torque, ganha por pouca coisa no torque, salvo engano).
                      O problema é que o Kicks é um SUV de tamanho considerável e pelo preço deveria oferecer um motor melhor. É óbvio que ele não tem pretensões esportivas, mas deveria ao menos oferecer essa possibilidade aos seus clientes.

                    • No futuro provavelmente vai, mas longe de ser manco com o 1.6 né?

                      Usei o exemplo do Civic 1.7 e do Corolla 1.6 porque tem potencia, torque e peso parecido mas não vejo ninguém reclamando do Honda ou do Toyota, pelo contrário apenas elogios e é comum ver nas rodovias seguindo o fluxo normal…

                      Não entendo porque atiram pedras.. só por ser um Crossover? independente do tamanho e da altura ele é leve.

                • Realmente, o meu Civic o conversor de torque patina muito me irrita, mas a patroa adora, ela é bem cuidadosa e adora essa lerdeza, porém muito suave sem trancos. Talvez o truque para andar mais forte seja reduzir na borboleta antes da pisada.. Deixei o Civic para ela e comprei um Golf Tsi, este sim é bravo, nada se compara. Curiosamente minha esposa detesta o arranque forte do Golf, não quer andar nem como passageira.

                  • Eu prefiro carro suave também, mas quando precisa de torque um carro 2.0 que você pisa e sai duas mãos é complicado…

                    As borboletas raramente uso mas não resolve muito porque precisa subir bem o giro

          • 4 ou 5 pessoas dentro do Kicks vao estar bem mais satisfeitos q dentro de uma Toro, te garanto.
            Agora, se vc se refere apenas ao desempenho, o que vc acha do e-porq na Toro?

      • Que tipo de negócio? Você quer um veículo com dirigibilidade de um veículo de passeio e comodidade de um AT, com espaço interno de certa forma, equivalente, ou uma picape maior e mais robusta, num motor que deve beber tão ou até mais, sendo um pouco mais pesada e câmbio manual?

        Para ter a comodidade do AT, a Hilux 4×2 2.7Flex parte dos R$ 110mil, e a 2.5 Flex da GM não tem esse tipo de transmissão. Apenas nas diesel bem mais caras.

        • Eu não seria um consumidor de pickup para passear em shopping, logo, quando escrevi este comentário, estava pensando em comprar uma para o trabalho. Neste caso, na minha opinião, a S10 se adequa melhor.

          • A maioria dos consumidores de S10 jamais usa toda a capacidade da pick-up. A Toro por incrível que pareça é muito mais adequada pra utilizaçao que o povo dá a esse tipo de veículo. A S10 é péssima em conforto, seria queimar dinheiro optar por ela e andar com a caçamba vazia na maior parte do tempo.

    • Se já vende muito, imagina agora que “sanaram” o “problema”…! A dona FIAT deve estar rolando de rir!
      Deixou de vender Mille e Palio pra emplacar Renegade, Toro e, breve, Compass… Vai lucrar mais que a Toyota.

      • E a classe média migrando de sedan para SUV compacto enquanto a Toyota fica dormindo com o Corolla que é líder porque além do segmento de sedan médio atualmente estar em baixa, o Corolla está sozinho no programa PCD que da para o modelo um numero considerável de vendas.

        O Toyota Chr quando chegar ( tarde) vai enterrar de vez o segmento de sedan médio.

      • Não penso em comprar carros da carros da Fiat, pois acho eles defasados tecnologicamente, mas estão de parabéns. Mataram o Bravo, Linea, Ideia poisionando os carros mais caros com a marca Jeep e aproveitaram o domínio da Strada no seguimento para emplacar o Toro com a marca Fiat.

  • Se tem uma coisa que eu aprendi sobre a Fiat é NUNCA comprar um modelo novo no ano de lançamento, pois em alguns meses sai versão com mais itens de série/motor novo e você terá um carro “novo”, porém desatualizado.

    • Esse exemplo não é de carro novo desatualizado porque o 2.4 Flex não estão substituindo ninguém. É mais uma oferta, então quem poderá pagar a mais por ela, migrará do 1.8 para o 2.4 ou mesmo se abdica do motor a diesel com câmbio manual.

      No caso do Renegade, sim, com o 1.8 EVO 2 do Toro, não passou muito mais de um ano de mercado e sofreu alteração mecânica, inclusive ganhando recursos novos como Start/Stop.

      Daí, na sua lógica, deixa para comprar veículo da FCA após quase dois anos, pois nesse período pode haver upgrade de equipamentos e mecânica, além de novas configurações que podem melhor atendê-lo.

      • Na verdade, o Golf chegou com o 1.4 e o 2.0 turbo, não? E demoraram dois anos pra lançar o 1.6, então não foi tão rápido assim.

        Agora, no caso do 1.0 turbo, aí sim, é uma sacanagem com quem comprou o 1.6 manual, que foi lançado há pouco tempo, anda menos, bebe mais e custa quase o mesmo.

        • Até onde me lembro o 1.4 chegou junto com o 2.0, mas depois foram mais dois motores em um carro com poucos anos de mercado. Penso que, desde que não tirem os primeiros de linha, uma opção a mais é bem vinda.

  • Vi semana passada numa loja de acessórios aqui em Recife. Parecia a Volcano de lado, mas tinha a identificação Freedom AT9 na tampa. Pensei que era uma fake – trocou o AT6 pelo AT9. Já estava com placas na cor cinza.

    • Caro, pode parecer estranho, mas acredito que o custo de produção do Tigershark 2.4 é igual ou até maior que o Multijet 2.0, daí esse preço. Eu penso que se houvesse Volcano 2.4 Flex 4×4, custaria igual ao diesel.

        • Se você acha isso, então por que motores aspirados de alguns fabricantes são mais caros que os diesel no mesmo produto? Exemplo: Jaguar F-Pace.

          O bloco 2.0 do Multijet atende a Europa em massa, em vários produtos da FCA, e isso faz o custo de produção ser menor, embora maior que os gasolina por lá, mas a diferença é muito pouca.

          Pesquise nos sites de fabricantes europeus quanto custa um veículo diesel e o mesmo com motor a gasolina com dados de potência, cilindrada próximos. Não é muito mais caro.

          • Dê mais exemplos aí… Pq esse do Jaguar é um motor diesel normal contra um V6 de alto desempenho, fora que o V6 de entrada tem mt mais equipamentos que o Diesel, eles não são versões equivalentes. Logo, sua comparação não vale.

  • Não seria melhor se utilizassem o 2.0 do Compass nos 3 modelos (Renegade, Toro e Compass)? Ganharia em escala e facilidade de manutenção, preços das peças, etc.

    • Escala para quem? A FCA não colocou o 2.0 Tigershark em outros mercados no Renegade, e é um motor conhecido. Não é ofertado nem nos EUA, onde lá é o T-Jet MultiAir 2 de 160cv como opção melhor ao 2.0 aspirado, e o 2.4 como topo de linha.

      O Compass nos EUA usa motor 2.0, mas não é o Tigershark. Com a nova geração, para manter a oferta, penso, trocaram o motor que aqui virou Flex. Lá, o novo Compass deverá usar o 2.4 Tigershark MultiAir 2, que é ofertado no Renegade, e a FCA aqui oferece tal motor no Jeep menor, mas para exportação (Trailhawk argentino).

      O Toro pode ter tributação diferente, e sendo uma picape, ter um motor maior como o 2.4 seria melhor que o 2.0, mas, novamente, se for vendido no mercado americano, talvez surja, sim, o 2.0 nele. Para nós, parece que manter o custo menor do 1.8 que é fabricado aqui é melhor que usar o 2.0 importado e pelo preço desse 2.4 Flex, que também é importado, usar motor estrangeiro não é baratinho.

      Outra, ofertar o 2.0 no Renegade, dependeria de investimento, só que sendo um motor mais potente, que ficaria entre o diesel e o 1.8 Flex, tende a ter vendas menor e seria exclusividade nossa. O investimento para criar tal oferta precisa de retorno, e será que haveria no momento? A Honda poderia colocar o 2.0 Flex no HR-V e não oferta. Melhor que o 2.0 Flex, seria o T-Jet MultiAir de 160cv ou 170cv no Renegade, mas é importado, e já especulam o Firefly 1.3 16V T-GDI Flex, então é melhor esperar até para ver a reação do mercado com a Creta que vai ter o motor 2.0, e o novo Tracker com o 1.4 Turbo cuja potência/torque são compatíveis com motores 2.0.

      Se o 2.0 no Creta e o 1.4 Turbo no Tracker se derem bem, pode ser que a FCA pense na oferta do 2.0 Flex no Renegade.

      • “Com capacidade para 650 kg, a Fiat Toro Freedom 2.4 Flex vem com rodas
        de aço aro 16 polegadas com pneus 215/65 R16, sendo liga leve opcional.”

        Nesse caso,rodas de aço = rodas com calotas.

    • Amigo, garanto que essa Toro aguenta malemá chão de terra batido… Menos é mais Raimundo A….Comparar pickups médias com a Toro é covardia, são propositos diferentes ! Abraços

      • Cara, o povo usa a Strada em estrada bem ruim por aí há anos. A Toro, que é mais robusta e feita na base do Jeep, vai tirar de letra. O que ela NAO fará bem, é andar com 600 kg por estradas MUITO ruins o tempo todo. Daí sim um veículo construído sobre chassi será mais vantagem, óbvio. Mas a realidade é que pra 99,9% do povo a Toro vai suprir muito bem as necessidades e entregar beeem mais conforto que uma S10.

    • Sim, mas a questão é: quantos % dos consumidores fazem um uso tão pesado? O que mais vejo é gente carregando no máximo 200-300 kg nessas S10 por lugares onde uma simples Strada já daria conta perfeitamente. No fim das contas a Toro vai oferecer robustez de sobra pra maioria das pessoas, isso sim. E com o conforto de um carro.

    • [Como a Toro não tem chassi e sim monobloco, aí sim, ela não pode ser considerada uma picape verdadeira, que aguente o trabalho pesado, ou deslocamentos diários em estradas ruins.]

      500.000 km com uma tonelada na caçamba, sem nenhum comprometimento ou dano a estrutura, ainda é pouco pra você ?

  • Ótima opção de propulsor ao defasado etorq 1.8: propulsor Tigershark 2.4 com comando variável multiair na admissão, com 4 válvulas por
    cilindro. E com câmbio AT9.

    Não entendo porque a Fiat comprou a fábrica de Tritec para produção do Etorq, uma vez que se tratava de um propulsor mais atrasado que o sevel 1.6 16v que a Fiat dispunha da Argentina (também conhecido como TORQUE). O próprio gerente de produtos da BMW, Erich Sonntag, descreveu o motor Tritec como antiquado e não muito eficaz na função, desempenho e eficiência de combustível.

    • o sevel era 1.6 8v nao o 1.6 16v… a fiat teve 3 motores 1.6 16v, o 1° foi o high torque dos primeiros palio, o 2° foi o corsa lunga do ultimo ano de producao do marea e o 3° foi o e.torq q usa 20% das peças do TRITEC q era usado nos pt cruiser, mini cooper e bmw serie 3 do começo dos anos 2000, os outros 80% era um motor totalmente novo. esse motor 1.6 hj saiu de linha hj so fazem o 1.8 etorq e etorq evo pro toro/renegade

      • Então quer dizer que os 1.6 ofertados nos produtos da Fiat aqui e no Renegade do Reino Unido são ponta de estoque porque não o fazem mais, não esquecendo, também, do Fiat Tipo com 1.6 AT6?

        • os carros q usavam motores e.torq 1.6 16v no brasil ja sairam de linha qto aos modelos vendidos em outros paises nao sei dizer se a fiat continua exportando ou se vao colocar outro propulsor no local, mas aqui no brasil ele foi substituido pelo FIREFLY 1.3 q tem pouca potencia a menos, 109cv

      • Existia o Sevel 1.6 16v, chamado TORQUE, que serviu ao BRAVA, Palio 1.6 16v e Marea.O corsa lunga veio importado da Itália em substituição ao TORQUE (Sevel 1.6 16v). Os componentes básicos do Tritec são os mesmos do Etorq.

        • quando foi apresentado motor 16v “torque” sevel nao existia mais, era a propia fiat que tomo o control de empresa e 1 era carro na argentina como esse motor foi o Palio 1.6 16 v no ano 1996

    • Aqui na Europa o motor Tritec é um dos mais populares, tá cheio de Mini rodando com ele por toda parte. Ele é velho e ultrapassado sim, mas em termos de concepçao ainda considero mais interessante do que as opçoes da própria Fiat na época. Pena que foi relegado ao tempo. Podiam ter atualizado o cabeçote, colocado um comando multiair, mas a essa altura é melhor deixar morrer e dar outro uso pra fábrica no Paraná.

      • Concordo com a parte “Podiam ter atualizado o cabeçote, colocado um comando multiair, mas a
        essa altura é melhor deixar morrer e dar outro uso pra fábrica no Paraná”.

    • O etorq da toro esta num padrão bom de tecnologia, 4 válvulas, comando de válvulas e coletor de admissão variável, na real esse motor só fica devendo uma injeção direta.

      O problema não é defasagem, poditam tacar um muiltiair ou até um novo motor top de cilindrada igual que não ia resolver, o problema é que é pouco motor (1.7 aspirado) pra muito peso, e pra piorar ainda tem o cambio automático.

      • O comando variável só está na versão EVO, mesmo assim é manco, visto que só possui um comando de válvulas (SOHC). Portanto fica devendo muito em relação aos motores 1.6 16v THP da PSA, 1.4 TSI da VW, 1.4T da GM ou 1.5T Earthdream da Honda.
        Realmente se introduzissem o multiair e injeção direta neste motor melhoraria muito, mas isto não vai ocorrer.

        • Estamos falando da toro, logo obvio que é do evo q estou falando, sobre ser manco já disse o problema é o peso do carro perante o motor se fosse um 1.8 dohc de injeção direta continuaria manca do mesmo jeito.

          Vc citou apenas motores turbo, quero que cite um motor 1.8 ASPIRADO de qualquer marca que faria a toro deixar de ser manca, a culpa da toro ser manca n é a tecnologia do etorq e sim a pouca cilindrada.

          Se vc por o 1.4 tsi, ultra tecnologico, numa RAM 2500 ela vai ser manca de doer, nem por isso o tsi vai ser um motor defasado ou ruim, sacou o que estou dizendo?

          E a diferença de um dohc para um sohc de 4 valvulas são bem pequenas, mas bem pequenas mesmo, claro que dohc é melhor, mas é muito pouco mesmo, como eu disse esse e.torq so deve em injeçao direta, o problema é que ele e nenhum motor 1.8 aspirado do mundo presta para um carro de mais de 1600kg

          • O termo “manco” se refere ao comando variável com apenas um comando (SOHC). Não tem como ter um comando variável DECENTE com um único comando, portanto a diferença entre DOHC e SOHC não é bem pequena. Quanto a questão do turbo, o motor 1.8 etorq com turbo daria conta sim do peso da Toro/Renegade com folga, e a injeção direta ajudaria a diminuir seu absurdo consumo.

    • 2.4 com ou sem turbo vai beber… A diferença é que um 2.4 turbo seria, comparadamente, mais econômico que um motor 3.5 aspirado de potência equivalente, por exemplo.

      Além disso, não podemos esquecer que tem que ter injeção direta pra aliviar o consumo um pouco e subir a potência. Caso contrário, teremos apenas mais um motor turbo “normal”, como o 1.0 da Hyundai que anda menos e bebe mais que o 1.6 deles

    • “Segundo dados do INMETRO, o consumo em cidade é de 5,9 km/l com etanol e 8,6 km/l com gasolina. Na estrada, as médias sobem para 7,4 km/l e 10,8 km/l, respectivamente” (trecho retirado de outro site). Ou seja, perde pros eficientes motores turbinados (como já se esperava) mas fica no mesmo patamar dos aspirados de alta cilindrada.

        • Segundo uma galera daqui, é o contrário! o consumo real seria sempre melhor do que o do INMETRO, o que eu particularmente não concordo.

          Consumo do INMETRO pra mim tbm é sempre melhor do que a realidade.

          • Oi Guedes, só replicando o que respondi ao moderador, os índices do INMETRO servem como comparativo com outros modelos também etiquetados por eles. Não tem como comparar com nenhuma outra fonte (seja de sites, da vida real e etc), pois as metodologias são diferentes. Por isso as vezes os números podem parecer otimistas e em outras vezes pessimistas. Assim, independentemente se o consumo real é maior ou menor que o citado por eles, a comparação é válida, já que todos foram testados segundo a mesma cartilha.

              • Não se pode dizer que não condiz com a realidade, pois a realidade depende dos parâmetros de quem está usando/testando, entende o ponto? A minha realidade é muito diferente da de quem mora em uma região serrana. Assim, pra evitar essas diversas variações de parâmetros, utiliza-se um método e parâmetros iguais pra todos os modelos testados. Só que os números gerados por esse método não vai bater com a SUA realidade, pois os parâmetros são diferentes. É por isso que pra uns o consumo do INMETRO é maior que o real, e pra outros é menor.

                • Exatamente. O mesmo carro no mesmo trajeto com condutores diferentes terão consumo diferentes. Canso de citar o exemplo aqui de casa, eu e minha esposa no mesmo carro temis consumos diferentes. O INMETRO padroniza isso facilitando a comparação.

                  • Infelizmente poucos entendem o conceito e o que está por trás de um programa de etiquetagem, e acabam criticando sem fundamentação algo que é extremamente importante pra nós, consumidores. Programas de etiquetagem facilitam uma comparação homogênea e livre de viés entre os envolvidos.

                • Entendi seu ponto. Mas, o problema pra mim reside justamente no que você apontou.

                  Toma-se a realidade do INMETRO como se fosse absoluta, o que frusta muitas pessoas.

  • Deve ter ficado gostosa de andar, a Fiat quer mesmo que a Toro continue liderando o segmento, agora tem motor para todos os gostos e bolsos, mas podia ter mais 2 : 1.8 manual e 2.4 4×4. Agora falta o 2.0 no Renegade.

  • Quem quiser que compre o Compass com esse 2.0 que vai movimentar o carro sofridamente quando estiver com mais de 2 pessoas e bagagem. O motor certo seria o 1.4 turbo. MAs já que parecem que não vão botar, que seja esse 2.4. Pelo menos tem um torque decente.
    Mico pra quem comprou a TORO com o 1.8 que não anda.

  • Vi em outro site, que o consumo desse motor com gasolina, na estrada, é de 10,8 km/l. Se for assim, bem desanimador, quase o consumo de uma picape média flex. As únicas vantagens seriam o câmbio automático que as médias não oferecem, com exceção da Hilux e a maior praticidade de dirigir na cidade.

  • Pronto… pôs o motor com potência que deveria ter para roubar clientes da faixa de preço superior e agora já subiu de categoria. Só no Brasil mesmo.

  • Na argentina so temos motor diesel na toro, 1.8 gasolina ( nao é flex) é exclusivo do renagade e os propietarios tem muitas criticas pelo desempeño e consumo

    • Talvez a diferença esteja no fato de que o brasileiro não adquire esse carro porque deseja um utilitário. Ele compra pelo tamanho/porte prioritariamente para andar na cidade e carregar compras que caberiam na mala de um VW Up. Em resumo: para o brasileiro, em regra, a motorização não importa.

  • Bacana esse novo powertrain e bem necessário diga-se de passagem, pois o 1.8 E.TorQ nela (assim como no Renegade) é manco demais.
    Só achei o consumo um tanto quanto exagerado. “Pickup” pequena com consumo de pickup grande.

  • A Fiat leva esse negócio de “querer é pagar” a sério:
    1.8 – fraco e beberrão.
    2.4 – forte porém beberrão.
    2.0 Turbodiesel – forte e econômico.
    Acredito que mesmo com o 2.4 o 1.8 continuará a vender bem.

  • Rotação lá no alto pra conseguir apenas 23,5 Kgfm e ainda o estamos chamando de ‘torcudo’.
    Eu diria que é aceitável. Apenas isso.
    Tive a experiência de guiar o 1.8. O carro é bacana, mas muito fraco.

    • Esta é a ideia, a versão 2.4 flex AT9 é para quem não tolera câmbio manual, para quem gosta de cambiar, a versão 2.0 diesel 4×2 manual por exatamente o mesmo preço é muito mais interessante.

  • Brasileiro é insatisfeito com tudo e AMA achar defeito em tudo, antes a Toro não prestava porque o 1.8 é manco e 2.0 diesel caro!, agora que tem a 2.4 o problema que vai ser beberrona e que o motor é um projeto antigo….

    • Para o mercado interno não é viável, devido a tributação do IPI, talvez para o mercado externo o Compass receba este motor, a exemplo do Renegade.

  • Quando a Fiat ainda fazia o teste da Toro com a carroceria do Linea servindo de mula,, eu já falava que o motor 1.8 não daria conta do recado. Resultado??? eu era “linchado” nos comentários, taxado de desinformado, que não sabia do que eu estava falando e tal’s. Agora a imprensa especializada endossa tudo o que eu já imaginava.

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