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Flagra: Chery terá fastback elétrico na China, que pode vir ao Brasil

Flagra: Chery terá fastback elétrico na China, que pode vir ao Brasil

A Chery não quer deixar passar um segmento que está crescendo na China, o de fastbacks elétricos. Um veículo da montadora de Wuhu foi visto camuflado e ainda bem “cru” durante um flagrante.


Há alguns dias, rumores diziam que a Chery estava fazendo algo relativo a um sedã elétrico que teria um estilo próximo ao de um cupê, mas só agora é possível ter uma ideia do que vem por aí.

Ainda sem muitos detalhes, o fastback elétrico da Chery terá um capô curvado e perfil aerodinâmico com coeficiente bem baixo. Mesmo com proposta de se parecer com um cupê, as portas do modelo terão batentes dos vidros.

Flagra: Chery terá fastback elétrico na China, que pode vir ao Brasil

Com teto suavemente curvado na parte central, o Chery elétrico tem uma caída pouco acentuada até o porta-malas, onde terá lanternas em LED num conjunto ótico único, que no carro de testes ainda não estava instalado.

Dá para notar também que a tampa do porta-malas não será integrada ao vidro traseiro, como acontece no JAC A5, por exemplo. Falando nisso, este pode ser um potencial rival do modelo da Chery.

Por dentro, o fastback da Chery terá um painel frontal com enorme tela digital para cluster, entretenimento e outras funcionalidades, tomando praticamente toda a frente do habitáculo.

Flagra: Chery terá fastback elétrico na China, que pode vir ao Brasil

Nota-se ainda um enorme HUD junto ao para-brisa, além de um console proeminente em forma de mesinha, onde há um suporte com função ainda desconhecida. O túnel terá alavanca tradicional para mudanças das marchas D e R.

Pelo que se vê, o fastback elétrico será mais exclusivo que o Chery eQ5, o primeiro SUV elétrico da marca e que tem autonomia de 600 km no ciclo NEDC, o que deve dar em torno de 500 km.

Esse novo carro deve utilizar a mesma tecnologia empregada no SUV acima e também dispor de alcance longo. Apesar de ainda ser cedo, este modelo pode vir ao Brasil no futuro, assim como no caso do eQ5 e de outros eletrificados da Chery.

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Tosca16

    Não precisa ser elétrico, mas caberia os hatchs dos modelos Arrizo5 e Arrizo6.

  • filho

    Qual o louco vai comprar essa tranqueira chinesa?

    • Tosca16

      Alguém que tenha dinheiro e não esteja se escondendo na rede social como vc.

      • filho

        Quer dizer que vc é um pinguim, e seu nome é Tosca16 ? Só que faltava no brasil era fã de carro chinês mesmo.

    • 😎.

      Compre um Gol, a bela tranqueira brasileira , tem o Mobi também , outro orgulho do Brasil.

      • filho

        Ao menos gol e mobi dá pra revender depois, essas tranqueiras chinesas, quem comprar tem que ficar com o trambolho até se desmanchar.

  • Essa tela vem com Netflix?

  • filho

    Já que excluíram meus comentários, vou mudar minha opinião: essa maravilha de sino-carro vai vender 1 milhão de exemplares aqui, pode confiar.

  • Henrique12

    Credo

    • ricmoriah

      Para a Byton é…

  • Sino Weibo

    Esse modelo é uma resposta ao sucesso da Xpeng e agora da Aiways, que está mandando seus modelos ja pra Europa.

    • Luconces

      Sino, você que conhece mais, como funciona a Tesla na China? Toda marca estrangeira deve ter acordo com alguma marca nacional chinesa e ai que as vezes rola o rebadge, correto?

      A Tesla foge desse padrão ou ela tem alguma parceira local para transferência de know-how?

      • Sino Weibo

        Não é tão comum rebadge dessa forma na China. Existem “versões” locais de modelos de marcas mainstream, que podem ou ser feitos em parceria, ou ser cópias mesmo, dependendo de qual montadora está fabricando (se tem parceria ou não com a multinacional em questão). Hoje o rebadge que está acontecendo é de marcas com parcerias na China, aproveitando dessa parceria, para fazer rebadge dos modelos criados por eles em parceria, e levar pra outros países que acreditam irão aceitar. Ford faz isso, GM está começando com suas marcas em parceria Wulling e Baojun, irão vender pelo mundo com sua marca. A VW está cogitando isso com suas marcas criadas lá, além dos modelos que foram feitos nas suas 3 parcerias. O caso da Tesla faz parte da nvoa política chinesa, que será aplicada a todas na verdade, de não obrigar mais os joint-ventures. A Tesla entrou sem parceria e com inventivos, mas claro, como ninguém sobrevive sozinho, acabou fazendo aliança técnica com a CATL, para fornecimento de baterias, mas por iniciativa própria, não imposição, assim como a aliança entre Toyota e BYD, e mais recentemente anunciada, entre a BYD e a JLR. Estas parcerias são de livre e espontânea vontade das marcas, pela experiência que os chineses adquiriram na área, como outras que eles têm feito em autonomia pra alcançar o nível 5 e tecnologia 5g. A partir de agora as parcerias são todas estratégicas, e não impostas.

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