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Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

Uma das picapes mais memoráveis do Brasil foi a Ford F100. O modelo surgiu derivado da versão americana e logo fez sucesso por aqui, ainda mais numa época em que o país estava crescendo e necessitando de veículos comerciais leves que realmente ajudassem os negócios que estavam surgindo.


Além disso, era preciso veículos que fossem robustos e duráveis, sendo que, nesse caso, a Ford F100 garantia uma performance adequada para sua proposta. Durante 28 anos, o modelo foi uma das principais picapes oferecidas no mercado e, a partir de 1967, teve ainda a companhia da Rural Pickup (F75), após a compra da Willys por parte da Ford.

Mas não ficou nisso, a partir de 1979, a Ford F100 ganhou ainda uma companheira praticamente igual, a F1000. De motores V8 4.5 até um singelo 2.3 de quatro cilindros, a picape da Ford ajudou a marca à forjar termos como “Raça Forte”, atribuindo uma resistência longa aos produtos da marca no segmento.

Assim, a Ford F100 contribuiu também para forjar no mercado nacional, o segmento de picapes, junto com a rival Chevrolet C10. Feita na fábrica da Ford no Ipiranga, ela sempre teve como característica a cabine simples, espaço para três e caçamba de bom volume, além de capacidade de carga adequada.


Ford F100 – primeira geração (a partir de 1957 no Brasil)

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

A origem da Ford F100 está atrelada à segunda geração das picapes Ford Série F nos EUA, que surgiu em 1948. Lançada em outubro de 1957 no Brasil, ela seguiu as linhas do modelo de 1953 nos EUA, tendo para-lamas mais baixos que o capô, que era bem curvo e elegante.

A F100 de 1957 tinha motor V8 4.5 a gasolina com 167 cavalos e câmbio manual de três marchas com alavanca na coluna de direção. Esse modelo tinha torque de 38,7 kgfm, mas era importado. Nacionalizado mesmo somente após 1958 e durou muito tempo por aqui.

Esta picape rapidamente foi adaptada para diversos usos, incluindo aqueles que usavam caçambas de madeira.

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

A Ford implementou alterações no modelo nos anos seguintes, incluindo para-brisa maior e versão apenas com cabine e chassi,, o que favorecia a instalação de carrocerias diversas. Uma caçamba mais larga foi introduzida também, mas a Ford percebeu que no começo dos anos 60, os clientes já estavam usando a Ford F100 também para lazer.

Com 3,30 m de comprimento, essa picape era derivada do caminhão F600 e tinha eixo rígido na dianteira e traseira, sendo um veículo bem robusto e manutenção fácil.

Foi o principal concorrente do Chevrolet Brasil 3100.

Ford F100 – segunda geração (a partir de 1962 no Brasil)

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Em 1962, a Ford lançou a segunda geração da Ford F100 no Brasil, sendo que dessa vez, a picape passou a ter índice de nacionalização elevado e ganhou carroceria mais quadrada, com para-malas integrados ao desenho do capô e caçamba.

A utilitária veio ainda com a versão Passeio, que tinha foco no conforto com suspensão mais macia e pintura “saia-e-blusa”.

A F100 dessa geração tinha ainda uma versão de trabalho, a Ranchero, que adotava o nome da picape leve da Ford no mercado americano. Esta era mais robusta e dura, mas ambas mantinham a mesma mecânica da anterior, ou seja, o velho Ford 292 V8 4.8 e seu câmbio manual de três marchas “no volante”.

É interessante notar que, em 1963, surgiu uma versão de cabine dupla desta picape com três portas, sendo a traseira do lado direito e com abertura invertida. O esquema é o mesmo empregado atualmente pela picape leve Fiat Strada Cabine Dupla.

O estilo dessa época empregou duas grades diferentes e quatro faróis circulares. Havia ainda o V8 272 4.5 que também foi usado e com 168 cavalos (foto mais abaixo).

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

Haviam vários detalhes que remetiam à nacionalização da Ford F100, incluindo as cores verde e amarelo. Essa picape também ganhou uma atualização visual na segunda metade dos anos 60. Porém, a Ford já preparava uma mudança para distancia-la da F75, que era a Rural Willys rebatizada.

Em 1968, ganhou a suspensão Twin I-Beam, que durou até o fim da F1000. Além disso, a picape ganhava faróis retangulares e levemente ovalizados, bem como grade branca com friso único horizontal. Nessa época, a Ford tinha nada menos que 300 revendas espalhadas pelo país, que davam suporte à picape e por isso confiabilidade em termos de pós-venda.

Ford F100 – terceira geração (a partir de 1971 no Brasil)

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Mas, de todas as gerações, a terceira foi a mais popular e aquela que mais durou no mercado nacional, mesmo com mudança de nomenclatura. Lançada em 1971, ela incorporava o estilo da quarta geração americana, um visual que ficaria marcado pelo modelo até os anos 90.

A Ford F100 dessa época tinha uma carroceria de linha mais contemporâneas e estava apenas três anos atrasada em relação ao equivalente vendido nos EUA. O mesmo visual foi empregado no novo caminhão F4000, que substituiu o F600, assim como nos caminhões médios da Ford.

Ou seja, tudo tinha cara de F100…

A frente tinha capô elevado e quadrado, que obrigatoriamente vinha com molas para sua sustentação quando aberto. Este chamava atenção pelo nome Ford na frente e um logotipo horizontal da marca americana. Outro detalhe é que nas laterais haviam refletores laranjas junto à designação do modelo.

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A Ford F100 tinha grade dividida em duas partes bem horizontais e com detalhes cromados, além de dois faróis simples e circulares. Os piscas ficavam bem mais abaixo, junto ao para-choque de aço, de cor branca, o mesmo tom visto na traseira. Nas laterais, um vinco em forma de seta era realçado com a cor branca, dependendo da versão.

As maçanetas enormes eram cromadas, assim como os diminutos retrovisores, pequenos demais para qualquer picape, sendo os mesmos do Galaxie na edição Super Série. Por isso, muitos adotaram espelhos verticais grandes e apoiados por dois suportes.

As rodas de aço branco com calotas eram um charme a parte, enquanto a traseira tinha lanternas verticais que inspirariam aquelas da picape Pampa.

A tampa da caçamba com o nome Ford era para ser identificada à distância, enquanto a caçamba tinha estepe vertical e 1.655 litros de espaço. Aliás, a Ford F100 tinha capacidade de carga muito baixa, mas aceitável na época, sendo que a versão de quatro cilindros não levava mais que 660 kg contra 865 kg da versão V8. A cabine tinha teto branco, combinando com os detalhes exteriores.

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Por dentro, o acabamento da Ford F100 era bom, assim como o isolamento acústico e os detalhes. O cluster era horizontalizado e vinha com temperatura da água, nível de combustível e velocímetro quase no estilo dial, sendo bem horizontal. O volante era enorme e dotado de três raios, além de buzina em forma de meia lua.

O banco inteiriço levava três pessoas com cintos simples. A F100 tinha também quebra-ventos e vidros manuais, além de opção de rádio. O porta-luvas tinha chave e o freio de estacionamento era no lado esquerdo da direção. A suspensão dianteira dessa geração mantinha o Twin-I-Beam, que são as duas barras paralelas independentes, gerando conforto e maciez ao rodar.

Na parte mecânica, a Ford F100 começou sua carreira com dois velhos conhecidos: motor V8 292 4.8 a gasolina de 190 cavalos e 37 kgfm, bem como câmbio manual de três marchas com mudanças na alavanca. Mesmo com a terceira geração, a picape da Ford não escapou de usar um motor da década de 50 e sua transmissão arcaica.

Mas, isso mudaria com uma versão mais “popular”, lançada cinco anos depois. Tratava-se da F100 4, que tinha como diferencial o uso do motor 2.3 de quatro cilindros, que era bem mais moderno (tinha fluxo cruzado no cabeçote) e entregava 99 cavalos a 5.400 rpm e 16,9 kgfm a 3.200 rpm.

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Como se tratava de um motor pequeno numa picape que beirava os 1.700 kg vazia, a Ford introduziu também um novo câmbio manual, este de quatro velocidades e alavanca instalada no assoalho, eliminando de vez a saudosa alavanca na coluna de direção. Com tudo isso, ia de 0 a 100 km/h em eternos 22 segundos, tendo máxima de 140 km/h.

Além disso, a Ford F100 ganhou um tanque maior, de 87 litros posicionado junto ao eixo traseiro que, aliás, sempre se manteve com eixo rígido e robustos feixes de molas semi-elípticas. Essa versão com motor Giorgia – o mesmo empregado no Ford Maverick e também no Ford Sierra argentino – que era feito em Taubaté-SP, também podia ter ignição eletrônica e diferencial traseiro autoblocante.

A F100 dos anos 70 eliminou com isso o vetusto V8 4.8 em 1978 e tentou ficar mais eficiente, mais por causa da Crise do Petróleo, que impactou direto nas picapes. Mas, como a Ford percebeu, a queda na performance não agradou os clientes e por isso o V8 foi mantido até que se conseguisse um motor melhor, potente, mas não tão gastão.

Isso foi resolvido em 1979, quando a Ford simplesmente desmembrou a F100, criando uma nomenclatura que só existiu no Brasil, a F1000. No caso do modelo anterior, o novo ano traz apenas o motor Giorgia 2.3 OHC abastecido com gasolina, mas também vinha com freios dianteiros a disco, mas isso só ocorreu em 1982.

Entretanto, a Crise do Petróleo forçou de uma vez o Pró-Álcool e assim, no mesmo ano, a F100 passava a ter o mesmo motor 2.3 abastecido com o combustível vegetal derivado da cana-de-açúcar. Dessa forma, o propulsor passou a dispor de 91 cavalos a 5.000 rpm e 17 kgfm a 2.800 rpm. Mesmo assim, o motor não dava conta do recado na picape da Ford.

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

A Ford F100 permaneceu como picape de entrada principal da Ford, pois após 1979, a marca americana não dispunha mais da velha F75, ex-Rural Willys Pickup. Enquanto sua estrela ia se apagando, sua irmã F1000 ia brilhando a partir da mesma época, introduzindo o motor diesel MWM D229-4 com 3.9 litros, 86 cavalos a 3.000 rpm e 26,3 kgfm a 1.600 rpm.

Durante os anos 80, a Ford entrou em um embate com a General Motors pela liderança no mercado de picapes e a briga entre as duas não ajudou a manter a F100 num status mais elevado e isso acelerou seu fim para 1985. Embora o motor 2.3 tenha se mantido um pouco mais, a proposta de uma picape movida por álcool fez a montadora trazer da Argentina a solução.

Mas, isso não acabou indo para a Ford F100, que era limitada pelo motor 2.3 a álcool, então única opção do modelo. A F1000 tinha motor diesel e ganhou um seis em linha, o apelidado de “motor Falcon”. Nesse ponto, a Ford eliminou o modelo e transferiu seu motor de quatro cilindros para a F1000 por breve período.

A Ford F100 da terceira geração media 4,856 m de comprimento, 2,029 m de largura, 1,820 m de altura e 2,920 m de entre-eixos. Na versão F100-4, o consumo urbano com gasolina era de 6 km/l, enquanto na estrada, a picape fazia 7 km/l.

A sucessora, Ford F1000

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A F1000 surgiu como sucessora da Ford F100 e em realidade é o mesmo produto, só que rebatizado e com motores maiores.

Apareceu em 1979 com motor diesel 3.9 da MWM e atravessou metade dos anos 80 com essa opção, até receber um motor seis em linha Thiftpower 221, que tinha 3.6 litros e equipava o Ford Falcon argentino.

Esse propulsor entregava com álcool 115 cavalos. Mias tarde ele ganharia opção a gasolina com 108 cavalos e então eliminado no começo dos anos 90. O próprio motor diesel MWM 3.9 da F1000 ganhou turbo no começo dos anos 90 e alcançando 119 cavalos e 37 kgfm.

Com diesel, a capacidade de carga era de 1.005 kg, conforme a legislação obrigava. Saiu de linha nos anos 90.

Ford F100 e F1000 fora-de-série

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O termo se tornou muito popular nos anos 80, mas a verdade é que as picapes com carrocerias especiais, principalmente cabine dupla, começaram a surgir nos anos 60, algumas a pedido de montadoras.

Assim, alguns fabricantes de carros fora-de-série acabaram ganhando popularidade, mais no caso das picapes.

A Sulam, por exemplo, foi uma delas que converteu gerações da Ford F100 em cabine dupla, já que a Ford não disponibilizou essa opção por quase todo o tempo de mercado dessa picape, com raras exceções e com parceria de tais empresas.

Outras do mesmo setor foram a Envemo, a Engerauto (foto abaixo), a Souza Ramos (especialmente com a F1000) e fabricantes menores.

Ford F100: leia a história de uma das picapes mais célebres do Brasil

A fibra de vidro reinou nos anos 70 e 80, já que sem possibilidade de importação, a demanda era atendida por essas empresas, algumas das quais revendedores. A F100 se beneficiou muito disso, mas a F1000 aproveitou mais.

Com cabine dupla e janelas laterais geralmente mais baixas, a picape da Ford oferecia mais espaço, conforto e comodidade aos ocupantes.

Mantinha-se boa parte dos componentes originais da F100, mas perdia-se em volume na caçamba. Rodas personalizadas, ar-condicionado e bancos em couro eram alguns dos itens oferecidos.

Então, quem quisesse uma picape para cinco pessoas, somente através de uma fora-de-série.

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Nota média 4.5 de 8 votos

  • Luis Burro

    Em relação ao design gostava mais das Chevy do q as Fords.Por acaso ñ foi ela q era chamada de vampirinha em alguma geração?

  • Renato Pereira de Oliveira

    f-1000 MWM são cultuadas até hj, princialmente no interior. É sinônimo de robustez, mecânica barata, conforto e velocidade.

    • Vitor

      Pena que aos poucos quase todas vão sendo sucateadas.

    • el punidor

      Resistente? Sim. E acrescento aqui bom consumo, melhor que as médias atuais, já que potência e torque eram baixíssimos e tinha baixo peso para seu porte, fruto da absoluta inexistência de equipamentos , sem 4×4, com pneus estreitos, cabine simples, etc. Agora, velocidade? Conforto? só se for vindo da suspensão dianteira, pq a traseira…. A máxima da F1000 1979, aspirada, com seus 86 cv é de apenas 110 km/h. Para ir de 90 km/h até uns 105, era uma eternidade. Melhor então era ficar nos 80 km/h. Experiência própria e da 4r, porque lá pelos 80 km/h a cabine já havia sido invadida pelo ruído ensurdecedor do motor, que precisava do câmbio e diferencial muito curtos para movimentar com desenvoltura , a baixas velocidades, seu peso e carga. Impossível conversar ou ouvir o rádio . Então, conforto auditivo era inexistente. Direção hidráulica e ar condicionado passavam longe. Boa de espaço na cabine, volume de carga, resistência, bom ângulo de ataque, distância do solo. De resto, as atuais médias são muito melhores, principalmente desempenho em todos os sentidos, freios, segurança, conforto e equipamentos.

  • globonaotemjapa

    tinha Toyota Bandeirantes tb

  • Vitor

    F 100/F1000 e C10/D20 são caminhonetes da época em que carros desse tipo eram voltados principalmente ao trabalho, não se enxergava um carro desses tanto com um veículo misto ou de passeio.
    Essa realidade mudou a partir dos ano 90. Ranger e S10 estrearam no mercado nacional com uma nova proposta, L200 e Hillux começaram a chegar também com proposta diferente e partir da dupla F 250/Silverado as caminhonetes grandes já vinham mais focadas no uso misto, com melhor acabamento e desempenho. Além de mais equipamentos.
    Porém depois que Ford e GM saíram do segmento de picapes grandes, esse segmento meio que acabou, ficando encarregadas de parte desse público as versões mais básicas de Ranger, Amarok e Hillux que não são bem a mesma coisa.
    Considero um segmento um tanto órfão no Brasil.
    Porém se ainda estivessem fabricando essas picapes ou trouxessem as norte-americanas certamente os valores seriam altos, o que restringiria muito o acesso do consumidor.

    • Danilo Pelucio

      Faz 38 anos que o veículo mais vendido nos EUA é a picape Ford série F.

  • Natán Barreto

    A matéria poderia continuar e já contar a trajetoria da F1000 até a F350, mas o pessoal do NA provavelmente tá guardando pra mais uma longa e desnecessária história. . Parece q falta pauta.

    • Defina desnecessária. Se você não tem vontade de ler algum texto, basta não acessar, ao invés de entrar aqui e ficar reclamando do trabalho dos outros.

      • Natán Barreto

        Frequento esse site desde 2005. Sou apaixonado por carros desde sempre e escolhi o Notícias Automotivas como minha fonte de informação exclusiva nos últimos quase 14 anos.

        Crítico porque sou leitor e na minha opinião essas matérias tapa buraco estão desnecessárias pela quantidade que vocês publicam. Se fosse uma matéria pra cada carro seria muito legal, como fazem alguns outros sites. O problema é que vocês publicam uma do Gol (por exemplo) e aí vem mais 300 falando do Gol quadrado, bola, versões especiais e quase sempre com as mesmas informações. No final o conteúdo não fica tão rico como costuma ser e ainda cansativo.

        Não que vocês se importem com a opinião do leitor até pq já vi por muitas vezes respondendo os leitores com grosserias e amadorismo quando são criticados.
        Vocês têm respeito, peso e reconhecimento no meio automotivo. Algo que demorou a ser conquistado (lembro bem de muitas dificuldades que vocês passaram no início), mas aprendam a receber críticas.
        As respostas que vocês dão não condizem com o tamanho que o site se tornou. Vocês têm uma marca forte e respeitada no mercado, valorizem-na e procurem suavizar as respostas. Trabalhar com público, muitas vezes, exige jogo de cintura, mesmo quando acreditamos estar certos.
        Contratem, se possível, um RP ou assessoria de comunicação.

        Esse tipo de atitude não combina com o site. Gosto daqui, não pretendo mudar de fonte, mas tá demais.

        • Seria bom você questionar primeiro o porque de um site publicar certos conteúdos ao invés de fazer um julgamento completamente errado.

          Quem é você ou qualquer outra pessoa para dizer que uma matéria sobre a F100 é completamente desnecessária? Não gostou, não leia.

          Publicamos matérias bem específicas para quem pesquisa no Google sobre aquele assunto. Não adianta fazer uma matéria de 10.000 palavras sobre o Gol que não vai alcançar quem pesquisa por Gol quadrado no Google. Não é assim que o Google funciona, e para um site ser bem-sucedido ele tem que fazer o que o Google gosta, não o que o leitor julga ser o melhor.

          Você fala que a matéria não fica tão rica como poderia, mas ela já tem 2.500 palavras, o que é muuuito maior do que 99% das matérias de sites automotivos.

          Sobre sermos grosseiros ou amadores nas respostas, isso sempre é citado por quem foi grosseiro e amador conosco, antes de respondermos de volta na mesma moeda. Não pense que aqui existe aquela máxima sem pé nem cabeça de que o cliente sempre tem a razão. Quem é mal educado com os editores do site vai receber uma resposta no mesmo nível.

          Existem umas 500 pessoas que já foram banidas dos comentários porque falaram o que não devia. Simples. Não temos que aceitar todas as pessoas, não temos que aceitar todos os tipos de comentários mal educados. Aqui é um espaço particular, não uma democracia.

          Somos uma equipe de 3 pessoas, 1 dono do site e 2 editores. Portanto é mais do que óbvio que não temos nem condições nem vontade de contratar uma assessoria de comunicação.

          No mais, agradecemos sua lealdade ao site por tantos anos, mas quando tiver alguma crítica pra fazer, faça por email, não aqui nos comentários. E na sua crítica, pergunte o porque algo é feito de um certo jeito, que aí vc vai entender o que tem por trás.

        • Zé Mundico

          Bobagem, o site não tem obrigação nenhuma de fazer matérias “necessárias” para agradar ninguém, pois o critério de necessário varia de um para outro. Se não está a fim de ler, é só não ler, para isso tem uma chamada na primeira página. Imagina se o NA fosse pago…..rsrsrsr

        • Fernando Gabriel

          Natan, igual a uma revista impressa, voce pode passar matérias sem ter a obrigatoriedade de ler todas. Veja que paradoxo que voce mesmo criou, citou que existem varias matérias do Gol, citou que tem matérias cansativas e citou que o site deveria fazer matérias de um unico carro de uma só vez…Uma matéria da existência do Gol, mostrando desde seu nascimento, todos os modelos, versoes, motores, defeitos, índices e outros mais, apesar de rica, nao seria muito cansativa de ler?

          • Natán Barreto

            A questão é o seguinte, se você se propõe a fazer algo ao público tem que estar suscetível a críticas. Gostando ou não são ossos do ofício.
            Eu continuo achando que uma matéria mais completa é mais interessante que 30 matérias menos completas. É a minha opinião, tem quem concorde e quem não.

            A única coisa que me estarreceu foi a grosseria que esse site responde aos leitores, e o que está aqui na caixa de comentários ainda foi de boa, porque por e-mail o nível foi “quem é você pra questionar alguma coisa?” Tendo pérolas como “isso aqui é um espaço particular, não uma democracia” E a melhor de todas foi uma justificativa pela quantidade de palavras dizendo que o site pública o que o Google alcança, não o que o leitor acha melhor.

            Palavras de quem me respondeu.
            E ainda me disseram que se eu tiver crítica que faça por email e não por comentários, sendo que a caixa de comentários é pra comentar sobre a matéria, né?

            Ou seja, o NA continua amador, mesmo tendo tanto respeito, o que é uma pena, pois o site é ótimo e muito relevante.

            Saber receber críticas é dom pra poucos. Imagina só se eu só aceito criticas que me agradam? Critica é crítica. Se não gostou não responde, agora responder como se fosse um adolescente de 14 anos que não sabe ser criticado é complicado.

      • Dod, o verdadeiro

        Desnecessária nada, essas matérias que mostram carros iconicos na história automotiva nacional são muito bacanas.

    • Existe uma outra matéria que fala sobre a F1000: https://www.noticiasautomotivas.com.br/ford-f1000/

  • itamar silva

    A foto da picape de 1958 nao corresponde pois o parabrisa não era tipo envolvente (perna de cachorro) na época.

  • mjprio

    Meu Deus imagine dirigir um bicho desses de 1.7 Ton com um motor de menos de 100CV e 17 kg de torque com mais carga na subida… por isso pergunto se de fato este torque de carro 1.6 aparecia aos 3000 rpm dado que é um motor 8v.
    Assim, nao tem como reclamar de uma Toro AT 1.8 com 135 CV e cerca de 19 kg de torque com um peso parecido, segundo sua ficha técnica

  • Fábio Paranaíba

    Faltou falar da F1000 4.9 litros 6 cilindros. Versões cabine simples e estendida

  • Vinicius Luz

    Obrigado NA. Vocês me transportaram para década de 80. Meu pai tinha uma F-100 cabine dupla preta feita pela SR. Eu achava o máximo aquela Pick-up. O Sofrimento vinha mesmo no interior. Quente, sem ar condicionado, suspensão dura, com apenas 2 portas, e lenta pra arrancar e retomar. Mas os tempos eram outros. Somos da geração Raiz. Carro sem ar ou DH faziam parta da vida da maioria de nós. Poucos eram os sortudos que podiam ter esses mimos. Hoje a geração Nutella não imagina o que era ir para a Região dos Lagos sem pista dupla, sem ar condicionado, sem wi-fi… Bons Tempos!!!!

  • Marco

    Um tio da minha esposa tinha uma de motor 2.3 a gasolina. de cor branca e azul. Tinha uma suspensão muito macia prá andar na buraqueira da fazenda, na cidade do Prata, próximo a Uberlândia.

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