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Jeep Compass 2017 com motor flex é anunciado e preços vão de R$ 99.990 a R$ 124.990

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Cerca de um mês após ter sido revelado de forma oficial nas versões com motorização a diesel, o Jeep Compass de nova geração agora faz sua estreia com a opção de motorização flex. O novo SUV intermediário da montadora norte-americana, que já está sendo produzido em Goiana (PE) ao lado do Renegade e da Fiat Toro, contará com três variantes com propulsor bicombustível, com preços entre R$ 99.990 e R$ 124.990.



Jeep Compass Flex 2017 – visual e interior

O design do novo Compass Flex segue a mesma linha dos modelos equipados com motor a diesel. A nova geração do utilitário-esportivo traz um visual mais moderno e alinhado com os mais recentes lançamentos da Jeep. O destaque vai para a dianteira da carroceria, com um formato mais imponente, marcado pelos faróis afilados com filetes em LED e a grade com sete quadrados verticais, esta presente em todos os carros da fabricante.

Há ainda laterais com vincos marcantes e um detalhe cromado que percorre as janelas e o vidro traseiro e lanternas como destaque na parte traseira do novo carro, com formato que invade as laterais e a tampa do porta-malas e iluminação em LED.

No interior, o Jeep Compass também não foge à regra. O carro traz uma série de elementos que remetem à diversos outros SUVs da linha da marca, como o próprio Renegade, como é o caso do volante multifuncional, da parte central do painel que abriga as saídas de ar e a tela do sistema multimídia e o painel de instrumentos com mostradores circulares. O acabamento mistura elementos macios ao toque, couro e detalhes em preto piano ou cinza.

O novo modelo mede 4.416 mm de comprimento, 1.819 mm de largura e 1.635 mm de altura, com distância entre-eixos de 2.636 mm. Já o porta-malas tem capacidade para 408 litros.

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Jeep Compass Flex 2017 – equipamentos de série

Entre os itens de série, o Compass Flex na versão de entrada Sport conta com airbags frontais, freios ABS, alarme, câmera de ré, controle de estabilidade e de tração, controle anti capotamento, controle de estabilidade para trailer, direção elétrica, faróis e lanternas em LED, faróis e lanternas de neblina, assistente de partida em rampas, luzes de condução diurna, Isofix, limitador de velocidade, controle de cruzeiro, volante com ajuste de altura e profundidade, ar-condicionado, apoio de braço com porta-objetos, banco do motorista com ajuste de altura, banco traseiro bipartido e rebatível, sistema multimídia com tela de cinco polegadas sensível ao toque, navegador GPS e comandos de voz, sistema de som com seis alto-falantes, USB e Bluetooth, painel de instrumentos com tela TFT de 3,5 polegadas, volante multifuncional e com aletas para trocas de marcha, monitoramento de pressão dos pneus, trio elétrico, sensor de estacionamento traseiro, freio de estacionamento elétrico, rodas aro 17 com pneus 225/60, entre outros.

Já o intermediário Longitude se diferencia pela iluminação ambiente, ar-condicionado de duas zonas, banco do passageiro rebatível, câmera de ré, destravamento das portas e partida do motor sem chave, retrovisor interno eletrocrômico, friso cromado por toda a extensão das janelas, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, rodas de 18 polegadas com pneus 225/55, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas e navegador GPS, entre outros.

Por fim, o Limited agrega airbags laterais, de cortina e de joelhos para o motorista, acendimento automático dos faróis, alavanca de câmbio com revestimento em couro, detector de pontos cegos, faróis em xênon, painel de instrumentos com tela TFT colorida de sete polegadas, sensor de chuva, rack de teto com acabamento cromado, volante revestido em couro, bancos em couro bege ou preto, entre outros.

Haverá ainda a versão especial Opening Edition, limitada a 500 unidades, que ainda não teve seus equipamentos divulgados.

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Jeep Compass Flex 2017 – equipamentos opcionais

Como opcional, a versão Sport do Compass Flex dispõe do Kit Segurança, que custa R$ 3,2 mil e acrescenta airbags laterais, de cortina e de joelhos para o motorista e banco do passageiro rebatível com porta-objetos sob o assento.

Já a versão Longitude oferece o Kit Segurança (R$ 3 mil, com airbags laterais, de cortina e de joelhos para o motorista), Pacote Premium (R$ 3,5 mil, com faróis com acendimento automático, bancos revestidos em couro, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico e sistema de som Beats de 506 W) e teto solar elétrico panorâmico Command View, que custa R$ 6,8 mil.

Por fim, a Limited conta com o Pacote High Tech, que tem preço de R$ 9 mil e inclui controle de cruzeiro adaptativo (ACC), aviso de mudança de faixa, sistema de farol alto com comutação automática, aviso de colisão frontal, tomada auxiliar de 12V, banco do motorista com ajuste elétrico em oito posições, sistema de som premium com nove alto-falantes, partida remota e assistente de estacionamento, além do teto panorâmico Command View, também por R$ 6,8 mil.

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Jeep Compass Flex 2017 – motorização

As versões flex do novo Jeep Compass estreiam um motor inédito no mercado brasileiro. Trata-se do novo 2.0 litro 16V Flex Tigershark, dotado de bloco e cabeçote em alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote e duplo variador de fase, que consegue entregar 159 cavalos de potência com gasolina e 166 cv com etanol, a 6.200 rpm, e torque de 19,9 kgfm e 20,5 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm, associado a uma transmissão automática de seis velocidades com comandos sequencias pela alavanca (ou por aletas atrás do volante a partir da versão Longitude).

De acordo com a Jeep, o Tigershark oferece 86% de sua força total já a partir dos 2.000 giros.

Para passar a beber etanol, o propuls.or (produzido no México) recebeu 20 mudanças, entre novos componentes e materiais. A taxa de compressão, por exemplo, passou de 10,2:1 para 11,8:1. O carro conta ainda com sistema HCSS, que aquece o combustível com resistências elétricas, eliminando o tanque auxiliar de gasolina para partidas a frio com etanol no tanque, e duplo variador de fase independente, com 60º de curso de atuação.

O duplo variador de fase, além de contribuir para o desempenho, consegue melhorar o consumo de combustível, já que reduz as perdas de bombeamento em cargas parciais de aceleração. Isso ocorre devido a três fatores: expansão total proporcionada pela abertura atrasada das válvulas de escape (comportamento do ciclo Atkinson); recirculação interna dos gases do motor (EGR) pelo fechamento atrasado das válvulas de escape; e fechamento atrasado das válvulas de aspiração (característica do ciclo Miller).

Quanto ao consumo, a Jeep fala em 8,1 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada com gasolina. Já a respeito do desempenho, o modelo consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos com etanol.

A linha dispõe ainda do 2.0 litros Multijet II turbodiesel, que rende 170 cv e 35,7 kgfm, com um câmbio automático de nove velocidades e tração nas quatro rodas, o mesmo conjunto já oferecido no crossover compacto Renegade e na picape Fiat Toro.

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Jeep Compass Flex 2017 – preços

Confira abaixo os preços das versões flex do Compass:

Jeep Compass Sport 2.0 Flex 2017: R$ 99.990
Jeep Compass Longitude 2.0 Flex 2017: R$ 106.990
Jeep Compass Limited 2.0 Flex 2017: R$ 124.990
Jeep Compass Opening Edition 2.0 Flex 2017: R$ 109.490

O SUV na versão Sport está disponível nas cores sólidas Branco Ambiente e Preto Shadow e metálicas Prata Melfi, Vermelho Tribal, Preto Carbon, Azul Pacific e Cinza Antique (R$ 1.500). Já o Longitude dispõe das mesmas tonalidades sólidas e metálicas, além da perolizada Branco Polar (R$ 2 mil). Por fim, o Limited oferece a cor sólida Preto Shadow, as metálicas Prata Melfi com teto preto, Vermelho Tribal com teto preto, Preto Carbon, Azul Pacific com teto preto, Cinza Antique com teto preto e Branco Ambiente com teto preto (R$ 1.500) e a perolizada Branco Polar com teto preto (R$ 2 mil.

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Jeep Compass Flex 2017 – revisões

Confira os planos de manutenção para as versões flex do Jeep Compass 2017:

12.000 km (R$ 447): elemento filtrante do filtro de óleo, filtro de combustível, elemento filtrante do filtro de ar e óleo do motor;
24.000 km (R$ 743): elemento filtrante do filtro de óleo, filtro de combustível, elemento filtrante do filtro de ar e óleo do motor;
36.000 km (R$ 823): elemento filtrante do filtro de óleo, filtro de combustível, elemento filtrante do filtro de ar, fluído de freios (ou a cada dois anos) e óleo do motor;
48.000 km (R$ 763): elemento filtrante do filtro de óleo, filtro de combustível, elemento filtrante do filtro de ar e óleo do motor;
60.000 km (R$ 1.440): elemento filtrante do filtro de óleo, filtro de combustível, elemento filtrante do filtro de ar, vela de ignição, correia de transmissão e óleo do motor.

(mão de obra inclusa)

Jeep Compass Flex 2017 – ficha técnica

Motor2.0L Tigershark
CacterísticasCilindros4 em linha
Posiçãotransversal dianteiro
Cilindrada total / unitária1.995 cm³
Diâmetro x Curso88 x 82 mm
Ciclo -­ TemposOtto -­ 4
Taxa de compressão11,8:1
AspiraçãoNatural
PerformanceGasolina E22
Potência máxima159 cv a 6.200 rpm
Torque máximo19,9 kgfm a 4.000 rpm
Etanol 100%
Potência máxima166 cv a 6.200 rpm
Torque máximo20,5 kgfm a 4.000 rpm
DistribuiçãoNúmero de válvulas por cilindro04
Eixo comando de válvulas02 no cabeçote
IgniçãoTipoEletrônicadigital incorporada ao sistema de injeção
FabricanteContinental GPEC 2
AlimentaçãoInjeção eletrônicaContinental GPEC 2
TransmissãoTraçãoDianteira
CâmbioNúmero de marchas6 à frente e 1 à ré
DiferencialPosiçãoIncorporado a caixa de câmbio
Grupo de reduçãoCoroa e pinhão com dentes cilíndricos helicoidais
Relação de redução (final)4,316
FreiosComandoHidráulico c/ comando a pedal ABS/ESC de série
Rodas anterioresSistemaA disco ventilado, com pinça flutuante e um cilindro de comando por cada roda
Diâmetro x espessura do disco305 x 28 mm
SistemaA disco ventilado, com pinça flutuante e um cilindro de comando por cada roda
Diâmetro x espessura do disco278 x 12 mm
Corretora de FrenagemCorretora eletrônica – EBD
DireçãoSistemaPinhão e cremalheira com assistência elétrica progressiva
Coluna de direçãoArticulada com juntas universais com regulagem de altura e profundidade
Diâmetro mínimo de giro11,3 m
SuspensõesDianteira
TipoMcPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores
com geometria triangular e barra estabilizadora
AmortecedoresHidráulicos e pressurizados
Elemento elásticoMola helicoidal
Traseira
TipoMcPherson com rodas independentes, links transversais/laterais e barra
estabilizadora
AmortecedoresHidráulicos e pressurizados
Elemento elásticoMola helicoidal
Rodas7Jx 18″ – liga de alumínio
Pneus225/60 R17
MedidasComprimento4.416 mm
Largura da carroceria1.819 mm
Largura entre retrovisores2.033 mm
Altura1.635 mm
Distância entre-eixos2.636 mm
Bitola dianteira1.540 mm
Bitola traseira1.540 mm
Ângulo de entrada15,8º
Ângulo de saída30,8º
Ângulo de rampa21,8º
Altura mínima do solo206,8 mm
Porta-malas com banco traseiro em posição normal410 litros
Porta-malas com banco traseiro rebatido1.191 litros
ReservatóriosTanque de combustível60 litros (incluindo reserva de 8 L)
PesoEm ordem de marcha1.527 kg
Capacidade de carga (5 pessoas + 50 Kg)400 kg
Carga máxima rebocável (Kg) Reboque sem freio400 kg

Galeria de fotos do Jeep Compass Flex 2017

 

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  • Rodrigo

    O motor Flex parece adequado. Belo carro! Essa versão “Opening Edition” parece ser uma ótima opção.

    • Luis LC

      Pelo consumo…parece não….eita bicho pesado

      • Paulo Lustosa

        Os concorrentes todos pesam nessa casa pra mais

        • th!nk.t4nk

          Pra sermos honestos, o Compass na realidade está bem leve. Fizeram um bom trabalho na plataforma desse carro.

      • Rodrigo

        Luis, o Compass pesa 1.527 contra 1.376 de um Bravo… 151 kg a mais me parece bem razoável considerando o porte e a proposta do Jeep!

        • Luis LC

          O peso de um CRV EXL/16 (4X4) com potência/torque semelhantes e tamanho maior e que muitos não consideram adequado. Acho apenas que esse motor ficou muito justo pelo que se esperava do Tigershark 2.0

        • Bruno_O

          Outlander tem 20cm a mais de comprimento e 7 lugares pesando 27kg a menos na versao 4×4 com motor (maior) 2.4. Forester tambem 4×4 e 2.5 pesa 1488kg. Ou seja, esse Compass, assim como o Renegade, eh sim pesado demais pra um SUV compacto 2.0 e 4×2.
          Extrairam uma bela potencia desse motor, to achando que o preco sera no consumo elevado.

        • Mario

          Pode aparecer alguma diferença, quando o usuário colocar 5 pessoas, mais bagagens, papagaio, bicicleta, etc… No Bravo mal cabem 4 pessoas.

      • Marcus

        Pois é, achei péssimo o consumo. 10 Km/L na estrada, em pleno 2016, é uma marca decepcionante.

        • Na Moral!

          Com um velho motor 2.0 tambem, nao da pra exigir mt.
          Nos tempos atuais, carros como esse tem sim que ter uma turbina e no maximo 1.6 de litragem, pelo porte do carro.

          • visanpai

            Se tivesse injeção direta…

        • Marcus

          Não podemos comparar aferições de entidades diferentes, pois cada uma tem sua metodologia. Só podemos comparar números dentro do mesmo método. Ex: inmetro X inmetro, 4R X 4R, etc. Senão você compara banana com laranja. Desta forma, se o carro X pelo inmetro faz 10 km/l e o Y faz 12 segundo a mesma metodologia, você pode ter 99% de certeza que no seu dia a dia o segundo tb será mais econômico, independentemente da variação entre os métodos.

        • th!nk.t4nk

          Tem que comparar nas mesmas condiçoes com os concorrentes. Tecnicamente não é pra ser pior não. Mas claro, um motor menor turbo aí ajudaria bastante, o problema é que o povo teria preconceito.

          • Marcus

            Aí é que está. A galera está se balizando em ix35, ASX e afins, que já estão ultrapassados. Pra um modelo recém projetado isso foi falta de visão. Olha só a Tracker, que já virá “downsized”, e provavelmente a nova Eco (ainda que em uma categoria inferior) deverá ter pelo menos 1 versão com seu Ecoboost. Nessa faixa de preço do Compass o preconceito é muito menor, pois os compradores tendem a ser mais instruídos. Haja vista os alemães, num patamar um pouco mais acima: são todos turbinados e muito mais econômicos. E olha que são projetos bem mais antigos.

            • Luis LC

              Nessa lista pode incluir o Vitara 1.4 turbo, que além do bom motor tem um monobloco bem leve.

    • what_the_hell??

      Como vc acha a versão Opening Edition boa se ainda nem divulgaram os equipamentos dela?? Visse em alguma outra notícia?

      • Rodrigo

        Sim, eu li em algum outro lugar que essa Opening Edition seria Longitude + Pacote Premium

    • GPE

      Esse motor vai ficar tão ou mais chocho que o 2.0 da CRV. Esses 10,6s sao ilusórios. Um Civic da geração anterior pesa 220kg a menos, tem potencia e torque semelhantes, pneus mais finos e é mais aerodinâmico e faz 0 a 100 entre 9,8 e 10,1s. Aposte ai em algo entre 12 e 12,5s.

      Pense num motor pra beber. Péssimos dados de consumo. O que ele faz na estrada um Cruze turbo faz na cidade

      • Matthew

        Não tem milagre no segmento dos SUVs. Tudo nele vai diametralmente contra o baixo consumo de combustível: peso elevado, área frontal grande, centro de gravidade elevado etc. Quem quer desempenho melhor com baixo consumo tem que comprar um sedã médio. Ainda assim acho que este motor está adequado à proposta do Compass e está anos-luz à frente do E-Torq 1.8.

        • Marcus

          O fato de ser SUV não implica necessariamente em alto consumo. Tem toda a turma dos turbinados com consumo excelente e desempenho muito acima da média. Em breve teremos também a Tracker com seu novo 1.4, que certamente fará acima de 12 Kml/l (considerando que o Cruze faz 14). Sem contar Q3 e afins, que mandam lembranças no quesito desempenho e consumo franciscano.

          • Matthew

            Mas foi como você mesmo disse. Tudo o mais constante, um SUV sempre implicará em consumo necessariamente mais alto. Se a Tracker vier com a mesma calibração do Cruze isso será bem nítido. Do ponto de vista estritamente técnico da engenharia, SUV é uma jabuticaba por definição, desde os primórdios, quando eram montados sobre chassis de picape. O visual era bonito, tinha um grande espaço interno e era um veículo extremamente robusto. Até a galera descobrir que o arranjo de suspensão traseira projetada pra carregar carga comprometia o conforto de quem rodava atrás. Comportamento dinâmico idem. Então os caras têm de equacionar a manutenção da robustez esperada de um SUV, com conforto e comportamento dinâmico de um carro de passeio normal, e, agora, além disso tudo, o pessoal tá querendo consumo de carro compacto.
            Por fim, esses valores divulgados por testes de imprensa são bem irreais. O Audi A3 sedã 1.4 foi avaliado por 30 dias pelo Autoentusiastas e está na frota de longa duração da 4 patas. Em nenhuma das publicações o consumo médio fica perto de 12 km/l. Em situações de cidade o consumo despenca pra 8~9 km/l. Só na pista mesmo andando pianinho que chega nos 14~15 km/l.

      • th!nk.t4nk

        Mas comparar com um sedã bem aerodinâmico não tem lógica. Sim, vai ficar na média dos outros SUVs de mesmo porte. Não tem milagre.

        • GPE

          Sei q nao deve se fazer esse tipo de comparação. Apenas mencionei p deixar clara a ineficiencia desse motor do Compass. A título de comparação, no INMETRO, a CR-V faz 9,2 e 11,5 na gasolina (cidade/Estrada) e é um carro de motorização e peso similares

  • fschulz84

    Mas custava colocar mais pelo menos duas bolsinhas infláveis de série nos modelos de entrada e intermediário?

    • Raimundo A.

      Custa, sim, pois o preço está lá nos opcionais com outros elementos. Na Europa, há o Renegade com o super 1.6 E-torQ gasolina com menos de 120cv e câmbio manual. Ele tem sete air bags, mas a oferta desde do básico tem o seu preço: motor para nós inadequado. Aqui, enfiaram o 1.8 MT5/AT6 e o povo continua criticando a mecânica, mas se a temos e a legislação também não obriga, como ter um CMM é muito mais interessante, mais air bags só para quem de fato dá valor e pague por isso.

      Eu poderia questionar porque um MB GLA não tem DRL de led na versão básica ao invés de LED com xenon nas mais caras. Isso não é muito relevante numa marca premium que tem que ofertar mais segurança, construção e acabamento. O Jeep não é premium e estamos num país que mais segurança só por força de lei. Os concorrentes fazem o mesmo nas versões mais em conta.

      Outro site diz que o New Tucson virá com motor turbo, DCT7 e bem equipado, mas preços acima de R$ 130mil. É preço para você equipar o Compass ou até comprar a mecânica a diesel com 4×4 AT9.

      • Ernesto

        Pelo menos a versão intermediária, Longitude, poderia vir com mais dois air bags.

    • Edson Fernandes

      Custa! Tudo é muito “caro” pra eles!

      Porque segurança que importa é zero!

      • Raimundo A.

        Quem se importa com a segurança deveria ser a primeira pergunta. Eu vejo gente com carro bom sem usar o cinto. Air bag sem cinto causa danos e não livra da morte se o impacto for forte, porque a pessoa vai sair voando do veículo, quando não colidir com algo dentro por está solta.

        Ás vezes, penso que, por concorrência com alguns produtos que tem como padrão a segurança, outro fabricante oferece mais equipamentos, e isso se vê na top do Compass. Não parece exigência do consumidor que paga caro estando ou não no pacote vide Corolla vendendo horrores sem ESP e estando fazendo exigências para ter? Quem parece cobrar somos nós e críticos do segmento, mas o cliente em si tenho minhas dúvidas.

        Outra, é raro ofertar mais e cobrar menos ou mesmo manter o preço. A BMW esta semana atualizou equipamentos de alguns produtos mas com isso veio o preço novo. Entregar mais e cobrar por isso é o mais comum e ainda vivemos outros problemas do tipo encarece e reduz a oferta de elementos que até ajudam na segurança. O Clio tinha os bons repetidores de seta, mas tiraram. O Ka, que virou produto global, aqui não tem, mas na Europa tem logo dois repetidores, na carroceria e no retrovisor.

        Ofereça um CMM grandona e bacana e o carro para a maioria sobe de status. Ofertar mais itens de segurança, só se for obrigado por questões de concorrência, houver necessidade. Quem realmente precisa, pague pelo opcional ou pague caro por aqueles veículos que já os tem de série.

        • Matthew

          Eu não sei em que mundo o pessoal daqui do fórum vive onde todos parecem ter carros de alta estirpe e bem equipados. Maioria da população só tem acesso a carros usados que nem Air Bag e ABS tem. Quando consegue comprar um zero km, é pouco mais do que a legislação exige. Por mais que o Compass só venha com duplo Air Bag, é infinitamente mais seguro do que um Fiesta com 7.
          Concordo com você que os repetidores laterais de luzes são uma economia porca e deveriam ser obrigatórios assim como o ABS e o AB2.

          • Paulo

            Interessante sua colocação velho. Também percebo o fato de parece a grande maioria aqui do site dispõe de recursos financeiros para aquisição de um carro nos moldes dos críticos de comentário. Quando na realidade boa parte da população nem consulta sites para aquisição de um carro – e quando sim, não tem condições e/ou vontade de adquirir um carro.

            • Matthew

              Não digo nem a população em geral. O próprio pessoal que comenta aqui e fica cantando bola alta, deve ter uns carros normais. Só os que realmente têm carros de razoáveis pra bom, tipo o Fluence do Edson Fernandes é que falam a real. O resto fica de boa. Mas fico surpreso como mal lançaram o carro, ninguém viu ou dirigiu ainda, o cara já mete a banca aqui: “eu ia comprar esse carro, mas como ele é só 2.0 vou comprar a Tiguan”.

        • Edson Fernandes

          Isso quando o produto possuir tal opção de air bags laterais e cortina… pois nem isso por vezes ele oferta.

  • Marcus

    Em plena época do downsizing a FCA vai seguindo na contramão. Estamos praticamente em 2017 e esse carro me faz apenas 10 Km/l na estrada… Péssimo consumo. Tinha cogitado comprá-lo, mas desisti completamente.

    • Raimundo A.

      Para outros mercados que não exigem o flex e há um custo maior para tornar flex um motor turbo, vide o 1.0 Ecoboost da Ford que não é flex, nem o 1.5 T do New Civic, além do Jetta TSI 2.0 também, etc, deverão usar o 1.4 T-Jet MultiAir 2 de 170cv e uns 25kgmf de torque ofertado no Renegade com 4×4 AT9.

      Se o Multijet e os Tigershark são importados, o segundo que é aspirado é mais em conta tornar flex, até porque a Fiat está com os Firefly que serão a nova base de motores downsizing. Estes, sim, com tecnologias como a injeção direta nos turbo permitirá criar flex mais eficiente.

      Lembro do 1.0 Turbo do HB20 que não tem injeção direta e por isso perde em eficiência sobre os que disponibilizam tal tecnologia. Ofertar o T-Jet atual sem ser flex num mercado que é incentivado a ter isso não traria grandes avanços até porque o T-Jet sem MultiAir no Punto e Bravo não era tão econômico assim. O MultiAir 2 não faz milagre, e o T-Jet continuaria sendo importado.

      • Marcus

        Independentemente de tudo o que você falou, a FCA dormiu no ponto. Fato. A essa altura do campeonato não ter um turbo flex downsized é uma falha grave, não importando se a marca X também não tenha. Ela precisava de um diferencial pra chegar arrebentando, o que não foi o caso. Quanto ao Firefly, idem. Demoraram horrores pra lançá-lo, ficando com motores datados por muito tempo no mercado. Todas essas falhas resultaram nisso: um carro aparentemente muito sólido e de ótima construção (como todo Jeep), mas com um 2.0 de baixo rendimento e alto consumo, muito atrás do seu tempo e da tendência mundial.

        • Raimundo A.

          Arrebentar em quê? O Renegade é melhor montado e com equipamentos interessantes. Claro, peca o motor 1.8, mas vendo Kicks com 1.6, Captur em breve com 1.6 CVT também, dá conta do recado, e arrebentou ao ofertar o motor a diesel que outros fabricantes tem no exterior e não ofertam aqui talvez porque não consigam como a Jeep consegue convencer o 4×4 diesel como elemento redutor de marcha.
          Aí, vem o Compass com mecânica que os concorrentes diretos ix35, Sportage, RAV4, CRV tem que são motor aspirado aqui. Cadê o downsizing neles? Mais uma vez, oferta o motor a diesel também não ofertado pelos concorrentes que terá condições de concorrer com veículos premium com motores a gasolina, nestes, sim, downsizing.

          Como disse, motor turbo sem ser flex deverá ter, mas aqui não, e o mais próximo disso é o Tiguan que já mudou de geração lá fora e acaba de ganhar o TSI 1.4 com 150cv com preço que dá para comprar o Longitude do Compass e por equipamentos.
          Lançar motor novo não acho que seja do dia para a noite, e mais refinados ainda é preciso ter justificativa.

          Na Europa, onde a Fiat tem o T-Jet em larga escala, e também o exporta para outros países, tem atendido as normas Euro 6, mas comparado a outros fabricantes, precisa evoluir e com isso estão desenvolvendo os Firefly. Poderia ter sido antes? Talvez? Tem fabricante a bastante tempo usando injeção direta em motor turbo e até já estão mudando de geração. Porém, é preciso justificativas como produtos para investir pesado em ambos e se para a FCA no exterior o que tinha atendia, apressar não seria uma justificativa até pensando nos mercados que atua. Nós ainda temos pouca oferta de motores downsizing, e alguns não são flex e poderiam, porque a Ford teve tempo para isso como a Honda também. Outra é que você investe num motor para ser flex mas pensa em colocá-lo numa versão topo de linha que vai vender pouco, então será que compensa de imediato investir mais para virar flex e ter uma mínima redução de imposto num produto com preço muito alto? Será que os donos de veículos mais caros e até com alguns premium flex abastassem mesmo com etanol?
          Cada marca tem o seu tempo para ofertar as coisas e isso vai das necessidades do mercado, obrigações legais, etc.
          Tendência mundial soa estranho, pois há mais de uma década, tivemos Gol 1.0 16V Turbo, EcoSport 1.0 Supercharger, Uno Turbo, etc. Eram propostas mais esportivas que voltados para eficiência energética. Se o povo daqui fosse tão entendido como os europeus, políticos também, aqueles turbo que viraram mico ou coisa de entusiastas eram para ter sido melhorados e, talvez, estivéssemos em condições próximas ao que vemos na Europa.
          Mas não! Os dowsizing aqui ainda continuam com apelo esportivo, exceto no UP. Se eu dependendo de importar um motor ficando caro, teria que investir sem retorno garantido numa aprimoramento mecânico para se destacar dos outros que não estão fazendo o mesmo, a legislação não força mais, então só vou ofertar se tiver retorno, obrigatoriedade e atender a demanda em larga escala.
          É fácil para a BMW e a MB importarem os motores turbo dos montados aqui com alguns ajustes para serem flex. Tinham os requisitos para facilitar a conversão. A FCA, tardiamente, no T-Jet não tem, e ela sabia disso porque testou aqui o T-Jet 100% etanol e num relatório disse que para esse combustível é necessário tecnologias mais eficientes, que só vão aparecer na nova geração de motores que será global e não local.
          Por fim, atraso por atraso, vários fabricantes demoraram a investir pesado no segmento de suvs compactos. A VW, que o diga, ainda vai lançar o seu, então tendência por tendência, deveria ter se adiantado bastante, porque aqui onde a Ford começou a explorar com êxito, ela via as vendas altas do produto e nada fez. Aliás, fez, gambiarra como outras: variações aventureiras de produtos disponíveis vide CrossFox e SpaceCross.
          Se eu criticar tudo, não escapa ninguém.

          • Marcus

            Putz cara, mandou uma dissertação de 50 páginas… Vale uma resumida. Resumindo aqui do meu lado, eu prezo por eficiência energética. Devo ir de Q3 mesmo, ou algum outro turbo econômico. O fato de CR-V e ix35 também terem motores aspirados (e gastões) não são justificativa pra mim. Mas cada um com sua escolha.

        • Thiago Maia

          O redimento não será problema, e sim, o consumo

          Mas o antigo Sportage também é beberrão. Esse novo, parece que melhorou bastante, mas está bem mais $algado

          • Raimundo A.

            Rendimento está influenciado pelo consumo. Não adianta eu ter um veículo que se move rápido se consume muito para fazer isso. O rendimento será melhor justamente se ele fizer o primeiro consumindo menos combustível.

            • Marcus

              Perfeito!

  • Jean Lehn

    Esse carro vai destruir com a IX35 e Sportage ta ,muito barato comparado a atual situação em que estão os preços e outra e um JEEP carrega status , eu compraria de boa sem duvidas!

    • what_the_hell??

      Tb achei os preços/equipamentos bem interessante em relação à concorrência! E o meu mero era o desempenho, mas pelos números divulgados até que está aceitável (10.6 no 0 a 100). Pena q o consumo deve ser bem ruim mesmo!

      E prefiro poder pagar 3mil a mais para ter os airbags adicionais, do que não ter essa opção, ou ter apenas em versões bem mais caras!
      Se fosse comprar, eu iria na versão Longitude, com pack segurança e o premium. O carro sairia por 113.500 com um bom pacote de segurança, bancos em couro etc.

    • Na Moral!

      Status de imbecil que se acha…

      • Jean Lehn

        Começando pelo que comentou !

    • Rodrigo Alves Buriti

      Não consigo ver “status” em carro nenhum, estou de olho num Compass Diesel pois é o que melhor atende ao que procuro num carro atualmente e ele tem o que preciso.

      Sério que tem “status”?

      • Jean Lehn

        Vou perder meu precisado tempo lhe respondendo tá amiguinho IRÔNICO Status sim acima de um
        Honda e Toyota e abaixo de um BMW e Mercedes entendeu ?

        • Rodrigo Alves Buriti

          Tranquilo, não foi ironia….. quem vive de aparência/”status” é coisa de pensamento pequeno mesmo, só vejo isso no “Huezil”. Honda e Toyota, Nissan também possuem carros bons, fique com sua BMW série 3 de status que fico com um Nissan GTR ou Honda NSX para curtir um bom carro.

          Afinal, como você disse….BMW > Honda….ou Nissan…

          • Jean Lehn

            Por gentinha como você , que as coisas estão como estão ! Fui

            • Rodrigo Alves Buriti

              Calma rapaz……. as aparências enganam. Não precisa degredir ninguém sem antes conhecer, afinal, quem você ver na rua com um Fiat Punto na rua e taxar de “coitado” pode ter uma MB pros finais de semana ou divesão e você nem imagina pois essa pessoa não liga para…”status” (ou, como vejo em você, se amostrar pros vizinhos)
              Quer exemplos? Eu tenho alguns.

    • Ricardo

      Status, ostentação… pra mim isso é pobreza de espírito.

      • Jean Lehn

        Explica isso para as pessoas que compraram
        Na pra mim !

    • Bruno_O

      Status num Jeep? Se ainda fosse um Wrangler va la, agora nisso ai so na bananalandia mesmo

      • Jean Lehn

        Queria ou não queira amigo pobre não pode ter um Jeep No Brasil e logo e Status Ter um , eu não tenho e no máximo que teria seria um Renegade dentro de minhas possibilidades

        • Bruno_O

          Sim, eh status pra quem nao entende de carro ou nao conhece da realidade fora do pais. Jeep eh tao premium quanto um Hyundai ou um Fiat.

    • Louis

      Faz tempo que eu não me empolgava com algum lançamento, com este a FCA está de parabéns.

  • Daniel

    Pelo peso do carro acho difícil ter um consumo aceitável… em condições normais do dia-a-dia, com gasolina, chuto uns 7,5km/l na cidade no máximo, ao contrário dos 8,1 divulgados. Também notei umas coisas bizarras na versão de entrada, considerando ser um carro de quase 100k: airbags apenas frontais e maçanetas e retrovisores sem pintura (tipo carro 1.0 em versão básica)…

    • what_the_hell??

      A concorrência oferece múltiplos airbags na versão básica?

      • Daniel

        Eu não estava comparando com a concorrência, só penso que um lançamento de 100k que tem só 2 airbags é bem estranho. Mas já que você mencionou, há carros inclusive de categorias inferiores que oferecem mais de 2 airbags. Pesquise aqui no NA mesmo que você vai encontrar.

        • Raimundo A.

          Isso não é comparação também, meu caro. Se é válido um concorrente de categoria abaixo na versão topo de linha com mais equipamentos, então vamos criticar porque alguns produtos de marcas premium até a pouco tempo ou ainda ocorre, com preço acima dos R$ 100mil não tinham/tem simples sensor de estacionamento traseiro e o DRL não é de LED, moda do momento.

          • Daniel

            Veja, não estou desmerecendo o produto por ter apenas airbag duplo, só estou dizendo que é estranho um carro de 100 mil, recém-lançado não ter algo que alguns carros de categoria inferior oferecem. Isso seria item decisivo na compra de um carro no qual eu transportaria minha família. Há certos quesitos em lançamentos onde se espera uma obvia EVOLUÇÃO, como seria o caso dos múltiplos airbags… e isso não ocorreu no Compass. É o típico caso de “se a legislação pede só 2, vamos oferecer só 2 ué”.

      • Ernesto

        Mas a versão intermediária, Longitude, deveria vir com pelo menos mais dois air bags.

    • GPE

      O consumo desse carro na cidade vai ficar entre 6 e 7 na gasolina. Tem como fazer milagre nao. Mt peso, motor de concepção simples, pouco torque e pneus largos

      • BrPb

        Com 5 adultos e bagagem completa andando a 120 por hora, a Freelander 2 fez 7 na estrada! Na cidade fazia 5. O Edge fazia 5 na cidade também.

        Mas eram duas máquinas. Quando o carro oferece muita coisa e muito desempenho, a gente até aceita o consumo…

        Motor turbo faz diferença: Q3 1.4 faz 10.7 na cidade, segundo o inmetro. Contra os 8.1 do Compass.

        • GPE

          Uma senhora diferença

    • Rick76

      Tive um ASX TOP. Consumo cidade 6.8 e estrada 9.5. Motor igual mas bebe só gasolina. Creio que o Compass vai ser pior por ter virado flex.

      • Matthew

        Cara, cheguei a conclusão que discutir consumo de carro é a maior besteira que tem. Há pessoas que dizem que faz 16 km/l na cidade com Sandero, outras que falam que o Versa faz 13 km/l de etanol no circuito misto etc. Aí quando você vai dividir os custos da viagem em um desses carros que os caras falam que é super econômico, colocam 10 km/l de gasolina como valor de referência. Meu carro mesmo não passa de 8 km/l na cidade com álcool e 10 lm/l na gasolina.

  • CAsteinbach

    Uma coisa que eu nunca vou entender é, por que a frente dos carros flex da Jeep têm a frente tão baixa.
    Por que não deixar a mesma frente das versões a diesel?

    • Luis LC

      Sim, angulo de 15 graus de entrada é osso

    • KVF

      P/ obrigar o sujeito a comprar a versão diesel se não quiser raspar a frente toda hora…

      • Raimundo A.

        Então vamos reclamar de outros fabricantes também nas suas versões off-road ou com apelo.

    • Luan Moro Vargas

      Redução elevado consumo dos motores flex? Não necessidade de um bom ângulo de ataque para o público alvo das versões flex??

      • CAsteinbach

        Pode até não ser uma necessidade, mas é algo muito conveniente no dia-a-dia (pelo menos para mim) ao se passar em lombadas e subir em rampas. Principalmente por se tratar de um SUV/crossover…

      • Luis LC

        No fundo vc tem razão. Esse tipo de carro não serve pra nada!! Como discutido acima, só pra gastar mas gasosa. KKKKKK

        • Rodrigo Alves Buriti

          E pras madames fazerem compras no supermercado, não esqueça disso kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • zeh

    …preços de uma nova era…reinarão carros usados e carros novos serão pra poucos…

    • Raimundo A.

      De fato.

    • Marcus

      Os usados só reinarão se tiver antes quem compre os novos! Se poucos comprarem, nem os usados reinarão.

      • Tosoobservando

        TEm milhões de usados, não acaba tao facil, Cuba ta ae ha mais de 50 anos e tem os mesmos carros kkk

    • Matthew

      A julgar pelos comentários do pessoa daqui do fórum, acho que estamos bem longe disso. Uns 5 caras já falaram que vão comprar o Compass ou algo do mesmo valor.

  • Lucas086

    A Fca acerta mais uma vez. Vem para acabar com Ix35 e Sportage, a Longitude com o kit segurança já está de bom tamanho.

  • Ainnem Agon

    O quê é um “elemento filtrante do filtro de óleo”? É o filtro do filtro?

    • GPE

      Filtro de óleo. Ou entao o refil do filtro de óleo

    • Edson Fernandes

      Sim…rs

    • arzanette

      e uma camisinha kkkkkk

  • Fanjos
    • what_the_hell??

      Onde foi isso, Fanjos? O teto do renegade, pela foto, parece q não resistiu bem ao impacto! Qto aos Compass: lavô-tá-novo! :)))

      • Fanjos

        O Renegade só arranhou um pouquinho, nada que um ColorCote® não resolva =D

        Fonte da imagem: Whatsapp

    • Junin Souza

      eita pora deu aguia geral !!!

    • Rodrigo

      Rapaz… que tristeza!

  • what_the_hell??

    Eu achei o 0 a 100 em 10,6 bem aceitável dentro da realidade desse segmento. Algum dos concorrentes faz em menos? No lançamento eu pensei que esse seria o problema do carro.
    O consumo é que realmente não vai animar ninguém! Vamos aguardar os números do Inmetro. Se o Inmetro disser que faz 8,1 na cidade, é pq ninguém vai conseguir fazer nem 7!

    • GPE

      Nao vai fazer nem ladeira abaixo. Bote 12s aí. Civic da versao anterior faz em entre 9,8 e 10s e tem quase mesmo torque e potência, 220kg a menos, pneus mais finos e aerodinâmica melhor

    • Fabrício Sanches

      Na verdade, ao contrário né, se o Inmetro disser que faz os 8,1, pode ter certeza que dá pra fazer melhor, até porque o órgão não tem divulgado números tão otimistas nas suas avaliações. Dê uma olhada em outros lançamentos, até aqui mesmo no N.A., nos números divulgados pelo Inmetro, sempre quando vão testar estão conseguindo números melhores de consumo. Na Europa é que divulgam números otimistas demais, dê uma olhada aí que tem matérias falando sobre isso.

  • Gran RS 78

    Gostei demais desse Novo Compass, especialmente no visual, que lembra o Grand Cherooke e pelo nível de acabamento acima da média do segmento. Coitados dos IX35, Sportage, CRV, Rav4 e Novo Tucson, pois acho que teremos o novo líder dos suvs médios do Brasil, especialmente se formos analisar os preços e itens de série.

    • what_the_hell??

      Dá pra incluir na lista tb a versão top do Hrv e o Tiguan! O último, entretanto, ganha em motor!

      • Gran RS 78

        Verdade. O HRV que se cuide, pois a versão completa custa 103 mil reais e não dá nem para comparar com esse Compass.

  • SAVEIRO CD
    • Rodrigo

      Eu vi esse quadro naquele blog falido dos milicianos da vw.
      Aguarde avaliação de verdade ou relato de proprietários, são mais confiáveis.

      • Marcus

        Realmente lá é um lugar tendencioso, mas todos os números são do inmetro. Então o comparativo é válido.

        • Rodrigo

          Ahh! Menos mal! Rsrs

      • SAVEIRO CD

        Esses dados são do inmetro.

    • Lucas086

      Achei na média dos concorrentes 2.0, pelo menos vai ser um carro bem construido e bom acabamento, que nem o Renegade.

      • SAVEIRO CD

        E também muitos compradores não ligam pra isso, vide o ix35 que também tem um consumo horrível é, e o atual líder do seguimento.

        • Lucas086

          Justo, nem pc de bordo tem, pros donos não se assustarem. Kkkk outro que bebe muito é o Asx Awd, a mãe de um amigo meu tem e bebe muuuuito, coisa de 5,5 km/l na cidade

      • Ernesto

        Na média dos 2.0 não, ele é o de pior consumo. Se fosse na média, estaria entre o pior e o melhor, não? Não desmerecendo o carro, só comentando sobre o que você escreveu.

        • Lucas086

          Na tabela que eu vi, ele perdi na cidade por 0,2 km e ganha de alguém na estrada por acho 0,4 km. Mas na vida real, estão todos empatados e tenho certeza que a Ix35 bebe mais, pq aquilo é uma draga.

          • Ernesto

            Veja a tabela que o colega SAVEIRO CD postou.
            No álcool perde de todos na cidade e empata somente com a ix35 na estrada. Na gasolina perde de todos na cidade e ganha somente da ix35 na estrada. Na média? Claro que não. Como disse, não estou desmerecendo o carro, mas que o consumo dele é elevado, sim, é elevado.

  • BrPb

    Só o tempo de o carro começar a aparecer nas ruas e nas garagens dos condomínios.

    Onde você nunca via um Nissan na rua, agora já vejo Kicks em toda esquina!

  • Elfo Safadão.

    Melhor pegar um Uber de 300C.

  • Ailton Junior

    A galera tá aliviada por não terem usado o 1.8 etorq, mas esse 2.0 Tiger ainda fica devendo, deveriam ter usado um motor Turbo Flex

  • arzanette

    E o maldito interior preto continua reinando….. custa oferecer uma cor diferente…….

    • Marcelo Ceno Dutra

      No Limited vai ter opção pelo bege. Podiam oferecer na linha inteira

  • João R

    Não existe BOM negócio comprando carro (isso é mundial), igual que não existe no Brasil veículo com preço “””barato”””, apenas produtos caros… e agora que a gente se encontra numa fase nova com encolhimento da economía, iremos começar a sentir carros com preços mais “””convidativos e em algúns casos de exepção, até qué com preço justo”””?!

    Com relação ao Compass 2017… visual atraente com uma proposta convidativa nos acabamentos, ao meu humilde ver, mais convidativa que os superfaturados Hyundai IX35, Kia Sportage, Honda CRV, BMW X1, e tal (esse tipo de propostas matam qualquer chinés que pretenda entrar nessa faxa de valores e se for experta até os coreanos). O único “”porem”” que eu vejo seria o motor que não acho manco, apenas JUSTO (160CV e 20kgfm de torque para um carro desse peso-porte), sem que isso venha envolver limitações para andar e correr nas estradas brasileiras, apenas falta de apelo esportivo que destaco não é ruim… só um extra que por exemplo os 35kgfm do diesel sim consegue nas retomadas.

    Resumo da ópera: Carro políticamente correto (nada a ver com aquela tralha-modelo antigo, versão pseudo clone de uma antiga Sportage que jamais empolgou a ninguém, nem nos acabamentos nem no visual externo). Esse novo modelo vejo que tem grande chance de ganhar marketshare, se a Jeep conseguir manter uma política de preços seria, coerente e com posvenda e manutenções competitiva. Depende dela mesma para seguir em frente e não dos folgados concorrentes.

  • DiMais

    povo criticando o motor 2.0 mas até dias atrás queria o 2.4 nele… vai entender!

  • Miguel

    Essa cor azul ficou linda! O branco também dá um ar imponente também. Gostei das rodas do longitude!

  • Antonio Castro

    Esse consumo já era esperado e dentro da média da categoria dos Crossvers 2.0 aspirados. Ou seja, continua com um custo-beneficio muito bom com esses preços. Para quem quer desempenho vai de versão diesel.

  • pedro

    Quero ver como anda esse flex, pra mim faz mais sentido, quero ver se não é amarrado.

  • Wald Queiroz

    Dei uma olhadinha no site da Jeep e o Compass possui três opções de motor: Gasolina, Diesel e Disel! https://uploads.disquscdn.com/images/a0bf8489e0edd9278c876a199ae8926bba15d9c80e61ed6252766152ed693713.jpg

    • Tosoobservando

      contrataram os kras que legendam gcs nas tvs closed caption escrevem tudo errado kkk

  • Vattt

    Hahaha, pra quem não curtia o jeito Jeep Wilys do Renegade tá ai a resposta. Esse ai vai pegar de jeito as versões mais caras do Honda HR-V., sem falar dos sem noção Spotage, ix35!!!

  • Monize Modas

    Lindo, acertarão dessa vez. Esse eu compro.

  • Leonel

    Muito mais interessante que um HR-V e muitos outros…

  • Louis

    Chegou para ser líder. Se continuar com esses preços, vai abalar a concorrência.

  • Lucas086

    Pior que todos da categoria são assim, Sportage custa quase 10 mil a mais e só tem 2 bags.

  • Paulo Martins

    Acho que ele tem muita presença, mas vou de HR-V, pra mim é o melhor nesta categoria de preço.

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