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Jeep Renegade 2019: turbinados 1.0 e 1.3 terão até 180 cavalos

Jeep Renegade 2019: turbinados 1.0 e 1.3 terão até 180 cavalos

No próximo dia 6 de junho, a FCA apresenta no Salão de Turim 2018 o Jeep Renegade 2019.


O SUV compacto da marca americana terá uma importante novidade para o mercado europeu, a nova família de motores GSE turbinados com unidades de três e quatro cilindros, sendo que o 1.0 MultiAir II Turbo entregará 120 cavalos de potência e 19,3 kgfm de torque. Além disso, de acordo com o fabricante, o utilitário esportivo terá ainda na versão 1.3 (de quatro cilindros) com 150 ou 180 cavalos, este último com 27,5 kgfm de torque.

Chamados internamente de T3 e T4, estes novos motores “MultiAir II Turbo” são versões mais poderosas de nossos conhecidos GSE Firefly, que dentro da FCA são chamados de N3 e N4, por serem naturalmente aspirados.

Com o mesmo diâmetro (70 mm) x curso (86,5 mm) dos motores usados pela Fiat aqui, os propulsores mais recentes terão taxa de compressão de 10,5:1 e tem como diferencial o uso de cabeçote de duplo comando de válvulas variável, além de injeção eletrônica indireta e turbocompressor com intercooler.


Jeep Renegade 2019: turbinados 1.0 e 1.3 terão até 180 cavalos

Os melhoramentos poderão fazer com que os novos “MultiAir II Turbo” tenham ciclos Miller e Atkinson, além de funcionar também com outros combustíveis, como gás natural e provavelmente etanol. Além disso, serão integrados aos sistemas micro-híbrido de 48 volts e plug-in.

A princípio, a alteração no grupo propulsor do Jeep Renegade na Europa muda completamente a oferta da gama atual, que inclui o 1.4 MultiAir Turbo com 140 ou 170 cavalos, além do brasileiro E.torQ Evo 1.6 com 110 cavalos, que provavelmente serão eliminados. Há também opções diesel Multijet II 1.6 com 95, 105 ou 120 cavalos, além do 2.0 de 140 ou 170 cavalos.

O 1.0 pesa 91 kg e o 1.3 tem 110 kg. Estes deverão ser integrados às caixas de câmbio manual de cinco ou seis marchas, além das automáticas de seis ou nove velocidades, bem como na de dupla embreagem TCT de seis marchas, movendo assim variantes de tração 4×2 ou 4×4.

Dessa forma, a tendência no Jeep Renegade 2019 será a redução de oferta de motores aspirados a gasolina e turbo diesel, que hoje representa a maior parte das opções.

Espera-se que a alteração mecânica seja estendida brevemente ao Compass, que pode se beneficiar do 1.3 MultiAir II Turbo com 150 e 180 cavalos, embora no âmbito da Europa, possa mesmo ostentar o 1.0 de 120 cavalos.

E aqui? O uso do motor 1.3 MultiAir Turbo de 150 cavalos faria um bem enorme ao Renegade nacional, que logo receberá as mesmas alterações de estilo que a Jeep vai implementar na Europa, onde até agora mostrou oficialmente somente a lanterna traseira atualizada.

O fim do uso do E.torQ Evo 1.8 será fundamental para que o produto tem vendas ainda melhores no mercado, podendo até mesmo ganhar a versão de 180 cavalos na Trailhawk e/ou Limited. Vamos aguardar.

Jeep Renegade 2019: turbinados 1.0 e 1.3 terão até 180 cavalos
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115 Comentários

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  • Vão corrigir o calcanhar de Aquiles do Renegade, o motor (flex), após melhorar um pouco o porta-malas, que era outra deficiência do veículo, ficando mais interessante, desde que não venha com aumentos abusivos. Só não gostei da injeção indireta.

  • Atenção para um fato: Estes dados são com gasolina. Com a adaptação nacional ao etanol, tais valores (potência e torque) mudarão. Então, o motor de 1L poderá alcançar cerca de 130 cv. Quanto ao 1,3L, não acredito que trarão a configuração mais potente de 180 cv. Assim, usarão a de 150 cv como base, e esta poderá render cerca de 160 cv com etanol. Naturalmente, é correto pensar que o Renegade ganhará o motor 1L com cerca de 130 cv e 20 kgfm, em substituição ao antigo 1,8L de 139 cv e 19,3 kgfm e o Compass ganhará o 1,3L com cerca de 160 cv e 25 kgfm, em substituição ao 2L de 166 cv e 20,5 kgfm. Ambos com menos potência máxima, porém com mais torque e melhor que isso, mais potência e torque em menores giros (rotação/rpm).
    Mas não consigo ver o 1,3L turbo no Cronos. No Argo, finalmente uma versão HGT decente (leia-se andadora), com cerca de 160 cv, que irá rivalizar com o 208 GT. Mas no Cronos? Ficará com motor de carro médio, mas é um sedan pequeno. Como a Fiat o posicionará? Vai se tornar um dilema como era o Linea (sedan menor vendido como médio)? O Virtus ao menos teve entre-eixos aumentado e é quase um médio, de fato. Dá para “enganar”, mas o Cronos, não! Penso que este novo motor, por melhor que seja, não será argumento para a venda de um sedan pequeno da Fiat por R$ 75.000,00 ou mais. No Linea Tjet vimos algo parecido. Ou melhor, não só na versão Tjet, mas o Linea não vendeu bem. Portanto, no Cronos, vejo apenas o 1L turbo de cerca de 130 cv (etanol) no lugar do 1,8L. Penso que a Fiat deverá substituí-lo e manter o preço para melhorar o argumento de vendas. E deverá ter sucesso.

  • Ótimo, que venham também pro Argo e Cronos. O 1.0T aqui sendo flex da pra chegar nos 125 CV e 21 kgfm de torque, seria o suficiente no lugar do 1.8 e-torq e o 1.3T no Argo HGT

  • Já viajei (sozinho) em dois Renegade 1.8 AT e parecia carro 1.0 com ar ligado e frouxo. Pelo amor de Deus com esse carro manco! Espero que agora melhore com esses propulsores.

    • Ridículo é o povo aqui só pensar em desempenho e pedir motor econômico, mas joga dinheiro fora queimando combustível com o veículo parado em estacionamento para usar o ar condicionado.
      Se na Europa, que é mais exigente que criaram a oferta do Renegade e 500X com o 1.6 E-torQ de 110cv, mesmo que não sejam os que vendem mais, aqui o Jeep parte de um motor 1.8, com mais 29cv, e só bebe mais porque é flex.

      Por isso aqui morrem tantos no trânsito. A maioria quer andar rápido. Incomoda ter um veículo caro com desempenho lerdo, só que tem consumidor que não tem pressa e acha suficiente a oferta.

      • E o que isso tem a ver? Agora se os Europeus começarem a comer m3rd4 vamos comer também? Fez uma salada de fruta… Velocidade não é sinônimo de perigo! No Brasil morre tanta gente por N motivos, o mais recorrente é por motoristas bêbados, caminhões em péssimo estado, péssima infraestrutura das rodovias e a falta de equipamentos de segurança! Nas Autobahn alemãs tem menos acidentes do que nas cidades. Como em uma discussão aqui nesse site em outra matéria, potencia é sim segurança e você verá o dia que viajar na BR, subir uma serra, de noite, chovendo e cercado por carretas e ter que colocar a 2 marcha em um carro 1.0.

        • Se velocidade não é sinônimo de perigo, então por que reduzem as mortes e gravidade dos acidentados ao reduzir limites de velocidade em vias?

          Caro, eu, quando estou no limite de velocidade de uma rodovia, 100km/h, perco a conta de quantos veículos passam por mim. Então se eu estou no limite, os demais estão excedendo. É potência para correr, usar desculpa de pressa, etc.

          Sim, um veículo com motor melhor reduz tempos de ultrapassagens dando uma sensação de segurança, mas ajuda também uma boa parcela ultrapassar em locais proibidos porque não quer esperar atrás de carretas, ônibus, chegar ao local permitido, nem ter uma bom distância de segurança do veículo em sentido contrário, como também quer ultrapassar vários veículos de uma só vez.

          Com certeza, infraestrutura influência, mas respeito as regras de trânsito mais ainda. A maioria dos que vejo em rodovias, seja com veículo potente ou fraco, transgride os limites da via, seja este boa ou ruim, e se fosse boa, canso de escutar gente dizendo que tira x tempo pegando aquela rodovia duplicada, cujo limite na região é 100km/h, mas ciente do tempo divulgado e distância percorrida, claramente o cara vai acima dos 120km/h.

          Por isso, eu torço pela instalação de radares que fazem a média de velocidade. Vão acabar com boquinha de muita gente que diz respeitar as regras onde há radares normais, mas o resto do trajeto vai além do limite.

          • Meu…Nunca li tanta baboseira! Em qual universo velocidade é sinônimo de perigo? Se velocidade fosse sinônimo de perigo, seria uma roleta russa voar de avião ou de trem bala, REPETINDO! Nas AutoBahn tem MENOS ACIDENTES do que nas CIDADES! Eu quando viajei para o RS peguei 160km/h sem o menor problema! Sabe qual foi o maior perigo? FECHADAS! Levei no total 4 fechadas, veículos que estavam na faixa da direita e mudaram para a da esquerda sem dar seta, sendo uma de carreta, e tinha um pneu no meio da pista! Me diz pq andar 120km/h em uma rodovia com dezenas de KM reto?

            Quem diz que velocidade mata, é o governo, que quer tirar a responsabilidade de construir rodovias, sinalização, normas decentes e equipamentos, é patético ver leis sobre equipamentos de segurança como o airbag sendo obrigatórios há décadas em outros países enquanto no Brasil faz apenas alguns anos, outro exemplo é o ESP que custa apenas 50 dólares, mas o governo não obriga. É igual a segurança, governo culpa as armas e a falta de escolas e não os criminosos.

            • Eu até entendo que muitas vias permitiriam uma velocidade maior, mas se vc está numa via de 120km/h e está a 160km/h por mais que essa permite, vc transgrediu o limite e tbm está errado.

              Eu não vou entrar no mérito citado por ti porque concordo contigo qto a não ser a velocidade a culpada da história. Mas é errado andar acima da velocidade da via é.

              • Aposto que tu não trafega nas vias de 40km/h a 40km/h, assim como nas de 30km/h a 30km/h, e isso é 99,9% das pessoas também não respeitam, mas ai quando se fala de BR o papo muda? Por exemplo, aqui em Curitiba, na BR o limite é 70km/h vai andar realmente nessa velocidade?

                • Pior que eu trafego…rs

                  Coloco no piloto automatico e vou embora. Aqui em SP , qdo se está em uma via livre, vc encontra outro “obstaculo”: Os radares.

                  Não tem para onde eu fugir. Para não dizer que não passo do limite, somente qdo eu preciso fazer uma ultrapassagem (bem sinalizada por sinal) e o condutor que está sendo ultrapassado parece ter um mal de não permitir que os demais ultrapassem. Situação ultima ocorrida com um Uno que acha que todo mundo está na estrada disputando corrida. Aí ultrapassei ele , depois abriram espaço e de 2 faixas viraram 3 e eu no limite da via (110km/h) fui para a direita onde então o Uno me ultrapassa e tira o pé (aí eu pego a esquerda e o ultrapasso novamente… e ele sossega o facho…rs)

                  Eu ando sim. As vezes é estressante vc ter uma via livre podendo ir acima, mas eu realmente seguro minha onda.

                  Na familia e comigo no passado eu já tive carta suspensa além de multa por ter pego o acostamento, hoje eu seguro a onda.

                  • Eu acelero quando a via permite, eu coloquei 160km/h em linha reta, aonde o maior risco era obstáculos na via e motoristas mudando de faixa sem sinalização correta, e o que tinha de carros mais rápidos que eu…Inclusive na volta da viagem fui ultrapassado por uma Land Rover Conversável Branca, cara vestido jeitão ator e bebendo, pareceu até cena de filme. Por isso e outros motivos vou comprar uma Câmera e colocar no carro.

                    • No meu caso eu realmente tenho respeitado todo tipo de limite. E ando no limite mesmo.

                      Só passo em situações bem especificas.

        • O 1.0 é turbo e não aspirado, logo esses 19 kg de torque já são entregues a 1500 rpm. Aqui no brasil certamente será flex e deve passar dos 20.5 kg de torque de mais de 125 cv, numa versão de entrada da Renegade e top de linha do Cronos e Argo são o suficientes

        • Claro que vi. São 120 cavalos de potência e 19,3 kgfm de torque, parecido com o que temos aqui no Polo. Ou seja, tem na gasolina o mesmo torque o que 1.8 aspirado tem no álcool, a diferença é que está disponível em rotação bem mais baixa e por uma faixa ampla, ao contrario dos aspirados, logo certamente números de aceleração melhores. Por ser 1.0, o consumo deve seguir na mesma linha. Lembrando que quando (se) esse motor virar flex, ainda terá ganhos de potencia e torque. Ainda é um motor mais leve. Acredito que seria um bom substituto para aquele 1.8 aspirado em qualquer carro.

    • Esse 1.0T com certeza vai andar mais e beber menos que o aatual 1.8 devido a curva de torque. Tem países que tem o Fusion 1.0 turbo e que atende bem pra proposta dele naquele valor.

    • Ele vai substituir o 1.6 de 110 cv europeu. Dificilmente vem pra substituir o 1.8 daqui, mesmo que consiga, já que o torque é maior e entregue mais cedo.

    • 120 cv num motor turbo costuma andar BEM mais que um atmosférico de 120 cv. Nao tem sentido comparar a cavalaria diretamente, quando se trata de motores de alimentaçao tão distinta. Provavelmente esse Renegade 1.0 deva fazer 0-100 km/h na casa dos 10-11 s, o que tá bom demais pra um SUV compacto na versao de entrada, focado em economia de combustível. Quem precisar de mais desempenho é só partir pras outras versoes.

  • Acho possível que o 1.3T equipe alguma versão do Renegade vendida aqui – mas sem o Multiar. Tenho dúvidas sobre a viabilidade deste motores na Toro. Mas em hipótese alguma estes motores chegarão aqui – pois o fator custo é imperante para os FIAT, vide o retorno dos motores Fire ao Uno.

    • O 1.0 deve ser adotado nos dois e o 1.3 no Argo HGT pra finalmente transforma-lo em esportivo, ainda mais que a VW vai lançar um Polo GTS com 1.4 TSi.

      • Acho que a FCA espera que o Argo seja competitivo apenas nas faixas de acesso e intermediárias assim deverá cuidar das versões 1.0 e 1.3 assim não devemos esperar algo mais sofisticado do que a versão HGT, que vende muito pouco – e mesmo esta versão continuará a contar apenas com o motor E.Torq enquanto este for produzi-lo pela FIAT. Poderiam até introduzir a versão 1.0T, mas ultimamente têm sido ciosa em manter os custos baixos, tanto que não tirará de linha o motor 1.0 Fire acho até que manterá o 1.4 na Strada e no Fiorino ainda por tem por tempo indeterminado.

  • Interessante a relação diâmetro/curso desses Firefly, com curso bem longo: 70 x 86,5 mm (d/c=0,809). os VW 1.4 Turbo tem 76,5 mm x 75,6 mm (d/c=1,01). Com curso longo, há maior eficiência térmica e mais atrito em rotações elevadas.

  • Eu não sei…
    3 cilindros…
    turbo…
    180CVs…
    Quando começarem a estourar… huuuuummmm….
    Claro que eles devem ter cuidado, mas sei lá… acho uma cavalaria muito alta para um 1.3 de 3 cilindros.

    • “o utilitário esportivo terá ainda na versão 1.3 (de quatro cilindros) com 150 ou 180 cavalos, este último com 27,5 kgfm de torque.”
      Aonde que tu viu 3 cilindros? É o mesmo 1.3 firefly com 4 cilindros a base

      • Não aqui… mas já li em outro lugar em um site de fora.
        Eles estão em dúvida se será 4 ou 3 cilindros turbo por causa do motor do VIrtus e eles não querem ficar para trás.
        A dúvida é sobre o turbo ou não.
        Eu li tem mais ou menos umas duas semanas.
        Por isso coloquei separado
        “3 cilindros….
        turbo…
        180 CVs…”
        e no final coloquei que acho muita cavalaria para um 1.3.
        Honestamente, acho que não farão isso (1.3) e acho que não conseguirão essa cavalaria toda anunciada aqui e só conseguirão mesmo com o 1.0. Essa também é a expectativa lá de fora.
        Agora, claro…
        Na realidade… especulação.

        • Não tem dúvida nenhuma. Os dois motores são modulares. O 1.0 tem três cilindros e o 1.3 é exatamente o mesmo motor com um cilindro a mais.

          Essas versões turbinadas são os mesmos 1.0 e 1.3 usados atualmente nos veículos da Fiat, adicionados de cabeçote com quatro válvulas por cilindro, turbo e injeção direta.

          • Cara, quando eu li, também achei estranho…
            Confesso que meu inglês não é muito bom e estava lendo no celular.
            Já li em outros lugares aqui no Brasil que será realmente os que você citou e também citados na matéria.
            Agora… se não me falhe a memória, ano passado foi citado que até mesmo a HONDA estava também pensando nessa ideia (3 cilindros turbo) para sua gama e que a cavalaria seria (se não me falhe a memória) maior que essa da Fiat.
            Eu vou tentar fuçar no meu celular e tentar encontrar a pagina, mas acho difícil. Se não encontrar, faço a correção no meu comentário.

  • Anunciaram isso na Zoropa, certo? Aqui não vão mudar nada com a desculpa de que o Rota 2130 não saiu. Além disso, aqui vende bem, pra que mexer?

    • Pior que vão, pois já está em desenvolvimento aqui os 1.0 e 1.3 turbo (dos firefly) pra tirar de linha o 1.8 e-torq. Chuto que vão por o 1.0T no Cronos e Argo top de linha, 1.3T no Argo HGT, Renegade e Toro de entrada mas com no máximo 150/160 cv…..

  • Olha, tenho as minhas dúvidas se os T3 e T4 serão ofertados aqui com a chegada do Renegade FL em substituição imediata ao 1.8 e no Compass, 2.0.

    O E-torQ EVO 4 é recente pelas modificações que recebeu e já ser trocado? Outra, o custo de produção dos Firefly deve ser mais caro tanto que tornou o Uno FL2 caro encostando em valor ao Palio e agora com a notícia que terá versão única,e para o preço ser atrativo passaria a usar o Fire, é mais uma prova que os aspirados novos não são baratos e turbinados com mais tecnologia complica.

    Pode ocorrer da FCA por n motivos manter ainda o 1.8 e criar versões com o T4 aumentando o valor agregado. Embora o Renegade tenha o 2.0 diesel, é possível ter um motor intermediário, tanto que alguns pedem o 2.0 do Compass. O problema é que usar este motor melhoria o desempenho, mas pagaria no consumo. Se for possível ofertar um motor mais eficiente que se destacaria perante concorrentes com 2.0 aspirados não tão modernos e outros turbinados idem, numa menor escala devido ao preço, é válido.

    A possível medida valeria para o Compass que aqui no país não usa o 2.4 flex por conta da tributação. Não eliminaria imediatamente o 2.0 flex, mas ganharia versões mais cara com o T4 que pode ter níveis de potência diferentes. Seria possível usar os 180cv ou talvez mais por se flex e com 160cv, eliminaria numa segunda fase o 2.0 flex. O Toro seria o último a ter o T4 no lugar do 2.4 flex.

    Após a inserção do T4 em possível oferta intermediária, iniciaria a migração do 1.8 pelo T3. Contudo, o T3 pode ser ofertado em novos produtos e em seguida, no lugar do 1.8.

    Claro, seria o ideal o Renegade por aqui mudar de cara e o motor 1.8 ser descartado por mecânica moderna. Todavia, inserir os novos motores sem eliminar os antigos é possível até que fatores como emissões, eficiência energética, concorrência, custos, justifiquem total migração. Na Europa, isso é realidade. Aqui, está em andamento.

    • Só lembrando que o Uno perdeu o motor 1.3 e ter apenas o 1.0 firefly.

      E faz muito sentido existir sim. A oferta de motorização cai de encontro a quantos produtos a Fiat reduziu para ter apenas o Argo no lugar. Então o modelo HGT que a Fiat já lançou poderia ter sido aguardado para então lançar com a motorizaçao mais forte.

      Entretanto, acredito que a certeza é do motor 1.0 turbo ir para a dupla Argo e Cronos.

      A Fiat agora poderia depois do facelift ao Uno voltar o motor 1.3 aspirado já que o Argo / Cronos recebe um novo motor. E digo mais, é muito interessante que ela descontinue uma linha especifica de motor para colocar outros que tenham mais saidas combinadas e menos regime de produção ou maior escala de um mesmo motor seja ele turbinado ou não.

  • Estranho o Firefly europeu se chamar “MultiAir” Turbo. O eixo de comando de válvulas de admissão será substituído por válvulas solenoides-hidráulicas que atuarão sobre as válvulas de admissão ?

    • Aparentemente! Ou seja, se esse motor chegar no Brasil provavelmente darão um jeito de capá-lo pra baratear, e aí pode baixar bem esses números de potência e torque.

  • essa geração de motores turbo com injeção direta torna os carros flex bem interessantes com relação aos diesel, este ultimo era bem superior em torque se comparado aos aspirados com injeção indireta. Esse 1.3 de 27kgfm de torque de curva plana se aproxima bem do que o motor diesel entrega, custando muito menos e sem ser tão gastão como os aspirados. Carros híbridos usando esses tipos de motores devem ser a tendencia aqui no brasil para os próximos anos.

    • Mais da metade das vendas do Renegade são venda direta. Melhorando o ponto crítico, o motor Etorq, acredito que ela não precisaria apelar tanto para esta modalidade, melhorando a lucratividade de suas concessionárias.

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