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Geely quer voltar ao Brasil em 2018

geely-gs-2 Geely quer voltar ao Brasil em 2018

O fim do Inovar-Auto será a oportunidade para algumas marcas que saíram do país, retornarem. Esse será o caso da Geely, segundo o site G1. A marca chinesa chegou ao Brasil com a representação do grupo Gandini, tradicional importador da Kia Motors.



Após dois anos, vendeu cerca de mil carros e arrumou as malas em 2016. Agora, a ideia da Geely é chegar com produtos de maior valor agregado, utilizando para isso o crossover Emgrand GS e o SUV Emgrand X7Sport. Ambos foram mostrados no Salão de Buenos Aires, mas já estão sendo vendidos por lá desde o fim do ano passado e com preços equivalentes entre R$ 78 mil e R$ 100 mil.

geely-x7-sport Geely quer voltar ao Brasil em 2018

Mas, o retorno da Geely ao Brasil ainda é incerto em relação à representação. A marca chinesa fala diretamente sobre a operação brasileira, inclusive citando o Uruguai como possível plataforma de exportação de carros que desembarcaram em CKD. A empresa já tem parceria no país vizinho.

Aqui, o grupo Gandini diz que ainda é representante e que espera negociar com o fabricante chinês. Para a empresa brasileira, veículos como os utilitários esportivos têm mais chances de sucesso que os carros baratos, pois apresentam valor agregado. Nos dois casos (Geely e Gandini), o fim do IPI de 30% para importados é fundamental para o retorno da marca.

[Fonte: G1]

  • Cristiano_RJ

    Legal, chega, passa dois anos, sai fora e depois acredita mesmo que é só voltar novamente e pronto? Acha mesmo que os clientes da marca (que devem ter visto seu dinheiro virar pós) esquecerão de tudo? E que o resto de mercado não a verá com desconfiança? Sério mesmo???

    • edgar__rj

      Infelizmente isso pode acontecer, vide Hyundai e Kia… Ruim é quando volta tão ruim quanto antes, mas se voltar melhor, com bons produtos e bom Custo x benefício por quê não aceitar?

      • Cristiano_RJ

        Porque na primeira crise pula fora de novo.

        • Tosca16

          Cara foi um erro sim ter abandonado o barco, mas saiba que não veio a Geely aqui por suas próprias pernas e sim através de um grupo já consolidado no país, então pode mudar da água pro vinho vier nas mãos dos chineses.

          • 4lex5andro

            Fez certo em pular fora mesmo, o Brasil não é imparcial nos seus contratos.

            E se no meio do caminho o governo manda o IPI pra casa do chapéu de novo, e quem não faz parte do clubinho da anfavea fica no prejuízo ?

            • Filipe

              É só montar uma fábrica. Aliás, é um passo natural de quem acredita mesmo no Brasil. Já os aventureiros vem por meio de “parceiros” e “representações”.

              • José Antonio Dos Santos Barbos

                Para que montar fábrica se já possui em outro país e em melhores condições? Como consumidor, muito mais importante o preço final e a integração econômica. O problema do país é achar que criar reservas ou território têm tanta importância.

            • Cristiano_RJ

              Ok. Se ela fez certo do ponto de vista empresarial dela, tudo bem. Mas é claro que há consequências, sendo a principal dela queimar o nome da marca no mercado, pois se os consumidores ainda torcem o nariz para carros chineses, para uma marca chinesa que entrou e saiu do país como uma rajada de vento, nem se fala. Então, agora ela terá que lutar para convencer o mercado que “ah, não era bem assim”. Pelo visto, você parece estar convencido e seguro de que investir algumas dezenas de milhares de reais em um produto da marca não é problema nenhum. Então, vá em frente. Compre o seu Geely e seja feliz.

              • Edson Fernandes

                Cristiano, é simples: Eu e vc já somos pessoas que ficariamos com o pé atrás pela qualidade do produto (porque alias, ela trouxe somente as versões de entrada, não trouxe nenhuma que seria a bem equipada), agora quer voltar?

                Ok, eu pensaria nela só depois de ter um histórico real de certeza que ela irá se manter. Sinceramente não sei como a Chery consegue se manter com o numero de vndas dela.

    • Tosca16

      Engraçado que outras fizeram o mesmo, engraçado que muitos aqui falaram o mesmo pra Chery, que deveria sair, pois sua fábrica é insustentável, que não gera lucros… aí imagino se não serão estes mesmos que iriam criticar sua saída… E em relação a Geely ao que se sabe o pós-venda foi garantido, melhor que muita marca “presente” no mercado, ao menos os donos de Geely nos grupos não tem reclamado não .

      • Cristiano_RJ

        Fique à vontade para comprar seu Geely.

        • Tosca16

          Tô só dizendo, onde tem KIA tem assistência pra Geely.

          • Cristiano_RJ

            Ufa! isso realmente é muito reconfortante. Recupera toda a credibilidade da marca no mercado brasileiro… #SQN!

            • Tosca16

              Antes ter a assistência que não ter, melhor ter isso que nada…

              • Cristiano_RJ

                Melhor que nada. Felizmente no mercado não tem só a Geely. Ela é melhor que nada. Mas há uma dúzia de opções.

      • Ducar Carros

        Não entendo é como ainda tem EC7 emplacando (poucos, é verdade, mais ainda tem), mesmo tendo saído do Brasil.

        • José Antonio Dos Santos Barbos

          Estoques em alguns revendedores independentes.

        • Tosca16

          Barato, bem montado, suspensão melhor que muito nacional já que longe de ser molenga como os dos primeiros chineses… chega numa revenda KIA faz as revisões, numa destas arrisca-se .

          • Cristiano_RJ

            “Testes

            Geely EC7 1.8 GS

            (…) Apesar de oferecer um visual externo bacana, o desenho interno não é tão atraente. O plástico predomina na cabine e o revestimento dos bancos, que imita couro, parece curvim. Mas há detalhes interessantes, como o acabamento preto brilhante no console e o tecido nas laterais das portas. Na soleira o EC7 tem o nome Emgrand, que é a marca que identifica os automóveis de luxo da Geely. Para tentar passar por um modelo luxuoso, no entanto, falta refinamento.

            O espaço é próprio de sedã médio, com conforto para todos (…) Pena que a posição de dirigir é ruim. O volante é ligeiramente desalinhado para o centro e fica distante do motorista – uma vez ajustado o banco, uma pessoa que tenha cerca de 1,75 metro fica com o braços esticados. O volante conta com regulagem em altura, mas sem ajuste em profundidade (…)

            (…) Não foram feitos ajustes na suspensão porque, segundo a engenharia, o conjunto é suficientemente robusto para nossas condições de uso. De fato, embora um pouco solta nos movimentos laterais, a suspensão parece que dá conta do recado. Já a direção é leve demais e imprecisa, característica reconhecida pela fábrica.”

            Matéria publicada no portal da Quatro Rodas em 22/04/2014.

            • Tosca16

              No dia que a 4 velhas carcomidas fazer uma avaliação honesta sem preconceitos e pagas pela concorrência falamos.

              • Cristiano_RJ

                Por que será que eu já previa isso? 100 em cada 100 respostas a uma avaliação técnica por qualquer veículo de comunicação especializado que contradiga as crenças de alguém, é sempre dada no sentido de desacreditar a fonte. Sempre. NUNCA em contestar objetivamente a avaliação em si. Por que será?

            • Não achei que a avaliação menosprezou o carro. A única tentativa foi de dizer que a marca queria transmitir luxo e não conseguiu, todavia, nunca foi objetivo da marca conseguir isto.

    • Tiago Romano

      Mas o problema é o governo de seu país! Que toda hora muda as regras do jogo após o jogo começar… Estão certíssimas, tem que cair fora desse país mesmo. Se a empresa fosse minha, eu não voltava era nunca mais.

      • Cristiano_RJ

        Então que caia fora e não volte. Agora, a empresa não é sua. Mas o dinheiro sim. Para você está tudo beleza? Topas comprar o seu Geely?

        • Kra varias marcas ja sairam e voltaram ao país, quer um ex. Renault, veio pro Brasil nos anos 60 e so voltou no fim dos 90. Hyundai e Kia entraram e sairam varias vezes. Honda e Toyota ficaram anos apenas observando o mercado, pra so no anos 2000 pra frente se estabelecerem de vez. Quando a marca resolver vir pra ficar, pode saber que conseguem mudar todos estes conceitos e o povo esquece tudo.

          • Cristiano_RJ

            O fato é que Hyundai, Honda, Toyota, Renault são marcas consolidadas no mercado. Fora o fato de serem gigantes multinacionais, grandes em seus países de origem e em outros mercados possuem fábricas no país e demonstram claramente a importância do mercado brasileiro. A Geely, como nova entrante, origem chinesa e sem nenhuma tradição, deveria zelar para formar um nome. Ao invés disso, ao agir de forma até mesmo amadora ao entrar em um mercado e sair poucos anos depois, mostrando uma falta de planejamento, falta de capacidade de avaliação de cenários e riscos, transpira pouquíssima se nenhuma confiança. Se você acha que o que estou dizendo é tudo bobagem e que nada disso procede, então vá em frente, colega. Cada um é livre para fazer as suas escolhas. Eu já fiz a minha.

            • Kra a Geely ainda não é tao grande quanto estas que vc citou, talvez por isso ainda não entraram com força aqui, é igual a Kia, antes tentaram entrar aqui varias vezes, mas ate mesmo na Ásia não era uma grande marca. Depois que compraram a Asia Motors e se uniram a Hyundai e ficaram fortes, ae sim vieram com força. Mas até mesmo a Kia sentiu o golpe que o governo deu no INovar Auto, e praticamente sumiu, suas vendas despencaram 10x , imagina, se isso afeta uma empresa grande e consolidada, imagina uma novata que começou ha pouco tempo a produzir carros. Falta ao governo clareza e compromisso pra garantir a livre concorrencia, e pode saber que muitas marcas de varios países vão vir pra ca.

              • Cristiano_RJ

                A insistência, digamos assim, da Kia em se manter ativa no mercado mesmo com números pífios de vendas desde que o governo se juntou com a patotinha da ANFAVEA para fechar o nosso mercado é um sinal claro e evidente de que a marca realmente tem interesse no país e que não irá mudar de planos por questões conjunturais. É uma postura completamente diferente daquelas marcas que entram e saem ao sabor do vento. Isso faz com que a marca ganhe pontos junto ao mercado no que tange à sua credibilidade. O consumidor sente-se muito mais confiante de adquirir um produto de uma marca que tem essa política do que outra que toma decisões baseada no curto prazo. Isso sem contar que os carros coreanos estão em outro patamar em relação aos chineses.

                • Sim claro, mas a Kia e a Geely estão em patamares diferentes, a Geely tenta se consolidar na China e outras partes do mundo, estão fazendo aquisições, como a Volvo, a empresa de taxis londrinas etc.. Vc acha mesmo que pra eles é mais importante se estabelecer no mundo e ter tecnologia de ponta ou focar em entrar no Brasil?

                  • Cristiano_RJ

                    Se focar no Brasil não é relevante para eles, ótimo. É uma estratégia empresarial válida. Mas isso só ratifica tudo o que eu disse antes: enquanto consumidor não irei consumir os produtos de uma marca que age dessa forma. E toda e qualquer má impressão pela saída à francesa do país, é justa.

                    • Sim kra, não tiro sua razão, mas agora que a Geely esta se consolidando, quando ela voltar vai ser pra ficar, e outras marcas, chinesas, russas, indianas, e assim como as pessoas mudaram a opinião sobre Hyundai e Kia depois de muitas idas e vindas destas marcas, pode saber que daqui alguns anos a Geely nem vai ser lembrada por ter feito isso.

            • A Geely não tinha representação própria, logo, ela não entrou e saiu. Quem havia engavetado ela foi o Grupo Gandini, mas mesmo sem importar mais nada novo, não deixou de vender o que tinha em estoque, bem como somente agora em junho que a última concessionária da marca fechou. Ainda sim, o atendimento pós-venda, com peças a disposição e revisões para se manter a garantia, foram mantidos na rede de concessionárias vinculadas ao Grupo Gandini, que operam com a marca Kia. O que vemos na prática: os carros não são ruins de revenda, não tiveram desvalorização acima da média e são bem destacados em várias localidades, como Porto Alegre. O Geely EC7 mesmo, é muito comum por aqui, inclusive sendo muito usado no Uber e Cabify.

        • Tiago Romano

          Negativo! Quem tem que cair fora são os idiotizados, que votam em mongois que incham o estado, criam varias regulações, como essa de sobre taxar em 30% a mais um carro. Que criam regulação para proibir que lancem carro 2017/2018, esses SIM, TEM QUE IR MORAR EM CUBA OU NA VENEZUELA, que votam iguais a mongoloides e depois ainda reclamam do mercado que reagem a isso.

          • Cristiano_RJ

            Mongóis, idiotizados… já vi que nem dá para levar esse papo adiante. Pois bem, se para você está tudo bem, go ahead e compre um automóvel Geely. EU, que dou valor ao meu dinheiro, não compro. Fui!

            • Tiago Romano

              Você que não está entendendo a origem do problema, estou te explicando que a culpa não é da Geely.
              A culpa é do GOVERNO.
              Não estou dizendo que irei comprar um Geely, não compraria nem se eles ficassem aqui eternamente.

              Qual o problema de falar Mongóis e idiotizados? Não posso utilizar o adjetivo que mais se encaixa no perfil das pessoas citadas? Gosto de dar nomes aos bois. O politicamente correto não rola.

              Com essa nova lei, que obriga as montadores a manter um carro na linha de produção por 10 anos. O que você acha que irá acontecer?
              Vamos voltar a ter carros defasados em 10 anos, em relação ao mundo, adivinha porque? As montadoras vão evitar lançar novos carros e só se prender ao básico, porque podem lançar um novo, ser um fracasso de vendas e terão quem manter o carro no mercado por 10 anos! Vão só vender o que é certo (Uno, Gol, Civic, HB20, etc). Sempre que um modelo vender mal, vão repassar o custo para os modelos de maior vendagem.
              Ou seja, vamos aguardar o Uninho beirar os 50 mil na versão básica.

              Você acha que um mongol que cria uma lei dessa não merece ser chamado de mongol? Um politico que acha que resolve tudo na caneta e não consegue raciocinar sobre o obvio? Atrapalhando a nossa vida.

              Ai fica difícil realmente. Manter um papo adiante com alguém que se sente ofendido com 2 palavras que melhor qualifica os políticos e os que votam nesse tipo de politico.
              A sensibilidade está demais amigo. Demais.

        • Paulo Roberto Steindoff

          A Geely deveria voltar com fábrica compartilhada, também montando Volvo.

        • Luccas Villela

          Por um preço bom, se realmente tiver a manutenção na rede KIA, porque não? Compraria sim.

          • Cristiano_RJ

            Nem vu entrar no mérito da m#leca que é a manutenção da Kia, pois não é esse o ponto. O fato é que carro não é banana. Você vai gastar dezenas de milhares de reais, que podem virar pó em poucos anos. Ao imobilizar uma quantia dessas, a consolidação da marca no mercado é condição necessária para sua credibilidade e, certamente, para reduzir a perda do valor residual do bem. Na matéria de lançamento do excelente Peugeot 3008 vi muitas pessoas postando que nunca dariam R$ 136 mil em um Peugeot, porque a Peugeot isso, carro francês aquilo. E isso porque é uma marca que atua há vários anos no mercosul, com fábricas no Brasil e Argentina, além de ser uma marca tradicional na Europa. Agora, no caso da Geely estamos falando de uma marca chinesa que atuou de forma efêmera no país e que da mesma forma que surgiu, sumiu. Pois bem, EU dou R$ 136 mil em um 3008, mas não daria nem metade desse valor em um Geely.

    • Cesar

      Sabia que ela não foi totalmente embora do país? Ou reformulando, a Geely é dona da Volvo.

      • Cristiano_RJ

        Isso não tem nada a ver.

    • Paulo Roberto Steindoff

      A Chrysler já saiu duas vezes, ambas quando possuía fábrica, e sempre voltou. Foi muito pior.

      • Cristiano_RJ

        Sim foi. Mas e daí? Uma coisa não muda a outra.

    • Christian Balzano

      E se fosse a Alfa Romeo?

      • Cristiano_RJ

        Mesma coisa. Não vejo diferença nenhuma ao mudar o nome das marcas. Nem entendi o porquê da pergunta.

    • Handlay P.B.

      Pelo que sei a Kia dá assistência aos carros da Geely. Nesse caso e daí se a Geely saiu do Brasil…

      • Cristiano_RJ

        E daí nada. Se você se sente confortável em adquirir um carro da marca, vá em frente.

        • Handlay P.B.

          Se eu gostasse talvez eu adquiria mesmo.

  • Márcio Na BR

    Preferia a MAZDA

  • Tosca16

    Aí volta e vende mais que a Chery…

    • A Chery vai dar certo agora com o Tiggo que vai ser lançado, ainda mais se vier CVT, pode ter certeza!

    • A Chery, quase sem rede de vendas e com menos de 30 concessionárias, bem como quase nula em publicidade, está vendendo muito bem o QQ, e se investir em campanhas televisivas e ampliação da rede de atendimento, com o Tiggo 2 tem tudo pra crescer.

      Pense que aqui em Porto Alegre, até hoje eles estão sem concessionária. Chegaram a permitir que a Oficina Autorizada da Zona Sul vendesse algumas unidades dos modelos Tiggo FL, Celer HB e New QQ, e ela liquidou o estoque em poucos dias, estando com seu showroom vazio hoje. Parecia que eles virariam uma css, mas mesmo tendo uma infraestrutura aceitável (o ponto é bom), parece não foram credenciados como revendedores. Passaram a revender Chery seminovos em consignação e eventualmente algumas unidades zero km encalhadas de modelos chineses ano 2014 como o QQ, que conseguem buscar de lojas automotivas, bem como continuaram os serviços de revisão e manutenção… Aí, para comprar um Chery zero km 2017em diante, só em Novo Hamburgo, mais de 40 km de distância do centro da cidade.

      • Tosca16

        Enquanto ficarem capitais como Porto Alegre e Recife sem revendas fica difícil crescer ainda mais nas vendas, mas tudo irá aos poucos mudar com o novo time de marketing e departamento de vendas diretas, que já está comercializando New QQ para locadoras por exemplo.

  • Mr. Car

    Preferia ver a Skoda aqui.

    • Rogério R.

      Aqui não tem Skoda porque acho que alguns dos VW brasileiros seriam Skoda na europa. A VW trouxe a Seat pra cá nos anos 1990, mas não deu muito certo.

    • André

      Eu também, mas Skoda não é carro para brasileiro. Esse conceito “simply clever” não combina.

    • Handlay P.B.

      Eu prefiro que a Skoda não venha por causa daquelas grades dianteiras horríveis que lembram uma abóbora de Halloween.

      • Mr. Car

        Não tenho nada contra abóboras, nem contra o Halloween, he, he!

        • Handlay P.B.

          Sim, mas acho horrível uma grade que lembra uma abóbora de Halloween.

          • Mr. Car

            Isto é má vontade. Ou excesso de imaginação. Gostosuras ou travessuras, he, he?

            • Handlay P.B.

              É um grande defeito de design.

  • SDS SP

    Vem, cai fora na surdina e quer ser levada a sério…

    • Handlay P.B.

      Pelo que sei a Kia dá assistência aos carros da Geely, então não vejo problema da Geely cair fora do Brasil.

      • SDS SP

        Se até aqui em SP tá difícil encontrar uma css Kia, não vejo uma vantagem ter o suporte da coreana que já é conhecida pelo pós vendas meia boca.

        • Handlay P.B.

          Sim, mas é melhor ter o suporte da Kia do que não ter nada.

          • Cristiano_RJ

            Que é melhor é. Mas não alivia a barra. Se marcas consagradas já fazem um monte de c#gada em seu pós venda, o que dirá de uma marca chinesa que usa serviços de terceiros para esse fim?

            • Handlay P.B.

              Sim, nesse caso se o dono do Geely não aguentar a assistência da Kia, que leve seu EC7 ou GC2 para outra oficina e na falta de peças originais compra outras que se encaixem no veículo como freios esportivos, usa fita ou recicla o carro.

  • Rodrigo

    Eu tenho o EC7 e recomendo como muito veículo, bem acabado e construído, sem problemas até hoje. Já como marca nos deixou na mão uma vez e tenho certa desconfiança. Mas o pós venda, revisões e tudo mais continuam com peças à disposição e serviços rápidos. Na balança, não me arrependo da compra mesmo com esses problemas de representatividade.

  • Rogério R.

    Brasileiro é um povo desconfiado, todos nós que somos sabemos disso. Portanto se realmente a Geely quiser voltar pra cá vai ter que demonstrar que realmente quer ficar assim como a Chery está tentando e mesmo assim está sofrendo, mas continua tentando. Da mesma forma foi assim com a Renault, PSA, Honda, Toyota, Hyundai, etc… A Geely deve ter aprendido muito a fazer bons carros com a compra da Volvo então a receita é simples, mostre pra gente que realmente querem fincar os pés aqui e mostrando eficiência no atendimento e no pós-venda que agente pegando confiança vamos retribuir com certeza. A DAF caminhões está mostrando que realmente quer fincar os pés no Brasil e está mostrando eficiência nos produtos e no pós-venda e nacionalizando cada vez mais os caminhões XF105 e CF85, o motor Paccar MX-13 foi nacionalizado e parece que o MX-11 tbém será, o resultado disso é que o DAF XF105 está entre os 10 caminhões pesados mais vendidos do Brasil, ainda que ela por enquanto só tem concessionárias em 31 cidades brasileiras.

    • Handlay P.B.

      “…mostre pra gente que realmente querem fincar os pés aqui…” com veículos de trabalho pode até ser, mas com carros não concordo, e a liberdade da Geely? Como se ficar aqui no Brasil fosse um casamento…

      • Rogério R.

        Espero que a Geely não pense como você…

  • Julian Cassimiro

    a Haval também está querendo chegar no Brasil. http://www.haval.com.br

  • FocusMan

    Empresas com menos capital sempre ficam nessa de entrar e sair…

    Sinceramente, eu não compraria um carro de uma empresa que tem esse risco.

    Se conseguir peças de carros fabricados as vezes em escala global é complicado, imaginem desse tipo de carro?

    • Fanjos

      Pois é, se carro aqui no Hue fosse a preço de TV como é no EUA, não seria tanto sacrifício se o carro não vingace, mas aqui na banania vendem lixo a preço de ouro então tem que pensar 7 mil vezes antes de comprar… Nenhuma empresa pode chorar alegando que ninguém quer arriscar comprar a tranqueira dela.

      • FocusMan

        Eu nem sou tão extremo ao falar que é lixo a preço de ouro, mas que carros custam muito relação a renda média Brasileira.

        No mundo desenvolvido, em média, com 5 salários médios, você compra um carro zero km. No BR, onde o salario médio é 2 mil e poucos reais, você precisaria de mais de 15 salários médios.

        O maior problema está realmente na discrepancia social entre as pessoas que ganham mais e as que ganham menos.

        • rgrigio

          Isso considerando que o cidadão não teria gastos para se manter né hehehe… Na prática…

        • Thiago Sousa

          Esse não é o maior problema não cara, o problema é que o Brasil é um país pobre, improdutivo e com renda baixa…

        • O aspecto que mais demonstra isso que vc esta dizendo é o fato de que aqui carros de elite são os de segmento de entrada/populares nos países de primeiro mundo, como Corolla, Civic, Golf, Cruze etc.. vc compra com menos de 20 mil la fora e aqui batem 100 mil, discrepancia enorme (nem citei aqueles modelos de 10 mil euros que um europeu paga 100 euros por mes pra ter, são super economicos e seguros). É outra realidade.

    • Yuri Lima

      A questão é essa. Alguém tem que arriscar. Se todos pensarem assim, é que não vinga mesmo.
      É como quem não compra carro 0km por ser muito caro. Só existe seminovo porque alguém pegou 0km.
      Mesmo a empresa de pouco capital tem de saber cativar o cliente com um bom pós-venda, e isso é bem menos oneroso do que investir em produtos. Uma parceria de descontos com algumas lojas da cidade, por exemplo, é uma boa. Às vezes, coisas simples, como atendimento decente e peças à pronta entrega na prateleira fazem muito mais efeito que um produto bonito e arrojado.
      Vide o caso do Corolla, apesar de inquebrável, é tecnologicamente ultrapassado pra concorrência, muito mais caro pelo que oferece, mas tem uma legião imensa de fãs (quase uma seita, que não tolera críticas ao seu ídolo) que foram conquistados graças a um pós-venda de qualidade, humanizado, com peças à pronta-entrega. Idem ao Etios.
      Os chineses têm de aprender um pouco disso com seus conterrâneos asiáticos do Japão e Coréia.

      • FocusMan

        Eu acho que o problema dos Chineses são os Brasileiros que os representam…

        • Yuri Lima

          Sim! Bem lembrado!

        • A Chery ta ae pra demonstrar que não é, o problema é deles mesmo, não entenderam ainda o mercado brasileiro, aqui o povo é muito apegado a marca e quer ter algo que todos cobiçam, estamos ae com o segmento de Suvs bombando e a Chery tem ótimos modelos na China e não fabrica ou lança aqui. São carros de imagem que trazem clientes pra marca, o povo não compra popular de marca que não sabem nem o que fabrica. Eu se fosse da diretoria da Chery falaria pra eles pegarem a Qoros e lançar aqui como Chery com preços razoáveis, pra dar visibilidade a marca. Ae depois pensaria em fazer popular.

  • Finalmente os chineses vão atacar onde da mais rentabilidade e nome, esquece a estrategia da Chery, primeiro traz carros tops vendendo por um preço menor que as tradicionais, depois que fizer um nome faz popular, como fez Toyota, Hyundai. Essa Geely é uma das chinesas que tem mais potencial, por ser dona da Volvo. Mas espero também a GWM Haval, a BYD com carros, a GAC que tem ótimos Suvs, ate mesmo a polemica LandWind, da copia do Evoque hehe

  • Zé Mundico

    Bola fora é bola do adversário..

  • Mayck Colares

    Apesar de ter visto uma melhora significativa nos produtos tá tô por dentro quanto por fora jamais arriscaria meu dinheiro em uma marca que pode ir embora a qualquer momento. Sem chance.

  • Ricardo

    Já esteve aqui!!??

  • Dula Bude

    Pode voltar, vai pegar mais uns milhares de leigos e depois tchau.
    E quem compra faz boa propaganda, por vergonha de admitir que fez uma grande besteira.

  • Paulo Roberto Steindoff

    Esse Inovar-Auto foi um grande erro. Quebrou o mercado, fechou concessionárias, fechou setor de auto-peças, fechou setor de serviço, gerou desemprego.Fez o país retroceder.

    • José Barbosa

      Isto foi óbvio desde o princípio. O problema é que ninguém será responsabilizado por todo o prejuízo.

      • A equipe da Dilma ja foi, pq isso foi junto com as pedaladas fiscais, foi tudo errado na área de economia do governo dela (e olha que ela é economista ne kkk). Agora falta tirar o Temer que é outro que contribuiu pra isso.

  • Filipe

    Kkkkkk carro chinês nesse patamar de preços!??? Não precisa nem dizer que continuará sendo um epic fail!!!

  • Handlay P.B.

    O Inovar-Auto é uma porcaria que favorece o cartel e monopólio das marcas maiores. Legal a Geely voltar, mas vai ser ruim porque serão caros e os carros da marca que já estão aqui perderão a raridade.

  • O Pato

    Quanto mais concorrência, melhor. Mas eu to fora, dos chinas eu só teria coragem de ter chery.

  • kravmaga

    Está parecendo a Suzuki, que vai e volta ao país.

  • Dreidecker

    Voltar ao Brasil ?

  • Luccas Villela

    E todo mês ainda são vendidos alguns Geelys. Será que ainda tem estoque? Parecem ser bons carros. Tenho interesse no Geely Panda.

  • Gran RS 78

    Queria muito que a Mazda e a Alfa Romeo voltassem a vender seus belos modelo por aqui. Quem sabe em 2018 essas marcas tbm não se animam em voltar para o Brasil.

    • Mazda é so ter representação, quem sabe CAOA? Agora Alfa Romeo depende da Fiat ne.

  • Vattt

    Sabia que parcialmente ha um tempo atras que ela havia chegado, mas não sabia que tinha saído e queria voltar, ou seja, confiança ZERO!!! Assim como Ssangyong.

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