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JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Da sequência à matéria sobre o futuro do carro elétrico na visão de Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil, agora detalharemos os planos da marca chinesa para o mercado nacional. Além disso, trazemos também nossas primeiras impressões a bordo do JAC iEV40, o crossover eletrificado e derivado do T40, que estreia em agosto por R$ 153.500.


Apostando na disruptividade dos veículos movidos por energia elétrica, o empresário revelou sua estratégia de produto para este segmento que está nascendo no Brasil. A JAC Motors começará sua atuação no mercado de carros elétricos com o crossover iEV40, mas ele será seguido por mais dois produtos da mesma categoria.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Destes, o iEV20 pretende ser o mais em conta. Ainda sem preço definido, de acordo com Habib, o pequenino crossover é um derivado do JAC J2 em versão aventureira, que só é comercializado na China. Este modelo tem baterias de lítio de até 41 kWh e autonomia de 400 km no ciclo NEDC, devendo ficar em torno de 300 km na vida real.


Além dele, Sérgio Habib confirmou o iEV60, que não deu muitos detalhes, mas que podemos dizer que é a versão elétrica do futuro T60, chamado S4 na China e que tem porte semelhante ao do Jeep Compass, com 4,41 m de comprimento e 2,62 m de entre eixos.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Enquanto o T60 estreia um motor 1.5 Turbo no Brasil, sua variante elétrica assumirá um papel importante no portfólio da marca. O iEV60 na China é chamado iEVS4 e dispõe de motor elétrico de 149 cavalos e 33,5 kgfm, tendo três versões de baterias com alcances diferentes: 55 kWh com 355 km, 61 kWh com 402 km e 66 kWh com 470 km. Todos no ciclo NEDC.

O JAC iEV60 será o mais caro entre os carros de passeio elétricos da marca no Brasil, mas Habib não deu estimativa de preço. Acreditamos que fique numa faixa até R$ 200 mil. Outra ação da JAC Motors será o lançamento de uma picape média no mercado nacional, mas somente eletrificada. O modelo é chamado de iEV330P.

Picape elétrica

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Sérgio Habib explicou que o foco do novo produto é atender empresas que estão exigindo agora veículos com emissão zero, especialmente companhias cujas imagens estão ligadas direta ou indiretamente com o meio ambiente, como concessionárias de energia e fabricantes de cigarros, por exemplo.

A questão ecológica entrou na estratégia de marketing de várias empresas de setores bem diversificados. É de olho nisso que a JAC iEV330P pretende fazer a diferença por ser a única picape elétrica do mercado. O modelo será baseado na versão antiga da T6, devido ao custo. Também sem estimativa de preço, este utilitário terá cabine dupla.

Habib não deu detalhes sobre a picape, centrando-se no caminhão leve iET 1200, cuja pré-venda se iniciou no dia 30 de maio e cujo lançamento ocorrerá no final do ano. O veículo tem PBT de 8,2 toneladas e baterias de lítio de 97 kWh. O destaque é o motor elétrico de 177 cavalos com 121,9 kgfm (1200 nm).

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Custando R$ 259.900 e com autonomia de até 200 km, garantido por baterias de lítio, o JAC iET 1200 teve alguns detalhes revelados por Sérgio Habib. De olho em frotistas que atuam nos centros urbanos, o empresário que o carregamento do caminhão tem um custo medido em São Paulo para 90 kWh ou 200 km fica por volta de R$ 55,00.

Em comparação com um caminhão de mesmo porte, mas movido por óleo diesel, rodando cerca de 150 km diários, a economia do iET 1200 com manutenção e combustível, com base em R$ 3,55 o litro do diesel, chega a R$ 4.000 por mês. Em cinco anos de uso, a economia será de R$ 90.000, o que igualaria o preço do iET 1200 em relação a um similar convencional.

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Habib explica que as baterias têm ciclo de vida de 700.000 km e que o custo mensal com manutenção é bem reduzido numa comparação com um similar diesel, já que não há troca de peças relativas ao motor e sistema de emissão. No iET 1200, o motor elétrico fica no meio do veículo, entre as duas caixas com baterias de lítio.

O tempo de recarga lenta em 220V é de 17 horas, mas Habib reitera que o ideal é ter a bateria com menos de 100% de carga para preservar o ciclo de vida a longo prazo. Para rodar em média 150 km por dia, o caminhão leve precisa apenas ficar carregando durante o intervalo entre os dias de serviço. Numa tomada trifásica, o tempo cai para 2 horas. No entanto, essa recarga rápida não é benéfica para as células.

Mercado de carros elétricos

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Além da vantagem do custo de manutenção menor e da ausência de gastos com combustível, Habib aponta que o iET 1200 tem a vantagem do alto torque imediato e da capacidade de carga em relação ao VUC, sem contar a emissão zero e a ausência de ruído de motor.

Em relação ao mercado brasileiro, Sérgio Habib prevê que o segmento de carros elétricos alcançará em torno de 5.000 unidades. No caso da JAC Motors, o empresário não deu uma previsão de vendas de seu portfólio eletrificado. Ele apontou que, no momento, o iEV40 já vendeu 40 exemplares.

Ele falou também que, no caso do caminhão elétrico iET 1200, o frotista geralmente pede um veículo para testes e depois encomenda dois ou três veículos, vindo a pedir um lote maior com mais tempo. Ainda assim, está bastante otimista com seu produto, que não terá concorrente no mercado.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Falando ainda sobre carros elétricos, Sérgio Habib comentou sobre a marca chinesa Nio, cujos carros são produzidos pela JAC Motors. O empresário diz que não tem planos para trazê-la ao mercado nacional, não dando detalhes do motivo, que pode ser o custo elevado dos produtos.

Ele apenas indicou que o produto da Nio, que possui atualmente os utilitários esportivos ES6 e ES8, chega a ser superior ao de algumas marcas internacionais.

JAC iEV40 é o primeiro

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Antes de falarmos como ele anda, Habib revelou alguns detalhes interessantes sobre o iEV40. Com bateria de 40 kWh, o crossover terá um suporte maior do que o divulgado pela JAC Motors.

No serviço de concierge, haverá o monitoramento remoto do veículo e, no caso de nível de energia muito baixo para o condutor chegar até um ponto de recarga, um veículo de serviço será enviado até o local onde o carro está, para fazer uma reposição gratuita de energia.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Habib disse também que toda a rede JAC Motors venderá os carros elétricos e que cada uma terá ponto de recarga, aberto inclusive para carros de outras marcas. O executivo explicou que o custo de energia é muito baixo, gerando em torno de R$ 16,00 por hora de carregamento, um valor aceitável para disponibilização gratuita aos clientes da marca e das demais.

Para o iEV40 – e também outros elétricos – a questão principal é o custo. O preço do crossover é de R$ 153.500, R$ 3.500 acima de um limite estadual para isenção de IPVA, sendo que na cidade de São Paulo, o mesmo benefício vigora, chegando assim a 100% de isenção. Habib não revelou será haverá alguma redução de preço para se enquadrar nessa faixa.

JAC iEV40 – Primeiras impressões

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

E o iEV40? Como anda o crossover elétrico da JAC? Tivemos as primeiras impressões a bordo do utilitário esportivo da marca chinesa.

Ele é o primeiro de três modelos focados no consumidor comum, sendo um produto que já é vendido na China e que ficou mais conhecido por ter uma versão da Volkswagen, que pretende vende-lo como Seat por lá. Aliás, o negócio motivou até uma proposta de compra do controle acionário da JAC Motors por parte da Volkswagen na China.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Visualmente, o iEV40 é semelhante ao JAC T40. As diferenças estão nos detalhes. Na frente, o SUV elétrico dispensa a grade e possui um compartimento com dois conectores de recarga, um para baixa tensão e outro para alta. O padrão no Brasil será outro em relação ao carro testado.

No lugar da grade, moldura estilizada com detalhes em azul no mesmo formato do T40. A mesma tonalidade aparece nas molduras dos faróis de neblina, logotipo da JAC, laterais, retrovisores, defletor de ar traseiro e projetores dos faróis. As rodas de liga leve aro 17 com pinças de freio vermelhas são as mesmas do modelo a gasolina.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Por dentro, a primeira impressão é o assoalho mais alto na parte traseira, devido à presença das baterias logo abaixo. Elas ficam entre os bancos dianteiros e o traseiro. Sentado aí, o passageiro rapidamente percebe a diferença, que deixa as pernas mais elevadas. Na frente, a posição de dirigir é a mesma do T40 CVT. O mesmo em relação ao porta-malas, que conserva seu bom espaço.

O JAC iEV40 também difere no cluster, que é digital. Ele traz informações sobre o consumo de energia e como o carro está gastando ela durante a condução. Na multimídia, uma animação mostra como está a bateria e o sentido da corrente. Também é possível saber o quando de eletricidade o ar condicionado consome no momento. Histórico e outros dados podem ser registrados.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

O crossover tem dois modos de condução, sendo o Eco o que utiliza regeneração através de frenagem parcialmente ativa. Chama atenção a alavanca de câmbio em estilo joystick, assim como o freio de estacionamento eletrônico, ausente no T40. Com tudo muito parecido ao modelo que já roda abastecido com gasolina ou flex, o iEV40 é muito diferente ao conduzir.

Seus 115 cavalos e 26,5 kgfm estão disponíveis imediatamente. A saída é animadora, com arrancada vigorosa e superior ao T40. No entanto, isso é apenas no começo, pois, em velocidades mais altas, ele tende a se comportar como o irmão de combustão interna. Sem o modo Eco, o JAC iEV40 fica mais tradicional, exigindo que o condutor use o freio nas reduções.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Ele também fica mais livre para boas retomadas no trânsito urbano, podendo sair rapidamente em um semáforo. O ajuste de suspensão é focado no conforto, assim como a leve direção elétrica. Tudo isso feito em silêncio, quebrado por vento, ruído de pneus e o trânsito em volta…

No modo Eco, as coisas mudam. As saídas já não são mais animadoras, mas aceitáveis para um carro que tem peso muito acima dos demais. Contudo, a principal diferença é o e-Pedal, efeito de frenagem para máxima recuperação de energia, algo semelhante ao visto nos BMW i3 e Nissan Leaf, por exemplo.

JAC Motors: Próximos lançamentos e impressões ao dirigir o iEV40

Com algum tempo, pode-se até prever o espaço para parar o carro sem o uso do pedal, necessário apenas para imobilizar de fato o iEV40. Essa frenagem é suave e gradativa, feita apenas para redução e não deve ser usada como freio de fato do carro. No mais, o JAC elétrico se mostrou um carro bem gostoso de andar no curto teste que fizemos em São Paulo.

Mantendo as demais características do T40, o JAC iEV40 é uma boa ideia para o dia a dia na cidade e ainda com capacidade para pequenas viagens. Entretanto, até o momento, sua maior limitação não está nas baterias, mas no preço, excessivamente alto. Mesmo assim, numa comparação com o Renault Zoe, ele tem mais espaço, conforto e conteúdo, além de ser um SUV. Ou seja, está na moda…

JAC iEV40 – Galeria de fotos

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • RoDs

    Se eu tivesse muuuuuuito dinheiro, compraria um desse só pra testar…. ver qual é.

    se começar a dar dor de cabeça, joga fora.

    • Edson Fernandes

      Se vc tivesse mto dinheiro, vc talvez estaria rodando de Tesla então…

      • hehehehehe verdade…. eu quis me referir a elétricos em geral. gostaria de ter um. cada vez que tenho que “completar tanque” de carro, o coração dói.

        • Edson Fernandes

          Mas se vc tivesse grana, se´ra que vc pensaria em eletrico? ou iria ligar de gastar grana com o dinheiro que tem num esportivo roncando na sua orelha? rs

          • velho… deixaria a gritaria pra moto… kkkkk

            carro iria de elétrico.

  • Lucas de Lucca

    Pego esses 150 mil, gasto 100 comprando um bom sedan médio, de qualidade superior a esses trecos e uso os outros 50 para gastar em combustível!!!!!
    Elétrico é economia né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • TchauQueridos

      Pior que tem muitas pessoas que ainda não perceberam!
      Eletrificação vai ser a oportunidade que as fabricantes vão ter no brasil pra vender compacto popular acima dos 150k.

      • Lucas de Lucca

        Pois é. Se um dia custarem igual ou levemente acima das versões a combustão compatíveis migro sem problema nenhum. Hoje nesses preços malucos, nem pensar em elétrico.

    • Cosi fan Tutti

      Sedan médio por 100 no Brasil o que Corolla? Jetta?

      • Lucas de Lucca

        Você perguntou e se respondeu? Não entendi.

  • Interessante a política da marca de disponibilizar pontos de recarga nas concessionárias e também o serviço de “carga móvel”.

    Pena que quase não tem mais concessionária da JAC, boa parte fechou … rsrsrs. aqui em Brasília nos tempos áureos tinha 3, hoje só tem uma.

  • El Gato!

    …mas livrai-nos de todo o mal. Amém.

    • Raul Mafra

      kkkkk otimo comentário

      • CanalhaRS

        kkkkkkkk….esse aí só com muita fé mesmo para levar para casa.

  • Domenico Monteleone

    A proposta é bacana, mas eu se tivesse 153 mil pra comprar um carro certamente nem olharia pra isso.

    • Leonardo

      Eu olharia para um V8OITÃO, pois sou um capitalista opressor.

  • Paulo

    Não dá para entender essa tara por carros elétricos, mal temos estrutura para isso por enquanto. Híbrido que é a opção mais interessante, parece que só a Toyota está investindo mais.

    • TchauQueridos

      Se o intuito em comprar um elétrico é economia, parece que estão esquecendo que a energia elétrica também é muito cara.
      Certamente se eu tivesse de 150 a 200k pra gastar em um carro, não procuraria por um elétrico.

      • Cesar

        Daqui a pouco um membro da seita aparece e diz que com 1000 reais você coloca umas placas no telhado e gera energia ad infinitum de graça.

      • Henrique Gouveia

        No caso dos veículos a energia sempre é mais barata do que o combustível.

      • FrankTesl

        Eletricidade já é possível ser gerada no telhado de casa.

        Gasolina, nem se brotar um poço de petróleo no seu quintal o combustível é seu.

      • Edson Fernandes

        Mas eu olharia para hibridos nessa faixa de valor viu.

  • FFSB

    Boa sorte aos pioneiros! :-)

    Carro elétrico no Brasil, para pegar, só com:

    – Fortes incentivos governamentais para redução de Impostos na Produção (IPI), Venda (ICMS) e Manutenção do veículo (IPVA)
    – Fortes investimentos governamentais e privados para criação e manutenção de rede de abastecimento
    – Fortes investimentos de empresas privadas na Qualificação de mecânicos e oficinas (equipamentos) para dar manutenção nos veículos
    – Desenvolvimento de política ambiental específica para lidar com o descarte e reutilização das baterias

    Dentre muitos outros fatores. Daí a aposta que faço: para o Brasil, em curto prazo, a melhor opção seria o desenvolvimento de modelos híbridos (não plug-in).

    • Julio Alvarez

      – Fortes incentivos governamentais para redução de Impostos na Produção (IPI), Venda (ICMS) e Manutenção do veículo (IPVA)

      Não é mil maravilhas, mas já existem alguns incentivos: Imposto de Importação carro elétrico é isento. IPI reduzido após rota 2030, variando de 7 a 18 porcento dependendo do peso e eficiência energética do carro. Alguns estados, como MS reduziram ICMS para elétricos. Algumas cidades (como Indaiatuba) isentam de IPVA (parte da cidade) os carros elétricos.

      – Fortes investimentos governamentais e privados para criação e manutenção de rede de abastecimento

      Investimentos governamentais esquece… privados existirão se tiver demanda.

      – Fortes investimentos de empresas privadas na Qualificação de mecânicos e oficinas (equipamentos) para dar manutenção nos veículos

      Os carros são muito mais simples mecanicamente, manutenção muito baixa. Por exemplo, fui ver um I-Pace hoje na concessionária (só me falta o dinheiro…) manutenção/revisões grátis até 70 mil km.

      – Desenvolvimento de política ambiental específica para lidar com o descarte e reutilização das baterias.

      As montadoras já tem politicas para isso. Em geral é usar as baterias dos carros para cargas estacionárias, como casas ou empresas. Nesse caso, as baterias podem durar algumas décadas. Outras tem política de reciclagem. que reaproveitam os materiais das baterias antigas.

      Se tiver um carro elétrico com mesmo preço de combustão, aí já era. Quer dizer, até o governo perceber que a Petrobras não tá dando mais dinheiro e proibir o carro elétrico….

  • Rbs

    Essa coisa de elétrico tinha que começar no mundo das embarcações! Preço caindo ai sim passavam para os carros.
    Outra vantagem dos barcos é que as embarcações antigas também seriam beneficiadas com atualização para motor elétrico.

    • Samluzbh

      Alguns navios e a maioria da locomotivas modernas são elétricas, usando o Diesel apenas como gerador, já vi no Discovery Channel projetos de Transatlânticos usando apenas motores Azimutais.

    • FrankTesl

      Todos os submarinos já são assim, só muda se o gerador é diesel, nuclear ou até mesmo alguns com células de combustível.

  • Fanjos

    > Xing Ling
    > B$ 153.500
    > Tá

  • Leonardo

    Duvido que já tenham vendido 40 jacas dessas, os emplacamentos que aparecerem, serão de testes e carros de executivos da empresa nada mais que isso. Falta de respeito com o consumidor como as demais empresas que tentam sugar de todas as maneiras o brasileiro incauto.

  • R. Rover

    Quando o preço baixar, compro um.
    Certamente.

  • FearWRX

    Serginho esfiha tá maluco com esses preços principalmente o desse “caminhão”, maluco não, insano.

  • Mário Leonardo Pires

    Eu não animo de comprar nem por B$ 60.000,00…

  • Dod

    O bom é que quando a bateria ou o carregador pifar vai dar pra comprar no camelô por “vintão”. Se chorar ganha uma película de vidro de brinde.

  • Bikudin

    Parei de ler quando vi o valor…. afff

  • Silvio Strauss

    153.000 reais num chinês???? Surreal….

  • Silvio Strauss

    Lembro deles dizendo que fariam uma fábrica no Brasil….Isso em 2010. Enterraram até um J3 como “pedra fundamental”. Acabaram com a linha J e deixaram seus proprietários com um abacaxi nas mãos. 10 anos depois de chegarem ao Brasil , continuam sem estrutura, sem concessionárias e sem confiança. Agora querem vender um chinês por 153.000? Surreal essa Jac…

    • Cosi fan Tutti

      Tu lembra também o que o governo fez durante esse tempo para prejudicar estas marcas que estavam chegando? Lembra do tal Inovar Auto? A culpa não é só deles.

  • Edson Fernandes

    Penso eu… se R$16 é o valor para 1 hora da recarga. Qto tempo para recarregar a bateria do carro? Se isso diz que é de 7 horas. Não vi beneficio.

    Curioso a frenagem ue o Fusion faz igual Mas tem uma saida da imobilidade boa.

    Não teria um carro que tem apenas 200km de autonomia. Parece mto pouco e mto caro para justiifcar a eletrificção como processo de não poluiç~ao ao meio ambiente.

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