Hilux 2017: versões, novidades, motor, consumo, preço, detalhes

Hilux 2017: versões, novidades, motor, consumo, preço, detalhes

Depois de ser apresentada em sua nova geração, mas apenas com a motorização turbodiesel, a Hilux 2017 trouxe ao mercado brasileiro as variantes flex com o novo visual.


Essas novidades completaram a família e deixaram a picape mais forte para enfrentar a dura concorrência do trio Chevrolet S10, Ford Ranger e VW Amarok, além da menor Fiat Toro, que liderava o segmento.

Ao passo que a Hilux 2017 teve seu primeiro ano completo com todas as configurações desejadas pela Toyota, ela também foi afetada por um dos maiores recalls da história, envolvendo os airbags mortais da Takata.

Confira todos os detalhes da Hilux 2017!

Hilux 2017 – detalhes

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A briga no segmento das picapes nunca foi tranquila por aqui, sempre com disputas acirradas pelos primeiros lugares. A Toyota Hilux conseguiu se manter no topo dessa briga ao longo dos anos, mas recentemente ela teve que se reinventar para não ficar para trás.

Uma das mudanças promovidas pela marca japonesa apareceu em novembro de 2015, quando a Hilux foi totalmente remodelada em sua nova geração. As novidades incluíam visual mais moderno e mudanças mecânicas, além do interior bem mais próximo do que era visto em carros de passeio.

Como tudo isso era bem recente, a Hilux 2017 ainda curtia o “efeito novidade” em nosso mercado, sendo bem aceita pelos brasileiros e dominando as vendas entre suas reais concorrentes (convenhamos, a Toro deveria estar em outro segmento).

As mudanças visuais

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Em anos recentes, praticamente todas as representantes do segmento das picapes mudaram seu visual. Enquanto algumas apostaram em alterações menores, outras (como a Hilux 2017) preferiram algo mais profundo e trouxeram uma nova geração.

A decisão da Toyota foi acertada, pois ela conseguiu renovar a Hilux sem fazê-la perder as qualidades que a colocaram como uma das preferidas para o trabalho pesado ou para desfilar nos centros urbanos.

Ao olhar para a Hilux 2017, logo se percebia que a versão realmente chamativa era a topo de linha SRX. Mesmo quando comparada com a intermediária SRV, que sempre foi quase tão cara, existiam diferenças marcantes.

Na dianteira, por exemplo, a configuração mais barata entre as duas tinha a grade cromada com o logo da marca destacado ao centro, faróis que se estendiam pelas laterais, capô levemente vincado e faróis de neblina.

O visual robusto que a Hilux 2017 apresentava para quem a encarasse de frente era bem interessante, além de ter sido um avanço considerável quando pensamos na geração anterior. Além disso, o formato do para-choque entregava um ângulo de entrada de 31 graus.

Hilux 2017: versões, novidades, motor, consumo, preço, detalhes

Voltando a falar sobre as duas versões citadas acima, a Hilux 2017 intermediária praticamente só perdia a luz de condução diurna em LED em relação à topo de linha, mas dava a impressão de ser mais simplificada do que isso.

Algo que contribuía para essa impressão eram as rodas de 17 polegadas com pneus 265/65, enquanto a versão SRX era calçada de pneus 265/60 com rodas cromadas de 18 polegadas.

Novamente uma diferença aparentemente pequena, mas que visualmente parecia mais importante.

A Hilux 2017 mais cara ainda vinha com maçanetas cromadas, enquanto os espelhos tinham esse mesmo acabamento nas duas configurações.

Além disso, a lateral da picape não tinha tantas firulas como algumas concorrentes, apostando num visual mais simples. As caixas de roda eram mais musculosas quando comparadas às gerações anteriores, mas nenhum vinco mais forte aparecia nessa parte da carroceria.

Essa mesma simplicidade também era vista na traseira da Hilux 2017, mas mostrando um conjunto harmônico e dentro da proposta esperada nesse segmento. Suas lanternas invadiam a lateral, especialmente na parte inferior, e o acabamento cromado aparecia na maçaneta da tampa e no para-choque.

No geral, a Hilux 2017 havia ficado maior que o modelo anterior, aumentando 7 cm no comprimento (5.330 mm) e 2 cm na largura (1.855 mm), mas mantendo seu entre-eixos em 3.085 mm.

E se aumentar nessas medidas era algo interessante, a Toyota pensava o contrário quando o assunto era sua altura. A marca a reduziu em 4,5 cm (1.815 mm) pensando numa melhor dirigibilidade e visando uma semelhança cada vez maior com modelos de passeio.

É claro que não podemos deixar de citar a capacidade de carga, afinal ainda estamos falando de uma picape. Todas as versões com cabine dupla da Hilux 2017 (que representavam a esmagadora maioria de sua gama) tinham 1.000 litros (diesel) ou 1.036 litros (flex) na caçamba.

A única exceção era a configuração STD, que tinha cabine simples e motor diesel, levando 1.580 litros.

Já a capacidade de carga ficava entre 1.000 e 1.025 kg nas versões a diesel, caindo para apenas 730 kg se a opção fosse pelo motor flex. A versão com cabine simples tinha um limite de 1.020 kg.

Interior refinado e confortável

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Internamente, a Hilux 2017 apostava muito mais no conforto e tecnologia do que na simplicidade comum aos veículos voltados para o trabalho. E o motivo por trás disso era óbvio, já que uma parcela cada vez maior de seus compradores nunca a colocaria numa estrada de terra.

Lembrando bastante o Corolla em vários aspectos, a picape tinha um painel com desenho acertado, comandos de fácil acesso para o motorista e vários porta-objetos espalhados pela cabine.

O volante também agradava bastante, tanto em seu desenho quanto na empunhadura, apesar de manter os botões do piloto automático numa haste separada. Além disso, o acabamento era bom, mesmo sem ter qualquer aspecto muito chamativo.

Para aumentar o conforto dos ocupantes, a Hilux 2017 poderia vir equipada com porta-luvas refrigerado, multimídia com tela de sete polegadas, bancos em couro com ajustes elétricos, chave presencial, partida por botão, sete airbags e rodas de 18 polegadas.

Seu nível de segurança também havia sido aprimorado, o que chegou a render para a picape da Toyota a nota máxima no teste do LatinNCAP.

Para isso, ela vinha de série com três airbags e ainda tinha controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, freios ABS com EBD e Isofix em algumas versões.

Reajustes nos preços não afetam as vendas

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A Toyota é conhecida no Brasil, dentre outros aspectos, por duas características: modelos mais caros que seus rivais e liderança nas vendas em seus respectivos segmentos. Ou seja, as alterações nos preços não afetam a preferência do público pela marca.

Isso também aconteceu com a Hilux 2017, que logo no primeiro mês do ano viu seus preços subirem como parte de um reajuste geral da montadora japonesa. Com exceção das versões a diesel, as mais caras, o restante da linha mudou seus valores.

A média nos reajustes foi de R$ 1.500, com novos valores variando entre R$ 113.280 (SR Flex 4×2) e R$ 189.970 (SRX diesel).

Em julho do mesmo ano, a Toyota divulgou outro aumento. Dessa vez, a Hilux 2017 sofreu uma alteração menor, de R$ 980 em média, e que afetou apenas as versões movidas a diesel. Com a nova tabela, os preços da picape chegavam a R$ 191.900.

Mesmo assim, como destacado anteriormente, as vendas da Hilux 2017 não foram afetadas. A picape terminou esse ano com um acumulado de 34.368 unidades e uma participação de 20,03% em seu segmento.

Ela perdeu apenas para a Fiat Toro 2017 que, como já dito, deveria ser considerada num segmento separado das demais. Em relação às suas reais concorrentes, a Hilux ficou acima de S10 (30.438 unidades vendidas), Ranger (17.830) e Amarok (11.964).

Os “airbags mortais” e o maior recall da história

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Um capítulo bem difícil para a Toyota em sua história, e que envolveu a Hilux 2017, foi o recall dos airbags da Takata. Quando falamos que esse é o maior recall da história, não estamos falando apenas dessa marca ou modelo, mas sim da história automotiva mundial.

O problema aparece no deflagrador, componente responsável pela abertura e expansão da bolsa de ar que protege os ocupantes em casos de acidentes.

Mas o que deveria proteger acabou sendo uma arma, pois essa peça tinha um defeito que poderia lançar pedaços de metal contra o ocupante.

Depois de muitos anos de investigação, já que o primeiro caso apareceu num modelo da Honda em 2004, descobriu-se que o gerador de gás usado pela Takata (nitrato de amônio) havia se deteriorado e se tornado excessivamente explosivo, especialmente em regiões mais úmidas ou com grandes alterações de temperatura.

Depois de ser relacionado com a Takata, uma das maiores fabricantes de airbags do mundo, muitas marcas (incluindo a Toyota) passaram a anunciar recalls de seus modelos.

Até o momento, esse problema já resultou em 70 acidentes, sendo três deles com vítimas fatais, apenas no Brasil.

Estimativas indicam que ainda existem 2,4 milhões de modelos potencialmente defeituosos rodando no país, com proprietários que simplesmente não atenderam ao recall da montadora.

Ao redor do mundo, são mais de 100 milhões de airbags afetados e 29 mortes registradas.

No caso da Hilux 2017, o modelo foi envolvido num enorme chamado da Toyota em abril de 2017. Esse recall envolveu 538 mil unidades dos modelos Corolla, Etios, Hilux e SW4, sendo 176.866 especificamente da picape e sua versão SUV.

Hilux 2017 – versões

  • Hilux Chassi 2.8 Diesel 4×4 MT
  • Hilux CS STD 2.8 Diesel 4×4 MT
  • Hilux SR 2.7 Flex 4×2 AT
  • Hilux SRV 2.7 Flex 4×2 AT
  • Hilux SRV 2.7 Flex 4×4 AT
  • Hilux STD 2.8 Diesel 4×4 MT
  • Hilux SR 2.8 Diesel 4×4 AT
  • Hilux SRV 2.8 Diesel 4×4 AT
  • Hilux SRX 2.8 Diesel 4×4 AT

Hilux 2017 – equipamentos

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Hilux Chassi 2.8 Diesel 4×4 MT – motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 42,8 kgfm de torque, com câmbio manual de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: ar-condicionado, aviso sonoro de chave na ignição e luzes acesas, airbags frontais e para o joelho do motorista, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, direção hidráulica progressiva, limpador do para-brisa com temporizador e nivelador dos faróis, medidor de economia de combustível, entre outros.

Hilux CS STD 2.8 Diesel 4×4 MT– motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 42,8 kgfm de torque, com câmbio manual de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + modos de condução eco e power e Isofix.

Hilux SR 2.7 Flex 4×2 AT – motor 2.7 flex de 159/163 cv e 25 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×2.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + câmera de ré, chave canivete, central multimídia com leitor de DVD, porta-luvas refrigerado, rodas de liga leve de 17 polegadas, vidros, travas e retrovisores elétricos, volante multifuncional, entre outros.

Hilux SRV 2.7 Flex 4×2 AT – motor 2.7 flex de 159/163 cv e 25 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×2.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + ar-condicionado automático digital com saída para os bancos traseiros, assistente de reboque, assistente de subida de rampas, bancos de couro, controles de tração e estabilidade com controle de tração e reboque, faróis de neblina, central multimídia com navegador GPS e TV digital, controle automático de velocidade (piloto automático), painel em TFT, tomada elétrica 220V, entre outros.

Hilux SRV 2.7 Flex 4×4 AT – motor 2.7 flex de 159/163 cv e 25 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + tração 4×4.

Hilux STD 2.8 Diesel 4×4 MT – motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 42,8 kgfm de torque, com câmbio manual de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: mesmos itens da versão STD cabine simples.

Hilux SR 2.8 Diesel 4×4 AT – motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 45,9 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: mesmo itens da versão SR flex.

Hilux SRV 2.8 Diesel 4×4 AT – motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 45,9 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: mesmos itens da versão SRV flex 4×4.

Hilux SRX 2.8 Diesel 4×4 AT – motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 45,9 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×4.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + airbags frontais, laterais, de cortina e para os joelhos (totalizando sete bolsas), assistente de descida, faróis com acendimento e nivelamento automático, faróis em LED, luzes de condução diurna, partida sem chave, rodas de 18 polegadas, entre outros.

Hilux 2017 – preços

Confira abaixo os preços de lançamento de cada versão (e também seu valor atual, de acordo com a tabela Fipe):

  • Hilux Chassi 2.8 Diesel 4×4 MT – R$ 114.860 (R$ 100.340)
  • Hilux CS STD 2.8 Diesel 4×4 MT – R$ 118.690 (R$ 103.750)
  • Hilux SR 2.7 Flex 4×2 AT – R$ 111.700 (R$ 118.480)
  • Hilux SRV 2.7 Flex 4×2 AT – R$ 120.800 (R$ 121.145)
  • Hilux SRV 2.7 Flex 4×4 AT – R$ 131.200 (R$ 129.505)
  • Hilux STD 2.8 Diesel 4×4 MT – R$ 130.960 (R$ 126.820)
  • Hilux SR 2.8 Diesel 4×4 AT – R$ 162.320 (R$ 156.530)
  • Hilux SRV 2.8 Diesel 4×4 AT – R$ 177.000 (R$ 166.230)
  • Hilux SRX 2.8 Diesel 4×4 AT – R$ 188.120 (R$ 177.200)

Hilux 2017 – motor

Hilux 2017: versões, novidades, motor, consumo, preço, detalhes

A grande novidade da Hilux 2017 em termos mecânicos era seu motor 2.7 flex, que foi adicionado à linha da picape depois do lançamento das versões movidas a diesel.

Esse propulsor 2.7 16V flex é longitudinal, com aspiração natural e injeção multiponto. Ele entrega 159 cv com gasolina e 163 cv com etanol, sempre a 5.000 rotações por minuto, além de ter 25 kgfm de torque a 4.000 rpm independentemente do combustível usado.

Uma ótima sacada da Toyota foi colocar esse motor com o câmbio automático de seis marchas, pois na época as rivais Chevrolet S10 e Ford Ranger ofereciam seus motores bicombustíveis apenas com a transmissão manual.

Com isso, a Hilux 2017 oferecia o mesmo conforto das versões a diesel, que tinham exatamente a mesma caixa de câmbio e também os modos ECO e Power, mas com um preço bem menor por usar o motor flex.

Além disso, as versões mais caras continuavam com o motor 2.8 turbodiesel, que é longitudinal, auxiliado pelo turbocompressor e ainda tem a injeção direta de combustível. Sua potência é de 177 cv a 3.400 rpm, enquanto seu torque varia entre 42,8 kgfm nas versões com câmbio manual e 45,9 kgfm nas opções com a transmissão automática, sempre a 1.600 rpm.

Hilux 2017 – desempenho

Confira abaixo como anda a Hilux 2017 em suas versões flex e diesel, em termos de aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima:

  • Hilux CS 2.8 Diesel – 13,8 segundos e 180 km/h
  • Hilux CD 2.7 Flex – 15 segundos e 165 km/h

Hilux 2017 – consumo

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Veja também o consumo de cada configuração da picape da Toyota, que se diferencia pelo conjunto mecânico e câmbio:

CONSUMO CIDADE

  • Hilux 2.8 Diesel MT – 9,3 km/l
  • Hilux 2.7 Flex – 4,8 km/l com etanol e 6,9 km/l com gasolina
  • Hilux 2.8 Diesel AT – 9 km/l

CONSUMO ESTRADA

  • Hilux 2.8 Diesel MT – 11,2 km/l
  • Hilux 2.7 Flex – 5,6 km/l com etanol e 8,1 km/l com gasolina
  • Hilux 2.8 Diesel AT – 10,5 km/l

Hilux 2017 – manutenção e revisão

Revisão

Custo

Custo

Custo

Quilometragem

Preços Diesel

Preços Flex 4×2

Preços Flex 4×4

10.000 km

R$ 827,01

R$ 482,57

R$ 489,07

20.000 km

R$ 1.284,00

R$ 909,00

R$ 972,00

30.000 km

R$ 1.458,00

R$ 801,00

R$ 807,00

40.000 km

R$ 2.115,00

R$ 1.818,00

R$ 2.082,00

50.000 km

R$ 1.110,00

R$ 780,00

R$ 807,00

60.000 km

(não informado)

(não informado)

(não informado)

Total

R$ 6.794,01

R$ 4.790,57

R$ 5.157,07

Hilux 2017 – ficha técnica

Motor

2.7 Flex

2.8 Diesel

Tipo

Dianteiro longitudinal, Etanol e Gasolina

Dianteiro longitudinal, Turbo e Diesel

Número de cilindros

4 em linha

4 em linha

Cilindrada em cm3

2694

2755

Válvulas

16

16

Taxa de compressão

12:1

15:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Direta

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 159 cv @ 5000 rpm / Etanol: 163 cv @ 5000 rpm

Diesel: 177 cv @ 3400 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) 

Gasolina/Etanol: 25,0 kgfm @ 4000 rpm

Diesel: 42,8 kgfm @ 1600 rpm (45,9 kgfm na versão AT)

Transmissão

Tipo

Automática 6 marchas

Manual 6 marchas / Automática 6 marchas

Tração

Tipo

4×2 / 4×4 com reduzida

4×4 com reduzida

Freios

Tipo

Disco ventilado / Tambor

Disco ventilado / Tambor

Direção

Tipo

Hidráulica

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Braços sobrepostos, barra estabilizadora

Braços sobrepostos, barra estabilizadora

Traseira

Eixo rígido

Eixo rígido

Rodas e Pneus

Rodas

Liga Leve aro 17 polegadas

Liga Leve aro 17/18 polegadas

Pneus

265/65 R17

265/65 R17 / 265/60 R18

Dimensões

Comprimento total (mm)

5260

5330

Largura sem retrovisores (mm)

1835

1855 / 1800 (cabine simples)

Altura (mm)

1860

1815 / 1795 (cabine simples)

Distância entre os eixos (mm)

3085

3085

Capacidades

Porta-malas (litros)

1036

1000 / 1580 (cabine simples)

Tanque (litros)

80

80

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

730

1000 / 1195 (cabine simples)

Peso em ordem de marcha (kg)

1730 a 1830

1980 a 2090

Ângulo de entrada/saída

30/23 graus

31/26 ou 30/25 graus

Hilux 2017 – fotos

Viny Furlani

Formado em Gestão de Negócios, trabalha no segmento automotivo há mais de 17 anos. Em 2009, passou a escrever avaliações e notícias sobre carros, totalizando mais de 2.000 artigos, em vários sites. Além das matérias escritas para o NA, também cuida das mídias sociais do site.