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GM poderia aproveitar reforma da sede e fazer o Chevrolet Tracker no ABC

chevrolet-tracker-2017-avaliação-NA-19 GM poderia aproveitar reforma da sede e fazer o Chevrolet Tracker no ABC

O Chevrolet Tracker foi renovado no fim de 2016 e já está disponível no mercado nacional. O SUV compacto da GM é importado do México, de onde também parte para os EUA. Porém, o modelo é limitado por cotas de importação previstas no acordo automotivo com o país latino.

Mas, por volta do meio do ano, a GM deve lançar aqui o Chevrolet Equinox 2018, o sucessor da longeva Captiva. Como ficará em um nível acima e por ser novidade, o último SUV totalmente novo após a chegada da Trailblazer, então deve exigir uma demanda bem maior que o atual utilitário esportivo, já em fim de carreira.

Posicionado em décimo no segmento de utilitários em 2016 e mantendo a mesma colocação no primeiro bimestre de 2017, o Chevrolet Tracker tem potencial para subir de posição, agora reforçado pelo propulsor Ecotec 1.4 Turbo, que confere mais desempenho e eficiência, além da excelente dirigibilidade.

Mas isso também exige um volume maior de importação. Caso a demanda da dupla importada venha a surpreender, o Tracker poderia ser feito em São Caetano do Sul, de acordo com o jornalista Fernando Calmon, da Coluna Alta Roda. Como a planta sede da montadora passa por reformas, uma linha de montagem para o SUV ampliaria a capacidade de resposta ao aumento de demanda, que espera-se ocorrer em 2018 com o fim do Inovar-Auto.

A GM prepara um novo SUV compacto dedicado aos mercados emergentes. O Tracker já atende muito bem e aqui tem preços na mesma faixa dos concorrentes nacionais, alguns dos quais desenvolvidos para o BRICs. Porém, a montadora pensa nos custos e o desenvolvimento seria aqui. Mas, o centro de desenvolvimento foi fechado no ABC e transferido para Detroit, junto com uma parte da equipe técnica.

Assim, a nova geração do Tracker pode também ser vendida aqui e continuar – caso o atual venha a ser feito aqui – na planta de São Caetano do Sul, que poderia abrigar também a nova geração da Montana, que poderia até ser vendida ou fabricada em outros países (emergentes, é claro).

[Fonte: Fernando Calmon/Coluna Alta Roda]

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