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Incluir ESP em um automóvel custa R$ 190, diz Latin NCAP

Tracker-2017-2 Incluir ESP em um automóvel custa R$ 190, diz Latin NCAP

Depois dos airbags frontais e freios ABS em 2014, o controle eletrônico de estabilidade (ESP) será o próximo equipamento de segurança a ser exigido nos automóveis oferecidos no Brasil. O sistema deverá equipar todos os carros à venda no mercado brasileiro a partir de 2022 ou os lançamentos (modelos inéditos e reestilizações) em 2020. Todavia, muitos veículos ainda não oferecem o item de segurança nem como opcional.

O controle eletrônico de estabilidade, de acordo com o Latin NCAP, instituição responsável por avaliar a segurança dos veículos comercializados na América Latina e no Caribe, é um dispositivo bastante barato para ser oferecido em um carro. De acordo com o diretor técnico do órgão, Alejandro Fujas, o ESP tem um custo adicional de apenas US$ 60 por carro, o equivalente a cerca de R$ 190 numa conversão direta.

“Enquanto os governos não exigem o ESP, estamos fazendo um jogo com os fabricantes; dando-lhes um terreno fértil para continuar ganhando um monte de dinheiro vendendo o ESP a preços exorbitantes em combinação com outros itens opcionais que não acrescentam à segurança dos veículos”, disse o executivo durante uma entrevista.

Ou seja, é bastante provável que o problema da falta do ESP em centenas de carros não seja o custo de produção. Entre os automóveis que não dispõem desse equipamento no Brasil e contam com tal item lá fora, podemos citar modelos como Ford Ka, Peugeot 208, Citroën C3, Chevrolet Tracker, entre outros.

[Fonte: Argentina Autoblog]

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