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Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

O Fiesta Sedan é uma opção de carroceria de um dos carros à venda mais antigos do portfólio da Ford.

O Fiesta constituiu família e segue firme e forte no seu mercado de origem, o Europeu.


Já por aqui o Ford Fiesta está sendo ameaçado pelo Ford Ka (quem diria), e não devemos ter a versão que é vendida no mercado europeu. Mas para acalmar um pouco os ânimos, vamos relembrar um pouco de sua história.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

Ford Fiesta: primeira geração de 1976 a 1983

A primeira geração do Fiesta, originalmente foi concebida para ser o carro de entrada da Ford e ser mais barato que o Escort. Uma das maiores premissas era que o modelo tivesse o entre eixos maiores que o Fiat 127 – Fiat 147 no Brasil – mas ainda sim relativamente menor que o Escort.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

A primeira geração do modelo foi apresentada em junho de 1976, nos países europeus de mão esquerda e em 1977 no Reino Unido – direção à direita. As motorizações iniciais eram 1.0 litro e 1.1 litro sempre associados ao câmbio manual de 4 velocidades.

Dessa primeira geração a versão mais famosa foi o XR2 – modelo esportivo que usava um motor 1.6 litros com 86 cavalos, e alcançava os 170 km/h.

Ford Fiesta: segunda geração de 1983 a 1989

A segunda geração do pequeno Ford aparece em agosto de 1983 e apresenta um estilo revisado em relação a primeira geração.

O estilo mais retilíneo está lá, mas diferente do primeiro modelo, os faróis são maiores e mais retangulares e perdem um pouco da “cara cansada” do modelo original.

No interior, poucas mudanças mais significativas para garantir a liderança no segmento de entrada.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

No quesito motorização, o modelo agora contava com mais opções que iam de 1.1 a 1.6 – com variações que podiam ser a gasolina ou diesel.

A versão esportiva XR2 ganhava mais potência com a segunda geração – 1.6 agora com 96 cavalos. Mas a Ford tentava ainda não apostar todas suas fichas no modelo, para não matar as vendas do Escort XR3.

Ford Fiesta: terceira geração de 1989 a 1997

A terceira geração do Ford Fiesta é apresentada em fevereiro de 1989, com uma nova plataforma e um novo motor a diesel de 1.8 litro.

Esse modelo foi o que mais rendeu em vendas para a Ford e o que mais recebeu atualizações de estilo – 1992, 1994 e 1995 – e dezenas de versões de acabamento para se adequar a diferentes mercados e clientes.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

Foi com essa terceira geração que conhecemos o Fiesta no Brasil em 1995 – ainda importado da Espanha – e somente com o motor 1.3 litro com 60 cavalos – mas falaremos dele no país mais adiante.

Quarta geração chega em 1997

A quarta geração do Fiesta chegou em 1997 e trouxe uma nova linha de motores chamada Zetec-SE, que tinham uma concepção mais moderna e mais potência em relação aos motores das outras gerações.

Nessa mesma geração o modelo compartilhou plataforma e alguns componentes com o Mazda 121.

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Dessa mesma geração conhecemos o Puma, que usava a mesma base do Fiesta e era um concorrente direto do Opel Tigra. Um belo cupê de duas portas, com desenho mais arredondado que o modelo que lhe dava origem.

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Da 4ª geração, surgiu também a primeira geração do sedan, que originalmente foi desenvolvido para a Índia e África do Sul – com o nome de Ikon.

Este tem o mesmo visual do modelo que recebeu uma atualização de estilo em 1999, e recebia o nome de Fiesta Sedan por aqui.

Ford Fiesta: uma quinta geração de sucesso em 2003

A quinta geração do Fiesta apresentava um visual muito mais equilibrado e melhorado em relação às gerações anteriores.

Seus novos faróis maiores e mais amendoados podiam vir com lentes simples – que em algumas versões fazia o carro ter cara de cansado – ou lentes duplas. Dessa geração, ganhamos a 2ª versão do Fiesta Sedan que por aqui foi apresentada em 2004.

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A partir da versão Sedan que era vendida na América Latina, a Ford desenvolveu outra dianteira e praticamente outra carroceria para a Índia, em um modelo que fica mais parecido com o Mondeo.

No Brasil o Fiesta ficou em produção até meados de 2014, quando foi substituído pela nova geração do Fiesta mexicano e depois perdeu as vendas para o Ford Ka sedan.

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O New Fiesta chega em 2008

A sexta geração do Fiesta, que conhecemos como New Fiesta, foi originalmente como conceito no Salão do Automóvel de Frankfurt em setembro de 2007 – chamado de Verve – o conceito apresentava um visual completamente novo e mais parecido com o Ford Focus.

Um vinco cortava a lateral do modelo que tinha apenas duas portas, janelas sem molduras e rodas de 18 polegadas marcavam o visual do conceito.

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A versão de produção começou a ser produzida no início de 2009.

O New Fiesta contava com uma nova plataforma e uma nova estratégia global de vendas – teria o mesmo modelo com pequenas alterações em vários mercados ao redor do globo.

No Brasil, o modelo chamado de New Fiesta começou a ser vendido em meados de 2012.

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O Fiesta que não temos aparece em 2017

A sétima geração do modelo foi apresentada em 29 de novembro de 2016, na Alemanha – com vendas apenas para o mercado Europeu em um primeiro momento.

Novas versões foram acrescidas no modelo que agora conta com uma versão aventureira chamada Active e uma nova versão de luxo chamada Vignale – disponível em versões de duas ou quatro portas.

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A variante RS do Fiesta também está disponível nessa nova geração com um novo motor 1.5 litro tricilíndrico com cerca de 300 cavalos.

Uma versão “mais mansa” também está disponível com 197 cavalos, sempre associadas ao câmbio manual de 6 velocidades.

Infelizmente o modelo de sétima geração ainda não quer saber de vir para o Brasil.

A história do Ford Fiesta no Brasil

Antes de falarmos mais especificamente do modelo sedan, vamos dar uma breve pincelada na história do modelo no nosso mercado.

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Com mais de 1,8 milhão de unidades produzidas no Brasil, o Fiesta comemora 23 anos de produção.

O modelo nacional está em sua sexta geração – que adota um visual semelhante ao que foi apresentado na Europa em 2017 – e tem preços que partem de R$ 56.690 na versão hatch e R$ 67.260 reais para o sedan.

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O nosso primeiro Fiesta foi o de terceira geração – apresentado aqui em 1995, cerca de 5 anos depois da geração ter sido apresentada na Europa.

Ainda importado, o modelo contava com versões de carroceria de duas ou quatro portas, que eram equipadas com o motor 1.3 litro com 71 cavalos. Seu acabamento era honesto e moderno, mas ainda perdia em estilo se comparado ao Chevrolet Corsa, que trazia um design mais arredondado e era idêntico ao modelo europeu.

Seus principais concorrentes eram o Fiat Uno CS 1.5 i.e, o Chevrolet Corsa GL 1.4 e o Volkswagen Gol CLi 1.6 litro.

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No ano seguinte – 1996 – a Ford passa a produzir o Fiesta em sua fábrica em São Bernardo do Campo em São Paulo e em 1999 passa a produzir e vender o modelo com os motores 1.0 e 1.6 Zetec-Rocam.

Ainda em 1996, o Fiesta passa a substituir o finado Escort Hobby. Versões com motores 1.0 e 1.3 litros estreavam também.

Já em meados do início de 2000, o Ford Fiesta recebe seu primeiro facelift, com faróis maiores e mais pontiagudos – se comparado a versão original que tinha aparência meio triste e cansada – e introduziu no mercado uma inédita versão Sport, que traziam motores 1.0 e 1.6 litro e algumas melhorias cosméticas.

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Em 2003 a Ford apresenta um novo e renovado Fiesta, que fica em pé de igualdade – salvo algumas alterações visuais – ao modelo europeu. Com estilo batizado de New Edge, o Fiesta nacional era disponibilizado na carroceria hatchback com quatro portas e opções de motores 1.0 e 1.6 litro.

Dessa geração conhecemos também a versão com motor 1.0 Supercharger – que gerava 95 cavalos e tinha 12,6 kgfm de torque.

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Em 2004 conhecíamos o novo Fiesta Sedan, que trazia um visual muito mais acertado que a versão sedan do modelo anterior.

Era também o primeiro modelo a usar um motor bicombustível – 1.6 flex de 111 cavalos com álcool e 105 cavalos na gasolina, e torque de 15,8 kgfm para o álcool e 14,9 kgfm com gasolina.

Em 2006, os modelos hatch e sedan ganham a companhia do motor 1.0 flex.

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Para 2007, a Ford apresenta uma versão “aventureira” do Fiesta nacional denominada de Trail – que ganhava um estribo frontal de plástico, para-choques na cor do carro e trazia um novo design dianteiro – com faróis mais retos e de dupla parábola.

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A versão sedan chegava em agosto de 2010 – chamado de New Ford Fiesta Sedan – o modelo era importado do México e trazia um novo motor 1.6 Sigma com 110/115 cavalos 15,8 kgfm para a gasolina e 16,2 kgfm de torque quando abastecido com etanol.

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De 2013 em diante o modelo hatch passa a ser produzido em São Bernardo do Campo e atualmente conta com um visual que em via de mão dupla se “assemelha” a sétima geração do modelo europeu.

Ford Fiesta Sedan: sua trajetória no Brasil

A primeira geração do sedan mais popular da Ford no nosso mercado foi derivada da quarta geração – 1995 / 2002 – que inicialmente foi desenvolvida para a Índia e era vendido por lá como Ford Ikon.

O modelo em questão não era tão harmônico quanto o hatchback, e basicamente tinha um terceiro volume inserido na traseira e lanternas grandes e triangulares.

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Chamado de Fiesta S em alguns mercados, o modelo compartilhava toda a parte mecânica e de acabamento do hatch de 4 portas.

Um novo Fiesta Sedan em 2003

Por aqui o modelo ficou em produção até meados de 2003, quando a Ford apresentou a versão sedan do Fiesta de quinta geração.

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Diferentemente da primeira geração do modelo, que além de ser desenvolvido para mercados emergentes e apresentar um visual bem improvisado, a segunda geração do Fiesta Sedan foi pensada para ter ambas as carrocerias – hatchback e sedan.

No caso do Fiesta Sedan no mercado nacional, ele foi o primeiro Ford a ter motor bicombustível e tinha linhas mais harmoniosas.

Seu design semelhante a versão europeia lhe dava prestígio que outros sedans não tinham. Por aqui, a segunda geração durou até meados de 2014, quando foi substituída pelo New Fiesta Sedan que era importado do México com o motor Sigma – que era fabricado aqui – tanto é que o Fiesta Sedan nacional também o pioneiro por apresentar o motor 1.6 flex e o 1.0 flex.

O modelo anterior do Fiesta Sedan também utilizou por pouquíssimo tempo o motor Supercharger da versão hatch. Mas por conta do alto consumo e da potência fraca para o modelo mais pesado, ele foi descontinuado.

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O acabamento do Fiesta Sedan de 2010 era idêntico a da versão hatch e contava com traços retilíneos e revestimentos agradáveis ao toque. Para o design externo, a Ford procurou assemelhar o Fiesta Sedan com o Mondeo, ao invés de pegar carona no estilo do Focus.

Facelift de 2007/2008

Um primeiro facelift chegava ao nosso sedan em 2007, já como modelo 2008.

Na dianteira, um novo conjunto ótico com faróis mais retangulares, de dupla parábola e novo acabamento interno.

O modelo conseguia ainda ser uma boa opção de compra por conta do seu design atualizado e boa oferta de opcionais e ampla rede de concessionárias espalhadas pelo país.

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Em 2011, o Fiesta Sedan muda pra pior

Uma segunda remodelação era introduzida no Fiesta Sedan em 2011.

Desta vez o resultado não estava tão promissor quanto a primeira vez que o modelo ganhou um retoque.

Para tentar se “assemelhar” com o modelo vindo do México, hatch e sedan ganham faróis maiores e mais afiliados, com dupla parábola e desenho que remete ao modelo mexicano.

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Na dianteira, o Fiesta Sedan ganha também uma grade em formato trapezoidal que tenta fazer uma ligação de estilo com o modelo mexicano – e que não conversou em nada com o restante da carroceria.

Na traseira a maior mudança desde sua apresentação em 2004, foi a troca das lanternas, que passam a ser translúcidas e mantem o aspecto triangular.

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Em 2012, finalmente um Fiesta Sedan verdadeiramente novo

Para 2010, o Fiesta Sedan ganha uma nova geração baseada na sexta geração do modelo europeu. Chamada por aqui a partir de 2012, quando chegou, de New Fiesta Sedan, o modelo apostava em tecnologia e versatilidade.

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Por conta do seu perfil mais alto, ele é um dos sedans compactos com a traseira mais alta à venda.

Seu visual de início era idêntico ao modelo mexicano – uma vez que era importado de lá para nosso mercado e para a terra do Tio Sam.

O modelo vinha equipado com o motor produzido na fábrica de Taubaté – interior de São Paulo – o Sigma 1.6 litro de 115 cavalos com etanol e 110 cavalos com gasolina. A priori, o modelo vinha apenas com câmbio manual de 6 velocidades.

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O New Fiesta Sedan vinha bem equipado, com até 7 airbags, controle de tração e de estabilidade, auxiliar de partida em rampa, sistema de som com sistema Sync – feito em parceria com a Microsoft – rodas de 16 polegadas e Leds nos para choques dianteiros.

As opções de cores eram bem chamativas – iam de verde abacate até um vinho metalizado – e o New Fiesta Sedan muito mais equipado que seus principais concorrentes.

Uma atualizada no New Fiesta Sedan

Para 2016, tanto sedan quanto hatch recebiam as mesmas atualizações de estilo do modelo europeu e mexicano.

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O famoso – por dar dor de cabeça – câmbio Powershift foi introduzido em meados de 2013.

Já para 2017 o modelo hatch ganha seu mais recente facelift – para tentar se igualar com o modelo de nova geração à venda na Europa – o sedan permanece com seu visual que recebeu em 2014.

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Atualmente o New Fiesta Sedan vem em quatro versões de acabamento:

  • Fiesta Sedan SEL 1.6 – R$ 67.260
  • Fiesta Sedan SEL 1.6 AT – R$ 73.060
  • Fiesta Sedan Titanium 1.6 AT – R$ 79.590
  • Fiesta Sedan Titanium Plus 1.6 AT – R$ 81.760 – uma pequena diferença de R$ 3.440 reais para um Ford Focus Fastback SE 2.0 AT.

Por hora não existem informações se o modelo continua em linha, ou se receberá uma nova geração baseada na 7ª geração apresentada recentemente na Europa, que é essa abaixo:

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Para termos uma ideia de como seria um Fiesta sedan baseado na versão europeia, apresentamos aqui uma projeção de um possível Fiesta Sedan na versão ST:

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No mercado brasileiro, o New Fiesta Sedan pode acabar sendo substituído nas versões mais completas do Ford Ka Sedan, o que é uma pena.

Ford Ikon

Se desse lado do atlântico tinhamos a partir de 2004 uma versão própria do Fiesta sedan, o mesmo pode se dizer do modelo indiano.

O Fiesta sedan – lá chamado de Ikon, ganhou sua primeira geração em 2000 – que foi originalmente feito para mercados emergentes e inicialmente para a Índia.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)  Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

A segunda geração do Ikon foi baseada no nosso Fiesta Sedan, mas com outra carroceria e um novo design, que era basicamente um Ford Mondeo em miniatura.

Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)  Fiesta Sedan: gerações, detalhes, modelos, motores (e equipamentos)

Para a África do Sul, Índia e outros mercados, ele ainda dispunha de visual próprio.

Já no México por exemplo em 2011 o modelo seguia o mesmo estilo empregado no nosso Fiesta de 2011 – com a frente que era “semelhante ao modelo europeu”.

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Atualmente o modelo foi descontinuado e na Índia, o modelo foi substituído pela versão sedan do nosso Ford Ka, que lá atende pelo nome de Aspire e tem cerca de 4 metros de comprimento para atender normas e legislações do país.

Já na África do Sul, o modelo não teve substituto – já que a gama da Ford não conta com nenhum sedan atualmente.

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Kleber Silva

  • afonso200

    esse 2013 com teto solar titanium, é show

  • Baetatrip

    A mae do grande amigo meu tem esse Fiesta Sedan comprada 0km em 2002, como o motor dura muito (1.0 Rocam) e nunca abriu motor e continua rodando sem dar 1 pingo de problema (+-200.000km)

  • No_Name

    Não há Fiesta RS com 300 cv, só se for alguma versão de rallye…
    O atual topo de gama é um ST com o motor Dragon 1,5 turbo entregando 200 cv.

    Eu tive um Fiestinha de 4a geração, o primeiro a ser produzido no Brasil, com motor RoCam. O achava ótimo e era praticamente idêntico ao europeu da época. Tenho saudades até hoje haha.

    Depois veio o Fiesta baiano, projeto Amazon, que era bem diferente do europeu de mesma geração, mas que ganhou admiradores pelo bom custo benefício e espaço interno.

    O mexicano de sexta geração dispensa apresentações. E depois veio o nacional que também era o que havia de melhor em 2013 para o segmento.
    Mas depois disso vieram carros que aproveitam melhor o espaço interno observando a necessidade do brasileiro querer espaço dentro para carregar a família inteira até com sogra e outros parentes e agora o Fiesta encontra-se nessa situação lamentável, abandonado a própria sorte.

    E isso não vai mudar, no balanço da Ford que saiu há poucos dias sobre o segundo trimestre, os únicos carros lucrativos da marca na América do Sul são a Ranger, EcoSport e os que são importados de outros mercados. É uma pena isso estar acontecendo com a Ford.

    • Ford Opala Attractive 200TSI

      Tive um Fiesta “Amazon”, ótimo para dirigir, espaçoso, barato.

  • Bruno Gomes

    Minha irmã teve um sedan supercharged e era um carro bem generoso. Temos um histórico positivo até uma certa geração com o Fiesta. De todos que já tivemos, o melhor foi o Fiesta 12/12 mexicano. Atualmente tenho um 14/14 e só tem me dado dor de cabeça. É um carro com boa pegada e economia, só fico frustrado nessa tentativa da Ford em querer gourmetizar o Ka e com os inúmeros defeitos apresentados no meu carro até hoje sem solução. Se importassem a nova geração, eu teria fácil, até mesmo o sedan, mas essa versão empobrecida feita no Brasil, eu passo.

  • Ricardo

    Maioria dos modelos feios.

  • Diego G. de Lima

    Sempre achei o Hatch e o Sedan um dos carros populares com as linhas mais bonitas. Dentro só estragava aquela central multimídia de calculadora.
    O Fiesta é o exemplo mor da maior cagada de uma montadora, era um carro bonito, bom, mas que nunca foi bem aproveitado. Já pensou um CVT nesse Sedan com um interior decente?

    • Eskarmory .

      Já entrou em um Fiesta sedan importado do méxico? Se aquilo não é um interior decente pra um compacto, não sei o que poderia ser…

    • André Luis Versiani

      Acho Fiesta um baita carro também, também nunca curti aquela telinha vermelha/azul do sistema Sync, display tosco de carro anos 80/90, mas é um sistema de som excelente. O PowerShift foi o maior problema em minha opinião, muita gente teve problema e o pós venda ruim não deu conta, gerou revoltas e acabou com o carro.

  • th!nk.t4nk

    E pensar que nos anos 90 o Fiesta tinha opção de motor 1.4 16v todo de alumínio, enquanto hoje em dia o Onix é líder de mercado com seu motor 8v de ferro. Impressionante como o mercado não apenas estagnou, mas até regrediu. Pegando exemplo da própria GM, nos anos 90 o Corsinha tinha opção do ótimo 1.6 16v. Nesse meio-tempo o resto do mundo evoluiu, e o Brasil engatou a ré.

    • oscar.fr

      A Renault tinha o excelente 1.6 16V e “por pressão do mercado” passou a vender apenas o fraco 1.6 8V no Simbol e, depois, em Sandero e Logan. Depois de muitos anos, lançaram o novo SCE, mas, até então, foi uma regressão enorme.

      • th!nk.t4nk

        Até a FIAT, vendiam Palio 1.3 16v com opçao de bancos elétricos (!) e 4 air-bags (ok, opcionais, mas tinha) no início dos anos 2000. O mercado automotivo foi só ladeira abaixo nos últimos 20 anos.

  • zekinha71

    O Fiesta foi o carro que mais teve a frente tristonha, como a Ford gostar de fazer isso.
    O Fiesta espanhol é bem raro de se ver nas ruas, sumiram.

  • ocampi

    Tive 3 gerações de Fiesta. A melhor é a do New Fiesta. Mas o Fiesta Raiz de 1999 foi também o mais robusto que tive. Rodou mais de 140.000km numa boa.

  • Dod

    Esse Fiesta sedã “Ikon” é um dos maiores símbolos da lerdeza da Ford no país, do contentamento em sempre ser a quarta entre as 4 grandes da época. A americana assistiu de camarote o sucesso estrondoso do Corsa Sedan na década de 90, a acensão do Siena reestilizado que foi de mico a sonho de consumo na categoria, o lançamento do novo Corsa C Sedan e até o Clio Sedan, que cativou muitos compradores mais “ousados” com sua aura de carro importado, airbag duplo de série para todas as versões e interior relativamente refiando na versão topo de linha com seus bancos em veludo. Até que em 2002, nos 45 do segundo tempo, ela traz essa jabiraca do México como Fiesta Sedan Street e semanas depois lança o novo Fiesta nacional, escancarando a defasagem do modelo importado e deixando claro que ele não duraria muito tempo.
    Outro absurdo foi o Fiesta Espanhol, que foi trazido já bem defasado, no final da vida, e durou só um ano.

  • rodrigosr

    Tive um Sedan 2014 Powershift.
    Fiquei com ele 3,5 anos, sem qualquer dor de cabeça. Bem equipado e bom de dirigir, mas apertado demais… não tinha um que não reclamava quando ia no banco traseiro.

    • Mauro Schramm

      Tive um hatch 2015 pelo mesmo tempo. Não tenho reclamações quanto ao espaço interno. Com as bancos dianteiros totalmente recuados realmente não cabe ninguém no banco de trás. Mas avançando um pouco o(s) banco(s) da frente o espaço para quem vai atrás fica confortável. Então, sempre era possível levar pelo menos 3 pessoas com conforto.

      No mais, concordo com você: o carro é bom de dirigir, super equipado e econômico.

  • Robinho

    Tive um Sedan Rocam, eita carrinho bom …

    • André Luis Versiani

      Meu sogro teve um também e o carro só trocou cabo de velas, mais nada, robusto demais.

  • Fabão Rocky

    O Fiesta de 2003 foi o q teve o design mais harmônico de todos comparado às suas reestilizações de 2007 e 2011, exceto pelas lanternas traseiras do 2011 q ficou melhor.

  • André Luis Versiani

    Parabéns Kleber Silva, ficou muito boa esta matéria, Fiesta foi penalizado demais pelos erros estratégicos da Ford do Brasil, carro bom e ficou bonito de 2003 pra frente.

    • Kleber Pinho da Silva

      Muito obrigado !

  • Brenno

    Matéria Fodástica! Parabéns!

    Uma curiosidade: o Fiesta tristonho é conhecido como MK4. O Facelift dele, originou o chamado MK5, com farois melhores, painel com hodômetro digital e o tão famoso Zetec.
    Se parar pra pensar, essa nomenclatura é complicada. O “New Fiesta” veio como Fiesta MK7 “mexicano” e, popularmente MK 7.5 como New Fiesta brasileiro. Se considerarmos que o antecessor dele foi feito de 2003 a 2014, que seria o MK6 com 3 variações, “MK6 A, B e C” ou MK6.25 MK6.5 e MK 6.75, ficaria uma lacuna entre o MK4 e o MK6, que foi preenchida pelo MK5.
    O único popular, de época, que realmente brigava com o Fiesta era o Clio e o Pug 206, ambos completos e com preço interessante, perto do Uno, Gol e Celta pelados.
    O fato de não usar correia de sincronismo é louvável. Porém, o Zetec Rocam é muito chato com sistema de arrefecimento, É 8 ou 80. Ou mantém limpo e bem cuidado ou… espere superaquecer.
    Tenho o meu MK5 GL Class 1999 a quase 10 anos e só da alegrias. Claro, peças ridiculas de caras, mas…
    Meu pai sempre teve VW. Uns 30 Gols diferente, 5 Polos, etc. Um dia ele comprou um Focus MK1.5. E agora sonha com um mais novo.
    Abraço!

  • Luis Burro

    Até q a frente do Ka sedan deu uma melhorada,o problema dele é esta traseira.
    Nunca entendi pq q o Fiesta ñ teve sw no Brasil.Falando nele,a quarta geração nd mais era q a reestilização da terceira,ñ sei pq fazem esta diferença.É bem diferente do caso da atual com a anterior q apesar de lembrarem uma à outra são bem diferentes na carroceria.
    Acho q as duas gerações do Fiesta ficaram bem legais,só a terceira q a Ford erroneamente esticou o carro.

  • Luis Burro

    Q engraçado este ikon pra mim tinha a frente baseada na do focus tanto de segunda geração qnto do reestilizado q veio pro Brasil.

  • marcosCAR

    O Ka sedan da foto está top…

  • Hodney Fortuna

    MInha irmã possuia um Fiesta Zetec Rocan 1,0 hatch 2007/2008. Apesar de espaçoso e de um design que eu até gostava o carro era extremamente manco nas saídas e mau conseguia desenvolver-se nas ultrapassagens. Por pouco quase comprei um já com a última reestilização em 2012. Custava um pouco menos que o meu carro atual que comprei nesse mesmo ano, um Palio Celebration. Enfim “pulei a fogueira” em termos de custo com manutenção e disposição de peças. O Fiesta tinha um problema crônico (dito por alguns mecânicos) que é defeitos recorrentes no seu módulo central.

  • Alcindo Simões de Almeida

    Manda sobre o fiesta hatk ano 2013caracterisrltica do carro

  • Felipe S. Rangel

    Tive 03 Fiestas e tenho um New Fiesta Titanium Plus. Amo esse carro. Que dirigibilidade. Está entre os melhores carros que já tive. Pena que foi abandonado pela Ford. Se viesse a nova geração, estaria tentado em tê-lo…

    • EdiSoares

      Concordo plenamente, tive dois titaniuns, excelente carro, só troquei de montadora por que o novo não veio da Europa, infelizmente.

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