*Destaque Fiat Hatches

Fiat Uno 2019 estreará sua terceira reestilização em junho

Fiat Uno 2019 estreará sua terceira reestilização em junho

Com a chegada dos modelos Mobi e Argo, o conhecido Fiat Uno deixou de fazer sentido na linha da Fiat. O modelo compacto é oferecido com preços que variam de R$ 43.990 a R$ 56.990, sem opcionais (ou R$ 63.430 com todos os equipamentos disponíveis), valores que invadem a casa do Fiat Argo, um modelo superior e mais moderno – o projeto do Uno atual data de 2010. Por conta disso, as vendas do hatch tiveram uma queda expressiva nos últimos meses. Entretanto, para recuperar terreno, o Fiat Uno 2019 está prestes a ser anunciado, algo previsto para junho.


De acordo com o novo presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América do Sul, Antonio Filosa, a nova linha do Uno será anunciada com importantes mudanças. Entre elas, o modelo deixará de ofertar as configurações Way e Sporting com motor 1.3 Firefly para dispor somente de configurações com o 1.0 Firefly flex de três cilindros, para não continuar provocando uma briga interna com o Argo. Portanto, ele passará a ser ofertado somente na faixa de R$ 40 mil, provavelmente com o retorno da versão Vivace.

Fiat Uno 2019 estreará sua terceira reestilização em junho

Além disso, pasmem: o Fiat Uno passará por sua terceira reestilização. A primeira e a mais importante delas chegou em 2014, quando ele adotou retoques no visual e também um interior totalmente novo, enquanto a segunda estreou em 2016 e é mantida até hoje, que marcou ainda a estreia dos motores Firefly. Ainda não se sabe como será esta nova reestilização do Uno, mas é de se esperar por novos para-choques e rodas.


Fora o Uno, o Fiat Mobi também ganhará novidades. O carrinho de entrada da marca terá um reposicionamento na gama de versões, também previsto para junho. Porém, para a infelicidade de muitos, o Mobi seguirá com os motores 1.0 Fire nas versões de entrada e o 1.0 Firefly e direção elétrica somente na configuração topo.

Fiat Uno 2019 estreará sua terceira reestilização em junho

Fiat Uno 2019 estreará sua terceira reestilização em junho
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  • Sr. Carro

    Esse modelo do Uno me desperta sentimentos paradoxais.
    Ora acho ele fofinho;
    Ora me parece um montinho de estrume.

    O Fato é que o antigo Fiat Uno Mille não volta mais. Aquele sim era bom.

    Enfim, O Uno não faz mais sentido, pois na faixa dos 40 mil existe o Mobi, e acima disso o Argo.
    A Fiat precisa cortar da própria carne e aproveitar o Mobi, que é mais muderno, e já vender ele completinho nesse preço (40 mil).

    • Piston head

      Ora acho ele fofinho; 2% das vezes
      Ora me parece um montinho de estrume. 98% das vezes

      Cada um tem o Panda que merece.

    • Wilson Junior

      A Fiat tinha 90% da gama com modelos que não faziam sentido.
      Agora a VW assumiu o posto kkkkk

    • Emanuel Schott

      Uno Mille era um carro EXTREMAMENTE simples. Tinha só o básico pra sair do lugar.
      Era barato? Sim, era, mas não espere que hoje custasse menos que o Mobi não.

      • Sr. Carro

        Era outra época.
        O Mille era basicamente uma evolução bem sucedida do ideal do Fusca.
        Um carro barato, econômico, robusto, servia como carro familiar, servia como táxi, carro de frota, o que fosse.
        Não por acaso rivalizava fortemente com o Gol.
        A Fiat até conseguiu emplacar algumas versões do Palio, mas de uns tempos pra cá vem caindo miseravelmente no segmento.

      • Marcelo Henrique

        Sou meio doido das ideias, mas o Mille é tão simples o seu desenho é bem mais elegante que o Mobi.
        Aquele monte de vincos, lanternas cheias de detalhes fica estranho, fica parecendo que está enfeitando algo que não necessita ser enfeitado.

        • Julio Andraski

          O Uno original (de 1983) foi desenhado por um grande designer, Giorgetto Giuguaro.

    • Leonel

      Às vezes eu penso que a FIAT tem ótima estratégia, como é o caso da Toro (se pensar na FCA, Renegade e Compass). Em outros momentos, da a impressão que está completamente perdida! Parece novata, com pouca experiência no mercado.

      Não consigo entender…

      • Marcelo Henrique

        É simples, em 2014 todos os fabricantes viram que o nicho de carros populares iria cair muito.
        A Fiat então apostou forte no Toro aproveitando o sucesso da Strada e dos SUVs para inventar algo que atendesse essas duas categorias e que deu certo, virou quase um “Corolla da Fiat” em termos de vendas.
        Apostaram forte também no Argo e Cronos para serem os compactos premium da marca, só que o mercado está reagindo oferecendo preços melhores ou conteudos mais atraentes em outros modelos da concorrência.
        O Mobi era para completar a linha oferecendo um carro simples e matar as versões mais baratas de Uno e Palio.
        Em sintese era para ser Mobi, Argo, Cronos, Strada e Toro.

  • Rafael Straus

    Aposentem essa coisa logo.

    Mataram o carro errado (Palio) e deixaram esse zumbi.

    • kravmaga

      Deveriam ter deixado é o Punto. Mobi, Uno e Palio não deveriam existir.

      • Raimundo A.

        Não compensa ter tantos compactos. Inicialmente, o planejamento que a FCA divulgou válido para 2013 a 2018, era a chegada do Mobi, sucessores para o Punto e o Palio, bem como Grand Siena e Siena. O que ocorreu foi o Argo vir substituindo Punto e Palio, o Cronos versões mais caras do Grand Siena explorando nicho do Linea que saiu sem ter sucessor (era para ser o Tipo/Aegea) direto, e mantiveram o Grand Siena abaixo do Cronos.

        O Uno ficou em sobreaviso até porque ganhou investimentos acima do Novo Palio. O problema é que o Mobi não atingiu a meta e é pequeno demais, menor que o Panda que é pouco menor que o Uno. O Uno chocou com o Novo Palio que teria que ser modernizado (poderia ser o Argo com nome de Palio atuando na faixa do Punto também).

        Veja, se o Argo entrou no lugar do Palio e do Punto e mesmo assim o Uno está penando, ter quatro veículos seria ruim como era, pois o Palio pela falta de modernização no Punto atrapalhar este.

        Em suma, o máximo atualmente para evitar grandes conflitos é ter no máximo três compactos hatches e ainda assim precisam ter equilíbrio. Tem marca, vide a GM, que está apenas com o old Onix(melhorado) e o Onix FL, vendendo pacas. A Ford estaria abandonando o Fiesta priorizando o Ka. Se teremos novo Fiesta aqui, vai depender do mercado ter vendas altas para os compactos premium.

        • Emanuel Schott

          As medidas do Mobi ainda são maiores que as do Panda.

        • Pedrov

          Uno e Argo bastavam para a Fiat. O Mobi foi um erro.

          • Edson Fernandes

            Concordo plenamente. E agora vai enfiar mais um 1.0 disputando com argo 1.0 e mobi 1.0 firefly. Melhor descontinuar ele.

      • Wilson Junior

        Realmente. Um monte de lata velha que ficou.
        Era melhor não terem feito essa aberração que chamam de Mobi.
        Eu preferia o Palio Fire que essa cópia do Tata.

      • Emanuel Schott

        Punto só se mantivessem o nome no Argo (algo que VW adora fazer). É um projeto antigo, dos tempos de compartilhamento de plataforma com a GM ainda e as vendas eram pífias.

        • Ernesto

          Não só a VW costuma manter os nomes. A Fiat que está na contramão, lançando carros com nomes diferentes.

    • Dick Buck

      Exato. Mobi não deveria ter existido, assim o Uno ocuparia seu lugar original, Argo e Cronos seriam os novos Palio e Siena (a Fiat tentou esconder a essência de popular mudando o nome dos carros mas não conseguiu, então que continuassem os nomes clássicos) e, se sobrasse Algum espaço no portifólio, o Tipo entraria.

  • Matthew

    Que piada voltar ao motor Fire! Nada contra, más é a única​ marca do mercado que trabalha com duas linhas de motores 1.0 ao mesmo tempo. A linha 2019 deixará de conflitar com o Argo, porém terá concorrência interna com o Mobi que nunca deveria ter existido, bastava atualizar o Uno.

    • Was

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Nem o próprio Uno é de ferro rs.
      Bem observado, é a única marca com dois motores de mesma cilindrada!!! Isso para manter a tradição, pois hj em dia não tem dois modelos (antigo e novo) em linha!!

      • Ubiratã Muniz Silva

        poisé, quando o Fire-55 surgiu no mercado (com o Palio 2000/01), conviveu com o Fiasa 1.0 por um bom tempo. Só em 2002 que o Palio Young (modelo 1ªgeração) e o Uno adotaram o Fire (motor que casou muito bem com ele na época)

        • th!nk.t4nk

          Se a FIAT puder ganhar 10 Reais por carro trocando o Firefly pelo Fire, eles vao fazer isso, pode ter certeza.

        • Edson Fernandes

          Pra mim, o motor Fire mesmo 8v dessa epoca foi o melhor Fire da Fiat. Mesmo no Palio era bom de tocar.

          Depois que foi ganhando potencia, ele foi ficando extremamente aspero e sem exatamente melhora de potencia no uso que justificasse apenas estampar os 65cv e posterior 75cv.

          • Ubiratã Muniz Silva

            áspero e beberrão, a Fiat literalmente transformou o Fire num Fiasa com o passar dos anos.

            me lembro que o Fire-55 era realmente o melhor. Fazia fácil 22 km/l num Uno caixa na estrada (18 num Palio G2).

            • Edson Fernandes

              Me lembro de uma cliente onde eu trabalhava que ela tinha um Uno Fire desses. Ela dizia fazer mesmo 18km/l em diversas situações. E foi então um dia que conheci a filha dela, saimos… enfim… fomos viajar com esse Uno.

              Não me esqueço disso pois posteriormente eu tive um Uno 1995 ELX (motor 1.0 fiasa e carburado), a diferença de consumo e principalmente de potencia no uso pratico era gritante! O Fire era bem silencioso, extremamente elástico e economico.

              Tanto que posteriormente uma namorada teve um Uno modelo “Top” 1.5 1989 e ao andar forte com um fire 1.0, a diferença de potencia perante o qto eu abri do cara, não foi tão grande qto se podia esperar. Passei a olhar com outros olhos, mas nunca cheguei a ter um por destino mesmo.

  • Was

    Acho que o grande problema é o MOBI, que nunca deveria ter existido!!!

    • HugoCT

      Tambem acho, deveriam ter deixado o Uno na faixa de 35 à 52 mil – para competir com UP, Kwid, e Etc…, acho que o Mobi foi uma tentativa de ter um produto novo frente ao cansado projeto do Uno. O erro foi a Fiat colocar os preços do Uno parecidos com os do HB20 de entrada, que é muito mais carro.

      • Raimundo A.

        Bem, meu caro, se eu tomar como exemplo a GM e de certa forma foi o que o Uno passou, o Vivace atual como motor Firefly teria preço colado nos R$ 40 mil. O problema é que Uno não cresceu o suficiente para ter medidas adequadas a faixa inicial dos R$ 40 mil.

        Outra, pela faixa de preço que você cita, a Fiat tratou de eliminar versões para deixar o caminho livre para o Argo.

        A Fiat pode fazer um mudança visual leve, para dizer que mudou, e talvez por mais recheio sem subir o preço, bem como especulam, ter versão com o Fire para o preço cair, só que isso pode interferir é no Mobi. É a opção a curto prazo.

        A médio prazo, se for para manter o Uno, mudaria ele para crossover, exceto se a preferência for o tal Jeep abaixo do Renegade.

        • Pedrov

          Na minha opinião, ao invés de a Fiat ter inventado o Mobi, deveria ter investido no Uno e voltá-lo ao mercado de subcompactos, com uma estratégia semelhante a do Kwid: uma versão pelada, outra com itens de conveniência básicos e uma de topo com central multimídia e câmbio GSR. Seria um sucesso na faixa dos R$ 30 mil a R$ 45 mil. As pessoas ainda associam o nome “Uno” a um carro barato, de entrada. O Mobi veio como um desconhecido e usurpou o lugar que deveria ser do Uno, jogando-o para um terreno que não era o dele.

          • Edson Fernandes

            Sem contar que o Mobi veio com preços extremamente parecidos com o Uno sendo um Uno piorado e a versão de topo no lançamento encostava nas versões 1.3 do Uno tbm.

        • Edson Fernandes

          Eu já acho que a Fiat irá adotar o family face de Mobi e Argo no Uno para tentar torna-lo atrativo.

          Pois creio que apenas mais um facelift mantendo os mesmos farois e lanternas não irá funcionar no caso do Uno.

          • Luconces

            Problema do Uno hoje ao meu ver é espaço interno.

            Ele tem um desenho bem original dentro da linha Fiat hoje, sempre foi assim desde 2010.

            Adotar a frente exagerada do Mobi e Argo pode causar visto como é controverso o desenho desses carros.

            • Edson Fernandes

              Entretanto pode fazer sucesso a ele. Talvez de certo.

    • Raimundo A.

      O Mobi, quando foi lançado veio a preço abaixo do Vivace que saiu de linha, e o Uno ao ter o Firefly, que trouxe mecânica moderna que o Novo Palio não teve, subiu de preço e colou neste último, só que perdendo em espaço interno. Se o Novo Palio tivesse ganho o Firefly, a tendência seria subir de preço e assim manteria certo distanciamento do Uno.

      O problema em dotar alguns produtos de modernização mecânica e outros não, ferrou o Uno que não é muito maior que o Mobi, mas perde em espaço para o Novo Palio com preço quase empatado.

      O Argo surge e para ter preço, criaram depois a versão simplificada que teria o preço esperado para um Novo Palio modernizado. Logo, o Uno continuaria espremido.

      Se a Fiat consegue baixar o preço do Argo, que é mais moderno que o Novo Palio descontinuado, pode manter o preço inicial de R$ 30 k no Mobi e criar mudanças no Uno, melhorar sem elevar o preço.

      O Mobi mais caro alcançar preço do Uno não é problema, porque isso sempre existiu no mercado se tratando de versões topo de uma categoria a preço de entrada ou intermediário de superior. Vai depender do recheio e preferências a escolha.

      • Emanuel Schott

        O ideal:

        Mobi (sem sobrenome e pelado) por R$32.000
        Mobi Drive (com kit dignidade) por R$37.000
        Mobi Drive GSR por R$42.000

        Uno Drive por R$40.000
        Uno Drive GSR (com controles de estabilidade e tração de série) por R$45.000

        Argo (sem sobrenome) por R$45.000
        Argo Drive por R$47.000

        Um não atrapalharia a venda do outro. O Uno ainda poderia manter uma versão 1.3 por R$50.000 sem que atrapalhasse as vendas do Argo 1.3 por R$55.000.

        • Leonardo

          Mas e a ganância fica aonde ?vc reduziu o lucro

          • Emanuel Schott

            Não necessariamente. Ah, lucro não é ganância.

        • Edson Fernandes

          Olha, te ser sincero… nunca entendi porque a precificação do Mobi Drive não foi exatamente essa. Eu disse em outra noticia e digo nessa… o Mobi GSR por R$40000 roubaria tranquilamente muitas vendas dos rivais e até de alguns carros automaticos “de verdade”.

    • Marcelo Henrique

      O pessoal reclamava da falta de espaço desse Uno 2010, aí a Fiat fez o Mobi que conseguiu ser pior.
      Se era para substituir o Mille então que fizessem a coisa direito.

  • Diego HONORATO

    Acho uma grande cagada matar o UNO em prol do Mobi….devia pelar o mobi e manter entre eles o UNO. Dou exemplo as vendas para orgãos publicos que a FIAT ta levando bomba…a prefeitura que trabalho comprou 4 carros,…no fim a licitação ficou com o Kwid, já que o Argo excede os valores e o Mobi geralmente perde no entre eixos para os rivais

  • Fábio A.

    Erro da Fiat foi lançar o Mobi. Alías, a Fiat é a montadora campeã em fazer besteira e deixou de ser interessante e principalmente inovadora faz tempo. Só consegue ser competitiva e vender bem em picapes..

  • Edilson

    quem compra um mobi é debilóide.

    • Djalma

      Ou mobilóide!

      • Fernando Bento Chaves Santana

        tu-dum…tssss!

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Acho que na prática será um Mobi maior, com maior entre-eixo. Conservará as portas dianteiras e o capô do Mobi. Mas terá novas portas traseiras, novos faróis, novas lanternas traseiras, novo painel e provavelmente também terá porta de vidro, mas com desenho distinto, pois a porta de vidro é mais barata do que a de metal.

    • Raimundo A.

      Na prática, o Mobi é um Uno encurtado com design diferente. Se o Uno vai ter a nova identidade visual, iniciada no Mobi e em seguida, mesclando com o Tipo e modelos da Alfa, Argo e Cronos, o iria apenas acompanhar o visual.

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Exato. O Mobi é apenas um Uno encurtado com algumas melhorias na plataforma. Acho que faria sentido aproveitar, como citei acima, peças do Mobi (tais como portas dianteiras e capô) e incorporar processos de baixo custo inaugurados como o Mobi a substituição de algumas soldas pelo uso de adesivo aeronáutico. E estou curioso para saber se o Uno poderá incorporar a porta traseira de vidro que é mais barata do que a de aço e que propiciaria pequeno ganho no volume do porta-malas. E por fim acho que este projeto é complementar ao da Nova Strada, assim esta não deverá passar de um Fiorino sem baú com painéis externos redesenhados segundo a atual identidade visual da FIAT.

  • Lucas086

    Quase que nem o Gol, a cada 3 anos muda algo

    • Pedrov

      Pior, a cada dois anos. 2014 veio a primeira reestilização, 2016 veio mais uma, agora tem mais uma para 2018 e já existem rumores de uma nova geração para 2020.

      • Lucas086

        Verdade, e a de 2016 foi a pior, perdeu os farois duplos. Mas eu gosto do Gol track, a frente combina bem com a proposta

  • Leonardo azevedo

    Ao inves de terem lançado Mobi deviam ter dado a cara dele pro Uno e manter os preços do uno na faixa de 35 a 45 mil. O motor 1.3 firefly é excelente para esse carro uma pena deixar de existir

    • Raimundo A.

      Talvez, meu caro, o Uno esteja com os dias contados ou vai mudar de categoria, só que este último demoraria um pouco, então para evitar conflitos com outros hatches, as versões mais caras usando o 1.3 perderam terreno.

      Digo isso, porque o Mobi parece que vai ter carroceria picape, se não for a nova Strada baseada nele. Em seguida, seria o Fiorino, que é derivado do Uno, passaria a ser derivado dessa picape baseada no Mobi. Dessa forma, o Uno não tem derivado, porque seriam alocados no Mobi. Logo, pode ser descontinuado ou mudaria de categoria, crossover compacto abaixo do Renegade, que era a promessa de um B-CUV no planejamento que a Fiat divulgou e não cumpriu válido até este ano, exceto se o tal Argo aventureiro seja esse B-CUV.

    • Edson Fernandes

      Eu já acho que nem a Fiat acreditou no produto Mobi. Ela fez para efeito de teste visual e viu que colou. Talvez quem sabe agora com o family face, isso ocorra no Uno.

  • Emanuel Schott

    O erro já foi feito lá atras quando a Fiat subiu a categoria do Uno, querer rebaixa-lo de novo ao motor Fire é errar mais ainda. Esse Uno com motor Fire pode limitar as vendas do Mobi que estão relativamente bem. A VW tentou fazer essa burrada ao elevar a categoria do Gol pra fazer do Up o carro de entrada, percebeu a tempo (não tão a tempo assim, já que o Up é um fracasso).

    Só não sei como a Fiat vai se virar com esse Fire beberrão quando o Rota 2030 passar a cobrar IPI com base no consumo. Uno vai voltar a ter preço de Argo?

  • Djalma

    Verdade seja dita, a Fiat está perdida nessas versões de entrada.

  • FFSB

    A linha, dada a atual bagunça, deveria ficar assim:

    1. UNO Vivace 1.0 Firefly
    – R$ 35k a R$ 40k (com opcionais)
    – Versões + básicas mesmo

    2. MOBI 1.0 Firefly
    – R$ 38k a R$ 42k (com opcionais)

    3. MOBI 1.3. Firefly
    – R$ 42k a R$ 48k (com opcionais)

    4. ARGO 1.3 Firefly
    – R$ 46k a R$ 52k (com opcionais)

    5. ARGO 1.8
    – R$ 54k a R$ 65k (com opcionais)

    * Ou seja, sairiam de linha o MOBI Fire e o ARGO 1.0 Firefly.

    E, lá para 2020, a FIAT deveria extinguir completamente o UNO, lançando uma nova Geração do MOBI (maior, para ficar do tamanho do UNO atual e fazer as vezes de carro de entrada), com motores 1.0 Firefly e 1.3 Firefly. Também nesta data, o ARGO já passaria por sua primeira reestilização, melhorando em alguns aspectos visuais, trocando o motor 1.3 pelo 1.0 Turbo e o motor 1.8 pelo 1.3 Turbo. Cronos iria na mesma linha do Argo, em termos de motores (e todos, todos mesmo, aposentando o Dualogic em favor de um câmbio automático com conversor de torque).

    • Jad Bal Ja

      Não faz sentido o Uno mais barato que o Mobi. O Mobi foi um erro da Fiat, jogou o Uno pra cima pra concorrer com o Argo, o que tbm não fez sentido. O certo seria o Mobi pegar a faixa entre 35/45 o Uno pegar 45/54 e o Argo de 54 pra cima…. tudo meio espremido mas cada um na sua faixa.

      • FFSB

        É uma ideia legal, e também estava pensando assim. Porém, o UNO tem um histórico (bem sucedido) de ser carro de entrada da FIAT no Brasil, “popular” mesmo. E não vejo este posicionamento tão colado no Mobi, ainda. Mais além, não vale a pena investir na “marca” UNO, que já está cansada; daí posicionar o carrinho como versão de entrada (coisa que a FIAT está fazendo) por agora, para depois tirá-lo de linha definitivamente do Brasil. Não vejo espaço para três compactos no line-up da FIAT Brasil.

        Acredito que um crossover compacto poderia ser adicionado à linha FIAT brasileira, posicionando-se acima das versões intermediárias do ARGO, mas ainda abaixo de concorrentes como Renegade (fogo amigo), HR-V, Creta e Kicks. Falta a atuação da FIAT neste segmento, e não dá para tentar emplacar carro da montadora italiana em faixa de preços muito elevada. FIAT é vista como popular (nada contra), e deveria aproveitar este posicionamento precioso construído ao longo do tempo.

  • Gran RS 78

    A Fiat mais uma fez fazendo lambança aqui no Brasil. Porque a marca insiste no Uno, um modelo que ninguém mais quer? Encerre de fez a produção desse modelo e foque no Argo, que até agora não mostrou a que veio.

  • Lennes

    R$ 63.430 kkkkkkkkkkkkkkkkkk O jeta usado então teria quer partir de R$ 100 mil kkkkk
    Fala serio um Uno chegando a 63.430, o Brasil é uma maravilha mesmo kkkk

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      lembro que o Uno sporting 1.3 foi lançado completo perto dos R$ 55 mil

  • Erick

    O último Uno Way 1.3 era o “city car esportivo” dos sonhos… Uma pena o Uno ter perdido o motor 1.3 …

  • Luccas Stringger

    FIAT = MELDA

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    lembro que o Uno sporting 1.3 foi lançado completo perto dos R$ 55 mil.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Tão fazendo uma cag@da tão grande dentro da fiat com esse 3 carros 1.0 que o pior é que a fiat ainda vai lançar novas versões do Mobi. O correto seria:
    Mobi fire easy 29990 pelado
    Mobi drive 1.0 35990 kit dignidade
    Uno Drive 1.0 40990 completo
    Uno Drive GRS 1.0 44990 completo
    Argo Drive 1.0 47790 que está a venda
    (Versões Way 1000 a mais)

    • Rafael Neves

      eu ja acho que deveriam matar o Argo Drive 1.0 e manter a linha Argo com os motores 1.3 Firefly e o 1.8 beberrão assim a sua listagem ficaria mais condizente. no demais concordo.

      • Edson Fernandes

        E não é que faz mais sentido? Só que matar agora o 1.0 no Argo e´matar as vendas dele. Porque é o que mais vende depois da versão 1.0 do Argo sem descrição de modelo.

        • Rafael Neves

          Pois é… agora que lançaram, para tirar de linha só matando a gama toda… dona Fiat fazendo Fiatisses rs

  • Miguel

    Matem o Mobi e deixem o UNO!!!
    Todo mundo aqui reclama que a Fiat não tem tradição com nomes de carro, pois muda toda hora, não seria melhor colaborar com a manutenção do ÚNICO que continua com o mesmo nome? Rs
    Agora o moderno 1.3 só serve Argo e Cronos, que absurdo!
    Mobi com aquele ultrapassado 1.0 e o Uno apenas com o 1.0 firefly!
    Por que não acabam logo com o Mobi e investem no Uno? Creio que uma versão 1.3 esportiva e a Way poderiam transformar ele no SUV compacto que todo mundo vai fazer lá pra 2020, na reestilização…

    • Rafael Neves

      Um Uno TJET com o 1.3 Firefly sobrealimentado não seria uma má ideia…

  • Pedro Neto

    Que bagunça

  • Marcelo Henrique

    Se a terceira geração vier quadrada igual a primeira e obviamente com um bom espaco interno, aí pode ser interessante.
    Mas do jeito que está, fica mais fácil comprar da concorrência.

  • Sílvia

    Dona Fiat ! Bota logo um turbo no Móbi , or- di- á- ri- a !!! ( brincadeirinha , hein . . . ) =D

  • Abdallah

    Será que o uno tem o mesmo problema do mobi, que segundo um mecanico bom da fiat disse que o mobi nao foi projetado para usar em dia de chuva senao molha por dentro…kkkkkkk

  • Ricardo Blume

    Pobre Uno. Está mais perdido que chinelo de louco dentro da gama da Fiat. Bela lambança da montadora.

    • Sílvia

      “Chinelo de louco” , táhh !!!

  • Thiago André

    Melhor seria aposentar já o Mobi, mas isso não vai acontecer, então o melhor seria aposentar o Uno e deixar o Argo começando nos 39,990 numa versão Argo Fire, com ar, direção, travas, vidros elétricos dianteiros e desembaçados dianteiro e traseiros. Fazendo o Argo assumir o que é popular! Pra que tantos modelos com as mesmas motorizações, praticamentos com os mesmo espaços, e com os mesmo preços, sendo correndo um do outro. Ou Fazer como a Ford faz com Ka, um único modelo para o seguimento de entrada.

  • Joaquim Grillo

    A verdade é que o Uno abriu as portas para os carros bizarros tirando a toro que é na minha opinião 50% bizarra acho um tanto quanto sem gosto a frente dela, de resto, palio, uno, mobi, argo são tudo carrinhos feios

  • JCosta

    O Uno é muito superior ao Mobi… Pode ter projeto mais antigo, mas ainda é um carro melhor.

  • LL

    Não tem nada de complicado, é só abrir espaço para baixo…
    Argo á partir de R$42.990,00 kit dignidade (batendo preço com hb20, onix, etc…)
    Uno á partir de R$ 38.990,00 kit dignidade
    Mobi á partir de R$ 33.990,00 com kit dignidade e R$ 29.990,00 pelado

  • Unknown

    Estão perdendo tempo com este carro, que foi um fracasso desde o seu lançamento.

  • ADJR

    Acho que é a última tentativa da Fiat para fazer o Uno voltar a vender bem. Dá um tapa no visual, depena um pouco, faz 2 ou 3 pacotes fechados de opcionais e elimina as versões mais caras. Se ainda assim não der certo deverá sair de linha.

  • Wellinton Portugal

    precisa mudar mais que para-choques, o primeiro vivace ainda é o mais bonito, essa frente atual é poluída e sem graça.
    agora o que fazer com dois compactos? pra mim o correto seria manter o uno, ele é o carro mais tradicional da marca, diminuir as versoes do mobi e numa futura reestilização o deixar “moderninho” completinho, com um visual mais descolado e ele sim assumir o posto de carro de imagem da fiat, posto deixado pelo ótimo 500.

  • Marcos Wild

    Pagar R$ 40 mil num FIAT UNO é irracional

    • Luconces

      E num Mobi então?

  • Luan Rayan

    Esse Mobi deveria iniciar custando uns 25k… já estava bom demais (já que não têm portamalas),
    portanto, na minha análise, ficaria:

    Mobi: 25k 1.0 fire (pelado);
    30k 1.0 firefly (um kit conectividade);
    35k 1.0 firefly (automatizado, rodas de liga leve, central multimídia etc..).

    Uno: 30k 1.0 fire (pelado);
    35k 1.0 firefly (kit dignidade e conectividade);
    38k 1.3 (kit dignidade e conectividade);
    40k 1.0 firefly (automatizado etc…);
    43k 1.3 (GSR etc).

    Argo: 44k 1.0 firefly (pelado);
    49k 1.0 drive;
    52k 1.0 drive automatizado;
    54k 1.3 drive;
    59k 1.3 gsr;
    … etc.

    Desse modo, venderia bem os carros de entrada e, não haveria briga interna.

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