Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

O Fiesta Sedan é uma opção de carroceria de um dos carros à venda mais antigos do portfólio da Ford.

O Fiesta constituiu família e segue firme e forte no seu mercado de origem, o Europeu.


Já por aqui o Ford Fiesta está sendo ameaçado pelo Ford Ka (quem diria), e não devemos ter a versão que é vendida no mercado europeu. Mas para acalmar um pouco os ânimos, vamos relembrar um pouco de sua história.

Ford Fiesta: primeira geração de 1976 a 1983

A primeira geração do Fiesta, originalmente foi concebida para ser o carro de entrada da Ford e ser mais barato que o Escort. Uma das maiores premissas era que o modelo tivesse o entre eixos maiores que o Fiat 127 – Fiat 147 no Brasil – mas ainda sim relativamente menor que o Escort.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

A primeira geração do modelo foi apresentada em junho de 1976, nos países europeus de mão esquerda e em 1977 no Reino Unido – direção à direita. As motorizações iniciais eram 1.0 litro e 1.1 litro sempre associados ao câmbio manual de 4 velocidades.

Dessa primeira geração a versão mais famosa foi o XR2 – modelo esportivo que usava um motor 1.6 litros com 86 cavalos, e alcançava os 170 km/h.

Ford Fiesta: segunda geração de 1983 a 1989

A segunda geração do pequeno Ford aparece em agosto de 1983 e apresenta um estilo revisado em relação a primeira geração.

O estilo mais retilíneo está lá, mas diferente do primeiro modelo, os faróis são maiores e mais retangulares e perdem um pouco da “cara cansada” do modelo original.

No interior, poucas mudanças mais significativas para garantir a liderança no segmento de entrada.

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No quesito motorização, o modelo agora contava com mais opções que iam de 1.1 a 1.6 – com variações que podiam ser a gasolina ou diesel.

A versão esportiva XR2 ganhava mais potência com a segunda geração – 1.6 agora com 96 cavalos. Mas a Ford tentava ainda não apostar todas suas fichas no modelo, para não matar as vendas do Escort XR3.

Ford Fiesta: terceira geração de 1989 a 1997

A terceira geração do Ford Fiesta é apresentada em fevereiro de 1989, com uma nova plataforma e um novo motor a diesel de 1.8 litro.

Esse modelo foi o que mais rendeu em vendas para a Ford e o que mais recebeu atualizações de estilo – 1992, 1994 e 1995 – e dezenas de versões de acabamento para se adequar a diferentes mercados e clientes.

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Foi com essa terceira geração que conhecemos o Fiesta no Brasil em 1995 – ainda importado da Espanha – e somente com o motor 1.3 litro com 60 cavalos – mas falaremos dele no país mais adiante.

Quarta geração chega em 1997

A quarta geração do Fiesta chegou em 1997 e trouxe uma nova linha de motores chamada Zetec-SE, que tinham uma concepção mais moderna e mais potência em relação aos motores das outras gerações.

Nessa mesma geração o modelo compartilhou plataforma e alguns componentes com o Mazda 121.

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Dessa mesma geração conhecemos o Puma, que usava a mesma base do Fiesta e era um concorrente direto do Opel Tigra. Um belo cupê de duas portas, com desenho mais arredondado que o modelo que lhe dava origem.

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Da 4ª geração, surgiu também a primeira geração do sedan, que originalmente foi desenvolvido para a Índia e África do Sul – com o nome de Ikon.

Este tem o mesmo visual do modelo que recebeu uma atualização de estilo em 1999, e recebia o nome de Fiesta Sedan por aqui.

Ford Fiesta: uma quinta geração de sucesso em 2003

A quinta geração do Fiesta apresentava um visual muito mais equilibrado e melhorado em relação às gerações anteriores.

Seus novos faróis maiores e mais amendoados podiam vir com lentes simples – que em algumas versões fazia o carro ter cara de cansado – ou lentes duplas. Dessa geração, ganhamos a 2ª versão do Fiesta Sedan que por aqui foi apresentada em 2004.

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A partir da versão Sedan que era vendida na América Latina, a Ford desenvolveu outra dianteira e praticamente outra carroceria para a Índia, em um modelo que fica mais parecido com o Mondeo.

No Brasil o Fiesta ficou em produção até meados de 2014, quando foi substituído pela nova geração do Fiesta mexicano e depois perdeu as vendas para o Ford Ka sedan.

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O New Fiesta chega em 2008

A sexta geração do Fiesta, que conhecemos como New Fiesta, foi originalmente como conceito no Salão do Automóvel de Frankfurt em setembro de 2007 – chamado de Verve – o conceito apresentava um visual completamente novo e mais parecido com o Ford Focus.

Um vinco cortava a lateral do modelo que tinha apenas duas portas, janelas sem molduras e rodas de 18 polegadas marcavam o visual do conceito.

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A versão de produção começou a ser produzida no início de 2009.

O New Fiesta contava com uma nova plataforma e uma nova estratégia global de vendas – teria o mesmo modelo com pequenas alterações em vários mercados ao redor do globo.

No Brasil, o modelo chamado de New Fiesta começou a ser vendido em meados de 2012.

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O Fiesta que não temos aparece em 2017

A sétima geração do modelo foi apresentada em 29 de novembro de 2016, na Alemanha – com vendas apenas para o mercado Europeu em um primeiro momento.

Novas versões foram acrescidas no modelo que agora conta com uma versão aventureira chamada Active e uma nova versão de luxo chamada Vignale – disponível em versões de duas ou quatro portas.

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A variante RS do Fiesta também está disponível nessa nova geração com um novo motor 1.5 litro tricilíndrico com cerca de 300 cavalos.

Uma versão “mais mansa” também está disponível com 197 cavalos, sempre associadas ao câmbio manual de 6 velocidades.

Infelizmente o modelo de sétima geração ainda não quer saber de vir para o Brasil.

A história do Ford Fiesta no Brasil

Antes de falarmos mais especificamente do modelo sedan, vamos dar uma breve pincelada na história do modelo no nosso mercado.

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Com mais de 1,8 milhão de unidades produzidas no Brasil, o Fiesta comemora 23 anos de produção.

O modelo nacional está em sua sexta geração – que adota um visual semelhante ao que foi apresentado na Europa em 2017 – e tem preços que partem de R$ 56.690 na versão hatch e R$ 67.260 reais para o sedan.

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O nosso primeiro Fiesta foi o de terceira geração – apresentado aqui em 1995, cerca de 5 anos depois da geração ter sido apresentada na Europa.

Ainda importado, o modelo contava com versões de carroceria de duas ou quatro portas, que eram equipadas com o motor 1.3 litro com 71 cavalos. Seu acabamento era honesto e moderno, mas ainda perdia em estilo se comparado ao Chevrolet Corsa, que trazia um design mais arredondado e era idêntico ao modelo europeu.

Seus principais concorrentes eram o Fiat Uno CS 1.5 i.e, o Chevrolet Corsa GL 1.4 e o Volkswagen Gol CLi 1.6 litro.

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No ano seguinte – 1996 – a Ford passa a produzir o Fiesta em sua fábrica em São Bernardo do Campo em São Paulo e em 1999 passa a produzir e vender o modelo com os motores 1.0 e 1.6 Zetec-Rocam.

Ainda em 1996, o Fiesta passa a substituir o finado Escort Hobby. Versões com motores 1.0 e 1.3 litros estreavam também.

Já em meados do início de 2000, o Ford Fiesta recebe seu primeiro facelift, com faróis maiores e mais pontiagudos – se comparado a versão original que tinha aparência meio triste e cansada – e introduziu no mercado uma inédita versão Sport, que traziam motores 1.0 e 1.6 litro e algumas melhorias cosméticas.

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Em 2003 a Ford apresenta um novo e renovado Fiesta, que fica em pé de igualdade – salvo algumas alterações visuais – ao modelo europeu. Com estilo batizado de New Edge, o Fiesta nacional era disponibilizado na carroceria hatchback com quatro portas e opções de motores 1.0 e 1.6 litro.

Dessa geração conhecemos também a versão com motor 1.0 Supercharger – que gerava 95 cavalos e tinha 12,6 kgfm de torque.

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Em 2004 conhecíamos o novo Fiesta Sedan, que trazia um visual muito mais acertado que a versão sedan do modelo anterior.

Era também o primeiro modelo a usar um motor bicombustível – 1.6 flex de 111 cavalos com álcool e 105 cavalos na gasolina, e torque de 15,8 kgfm para o álcool e 14,9 kgfm com gasolina.

Em 2006, os modelos hatch e sedan ganham a companhia do motor 1.0 flex.

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Para 2007, a Ford apresenta uma versão “aventureira” do Fiesta nacional denominada de Trail – que ganhava um estribo frontal de plástico, para-choques na cor do carro e trazia um novo design dianteiro – com faróis mais retos e de dupla parábola.

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A versão sedan chegava em agosto de 2010 – chamado de New Ford Fiesta Sedan – o modelo era importado do México e trazia um novo motor 1.6 Sigma com 110/115 cavalos 15,8 kgfm para a gasolina e 16,2 kgfm de torque quando abastecido com etanol.

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De 2013 em diante o modelo hatch passa a ser produzido em São Bernardo do Campo e atualmente conta com um visual que em via de mão dupla se “assemelha” a sétima geração do modelo europeu.

Ford Fiesta Sedan: sua trajetória no Brasil

A primeira geração do sedan mais popular da Ford no nosso mercado foi derivada da quarta geração – 1995 / 2002 – que inicialmente foi desenvolvida para a Índia e era vendido por lá como Ford Ikon.

O modelo em questão não era tão harmônico quanto o hatchback, e basicamente tinha um terceiro volume inserido na traseira e lanternas grandes e triangulares.

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Chamado de Fiesta S em alguns mercados, o modelo compartilhava toda a parte mecânica e de acabamento do hatch de 4 portas.

Um novo Fiesta Sedan em 2003

Por aqui o modelo ficou em produção até meados de 2003, quando a Ford apresentou a versão sedan do Fiesta de quinta geração.

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Diferentemente da primeira geração do modelo, que além de ser desenvolvido para mercados emergentes e apresentar um visual bem improvisado, a segunda geração do Fiesta Sedan foi pensada para ter ambas as carrocerias – hatchback e sedan.

No caso do Fiesta Sedan no mercado nacional, ele foi o primeiro Ford a ter motor bicombustível e tinha linhas mais harmoniosas.

Seu design semelhante a versão europeia lhe dava prestígio que outros sedans não tinham. Por aqui, a segunda geração durou até meados de 2014, quando foi substituída pelo New Fiesta Sedan que era importado do México com o motor Sigma – que era fabricado aqui – tanto é que o Fiesta Sedan nacional também o pioneiro por apresentar o motor 1.6 flex e o 1.0 flex.

O modelo anterior do Fiesta Sedan também utilizou por pouquíssimo tempo o motor Supercharger da versão hatch. Mas por conta do alto consumo e da potência fraca para o modelo mais pesado, ele foi descontinuado.

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O acabamento do Fiesta Sedan de 2010 era idêntico a da versão hatch e contava com traços retilíneos e revestimentos agradáveis ao toque. Para o design externo, a Ford procurou assemelhar o Fiesta Sedan com o Mondeo, ao invés de pegar carona no estilo do Focus.

Facelift de 2007/2008

Um primeiro facelift chegava ao nosso sedan em 2007, já como modelo 2008.

Na dianteira, um novo conjunto ótico com faróis mais retangulares, de dupla parábola e novo acabamento interno.

O modelo conseguia ainda ser uma boa opção de compra por conta do seu design atualizado e boa oferta de opcionais e ampla rede de concessionárias espalhadas pelo país.

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Em 2011, o Fiesta Sedan muda pra pior

Uma segunda remodelação era introduzida no Fiesta Sedan em 2011.

Desta vez o resultado não estava tão promissor quanto a primeira vez que o modelo ganhou um retoque.

Para tentar se “assemelhar” com o modelo vindo do México, hatch e sedan ganham faróis maiores e mais afiliados, com dupla parábola e desenho que remete ao modelo mexicano.

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Na dianteira, o Fiesta Sedan ganha também uma grade em formato trapezoidal que tenta fazer uma ligação de estilo com o modelo mexicano – e que não conversou em nada com o restante da carroceria.

Na traseira a maior mudança desde sua apresentação em 2004, foi a troca das lanternas, que passam a ser translúcidas e mantem o aspecto triangular.

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Em 2012, finalmente um Fiesta Sedan verdadeiramente novo

Para 2010, o Fiesta Sedan ganha uma nova geração baseada na sexta geração do modelo europeu. Chamada por aqui a partir de 2012, quando chegou, de New Fiesta Sedan, o modelo apostava em tecnologia e versatilidade.

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Por conta do seu perfil mais alto, ele é um dos sedans compactos com a traseira mais alta à venda.

Seu visual de início era idêntico ao modelo mexicano – uma vez que era importado de lá para nosso mercado e para a terra do Tio Sam.

O modelo vinha equipado com o motor produzido na fábrica de Taubaté – interior de São Paulo – o Sigma 1.6 litro de 115 cavalos com etanol e 110 cavalos com gasolina. A priori, o modelo vinha apenas com câmbio manual de 6 velocidades.

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O New Fiesta Sedan vinha bem equipado, com até 7 airbags, controle de tração e de estabilidade, auxiliar de partida em rampa, sistema de som com sistema Sync – feito em parceria com a Microsoft – rodas de 16 polegadas e Leds nos para choques dianteiros.

As opções de cores eram bem chamativas – iam de verde abacate até um vinho metalizado – e o New Fiesta Sedan muito mais equipado que seus principais concorrentes.

Uma atualizada no New Fiesta Sedan

Para 2016, tanto sedan quanto hatch recebiam as mesmas atualizações de estilo do modelo europeu e mexicano.

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O famoso – por dar dor de cabeça – câmbio Powershift foi introduzido em meados de 2013.

Já para 2017 o modelo hatch ganha seu mais recente facelift – para tentar se igualar com o modelo de nova geração à venda na Europa – o sedan permanece com seu visual que recebeu em 2014.

Atualmente o New Fiesta Sedan vem em quatro versões de acabamento:

  • Fiesta Sedan SEL 1.6 – R$ 67.260
  • Fiesta Sedan SEL 1.6 AT – R$ 73.060
  • Fiesta Sedan Titanium 1.6 AT – R$ 79.590
  • Fiesta Sedan Titanium Plus 1.6 AT – R$ 81.760 – uma pequena diferença de R$ 3.440 reais para um Ford Focus Fastback SE 2.0 AT.

Por hora não existem informações se o modelo continua em linha, ou se receberá uma nova geração baseada na 7ª geração apresentada recentemente na Europa, que é essa abaixo:

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Para termos uma ideia de como seria um Fiesta sedan baseado na versão europeia, apresentamos aqui uma projeção de um possível Fiesta Sedan na versão ST:

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No mercado brasileiro, o New Fiesta Sedan pode acabar sendo substituído nas versões mais completas do Ford Ka Sedan, o que é uma pena.

Ford Ikon

Se desse lado do atlântico tinhamos a partir de 2004 uma versão própria do Fiesta sedan, o mesmo pode se dizer do modelo indiano.

O Fiesta sedan – lá chamado de Ikon, ganhou sua primeira geração em 2000 – que foi originalmente feito para mercados emergentes e inicialmente para a Índia.

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A segunda geração do Ikon foi baseada no nosso Fiesta Sedan, mas com outra carroceria e um novo design, que era basicamente um Ford Mondeo em miniatura.

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Para a África do Sul, Índia e outros mercados, ele ainda dispunha de visual próprio.

Já no México por exemplo em 2011 o modelo seguia o mesmo estilo empregado no nosso Fiesta de 2011 – com a frente que era “semelhante ao modelo europeu”.

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Atualmente o modelo foi descontinuado e na Índia, o modelo foi substituído pela versão sedan do nosso Ford Ka, que lá atende pelo nome de Aspire e tem cerca de 4 metros de comprimento para atender normas e legislações do país.

Já na África do Sul, o modelo não teve substituto – já que a gama da Ford não conta com nenhum sedan atualmente.

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Kleber Silva

Kleber, 28 anos, designer e apaixonado por carros desde pequeno. Formado em design gráfico pela UNIP, ouvinte assíduo de música pop e master chef nas horas vagas.