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Inmetro altera classificação de eficiência energética para 2018

tabela-pbe-2017

O Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – alterou a classificação de eficiência energética dos veículos vendidos no Brasil, conforme resposta da Volkswagen ao nosso pedido de esclarecimento sobre a classificação do sedã Virtus. A mudança de critério no Programa de Etiquetagem Veicular para 2018 muda radicalmente, reduzindo-se o patamar de MJ/km em cada nível de eficiência na classificação (por letra e cor) dos modelos.


Nesta tabela PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem), leva-se em consideração os consumos urbano e rodoviário, com gasolina e/ou etanol, além de emissão de CO2 (no primeiro caso), CO, NOx, NMHC e redução relativa ao limite, estabelecido pelo Inovar-Auto. Os modelos que ganham notas “A e A” ou “A e B”, respectivamente em ambos para categoria e geral, recebem o Selo do Conpet, referente à eficiência energética maior.

Até 2017, para um automóvel conquistar a classificação A, era necessário que atingisse 1,76 MJ/km, conforme descrito na tabela do Programa Nacional de Etiquetagem. Entre 1,77 e 1,84 MJ/km, o modelo ganhava a nota B na classificação de eficiência energética. De 1,85 MJ/km até 1,90 MJ/km, o veículo recebia a nota C. Entre 1,91 e 2,00 MJ/km, a nota era D e, por fim, acima 2,01 MJ/km, a classificação era E.

Porém, desde janeiro de 2018, o Inmetro reduziu esses níveis. Assim, para um modelo conquistar agora a classificação A, será preciso de seu MJ/km atinja até 1,53, o que é uma redução significativa e poucos modelos com nota A em 2017 continuarão a mante-la em 2018. Entre 1,54 e 1,66 MJ/km, a classificação passa a ser B. Nesse caso, por exemplo, o Chery New QQ que tinha nota A passa a ter nota B, pois tem 1,59 MJ/km.


Entre 1,67 MJ/km e 1,83 MJ/km, o veículo ganha a nota C. Nesse caso, por exemplo, o Volkswagen Virtus MSI tem 1,70 MJ/km e está classificado com a nota C. Se fosse no critério anterior, ele teria nota A. O mesmo serve para todos os modelos nesse mesmo patamar de eficiência energética.

inmetro-revisado

Para veículos com MJ/km entre 1,84 e 2,06, a faixa de classificação D foi ampliada na mudança de critério do Inmetro. Note que antes a faixa era de apenas 0,10 MJ/km, mas agora é de 0,23. Portanto, de 2,07 MJ/km em diante, os veículos mais gastões ganham a nota E. No geral, o instituto reduziu o limite de classificação A e ampliou as demais, inclusive permitindo que carros com MJ/km entre 2,01 e 2,06 MJ/km sejam classificados com a letra D. Veja abaixo, um resumo de como ficou a alteração na tabela do Inmetro.

Referência Dezembro 2017 

·         Classificação A – Consumo energético até 1,76 MJ/km.

·         Classificação B – Consumo energético de 1,77 a 1,84 MJ/km.

·         Classificação C – Consumo energético de 1,85 a 1,90 MJ/km.

·         Classificação D – Consumo energético de 1,91 a 2,00 MJ/km.

·         Classificação E – Consumo energético acima de 2,01 MJ/km.

Referência Janeiro 2018

·         Classificação A – Consumo energético até 1,53 MJ/km.

·         Classificação B – Consumo energético de 1,54 a 1,66 MJ/km.

·         Classificação C – Consumo energético de 1,67 a 1,83 MJ/km.

·         Classificação D – Consumo energético de 1,84 a 2,06 MJ/km.

·         Classificação E – Consumo energético acima de 2,07 MJ/km.

Com isso, o PBE para veículos fará com que os fabricantes sejam estimulados a reduzir mais o consumo e a emissão de seus produtos. Embora o consumo final seja o mais importante para o consumidor, a comparação entre os produtos é válida para quem considera a etiquetagem como fundamental para se obter um produto mais eficiente no mercado nacional. Assim, a mudança nos resultados poderá influenciar bastante na decisão de compra desses consumidores.

Para termos uma ideia de como a alteração no critério de classificação do Inmetro vai alterar a tabela PBE 2018, que ainda não foi divulgada pelo instituto, abaixo listamos apenas os modelos (algumas versões na maioria dos casos) que já tinham obtido a classificação A em 2017 e que a manterão em 2018. Todos os demais, cujo MJ/km supera 1,53, estarão fora e serão classificados a partir de B. Dessa forma, todos os veículos produzidos a partir de 2018, obrigatoriamente já portam a classificação revisada.

  • Fiat Mobi
  • Renault Twizy (elétrico)
  • Fiat Uno
  • VW up!
  • Citroën C3
  • Fiat Argo
  • Ford Ka
  • Peugeot 208
  • Renault Sandero
  • Chevrolet Prisma
  • Ford Ka Sedan
  • Lexus CT200h
  • Toyota Prius
  • Renault Logan
  • Renault Zoe (elétrico)
  • VW Voyage
  • Ford Fusion (híbrido)
  • Renault Kwid
  • Volvo XC90 (híbrido)

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  • No_Name

    Daqui pra frente só carros híbridos, elétricos ou com motores de baixa cilindrada para atingir a melhor classificação, como a tabela já nos mostra (6 híbridos/elétricos e 11 com motor 1,0).

    • Edson Fernandes

      Se observar, dos não hibridos e tbm não 1.0, os unicos são 1.2. Ou seja… isso é bom pelo lado de que as empresas talvez pensem em trazer o downsizing cada vez mais.

      • leandro

        A questão não parece ser restrita ao downsizing, envolve câmbio, acredito que entre os não híbridos todos eram câmbio manual

      • Raul Pereira

        Desculpe a ignorânica: o que é exatamente downsizing? ‘Só’ a produção de motores menores?

        • Pedrob

          Substituição de motores com “Litragem” maior por motores menores e mais eficientes (turbo).

        • Gabriel Loio

          Downsizing significa que um motor 2.0 que produzia 130cvs está sendo substituído por um 1.0 turbo com os mesmos 130cvs. No geral, o motor de baixa litragem produz mais torque e consome bem menos, mas tem o problema de maior desgaste prematuro dos componentes do motor, se não houver cuidado.

        • Edson Fernandes

          Carros que possuem motores pequenos sobrealimentados.

          Carros como up tsi, Polo tsi, 208 GT (1.6 thp ainda que se designe a esportividade), 408/308/C4 Lounge THP, entre outros.

          São carros que são 1.0/1.6 turbinados que respectivamente tem potencia e torque similar ou superior a motores 1.6 / 1.8 e 2.0.

          • Luciano RC

            Uso de outra tecnologia para reduzir consumo e melhorar o desempenho. Hoje, um motor 1.0 Turbo rende mais que um 2.0 Aspirado. Isso porque é mais leve, tem menos peças e consegue os mesmo números de desempenho aliado a menor consumo.

  • adrielmenezes

    Sendo assim, o motor 1.6 8v da Renault deve ser classificado como Z

    • Filipo

      Ainda é produzido? Que eu saiba, não. Mas o “Monzatech” de 1,8L Chevrolet e o Fire 1.4 vão ser mal classificados.

      • leandro

        O fire 1.4 entra numa categoria de híbridos, queima óleo de motor quase na mesma proporção da gasolina..

        • Luciano RC

          Nunca tive problema de queima de óleo no 1.4 Fire. Tive duas Doblo com ele e era um motor agradável. Prefiro o 1.3 16V Fire… era bem melhor.

          Agora esse 1.4 Fire já deveria ter morrido a tempos. Tem menos potencia e torque que qualquer 1.0 do mercado.

          • Piantino

            Esse 1.3 16v (na verdade 1.25) era bom mesmo, lembro de dirigir por muito tempo um Siena com esse motor, logo na época do lançamento…

            • Luciano RC

              Foi o melhor motor. Era uma delicia de guiar. A Doblo rodava redondinha com ela… tinha potencia e torque na medida. O 1.4 é aspero, é ruim. O 16V girava gostoso, tinha um consumo interessante e não dava nada de manutenção.

          • leandro

            Então as suas estavam com defeito, todas Stradas e um Uno 1.4 q já tivemos queimavam uma média de 1L de óleo a cada mil km desde 0km..
            Era tanto óleo que quase não fazia sentido trocar se não fosse o filtro de óleo, tava sempre com óleo novinho

            • Luciano RC

              Nunca tive problemas. Tive Strada e Doblo… nunca deram problema. Claro que o 1.3 16V era muito superior e a 1.8 anda mais bebendo igual. Porém, a 1.4 nunca deu problema. Só era ruim andar com a Doblo 1.4 carregada… tinha que esticar as marchas até sentir o motor esguelar.

        • Filipo

          Kkkkkkk..

    • Ricardo

      O 1.6 SCe chegou matando a pau em tudo: peso menor, torque maior, KM/Litro melhor entre os 1.6 aspirados.
      O 1.6 8v era zoado mesmo!

      • adrielmenezes

        O duro é que o SCe bebe um óleo danado, as concessionárias apenas fazem a reposição e a Renault não faz nada pra arrumar

  • Ricardo

    Tá certo o Inmetro, a classificação estava muito boazinha com nossos carros beberrões!

  • Leonel

    Perdoem a ignorância e provavelmente alguém aqui pode explicar de forma bem simples e sucinta o significado de MJ/km. Entendo que MJ é megajoule, então, seria megajoule por quilômetro. É a força necessária para mover o carro por 1 km. A pergunta que faço é: quanto isso representa em combustível. Exemplifico. 30 MJ/ km = 12 km/l de gasolina.

    Temos uma fórmula? Queria ter uma ideia do mínimo de KM com um litro de combustível se faz necessário para ser A.
    De qualquer modo, vejo como positivo cobrar a eficiência.

    • th!nk.t4nk

      Bom, é só uma regra de 3 na verdade, mas teria de saber exatamente a densidade energética da gasolina brasileira (considerando o percentual atual de etanol). Com tempo daria pra montar uma tabelinha de Excel e simular diferentes percentuais de etanol até.

      • Leonel

        O que seria bem interessante @thnktank:disqus ! Mas o jeito é aguardar a etiquetagem mesmo.

    • Luiz Fabri

      Mj/Km é igual a quantos Michael Jacksons são necessários para puxar um carro por 1 km. Até onde lembro eram necessários uns 10, puxando cada um por 100mts.

      Brincadeiras a parte acho um tanto quanto complicado fazer essa conversão, visto que existem outros fatores a considerar, e acho que o Inmetro faz somente a análise do motor e não do veículo como um todo…

      • Leonel

        @luizfabri:disqus foi o que percebi também. Pena, seria bom uma fórmula mágica rsrs…é aguardar a etiquetagem mesmo.

        • Pedrob

          Na realidade não é nada de outro mundo. Estamos acostumados com o consumo em km/L mas, vale lembrar que cada litro de combustível tem um conteúdo energético fixo (MJ/L). Se você dividir a densidade energética em MJ/L pelo consumo em Km/L você vai ter a média do consumo de energia química proveniente do combustível (MJ) utilizado para cada quilometro rodado. Fazendo um exemplo (fonte dos dados: wolfram alpha) Densidade da gasolina = 726 g/L; Conteúdo energético da gasolina (base mássica) 45 kJ/g >> Conteúdo energético da gasolina (base volumétrica) = 32.670 kJ/L (ou 32,67 MJ/L) >> Se o Virtus MSI consome 1,70 MJ/km, ele teria um consumo de 32,67/1,70 = 19,22 km/L (vale lembrar que esse consumo é medido em dinamômetro de veículo, não considerando apenas o motor mas todo o carro!)

          • Allysson Santos

            Se eh medido em dinamômetro eu entendo que ele só leva em conta o conjunto motriz e não o carro todo, uma vez que são desprezados o peso do carro(importantíssimo para o consumo), bem como a aerodinâmica e o arrasto.

            No dinamômetro só eh avaliada a eficiência do motor e as perdas que ocorrem do cambio ate as rodas.

            Resumindo, eh bem longe do real consumo e despreza um grande esforço das montadoras, que deve ser aliar baixo peso com manutenção da segurança.

            • Pedrob

              Então, o que ocorre é que o dinamômetro recebe uma curva de desaceleração do carro em função de todos esses parâmetros que você citou (Peso, arrasto aerodinâmico, resistência ao rolamento dos pneus, resistência ao rolamento nos freios…) específicos para o carro que está sendo testado. Então o carro sofre uma resistência ao movimento, quando no dinamômetro, muito similar (porque nada é exato) ao que esse carro sofreria rodando numa pista. Os resultados então levam em consideração sim o veículo como um todo. Esse tipo de procedimento é amplamente utilizado no mundo todo e garante equivalência de comparação de um carro com outro.

    • Luiz Fabri
      • Leonel

        Obrigado @luizfabri:disqus !

    • Luiz M

      É padronizado em uma unidade de energia por distância (MJ/km) para poder comparar veículos com diferentes combustíveis (diferentes densidades energéticas). Assim podem comparar veículos a gasolina, diesel, etanol, elétricos, gnv etc.
      Eu chuto que devem rodar um teste padrão (distâncias, velocidades, acelerações etc padronizados) e ao final verificam quanto de combustível (ou de carga de bateria) foi consumido, aí pegam a densidade energética deste combustível para obter os MJ equivalentes e então dividem pela distância percorrida no teste.

  • Ricardo

    Voyage está de parabéns!

  • Enderson Filho

    Meu Polo TSI é modelo 17/18 e saiu como nota A, porém os 18/18 já saem como C.

    • Luciano RC

      A vW vai ter que se mexer.

    • Marco Santana

      o meu 18/18 sai nota C. achei estranho mas agora com essa matéria ficou esclarecido

    • Ricardo

      É que nem a Classe Média do PT…
      Antes do PT tinha que ganhar uns 5k…
      Agora 1.5k já é a grande classe média!!!

      Não é demais?

  • Brenno Fernandes

    No final das contas vou ficar olhando mesmo só a etiqueta do consumo “Km/l”.

  • Cmenusi

    Renault bombando na classificação A por enquanto…

  • Diego

    Meu High UP! 2014 com 1,57 Mj/Km passa a categoria B

  • Gu92

    Como é que o Prisma manteve a classificação A e o Onix não?

    • No_Name

      Não sei se é exatamente por isso mas sedã tem melhor aerodinâmica que hatch, embora o teste seja feito em dinamômetro até onde eu saiba. Pode ser também alguma diferença na relação do diferencial/transmissão se comparado ao hatch ou ainda pneus e rodas diferentes.

      • Gu92

        Quanto aos pneus e rodas creio que sejam iguais em ambos, pode ser pelo fato da aerodinâmica, mas também penso que o Prisma seja mais pesado, enfim a duvida persiste!!

    • Emanuel Schott

      Chuto que seja por o Prisma necessitar de maior energia pra ser movimentado. Ai como o consumo é muito próximo, o Inmetro considera que consumindo o mesmo, o motor no Prisma consegue gerar mais energia que no Onix.

    • Emanuel Schott

      Porque ele considera o peso do veículo. Pro Inmetro não tem problema consumir mais se ele tá carregando um peso maior.

      No final das contas essa classificação não serve para o consumidor final, o que importa é só números de consumo mesmo.

    • Piantino

      Acredito que a etiquetagem leve em conta a categoria.

    • Thales Sobral

      Se for por categoria, é porque categorias diferentes tem requisitos diferentes. Mas tem o ranking geral, que deve ser o que a reportagem mostrou.

  • Adauto Vieira Dias Júnior

    Acho que pra ser nota A agora , deverá ter consumo de 16 km/l cidade e 20km/l na pista !

  • Julio Magalhaes

    Ta aí uma coisa boa/interessante no Brasil.

  • Aaron Ramos

    Fantástica a atualização, era mais do que necessario. Qualquer carroca conseguia nota A.

    Agora o que precisa ser revisto é a metodologia do teste em si, porque eu nunca vi carro algum aringir o número aferido em circuito urbano, nem um dos que eu tive nem um dos meus familiares atinge o que eles divulgam.

    • Gil de Piento

      Note que para igualar a eficiência de alguns populares, vários carros precisam da tecnologia híbrida. Ou seja: um “carrão” precisa de muitíssima tecnologia para igualar a eficiência de “uma carroça”.

      Quanto à metodologia, é uma avaliação em laboratório feita pelas montadoras de acordo com uma norma específica da ABNT que não é divulgada ao público, e os valores obtidos são corrigidos pelo Inmetro. Esses valores divulgados servem apenas para comparar os carros entre si. No uso cotidiano, o consumo vai variar muito conforme o volume de trânsito, velocidades obtidas, relevo, estilo de condução do motorista, calibração dos pneus, peso transportado etc.

    • Emanuel Schott

      Consumo varia de mais de acordo com o modo de condução, se tem transito ou não, as condições da via, etc. Os números do Inmetro são legais porque padronizam tudo isso (todos os testes são feitos exatamente nas mesmas condições), possibilitando a comparação entre os modelos sem que algum outro fator externo ao veículo interfira na medição.

      No meu uso, consigo um consumo bem abaixo na cidade e bem acima na estrada.

    • Thales Sobral

      Depende do percurso, meu circuito urbano me dá médias que as vezes batem até o número de circuito rodoviário do meu carro. É pé e trajeto….

  • Bruno Costa

    A classificação na Europa usa um conceito diferente, não? Alguém sabe se existe uma forma de comparar diretamente as duas pra saber o quão mais permissiva ou não é a brasileira? No papel parece que ficou bem mais rígido, mas seria legal dar pra comparar com a Euro.

  • Freaky Boss

    Agora faz sentido.
    Antes era quase todo mundo A, ou seja, o “espalhamento da escala” não fazia sentido algum e não permitia conclusões / comparações.

  • Gil de Piento

    Se até hoje as pessoas confundem as estrelas do LatinNCAP devido à falta de clareza dos critérios na divulgação dos resultados, quero nem ver a bagunça que essa alteração ainda não divulgada à imprensa vai causar!

  • Vattt

    Pois é, o mercado precisa evoluir nesse sentido, os carros brasileiros evoluíram pouco do inicio do século pra cá principalmente no quesito economia de combustével! Um dos primeiros carros que tive foi um Ford Ka endura 1.0 em 98 que num percusso de estrada que faço até hoje a média de 22km/l, tive outros 1.0 que não chegaram a economia do Ford berinjela inclusive em 2004 um Ka 1.0 Rocan, dai abstrai de vez os motores 1.0 da minha garagem onde não vejo muita diferença de consumo entre um Peugeot 207 SW 1.4 2010, Cruze 1.8 AT 2012 e um Kicks AT 2018 que ficam na média atual de 12 km/l para o GM, 14 km/l para o Peugeot e 15km/l para o Nissan que conta com um tanque pequeno de baixa autonomia assim como o meu antigo Honda Fit 1.4 AT 2009 que fazia os mesmos 15 km/l.

  • RABECÃO

    Esclarecedor essa unidade de medida né? MJ/km, será que se usassem km/l não ficaria algo mais próximo da realidade?

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