História SUVs Suzuki

Grand Vitara: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Grand Vitara: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)
Suzuki Grand Vitara

O Vitara foi um grande marco na história da Suzuki no mercado mundial e ainda se posiciona como um dos carros mais importantes na gama da marca japonesa.

Conhecido a partir da sua segunda geração como Suzuki Grand Vitara, o utilitário-esportivo foi um dos primeiros modelos da marca para esta categoria a ostentar um interior mais confortável para rodar na cidade – seus antecessores eram focados mais no off road.


Antes do Vitara, a Suzuki oferecia o Samurai, um jipe de porte compactos que foi desenvolvido com base nos “key cars” de até 1,3 metro de largura oferecidos a partir da década de 1950 no Japão.

Por conta disso, o Suzuki Samurai não era lá essas coisas quanto à segurança e capotava muito fácil. Tanto é que, ao ser comercializado pelos EUA, o NHTSA (órgão que regulamenta a segurança de trânsito na terra do Tio Sam) logo barrou as vendas do Samurai por lá.

Essa medida praticamente obrigou a Suzuki a desenvolver um novo jipe que seguisse o padrão de boa parte dos mercados. E então surgiu o Suzuki Vitara, conhecido também como Suzuki Escudo (nome em alusão à moeda portuguesa antes do surgimento do Euro) ou Suzuki Sidekick (para o mercado americano), que foi apresentado mundialmente em julho de 1988.


Ao todo, o Suzuki Vitara conta com quatro gerações já comercializadas pela marca asiática. A atual e quarta geração do utilitário-esportivo foi lançado no fim de 2014, sendo introduzido no Brasil em meados de 2016.

Por outro lado, a segunda e terceira gerações do Suzuki foram batizadas como Grand Vitara, inclusive no mercado nacional.

Suzuki Vitara chega ao Brasil em 1991

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Embora muitos não saibam, a primeira geração do Suzuki Vitara chegou ao mercado brasileiro e foi inclusive um dos primeiros carros importados a chegar ao País após a liberação das importações de automóveis anunciadas pelo governo Collor em maio de 1990. O utilitário-esportivo começou a ser vendido por aqui em setembro de 1991.

A primeira geração do Suzuki Vitara era praticamente um jipe com apelo para o fora-de-estrada, mas com uma série de recursos para possibilitar o rodar na cidade com o mínimo de conforto possível. Tanto é que o jipe de primeira geração conta com carroceria construída sob chassi de longarinas.

Para garantir o conforto aos ocupantes, o novo Vitara estreou com suspensão com molas helicoidais na dianteira e na traseira – os jipes 4×4 anteriores da Suzuki eram dotados de molas de lâmina. Na dianteira, suspensão independente McPherson. Na traseira, suspensão com eixo rígido.

Importado do Japão, o primeiro Vitara foi comercializado nas carrocerias de duas e quatro portas.

A primeira configuração podia ser adquirida no modelo normal fechado com teto rígido e fixo de aço, chamada de Metal Top, ou também numa “conversível”, batizada de Canvas Top, que contava com uma capota de lona que podia ser aberta para tornar a cabine mais arejada. Já o Vitara de quatro portas estava disponível somente no modelo fechado (batizado de Sidekick).

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Esses primeiros modelos eram equipados com um motor 1.6 litro de quatro cilindros a gasolina, com oito válvulas e carburado, capaz de desenvolver 74 cavalos de potência e 12,5 kgfm de torque.

A partir do ano de 1993, o Suzuki Vitara importado do Japão passou a contar com injeção eletrônica multiponto no lugar do carburador convencional. Graças a essa mudança, o modelo de duas portas ficou mais potente, com 80 cavalos. Já o Vitara de quatro portas adotou o 1.6 16V também injetado, mas com 96 cv.

O Suzuki Vitara de primeira geração tinha câmbio manual de cinco marchas para todas as versões, ou a opção de transmissão automática de três velocidades para o Vitara 1.6 8V ou de quatro relações para o Vitara 1.6 16V. A tração era traseira ou 4×4 com reduzida, esta última um opcional.

Um fato curioso é que a Suzuki vendeu também o Suzuki Sidekick, que nada mais era o Vitara em sua versão para o mercado norte-americano, importado, obviamente, dos Estados Unidos. Ele tinha algumas diferenças em relação ao modelo japonês.

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O nome Sidekick foi usado para designar o Vitara na carroceria de quatro portas até o ano de 1995. Após esta data, ele passou a se chamar somente Vitara. Há alguns exemplares raros do Sidekick de duas portas importado pela Suzuki em 1993, com motor 1.6 8V e teto de aço.

Em 1995, a Suzuki trouxe o Sidekick em uma série limitada com teto Canvas Top, carroceria de duas portas, motor 1.6 16V, câmbio com a quinta marcha mais longa e alguns recursos extras, como luzes de direção dianteiras em tom alaranjado e separadas dos faróis e lanternas traseiras com luzes vermelhas.

Ainda no ano de 1995 chegou ao mercado o Suzuki Vitara 2.0 V6, exclusivamente na carroceria de quatro portas. Este modelo tinha um motor de seis cilindros, 24 válvulas e injeção eletrônica, capaz de gerar 136 cavalos de potência e 17,5 kgfm, acoplado ao câmbio manual de cinco marchas e tração 4×4.

A primeira geração do Suzuki Vitara foi vendida no Brasil até o ano de 1998, quando foi substituída pela segunda geração da linha, agora conhecida como Suzuki Grand Vitara.

Grand Vitara no Brasil em 1998

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A segunda geração do Vitara deu o ar da graça em janeiro de 1998. E foi a partir daí que ele passou a se chamar Suzuki Grand Vitara em diversos mercados, inclusive no Brasil.

O modelo começou a ser vendido em nosso mercado em setembro do mesmo ano e se destacava por ser maior, mais refinado, mais espaçoso, mais potente e também mais caro.

Em comparação com o antigo, o novo Grand Vitara estreou com 16 cm a mais no comprimento, 14,5 cm a mais largura e 5 cm a mais na altura – comparando as configurações de quatro portas. Além disso, o visual do novo SUV era bem mais agradável, com formas mais arredondadas, estepe preso na tampa do porta-malas (esta com abertura lateral), entre outros.

A primeira leva do Suzuki Grand Vitara foi anunciada com motor 2.0 litros 16V a gasolina. Esta unidade, da família J, tem bloco de ferro, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e correia dentada, capaz de gerar 128 cv e 17,7 kgfm.

Junto a ele, um câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades e tração traseira ou 4×4 de engate temporário e com reduzida.

Havia também o 1.6 16V a gasolina, este com 94 cavalos de potência e 13,8 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco velocidades e tração 4×4.

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A segunda geração do Grand Vitara era importada do Japão. Todavia, a partir de outubro de 2000 a marca passou a traze-lo da Argentina. Com isso, a Suzuki conseguiu “driblar” o aumento da cotação do dólar e também reduzir a carga tributária.

Com a versão argentina, ele estreou outra opção de motorização, a 2.0 litros turbodiesel, com até 110 cavalos e 25,5 kgfm, também com transmissão manual de cinco marchas e sistema de tração 4×4.

Visando fortalecer sua gama de utilitários-esportivos, a Suzuki anunciou a chegada do Grand Vitara XL7, uma versão ainda maior do SUV que se diferenciava pelo interior capaz de acomodar até sete pessoas. Este modelo começou a ser vendido em outubro de 2001.

Com 56 centímetros a mais no comprimento, passando para 4,70 metros, o XL7 oferecia um pequeno banco extra no porta-malas para acomodar duas pessoas a mais. Todavia, o visual deixou a harmonia um pouco de lado em detrimento do maior espaço interno.

Por aqui, o XL7 foi oferecido com um motor V6 de 2.7 litros a gasolina, capaz de render até 173 cavalos de potência e 23,6 kgfm de torque, combinado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades e tração traseira ou 4×4, esta temporária e com reduzida.

Contudo, no dia 31 de março de 2003 a Suzuki anunciou o encerramento das atividades de importação e distribuição da sua gama de automóveis no Brasil.

Tal medida foi tomada após a desvalorização do real (com a alta do dólar) em 2002 e a dificuldade em manter a competitividade nos preços perante à concorrência.

Grand Vitara: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

Apesar disso, o Grand Vitara não foi totalmente descontinuado no Brasil. Os fãs do modelo ficaram amparados pelo Chevrolet Tracker, que nada mais era que o Grand Vitara com a gravatinha dourada da marca norte-americana.

O Tracker começou a ser vendido no Brasil em março de 2001 e contava com um motor 2.0 litros turbodiesel de origem Mazda (com apenas oito válvulas, comando de válvulas simples no cabeçote, injeção eletrônica, bloco de ferro, cabeçote de alumínio, turbocompressor e intercooler), com até 87 cv e 22 kgfm, câmbio manual e tração 4×4.

Tal propulsor, porém, era fraco demais. Ele foi substituído em 2002 por um 2.0 litros turbodiesel de 16 válvulas com duplo comando de válvulas no cabeçote, agora com 108 cv e 25,5 kgfm.

O Chevrolet Tracker permaneceu em linha até outubro de 2004, quando foi descontinuado devido ao dólar caro demais.

Porém, com a baixa na cotação da moeda, o utilitário-esportivo volta a ser vendido, mas agora com um 2.0 16V a gasolina de 128 cv e 17,7 kgfm (o mesmo já usado pelo Suzuki), câmbio manual e tração 4×4. Este modelo foi oferecido até 2009.

Terceira geração do Grand Vitara no Brasil em 2008

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Após um hiato de cinco anos, a Suzuki anunciou o seu retorno no Brasil. Agora aliada ao grupo Souza Ramos, a fabricante de automóveis fez sua reestreia com o lançamento da terceira geração do Grand Vitara em outubro de 2008.

A terceira geração do Grand Vitara chegou por aqui com um atraso de cerca de três anos frente ao mercado asiático. O novo modelo ficou bem maior e mais moderno, agora para brigar com SUVs como Hyundai Tucson, Dodge Journey, Toyota RAV4 e Honda CR-V.

Diferente dos antigos que eram construídos sob chassi, o novo Grand Vitara estreou com uma construção monobloco, como nos carros de passeio convencionais.

Há também o motor em posição longitudinal, diferente dos outros modelos 4×2 da categoria que usam motor transversal.

Ele ficou maior que sua antiga geração, com 4,5 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,69 m de altura e 2,64 m de distância entre-eixos. O porta-malas, por sua vez, tem capacidade para 700 litros, podendo chegar a 2.000 litros com o banco traseiro rebatido.

Importado do Japão, o novo SUV chegou ao Brasil em versão com motor 2.0 16V a gasolina, capaz de gerar 140 cv e 18,7 kgfm, com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades e tração 4×4. O preço era de R$ 89.700 para o modelo manual ou R$ 94.700 para a configuração automática.

De série, o Grand Vitara oferecia airbag duplo freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, ar-condicionado automático, volante multifuncional, rodas de liga-leve de 17 polegadas, sistema de som com CD changer para seis discos e MP3 player, computador de bordo com nove funções, direção hidráulica, entre outros. Como opcional, a marca oferecia bancos revestidos em couro por R$ 1.800.

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Todavia, o motor 2.0 litros era insuficiente para empurrar os 1.644 kg do modelo. Tanto é que a Suzuki lançou em abril de 2009 o Grand Vitara V6, para sua posicionar como a versão mais potente do SUV médio. O modelo, também importado, tinha preço inicial de R$ 119.900.

Sob o capô, um motor 3.2 V6 a gasolina, com duplo comando de válvulas, capaz de gerar 232 cv e 29,6 kgfm. Este propulsor trabalha com uma transmissão automática de cinco marchas e tração 4×4.

Para justificar a cifra mais alta, o Suzuki Grand Vitara V6 também era mais equipado, com seis airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, controle de descida, chave presencial Smart Entry System, partida do motor por botão, faróis em xênon com ajuste automático de altura, teto solar elétrico, sistema de som com cinco alto-falantes, bancos em couro, entre outros.

O Grand Vitara V6 foi vendido até fevereiro de 2011.

Para a linha 2013, o Suzuki Grand Vitara recebeu suas primeiras mudanças visuais e novos equipamentos. Com preços entre R$ 72.914 e R$ 90.025, o Grand Vitara 2013 trazia uma grade frontal redesenhada, novos para-choques, rodas de liga-leve com novo desenho e nova opção de cor Bronze.

Já na lista de equipamentos, ganhou como incremento o teto solar (inédito no modelo 2.0) e o sistema Brake Override de freios, que consegue reconhecer quando acelerador e freio são pressionados simultaneamente e elimina a atuação do acelerador para garantir a segurança.

Grand Vitara: anos, versões, motores, equipamentos (em detalhes)

O motor seguiu o mesmo 2.0 16V de 140 cv, com câmbio automático de quatro marchas, mas agora com a opção de tração 4×2 ou 4×4.

Entre as demais linhas anunciadas até a sua descontinuação no mercado, o Grand Vitara 2015 fez a sua estreia com a nova versão Limited Edition (R$ 96.290), com carroceria na cor bronze e acabamento bege, e também a Special Edition (R$ 95.790), esta sem o estepe pendurado na tampa do porta-malas e com um kit socorro com compressor e borracha líquida para pequenos reparos em caso de furo no pneu.

Já o Grand Vitara 2016 trouxe uma das versões mais exóticas da gama. Batizado de Grand Vitara 4Sport, o modelo era ofertado por R$ 95.990 com câmbio manual e R$ 104.990 com câmbio automático e trazia uma nova suspensão, com molas e amortecedores Ironmann, aumento no vão livre do solo de 5 cm também pneus ATR de uso misto.

Além disso, o Grand Vitara 4Sport tinha pintura grafite nos para-choques, grade frontal, rodas de liga-leve, molduras das caixas de roda, parte inferior das portas laterais e capa dos retrovisores. Um visual bastante peculiar, digamos.

A terceira geração do Suzuki Grand Vitara foi vendida no Brasil até o início de 2017. Ou seja, ele durou cerca de nove anos no mercado nacional. As últimas unidades do carro foram vendidas com preços entre R$ 85.900 e R$ 113.800. Ele saiu de cena para dar lugar ao novo Vitara de quarta geração.

Suzuki Vitara chega à sua quarta geração no Brasil em 2016

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A quarta geração do Suzuki Vitara é o atual modelo à venda no Brasil. Ele chegou em 2016 e apresentou um reposicionamento para a linha Vitara. O carro foi rebaixado e agora compete com os crossovers compactos, como Honda HR-V, Nissan Kicks e Hyundai Creta.

Ele é bem menor que o antigo Grand Vitara, com 4,17 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,61 m de altura, com entre-eixos de 2,5 m. O porta-malas, por sua vez, tem capacidade para 375 litros. Além disso, é menos refinado e espaçoso.

As versões mais acessíveis foram anunciadas com motor 1.6 litro aspirado, capaz de gerar 126 cavalos de potência e 16,7 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático.

Já os mais caros usam um inédito 1.4 turbo de 146 cv e 23,5 kgfm, com injeção direta de combustível, sempre com transmissão automática de seis marchas.

Em ambos os casos, o novo Suzuki Vitara oferece a opção de tração All Grip, com quatro modos de condução que alteram a tração de duas para quatro rodas.

Os modelos mais caros são equipados com recursos como central multimídia com tela de 10 polegadas e conexão WiFi, teto solar duplo com abertura panorâmica, sete airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, sensores de luz e chuva, chave presencial, entre outros.

Os preços da atual linha do Suzuki Vitara vão de R$ 91.990 a R$ 123.990.

Galeria de fotos do Suzuki Grand Vitara

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Nota média 5 de 5 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • cobaiao

    Execelente matéria! Para mim, a segunda geração foi bem marcante, representou muito bem o utilitário japonês completo do trivial (trio elétrico, ar e etc), tudo bem simples (os controles deslizantes do ar por ex) mas muito bem montado e honesto, por um preço mais acessível em comparação a utilitários maiores como Pajero e Pathfinder.
    E de certa forma, a Chevrolet ajudou muito a popularizar a segunda geração pois no mercado de usado o que mais tem é o Tracker à gasolina. Muitos delas provenientes da época em que a GM queria pegar carona no sucesso do EcoSport de primeira geração que era sensação do momento.

  • leitor

    Utilitário esportivo. Ou seja, isso que é SUV.

    • Baetatrip

      Errado……. No documento está como “Suv-Jipe”
      Os novos sao suv de modinha… 4×2….. cheia de plasticos!

  • Zé Mundico

    O Grand Vitara foi o melhor carro que a Suzuki já vendeu no Brasil. Mesmo capado com um motor 2.0 e um câmbio automático fuleiro de 4 marchas, ainda apresentava o melhor custo/benefício da praça. Sem falar na confiabilidade e qualidade do carro, que exige muito pouco do dono, só a manutençao básica.
    Não é carro para racha nem manobras emocionantes, mas para o dia-a-dia não tem melhor.
    Quem tem não larga por nada e até conhecí um cara que comprou um para se aposentar e acabou ficando para o filho….rsrsrs…

    • Andre Studart

      Assino embaixo, tenho um 2010 que até fiz opiniao de dono, estamos em 2019 e o carro está como 0km e nunca me apresentou nenhum defeito, só troco por outro

      • Unknown

        Dizem que o consumo é um dos pontos fracos do carro. Esta informação procede?

        • Andre Studart

          De fato sim, o motor tem uma mesa de torque excelente desde baixas rotações, contudo é pequeno pro peso do veículo.

          Minha versão é a AT de 4 marchas, então o consumo já é alto por natureza, faço 6 na cidade e 10 na estrada. Eu recomendaria para qualquer pessoa olhar a versão manual do carro, fugiria do automático..

          Cumpre o que promete e com muita robustez, mas creio que o manual deva dar um ânimo não so na economia, mas no desempenho como um todo também

          • Unknown

            Obrigado pelo feedback.

        • Baetatrip

          Sim…… Mt pesado por pouco motor!

    • what_the_hell??

      Já tive um 2014 e tenho muita saudade do carro! Carro bem confortável para uso no dia a dia, com ótima altura do solo! Tinha o melhor ar-condicionado dentre todos os carros que tive até hoje!
      Já o Vitara atual eu acho um carro bacana, mas acho que caiu em relação à geração anterior. Faz jus ao nome, pois o anterior era grand vitara, esse é apenas Vitara.

      • Baetatrip

        Pois é!
        Novo Vitara e nada d+ que “SX4 SCross” fantasiado….
        Pegou o nome antigo do Vitara e colocou no novo carro que nao tem nada haver com antigo….!

        • Unknown

          “nada a ver”

    • Alex

      Concordo plenamente, tenho minha GrandVitara 4×2 ano 2011 não me desfaço dela por nada! Hoje esta com 120.000km e nunca me deu nenhum problema, somente troca de pneus, óleo, velas e pastilhas de freio! Suspensão original e discos de freios ainda em pleno funcionamento! Pelo valor de mercado (aprox. R$ 38k) não existe opção melhor em termos de conforto, segurança, versatilidade e robustez! Nao sei se vou ter coragem de um dia vender esse carro.

      • Zé Mundico

        120 mil km não é nada, não venda seu carro para pegar essas tranqueiras engraçadinhas (onix, ka, polo, argos, etios, etc e tal) que só dão dor de cabeça por serem extremamente frágeis e caros.

  • Domenico Monteleone

    Acho essas duas ultimas gerações muito acertadas esteticamente.

    • El Gato!

      Concordo. Somado a robustez mecânica que os veículos da marca apresentam, fica apenas faltando uma rede de concessionárias mais numerosa. A Suzuki deveria se dedicar mais nesse ponto.

      • Baetatrip

        Nesse caso, nao faz falta a falta do CSS que adoram meter a mao!
        Só comprar peças no site que vende as peças SZK bem + barato e mandar p/ oficina e pronto!
        Como nao tem pastilhas originais, so a Mtech (2 linha), trouxe na minha mala o jogo completo das pastilhas (Advics+ Akebono) e estarei colocando essa semana, ja to ansioso… Essas pastilhas duram + 100.000km!

    • Baetatrip

      Sim…GV2+ GV3… sao belissimas que impõe respeito!

  • Andre Studart

    Tenho um desde 2010, comprado 0km.. 2019 e todo dia uso, nunca apresentou um defeito e nem me deixou no prego, e mesmo com o motor 2.0 tem um 4×4 de fazer em inveja em muitos atuais por ai..

    Nem penso em trocar, usar até se acabar, carro excelente.

    • Baetatrip

      Isso…….
      Peguei com o meu 12-12 com 44 mil km… Esta com quase 129 mil km (85% de estrada!)
      Como sente a vontade na estrada…… Pode esticar legal o motor….
      Sempre a 90 a 120km/h!

  • Alvarenga

    Cheguei a fazer test drive em uma versão turbo mas foi decepcionante quanto ao turbo lag e acredite se puder, o carro do test drive estava com defeito na tela e no cluster. Se um carro do test drive estava assim imagine a qualidade e atendimento depois que voce compra naquela ccs.
    Outro impeditivo são as revisões a cada 6 meses. Uma encheção. Devia ser anual como a maioria das montadoras atualmente.
    Gostei apenas do gerenciamento de tração que foi muito bem. Fui de propósito em dia de chuva pra avaliar justamente a tração e fiz questão de dobrar esquinas em subida , etc….nessa parte foi muito bem. Mas foi só isso que foi bem.

    • Baetatrip

      Renegayde? Dá problemas d+….Vitara 1.4T seria melhor caso, porem 2 sao baixos que sao quebra galhos, nada supera a GV em estrada de terra e tração Reduzida(4X4L)
      Renegayde tem…. somente a 1 marcha e só!

      • Alvarenga

        Renegayde foi bom, kkkkk

    • Carlos Weber

      Renegade diesel 140k, Vitara topo de linha 119k

      • Alvarenga

        Negativo, vi até por 122k o fim dos 18/18.

  • Vitor C

    Tivemos uma gran vitara 2012 em casa, um dos melhores carros que já passou aqui.

  • Marcelo Amorim

    Faltou citar o V6 2.5 que equipou ele na 1a geração,tivemos um ano 99 bicolor ,preto e parachoques pratas

    • Baetatrip

      a 1 geracao se equipou com 2.0 V6….
      GV teve a 2.5 e 2.7 V6!
      GV3 tem a 2.7/3.2 V6!

      • Marcelo Amorim

        2.0 V6 teve apenas no Vitara 4 portas.

        Estou falando de Grand Vitara 1a geração,nao considerando Vitara como 1a geração.

  • Little John

    Eu até tenho visto por aí alguns Vitara 1.4 turbo, dessa última geração.
    Se houvesse uma rede maior, poderia ser uma boa.
    Meu pai uma vez teve o irmão gêmeo do Vitara, GM Tracker, só que na motorização diesel. Era fraquinho, porém econômico.

    • Baetatrip

      Qual era o ano? 01 ou 02?

      • Little John

        Não me recordo, mas era das primeiras, com o motor mais fraco

        • Baetatrip

          Sim….. Motor Mazda… RF …..2.0 de 87cv/22kg
          Logo vieram Peugeot RHZ 2.0 110cv/25.5kg

          • Unknown

            Motor 2.0 com apenas 87 CV! Que piada!

            • Ernesto

              Diesel.

              • Unknown

                Mesmo sendo diesel, potência muito baixa para um motor 2 litros.

                • Ernesto

                  Sim, baixa. Mas a prioridade aqui é o torque. Se tivesse turbo ambos os dados seriam melhores.

                • Marcelo Ecosta

                  As picapes 2.5 diesel da época tinham motores tão fracos quanto. As 2.8 turbo mais potentes chegavam a no máximo 132 CV.

            • Baetatrip

              Importa é o torque……. e nao pela CV!

              • Unknown

                Para trilhas, ok! Mas na estrada deve ser sofrível.

                • Baetatrip

                  Estrada era bom….. o melhor fazia 15km/l na estrada….!
                  Andava a 90/100 numa boa…!
                  Era silencioso o motor era gostoso de guiar!
                  Sentia o belo torque de 22 kg a 2000 rpm…..!

  • Baetatrip

    Fiquei muito feliz quando escreveu essa belissima materia!
    Sou da marca desde 1997 quando tinha 12 anos de idade….!
    Possuo 2 SZK: Samurai 93 de trilha e GV3 12-12 4×4!
    Sao minhas 2 paixões!
    Pretendo pegar a ultima linha 15/16 do GV3 4×4 (Novo ficou uma bost@!)
    Me da extrema confianca/ robustez que me leva a qualquer lugar sem nenhuma preocupacao!
    Até arrependi de nao ter pego o belissimo 3.2 V6 em 2010 (Peguei a Tiguan 0km e so meu deu problemas!)
    GV3 e ecelente carro para viajar….. Explorar cada lugares sem enfrentar trilhas pesadas (trilha pesada uso o Samurai)
    Evito de usar na cidade, pois e grande e motoqueiros odeiam por causa do…….. Grande retrovisor que ocupam na linha da faixa…!
    Viajar eu amo d+….. Ele e muito bom só deveria ter o motor 2.4 VVT (168cv/23kg) e cambio MT5 (Quase a mesma relação d
    a 3.2 V6)
    Ele nao foi feito p/ andar rapido e sim constantemente….. Ando de 90 a 120km/h (Evito de ultrapassar 3000rpm, só ultrapassar que afundo o pé)
    Já vi GV3 0km lá em Equador…… fiquei com tanta inveja que o GV3 lá e = Onix aqui no Brasil……. (De 2.0 16v/2.4 16v/ 2.7V6 AT5 ou MT5, nao tem a versao 3.2 V6)
    Lá comprei jogo de pastilha original e 2 filtros de oleo…. Vou trocar as pastilhas essa semana!
    2.4 AT4 tem a mesma relação do 2.0 16V…!
    Já tive GVTD 2001 RF Mazda 2.0 … Era fraquinho e era economico d+…Enchia com 600/700km, diesel barato era 1.8 a 2 reais….. (2007 ate 2010)
    GV3 entrou na minha vida……..
    Tem carros superiores e sao todo eletronicos e adora dar piti…. GV3 nao tem isso, só simples e facil de detectar!
    Avisou…..Arrumou!

    Fico muito bravo quando entrou a 4 geracao do Vitara……. Retrocesso total!
    Ficou uma bost@, acompanhou o mundo e nos largou a era off road!

    • Edu

      Belo relato. Também curto bastante a Suzuki, tenho um Jimny 2014, é um carro pequeno e simples mas muito divertido e confiável.

      • Baetatrip

        Pois é Edu!
        Amo os SZK…….. nao penso em outra marca!
        Do que adianta ter 1 LR Disco 5 e em curto tempo sempre dá probeminhas eletricos que fica a mercê da css que mal sabe descobrir (Scanner avisa, porem nao marca exato problema!)
        Carros alemães sao campeoes em esse tipo de problemas….
        Fico numa boa no SZK….Me levando a qualquer lugar sem menor preocupação facil de mexer nos problemas…
        “Way for live Suzuki!”
        Já tive Tiguan 0km…… Com a deswconfiança comprei o scanner e fui monitorando e mandava email email a CSS lá em Petrópolis e passava scanner deles e acusava o mesmo erro…… Etc…..
        Só tem unico problema cronico…. Famoso P420 (retentor de valvulas) niso nem preocupo, so olhando o nivel e completando óleo e vai ser feliz!
        Coloquei o filtro de combustivel adicional (original nao tem e fica limpando cada 3/4 meses po causa da má qualidade de gasolina) com isso prolonga vida dos bicos injetores, dei olhada ha 2 meses estavam limpinhos com a colocação do filtros, nota 10!
        Preocupação? 0!
        Felicidades? 10!

        • Edu

          Obrigado pela dica do filtro adicional, vou dar uma pesquisada para o Jimny.

          • Baetatrip

            No Jimny tem acho…… Dá procurada ae no grupos…. Tô achando que fica de fora do tanque!

  • cobaiao

    Achei curioso na reportagem que não sabia que o XL7 da segunda geração foi oferecida por aqui. È uma verdadeira mosca branca.

    • Baetatrip

      Ja vendeu… em 2002 a 2003…. XL7… ja entrei la dentro e e “onibus” heheheheh

  • Luconces

    A quarta geração, infelizmente, é um retrocesso.

    • Baetatrip

      Concordo…. isso que tenho raiva do que fizeram…!
      Tiraram 1 belissimo carro e botaram 1 inferior do que é!

  • LArtur

    Tenho um GV 10/11 com 157k km só troquei as pastilhas uma vez aos 90K. Amortecedores e suspensão geral tão tinindo ainda. Carro porreta!!!!
    Tem um lance aí que a reportagem não fala, ele tem um subframe de aço incorporado no chassis que faz ele ficar mais comprido no entre eixos por isso o espaço interno é legal mesmo ele não sendo tão grande, fora que da muita robustez. Ele aceita uma preparação pra trilhas médias e fica muito bom pra viagem, cabe pneu bem maior.

    • Luconces

      Minha cunhada tinha um 12/13

      Era um trator, muito robusto mas bebia mais que universitário em cervejada kkkk

      Venderam para pegar um S-Cross de 89 e revenderam depois de dois anos por 53. Carro novo, menos de 30 mil kms. Pesado!

      Agora estão tentando a sorte com um Subaru Forester mas sem preocupação de revenda.

      • LArtur

        Bebe bem mesmo mas tudo bem, cumpre o que promete, quando liga a reduzida então, vira um outro carro, trator mesmo.
        Tem essa de desvalorizar, Subaru e igual se não for pior mas são carros pura diversão

      • Baetatrip

        Era 4×4?
        Eu nao ligo em consumo, pois no meu uso é somente estrada… faço media de 9 a 11 na estrada, varia de relevo na estradas…!
        Mas nao quebra msm, só passei num buraco (Era descida e nao vi e fez barulho tao grande, que só quebrou 1 coisa que estava velha:coxim da suspensao… Resto: pneus…. aro…. 0!
        Troquei o par e só!
        Subaru é lindissimo, problema e seguro+ revendas sao ruins!
        Vender a GV3 com 30.000km e de chorar!

      • Unknown

        Subaru Forester é um excelente carro! Com certeza ela não terá dor de cabeça…

        • LArtur

          Quando comprei o GV em 2010 fiquei na duvida entre ele e o Forester 2.0. Só decidi pelo SZK depois do test drive onde deu pra perceber bem a diferença de categoria, o Subrau é bem um crossover mesmo, derivado de uma perua e o GV um SUV, derivado de um jipinho. Estavam quase na mesma faixa de preço, tenho certeza que se tivesse escolhido o Subaru estaria feliz também.

          • Unknown

            Com certeza, duas propostas diferentes, mas excelentes veículos, os dois!

    • Baetatrip

      Que coisa boa…. meu esta com quase 129k km…….. !
      Tenho grupo de GV3……… se quiser entrar…!

  • Samoel Caron

    Em 2010 tive uma Vitara 95 Metal Top para usar em trilhas paguei 17,500 usava até para viagens curtas (-400 km). Acabei vendendo depois de 3 anos por 17 foi um ótimo negócio. Ano passado a saudade das trilhas/passeios me fizeram procurar outro 4×4 encontrei uma Sidekick 1.6 16v “conversível” ano 95, pesquisando umas peças na internet um vendedor me informou que esse meu modelo teria sido importada do Canadá por isso ter tantos canos de recirculação de água no motor que servem para não congelar a água no hemisfério norte, alguém sabe se isso é verdade?

    • Baetatrip

      Tem versão canadense…..!
      91 a 92 resto e japones!
      99% sao o mesmos…. nada de diferentes!
      Nunca soube dessa parte de tanto canos, geralmente e base col alcool na agua p/ nao congelar na manha no inverno…
      Geralmente e = o que foi vendido aqui

  • Tifanny

    veja “Shazam” neste site! todos os filmes disponíveis, completos com linguagem !!
    copie aqui: GOGOSHOW9.BLOGSPOT.COM

  • Rubens Rogatti

    Estão “metendo o pau” na atual geração do Vitara a comparando com o Grand Vitara…erro crasso… propostas e segmentos diferentes. O Vitara 1.4T está mais para sedan que SUV..anda bem, “tem pegada” esportiva …é econômico…paga o preço da estabilidade…suspensão dura(não existe almoço free). Particularmente gostei do “vitarinha” 1.4 all grip.

    • LArtur

      Acho que o lance não é a desqualificação do Vitara, que é um belo carro, um dos melhores conjuntos – motor e tração – a venda no Brasil mas o fato da SZK Brasil ter tirado o Grand Vitara de cena, exatamente porque são propostas completamente diferentes. Outra coisa que deixou os suzukeiros P da vida foi o fato da SZK já trazer pro Brasil o S-Cross, de mesmo segmento do Vitara, só que maior, mais alto e bem acabado, e na mesma faixa de preço.

      • Carlos Weber

        Concordo que: o atual Vitara é o novo SX4. No lugar do Grand Vitara está o S-Cross. Pecado da Szk: o S-Cross, apesar de maior e mais pesado, tem os mesmos motores do Vitara, 1.6 e 1.4T.
        Tenho um Vitara 1.6 AllGrip AT. 32mil km, Único problema até agora: troca de pneus com 31 mil km.
        Consumo: 9,5 km/l na cidade e quase 15 km/l em rodovia (4 adultos com bagagem e ar condicionado ligado o tempo – velocidade média de 95 km/h). Em estrada de chão não tenho porque reclamar.

        • LArtur

          Tenho um Scross 15/16 1.6 GLS, 10 na cidade tranquilo, São Paulo com trânsito pesado e sempre mais de 15 na estrada. Esse motor 1.6 e pra consumo, desempenho + consumo é o 1.4T, motor sensacional

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