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Financiamento leasing: como funciona?

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É certo que, apesar das boas condições oferecidas pelas fabricantes juntamente aos concessionários para a aquisição de um automóvel 0 km com pagamento à vista, tal cenário não condiz com a realidade de boa parte dos consumidores brasileiros. Você mesmo já deve ter adquirido um veículo, seja ele usado, seminovo ou 0 km, onde boa parte do pagamento foi realizado usando um financiamento. Há alguns anos era bastante comum fazer o financiamento total de um automóvel, o que acarretava em juros altíssimos. Atualmente esta prática já não é tão comum, visto que os bancos costumam pedir um certo percentual para entrada para aprovar o financiamento.


Há uma série de financiamentos à disposição dos consumidores para a aquisição de um veículo. Um deles é o leasing. Este tipo de modalidade é uma espécie de aluguel de veículos fornecido pelos bancos e instituições financeiras, sendo que o cliente tem a opção de adquirir ou não o bem no fim do contrato. Em suma, o banco praticamente “empresta” o veículo ao consumidor por um tempo pré-estabelecido, cabendo ao cliente efetuar o pagamento mensal até o fim do acordo e, após isso, renovar a utilização, adquirir o produto pelo valor acordado no contrato ou devolve-lo à instituição financeira.

A principal diferença entre o financiamento e o leasing é que no leasing o automóvel fica em nome do banco e não do “proprietário”. Sendo assim, caso você não efetua o pagamento, quem terá prejuízo será o banco – e ele terá o direito de tomar o bem de volta com mais rapidez. No entanto, é bastante comum que algumas instituições tratem tal modalidade como um financiamento comum, limitando alguns direitos dos consumidores. É importante saber que o leasing tem suas diversas limitações e condições e você deve ficar atento a isso.

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Como funciona o leasing?

Como explicamos resumidamente nos primeiros parágrafos desta matéria, o leasing é um contrato de arrendamento mercantil onde o cliente “aluga” o carro de um banco ou instituição financeira por um período determinado. Na assinatura do acordo, o cliente deve especificar se deseja iniciar o processo dando uma entrada em dinheiro ou não e a partir daí será calculado o valor da prestação do financiamento. Após isso, a financeira adquiri o veículo da concessionária (seguindo o modelo, cor e opcionais escolhidos pelo cliente) e ele é arrendado para o comprador, que passa a pagar parcela com um certo valor todos os meses.

O leasing tem contrato com duração mínima de 24 meses, podendo chegar a 30 ou 42 meses dependendo da negociação com o cliente e o banco/instituição financeira. Se o valor do leasing for baixo, haverá um resíduo a ser quitado ao final do contrato, que nada mais é que a diferença entre o valor do carro e o que foi pago durante o período de contrato. Hoje em dia há a opção de que o cliente possa decidir quanto sobrará de resíduo ao final do acordo. Entretanto, o acordo pode não incluir um resíduo final em caso de modalidade de valor residual garantido.

Depois de longos meses com o pagamento da prestação em cada um deles, o cliente terá a opção de adquirir o veículo nos valores especificados pela tabela FIPE da data. Neste caso, o comprador deverá arcar com todas as taxas de transferência de propriedade, por exemplo. Pode parecer estranho uma situação em que você irá “comprar o seu próprio carro”. Todavia, você deve ter em mente que, num leasing, o veículo foi apenas emprestado pelo banco e ele sempre foi de propriedade da instituição.

As parcelas do leasing definidas pela instituição financeira juntamente com o comprador podem incluir o valor do aluguel pelo uso do veículo e também o Valor Residual Garantido (VRG), que será pago para aquisição do carro. A quantia destinada ao VRG poderá ser paga com a entrada dada pelo cliente, com a possibilidade de dilui-la nas parcelas mensais ou abate-la no final do contrato.

No entanto, vale lembrar que a compra do bem não é obrigatória. Se o cliente optar por não adquirir o veículo ao fim do prazo de arrendamento, o bem será vendido e uma das partes será ressarcida seguindo a diferença entre o valor de venda e o VRG.

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Quais as formas de leasing disponíveis?

Há basicamente três formas de leasing à disposição de uma pessoa física ou jurídica interessada em adquirir um veículo. A primeira delas é o Leasing Financeiro, o mais conhecido deles, onde o valor de compra/venda do bem (VRG) é estabelecido no contrato e será abatido ao longo do arrendamento para garantir que o bem será adquirido pelo cliente após o pagamento das parcelas.

Já o Leasing Operacional não oferece a opção de adquirir o bem ao fim do contrato. Entretanto, se o cliente optar por adquirir o veículo após o fim do prazo, o preço de venda será calculado conforme o valor da tabela Fipe.

Por fim, o Leasing Black é oferecido somente para pessoas jurídicas. Trata-se de um leasing “de retorno”, onde a arrendatária (proprietária do bem) irá vender o veículo à arrendadora, que irá alugar o bem ao cliente inicial. Esta modalidade é recomendada para empresas que necessitam de capital de giro, pois ela vende seus bens a uma empresa que aluga de volta os mesmos.

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Quais as vantagens e desvantagens do leasing?

A principal vantagem do leasing para o consumidor final é que ele não possui incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) – há somente a incidência do ISS (Imposto Sobre Serviços). Por conta disso, os juros praticados são mais baixos e, consequentemente, o cliente precisará desembolsar uma quantia menor em cada parcela em relação a um financiamento tradicional. Devido a esse motivo, os concessionários costumam oferecer o leasing como uma modalidade mais vantajosa.

Fora isso, o leasing acaba sendo vantajoso para aquelas pessoas que não dispõem de uma boa quantia em dinheiro para usar como entrada para a aquisição do bem. Há a possibilidade de financiar o valor total do veículo.

Por outro lado, como você já deve ter notado ao decorrer desta matéria, o leasing tem uma série de desvantagens. Entre elas, o fato de que você poderá ser o proprietário do veículo apenas se adquiri-lo no fim do contrato. Além disso, não há a possibilidade de vender um carro adquirido por leasing antes de quitar todo o valor dele – é um compromisso que não pode ser interrompido por qualquer uma das partes. E em caso de não pagamento das parcelas, a retomada do veículo é mais rápida.

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  • Mambo Ted

    Pagamento à vista e com desconto ! Resto é sustentar banqueiro de m .

    • Tibúrcio

      Infelizmente a maioria da população não tem condições de fazer isso.
      O pior é que quando a pessoa tem condilções para se planejar, não o faz!
      Aí os bancos agradecem!
      Meus dois primeiros carros foram financiados…
      Depois disso, só à vista! Quando calculei o tanto que eu perdia, me forcei a planejar troca de carro.
      Demora, mas vale a pena! Não dá aquela sensação de ter sido lesado!

      • Mambo Ted

        A maioria não tem condições de comprar e manter… porém é um bem útil e necessário. Sem organização financeira é impossível comprar e manter um carro no país dos políticos. Qualquer financiamento se deixa no mínimo 20% do valor do bem para bancos, isso em financiamentos curtos e com entrada alta. Em muitos casos pagam quase 3 carros é gostar de trabalhar para pagar conta …

        • Unknown

          Só não concordo com a parte que vc diz que “qualquer financiamento se deixa, no mínimo, 20% do valor…” Eu comprei o meu zero Km há 2 anos com cerca de 65% de entrada e o restante “sem juros”. Lógico que totalmente sem juros não é pois tem as taxas de abertura de financiamento, etc, mas acrescentou uns 2 mil e poucos reais ao valor à vista do carro, portanto menos de 5%!

          • Mambo Ted

            Beleza ! Vou te dar um exemplo comigo no final de abril 2017. Precisei de um terceiro carro, na Hyundai me ofereceram esses juros 0. Com entrada de 42000 e mais 18x de 1450. Paguei o mesmo carro na mesma ccs por 58000 à vista . Desculpa do vendedor que tinha iof , taxas e que teria que financiar sem juros pelo valor da nota… realmente a nota veio como 62490. Paguei 4500 a menos e quase 10000 de diferença se fosse o sem juros .

            • Unknown

              A Hyundai é péssima em negociação! Eles acham que os carros deles são os melhores e que não precisa dar desconto para vender! Eu cheguei a ir na Hyundai quando fui adquirir meu último carro zero e constatei isso. Na Ford eu comprei desta forma (entrada de cerca de 68% e o restante “sem juros”) por um valor cerca de R$1.000 abaixo do preço de tabela. Lógico que se eu fosse comprar à vista, poderia chorar um pouco mais de desconto, mas mesmo assim não achei ruim o negócio.

              • Mambo Ted

                Hyundai é péssima em negociações. Tua negociação foi boa. E vai Corinthians!!

                • Unknown

                  Senti um tom de ironia em seu comentário, mas vou acreditar que não foi a sua intenção. Achei que fiz um bom negócio sim, inclusive não tenho do que reclamar em relação ao veículo que adquiri, portanto, se estou satisfeito, concluo que o negócio foi bom!

                  • Mambo Ted

                    Pq ?
                    Tb achei bom negócio

                    • Unknown

                      Ok, me desculpe por desconfiar da sua intenção no seu comentário… rs

            • GPE

              Isso aí q te ofereceram foi uma enrolada. Apenas isso. Qnd é Juros zero vc paga apenas o iof em cima do valor financiado. Apenas. Até a taxa de abertura de crédito é ilegal. Nas vezes q fiz simulações, dava entre 1000 e 1600 reais a mais em cima do valor original.

    • FocusMan

      Aqui nesse site é cheio de gente que não tem carro e fica arrotando que faz essasw coisas

      • Mambo Ted

        Não entendi ?
        Vc esta escrevendo isso para mim ? Ou vc acredita que há crianças que gostam de escrever que pagam à vista ? Seja direto e de nome a quem vc está dirigindo esse comentário

        • FocusMan

          Não foi para você não. Foi para outros que sei que nem tem carro mas repetem o que você falou.

  • tiago

    Um leasing nos moldes estadunidenses seria muito interessante. Você paga um valor por mês e, ao final do contrato pega outro carro zero km.
    Ou seja, você não tem que arcar com a desvalorização e está sempre de carro novo pagando um valor atrativo.
    Só não sei como fazem com os “espíritos de porco” que resolvem “moer” o bem só porque não são proprietários, mas possuidores.

    • Pedro Henrique

      tem modalidades de ciclo aqui no brasil também, mas elas não compensam, vale mais a pena financiar normal ao final do financiamento vender o carro e com o dinheiro dar de entrada no novo e aí só paga a dif do usado pro novo e fica nesse ciclo…muitas vezes vai conseguir sem juros porque a diferença do usado pro novo vai permitir fazer em menos vezes.

      • José Barbosa

        Exato. O problema no Brasil é que os juros são muito altos. No caso do ciclo, o mínimo deveria ser adotar uma taxa diferenciada para a “parcela balão”. Sem isto, não vale a pena.

      • Unknown

        Exato! Mas não é nem a questão de financiar “em menos vezes” como você disse, mas sim dar uma entrada alta (cerca de 65 a 75%) com a venda do semi-novo e conseguir o financiamento do valor restante “sem juros”. É a melhor maneira de andar sempre de carro novo, no Brasil.

    • th!nk.t4nk

      O que você citou nao é apenas o leasing “americano”, e sim como funciona o leasing no mundo todo hehe. O único lugar onde ouço gente falando de comprar o próprio carro ao final do leasing é no Brasil. Em outros países até existe essa opção, mas praticamente ninguém fica com o veículo quando vence o contrato. Nao faz sentido, pois se a intenção era essa o financiamento normal é bem mais vantajoso (nao joga fora 2 anos de aluguel). Outra coisa é que no Brasil de forma geral o leasing nao é boa opção para os bancos e montadoras pela instabilidade do mercado, entao os que oferecem embutem um prêmio bem elevado pra cobrir os riscos. Leasing só vai virar opçao quando o país endireitar e tiver juros bem baixos.

      • JOSE DO EGITO

        Nesse modelo é melhor vc alugar um carro em qualquer locadora,sempre vai estar com carro novo,sem tributos para pagar,uma vez que nem um nem outro vc sera proprietario do veiculo

      • Unknown

        Sem contar que no Brasil, e suas vias em péssimas condições de conservação, tendem a deteriorar o veículo muito mais facilmente nestes 2 ou 3 anos…

    • Renato Duarte

      Banqueiro brasileiro não iria gostar de dar benefícios estadunidenses. Aqui você iria andar de carro zero todo anos,, porém o carro anterior não iria abater as parcelas do carro atual.

      Iriamos criar mais uma nova cultura no brasil,, dar um carro quitado pro banco enquanto você quitará mais um pro banco.

    • Unknown

      Mas a taxa básica de juros nos States é baixíssima! Menos de 2% a.a, se eu não me engano. Portanto, incomparável aos juros praticados no Brasil!

  • Jimmy Rustler

    No Brasil não funciona

  • Lucas Fernando

    Não compensa, pois se surgir um $$ e você quiser quitar algumas parcelas, não vai ter desconto. Considero o CDC ainda “menos pior” desde que realizado de forma sensata, alto valor de entrada, no mínimo 60% de entrada. Melhor ainda é se não precisar financiar.

    • Bonareno

      Com 60% disponível para entrada é melhor analisar a possibilidade de consórcio+lance.

      • Ailton Maschio Gomes

        Com 60% de entrada, compensa tentar uma taxa 0. Consórcio tem taxa administração, fundo de reserva e pra pf ainda tem o seguro. Sem contat que sobe o carro na fábrica, consequentemente sobe a parcela.

        • José Barbosa

          Exato, financiamento a “taxa zero”, que é quase zero, mas tem custos, é mais i interessante.

      • José Barbosa

        NA, POR FAVOR!, utilizem meu post sobre o tema, ou até escrevo um artigo para mostrar TODOS os problemas do consórcio, que é ainda pior que o financiamento. A começar, motivo óbvio: você vai pagar taxa de administração sobre mais da metade do dinheiro QUE JÁ É SEU.

  • cerberos

    Já tive um para nunca mais, quando você vai quitar não tem desconto nas parcelas e para desalienar é um parto, tem que ser o proprietário, não pode ser despachante, tem que ir no cartório reconhecer firma, mandar os documentos para são paulo etc etc perdesse dois dias cujo desconto na parcela não vale a pena a dor de cabeça.

    • Eduardo Sad

      Rapaz é chato sim: tem que preencher o termo de opção de compra ou preenchê-lo dando a opção a um terceiro (caso o arrendatário já queira vender o carro). Tem que pegar o recibo, levar pro gerente do Banco assinar (ou remeter pra uma central quando não for feito em Banco Comercial). Quando o recibo volta preenchido, tem que juntar uma cadeia de procurações e substabelecimentos, desde o presidente do Banco (ou da instituição Arrendadora) até aquela pessoa que de fato assinou o recibo. Aí vc junta isso tudo: termo de opção de compra (com sua firma reconhecida) recibo (agora assinado por ambas as partes e firma reconhecida) e cadeia de procuração. Leva no Detran cruzando os dedos para não haver nenhuma diligência…

  • Arnon Coelho Junior

    corrija por favor leasing back trabalhei nessa area por 3 anos mas excelente materia para o publico em geral

  • pedro

    O termo correto para isso não é “financiamento leasing”, usado o termo “leasing financeiro”. É um produto tipicamente tabajara, saiu da cabeça criativa do povo brasileiro. Nasceu com a intenção de burlar a legislação tributária, pois leasing é aluguel e aluguel tem tributação menor, inclusive sem incidência de PIS e COFINS e ISS. Ocorreu que o STF cortou as asinhas dos bancos e disse que o leasing financeiro não tem nada de aluguel, pois foi descaracterizado. Inclusive porque o VRG passou a ser cobrado mensalmente, quando o tradicional é cobrado ao final, se o “locatário” optasse pela compra do bem. Por isso hoje o leasing financeiro NÃO EXISTE MAIS, é coisa do passado.

  • José Barbosa

    Leasing brasileiro: uma invenção bancária para você tomar no c… mais profundamente que num financiamento. Alguns décimos no juro mensal não pagam de forma alguma todas as dores de cabeça e os riscos que uma pessoa física tem. Aliás, não sei se está voltando, mas sei que numa época até secou esta modalidade, justamente pela série de problemas e transtornos que ela trouxe.

    Mas algumas das desvantagens clássicas:
    – Não permite antecipação de parcelas. Antes de um determinado período (salvo engano, dois anos), você tem que pagar multa para quitar;
    – TUDO nesta vida é um sofrimento, posto que o banco é o proprietário. Então, se o cônjuge pega o carro e passa num pardal, pensa a dor de cabeça que é para conseguir transferir a responsabilidade da infração;
    – Dobra custos de transferência…

    E por aí vai.

    Sério, se quer pegar um empréstimo para comprar um carro (deveria ser bem menos comum do que vemos, com as nossas taxas), ou financie o carro, via CDC, ou pegue um empréstimo consignado (que pode ser mais vantajoso para carros antigos), e não tenha todos estes aborrecimentos de prender o carro à garantia.

  • Eduardo Sad

    Quando o arrendatário não dá conta de pagar as parcelas e fica inadimplente, geralmente dá uma trabalheira danada pra Instituição Arrendadora. Junto com a contraprestacão atrasada, vem IPVA e taxas em atraso, carro sem revisão, algumas multas de trânsito, as vezes algum processo por dano moral ou material em decorrência de acidente… E fica tudo “sob responsabilidade” do Arrendador… Não é nada simples atribuir tais fatos ao arrendatário. Já vi esse filme diversas vezes! Por isso, a Instituição na qual trabalho não oferece mais Leasing no varejo

  • Davidsandro18

    Pago 1060 num crossfox 17/18 tirado zero km num contrato de 24 meses, no final tenho opção de ficar com o veículo, trocar por outro zero ou devolver e não pegar e pagar mais nada.
    É um esquema específico para funcionários do Grupo VW aqui no Brasil.

  • Victor Piffardini

    Como ficam as questões de IPVA; eventuais multas e seguro?

    • th!nk.t4nk

      A multa chega pra quem estiver indicado no sistema. Se nao preencher nada, vai pro dono (que é a financeira). O resto depende do contrato: há leasings que incluem as revisoes e seguro. Outros nao incluem nada. Outra questao que faltou comentar, é que em muitos contratos há limitaçao de quilometragem. Se quiser sem limite, a mensalidade sobe bem, já que o veículo terá desvalorizado mais na hora de devolvê-lo. Enfim, sao coisas que variam, tem que se informar bem antes de fechar o contrato.

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    NA, não seria Lease Back, ao invés de Leasing Black?

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