
Talvez ele seja mais íntimo dos brasileiros, em especial aqueles com mais de 60 anos, dada sua produção localizada em uma época em que tudo parecia possível… Já na Europa, foi um dos poucos muscle cars que deram as caras no velho continente.
Esse é o Dodge Charger, aquele que ajudava a fazer de São Bernardo do Campo, a Detroit brasileira. Agora, o bólido que deixou saudades em muita gente, tanto aqui quanto lá na Europa, retorna ao velho continente.

Por seis décadas, o Dodge Charger representou uma das expressões mais puras da cultura automotiva americana e ajudou a pavimentar os caminhos de mercados bem mais ecléticos que os dos EUA, como a Europa.
Lançado em 1966, durante a era de ouro dos (monsters) muscle cars, o Charger se destacou por sua silhueta fastback, cockpit voltado para o motorista e motores V8 potentes.

Desde o início, o Charger ofereceu uma combinação de proporções imponentes, condução emocionante e presença inconfundível, estabelecendo-se como mais do que um carro: um símbolo de poder, personalidade e expressão individual.
Agora, a Stellantis confirma para a Europa o retorno do icônico muscle car, mas na forma da nova geração, com direito a híbridos e elétricos, buscando garantir todas as opções de experiência a bordo.
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Apesar de não parecer, a Dodge ainda mantém uma rede de revendas pela Europa, onde o Durango ainda é oferecido, mas com o Charger, um novo ânimo deve contagiar os revendedores.
Fabio Catone, chefe da marca Dodge para a Europa, comenta: “Trazer o Charger de volta à Europa é um momento significativo para a marca. Significa trazer um nome americano icônico de volta para os clientes que apreciam caráter e autenticidade.”

Catone completa: “O Charger sempre foi sinônimo de distinção, e é justamente essa atitude que define seu retorno.”
Assim, o novo Charger chegará com potências de até 550 cavalos no Sixpack Scat Pack e 670 cavalos no Daytona Scat Pack. E aqui? Sem uma rede Dodge após o fim do Journey, fica difícil apostar no Charger.
