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Hyundai e Kia Motors entram em conflito por operação mexicana

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A relação entre Hyundai e Kia sempre pareceu bem pacífica em nível global, especialmente nos EUA, onde as duas marcas construíram plantas em separado e depois compartilharam as linhas de montagem para obter um crescimento mais consistente no país. No entanto, o mesmo não se pode observar no México.



De acordo com o site Al Volante, as duas operações do grupo Hyundai-Kia no país latino simplesmente entraram em conflito, obrigando a matriz sul-coreana a enviar um “mediador” para que a situação fosse tranquilizada entre as partes. O problema local estaria ligado à filosofia de trabalho das duas partes e características das operações locais.

Antes de chegar ao México, a Hyundai comercializava alguns de seus carros através de um acordo com a Chrysler, que os revendia localmente com a marca Dodge. Mas, este acordo se encerrou há pouco tempo atrás e a sul-coreana passou a adotar sua própria marca.

Sem fábrica no país, a Hyundai vende uma gama interessante de produtos, todos importados, incluindo os indianos Grand i10 e Grand i10 Sedan, além dos coreanos Ioniq, Sonata, Santa Fé, Santa Fé Sport, Accent, Elantra, Tucson e Creta, este último também importado da Índia. Como dito no início do parágrafo, a falta de uma planta local e os benefícios de um custo menor, fazem com que a marca tem uma participação pequena no cenário mexicano, com 2,9% de market share.

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Do outro lado, a Kia Motors México fez exatamente o contrário. Ao invés de focar apenas na importação, a marca coreana decidiu pela construção de uma moderna planta de produção em Pesquería, estado de Nuevo Léon, próximo da fronteira com os EUA. A unidade recebeu investimento de US$ 1,5 bilhão e deverá exportar carros não só para os EUA, mas também para o mercado local e América Latina, notadamente o Brasil.

A planta da Kia passou a fazer o compacto Rio e o médio Forte (Cerato), ambos em versões hatch e sedã, além do crossover Sportage. Com essa gama feita localmente e mais os importados Stinger, Soul, Niro, Optima e Sorento, a marca conseguiu melhor posicionamento no mercado mexicano, passando a ter 5,7% de market share, 0,1% abaixo da Honda, por exemplo. Para termos uma ideia, ela supera até a Ford, que tem 5,5%.

Esse posicionamento melhor da Kia se deu também com a presença de carros com melhor imagem junto ao consumidor local, bem como ampliação da rede de revendedores, que é maior que o da Hyundai. Como não tem tarifas de importação por causa da produção local, a Kia se dá muito melhor que a irmã no cenário local. Mas isso estaria incomodando o comando da Hyundai-Kia na Coreia do Sul.

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A empresa havia estipulado que cada marca seria independente no México, mas devido ao contraste, Seul determinou a produção do Accent em Pesquería. A partir daí, o conflito entre as filias começou. A Kia México não quis atender a determinação e a Hyundai México insistia no plano da matriz.

Como o impasse se seguiu, a Hyundai-Kia teve que enviar um mediador para que duas partes entrassem num acordo. Nessa situação, houve uma dança de cadeiras com a saídas dos principais executivos – incluindo os presidentes locais – entre os dias 23 e 31 de outubro. Por ora, parece que a situação entrou nos eixos, pois o novo Centro de Distribuição de Peças da Kia México ostenta o nome Hyundai.

E para o Brasil, o que muda? A produção do Accent em Pesquería até poderia beneficiar a gama da Hyundai no Brasil, com um hatch compacto acima do HB20 e um sedã com a mesma proposta, ambos focados em competir com Polo e Virtus, por exemplo. Já no caso da Kia Motors, a operação mexicana beneficiará a operação da empresa no Brasil, impedida de fabricar localmente. Assim, logo teremos o Rio importado do México, assim como Sportage e o Cerato, sem impostos de importação ou IPI adicional.

Aqui, representadas pelos grupos Gandini (Kia) e – parcialmente – CAOA (Hyundai), a relação das duas marcas também não foi das melhores há alguns anos, mas devido as rusgas entre os dois representantes locais, gerando até denúncias contra propagandas no CONAR.

[Fonte: Al Volante]

 

 

  • AugustoSeide

    A política comercial brasileira é realmente uma grande bost@, é mais vantajoso pros coreanos produzirem na Índia, ter todo um trabalho logístico pra importar esses carros de lá, do que produzir esses veículos aqui e enviá-los pro México.
    E outro detalhe, olha o tamanho da gama de veículos que os mexicanos tem para escolher, isso só de hyundai e kia já são 19 modelos pra eles.

    • No_Name

      Até a Argentina prefere importar da Índia, México e Europa a importar do Brasil. É um absurdo uma coisa dessas.

      • Cosi fan Tutti

        Resultado dessa politica local de protecionismo e carros feitos “ao gosto brasileiro”, sem pensar em normas ou diretrizes do mercado global.

        • Raimundo A.

          Esse tal gosto brasileiro parece que para algumas marcas está sendo ignorado ou estão vendo mercados com necessidades parecidas para de alguma forma agradar a vários. Digo isso porque certos produtos estão nessa onda dos BRICS tendo medidas para o gosto ou legislação indiana e demais elementos, sim, podem está mais ou menos associados as nossas preferências.

          Não mais o Brasil, mas aos BRICs os produtos estão sendo desenvolvidos e assim perdemos projetos de primeiro mundo para termos específicos para esse grupo.

          Antes, nós tínhamos grande peso no desenvolvimento de um produto, mas graças à queda nas vendas, projetos mais globais para reduzir custos, gostos que priorizam demais certas coisas e outras mais importantes, segurança, ficam em segundo plano, estamos nos tornando parte de um bolo.

          Quando ganhamos um produto realmente de primeira linha vide o Polo, devido a outros entraves, o veículo para ter preço atrativo é simplificado em certas coisas.

          • No_Name

            Faz sentido. As fabricantes continuam querendo produtos globais, no entanto em alguns países os produtos globais não parecem atender as expectativas dos consumidores por custarem além do que podem pagar e então eles parecem ter desenvolvido uma nova estratégia, que continua ser de desenvolver carros globais, porém dividos em uma linha para os desenvolvidos e outra de alcance apenas dos BRICS. A GM será a próxima a fazer isso com os produtos da futura plataforma GEM da SAIC que gerará uma ampla linha para ser vendida nos subdesenvolvidos.

          • Cosi fan Tutti

            Sim agora BRICs virou um grupo de países de interesse para as empresas, para fazer plataformas comuns a esses países, de baixo custo. Não sei se isso é ruim ou bom.

      • Ducar Carros

        Não é bem assim. A Argentina importa de outros países porque existe um limite para as importações do Brasil sem imposto.

        Para importar do Brasil com mesmo imposto dos outros, melhor importar dos outros (que produzem mais barato), embora trazer do Brasil tenha a vantagem do frete.

      • Gambixx

        Hoje vindo para o trabalho vi um Alfa Romeo argentino, um Mitos. Enquanto isso no hueBR nada de Alfa…

  • Filipo

    Accent sedan por aqui? hmm.. tomara! Seria bom para a Hyundai Brasil. Por outro lado, não sei os impedimentos do contrato da Hyundai com a CAOA em relação a importados. Provavelmente a importação de veículos Hyundai seja exclusiva da CAOA, visto que a HMB não importa nenhum.
    Quanto a Kia, seguimos a espera de seus novos modelos, e por um preço mais camarada. Vamos ver o que o Gandini fará!

    • Tosca16

      Importados Hyundai são da CAOA mesmo, e alguns ela ‘monta” aqui como o New Tucson, e montava até um dia destes o old old old … muito old Tucson de primeiríssima geração. Fora a linha de comerciais, onde ela monta o HR… Mas esse casamento está rompido a muito tempo, por questões contratuais a HMB não toma conta de tudo logo, mas em breve, até o fim do contrato atual creio que a Hyundai se separará da CAOA, por isso que a CAOA não bestinha já que pegar outra marca em ascensão global, fazer dela uma nova “Hyundai” no Brasil, com a mesma receita que fizeram nos anos 90-2000.

      • Filipo

        Você diz que o “casamento” entre CAOA e Hyundai está rompido? Por quê? Não vejo nada disso. Eu acho que há ainda respeito mútuo. Não sou a favor da CAOA, muito pelo contrário, ela já fez muita “bobagem”, mas não nos esqueçamos que foi ela a responsável por trazer a marca ao Brasil e por torná-la um sucesso. E a Hyundai sabe disso. Por isso, apesar de querer retomar as operações por completo no Brasil, a respeita.
        Por contrato, a CAOA tem direito de exploração e comercialização da marca até 2028. Um pouco mais de 10 anos ainda! Mas penso que a Hyundai apesar de respeitar a CAOA, não continuará assim por muito tempo. Chuto que em menos de 5 anos, a Hyundai romperá e consequentemente terá que pagar uma bolada a CAOA. Por que não agora? Pois além das coisas estarem ainda bem tranquilas (HMB vendendo muito bem, sem fazer esforço), a multa por rescisão seria ainda maior.
        Portanto, eu acredito que por volta de 2024 a HMB assuma o controle total de suas operações no país.

        https://www.istoedinheiro.com.br/o-plano-de-caoa-para-hyundai/

        • Tosca16

          Nos fóruns, internamente com os concessionários e em alguns eventos já tiveram indícios que isso irá acontecer, é questão de tempo… aliás, a HMB não deveria nem ter surgido se a parceria com a CAOA tivesse boa para ambas as partes, fora isso o maior empecilho a HMB é justamente a produção, capacidade produtiva aquém das pretensões da montadora e com o agravante da linha importada ser da CAOA. O fundador do grupo CAOA tem o desejo de pegar alguma montadora chinesa, não é de hoje que a imprensa já veicula isso, e agora é quase dado como certo que pegarão a Chery Brasil com direito a linha de produção e tudo mais, 50% das operações. E como tem sido veiculado o foco seria SUV’s de qualquer que seja a marca chinesa que o grupo CAOA assumir daqui pra frente, batendo de frente com a própria linha deles da Hyundai. Veremos cenas dos próximos capítulos ainda esse ano, se tudo ir como planejado CAOA assumirá a Chery e já estarão plantando a semente para fazer desta a nova “Hyundai” no futuro.

          • Bruce Wayne

            Agora é só torcer para ela deixar a Subaru também ou melhor, que alguém com verdadeira intenção assuma a Subaru por aqui.

            • Tosca16

              Subaru se ela deixa bem capaz de sair do mercado, nunca vi sequer interesses de algum grupo com a marca, muito menos da própria marca assumir aqui.

              • Bruce Wayne

                Verdade, é mais fácil sair do mercado mesmo. Uma pena.

          • Filipo

            Não sei se o fato da HM ter decidido se estabelecer no país foi devido a algum atrito com a CAOA. Pode ter sido para gerar mais lucros e já ir preparando terreno e consolidando suas operações no país para quando chegar a hora de as assumir completamente, fazer tudo sem qualquer dificuldade.
            E quanto a Chery ser a Hyundai do futuro, na minha opinião, no resto do mundo, pode até ser, mas no Brasil, EUA e europa, não.

            • Tosca16

              Cara, não duvide de nada, produtos eles tem; falta só o capricho no marketing e pós venda. Hoje os modelos da Chery tão num patamar superior dos que a CAOA trouxe no passado quando pegou a Hyundai. É questão de tempo para alguma chinesa despontar no mercado nacional, com um grupo já experiente esse intervalo diminuirá consideravelmente.

          • Ricardo Rangel Lirio

            Até imagino… “Chery, a marca dos melhores SUVs Chineses DO MUUUUNDO”!

            • Tosca16

              Acho melhor fazer assim; “No passado Japoneses e Coreanos não tinham a tradição de hoje, CAOA marca responsável por trazer a Hyundai no Brasil e fazer dela o sucesso que é hoje traz ao mercado mais uma parceira, a Chery, líder em exportações na China pelos últimos 14 anos seguidos. Marca líder em inovação, com designers ex-Porsche, GM e BMW e parceira da Land Rover na China em sua nova geração de produtos, a família Tiggo de SUV’s e Arrizo de sedãs, aliando preço e qualidade com a confiabilidade CAOA de sempre.”

        • No repactuamento realizado para viabilizar a produção do Creta pela HMB e do All New Tucson pela CAOA, o contrato dar-se por plenamente encerrado sem custos em 2024 ou em 2022 mediante pagamento de quatro anos de lucro líquido com base na média dos quatro anos anteriores. E a partir de 2020, a HMB pode optar pela aquisição da fábrica da CAOA em Anápolis.

      • Edson Fernandes

        O acordo é valido para importação de carros em teoria acima de 1.6. E é esse o problema que ocorre, porque fica dificil manter as operações separadas.

  • Zé Mundico

    É o velho problema de ter 2 marcas do mesmo grupo no mesmo mercado. Chega uma hora que vão bater cabeça e começar a concorrer entre si, gerando atritos e prejuízo.
    É o caso da PSA com Peugeot e Citroen dividindo caroço e da Renault-Nissan, onde uma empata a vida da outra.
    E num mercado competitivo como os EUA, arrisca até sair briga de foice.

    • AugustoSeide

      O grupo PSA já resolveu essa treta, deixando a DS como marca premium, a Peugeot como intermediária e a Citroen como a marca popular do grupo. E isso já perceptível nos novos lançamentos lá na Europa e nos carros vendidos aqui no Brasil, onde os Peugeot são mais caros e equipados em versões equivalentes que os Citroen.

  • Marcio Almeida

    precisam de um Carlos Goshn….

  • Benino Brites

    Se a Kia foi obrigada a ceder espaço para a Hyundai lá, porque aqui não o corre o contrário? Claro que tem os impedimentos que sabe-se lá por que o Gandini não consegue imitar o Caoa ou a matriz própria se instalar. Porém, já que as linhas Rio e Cerato virão do Mexico, não dá para dar um olé e a HMB fazer uns Kias exclusivos tipo o HB20, ou o Soul, KX3, Stonic ou até o Picanto?

    • carroair30

      A HYUNDAI poderia comprar logo a FIAT e aproveitar o parque fabril

  • CanalhaRS

    Deu treta…

  • Luis Burro

    Nossa,tdo bem q a kia é dá hyundai,mas achei total absolutismo da dona.A hyundai tbm deveria perceber q o grupo pode perder market share por concorrencia interna.Aí não adianta nada nos lucros.

  • NaoFaloComBandeirantes

    Olhando de fora, fico com a sensação que alguns poucos grupos realmente funcionam como grupos.
    Tenho a sensação que existe “razoável” harmonia entre VW-Audi-Seat-Skoda (Porsche e Lamborguini já são produtos muito distintos).
    Tenho a mesma impressão da “razoável” harmonia sobre a FCA pela boa integração entre Jeep e Fiat.
    Vejo isso também na PSA (apesar de ouvir que existem rixas internas, os produtos são muito alinhados).
    Agora, na aliança Renault Nissan há muito o que evoluir. Parece que a cultura japonesa vs cultura francesa é um desafio.
    Em alguns produtos elas caminham juntas, mas em alguns outros andam completamente para caminhos diferentes.
    Uma coisa que nunca entendi é a Nissan ter seu 1.0L 3 cilindros e a Renault desenvolver seus próprios 1.0L 3 cilindros.

    • Luis Burro

      Mas isto pq é uma aliança,uma não comprou a outra,elas só se uniram.Diferente dos outros casos.Mas no caso da volks,não acho tão harmoniosa,acho q ela é a mais controladora visto q os carros são praticamente todos iguais.E a decisão parte sempre dela,as outras nem parecem ter autonomia.A não ser a Porsche q até agora não sei direito se ela é da volks ou se é dona.

      • NaoFaloComBandeirantes

        Verdade. Faz toda diferença isso que você disse sobre aliança ou uma comprar a outra.
        De toda forma, preservando as empresas separadas, acho que podiam ter se unido para fazer um unico motor 1.0L 3 cilindros (ou 2, considerando que o do Kwid é simplificado para menor custo). Quero dizer: não vejo razão tecnica para March/Versa terem um, Sandero/Logan terem outro. Poderiam ter economizado uma nota fazendo um único.
        Da VW eu sendo bem franco conheço pouco. Minha impressão, de leigo, é que ao menos existe bom compartilhamento de plataformas, componentes e powertrain (quando possível). Mas desconheço como são as relações internas…

      • Gustavogm

        Mais se não me engano a Renault comprou parte da Nissan quando a mesma estava em crise.

        • Luis Burro

          Acho q uma comprou ações da outra,como na GM-Fiat.

        • A Renault é a acionista majoritária da Nissan, com 47% do capital, e o controlador da Renault, que é o Governo Frances, detém outros 10% a parte. Na prática, os franceses que mandam.

      • A Renault é proprietária de 47% da Nissan, bem como o Governo Francês, majoritário da Renault detêm outros 10% e a Nissan de 10% da Renault. Elas se tratam por aliança, por liberalidade do acordo de acionistas, pois os japoneses não saberiam lidar com o fato de a Nissan deixar de ser nacional, todavia, na prática, ela é da França e se a Renault quisesse, poderia absorvê-la, todavia, perderia mercado local, devido o consumidor japonês ser muito nacionalista, bem como poderia estigmatizar negativamente a marca Nissan em vários países.

    • carroair30

      Tudo isso é VAIDADE de CEOs um querendo se sobresair em cima do outro!

    • Gustavogm

      Acho essa aliança Ranault Nissan muito estranha, a sinergia entre as duas tem muito a melhorar mesmo.

  • Carlos Sá

    Certo…
    Alguns questionamentos:
    1. Kia Rio vem com motor 1.6 de HB20?
    2. Kia Cerato vai finalmente ter um motor condizente com o porte e classificação? Ao menos o 1.8 (que foi usado no Elantra) ou o 2.0? Ou já vem adotando um motor 1.4 turbo?
    3. Hyundai Accent entre HB20 e Elantra, vai usar o que? O 1.6 e o 1.0t como Polo e Fiesta?

  • V12 for life

    Só se esqueceram que aqui quem manda nos importados é a CAOA, que no momento esestá focada no crossovers.

  • PR

    A verdade que é na essência guerra de egos . Nunca entendi esta “ disputa “ de KIA e Hyundai . Talvez se trabalhassem como a FCA avançariam mais . Já não bastasse a famigerada CAOA .

  • pedro

    Mas será que a Kia lá não é uma terceira, como ocorre com a Mit aqui, pois usa a marca KMM ao invés de KIA.

    • Paulo Cesar de Oliveira

      KMM = Kia Motors Mexico é apenas uma sigla para a filial mexicana, assim como existe a HMB = Hyundai Motors do Brasil.

  • Edson Fernandes

    MAs porque o Accent ficaria acima do HB20? Ele poderia sim é substituir e o Accent ser a evolução do HB20. Agora carro compacto ficaria porque “caberia” na produção? Não concordo.

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