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Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

Uma das picapes mais famosas da Ford, a F250 faz parte de uma longa linhagem de picapes que ajudaram a construir os Estados Unidos e até hoje continua a fazer história.

Antes de entrar na história do modelo da Ford F250 que ainda é vendido nos Estados Unidos, vamos inverter um pouco a história e contar antes a sua participação no mercado nacional.


A nossa Ford F250 brasileira deixou de ser produzida pela Ford do Brasil em meados de 2012.

F250: vendida entre 1998 e 2012 no Brasil

Apresentada para ser a sucessora da Ford F1000, que até então era a maior caminhonete da marca no mercado nacional, a Ford F250 chegava também para concorrer com sua eterna conterrânea, a Chevrolet Silverado, lançada em 1997.


Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

Montada em São Bernardo do Campo – ABC Paulista – desde 1998, a Ford F250 vinha com um motor 3.9 litros V6 com 145 cavalos e torque de 47 kgfm, a diesel com tração traseira e câmbio manual de 5 velocidades.

E outra opção de motor era oferecida, aFord F250 a gasolina, tendo um 4.2 V6 com 205 cavalos e 35,7 kgfm de torque, tração traseira e câmbio manual de 5 velocidades também.

O motor a gasolina da F250 foi descontinuado cerca de dois anos depois do seu lançamento, devido ao seu grande consumo de combustível – algo não muito bem visto para um veículo dessa categoria.

E em meados de 1999, a Ford opta por mudar o seu motor a diesel da Ford F250 – troca a fornecedora Cummins Diesel pelo mesmo motor empregado na concorrente Chevrolet Silverado, que usava um MWM, mas com a diferença de que o motor na Ford F250 rendia mais, por conta do auxílio de um Intercooler.

Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

Em 2003, a Ford passa a oferecer no mercado nacional a F250 cabine dupla, o que era esperado por muitos dos compradores, pois a F250 cabine estendida era boa para carregar crianças e só.

Antes de oferecer a opção de cabine dupla na F250, os consumidores tinham que recorrer a preparadoras, para transformarem suas F250 de cabine simples em dupla.

E para evitar que seus compradores migrassem para a concorrência, e sofrer algum acidente por conta da transformação indevida no modelo, a marca aderiu ao pedido do mercado.

Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

A Ford F250 sempre teve fama de “picape de agroboy”, pois seu tamanho sempre foi grande, e pouco usual para quem precisasse utilizar a picape na cidade.

Por conta do seu enorme entre eixos e caçamba longa, a picape facilmente passava dos 6 metros de comprimento.

Ou seja, não era uma picape para levar as crianças na escola, parar na frente daquele restaurante badalado e muito menos estacionar nas vagas de shoppings centers.

Além do seu tamanho exagerado, a Ford F250 ainda exigia – e exige – que os condutores portem a habilitação de categoria C – para veículos que ultrapassem os 3500kg de carga bruta.

E isso faz dele perante as leis de trânsito brasileiras, ser considerado como um caminhão – de pequeno porte por assim dizer, mas ainda sim um caminhão.

Para 2006, a Ford atualiza o visual da F250, onde recebe novos faróis, grade e lanternas.

O visual agora segue a mesma receita dos modelos a venda no mercado norte-americano, e a deixa mais imponente, graças a sua enorme grade cromada, com o logo oval da Ford ao centro.

No interior, novos materiais no acabamento, um novo desenho para o quadro de instrumentos, e novas opções de cores para o revestimento dos bancos.

As enormes rodas da F250 contrastam com as diminutas lanternas traseiras, que ficam meio perdidas na imensidão da carroceria da picape.

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Além da atualização do visual, a F250 ganha enfim a tração 4×4, um velho pedido dos clientes da marca desde seu lançamento em 1998. A Ford troca também o fornecedor do seu motor, que no começo era Cummins, mudou para MWM e voltou a ser Cummins.

Para alguns proprietários, isso foi uma troca inteligente, já para outros – bom, eles torceram o nariz. E detalhe, o motor era o mesmo de 1998, apenas com alguns reajustes para render mais e consumir menos.

Algo com o qual estamos já acostumados – Volkswagen e Chevrolet que o digam.

Agora o motor 3.9 V6 da Ford F250 rendia 203 cavalos, com 56 kgfm de torque e contava com a tração integral. Para o câmbio, nenhuma novidade, o bom e velho conjunto de 5 velocidades manual.

Um dos detalhes extras que o “novo” motor tinha, era a adoção da injeção eletrônica – primeiro motor a diesel dentro da linha F a receber esse tipo de tecnologia.

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A adoção da injeção eletrônica deu um novo respiro ao motor do final dos anos 90.

Mas como nem tudo nessa vida pode ser resumido em um mar de rosas, o motor não conseguia ser tão potente quanto a versão a gasolina, e ainda era muito chegado no diesel.

Seu fim foi decretado de forma bem silenciosa, já que não estava mais despertando o desejo de abrir uma fazenda no interior e viver disso.

O motor da Ford F250 era o mesmo de 2006, e era vendido nas opções com tração 4X2 e 4X4. As opções de cabine também eram bem restritas, apenas a dupla ou a simples eram ofertadas.

Outro fator que não ajudava muito era o preço do modelo.

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Com valores iniciando em cerca de R$ 111.140 reais para a cabine simples, com tração 4X2 e chegando até R$ 138.330 reais na versão com cabine dupla e tração 4X4, a Ford F250 se despediu do nosso mercado sem deixar um sucessor.

Atualmente, as únicas opções acima da Ford Ranger são os modelos da Série F – F-350, F-4000 e F-4000 4X4 – e caso você tenha cerca de R$ 600 mil, pode importar a nova F250 2018 com seu enorme e poderoso motor de 6.7 litros, V8 turbo diesel com 446 cavalos de potência e monstruosos 127,9 kgfm de torque.

Sempre acompanhado da tração integral e do câmbio automático de 6 velocidades.

Ford F250 no mundo

Agora vamos ao modelo da F250 que ainda continua em produção, e segue líder de vendas nos mercados onde atua.

Ford F250 de 1999 a 2007

A primeira da F250, que no mercado norte-americano recebe o nome de Ford Super Duty ou Ford F-Series Super Duty, foi apresentado em 1998.

O modelo seguia basicamente os mesmos princípios do modelo a venda no mercado nacional. Isso se traduz em motores, potência e outros aspectos.

E no ano de 2002, o modelo recebe um pequeno facelift no painel que ganha novas opções de cores, revestimentos novos e um grafismo novo para o quadro de instrumentos.

Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

Para 2005, a Ford F250 ganha seu primeiro facelift completo, com direito a grade cromada, faróis novos com lentes brancas, e atualizações no interior que recebia novos revestimentos e acabamentos pela cabine.

O modelo também recebia um novo computador de bordo, e trazia o sistema de frenagem com ABS.

Diferentemente do modelo brasileiro da F250 que tinha apenas duas opções de início, e acabou por encerrar seus dias com um velho conhecido, a versão da terra do tio Sam vinha com mais opções de motores, e potências muito mais relevantes do que o do modelo vendido por aqui.

O mesmo poderia ser dito no quesito de opções de câmbio, uma vez que nós contávamos apenas com o câmbio de 5 velocidades, para o mercado norte-americano era oferecido 4 tipos de transmissões.

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Opções de transmissão manual, de 5 velocidades, ou automáticas de 6 velocidades fabricadas pela alemã ZF faziam com que a Ford F250 entregasse ao consumidor uma enorme variedade de combinações de transmissão e tração.

E por falar nas trações, o que nós demoramos anos para receber, o público norte americano já tinha há tempos.

F250 2008 – 2010

A segunda geração da F250 / Super Duty era apresentada em 2008, onde introduzia um novo motor 6.4 litros V8 Diesel, com cerca de 354 cavalos e impressionantes 89,7 kgfm de torque.

Um outro motor 5.4 V8 também era ofertado na nova geração da picape mais vendida dos Estados Unidos.

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No quesito visual, a Ford F250 ficava ainda mais imponente com seus enormes faróis mais quadrados, que agora vinham acompanhados com uma faixa âmbar para sinalizar a seta.

O painel também repetia muito das características vistas no conceito apresentado em 2006, linha sóbrias e retas para anunciar a segunda geração da Ford F250.

Novos revestimentos, bem como novidades para o quadro de instrumentos e opções de acabamento, tornavam o habitáculo da picape ainda mais agradável e confortável.

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O modelo ainda vinha com opções de tração integral e tração traseira assim como na primeira geração.

As opções de câmbio eram 3, sendo duas manuais – de 5 ou 6 velocidades e 1 automática – de 5 velocidades.

F250 2011 – 2016

A terceira geração da F250 vinha para mostrar que quanto maior melhor. E ao gosto dos norte-americanos, quanto mais cromado melhor ainda.

A terceira geração tinha novos faróis maiores ainda que os anteriores, um pouco menos quadrados do que a geração anterior, uma vez que agora eles eram um pouco trapezoidais.

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A grade agora ficava em maior destaque, com o logo da Ford bem ao centro de duas barras cromadas bem grossas. Acima do logo, a inscrição “Super Duty” mostrava que a picape vinha para marcar terreno.

As enormes rodas, de 8 furos, também estavam lá para dizer que não se tratava de um carro pequeno ou dócil.

O painel da Ford F250 também recebia novos revestimentos, opções de couro de novas cores, e opção de sistema multimídia mais interativo e com novas funções.

A inscrição Super Duty, também era vista dentro do painel, para reforçar ainda mais em qual picape de Ford você estava.

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Um dos detalhes mais interessantes da terceira geração da F250, foi a adoção de um diferencial de bloqueio.

Este item era oferecido apenas nas versões mais caras e com tração nas quatro rodas – 4×4.

Os motores eram dois, sendo um a gasolina de 6.2 litros V8 com 385 cavalos de potência e 56 kgfm de torque e um movido a diesel – 6.7 litros V8 com 395 cavalos e 97 kgfm de torque.

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Em meados de 2011, a Chevrolet apresentou um novo motor para a Silverado – um 6.7 litros V8 que produzia 397 cavalos e 105, kgfm de torque.

O mesmo motor era aplicado no GMC Sierra – que divide plataforma e motores com a Silverado.

E como a Ford não queria ficar para trás no quesito potência, a marca optou por atualizar gratuitamente os motores de suas picapes da linha F250 em suas concessionarias e elevar a potência para 400 cavalos e 113 kgfm de torque.

A outra opção de motor disponível para a F250 também recebia o upgrade que fazia com que o motor agora rendesse 440 cavalos e 119,3 kgfm de torque.

No quesito de transmissão, a terceira geração deixava de oferecer no mercado norte-americano a opção de 5 velocidades manual, e deixa somente apenas a caixa de 6 velocidades.

F250 2017 – presente

A quarta geração da Ford F250 chega em 2015 com um novo design, novos motores e estilo ainda mais agressivo que qualquer geração anterior.

Na parte frontal, o modelo ganha um novo conjunto ótico, agora mais vertical e retangular. A grade central agora invade o desenho dos faróis que tem desenho em formato de “C” invertido.

O logo ficou maior e mais destacado – agora ele pode vir na barra pintada de um tom de preto grafite ou totalmente cromada. A inscrição “Super Duty” agora fica no capô da picape, e deixa o visual externo mais agressivo que qualquer geração anterior.

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Na traseira, as lanternas cresceram e apareceram. Estão mais retangulares e na tampa da caçamba, o logo se destaca bem, e a inscrição “Super Duty” deixa sua marca para quem ficar olhando saber de qual picape se trata – ou seja, não fique na cola de uma F250.

Já no interior, um desenho mais retilíneo e elegante traz a picape para o luxo e sofisticação que as gerações anteriores não dispunham.

Um novo e totalmente remodelado quadro de instrumentos pode ser visto atrás do novo volante multifuncional que abriga basicamente todas as funções do novo sistema multimídia, para que o condutor não tire os olhos da estrada.

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Na parte de motorização, a F250 atualiza os motores de 2016 e acrescenta algumas melhorias para se adequar as novas normas de emissão de poluentes e consumo de combustível.

Mas isso não é levado muito em conta no poderoso motor 6.7 litros turbo diesel com 446 cavalos e 127,9 kgfm de torque. Para esse motor a tração é do tipo integral e o câmbio é o de 6 velocidades automático.

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Com preços que partem de 33,150 dólares e vão até 80,020 dólares, ela ainda é uma das picapes mais queridas e consagradas do mercado norte americano.

E caso você caro leitor, tenha disponível cerca de R$ 600 mil reais, pode ter uma também, mas não se esqueça de verificar a categoria da sua habilitação.

Concorrentes da Ford F250

Desde o início de sua carreira, a Ford F250 não esteve só. A Chevrolet tinha duas opções para brigar com a queridinha da América.

São elas a Chevrolet Silverado e sua irmã gêmea GMC Sierra.

Do outro lado do ringue está a Dodge com a RAM 1500, que veio ao mundo em 1981 e desde então mostra que o grupo FCA tem know how para brigar de igual com igual no segmento das picapes médio-grandes.

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No caso da Chevrolet Silverado, a Chevrolet investe num visual mais retilíneo, com pequenos faróis retangulares em posição elevada, que são ligados por uma faixa de led em formato de “C”.

Na versão TrailBoss Z71, o visual fica ainda mais invocado com a grade que cobre basicamente toda a frente do modelo em preto grafite – isso inclui o logo da Chevrolet.

Na traseira, as lanternas também são mais finas que a maioria das picapes, e trazem um desenho mais recortado.

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A palavra “Chevrolet” fica grafada na traseira para mostrar que a marca manja de fazer picapes desde o início.

No interior, o elogiado sistema multimídia MyLink2 fica em posição bem elevada, o que garante que o motorista não tire tanto os olhos da estrada.

O volante também é novo em relação a geração anterior, assim como o quadro de instrumentos e os revestimentos usados no habitáculo.

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Sua irmã gêmea, a GMC Sierra, vem com uma grade cromada com o logo centralizado e faróis com desenho irregular em formato de “C”.

A traseira segue o mesmo padrão da GM, com desenho fino e retilíneo para as lanternas e a marca GMC fica grafada em vermelho na tampa da caçamba.

Por conta de redução de custos, o painel da GMC Sierra, é idêntico da Silverado – por compartilharem também motores, carroceria e diversos itens.

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A outra opção de picape do Grupo FCA, a RAM 1500, aposta em um visual bem intimidador. Ainda mais na versão Rebel, que aposta em uma grande com desenho diferenciado e o logo da RAM centralizado e bem destacado.

Já os faróis, são mais tradicionais em relação aos concorrentes.

Ford F250: história, versões, modelos, motores, equipamentos

O painel segue um desenho sóbrio e elegante, mesmo na versão que tem mais foco em ser “esportiva”.

Detalhes em vermelho rodeiam a central multimídia, saídas de ar condicionado e marcam bem as laterais das portas, bem como detalhes dos bancos e console central.

Mas se você ficou com vontade ou curiosidade para ver os modelos da nova Ford F250 mais de perto, recomendo 3 opções: Google Imagens, Avenida Europa em SP ou desembolse mais de R$ 500 mil por cada uma!

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Kleber Silva

  • Alvarenga

    É inacreditavel como a Ford é mal gerenciada aqui no Brasil. Parar com esta pick-up deve ter sido a maior cag…. do seculo. Entregaram um mercado que era so deles, sem concorrentes de peso. Acho que este tipo de coisa explica porque a Ford esta afundando aqui no pais, fechando fabrica no ABC, etc….

    • TijucaBH

      Nao tinha volume que justificasse uma linha de produção. Veja que a GM tambem nao deu sequência na Silverado

      • Alvarenga

        Mas ai que esta. Sem concorrentes, mercado so dela ou da carissima RAM, que é Nutela e não serve pra trabalho.
        Pick-ups deste porte dão muito lucro mesmo com baixo volume, podiam cobrar o quanto quisessem, tanto é que depois voltaram com o caminhão 4000 que tambem tinham parado na mesma época, devem ter percebido a besteira.

        • Zé Mundico

          Montadora nenhuma consegue manter carro com poucas vendas em produção, por melhor e mais caro que seja.
          Aliás, não se trata apenas de vendas, mas também de manter toda uma estrutura de reposição de peças e serviços de um carro que não tem vendas que compensem o investimento.
          F250 e Silverado são exemplos disso, além de nunca terem tido muito mercado aqui no Brasilzão.

          • Eu pensava que vendia como água. Silverado e 250 encontrava a rodo. Sqn Tinham lugares que tinham mais que outros.

            • Zé Mundico

              Vai ver vendia como água benta…rsrsrsrs

      • Ⓜ️arcelo

        Não houve queda nas vendas, aliás no último ano modelo 2011, foram vendidas aproximadamente 3500 unidades. O que pesou mais foi a idade do produto e a necessidade de investimentos para a fabricação das novas gerações.

    • 1 Raul

      Se estivesse sendo fabricada ainda, passaria fácil dos 200k.

      • Ailton Maschio Gomes

        Baseado nas medias a 200 pilas, seria na casa dos 250 mil fácil.

    • T1000

      Via muitas dessas em alphaville, talvez o pessoal tenha deixado de comprar justamente pelo tamanho; complicado trafegar com elas em nossas vias que são muito mais estreitas que dos EUA. É o tipo de veículo feito para a infraestrutura de lá e que só dá para usar lá infelizmente.

      • Alvarenga

        Normalmente o pessoal do campo que compra, afinal nas fazendas e interior existe mais espaço, alem do que eles usam pra trabalho mesmo, como apoio na atividade. Tem tambem o problema do PBT que a faz ser enquadrada como caminhão, então até carta C é preciso pra dirigir, pegar balança em estrada, etc….Realmente não é veiculo pra ir em shopping aqui no Brasil.
        Como voce disse, nos EUA a gente para um trambolho destes na vaga de shopping e ainda sobra espaço, mas aqui so em fazenda mesmo.

        • Frederico

          Apenas as 4×4 e duplas são carteira c

    • leandro

      E a Fiat já tá de olho nesse segmento e vai tropicalizar uma RAM pra cá

      • TijucaBH

        Mas vai ser uma Ram um pouco menor (1500) e com bastante luxo, sendo que a F250 o foco era trabalho e também vai ser nicho. Sera importada e nao produzida aqui como a F250 e silverado (argentina).

      • Emanuel Schott

        Não.. a picape da Fiat será média. Não tem mercado pra essas picaponas aqui.

    • yurieu

      A população preferiu as pick up chinesas, como a S10, Hilux, L200, etc.

    • Ⓜ️arcelo

      Só fabrica agora a F350, sendo que a F250 fabricou aproximadamente 3500 unidades no seu último ano modelo que foi 2011, a matéria está errada informando que foi 2012, e que foi diluída as vendas entre 2011 e 2012 A Ford achou que este número não justificava mais a fabricação do produto e também por necessitar de atualizações e consequentemente investimentos.

  • Vitor

    Desde o fim da F250 e Silverado esse segmento praticamente acabou, já que as vendadas da RAM são inexpressivas. Ford e GM a décadas vinham representadas nesse segmento e tinham um público garantido.
    Com certeza as duas montadoras devem ter seus motivos para abandonar esse segmento, mas ao meu ver se elas retornassem teriam um nicho de público a sua espera.

  • Lucas

    a peãozada paga 120 mil em F250 ano 2010 com pra lá de 300 mil km… É ridículo.

    • Pagam R$ 80 mil em Hilux ano 2008…..
      Engraçado que vc olha nos classificados e sempre está com 180.000, quando muito uns 230.000 km…. Com 10 anos de uso.
      Enquanto uma SRX 2016 não raro já tem 70 mil km.
      Dão marcha ré de SP até Brasília para retornar a quilometragem, deve ser isso.

    • Robinho

      porque ridiculo??? pagam o absurdo em Corollas e Civics com quilometragem alta, se pagam é porque alguma coisa tem…

      • Lucas

        Porque o carro custou 120 mil há 10 anos quando zero…

        • Eduardo Alves

          Meu amigo, bobo e estrada ruim nao acaba nunca! Se vc cornetar algum comprador sobre isso eles falam : “num intendi nada de camoneta por isso fala “. Entao e melhor deixar pra eles, os ” intindidos”

  • Marcelo Amorim

    Uma correçao,no começo o motor diesel 3.9 era 4 cilindros,nao V6 como falado,assim como o substituto MWM 4.2,era um 6 em linha.

    • André Luis Versiani

      Achei estranho também, mas na dúvida ainda ia pesquisar.

  • T1000

    Via muitas dessas em alphaville, talvez o pessoal tenha deixado de comprar justamente pelo tamanho; complicado trafegar com elas em nossas vidas que são muito mais estreitas que dos EUA.

  • Ricardo

    A antiga é bonita, essa atual é feia!

  • Uma caminhonete que me marcou muito foi a F1000.
    Quando criança, andei muito com os policiais civis a bordo de uma 4.9 a gasolina transformada em camburão.
    O ronco era sensacional… Mas eles pouco usavam, pois fazia menos de 4 km/L.

  • Marcus Vinicius

    Na venezuela a Ford monta a F-250 da geração de 2.008 !

    • Marcus Vinicius

      Já se monta atualmente a geração de 2.011!

  • Robson Mauricio

    Afinal a F-250 é um pouco maior que a 150? Ou é só questão de motor, ou alguma outra coisa? Pois pelas fotos o tamanho parece semelhantes

  • Pedro Cunha

    “Ford F250 vinha com um motor 3.9 litros V6 com 145 cavalos e torque de 47 kgfm, a diesel com tração traseira e câmbio manual de 5 velocidades.” Negativo.
    Tratava-se de motor L6, ou seja, em linha.
    O V6 era uma unidade 4,2 litros mas á gasolina.

    • fred

      Primeiro era um cummins mecânico de 4 cilindros depois veio o mwm de 6

      • Alexandre Monteiro

        Errado, primeiro veio o MWM 6 em linha e depois veio o cumins 4 cilindros que também lançou a tração 4×4

        • Punta-tacco

          Primeiro o 3.9 4 cilindros Cummins, depois o MWM Sprint 4.2 6 cilindros e por ultimo voltou com o Commins 3.9.

          • Alexandre Monteiro

            Perfeito.

    • Punta-tacco

      Correto Pedro, V6 era apenas o modelo a gasolina, os diesel eram 4 e 6 cilindros em linha. Inicialmente um 3.9 4 cilindros em linha Commins 4BTAA com 145 cv, em seguida o 4.2 6 cilindros em linha MWM splint com 180 cv, tbm tinha o 4.2 V6 com 205 cv e o ultimo motor voltou a ser um Cummins ISB4 MaxPower 3.9 4 cilindros com 203 cv.

  • Robinho

    melhor picape que ja foi feita por aqui.

  • Coffinator

    Tomara que com a FIAT se mexendo, as amebas da Ford BR se acordem e tragam a nova geração pra cá.

    • Emanuel Schott

      A picape da Fiat/RAM será uma 1500 menor, do porte de S10 e Hilux.

      Nenhuma montadora gosta de rasgar dinheiro e fatalmente investir no segmento das super pesadas é fazer isso. Essas picaponas são como um pato, fazem duas coisas, mas nenhuma das duas direito. Elas são grandes de mais pra andar na cidade e pra carga são pequenas. Quem quer andar na cidade compra uma picape menor (não atoa a Toro tomou mercado das médias) e quem quer carga parte pra F350 ou F4000 (mais baratas que a F250 inclusive). Ai junta o preço e a necessidade de ter carteira C pra dirigir e pronto, receita pra fracasso.

  • André Luis Versiani

    Coisa que só os americanos conhecem “E como a Ford não queria ficar para trás no quesito potência, a marca optou por atualizar gratuitamente os motores de suas picapes da linha F250 em suas concessionarias e elevar a potência para 400 cavalos e 113 kgfm de torque.”, que caminhonete top, meu Deus!!!

  • CharlesAle

    Picape excelente, robustez monstro. Vejo vídeos dela ajudando a desatolar caminhões Brasil afora. Coisa de louco..

  • Ademir Junior

    Hoje em dia da pra se contentar com uma F 350 mudada, se alguem interessar em comprar uma carroceria da 250 que a tropical cabines faz ou até transformar em cabina dupla que da tambem, fica igualzinha, fora que a F 350 atual faz de 7 a 8 km por litro

  • Rafael Ramalho

    Picape de agroboy? Raríssimas vezes vi alguma sendo usada desta forma, em geral, as vejo todas trabalhando firme e forte. Tive a oportunidade de rodar com uma, é um carro arisco e de proporções muito diferentes. Em interior até vai, num grande centro é quase inviável de conduzir.

    • Eduardo Alves

      Vem em goias que vc vai ver o tanto delas cheio de som, rebaixada e com algum apelido ridiculo adesivado. Nao esqueça das rodas 28 cromada.

  • Anderson Rezende

    Só uma correção em relação aos motores: o MWM que saiu nas F-250 até 2007 que foram as mais vendidas era 6 cilindros em linha de 4.2L e rendia ~180cv. Em 2003 eles começaram a produzir a cabine dupla (cabine estendida nunca veio pra cá) e fizeram um pequeno facelift. Em 2007 teve outro “facelift” alterando o parachoque, faróis, grade, rodas e painel de instrumentos, além de trocar para o motor Cummins 3.9 de 4 cilindros que rendia 203cv e disponibilizar tração 4×4, que além de trazer suspensão mais alta, tinha caçamba maior na cabine simples. V6 nunca teve por aqui.

  • Frederico

    Pode falar o que for, mas a f250 mwm tem o ronco mais lindo, parece um t-rex

    • Eduardo Alves

      Vc ta viu um t-rex?

      • Raul Doro

        eu ja… toda vez que uma f-250 mwm passa enchendo a turbina eu ouço um…

        • Eduardo Alves

          Caramba, acho que um 1313 faz mais barulho que ela. Mas a nostalgia por essa caminhonete não me surpreende mais, basta ver o absurdo que alguns pedem quando vai vender .

  • Frederico

    Cara sou fã desse site trazem matéria de qualidade e inéditas, mas essa foi a pior reportagem que já vi no site. Parece que quem fez não pesquisou a fundo o modelo e não tem vivência com picapes, faltou tanta coisa que podia ser colocado como o facelift em 2004 que mudou a suspensão traseira – colocando o mola pra fora do chassi, mais perto do pneu melhorou a estabilidade, freio a tambor na traseira – antes a xlt era a disco. Em 2006 teve 3 opção de carroceria, caçamba alongada 4×4, a normal mesma da antiga cabine simples e 4×2 e a cabine dupla. As 4×4 vinham com feiches de mola. E na parte que passava facilmente dos 6m, ela tinha mais de 6 metros as primeiras duplas com motor mwm tinha a mesma carroceria das cabine simples ela tinha 6,28m. Pior de tudo o cummins é 4 CILINDROS, nunca foi v6. Na parte da história a linha f250 começou bem antes do modelo que veio ao brasil, podia ter falado que na austrália a f250 era produzida aqui, com motor mwm ou v8 e câmbio automático e exportada. Além disso tem q deixar claro que quem concorre com ela é a silverado 2500hd assim como a RAM 2500 não a 1500

    • Frederico

      4×4 era feiche de mola na dianteira, faltou uma revisão do artigo por exemplo fala q a 5 geração começou em 2015 no titulo está 2017

    • Eduardo Alves

      A reportagem foi bemmm superficial mesmo.

  • Frederico

    Apenas as 4×4 e duplas são carteira c, as 4×2 são automóveis no documento

    • JOSÉ EDUARDO

      Tem certeza? Acho que não ein.

      • fred

        As 4×2 são carteira B, as 4×4 e as duplas são carteira C. Não expliquei mas as 4×2 após 2006 cummins eletrônicas também são carteira C. Agora as mwm cabines simples são todas B

  • Dyeimys Aguiar

    Só uma observação q passou batido na matéria, o motor Cummins 3.9 de injeção comon rail era 4 cilindros e nao 6, aliás é o msm motor da Ram 2500 na época, só que a variante de 4 cilindros, motor q foi usado por muuuito tempo em caminhões tanto da Ford quanto da VW, o que nao justificaria uma interrupção na produção por peças já que são de fácil acesso.
    Foi a última camionete de verdade feita no Brasil, nenhuma das que vieram depois suporta o trabalho que ela fazia, era quase um tratorzinho, é para um carro de 4 toneladas ela voava.

  • Frederico

    Agroboy é pejorativo é aquela pessoa que paga de peão sem ser

    • Raul Doro

      vdd

  • Unknown

    Isso sim são pick ups raiz!

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