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Impressões do Novo Fiat Bravo 2016

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O Novo Fiat Bravo 2016 chegou com uma série de mudanças no visual e conteúdo. A proposta da marca italiana é tornar o hatch médio mais esportivo e com melhor relação custo-benefício, agregando assim vários itens de série.



Disponível nas versões Essence, Sporting, Blackmotion e T-Jet, o Novo Fiat Bravo 2016 tem preços entre R$ 61.990 e R$ 78.490, sendo oferecido com motores 1.8 E.torQ Flex de até 132 cv e 1.4 Turbo de 152 cv, bem como transmissão manual de cinco ou seis marchas, além da automatizada Dualogic Plus.

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Visual e conteúdo

O visual do Novo Fiat Bravo 2016 ficou mais esportivo e jovial, destacando-se a nova grade frontal, que remete aos clássicos da marca e para-choque revisado com friso prateado em “V” e molduras dos faróis de neblina atualizadas.

Na traseira, o modelo se destaca pela nova grafia do nome Bravo sobre o logotipo da Fiat, que também destrava a tampa do bagageiro. Logo abaixo, o que parece ser uma fechadura de longe, é na verdade a câmera de ré, integrada ao conjunto. O item é de série em todas as versões do hatch.

Outra mudança bastante perceptível é o novo para-choque traseiro, que apresenta difusor de ar e sensores de estacionamento. Nas versões Sporting, Blackmotion e T-Jet, o escape é duplo e cromado. As lanternas apresentam moldura preta, reforçando a esportividade do modelo. No entanto, o defletor de ar sobre a tampa é discreto demais para as pretensões do carro.

Entre as novidades, o novo conjunto de rodas de liga leve chama bastante atenção. Com exceção da versão Essence, cujo desenho é discreto, as demais opções possuem um perfil mais agressivo, esportivo e vistoso.

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Por dentro, o Novo Fiat Bravo 2016 se destaca pelo uso da multimídia Uconnect da FCA, que chega ao modelo como item de série. Com USB, Auxiliar, Bluetooth, comandos de voz, MP3, leitor e envio de SMS, entre outros, o dispositivo tem tela de 5 polegadas sensível ao toque e ainda reproduz imagem da câmera de ré. Há também GPS de série na Blackmotion, mas opcional nas demais.

O acabamento geral recebeu algumas melhorias, entre elas apoio de braço central no banco traseiro com porta-copos retrátil e porta-objetos com tampa, por exemplo. Ar condicionado dual zone, teto solar panorâmico, direção elétrica dual drive, porta-garrafa refrigerado, retrovisor eletrocrômico e sensores de chuva e crepuscular.

Há também faróis de xenônio, regulagem elétrica dos faróis, retrovisores com basculamento elétrico, faróis de neblina com função curva, acabamento em couro, dois ou sete airbags, ESP, TCS, ABS, função Over Booster (somente T-Jet), sistema de som com subwoofer, piloto automático, entre outros, são alguns dos muitos itens oferecidos de série ou em formato de opcional no Novo Fiat Bravo 2016.

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Impressões ao dirigir

O test drive organizado pela Fiat foi feito na região de Atibaia, interior de São Paulo, onde experimentamos as versões Blackmotion e T-Jet. O Novo Fiat Bravo 2016 na versão Blackmotion vem com motor 1.8 E.torQ de 130/132 cv a 5.250 rpm e 18,4/18,9 kgfm a 4.500 rpm.

A versão de teste estava equipada com o câmbio automatizado Dualogic Plus de cinco marchas, que adiciona mais R$ 3.310 ao preço sugerido de R$ 68.990. Totalmente completa, essa opção alcança R$ 84.630, como estava o veículo avaliado.

O motor 1.8 E.torQ dispõe de força suficiente para um desempenho comportado do Novo Fiat Bravo 2016. O propulsor responde bem nas saídas e passa a impressão de disposição. No entanto, o câmbio Dualogic está longe de aproveitar todo esse potencial. As trocas são suaves, mas as pausas forçadas nas mudanças (característica desse tipo de equipamento) não agradam.

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Além disso, a programação simplesmente segura as marchas demais nas acelerações, elevando a rotação, o ruído produzido pelo motor e o consumo. As reduções são mais comportadas e eficientes. Rodando a 110 km/h, o Novo Fiat Bravo 2016 com Dualogic atinge 3.100 rpm, um pouco alto para um motor 1.8.

O nível de ruído é satisfatório, apesar das altas rotações exigidas pela automatizado (que se elevam ainda mais no modo Sport). A suspensão tem bom ajuste e filtra bem as irregularidades do asfalto. A direção elétrica dual drive é eficiente na estrada e muito mais em manobras.

A posição de dirigir é levemente esportiva e os ajustes de direção e assento deixam o condutor sempre em posição agradável, enquanto a ergonomia é razoável, pois apresenta comandos demais, só o volante tem oito controles, por exemplo. No geral, o Novo Fiat Bravo Blackmotion 2016 agradou, mas um câmbio automático de seis marchas faria um bem maior ao modelo.

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T-Jet

Se o Novo Fiat Bravo Blackmotion 2016 fica devendo uma condução mais prazerosa com câmbio Dualogic, o mesmo não se pode dizer da versão esportiva T-Jet. O propulsor 1.4 Turbo de 152 cv a 5.500 rpm e 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm (23 kgfm a 3.000 rpm no Overbooster) não se compara com os equivalentes dotados de injeção direta, usados por marcas alemãs.

No entanto, entrega muita força nas saídas e tem disposição para fazer o condutor sorrir maliciosamente ao volante. Equipado apenas (e felizmente) com transmissão manual de seis marchas, o Novo Fiat Bravo T-Jet 2016 tem engates curtos e precisos, bem como embreagem com ajuste baixo, permitindo uma tocada muito esportiva.

Mesmo com TCS e ESP ligados, o motor 1.4 Turbo faz as rodas girarem em falso com muita facilidade, enquanto o sistema tenta driblar isso. Desligando-os, a brincadeira fica mais divertida. O giro sobe rápido e o hatch esportivo ganha altas velocidades em poucos segundos.

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A direção é bem acertada e reage prontamente às mudanças de direção, enquanto a suspensão prega bem o carro nas curvas, garantindo maior controle. O som do motor (com ruído da turbina levemente abafado) é um convite para manter o pé embaixo. Ainda assim, é possível manter o giro a 2.800 rpm a 110 km/h em sexta marcha.

No quadro de instrumentos, a tela multifuncional dispõe da função Overbooster com gráfico de força do motor e aviso de ativação ou desativação dessa função, que á acionada manualmente por um botão no painel (no lugar que seria do dual drive nas demais versões), garantindo mais torque e disposição do motor. Claro, isso significa um pouco mais de diversão. Os bancos esportivos envolvem bem o corpo e garantem uma condução mais prazerosa.

Se o Novo Fiat Bravo 2016 tem vocação maior para a esportividade após as mudanças de estilo e até de conteúdo, a versão T-Jet é o que de fato define melhor essa proposta. O modelo custa R$ 78.490 sem opcionais, mas com tudo dentro, a performance começa a ser eclipsada pelo preço, que chega a R$ 94.581.

Galeria de fotos do Novo Fiat Bravo 2016:

Evento a convite da Fiat.

4.0

  • Léo Hung

    Ficou legal o branco com o detalhe em preto nas lanternas.

    • th!nk.t4nk

      Só eu achei bem cafona? Jeito de remendo, não de projeto original. Não curti nem um pouco, o antigo era bem mais harmônico. Tinha cara de carro europeu, e ficou com jeitão de carro brasileiro.

      • Léo Hung

        Po, combinou com a cor branca e o contraste dos vidros e tetos escuros. Achei “xuning” não.

  • fschulz84

    E a Fiat não aprende… Lança um facelift de um carro onde design nunca foi o problema…

    Mas o conteúdo, permanece o mesmo…

    • Junoba

      Como não !? Ele ganhou ESP, TCS, direção elétrica, sete airbags, fárois de xenôno, entre outros. Pode até ser opcional, mas ganhou.

      O pessoal não liga pra equipamentos, mas para status. Veja Corolla por quase 100k, Tracker beirando os 86k, e nem sequer oferecem estes equipamentos.

      • Newton Freitas

        Ele ja possuia a opção de 7 airbags e esp e tcs na versão anterior com o pacote security porém apenas na t-jet

        • Junoba

          Pesquisei antes no site da Auto Esporte, e não encontrei tais itens nem como opcional no modelo anterior.

          • Newton Freitas

            Eu encontrei uma reportagem da QR que falava que a tjet com o pacote security incluia Esp e 7 airbags.

            • Andre Fernandes

              Bom, eu tenho acesso a detalhes da GAMA FIAT e tem la como opcional os BAGs. Pack Safety [Knee Bag ( Air Bag joelho lado motorista); Window Bags; Side bags dianteiros, incluindo apoios de cabeça dianteiros
              anti-whiplash (efeito anti-chicote)]

              • Newton Freitas

                Todos tem este acesso… esta lá no configurador da fiat…

          • Cristiano_RJ

            Ele está certo Junoba. O Bravo T-Jet sempre teve os 7 air bags como opcional (Safety Pack); desde o lançamento. Já o ESP/ASR, estes sempre foram itens de série no T-Jet. A novidade mesmo em matéria de conteúdo se resumiu à nova central multimídia.

      • fschulz84

        Não me refiro a equipamentos mas sim naquele conteúdo que está por baixo do capô… Os principais erros da Fiat são não disponibilizar um motor mais potente nas versões “civis” e insiste em empurrar o dualogic guela abaixo… Me desculpe, mas pagar mais de 75k em um carro com um câmbio destes não me soa um bom negócio.

      • Léo Hung

        Tracker me gera ódio. Esse carro é o que apresenta o pior custo x benefício pra mim.

      • DiegueteCG

        Não sei hoje, mas antes eu tenho certeza que o pacote de 7 AB era opcional em todas as versões, já o esp/asr era de série e somente disponível na versão tjet. A fiat trabalha com muito opcional, até o ABS era opcional no lançamento do bravo.

        • GPE

          Em todas as versões creio que não. Pelo menos a Essence creio que nunca teve como opcional

          • DiegueteCG

            Eu ainda acho que tinha, não tenho certecerteza agora. Acontece que quase ninguém colocava esse opcional. O farol d xenon era exclusivo do tjet, por exemplo.

            • motstand01

              Tinha sim 7 airbags como opcional no Essence, Absolute e T-Jet, tenho certeza absoluta. Curiosamente o único que nunca teve isso, nem como opcional, foi o Sporting. E o T-jet já vinha com ESP de série desde o lançamento.

          • motstand01

            O pack safety (7 airbags) sempre foi opcional em todas as versões do carro, inclusive a Essence. A única exceção é o Sporting, que nunca teve 7 airbags nem como opcional.

        • Murilo Barduzzi

          ABS sempre foi de série no Bravo Brasileiro. Inclusive os discos de freio (em todos os tjets e em alguns dos outros modelos) são BREMBO.

          • DiegueteCG

            Não foi não. Eu comprei um bravo em 2012, depois de ver uns três usados que não tinham ABS, até conferi no cofre do motor e não tinha a central mesmo.

          • DiegueteCG

            O novo hatch médio da Fiat acaba de receber a linha 2012. Agora o Fiat Bravo passa a contar de série com freios ABS de série desde a versão mais básica e o alarme antifurto também não é mais opcional no Bravo. Esses dois itens de segurança geraram um acréscimo no preço, no ABS foi de R$ 500,00 e no alarme, R$ 350,00. Não vou colocar a fonte, senão o site tem que autorizar o post, mas é só pesquisar.

            • Murilo Barduzzi

              Bem estranho isso… ainda mais em um carro onde de série possui freio a disco nas 4 rodas… Fiat fazendo Fiatisse novamente!

          • motstand01

            Não. Nos primeiros meses, o Essence não tinha ABS, era opcional. Mas isso durou pouco.

      • Gran RS 78

        Todos esses itens o T-Jet tinha como opcionais. Ele ganhou alguns itens a mais, mas esses citados por vc, sempre existiram.

      • Paulo Estevinho

        Direção elétrica sempre foi de série. Os outros itens já existiam como opcionais, e hoje só a partir da Blackmotion, que custa 72.500 (tá lá no site). Nessa faixa de preço, eu partiria pro Golf.

      • motstand01

        Não “ganhou” nada disso. ESP já era de série no T-Jet desde 2010 e nunca equipou as outras versões, 7 airbags sempre foi opcional disponível em todas as versões (exceto o Sporting, onde nunca esteve disponível e continua não tendo) e faróis de xenônio sempre estiveram na lista de opcionais do T-Jet.

        A única coisa que o carro “ganhou” foi uma mísera lanterna de neblina, que todos os concorrentes já tinham, uma “central multimídia”, onde o GPS é opcional de 2 mil reais até mesmo no T-Jet, além de um aumento de preço de 4 mil. Cada vez mais eu fico convencido de que a Fiat não quer vender esse carro.

        Além do mais, procura saber quanto custa um Bravo com esses itens que você diz que “ganhou”, depois volta aqui… Pra chegar no nível de equipamentos de um Golf Comfortline básico + Teto, que custa R$ 78999 (que aliás é o preço base do T-Jet), o T-Jet custa R$ 84764. Completo por 95 mil, sendo que por 93 um Focus Titanium até estaciona sozinho. Onde está o custo-benefício disso?

        • Junoba

          Eu pesquisei no site da Auto Esporte, mas era o Bravo 2013, e não vi nada disso. Só se for o 2014 que tinha tais itens.

          Também não vejo um bom custo-benefício nisso.

          • motstand01

            Cara, deixa de ser teimoso, o Bravo tem tudo isso desde 2010! Procure matérias da época no Best Cars, Autoesporte só fala abobrinha…

          • duda moraes

            Sou proprietário de um Bravo Essence 2012… Como já mencionei em posts sobre o mesmo… Custo-benefício vai depender da versão…. A Essence tem… O meu já veio com alguns bons itens de série (dentre eles freio a disco nas 4 rodas ABS/EBD, isofix, “piloto automático”, faróis de neblina direcionais, ar condicionado com “saída traseira”, retrovisores eletricos, e etc… Além do seguro ser muito inferior ao do Golf… Pelo menos para o meu perfil. Se o dinheiro de compra e “manutenção” não é problema… Golf na cabeça… Sem dúvida… Agora quem não tem “bala na agulha” e quer um hatch médio modesto o Bravo pode ser uma opção.

        • Nnoitra

          Começo pelo Bravo Essence, versão de entrada. A posição de guiar é levemente esportiva, com volante de boa pegada e banco que oferece bons apoios laterais. O volante tem regulagem de altura e profundidade, enquanto os retrovisores são ajustados eletricamente. Mas, diferentemente dos rivais, o Bravo não possui nenhuma versão com ignição por botão.

          O conjunto mecânico permanece inalterado. Assim, o motor 1.8 16V E.TorQ com potência de 132/130 cv (etanol/gasolina) e câmbio mecânico de cinco marchas impulsionam as versões Essence, Sporting e BlackMotion. Há a opção do câmbio automatizado Dualogic Plus também de cinco marchas.

          Inicio a condução e me agrada a direção elétrica extremamente leve para manobras e circulação em baixa velocidade, situações típicas na cidade. O conforto acústico também é bom. Logo entro numa rodovia para extrair mais do modelo. Elevo o giro do motor para além dos 6.000 rpm para ganhar velocidade. Quando chega nos 5.000 rpm, o ronco do motor invade de forma consistente a cabine, mas não chega a incomodar. Ponto para a direção que, de extremamente leve, fica mais firme e pesada com a velocidade mais alta. A versão Essence é a que tem o ajuste de suspensão mais voltado para o conforto, e isso é sentido em curvas mais acentuadas, pois a carroceria inclina um pouco além do desejado – e não há controle de estabilidade (disponível em pacote opcional).

          Bravo 1.4 T-Jet: R$ 78.490. Tem como principal diferencial o motor 1.4 turbo Overbooster com botão no painel e o câmbio manual de seis marchas, além de vir equipado com controle de estabilidade, hill holder, teto-solar Skydome e sensor de estacionamento traseiro, quadro de instrumentos com display Dot Matrix (gráfico da turbina, relógio digital, calendário e indicador de temperatura externa). Para deixar o Bravo T-Jet completão, é necessário adicionar kits. Assim, para ter sete airbags, central multimídia com GPS e bancos de couro o preço salta para R$ 86.851. Adicionando faróis de xenônio e sistema de monitoramento da pressão dos pneus vai a R$ 91.861 – apenas R$ 2.000 a menos que o Focus 2.0 Titanium Powershift. Fonte: Carplace

      • Filipo

        O motor “E-torq” continua a mesma tranqueira.

    • 4lex5andro

      o estilo do bravo é quase um consenso em qualidade ..

      já o conteudo nem melhorou tanto a nao ser a cmm; enquanto o renegade (fabricado na planta da fiat goiana) deve ter cambio at 8 marchas e nem no seu melhor carro oferece essa opçao ..

    • Lorenzo Frigerio

      Claro, você acha que está na Itália? A coisa aqui é “por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento”. E ninguém representa esse pensamento melhor que a Fiat do Brasil.

  • Junoba

    Gostei do carro. Só não pode começar a competir com o Corolla em relação aos preços….. Hahaha.

    • Héber Cristiano

      Quem sabe se fizerem a versão sedã, aí… huehuehuehuehue

      • Raphael Pereira

        Volta do Marea??? hahahaha

        • Héber Cristiano

          Bom! Quem sabe bate de frente com o NOVO FORD ESCORT, hahahahahahahahahaha …mesmo não vendendo no nosso mercado, mas… sacomé, né ?

          • Raphael Pereira

            Imagina, Ja que o Tempra ta voltando pro lugar do Linea, o Marea ressurgiria ….Ja pensou? Marea e-torq uahsahshua

            • Héber Cristiano

              Wooooow! Êeeee mundão, acaba não! Huehuehuehuehue

  • Adriano Peres

    Nessas versões T-Jet, Sporting e Blackmotion não fico ruim as mudanças esteticas
    Mas na basica nao gostei nao. Vejo muitas criticas sobre ele mais vai a pergunta o que o peu 308 1.6 o focus 1.6 e o I-30 1.6 andam melhor?? Sem falar no cruze que de acordo com os
    Comparativos e manco que só ele, Fora que so o peu 308 tem preço em conta pelo menos em igualdade com o bravo os outros são absurdo de caros. Acho que assim ele na versão top de linha nao compraria. Mas considero o bravo de entrada uma boa opção pra quem quer
    um medio De entrada manual vale a opção.
    Tenho um sporting 2014 paguei 57 990 Veio com tudo que sabemos que um medio tem mais: Teto solar, Piloto automatico e Kit Blue&me, Na ford sairia com focus pe de boi pagando 59 000
    Na gm nem conseguira sair com alguma coisa ou poderia ser um HB20Tão pagando mais caro
    So Peu 308 tinha preço e equipamentos condizentes com o que paguei. Ah pra mim O golf e muito melhor que os demais Hoje(alemão) Mais se paga por isso tambem.

  • Rodrigo Pasini

    Pra mim estragaram a frente do carro, a versão anterior era mais acertada visualmente.

    • Alexandre Guimarães

      Ficou com cara de siena da geração passada, as lanternas mataram a traseira.

  • GPE

    O ESP e os airbags extras estão disponíveis em que versões? De série ou opcional?
    Mais de 70mil num Bravo é loucura. O carro é bem acabado e bem equipado (a beleza é subjetiva) mas o motor é “mais ou menos”, o câmbio automatizado é fraco e ele desvaloriza loucamente.

    • Newton Freitas

      Na t-jet com o pacote security

      • GPE

        Somente?

        • Newton Freitas

          Fui me informar melhor e o carro tem 7 airbags a partir da black motion de 68.990 e 7 airbags com o pacote safety que custa 3.570

          • RafaelC

            Se só tem os equipamentos como opcional e na tjet, é difícil concorrer com o golf, sendo que ele já entrega tudo isso de série e custando menos. Pra competir com o golf tem que esperar o trendline. Comfortline tá nessa mesma faixa de preço e entrega muito mais itens, desse jeito a Fiat não vai conseguir passar das 4000 unidades.

            Com 94k tem golf e focus com dct e até Park assist

            • Newton Freitas

              Entendi, mas se o bravo tjet completo que custa cerca de 94000 ele complete com o golf highline com pacote exclusive que vem com os mesmos equipamentos né?

              • RafaelC

                Eu editei o comentário, acho que estaria mais pra um comfortline totalmente equipado ou o highline manual, mas por esse valor acredito que o focus esteja com uma boa vantagem

                • Newton Freitas

                  Ah.. e o Bravo só tem ESP e o TCS na T-Jet nas outras nem como opcional

                  • RafaelC

                    6 airbags, teto solar, Poweshift, regularem elétrica do bancos e custa 93,900
                    Está bem mais equipado que o bravo, o carro até estaciona sozinho haha.
                    E os 178cv do aspirado não devem fazer feio frente ao 1.4 turbo, pode ser que até os 100 o bravo consiga ir na frente, mas depois disso vai perder o folego

    • Junoba

      Com sete Airbags chega a ser oferecido na Blakmotion, mas eu fui procurar, e não encontrei ESP. Uma coisa que não foi falado no post, é que quando você leva os airbags extras, vem também com anti-whiplash, que é efeito anti-chicote.

    • Nnoitra

      Opcional nas versões 1.8, na versão T-jet o ESP/ASR são de série, e os 7 air-bags são opcionais.

  • Claudio Siega

    Por mais que seja mais do mesmo, esse Bravo é um puta carro lindo. Se tivesse dinheiro, compraria sem pensar.

    • DiegueteCG

      É uma boa opção de usado.

    • Cassiano

      “SE”… Assim é fácil falar… mas quem tem o dinheiro para gastar, pensa bem diferente

      • duda moraes

        É… “Se” tiver dinheiro pra pensar em outro carro e arcar com os custos… Realmente. Carro não é só bancar a compra… Mantê-lo é outra história. O Bravo tem uma manutenção relativamente barata… Pois, sua plataforma é do antigo estilo… Possui muitas peças comuns com seu irmão mais velho… Eu mesmo passei recentemente por um problema no “pivô” devido a uma pancada muito forte num buraco… Substituí a peça…Eis a peça que era do “estilo” e é compatível com o Bravo… Pra minha surpresa gastei muito pouco.

  • CanalhaRS

    Essa telinha minuscula no enorme espaço do painel ficou uma belezura de gambiarra.
    O TJet perdeu as belas rodas que tinha. Resumindo, a Fiat sabe que o carro não vende, mas não fez mais que perfumaria em sua atualização. Vai continuar levando surra da concorrência.

  • Alvaro Guatura

    Tem tanto “trique trique” que parece até carro francês.
    Falta apenas um câmbio equivalente ao valor deste carro e transmissão.

  • Newton Freitas

    O carro em si é muito bonito, mas acho que o golf confortline seja melhor escolha

  • CARnivoro

    Um belo carro e com preços / equipamentos interessantes mas não adianta… a Fiat não mexeu no principal: A mecânica ultrapassada e cambio automatizado ruim!

    Acho que pode até vender um pouco mais no lançamento mas depois vai volar a ter vendas muito abaixo dos concorrentes;;

  • Rafael

    Câmera de ré é opcional em todas as versões

  • Rubem

    3100? no idea 1.8 etorq manual com a mesma velocidade fica em 2900..seria o cambio?

  • Isaac Ferreira Santo

    Nunca vendeu bem. E vai continuar não vendendo

  • Wally

    Duas coisas foram faladas nesse texto, mas que ninguém aqui no NA aceita ser a verdade:

    1- “O propulsor (1.8 etorq) responde bem nas saídas e passa a impressão de disposição”.

    2- “As trocas são suaves” (Dualogic).

    Para todo mundo o Etorq é manco em baixa e que o Renegade vai sofrer. (Julgando o 1.8 com base no 1.6). E que o dualogic é trancologic, analisando apenas o primeiro dualogic, que foi implantado pela primeira vez no finado Stilo 1.8 8v (motor GM) e depois Línea 1.9 16v.

    • Rafael

      Dualogic evoluiu muito cara… atualmente acredito ser o melhor automatizado mono embreagem do mercado

      • Wally

        Exato.. É só ver aquele cambio ZF no Up! Piada de mal gosto. Demora 2 segundos para passar a marcha.

        A gente pensa, poxa, ZF né? Mas a fiat sempre esteve na vanguarda do automatizado mono-embreagem.

        Agora mesmo assim, ainda prefiro o sistema automático tradicional para este segmento do bravo..

        Até para o Uno, se você for ver, vale mais a pena pegar um HB20 automatico. A fiat tá cobrando caro por um sistema que era para ser barato e acessível.

        • Bruno Tenório Souza

          Mas tem os ZF de baixo custo, os medianos e os tops.

          • Wally

            Eu to falando do ZF automatizado de uma embreagem. Os medianos e tops aí já pula para outra categoria, dupla embreagem e automático com coversor de torque.

            Todo mundo sabe que ZF é ZF, qualidade indiscutível, mas no cambio estilo Dualogic ela ainda é peixe pequeno. Ela acabou de lançar essa transmissão, e apenas para mercados emergentes, não é atoa. Índia, Brasil, etc.

      • Raphael Pereira

        Mas pra essa categoria a Fiat poderia colocar dupla embreagem no Dualogic ou um automatico de verdade, sem isso o carro fica inferior aos concorrentes em termos mecanicos. Claro ha coisas que podem coloca-lo em vantagem mas o mercado exige ao menos dupla embreagem para um medio.

    • Léo Hung

      Vc não pode se considerar um “Brasileiro Nato esclarecido” se não fizer uns mimimis de vez em sempre! :D

    • DiegueteCG

      O motor realmente é fraco em baixa. Quando passa dos 3,500 – 4,000 giros parece até outro motor.

    • FaloNaCara ¯ _ (ツ) _ / ¯

      Eu tenho um Idea com o motor 1.8 E-torq e ele é realmente lerdo em baixa, mas basta exigir mais que mostra muita disposição.

    • Braddock

      Pois é. Como falei lá em cima. O Motor é fraco em baixo se vc é acostumado a passar marcha com 1500 ~ 1800 rotações. Eu como sempre forcei, achava o motor muito gosto e o ronco do motor era bem legal. Cansava de dar pau em Astra 2.0 ^^

      • Oba

        Se tem uma coisa que brasileiro não gosta de fazer é reduzir marcha.
        Quando pego carona percebo como a maioria não tem noção de direção.
        Quando cruzam uma rua, chegam praticamente a parar e arrancam em segunda e em quebra-molas a mesma situação e o pior é que vemos este tipo de atitude inclusive na imprensa dita especializada no assunto.
        A rotação cai praticamente para o de marcha lenta 1000rpm, o carro chega a grilar, trepidar implorando por marcha inferior e mesmo assim para muitos a primeira deve ser usada apenas para arrancar da imobilidade e depois reclamam que tem carro fraco em baixa.
        Este foi o motivo para a VW ter adotado relação curtíssima quando lançou o Polo nacional onde foi informado que o motivo era o fato de brasileiro não gostar de reduzir marcha.

        • Braddock

          Pois é. O cara pede pra diminuir marcha, dai o cara reclama que o carro é fraco.

          • Oba

            É por aí mesmo.

  • Rodrigo

    Só eu achei que Linea e Bravo involuíram nas versões remodeladas?

  • Luiz

    Prefiro o anterior, essa atualização ficou com o visual meio forçado. Também não gosto de rodas diamantadas, no T-Jet antigo eram mais bonitas..

  • Guest

    mas 94 mil num FIAT acho de mais….Pode ate ser um bom carro mas ha opçoes melhores no mercado e alguns deles com motor Turbo por preço menor.

  • Héber Cristiano

    Gostei das rodas da versão do T-Jet!

  • Franklin Diego

    Particularmente acho um carro muito bacana. Como vários outros tem alguns pontos fracos e tudo mais. Uma das coisas que acho que poderia ser melhor, de fábrica, era ter pelo menos mais uns 10 cavalinhos já que a diferença dele pro Punto é quase 200kg.

    Enfim, nem tudo são flores.

  • Bruno

    a fiat caga em cima dos carros nos facelift. pode morrer!

  • Raphael Pereira

    mas 94 mil num FIAT acho de mais….Montadora que nem ao menos tem um cambio automatico de verdade para carros ”superiores”(no preço). Pode ate ser um bom carro mas ha opçoes melhores no mercado e alguns deles com motor Turbo por preço menor.

  • Fabão Rocky

    Só não gostei mto dessa proeminência na parte que envolve as entradas de ar e molduras das milhas. E as rodas do T-Jet lembra um pouco as rodas do Palio Sporting. Poderia ter um design mais arrojado como as do Punto T-Jet.

  • DiegueteCG

    Será que consertaram o maior defeito do carro? O porta copos que não cabe copo e nem lata. Só cabe copo de requeijão.

  • Baetatrip

    Pois e….. Bravo e show…. Mas quase nao vende aqui no brasil… Pena
    O carro desse porte que ja foi muito vendido aqui nos anos 1992 a 1999… Famoso Tempra…
    Esse caiu no gosto dos brasileiros……
    Tinha versao 2.0 caburado ate versao Stile (2.0 T de 165cv!)
    Era um carro muito bonito e bem acabado…. Conforto superior do que carros atuais…!
    Da uma saudades naquela epoca… Como os carros eram bem feitos… Acabados!

    • Raphael Pereira

      Realmente, o tempra merece ser lembrado otimo carro,queridinho da classe media do brasil dos anos 90, o Marea tinha atributos para concorrer de igual com os outros pena que a Fiat pensou que o Brasil ja estava desenvolvido o bastante para conseguir manter aquele motor muito tecnologico e complexo, muito alem dos AP’s que o povo estava acostumado, deveriam ter usado mecanica mais simples. O brilho da categoria dos medios na fiat morreu quando o tempra saiu de linha em 1999

      • Baetatrip

        Pois e…
        Marea era lindo ….Motor 20v…. Mas nao emplacou… Por causa do dificil manutencao… Que ninguem sabia mexer no tecnologico 2.0 20V de 5 cilindros…. Veio o 1.8 para recuperar…. Logo o veio o belissimo 2.4 e turbo… E final veio o 1.6 16v do Palio…. E saiu de linha…!
        Se trocasse por um motor na epoca… mais facil de mexer… Iria vender muito!!!!!!!

        • Raphael Pereira

          O motor 1.6 nao era do palio, era outro italiano de maior potencia e torque assim como os outros motores do Marea, menos complexo que os outros mesmo assim mais trabalhoso que o do palio por exemplo. Mas ai ja era tarde de mais, o mercado ja tinha rejeitado o carrao que ele era e virou Bomba… meu visinho tem um 2.0 5cc verde comprado Zero em 2000, nunca deu problema, e bem cuidado, faz manuntençoes periodicamente. Essa é a prova que o carro qando bem cuidado é um bom modelo.

  • João Cagnoni

    Alguém lembra do lançamento do Dualogic, onde disseram que custaria menos da metade do valor de um câmbio automático convencional? Pois é, R$ 3.310.

    • Luciotzt

      Venho observando o preço dos automatizados a algum tempo e já vinha observando que a diferença de preço para os automáticos tinha diminuído a valores impraticáveis. Parece que pior ainda é a manutenção, desbanca qualquer vantagem de cifras.

  • Marcos Silva

    A indústria é meio doida mesmo, investir tanto para vender pouco, poderiam já ter matado esse modelo.

    • Léo Hung

      Já eu acho que poderiam investir mais no carro e melhorar o marketing dele. É um bom carro, dentro do segmento. Não é Deus (ops, Golf, como muitos aqui acreditam), mas tb não é podreira tipo chevette rebaixado da manolagem (como muitos aqui tb acreditam).

      • Marcos Silva

        O problema maior é que a Fiat se queimou com carros médios, o cara tem que entender de carro e ter dinheiro sobrando (desvalorização) para fugir da dupla civic/corolla.

  • Gran RS 78

    Gostei dessa reestilização. Notei uma coisa que eu não gostava nem um pouco no modelo anterior, a altura entre os pneus e rodas em relação as caixas de rodas, e parece que a Fiat resolveu esse “problema” estético.

    • DiegueteCG

      Será? Não vi a versão essence que é a que tem esse visual esquisito, além da absolute. O tjet e a Sporting utilizavam a mesma configuração de suspensão, se não me engano. Talvez a blackmotion também use.

      • Gran RS 78

        Acho o modelo anterior, somente a T-Jet utilizava a suspensão mais baixa. O Sporting tinha a mesma altura que o Essence, somente com rodas maiores no sporting, talvez por isso, a impressão da diferença de altura.

        • Braddock

          O Sporting tinha suspensão acertada igual o do T-Jet, amigo meu tinha um Sporting e eu Absolut e o dele era mais baixo mesmo.

          • Gran RS 78

            Não sabia disso, achei que somente o T-Jet tinha uma suspensão diferente. Valeu pela informação.

        • DiegueteCG

          Tem sim. É o absolut que tem a mesma configuração de suspensão e a roda maior. https://www.noticiasautomotivas.com.br/novo-fiat-bravo-2013-com-cambio-dualogic-plus-avaliacao-completa/ O Bravo Sporting traz recursos que efetivamente melhoram na condução mais esportiva. Caso dos bancos e da suspensão, importadas da versão mais apimentada T-Jet,

    • Braddock

      Pois é. O pessoal do CdB chamava de Bravo Adventure ^^

      • Gran RS 78

        Essa foi boa, rsrs.

  • IRA

    A FIAT tinha que fazer com esse carro a mesma política de preços que a Chevrolet fez com o Astra nos últimos anos deste. O problema é o Punto…

  • CorsarioViajante

    Desculpe, mas quem redigiu este texto?

  • MrBacon

    Tive um Bravo por pouco mais de 1 ano, o carro é bonito, confortável, o que realmente me irritava e me levou a trocá-lo foi o Dualogic. A Fiat investiu em mudanças no que não era necessário – o desenho original era bonito, as mudanças lembram “xuning” duvidoso – e deixou de investir exatamente no que matou o carro: motor e câmbio. O eTorq pode ser melhorado mas, principalmente, é uma vergonha para a FCA manter este automatizado mulambento neste segmento. Se um dia a Fiat acordar, quem sabe volto a ser cliente.

  • Gabriel

    Esportivo manso esse T-Jet.
    Não tem jeito, pro Bravo valer a pena só custando um bocado menos que a concorrência mesmo.

  • Ederson Lima

    Nussa esse prata fico irado demais, pena que custa um rim, se não eu trocava de carro era hj!

  • birchip

    Caramba Fiat Bravo 2016 de novo ?
    Só hoje foram três:
    05/02/2015: VÍDEO: Novo Fiat Bravo T-JET 2016
    05/02/2015: VÍDEO: Novo Fiat Bravo BlackMotion 2016
    05/02/2015: Impressões do Novo Fiat Bravo 2016

  • Andre Studart

    Esses motores Etorq possuem um torque animal, pena que os câmbios, tanto o manual quanto o dualogic, não aproveitam esse potencial, fazendo o carro ser mais lento que concorrentes (fiesta 1.6, hb20 1.6, 208 1.6..), um belo carro que morre pelo câmbio e preço

  • Nícolas Souza Gomes

    tanta gente fala mal desse câmbio robotizado da Fiat. Fico impressionado como alguém ainda tem coragem de comprar isso.

    • Andre Studart

      é bom para uma pessoa que não se importa em dirigir, mas ,pra quem gosta, é lento e mata o potencial de qualquer motor, problema da Fiat é que tudo é opcional, daqui a pouco, até o volante vai ser

  • Nícolas Souza Gomes

    quase 100k num Bravo. Tá bravo, hein! Se eu tivesse essa grana toda e fosse doido o suficiente para pagar tudo isso por um hatch médio, compraria o Golfão alemão com certeza.

  • Ricardo

    Acho esquisito esses consoles voltados para o motorista, fica tudo torto!

  • Braddock

    Eu tive um Bravo Manual por 2 anos e meio e o carro é bom sim. Pessoal reclama que ele é fraco em baixo, mas nunca isso me foi problema pq eu meto o pé mesmo. Não passo pra segunda marcha antes de 3mil rotações. Agora pra quem tem costume com carro 1.0 que troca de marcha em 1500 rotações realmente vai achar o motor do bravo “fraco”. Acho o 1.8 Etorq justo. Claro que hj temos conjuntos mecânicos melhores, mas não acho o Bravo esse lixo todo que falam. Agora sem dúvidas o Dualogic é bobagem. Se for pra pensar em levar carro automático/automatizado, não escolha o Bravo. Agora ele Manual é um bom veículo. Muito seguro e estável. Pra dizer que é seguro, capotei ele na estrada a 140km/h (o carro saiu capotando e girou umas 5 vezes) e não aconteceu nada comigo, ele é muito bem montado a carcaça dele é bem resistente, o motor responde sim, o câmbio é acertado e ele era relativamente economico, fazia 9~10km/l de gasolina na cidade e 14 na estrada (mesmo metendo o pé).

    • Bruno Tenório Souza

      Vejo muito disso de esticar a marcha o máximo que da. As vezes me incluo nisso. Mas isso me faz lembrar como estamos atrasados em muitos aspectos. As montadoras se recusam a trocar um motor que chega a ter até mais de 20 anos (várias montadoras) só para não perder 1 mil reais de lucro no carro (suposição de valor).

    • CorsarioViajante

      “mas nunca isso me foi problema pq eu meto o pé mesmo”
      “capotei ele na estrada a 140km/h (o carro saiu capotando e girou umas 5 vezes)”

      Causa e consequência? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Só estou brincando…

      • Braddock

        Pois é. Então não posso reclamar do carro, ele não era fraco e nem inseguro ^^

  • Braddock

    Agora, claro que entre o Bravo Blackmotion ainda acho mais vantagem hj pegar o Golf Confortline manual.

  • Cassio

    Para o Bravo emplacar, a Fiat precisaria ser, muito, mais ousada na oferta.

    Eu, particularmente, sempre achei o carro com uma estética impecável, antes do facelift e, principalmente, na época do seu lançamento. Agora, provavelmente, seja tarde para conseguir fazer o modelo vingar no mercado. Já se queimou.

    Se a Fiat jogasse para ganhar, teria oferecido o motor 1.4 turbo em mais de uma versão, câmbio automático de verdade, mais itens de segurança e conforto em pacote fechado ao invés daquela enxurrada de opcionais, até nas versões top de linha.

    Agora já foi.

  • Rodrigo Pasini

    Olhando melhor as fotos agora, as rodas da versão blackmotion são mais bonitas que a do t-jet.

  • duda moraes

    Pessoal… Sei que sou suspeito pra falar por ter um Fiat Bravo… Já mencionei em outros posts… Mas, repito: “na vida real” escolher carro “A” e “B” vai depender de uma série de fatores, principalmente financeiro. Não é apenas considerar simplesmente o valor do carro… E o seguro? Manutenção? Recentemente eu ia adquirir um Golf, mas, infelizmente, no momento não tenho condições de bancar o mesmo sem comprometer meus outros compromissos financeiros… Vou deixar mais para frente… Por enquanto vou ficar com meu Bravo de guerra. O seguro do Golf ficou 5 vezes mais caro do que pago no Bravo… Já viram o valor da manutenção do câmbio automático do Golf? Então quem tem a grana pra comprar e manter sem dúvida o Golf é o “carro”… Fiz 4 testes de direção nele… Já dirigi também o Golf do meu amigo… O carro é fantástico. Entretanto, quem pensa ter um médio 0Km e não tem “aquela grana” o Fiat Bravo pode vir a ser uma opção… Mas, na minha opinião, a versão mais básica do Bravo (Essence) tem o melhor custo-benefício..

  • Silvio Brito

    Será quw alguem ja se enpolgou o suficiente pra pagar 90 mil num bravo completo?

  • Filipe

    Se tivesse uma versão completa partindo de 55 mil e com os mesmos itens de série das versões de entrada da concorrência conseguiria vender bem mais por esses valores apresentados pela fiat… Parece que eles não querem vender o carro mesmo!

  • Wagner Lopes

    Bom carro, design já começa a pesar e os preços são surreais…a vendas falam por si só…

  • COMENTARISTA MEDÍOCRE.

    Carro sem sal. ‘E um puntao. Ps: acho o golf novo uma sapao.

  • Wald Queiroz

    Transforma o 300c num hatch e deixa os demais itens. Depois chama de Bravo que eu acho que vende…. Mantém o Preço.. Pode até chegar a D$ 100.000 Dilmas que sai…

  • Erico Kutz

    T-JET roda da Cayenne Turbo…. kkk

    • Murilo Barduzzi

      A roda sempre foi este modelo… só que agora eles pintaram e diamantaram rsrsrs

  • Rafael Jandre

    Para que esse cromado ridículo no parachoque???? Leds diurnos no lugar dariam mais modernidade. Mania de achar que brasileiro gosta de cromado!

  • Na realidade o câmbio Dualogic exige que o condutor ande no carro no mínimo umas 5
    vezes pra entender e se acostumar. Depois disso ele é bastante eficiente e
    confortável.

    Ele funciona de forma inteligente. Quando se pisa no acelerador
    de leve ele troca de marcha a cerca de 2500 giros. Quando se pisa com mais
    força ele demora mais e se for com o pé no fundo do assoalho ele vai até
    6000RPM pra poder passar a marcha. Aí sim pode-se dizer que se tem muito ruído
    e alto consumo.

    Digo isso pois sou proprietário de um Bravo Sporting dualogic e
    me adaptei muito bem ao câmbio. Acredito sim que ele seja inferior a um
    automático mas em vantagem, o dualogic possibilita que você interfira nas
    marchas manualmente mesmo na posição automática o que pode ajudar em
    determinadas situações.

  • Whering Alberto

    Hum…das duas, uma: ou a FIAT vai descontinuar o Bravo ou vai lançar uma geração totalmente nova em breve. Temos aí apenas mais (caro) do mesmo. Não mudou nada. Trocar um par de para-choques e tunar um par de lanternas não ajudará em nada um carro que morre frente aos rivais facilmente. Essa telinha da “central multimídia” é tosca demais. E aquela gigante que ele tinha como opcional? Pelo menos no T-Jet deveria ser de série. Mais airbags também cairiam bem. O problema do Bravo não era o visual. Agora é. Some a esse novo problema os antigos (que não foram sanados): falta de espaço traseiro, visibilidade ruim, motor preguiçoso em baixa rotação, consumo acima do esperado, cambio (automatizado) horrível (apesar das evoluções cronológicas), pacote de equipamentos mediano/insuficiente. Some ainda o aumento de preço (de cerca de 4 mil dilmas). Pronto, a FIAT acabou de matar seu hatch médio capenga. E olhe que eu gosto do Bravo, hein? Da marca italiana também.

    • Nnoitra
    • Eduardo

      Some mais problemas aí: embaçamento dos faróis de neblina e lanternas, ruídos de freio ao dar ré, cheiro de combustível dentro do carro quando enche o tanque, vidros elétricos com vida própria que abrem ou fecham sozinhos…e por aí vai.

      Para saber de mais problemas é só acessar o fórum http://www.clubedobravo.com.br

  • Eduardo

    O embaçamento do farol de neblina continua no modelo 2016

    • Nnoitra

      Não.

      • Eduardo

        Sim, continua. É só olhar atentamente as fotos.

        Também deve continuar o amarelamento do mesmo com o tempo de uso, bem como o barulho de freio quando der a ré.
        Se continuaram os mesmos problemas, a Fiat só maquiou o carro e aumento muito o preço. Lamentável

  • Heberth de Souza

    Tarde demais pra Fiat tentar alguma coisa. O pior é que mexeramonde menos necessitava, que é o desenho do carro. Lamentável!

  • Violeta Mix

    Meu Deus, realmente um absurdo. O brasileiro liga apena para status, como dizem alguns nessa seção de comentários. Carro, na maioria das vezes, é sinônimo de “ter grana” e de se exibir/impor. Sempre será assim? Talvez por esse motivo somos ‘entupidos’ por carrinhos sem conteúdo e com preços absurdamente altos.

  • Revoltado

    Ficou legal, até que fim trouxe a lanterna de neblina, agora falta pro Punto.

  • anonbr666

    Tenho um Bravo TJET 2012, carro espetacular. Em sua categoria, só não é melhor que o Golf, mas custa bem menos que este.

    O defeito mortal desse carro é não oferecer um cambio automático “de verdade”. Trancologic é de doer, e no TJET é só manual.

  • Fabio

    Pra variar, central multimidia da FIAT um lixo, tela ridiculamente pequena ! Sem contar o painel que ficou muito simples pro padrao existente do carro !
    Tenho o modelo Sporting 2014, e comparado a esse nao mudou quase nada, logo de cara quando comprei o meu coloquei coloquei uma central decente da Pionner e por fim coloquei xenon.

  • Denilson Cesar Viegas

    Tenho um Bravo 2012 e sou apaixonado por esse carro mas pagar o preço do 2016 que se é vendido no BRASIL não dá né

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