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Ford engaveta projeto de família de compactos para mercados emergentes

ford ka 2015

A nova família de carros compactos da Ford, com hatch, sedã e crossover para mercados emergentes, não deverá chegar tão cedo às concessionárias. De acordo com fontes, a montadora norte-americana engavetou o projeto da nova linha de modelos, que antes tinha previsão de chegada ao mercado (leia-se Índia e China) para meados de 2018.

A Ford comunicou seus fornecedores sobre o adiamento do projeto (conhecido internamente como B500) em julho deste ano. O motivo? A baixa demanda por hatches e sedãs compactos e médios nos mercados indiano e chinês, devido a “explosão” das vendas de crossovers e SUVs. Além disso, o custo de atualização das plantas para produzir os novos modelos também seria “proibitivamente alto”, ainda segundo fontes ligadas à empresa.

No entanto, a montadora se recusou a comentar sobre o assunto. “Estamos avaliando constantemente oportunidades para melhor atender as necessidades dos consumidores e não comentamos sobre a especulação sobre programas de produtos futuros”, disse um porta-voz da Ford em comunicado.

Além da Índia e da China, os novos modelos da Ford seriam oferecidos no Brasil, Rússia e Tailândia, provavelmente como sucessores dos atuais Ka, Ka+ e EcoSport.

[Fonte: Reuters India]





  • vicegag

    Ótimo, chega de projetos pobres que na maioria só buscam o lucro fácil, sem oferecer a segurança devida, pois por mais que a pessoa viva no terceiro mundo, a vida do ser humano deve valer o mesmo na Alemanha ou na Índia.

  • Fabio Marquez

    Pelo jeito estamos salvos do projeto de New Fiesta tupiniquim…

    • zekinha71

      Pensei a mesma coisa, ou será pior.
      Não vão mudar nada no atual, deixando virar um dino igual aconteceu com o Golf 4.

    • No_Name

      Não sei de onde tiraram que iriam abrasileirar o Fiesta. Fiesta é um modelo tratado com imenso zelo pela Ford, tendem a mantê-lo igual no mundo todo. Só desviaram essa diretriz no BV256, o conhecido “Fiesta RoCam”, que era outro carro se comparado ao europeu, mas isso aconteceu pela grave crise que acometia a Ford brasileira naquela época.

  • oscar.fr

    Já deu para perceber que o futuro Eco deixará de derivar do Fiesta para derivar do Ka.

    • Luiz camurça neto

      O Ka já deriva diretamente do Fiesta, como sempre ocorreu desde a primeira Geração. com exceção da segunda (europa) que compartilhou o projeto com Fiat 500

  • delvane sousa

    Ainda bem. Projeto pra emergentes significa pequeno, inseguro e caro.

    • Solaire Of Astora

      Ou seja, 90% dos carros brasileiros…😁😁😁😁

  • pedro

    Ainda é relativamente novo o Ka, talvez por isso o adiamento.

  • Franco da Silva

    Sim, esse projeto era praticamente o Ka, pq fazer mais um?!
    Por isso que flagraram um Ka nos EUA semana passada.

    • Jaspion

      não tinha nada a ver com o Ka, só posso dizer isso !

  • Diogo Oliveira

    Ainda bem, não queremos carros feios, defasados, pelados e lerdos por preços absurdos! Melhor continuarem com o Ka mesmo.

  • Gustavo Miranda

    Os designers vêm desde os anos 90 sonhando com futuro onde aqueles carrinhos diminutos para uma ou duas pessoas sejam o meio de transporte ideal e assim que a maioria das pessoas no mundo conseguem melhorar de condições a primeira coisa que fazem é migrar parra um SUV hehehe…

    • Zoran Borut

      No Japão, há leis tributárias rígidas sobre dimensões que forçam a existência de kei cars.

      Infelizmente, somente pela legislação pode-se forças uma mudança de hábitos no consumidor.

      • Renato Duarte

        A legislação deveria interferir somente no que diz respeito a segurança dos ocupantes dos veículos, não ficar decidindo o tipo de carro que a população vai ter. Você está é justificando a existência de uma ditadura totalitária.

        • Zoran Borut

          Japão = ditadura totalitária. Ah tá.

          E se o cidadão quer comprar um carro sem segurança nenhuma, a ditadura totalitária não deixa. Pois é.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Na prática significa que o foco da empresa serão os produtos mais caros

  • Marcos Drawer

    Não tem pra onde correr. Se trazem carros “pobres”, criticam a qualidade, a falta de luxo, o plástico duro, etc. mas compram. Se trazem iguais aos carros de países desenvolvidos, enfiam a faca (Já temos hatches e sedans médios e “mini-SUVs” estourando a barreira dos 110 mil) acham “absurdo” o preço, as peças caríssimas pra manter, mas compram. Ou seja, A lei do “se colar, colou” funciona. Se ao menos o CONSUMIDOR fosse mais consciente e coerente (boicote o carro caro e boicote o carro sem qualidade), talvez as coisas mudassem um pouco.

  • Bruno Gomes

    Sempre relato minha experiência negativa com meu atual Fiesta. De todos que tivemos em casa, a atual perdeu e muito se comparado ao mexicano, que burramente o troquei pelo modelo nacional. Mas sou fã do Fiesta e fiquei com receio quando li que no Brasil teríamos um projeto diferente e possivelmente não teríamos a nova geração, mas com essa notícia fico mais aliviado com o futuro do modelo no Brasil. Alguns flagras mostram que o modelo está mais espaçoso e no quesito beleza parece surpreender como o conceito Verve.
    Chega de carros para mercados emergentes, queremos carros a nível global.

  • Solaire Of Astora

    Vai fazer uma falta, quanto maior a diversidade melhor….

  • Rafael Pereira da Silva

    o Ka não será eterno e logo precisará de, ao menos, um facelit, principalmente o Ka+ que não caiu no gosto da população. Acredito que ambos possam vender mais, tanto com um cambio automático, quanto a adoção de 1.0 no sedan (para ser o sedan de entrada, e deixar o Fiesta para competir com o Prisma e o Cobalt).

  • Tyrion Lannister

    Ainda bem!



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