Fibra de vidro: Quando começou a ser usada em carros? E por que não é mais usada hoje em dia?

carros fibra de vidro
carros fibra de vidro

Você sabe que até os anos 1980, a fibra de vidro era bastante comum nos carros? Ela era usada sobretudo em automóveis especiais no Brasil. Exemplos desses carros são o Puma e diferentes tipos de bugues.

Por que a fibra de vidro não é mais usada nos carros hoje em dia?

Essa mudança ocorreu devido ao surgimento de materiais novos, mais eficientes. Materiais como plástico, fibra de carbono, alumínio e aço ficaram mais leves com o tempo.

Isso trouxe várias vantagens, como facilitar a produção em grande escala.

Ainda, esses materiais são melhores para o design dos carros. Eles não sofrem oxidação e são muito leves. Isso fez a fibra de vidro perder espaço nos carros modernos.

Em 1941, Henry Ford fez descobertas importantes. Ele viu que novos materiais podiam ser bons para carros. Com isso, começou a era de usar coisas mais leves e inovadoras. Ford abriu caminho para a fibra de vidro no mundo dos automóveis.

Primeiras utilizações em veículos

O uso da fibra de vidro cresceu muito em 1953. A General Motors lançou o Chevrolet Corvette, um carro marcante. Ele tinha uma carroceria feita de fibra de vidro e resina.

Com isso, ficou leve e flexível, se destacando no mercado. Os Corvettes eram feitos em pequenas quantidades. Isso permitiu à GM testar novas técnicas.

Assim, a fibra de vidro se tornou importante na fabricação de carros.

Vantagens iniciais da fibra de vidro

A fibra de vidro trouxe muitos benefícios quando foi usada pela primeira vez na criação de veículos. Isso permitiu designs inovadores e produções personalizadas. Ela superou as limitações de materiais anteriores.

Leveza e flexibilidade

A fibra de vidro era muito leve, perfeita para carros. Essa leveza ajudava a fazer veículos mais rápidos e econômicos. Também deixava o material modelar em formas difíceis, crucial para design de carros modernos.

Design e produção em pequenos lotes

A fibra de vidro possibilitou a inovação no design de automóveis. Isso fez com que fosse possível produzir carros em pequenas quantidades. Empresas menores, com isso, conseguiram fazer veículos únicos de forma mais barata.

Produzir carros em pequenas quantidades abriu caminho para a criação de modelos especiais, com designs feitos sob medida. Isso aconteceu sem os altos custos da produção em massa.

A decadência dos veículos fora de série

Os veículos exclusivos tiveram seu destaque, especialmente os carros de fibra de vidro como o Puma. Eles se destacaram quando a produção artesanal era comum. No entanto, novas técnicas trouxeram mudanças.

Esses carros especiais chamaram a atenção por serem únicos e feitos sob medida. Mas a chegada de materiais mais baratos e fáceis de usar, como o plástico injetado, fez a competição ficar mais dura.

Mesmo sendo símbolos da inovação, veículos como o Puma enfrentaram desafios. Os novos métodos automáticos de produção eram mais eficientes. Além disso, fabricar carros de fibra de vidro era caro e demorado.

Por isso, a indústria automotiva buscou opções mais rápidas e econômicas. Assim, os modelos feitos com plástico por moldagem superaram os veículos tradicionais. Eles ofereciam uma produção mais rápida e custos menores.

google news2Quer receber todas as nossas notícias em tempo real?
Acesse nossos exclusivos: Canal do Whatsapp e Canal do Telegram!

O que você achou disso?

Toque nas estrelas!

Média da classificação / 5. Número de votos:

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.




Autor: Eber do Carmo

Fundador do Notícias Automotivas, com atuação por três décadas no segmento automotivo, tem 18 anos de experiência como jornalista automotivo no Notícias Automotivas, desde que criou o site em 2005. Anteriormente trabalhou em empresas automotivas, nos segmentos de personalização e áudio.