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Harley-Davidson interrompe produção de sua primeira moto elétrica

Harley-Davidson interrompe produção de sua primeira moto elétrica

A Harley-Davidson resolveu interromper a produção e as entregas da sua primeira motocicleta elétrica. Trata-se da LiveWire, que chegou a ser enviada às concessionárias norte-americanas no final do mês de setembro.


A paralisação foi estabelecida após a identificação de uma falha nas verificações finais de qualidade, informou a agência Reuters. Durante a medição de qualidade da LiveWire, a Harley-Davidson disse que descobriu “condições fora do padrão”. A fabricante não divulgou o problema em específico. Ainda assim, a empresa segue realizando testes para deixar a motocicleta na excelência desejada.

Em comunicado, a Harley-Davidson informa que está em contato com as lojas e os compradores para assegurar que eles podem continuar utilizando a LiveWire normalmente. A montadora diz que os testes de qualidade estão andando “bem”, mas não foi revelado quando a produção será retomada.

A notícia da paralisação fez com que as ações da Harley ficassem mais baixas.


Harley-Davidson interrompe produção de sua primeira moto elétrica

Nos Estados Unidos, a moto elétrica é comercializada por US$ 29.799 (cerca de R$ 123 mil fazendo a conversão) e estava em pré-venda desde janeiro de 2019. As primeiras unidades foram entregues no mês passado. Já no Brasil, há expectativa de que a LiveWire comece a ser comercializada em 2020.

A empresa visa investir cada vez mais em motocicletas elétricas. De acordo com a Reuters, a Harley vem apostando em motocicletas elétricas para atrair a próxima geração de motociclistas jovens e com consciência ambiental. Assim, eles pretendem reverter as vendas que estão em declínio nos Estados Unidos.

Harley-Davidson interrompe produção de sua primeira moto elétrica

A LiveWire é equipada com novo motor H-D Revelation e propicia 105 cv de potência. A motocicleta é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos. Quanto ao carregamento da bateria, a moto pode atingir 80% em 40 minutos e 100% em uma hora. Sobre a tecnologia, a LiveWire pode ser “conectada” ao celular para compartilhar informações do veículo através do aplicativo da montadora.

[Fonte: Estadão]

Harley-Davidson interrompe produção de sua primeira moto elétrica
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Darlan Helder

Darlan Helder

Darlan Helder, natural de São Paulo, é jornalista e fotógrafo. Escreve na internet sobre o universo automotivo desde 2011. Além disso, atua com produção de conteúdo para plataformas digitais em agências de comunicação.

  • Blackk

    E Eu achando que a toyota cobrava caro

  • Tom Costa

    Harley está estagnada porque quer. Quis queimar etapas para atingir o público jovem com essa moto elétrica. Antes disso, a Harley deveria captar clientes jovens, fidelizar, para só então introduzir produto de nicho. O jovem quer motos acessíveis, na forma de naked, big trails de média cilindrada, Classics moderns como as linhas da triumph, z900rs, as XSR da yamaha, etc. Isso que o jovem quer.

    A Harley vê o movimento do mercado e não se movimenta na mesma velocidade.
    Jovem não quer Custom, de uma maneira geral.
    O engraçado é que com a nova linha modular de motores da Harley, vão enfiar Customs, uma naked meio z900, e uma bigtrail horrenda, todas motos topo de linha, nada de média cilindrada. E essa linha modular pode fazer motores de 400 a 1200 cc.

    • Fabricio

      O comportamento da empresa parece ser reflexo das lojas e vendedores… (Não sei quem cópia quem). O atendimento é ruim e pensam que estão lhe fazendo um favor ao mostrar as motos. Fiz 200 km com dinheiro, jaqueta e capacete em mãos pra loja de Florianópolis onde o vendedor me atendeu tão mal que decidi nunca mais pisar em outra loja da marca. Talvez tenha sido sorte… um vizinho comprou como zero km uma moto com alguns milhares de km , com hodometro alterado e motor estragado… moto de 100 mil… top de linha…. as lojas queimam o filme da marca…. Só sabem vender pra quem ja é cliente velho….

      • Tom Costa

        Acho lindas as motos customs. De olhar. Mas toda harley que andei até hoje não compraria. Em todas foi nítido o desconforto, rapidamente as minhas costas pedem pra sair da moto. As mais confortáveis que andei até hoje foram as Versys 650 e 1000, BMW 1200 GS(não teria pelo tratamento nas css e quantidade de problemas que amigos tiveram, teve uma 85.000 dando pane em sensor com menos de 2.000km, moto voltou no guincho) e Superteneré 1200.

    • Perse

      Para de misturar inglês com português p%@#@@#$R@# coisa mais tosca

  • El Gato!

    O açougue mais famoso do mundo interrompe a produção de sua primeira carne de soja vegana. Quem poderia imaginar?

  • Esse nome que a Harley escolheu não tem nada a ver com motos. Parece mais nome de algum software para computador.

  • Maycon Farias

    Perfeita. Adoraria ter uma elétrica como esta.

  • afonso200

    quero saber autonomia a 100km/h constantes

  • Davi Millan

    Não acredito que a LiveWire seja a solução da marca, até porque ela não é acessível.
    A HD deveria fazer algo como a BMW fez com a linha G310. Introduzir produtos de baixo custo, e assim aumentar o range de clientes da sua marca. Enquanto isso a HD continua sendo moto com estigma de quarentão recém separado.

  • konnyaro

    Faltou nela o que o que todo comprador de Harley deseja: que seja possante, vibrante e caliente!
    Ou seja, toda manhã uma poça de óleo na sua garagem, algo que fique vibrando pacas entre suas pernas e que queime os pelos de sua perna nos dias de verão.

    • Samuel Sobral

      Kkkkkkkkkk melhor comentário.

  • Me sentiria montando em uma central de ar split. Troço feio.

  • Toyo_Highlander fan

    Moto feia!

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