China Geely Segredos-Flagras SUVs

Geely terá quatro modelos com plataforma CMA

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A Geely vai lançar uma linha de carros feitos sobre a plataforma modular CMA, desenvolvida em conjunto com a Volvo. Chamada simplesmente de “L”, essa gama compreenderá quatro modelos, sendo um sedã (CS11), SUV (CX11), crossover (CC11) e hatch (CH11).

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O objetivo da Geely é ter uma linha de produtos com qualidade para bater de frente com a Volkswagen. Mesmo os mais recentes lançamentos da marca chinesa não contemplarão algumas das tecnologias que serão introduzidas na CMA, que em breve dará corpo aos Volvo XC40, S40 e V40.

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O primeiro destes novos carros da Geely é o SUV CX11, já visto em uma instalação e agora camuflado nas ruas. Pelo que pôde ser visto, ele terá freio de estacionamento eletrônico, novo volante multifuncional e uma enorme tela de entretenimento. Pouco se sabe sobre sua motorização.





  • Diego Ávila Monteiro

    Será que nenhum Chinês vai vingar no Brasil?!

    • CanalhaRS

      Enquanto não oferecerem uma rede de assistência e produtos confiáveis a preços inferiores a concorrência, não vingarão.

      • arzanette

        quanto a rede de assistência tudo bem… mas a geely tem ótimos produtos o geely ec7 e um excelente carro , e com um preço muito bom mas a galera prefere compra voyage ,sienna ,etc ai e difícil manter um produto em um mercado como o brasileiro.

        • tjbuenf

          Geely tinha uma dezena de concessionárias no país. Seu porte não se compara a VW e Fiat, e isso influencia muito na ora da compra, até mesmo para você não viajar 500km para fazer uma revisão do carro.

        • Tosoobservando

          Quem compra nessa faixa nao arrisca, agora se viessem com esse modelo na faixa dos 70 mil, muita gente deixaria de comprar Civic e Corolla pra pegar ele, pelo estilo, se viesse equipado e com motor bom.. Geely GC9

          • pedro rt

            o geely e o melhor chines na questao de segurança, se tvesse uma boa rede e segura no brasil poderia ate pensar em comprar um mas do jeito q vao as coisas so confio em hyundai HMB e toyota/honda

          • Luiz camurça neto

            Não deixam de comprar Siena e Voyage e você fala que deixariam de comprar os dois carros , Corolla e Civic, onde o primeiro é a melhor compra do país disparado. acho que não…

            • Tosoobservando

              Sim deixariam se for algo que chame atenção, o consumidor dessa faixa de maior poder aquisitivo tem mais bala na agulha e se “aventura” mais quando deseja.

    • CignusRJ

      Talvez valesse à pena em vez de abrir 50 concessionários pelos país concentrar em um ou dois estados ou uma região.
      Creio que assim seria uma estratégia mais consolidada (e lucrativa tb), depois ir aumentando pra outros estados.
      O que acham?

      • Zoran Borut

        Nas cidades interioranas onde há concessionários de chineses, noto que uma presença proporcionalmente maior destes carros zero km. Acredito que isso se deva à combinação de motor acima de 1.0 (importante nessas regiões repletas de estradas vicinais e nas quais as pessoas costumam viajar rotineiramente às cidades próximas, a trabalho, estudos, saúde, visita familiar, lazer etc) e preço inicial abaixo dos respectivos concorrentes, além é claro do nível de equipamentos.

        Ou seja, focar nos diferenciais dos modelos para cada região pode sim alavancar as vendas e a aceitação. Mas isso não é percebido nem noticiado pelos nossos veículos de mídia, como revistas, jornais e sites, os quais transmitem essa impressão de que qualquer carro pouco vendido é mau negócio em qualquer lugar do Brasil.

        O up! é bastante vendido aqui em São Paulo (capital), e isso é compreensível: carro com dimensões externas diminutas, espaço interno similar ao de um Gol, e muito econômico, ideal para as necessidades diárias do morador metropolitano.

        Se o Chery QQ tivesse câmbio automático mantendo o preço baixo e tendo suas vendas e marketing concentrados na metrópole, certamente venderia muito mais do que vende, sem necessidade de campanhas caras na TV Globo por exemplo. Afinal, hoje em dia existe internet, e é possível fazer campanhas diferentes enfocando ora o lado emocional, do design, ora o lado racional, ao invés de focar num aspecto só como fez a VW.

      • EduPerrone

        Acho que aos chineses interessa muito mais investir no seu mercado interno de 22 milhões de carros/ano e que cresceu mais de 7% em 2015. Em valor absoluto só esse crescimento corresponde a 1,1 milhões de carros, praticamente igual à produção anual da Austrália de 1,15 milhões e quase igual à metade da nossa de 2,47 milhões. Na contramão, nosso cambaleante mercado caiu 26% em 2015 e já estava em baixa nos dois anos anteriores. E as projeções ainda apontam para uma retração em 2016. Nessa situação acho difícil uma expansão chinesa aqui, mais provável seria mesmo uma estratégia como a que você sugere. Porque lucro nosso mercado dá, com certeza.

    • Tosoobservando

      O problema dos chineses foi falta de estrategia, quiseram entrar num nicho dominado pelas multinacionais instaladas aqui, e se ferraram. Ao inves de explorar nichos especificos, com importados, e depois tentar produção nacional, tipo Suvs, Crossovers, sedans grandes, minivans etc… Ae so depois de ter um nome e desassociar chines de produto ruim partir pra “popular” de entrada. Fizeram tudo ao contrario, e se fu***am

    • pedro rt

      eu so acredito na CHERY pois o resto e um fracasso total… a nova geracao dos chery vai chegar a partir de 2018 no brasil

  • GERALDO CÉSAR RODRIG

    Até onde tenho conhecimento, a VOLVO CARS de origem suéca pertence à GEELY que é chinesa; assim sendo, a engenharia da VOLVO, eu suponho, certamente fez sua parte. E o resultado será muito positivo para a marca GEELY por conta da experiência automotiva daquela que é de origem suéca.

    • Zoran Borut

      Sim, foi com esse objetivo mesmo que a Geely adquiriu as ações da Volvo Cars. Uma estratégia bastante inteligente, pois mantém a rentabilidade de uma marca com prestigio, auferindo lucros com isso, e ainda adquire expertise para melhorar os pontos criticados de seus produtos próprios.

  • Mumm Rá

    E ainda criticaram a compra da Volvo por uma empresa chinesa

    Se não fosse Geely provável da Volvo ter virado uma Saab da vida

    Esse ” casamento ” está sendo benéfico para ambos porque a Volvo está recebendo investimentos financeiros e a Geely compartilhando ( em alguns casos recebendo ) tecnologia da Volvo

  • Tosoobservando

    Chineses dando 5 star no EuroNCAP em 3, 2, 1…

  • Tosoobservando

    Chineses dando 5 star no EuroNCAP em 3, 2, 1… Nao entendo pq nao trazem um Suv pra vender entre 60 e 90 mil (segmento que ta bombando no momento e tem muita gente abonada comprando, e o Corolla reina) pra fazer um nome pra Geely? Mesmo que percam no inicio um pouco, mas valeria a pena.

    • Zoran Borut

      E que sejam automáticos. Essa foi a maior mancada das que trouxeram SUVs nessa faixa e esqueceram esse “detalhe”. O Lifan X60 vendeu bem até, mas poderia vender muito mais se tivesse essa opção.

    • zekinha71

      Pra ver como esse segmento está bombando em dois meses foram emplacados mais Kicks que Fiesta sedã o ano todo. E olha que só está a venda a versão mais cara do Kicks, imagina quando chegar as outras.

      • Tosoobservando

        Incrivel, alem dos chineses que tem variados e baratos Suvs estarem dando essa mancada, é a VW nao ter e nem ter planos de ter um nessa faixa.

  • Tosca16

    Eu queria ver um modelo igual entre a Volvo e Geely, tipo um Journey e Freemont, só para associar na população que a Geely é dona da marca Volvo…

    • Nitrous

      Pois eu acho o que a Geely fez de melhor foi justamente não associar as duas marcas diretamente, mantendo a Volvo mais independente apenas investindo e aproveitando parte da tecnologia para seus modelos locais. Algo similar fez a Tata com a Land Rover e Jaguar, as duas conseguiram manter o valor das marcas e fizeram elas crescerem. A Saic com a MG foi o contrario, projeto e engenharia chinesa com o simbolo da MG. Não conseguem emplacar em pais nenhum nem mesmo no Reino Unido que a marca é bem conhecida.

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