Fiat Hatches Mercado Preços

Fiat Uno perderá versões para favorecer Argo

fiat-uno-2018-1

A Fiat já fez uma mudança na gama de versões e preços do Grand Siena em virtude da chegada do Cronos, reduzindo assim a versão Attractive 1.4 para R$ 50.990, mantendo este ainda a versão Attractive 1.0 por R$ 46.690. O modelo também perde as versões Essence e Essence Dualogic para não conflitar com a novidade.


Porém, não é somente o sedã compacto que terá alterações. De acordo com o site UOL, o Fiat Uno também perderá versões. Para reduzir o fogo amigo entre os modelos, a marca italiana vai cortar versões do hatch, que assim dará mais espaço ao Argo. Atualmente, os preços entre Mobi, Uno e Argo estão bem próximos, especialmente na faixa dos R$ 55 mil, onde aparecem Mobi Drive 1.0 GSR, Uno Way 1.3 GSR e Argo Drive 1.3.

Mas, no trio, o Uno é quem mais tem chances de atrapalhar a vida do Argo, especialmente na faixa entre R$ 47 mil e R$ 63 mil. Como se sabe, por exemplo, o novo hatch não tem uma versão aventureira, o que ajuda o clássico da Fiat nesse caso. Mas nos demais, há um conflito de interesses que vai levar ao corte de opções do hatch.

fiat-uno-2018-2


Herlander Zola, diretor de marketing da Fiat na América do Sul, disse: “Vamos fazer uma avaliação do posicionamento do Uno. Em breve teremos novidades quanto a uma faixa de preços mais apropriada para o modelo. Temos versões, com volumes pequenos, é verdade, que ficam em cima da faixa de preço do Argo. Isso não faz sentido”.

Acredita-se que com preços entre R$ 40 mil e R$ 56 mil, o Fiat Uno deverá perder as versões Sporting e Sporting GSR, que são as mais caras. Assim, o hatch fica posicionado mais abaixo e, se houver uma paridade, será mediante a aplicação de opcionais. Assim como a Volkswagen, a Fiat tem uma gama de entrada com três hatches, que acabam ficando muito próximos em preço.

Embora a diversidade seja uma vantagem para o consumidor, para a marca a desvantagem é o conflito entre os produtos, o que gera canibalização das vendas de alguns modelos. Em 2017, o Mobi emplacou 54.270 unidades, enquanto o Uno ficou com 34.165. Já o Argo, que não teve um ano cheio, ficou com 27.925 vendidos. Como se sabe, a Fiat aposta suas fichas no recente lançamento e quer vê-lo entre os mais vendidos. Em janeiro, o Argo passou o Mobi com 4.972 vendidos contra 4.679 do irmão menor. Já o Uno, muito mais distante, vendeu apenas 1.263 exemplares.

[Fonte: UOL]

COMPARTILHAR:
  • Diego

    “Em breve teremos novidades quanto a uma faixa de preços mais apropriada para o modelo”

    Os fabricantes já perceberam que aumentaram demais os valores, hoje qualquer carro com itens básicos de conforto custa mais de 39 mil se considerar o IPVA e Seguro, esses valores não são suportados por potenciais clientes da classe C, a maioria no Brasil, prova disso é a retomada de imóveis e veículos financiados
    Serviços e bens antes comuns hoje foram inflados no Brasil a níveis inexplicáveis , não tem IPCA, inflação ou qualquer outro indicativo que justifique o que ocorreu em termos racionais, apenas especulação de alguns, podem ter certeza.
    Ocorreu que cada um queria diminuir a sua perda de lucratividade, pois bem, o resumo é retratado nos vários setores da economia, não existe recuperação como o governo vem alardeando, apenas diminuição das perdas frente ao fracasso de anos pretéritos, aqueles que estão tendo possibilidade estão saindo do Brasil.

    • Pedro Henrique

      o uno parte de 42 mil reais, enquanto o argo facilmente vê-se propagandas na internet a partir de 43.900…
      do meu ponto de vista se faz desnecessária a presença do uno ali, abaixo dele ta o mobi que facilmente alcança os 42 mil com alguns opcionais e como a própria matéria falou, podendo chegar aos 55 mil, em um MOBI.

      mobi é carro feito pra ser dos 30 aos 40 completo, o uno era pra começar em 36 e ir até 46 completo e o argo começando em 45 e ir até o além, ainda assim haveria canibalismo.

      • Ricardo

        Depois falam que a VW que é careira! Pelo menos os produtos da VW são de muiiiito mais qualidade!

    • Martini Stripes

      Voce está errado.
      O poder de compra que não acompanhou a inflação.
      O desemprego afetou o salário que não subiu. Os carros ficaram mais baratos comparados com alguns anos, tem mais itens de segurança e conforto pelo mesmo VALOR de antes. E não mesmo preço, é difernte.
      Pode fazer as contas

      • Diego

        Não estou errado, o que ocorre é levar em consideração percentuais de inflação que não representam a realidade, aí reside o erro, são meras formalidades que não retratam a realidade, o que existe hoje é crédito, por isso que muitos compram e pagam 2 ou 3 automóveis.

    • Reduzir o lucro é impossível: a matriz não quer. Níveis de segurança, exigidos por Lei, são custos fixos do veículo.
      O que sobra? Tirar toda a perfumaria que achavam que os jovens curtiriam, mas que se converte em 5, 10, 15 reais a mais no custo final de um carro – que, para a classe C, são muito dinheiro.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Agora deveria deixar só com o motor 1.0 a partir de R$ 40 mil e uma mais completa por R$ 48 mil. Pra nova geração poderiam deixar como um ícone da marca, um carro de nicho, apenas Uno turbo com um 1.0 de até 120 cavalos e quase 19/20 kg de torque pra bater o UP TSI.

    • Ninguém precisa se preocupar em bater o Up em qualquer versão que seja. Ele está morto.

      • Estevao S Brasil

        Realmente, o Up tá morto nas vendas, diferentes dos ocupantes em um eventual acidente já que o carro tirou cinco estrelas quando foi submetido ao teste de colisão do Latin NCap. Vale salientar que hoje em dia ele não repetiria essa pontuação porquê não tem controle de tração nem controle de estabilidade, que é a única coisa que lhe falta.
        O Up só vende pouco enquanto o Onix vende muito porque o mercado brasileiro é burro, só se preocupa com capacidade volumétrica do motor, economia e desempenho. Deixa a questão da segurança em último lugar.
        Eu prefiro um Polo ou Virtus diante de um Argo ou Cronos principalmente pela segurança, e alguns outros aspectos.

        • Ernesto Rodrigues

          Não falta só controle de estabilidade, ele precisa ter quatro air bags para conseguir quatro estrelas apenas …

        • Renato Duarte

          Brasileiro só quer saber se o carro é prata e se tem ar + direção. Na grande maioria das vezes o brasileiro não está pensando que vai bater o carro,, por isso nem liga pra nota do Latin NCAP.

    • Edson Fernandes

      Repare que o problema está centrado em Fiat e Vw seguirem essa mesma filosofia de dar N opções em cima da categoria de compactos / subcompactos. Isso criou esse problema.

      Se reparar, a VW tem 4 modelos se degladiando:
      – up
      – Gol
      – Fox
      – Polo

      E a Fiat:
      – Punto (tinha)
      – Palio (novo que deixou agora de ser produzido oficialmente)
      – Uno
      – Mobi
      – Argo
      E ainda sofria fogo amigo do Palio fire qdo esse era produzido.

      Ou seja, mto carro na mesma faixa de preço criando duvida no cliente que enxerga novidade dentre os preços bons de produtos já existente no mercado.

      Agora, sempre enxerguei isso e volto a dizer:
      O cara que olha entre Punto e Palio, não costuma olhar os de entrada, penso identico na VW que olha o Fox e abre mão do up. O gol seria um meio termo até a pessoa se sentar e perceber que a posição de dirigir dele é afundada perto dos demais. Isso tem feito o gol perder mtas vendas (além do que, com o tempo a posição gera cansaço em lombar, costas e também pernas já que no geral de compactos os bancos tem conformidades reduzidas e não apoia totalmente o corpo).

      • DiMais

        enquanto isso GM oferece apenas o Ônix e a Hyundai apenas HB20 e estes figuram no topo das vendas, sendo mais lucrativo para elas porque gerenciam a produção e comercialização de um único modelo resultando em custos gerais (não apenas do produto) menores.

        • Edson Fernandes

          E ainda tem mais: Como elas ofertam esses carros praticamente em versões fechadas (a depender apenas de detalhes como em algumas versões o Mylink, ou em outras bancos em couro), isso minimiza inclusive esse mesmo controle na produção.

  • Até que faz sentido, mas faria ainda mais sentido a retirada de versões do Mobi (apesar dele vender mais) em favor do Uno, um nome já conhecido e que traz um conjunto muito superior por pouco mais (considerando que um Mobi com o “kit dignidade”, que é o segundo mais barato da linha, sai por 40 mil e o Uno, mais espaçoso e equipado, começa em 43. O Mobi mais barato custa 34k mas não traz ar condicionado sequer como opcional, o que o torna descartável em praticamente todo o território nacional para a grande maioria dos consumidores). Pra ter ainda mais sentido, a Fiat precisa colocar ESP e TCS ao menos como opcionais nas versões mais baratas do Argo, assim como o Uno já tem; se bem que com essa redução de versões, acho mais provável a Fiat cortar equipamentos de segurança de um modelo do que acrescentar a outro. Se incluísse ambos, veria reais chances do Argo conseguir 5 estrelas no Latin NCAP em todas as versões e ameaçar o novo Polo que vem subindo mês a mês.

    • Ernesto Rodrigues

      O novo polo só tem cinco estrelas na versão topo de linha, highline.

      • Errado. Ele tem em todas, pois todas tem 4 airbags de série e, no caso das versões de entrada, ESP e TCS como opcionais de forma isolada (que é como o Latin NCAP exige, sem atrelar a demais equipamentos). A única diferença é que nas topos eles vem de série.

        • Ernesto Rodrigues

          Discordo. Se você compra uma versão sem ESP, ela não tem cinco estrelas. Simples assim.

          • A questão não é concordar ou não, e sim os critérios do instituto. O Latin NCAP exige que, pra alcançar cinco estrelas, um veículo tenha ESP. Se o carro oferece ainda que como opcional (ou seja, ele pode ter ESP ou não), ele obtém cinco estrelas pelos critérios deles. Seu argumento da versão mais cara cabe ao Argo, pois ele sim só traz ESP a partir da Drive 1.3 GSR. Foram eles que estabeleceram dessa forma, não eu.

            • Ernesto Rodrigues

              Acho que você não entendeu os critérios do instituto.
              Primeiro, a existência de ESP é exigida a partir de quatro estrelas e não somente para cinco estrelas! Leia primeiro os critérios (https://www.latinncap.com/po/nossos-testes/seguranca-primaria-ou-ativa).
              Segundo, se compro um modelo que não tem ESP, este modelo não tem nem quatro estrelas. Não interessa se existe como opcional ou se tem na versão superior.
              As pessoas são enganadas ao comprar, por exemplo, o Polo MSI sem opcionais achando que estão levando para casa um carro seguro padrão cinco estrelas, quando na realidade nem quatro tem segundo os critérios do instituto.

              • E de novo você não entendeu o que eu falei., então vou tentar mais uma vez. Sou explícito em meu comentário: “para alcançar cinco estrelas, um veículo precisa ter ESP”. Não disse que é SOMENTE, EXCLUSIVAMENTE, UNICAMENTE para cinco, mas se ele quer ter a chance de atingir nota máxima, precisa ter. Se compro um carro sem ESP, obviamente não terei as cinco, mas ele poderia ter se eu colocasse o item (e sim, é claro que isso interessa, pois mostra que o carro tem potencial para uma nota mais alta quando devidamente equipado. Se fosse um carro ruim, não alcançaria as cinco estrelas nem com o ESP e eu ainda dei o exemplo do Ka pra explicar o que estou dizendo). E só é enganado quem quer, pois a informação está aí pra todo mundo ver e é bem fácil de acessar.

      • Edson Fernandes

        Qualquer versão que tenah o opcional do ESP já tem o mesmo nivel da versão Highline (e a Comfortline vem de série tbm)

        • Ernesto Rodrigues

          Se você compra sem um destes opcionais (que são obrigatórios para o critério de cinco estrelas), este carro não tem cinco estrelas.

          • Edson Fernandes

            Sim… mas na pratica nem mesmo um carro sem esse opcional é vendido. Mas sem duvida é isso que acontece.

  • Maycon Farias

    Uno já chegou nos 62 woww. Na verdade acho que a Fiat está em uma enrascada com esse trio que se cruzam em preços dependendo da versão.

    • DiMais

      o Mobi não deveria ter nascido, mas tiraram da gaveta um projeto pronto numa época que a marca carecia de novidades (Uno, Palio e Punto todos envelhecidos e o projeto dele já havia começado junto com os planos iniciais da fábrica de Goiana, hoje polo Jeep) e teve boas vendas, mas não acredito que ele tenha um longo futuro pela frente e é bem capaz de repetir a história da GM que teve que tirar o Agile da cartola pra não perder de vez as vendas no mercado regional tirando ele de cena tão logo foi possível. Acredito que tanto a Fiat quanto a VW farão o mesmo enxugamento de lineup.

  • Lucas Nascimento

    Quem é o louco que paga R$ 50 mil nessa caixa de fosforo???

    UNO é carro popular de entrada

    • Rodrigo

      Pior que isso é pagar mais de R$50 mil num Mobi. Aliás nem imaginava que custasse tudo isso.

      • Diego

        Mobi custa 50 mil ?!?!? Nunca imaginaria este valor.

        • Emanuel Schott

          Só na versão Drive GSR com todos os opcionais. Mas as vendas devem ser tão baixas que daqui a pouco a Fiat tira do mercado tambem.

          • Edson Fernandes

            Não tira não. Esse modelo aida é o mais barato para quem procura um carro sem pedal da embreagem. Eu sinto que é mais facil sair o Uno que o mobi.

        • Rodrigo

          Pois é, vá na sessão “Monte o seu” do site e deleite-se :D

    • Djalma

      A Fiat perdeu a mão no UNO assim como a VW perdeu no UP; simplesmente inviabilizaram os carros.

    • JOSE DO EGITO

      E pensar que tem louco que paga isso em um UP

    • lucas

      indecente isso. Mercado lixo inflacionado, pqp.

  • Fabão Rocky

    Mobi é um carro q nem deveria existir, pois a Fiat já tinha o Uno. Assim como o Agile nem deveria existir, pois a GM tinha o belo e robusto Corsa C.

    • André

      O Tragile era feito com o chassis do Corsa B que por sua vez compartilhava a mesma plataforma com Celta e Classic, dois modelos bons de venda na época. Desta forma, o Tragile era mais barato de se produzir que o bom Corsa C.
      Com relação ao Mobi, concordo, nunca deveria ter existido, apesar de vender bem. Bastava a Fiat ter o Uno como carro de entrada, o que ele de fato é.

      • leomix leo

        Rpz, chegou um Agile ao lado de minha loja ontem com seus 1 milhão e 400k rodados, o dono trabalha em empresa de rastreamento e monitoramento de cargas, perguntei a ele se não dava muita dor de cabeça a ele, o mesmo me disse que só olha a água, óleo e itens de desgaste, fiquei assustado. O pessoal fala tão mal do carro, eu mesmo nunca tinha visto pessoalmente um carro tão rodado, é só fui ver porque o capoteiro que fica ao lado de minha loja, se assustou tb e me chamou. Eu a princípio não acreditei, mais o carro tá rodado de mais.

        • André

          vishi, eu achando que o meu com 300mil está muito rodado.

          • leomix leo

            Aqui em casa teve uma Ecosport que rodou 470k na nossa mão(2004/2010), moro na Bahia, foi vendido para Minas e o atual dono ligou pedindo o código do som original, por curiosidade perguntei se o carro tinha algum problema e com quantos Km estava, ele disse que passou de 700k e sem nenhuma dor de cabeça, sempre fazendo preventiva. Carro é cuidado, se tiver vai longe, muito longe.

            • André

              Concordo! Faço a manutenção preventiva e só, nunca tive problema. É um Renault 1.6 16v. Já meu outro carro ainda só está com 150mil e já deu vários problemas não previstos, como compressor de ar condicionado, rolamentos roncando, travas elétricas com defeito, injeção, bomba de oleo do motor, etc…., mas é um VW. Podem falar mal de Dacia, mas me deixa mais feliz que o “alemão” Jetta.

      • DiMais

        ambas as marcas tiveram o mesmo dilema de falta de novidades no portfólio mas cada uma com uma história um pouco diferente, enquanto a GM fez o Agile com um apanhado de tudo que tinha nas gavetas e o pouco dinheiro em caixa de um grupo que estava à beira da falência mundialmente, a Fiat já tinha o projeto do Mobi quase pronto pensado originalmente para ser o produto exclusivo feito na fábrica de Goiana (hoje Jeep) numa época de mercado pré-crise onde somente Gol e Palio vendiam cerca de 20 mil exemplares mensais (cada um).

    • Ducar Carros

      O Mobi é mais barato de produzir, portanto, pode ser vendido mais barato. O preço do Mobi matou o Up, e você diz que nem deveria existir?!

      • Fabão Rocky

        Up tbm é outro tbm q nem deveria existir!

    • Wilson Junior

      Olha que ponto o mercado brasileiro chegou.
      Se um Uno já era um compacto básico para um mercado de terceiro mundo.
      Os preços que já eram altos, subiram para a estratosfera.
      E ainda criaram um carro que fica abaixo disso….lamentável!

      • Edson Fernandes

        O Uno atual era um subcompacto. Pode olhar as medidas. O mille que era um compacto a sua epoca. (os carros cresceram)

        • Wilson Junior

          Mas aí onde se encaixa o Mobi?
          Ultracompacto? kkk

          • Edson Fernandes

            E não é? Ele é menor que o kwid.

            Ele só se garante de melhor espaço em largura porque veio de um compacto, mas foi reduzido para ser um subcompacto menor que o Uno.

          • DiMais

            city car, carro que o brasileiro nunca teve cultura nem condições de comprar porque quem compra esse tipo de produto por aqui vai usar ele pra tudo (não somente deslocamentos urbanos/curtos).
            lembre que quando a Fiat planejou a fábrica de Goiana ela ainda não tinha adquirido a Chrysler e a realidade do mercado era outra, lá seria feito exclusivamente um city car (o projeto do Mobi já andava junto com o do Uno atual mas saiu bem mais tarde).

    • Edson Fernandes

      E digo mais: Porque não aplicaram no Uno esse desenho do Mobi? Resolveria os problemas.

      • Eu nunca achei o Uno muito bonito, mas o Mobi foi como a Segunda Guerra: vc achava que não poderia haver algo pior que a primeira e aí vem a surpresa.

  • Dennes S.

    Já que a fiat está descontinuando seus modelos antigos, poderia tirar o Uno de linha e lançar um novo mobi com motores 1.0 e 1.3 para ocupar a faixa de entrada. Este modelo, poderia ter uma versão sedan para ocupar o lugar do Siena.

    • Edson Fernandes

      E dar espaço de Uno no Mobi tbm né ?

      • Dennes S.

        Sim sim.

      • Dennes S.

        Sim sim.

  • Ronaldo M

    “Fiat Uno perderá versões para FAVORECER ARGO”

    Engraçado..
    Creio que o correto seria a Sra. Fiat criar versões/opções de automóveis que FAVORECESSEM seus clientes, e não determinado produto da marca.
    Mas como aqui é Brasil, segue o jogo..
    Da forma como estão as coisas, logo o Uno fará companhia aos finados Palio, Punto, Bravo e Linea.

    • Ducar Carros

      A questão é a escala. Se o Uno está vendendo muito pouco em algumas versões, é melhor descontinuá-las e aumentar a escala do Argo (ou de outras versões do próprio Uno).

  • Pete Alves

    A Fiat matou o Uno quando lançou o Mobi. Carro pequeno, por carro pequeno, o pessoal preferiu o mais barato e mais novo. Acredito que o lançamento do Mobi não tirou vendas da concorrência, até porque o outro concorrente do segmento de subcompactos era o já moribundo UP.

    • Djalma

      E o KWID aconteceu aquela catástrofe. Só que o carrinho da Renault começou a subir e está se aproximando do Mobi.

    • Wilson Junior

      Se for ver o histórico da FIAT ela sempre da tiro no pé.
      Lançando e descontinuando carros. Posicionamento incorreto de mercado.
      Mas parece que eles não estão preocupados, pois tem o consumidor pagando essa conta!

      • Verdades sobre o mercado

        A Fiat se perdia nos medios para cima, mas se perder nos compactos é novidade

        • Wilson Junior

          Pois agora estão se especializando.
          Logo vão expandir para toda gama!

  • Rogério R.

    É a primeira vez que vejo a Fiat perdida desse jeito no mercado. Não está sabendo o que fazer!

  • Alfredo Araujo

    Um Corolla a 100 mil é um absurdo. Agora… um Uno a 60 mil … é um absurdo 3 vezes maior !!! Esse carro não tem a minima condição de custar mais q 30 mil

    • Djalma

      Pois é, o povo reclama de preços de carros a 100 mil, mas pelo menos são carros, agora essas coisas inseguras a 55 ou 60 mil, totalmente sem sentido

    • Wilson Junior

      Realmente,
      O mercado de entrada ta fazendo o mercado dos 100 mil parecer de graça kkkkkk
      Até MB e BMW estão com melhor C/B que os carros de entrada.

    • O pior é que isso parece ser um cartel, uma tática das montadoras: “vamos aumentar os preços desde lá de baixo, para parecer que um sedã de 100-120 mil é até barato.” Quem pode, se endivida, quem não pode, parte para os “populares” de 50k.

  • PH Sacchi

    Faixa de preço apropriada ? , kkkkkkkkk só se reduzirem os preços… esse uno deveria ser o mais barato da fiat pra que existe o mobi ? ficou caro e pequeno demais para atender o consumidor (deveria concorrer com o qq ) e deixar o uno mais em conta para ter um carro bom mais barato que a concorrência

  • Hoffmann

    A verdade é que a coisinha do Mobi nunca deveria ter nascido e o Uno deveria estar no lugar ocupado por ele, como opção de entrada da marca na faixa entre os 30 e 40-45k.

  • Ricardo Blume

    Na minha opinião o Mobi nem deveria ter sido lançado. O Uno deveria ser o modelo de entrada da marca e sua nova geração já ter sido lançada.

  • Thiago Maia

    Não tinha para quê criar o Mobi. O uno vivace deveria ter ficado até a nova geração do Panda Europeu(2020) que poderuia ter uma versão simplificada para o Brasil

    Uno
    Argo
    Cronos

  • Pedro154

    Ou seja, não precisava de nada de Mobi. Mas já que o projeto já foi feito, quem deveria perder versões é o Mobi. Deixava apenas a Easy peladona por 29.990 e a Like, com kit dignidade por 34.990. A partir daí, o Uno teria um espaço mais amplo de atuação. Se a Fiat quer mesmo lançar um novo Uno em 2020, terá que sacrificar muito do Mobi, se não, tirá-lo de linha de vez.

    • O Mobi vende quase 4x mais que o Uno, cara. A Fiat precisa do Mobi.

      • Wilson Junior

        Só vende Mobi pois a FIAT descontinuou o Palio de entrada e subiu os preços do UNO.
        Muito investimento para criarfabricar MOBI e a própria FIAT canibalizou seus outros produtos.
        Tanto que aposentou vários modelos por conta da péssima estruturação dentro da própria FIAT.
        Mas sempre foi assim, e a FIAT não esta preocupada com os custos de projetar novos produtos e aposentar outros, pois alguém ta pagando essa conta!

  • Mr Tony

    Pelo jeito a FIAT não aprendeu com o Linea e quer repetir o feito com o Argo. Qualé desse carro? Pra quem ele é? Veio pra competir com quem?

    • andre2110

      O Cronos me parece muito inferior ao Linea, que tinha linhas mais adequadas para a categoria de sedan compacto (nunca foi um sedan médio). O cronos ficou com uma cara muito jaspion; O virtus ficou mais bonito por fora, assim como os sedans da concorrência que entregam mais por menos. Por dentro o virtus/polo são um completo desastre de plástico. No cronos o apoio do braço é duro! (exceto motorista na versão top, cujo apoio é bem ruim mas não é totalmente plástico). Totalmente decepcionado com virtus(péssimo acabamento interno) e cronos (péssimo motor e visual externo jaspion). 60 mil é o máximo que daria para pagar nas versões top destes dois, mas vão empurrar por 80 e vai ter pato para isso. Aliás, fazer o papel de pato virou especialidade nacional…;

  • Djalma

    Só não sei como o Uno vai ajudar nas vendas do Argo, já que a única versão que vende um pouco ainda é a da escadinha, e essa não vão tirar de linha ou baixar preço.

  • andre2110

    Tanto VW quanto Fiat erraram ao criar 3 modelos de entrada. É uma confusão, principalmente quando se olha os preços. Só que a VW foi um pouco mais esperta ao fazer o Polo/Virtus maiores e com tecnologia mais moderna, se diferenciando (mesmo assim terão de reduzir os valores do polo/virtus pois vem aí versões mais baratas dos sedans médios). A Fiat perde tempo criando dezenas de enfeites e não faz o verdadeiro dever de casa, atualizar seus motores e câmbios e embarcando segurança. É urgente a substituição do ultrapassadíssimo 1.8 por um motor turbo mais potente e econômico. O Mobi deveria ser reposicionado, custando entre 30-40 mil completíssimo; O uno entre 35-45 mil e o argo de 40-60. Tem concessionária fiat com argo a 77 mil. Por 67 você encontra o sedan versa da nissan completíssimo, com motor mais moderno, câmbio melhor, espaço infinitamente maior… (10 mil a menos e muito mais carro! além de ser japonês…); Isto sem falar do absurdo de ter a toro e linha jeep com o motor 1.8 ultrapassadíssimo…; Já tive 3 fiats da linha Palio, tinham bom custo/benefício e por isso venciam bem, mas argo/cronos estão com preços totalmente fora da realidade. A verdadeira correção a ser feita é nos preços.

    • Versa e Argo são para públicos completamente diferentes.

      • RRodrigo Souza

        ele fez apenas uma comparação de preços, se ele achou o versa por 10 mil reais a menos do que o argo ,imagina a diferença de preços que o cronos ficaria em relação ao versa

      • andre2110

        Quando a economia esta bombando, como ocorreu a 8 anos atrás, daí faz algum sentido 3 carros de pequeno porte por montadora e a ideia de “publico alvo”; quando a economia esta em baixa, um carro passa a ser usado por mais pessoas da família ou ter de suprir a condição de carro para cidade e carro para viagens. Neste sentido – prático – o conceito de público alvo vai para as cucuias…; e, neste sentido, o de custo/benefício real, e não o marqueteiro, o versa por 10 mil a menos é muito mais negócio. Tive 2 palios (7 anos com cada um, ótimo custo/benefício) e um tiida sedan (já tem 7 anos, custo/benefício imbatível); Não tenho nenhuma vontade de trocar de carro, pois o tiida é perfeito, super econômico, espaçoso/enorme, um motor 1.8 todo de alumínio CVVTS muito potente, com torque a todo instante (motor de 7 anos atrás e que dá um banho no 1.8 da fiat!!!). O versa não tem o luxo do tiida e o motor é mais fraco, mas se aproxima, coisa que o cronos não consegue, pelo fato de ser muito apertado e com motor muito fraco e gastão. Ou seja, quem tiver bom senso pode comprar o argo/cronos 1.3 manual, um bom carro se reduzirem o preço em pelo menos 10 mil reais. Já as versões 1.8 são uma fria, uma gelada, pois em 12-18 meses os motores serão trocados e quem tiver estes carros vai estar com um bom mico na mão. Como ocorre com quem tem carro automatizados da Fiat, vai lá conferir o preço de revenda e os comentários. Ninguém quer!

        • Edson Fernandes

          Algo parecido com o Linea né? Tira-se em menos de 10 meseso motor 1.9 para colocar o 1.8. A Fiat é mestre em mudar no meio de curso seus motores e deixarem clientes P da vida com essa atitude.

          A Empresa precisa se estruturar para seus lançamentos , porque da forma que tem feito, poderá ter problemas.

          A VW nesse aspecto é mais inteligente: Colocar as novidades ou em lançamento ou nos facelift. Assim a ideia de clientes insatisfeitos pode não existir por considerar uma evolução real do produto.

    • RRodrigo Souza

      o versa só não tem muita beleza, mas nos demais quesitos só ouvi elogios de quem tem

  • andre2110

    Fiz uma comparação no carrosnaweb entre Linea e Cronos; o Linea é mais bonito, tem linhas mais harmoniosas; é mais espaçoso; tem acabamento de melhor qualidade. Qual a lógica da fiat de lançar um carro menor, com exatamente o mesmo motor. A única lógica seria se o cronos viesse para substituir o siena e a fiat tivesse trazendo um sedan realmente médio para substituir o línea. Mas a manutenção do siena em produção deixa claro que quer mesmo é ganhar rios de dinheiro com o sedan compacto cronos com seu motor ultrapassadíssimo. A manutenção do velho siena deixa claro a confusão mental dos dirigentes da fiat, que não tem coragem para apostar nos novos. Vão esperar para ver se o cronos caríssimo cola…

    • Quando se refere a motor ultrapassadíssimo, está citando o 1.8, certo? Porque o 1.3 é nota 10.

      • andre2110

        sim 1.8 é ultrapassadíssimo; 1.3 manual é bom, mas deveria custar 10 mil a menos para ter bom custo/benefício.

    • Emanuel Schott

      Motor do Cronos não é exatamente o mesmo do Linea. Ele tem modificações pra ficar mais econômico e potente.

      Além disso, o 1.3 deixa pra trás qualquer motor que o Linea já teve.

      E, por último, a Fiat nunca disse que o Cronos é o substituto do Linea. Quem diz isso é a mídia.

      • andre2110

        O motor continua velho, beberrão e pouco potente; deveriam ter trocado; aliás, a demora da Fiat na atualização da parte mecânica já é bem conhecida do mercado, seus carros estão quase sempre ultrapassados neste quesito. Compare o 1.8 atual da Fiat com o 1.8 da nissan de 7-8 anos atrás…; todo de alumínio e CVVTCS…;
        O fato concreto é que o siena continua, tiraram o Línea e trouxeram o Cronos, deixaram claro que tem “quase” as mesmas dimensões…; ou seja, se colar colou…

        • Retrato do Papai

          pouco potente? cara, mesmo o etorq tendo concepção antiquada e tal, ele tem muito mais potência e torque do que o “moderníssimo” 1.8 nissan que você citou… além disso, ele bate o 1.8 honda em termos de torque e está bem parelho ao 1.8 toyota…

          o firefly 1.3 vai no mesmo caminho, mesmo sendo um 8v simplório ele dá uma surra com gosto no 1.3 16v toyota…

        • Emanuel Schott

          O 1.8 da Fiat é mais econômico que o 1.8 da Honda ou da Toyota entregando bem mais torque em rotações mais baixas. O 1.6 do Polo consome praticamente o mesmo entregando bem menos potencia.

          Tá, não é um primor de consumo ou de potencia em baixa se comparado aos turbos menores, mas pra um 1.8 aspirado, a Fiat faz milagre.

          • andre2110

            Problema é que brasileiro gosta de pagar caro por coisa velha e ultrapassada e usa como argumento comparação com coisas mais velhas e ultrapassadas ainda(ou de baixa qualidade). Note como lançam carros e motores/câmbios novos lá fora e mantem aqui a mesma velharia? já se perguntou porque? Nosso mercado é muito grande para aceitar este tipo de tratamento.

      • HashTag

        “Além disso, o 1.3 deixa pra trás qualquer motor que o Linea já teve.”
        O 1.4 T-Jet, com o Michael Schumacher na propaganda manda lembranças.

      • Edson Fernandes

        Discordo forte disso. Eu teria um Linea T-jet mas não teria um Cronos por exemplo.

    • RRodrigo Souza

      se o motor for o mesmo ou tiver tido atualização significa que a fiat não vendeu muitos líneas e o motor estava sobrando, e nisso tiveram que colocar em outro carro para queimar o estoque antigo .

  • vi.22

    a fiat esta mais perdida do que cego em tiroteio, na verdade eles arrumam uma bagunça com posicionamentos de carro e versoes que nem eles mesmo entendem….

    • RRodrigo Souza

      não acho que eles estão arrumando muito a bagunça, tao encarecendo vários carros por exemplo a toro ,estão cobrando o valor de todas as cores até solidas . por um lado tenta reduzir e do outro lado aumenta sem dó.

  • HugoCT

    Apesar do Mobi ter sido uma boa tacada da Fiat – pois vende muito bem no segmento dele – A fiat deveria ter deixado o Uno para essa tarefa, partindo de 35 mil, que é mais espaçoso e porte igual ao Up. Mas tambem conta o fator novidade, não sei se o Uno venderia igual até agora. Mas toda montadora faz isso, não adianta ficar fazendo mimimi, e outra, preço de carro quem determina não são os custos e sim a categoria, tem muito carro por ai que poderia ser bem mais barato, mas não é, pq os concorrentes já ditaram a faixa de preço, e isso são todas as montadoras. Up e Kwid não sao pareos para o Mobi em vendas.

    • Verdades sobre o mercado

      O grande erro foi querer colocar o Uno no andar de cima. O mercado não aceitou e agora o Uno tá a míngua e não faz mais sentido, espremido entre o Mobi e o Argo.

    • Gil de Piento

      O Mobi vende para frotista e com motor Fire. E isso somente porque é oferecido com preço abaixo do Uno. Se o Uno tivesse ganhado a frente do Mobi,,que agradou algumas pessoas, venderia na mesma faixa de preços mais que os dois produtos somados atualmente.

  • André Gimenez

    Quando o lançamento não tem assim tantas qualidades como deveria para se destacar eles decidem reduzir as qualidades do modelo de baixo, uma mentalidade lamentável dos fabricantes brasileiros.

  • Kleber Andrade

    O certo era parar de produzir aquela coisa horrenda: Mobi, que na verdade é um Uno encurtado; despoluir o interior do Uno e torná-lo verdadeiramente mais acessível, tendo um leque maior de opções….

  • Rafael Straus

    1º erro) Mobi não deveria existir. Bastava reposicionar o Uno.

    2º erro) Já que o Mobi existiu, a Fiat matou o carro errado (Palio).

    • Kelle Freitas

      Isso aí mesmo. Concordo.

  • REDDINGTON

    Outro erro….Esse carro tem nome Fiat…

  • Galeno Faria de Oliveira

    A maior burrada da FIAT foi lançar o Mobi, só serviu para avacalhar o Uno que já existia e poderia muito melhor ser o menor carro da FIAT. Conclusão: A FIAT gastou tempo de dinheiro para “desenvolver” o Mobi e este está atrapalhando a vida de um produto mais tradicional dentro da gama FIAT.

  • Danillo Santos

    Coisas típicas do mercado brasileiro. O certo seria que modelos mais antigos venham perdendo vendas gradativamente frente a modelos mais modernos e melhores. Dessa forma, os fabricantes podem se dar ao luxo de ir baixando os preços de modelos mais antigos (uma vez que seus custos de projeto já estão quitados em anos de produção) enquanto não lançam um modelo mais moderno e melhor.
    Porém aqui existem muitas práticas incompreensíveis por parte dos fabricantes e que dão certo! Substituir um veículo por outro menor, de mesma plataforma e mecânica e surpreendentemente mais caro; fazer um facelift pequeno em um modelo que está vendendo pouco e ainda aumentar o preço; negligenciar um bom carro em prol de qualquer geringonça de um segmento “aquecido”; requentar plataformas e motores de décadas atrás, colocando uma CMM qualquer e agregando um “rostinho bonito”; e por aí vai…

  • Razzo

    O Argo chegou para estraçalhar o portfólio da FIAT…

  • Razzo

    Espero que ao menos a FIAT disponibilize a versão Uno Firefly 1.0 GSR.

  • André Gonçalves

    Começaram a matar o Uno, daqui um tempo é perigoso desistirem de lançar a nova geração e ficar só o mobi e argo

  • Guilherme Barbosa

    o uno terá apenas versões drive 1.0 e drive 1.3

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 12 anos. Saiba mais.

Notícias por email