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Honda Fit 2018: detalhes, preço, versões, equipamentos

honda-fit-2018-NA-2 Honda Fit 2018: detalhes, preço, versões, equipamentos

O Honda Fit 2018 já está sendo vendido no Brasil e traz muitas novidades, apesar de ter sido um pouco deixado de lado depois da explosão dos SUVs, com o HR-V e também o WR-V dentro de sua própria casa. Nascido em 2001, no Japão, o monovolume rapidamente alcançou a liderança de vendas no mercado doméstico.



Feito sobre uma nova plataforma, que priorizava o espaço interno, o Honda Fit chegou ao Japão cheio de soluções. O projeto consistia em uma minivan de porte compacto e de perfil bem aerodinâmico, porém, sem ser exageradamente alta como os kei cars da época. Com 3,84 m de comprimento e 2,45 m de entre eixos, o modelo exibia um tanque de combustível centralizado na plataforma, sob os bancos dianteiros.

A posição inusual facilitava a introdução de uma nova tecnologia, bem como equilibrada o peso do veículo quando carregado. Essa tecnologia é a ULT, um sistema de permite ao banco bipartido traseiro ter seu assento elevado para a colocação de objetos bem altos. Sem o tanque embaixo, o objeto pode ir em pé.

Da mesma forma, o encosto pode ser rebatido sobre o assento, mas este desce em direção ao assoalho para criar uma base plana para bagagens e carga. Em modelos recentes, o encosto do banco do passageiro dobra para criar uma cama ou ampliar o espaço para objetos longos, tais como uma prancha de surf, por exemplo. Os bancos dianteiros podem ser movidos por quem vai atrás através de pequenas alavancas na parte superior dos encostos.

Outra inovação foi a construção do motor 1.3 8V – aqui batizado de 1.4 – que tinha 8 velas de ignição iguais (2 por cilindro) para otimizar a queima, bloco estreito para caber no pequeno cofre e direção elétrica direta, sem auxílio hidráulico. O Honda Fit também tem sistema de refrigeração selado, que dispensa a reposição de água por usar um fluído refrigerante que, na primeira geração no Brasil, podia ser trocado com 140.000 km!

No Honda Fit, o câmbio CVT sempre foi estrela, reduzindo o consumo em relação à versão manual e garantindo conforto ao condutor. No modelo japonês da Honda, de 2001, o modelo tinha versão 1.5 com CVT equipado com programação para sete velocidades, que eram trocadas no volante de forma manual. E mais, na versão AWD, a tração traseira era sustentada por uma suspensão tipo De Dion, com um eixo estabilizador sob o diferencial fixado no chassi.

Aqui no Brasil ele chegou em 2003, inicialmente apenas com gasolina e nas versões 1.4 (1.3 i-DSI) e 1.5 V-TEC, esta última com 100 cv, enquanto a primeira entregava 80 cv. Em 2007, o Honda Fit ganhou sua segunda geração no Japão, que logo chegou por aqui. O design era mais sofisticado e aerodinâmico, bem como volume interior ampliado, assim como seu porta-malas. Essa geração ganhou pela primeira vez uma opção híbrida em sua terra natal, assim como uma versão perua, chamada Fit Shuttle.

Apesar de mais moderna, a segunda geração do Honda Fit pecou fora do Japão por não ter o câmbio CVT, que ficou reservado apenas ao mercado doméstico. Por isso, ele ganhou câmbio automático de cinco marchas, pouco eficiente em consumo. Além disso, o motor 1.3 i-DSI saiu de cena e apenas o 1.3 (1.4) i-VTEC permaneceu, junto com o 1.2 i-VTEC e o 1.5 i-VTEC. Aqui, esse modelo começou a ser criticado pelos donos por ser gastão demais, assim como a versão flex da geração anterior. Também por aqui, ganhou uma versão aventureira, chamada Twist.

Sem deixar saudades para muitos, a segunda saiu de cena e entrou a terceira em 2013 no Japão. Com medidas semelhantes, embora com 3,95 m ante os 3,98 m da anterior, mas com 2,53 m de entre eixos no lugar de 2,50 m, o Honda Fit se redimiu e adotou por completo o câmbio CVT com sete opções de marchas virtuais, assim como na primeira geração.

O resgate da eficiência energética foi bem-vinda. Aqui, apenas o 1.5 i-VTEC permaneceu, mas lá fora ganhou até injeção direta nos motores 1.3 e 1.5, bem como um diesel 1.5 i-DTEC. Também ampliaram-se as linhas de montagem pelo mundo e até mesmo se viu a exportação chinesa para o Canadá, algo inusitado. Recentemente, passou a ser feito também no México. No Japão, tanto as versões comuns quanto a Hybrid utilizam motores i-VTEC Earth Dream com ciclo Atkinson para melhor eficiência.

Veja aqui os detalhes do Honda Fit 2018.

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Honda Fit 2018 – detalhes

O Honda Fit 2018 é um monovolume compacto com perfil bem aerodinâmico, que possui capô curto, para-brisa longo e inclinado, bem como teto alto e grande área envidraçada. Como principal característica, a plataforma do modelo tem tanque central, posicionado sob os bancos dianteiras, além de oferecer estrutura bem leve e segura.

Na frente, os faróis de monoparabola agora são de LED com LEDs diurnos incorporados na versão EXL e estão harmonicamente integrados à grade, que tem friso cromado. O para-choque tem formato mais aerodinâmico. As colunas A apresentam vigias integradas, criando assim um recorte no formato das janelas das portas dianteiras. A linha de cintura alta vai se elevando em direção à traseira, onde vigias laterais também estão integradas às colunas do Honda Fit 2018.

A traseira é bem truncada e conta com lanternas de LED envolventes junto à vigia, enquanto o para-choque é bem rente ao corpo da carroceria, sendo praticamente uma continuação deste. Por dentro, o Honda Fit 2018 apresenta um porta-copo embutido no painel, assim como porta-luvas espaçoso e muitos outros espaços disponíveis no ambiente. O cluster tem instrumentação analógica com mostradores bem claros, enquanto o computador de bordo (tem informações de temperatura externa nas EX e EXL) se apresenta com econômetro e nível de combustível.

Ao centro, o Honda Fit 2018 pode ter sistema de áudio com Bluetooth e USB, além de display simples ou tela multifuncional. Apenas nas EX e EX-L apresenta sistema de entretenimento com integração de smartphone Android Auto e Car Play, entrada HDMI e hotspot WiFi, bem como navegador GPS com mapas em 3D. O volante tem comandos de áudio e telefonia, bem como piloto automático. O computador de bordo é acionado por haste no próprio cluster. A posição de dirigir é elevada e muito cômoda, assim como a disposição da alavanca de câmbio. Os retrovisores são basculáveis eletricamente apenas na EXL e os vidros são one touch também no EX.

Com boa altura interna, o Honda Fit 2018 apresenta também o sistema ULTRa (exceto DX) que permite elevar o assento traseiro ou rebater o encosto de forma a acomodar diversos tipos de objetivos grandes. Com o rebatimento do encosto do passageiro, ele permite levar até uma prancha grande. Isso só foi possível porque não há tanque sob o banco traseiro, sendo o mesmo colocado sob a parte central, abaixo dos assentos dianteiros. O porta-malas também é generoso: 363 litros.

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Honda Fit 2018 – novidades

O Honda Fit 2018 teve pequenas atualizações em 2017, apenas as versões EX e EXL ganhou sistema multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, Android Auto (com Waze) e Car Play, além de navegador integrado. O monovolume adotou também vidros one touch, retrovisores com basculamento elétrico, ar-condicionado digital, câmera de ré com três vistas, novas rodas de liga leve aro 15 (LX) e 16 (EX e EXL), faróis de LED com LEDs diurnos, LEDs diurnos no para-choque (EX), para-choques revisados com o traseiro mais longo, VSA (controles de tração e estabilidade), assistente de partida em rampa, luzes de frenagem de emergência, paddle shifts nas versões EX e EXL, direção elétrica atualizada, limpadores flat blade, airbags laterais na EX, lanternas em LED e nova cor Azul Boreal. O modelo também ganha versão Personal focada na personalização e também em clientes PCD, tendo câmbio CVT, enquanto a DX passa a ser somente manual.

Honda Fit 2018 – versões

As versões do Honda Fit são DX, Personal, LX, EX e EXL. Todas elas usam o mesmo motor 1.5 i-VTEC de até 116 cavalos e 15,3 kgfm de torque. O que muda entre as versões são os acabamentos externo e interno, bem como os equipamentos de série que cada uma tem.

Honda Fit DX MT
Honda Fit Personal CVT
Honda Fit LX CVT
Honda Fit EX CVT
Honda Fit EXL CVT

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Honda Fit 2018 – equipamentos

Honda Fit DX MT – Motor 1.5 i-VTEC FlexOne e transmissão manual de cinco marchas. De série com trio elétrico, freios ABS com EDB, airbag duplo, para-choques e retrovisores na cor do carro, para-brisa degradê, maçanetas externas na cor do veículo, abertura interna do bocal de abastecimento, vidros verdes com filtro UV, ar-condicionado, direção elétrica, cintos de segurança de 3 pontos para todos, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, lanternas em LED, limpadores flat blade, VSA (controles de tração e estabilidade), assistente de partida em rampa, luzes de frenagem de emergência, pára-sóis com espelho para motorista e passageiro, console central com porta-copos, sistema de áudio com Bluetooth e USB, 2 alto-falantes, apoio para o pé, aviso sonoro no cinto de segurança para motorista, ajuste de altura do banco do motorista, chave tipo canivete com controle de abertura/fechamento das portas, rodas de aço aro 15 polegadas, entre outros.

Honda Fit Personal CVT – Itens do DX MT, mais controle de cruzeiro, retrovisores com luz indicadora de direção, computador de bordo. Opcionais: rodas de liga leve aro 15 polegadas, sistema de áudio com Bluetooth e câmera de marcha a ré com multivisão.

Honda Fit LX CVT – Itens do Personal CVT, mais detalhes internos na cor prata, dois alto-falantes traseiros, iluminação interna dianteira individual e central, iluminação interna do porta-malas, porta-objetos nas portas dianteiras, volante com ajustes do sistema de som, alarme e transmissão CVT com modo Sport, rodas de liga leve aro 15 polegadas, faróis de neblina, além de indicador de marcha no painel e sistema basculamento traseiro ULTRa Seat. 

Honda Fit EX CVT – Itens do LX CVT, mais retrovisores com luz indicadora de direção, grade frontal com acabamento black piano, faróis de neblina, câmera de marcha a ré, sistema de áudio com visor LCD de 5 polegadas, Bluetooth com comandos no volante, computador de bordo multifunções, piloto automático, volante com acabamento em couro, acabamento interno em black piano, vidros one touch dianteiros, apoio de braço ajustável em couro, ar-condicionado digital, airbags laterais, paddle shifts, LEDs diurnos no para-choque, rodas de liga leve aro 16 polegadas e porta-revistas atrás do banco dianteiro do passageiro.

Honda Fit EXL CVT – Itens do EX CVT, mais, além de revestimento dos bancos em couro, tweeters, retrovisores com basculamento elétrico, faróis de LED com LEDs diurnos, multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, Android Auto (com Waze) e Car Play, além de navegador integrado.

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Honda Fit 2018 – preços

  • Honda Fit MT DX – R$ 58.700
  • Honda Fit CVT Personal – R$ 68.700
  • Honda Fit CVT LX – R$ 70.100
  • Honda Fit CVT EX – R$ 75.600
  • Honda Fit CVT EXL – R$ 80.900

Honda Fit 2018 – motor

O motor 1.5 i-VTEC pertence à geração mais atual de motores da Honda, embora haja versões mais modernas no exterior, onde ganhou injeção direta de combustível com potência de 130 cv. Com quatro cilindros em linha, ele possui comando único no cabeçote, mas com a tecnologia VTEC, que permite abertura e fechamento das válvulas de acordo com o desempenho do propulsor.

Assim, o VTEC geralmente trabalha com oito válvulas em baixas rotações para obter mais torque nessas condições, enquanto as outras oito entram em rotações mais altas, quando o veículo precisa de melhor performance. Além disso, o 1.5 i-VTEC do Honda Fit 2018 trabalha com a tecnologia FlexOne, que consiste em pré-aquecimento do combustível em partidas a frio, retirando assim o tanque de gasolina do cofre do motor, que até pouco tem era usado e ainda exigia um bocal separado para abastecimento.

No Honda Fit 2018, o 1.5 i-VTEC entrega 115 cv a 6.000 rpm com gasolina e 15,2 kgfm a 4.800 rpm no mesmo combustível. Com etanol, o propulsor oferece 116 cv a 6.000 rpm e 15,3 kgfm a 4.800 rpm. Ele trabalha com um câmbio manual de cinco marchas, mas o mais encontrado é o CVT com sete posições de marcha apenas nas versões EX e EXL, que possuem paddle shifts.

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Honda Fit 2018 – desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final 

  • Honda Fit MT 2018 – 11,0 segundos e 175 km/h
  • Honda Fit CVT 2018 – 12,0 segundos e 172 km/h

O Honda Fit 2018 tem um bom desempenho com câmbio manual de cinco marchas, sendo um segundo mais rápido que o equivalente CVT, mas nem chega perto em termos de eficiência energética, fazendo 8,3 km/litro com etanol e 8,7 km/litro com gasolina na cidade e 9,5 km/litro com etanol e 9,9 km/litro com gasolina na estrada. Os engates são suaves e precisos, enquanto saídas e retomadas atendem bem à proposta.

No caso do CVT, que é a principal estrela do Honda Fit 2018, o monovolume apresenta uma condução mais confortável, graças à linearidade de funcionamento do câmbio, que utiliza polias e correias de aço para criar múltiplas relações de marcha, mantendo sempre uma rotação baixa para maior eficiência, podendo chegar a 80 km/h mantendo-se 1.500 rpm, por exemplo. Na estrada, a 110 km/h, mantém 2.000 rpm, o que é bom para conter ruído de motor e maior economia.

Na cidade, o comportamento do Honda Fit 2018 é muito bom, transmitindo suavidade ao rodar e baixo ruído, bem como ata frugalidade no consumo. Com pressão maior no acelerador, ele responde prontamente. Na estrada, ele garante viagem bem confortável, mas falta apoio de braço para o motorista. A estabilidade é muito boa, embora não haja controles de tração ou estabilidade. A direção ficou bem eficiente, sendo agora integrada ao VSA (TCS e ESP) como no Civic.

Honda Fit 2018 – consumo

Cidade 

  • Honda Fit MT 2018 – 8,3 km/litro com etanol e 8,7 km/litro com gasolina
  • Honda Fit CVT 2018 – 11,6 km/litro com etanol e 12,3 km/litro com gasolina

Estrada

  • Honda Fit MT 2018 – 9,5 km/litro com etanol e 9,9 km/litro com gasolina
  • Honda Fit CVT 2018 – 13,6 km/litro com etanol e 14,1 km/litro com gasolina

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Honda Fit 2018 – manutenção e revisão

A Honda não possui uma tabela de preços de revisão divulgados, o que é bem prejudicial para a imagem da marca ante os consumidores, afinal, todos os consumidores hoje em dia se preocupam também com o custo de manutenção, mas que caibam em seus orçamentos, especialmente os donos do Honda Fit 2018.

O serviço da Honda consiste em manutenção a cada 10.000 km, que devem ser cumpridos rigorosamente nesses intervalos por parte dos proprietários do monovolume, assim como nos demais modelos da marca. Várias peças e fluídos previstos nos serviços são especificados no manual do proprietário, embora alguns concessionários antecipam alguns serviços, sendo que os itens trocados podem ser substituídos conforme o manual.. Observe para ver se o item que necessita de troca em determinado período será trocado antes.

A Honda especifica revisões que incluem óleo lubrificante, ruela do dreno do cárter, fluído de freio, filtro de combustível, filtro de ar, velas, correias em “V” e ocasionalmente fluído de refrigeração, lembrando que os carros da Honda não possuem sistema de lubrificação aberta, que requer complementação de água após o nível abaixar.

O fluído da caixa de transmissão CVT também precisa ser completado em determinados períodos, geralmente de 40.000 km, mas nunca totalmente substituído. Além disso, é necessária a calibração, que pode ser feita até pelo proprietário, seguindo alguns passos. O recall é outra preocupação do dono de Fit 2018, pois o chassi entra na lista e o revendedor terá que executa-lo durante a revisão. As concessionárias Honda possuem um registro detalhado dos serviços e dos veículos, cujos donos podem consultar serviços realizados anteriormente. Assim, dá para saber o histórico de um carro usado, por exemplo.

Geralmente os serviços de troca de óleo e filtro de óleo são mais baratos na rede do que nas oficinas terceirizadas, tendo ainda garantia e na especificação correta, mas preste atenção no serviço e evite gastos desnecessários, pois as revendas tendem à empurrar mais custos aos clientes. O óleo lubrificante usado no Honda Fit 2018 é o sintético 0W20, que substituiu o antigo mineral 10W30.

Honda Fit 2018 – ficha técnica

Motor

1.5 i-VTEC

Tipo

Dianteiro transversal, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1497

Válvulas

16

Taxa de compressão

11,4:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 115 cv @ 6000 rpm / Etanol: 116 cv @ 6000 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) 

Gasolina: 15,2 kgfm @ 4800 rpm / Etanol: 15,3 kgfm @ 4800 rpm

Transmissão

Tipo

Manual 5 marchas / CVT 7 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado / Tambor

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Aço ou Liga Leve aro 15 polegadas / Liga Leve aro 16 polegadas

Pneus

185/60 R15 / 185/55 R16

Dimensões

Comprimento total (mm)

4096

Largura sem retrovisores (mm)

1695

Altura (mm)

1535

Distância entre os eixos (mm)

2530

Capacidades

Porta-malas (litros)

363

Tanque (litros)

45

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

468 (MT), 419 (CVT)

Peso em ordem de marcha (kg)

1073 (MT), 1104 (CVT)

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

ND

Honda Fit 2018 – fotos

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5.0

  • Mardem

    Nossa! Pobres americanos… nem vão receber o WRV!

  • Cleidson

    Vamos comemorar se o Fit brasileiro receber freio a disco nas quatro rodas.

    • Dezen Seide

      Eu não vou comemorar
      Jamais compraria essa jabiraca cara e capada
      Honda e Toyota pra mim são duas marcas desprezíveis pelos preços que praticam, visto os carros pelados e sem itens básicos de segurança..
      A Honda acha que a vida de um Brasileiro vale menos que a de um norte americano

      • Leonardo C.

        Concordo com você, não digo nunca, mas evitarei ao máximo ter Honda e Toyota aqui no Brasil pelos mesmos motivos citados.

      • Raul Pereira

        peguei raiva da Honda exatamente por isso, entre outros motivos

    • Alexandre Maciel

      Pior que um dia já teve: na geração anterior. Aí, com o facelift, a Honda removeu.

  • Fabio Marquez

    O carro mais barato que conta com tais itens de segurança… Já sabem o lombo que está pagando essa conta que para a Honda USA não fecha? De quem paga quase 100k em um WR-V 1.5 e aquele desenho horrendo bem ao gosto indiano…

    • Raul Pereira

      Acho que pra lá a conta fecha sim, dá pros caras manterem pelas condições da indústria e comércio, além de incentivos lá.

      • Fabio Marquez

        Tem a questão do ganhar pouco por unidade vendida, mas produzir e vender muito para conseguir bons lucros, mas tem a questão da forte concorrência que existe não só por lá, como em outros grandes mercados, que faz com que a marca diminua ainda mais o lucro… E da-lhe preços prósperos em porcarias de carros nos países subdesenvolvidos.

        • Raul Pereira

          Essa é uma conta que precisa ser feita, então. Mas se fosse o caso, cabe uma denúncia na OMC, não? Você não pode favorecer um mercado com custos absurdos em outros, isso trava o desenvolvimento de países com mercados ruins como o nosso e deixa os ricos ainda mais ricos e com mais poder de compra (EUA)

  • Antonio

    Karamba! Como que erram o título? “dois erros grotescos”, errando duplamente na MARCA e no MODELO, veículos de outra matéria, sem se dar canta de corrigir o que esta postando ao leitor, não de costume ver isso aqui!
    Destaque para as novas cores, caíram bem com o novo modelo Fit

  • Samuel Almeida

    Novo? Kkk

  • FocusMan

    Isso vende como água na Califórnia. Não entendo como gostam desse carrinho sem sal.

    • Leandro

      O Fit é um carro único na sua categoria, possui a praticidade que os rivais, como Fiesta, Yaris, Accent, só para citar alguns rivais nos EUA, por exemplo, não possuem. Essa e a receita do sucesso.

      • FocusMan

        Isso é verdade. Não existe carro mais prático. Mas ele é uma minivan, não um Hatch e ai ele mata meu desejo de ter um de novo.

    • cepereira2006

      Dirija um e descubra. É um baita carro. O defeito é o preço, mas isso não desmerece o carro. Tem uma legião de fãs.

      • FocusMan

        Eu já tive um.

  • Leo

    Poderiam ter colocado a maravilhosa traseira da versão WRV nele…ontem vi dois na rua e já achei demais para um único dia. Que desastre!

  • DougSampaNA

    Já tive da 1a e 2a geração, ambos 1.4 , o 1o era cvt, excelente e economico carro,mais confortável do que a péssima e terrivel 2a geração AT5, duro, gritão, pulador; em se tratando de uso, A PIOR BOSTA QUE JÁ COMPREI. Então resolvi experimentar a Nissan que por preço menor entrega muito mais com mais maciez e conforto do que outro carro que já tive. Fui de dois extremos, o pior (fit) ao melhor na minha opnião e uso, o kicks. Se eu ganhasse outro Fit, eu venderia e compraria outro kicks; podem dizer o que quiserem do motor do que deveria ser e não foi; mas ele satisfaz qualquer pessoa que não deseje fazer de 0 a 100 em 10 segs. E com bastante economia. Honda nunca mais.

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