Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

O Jetta 2015 chegou ao mercado nacional ainda importado do México e pouco antes de sua produção parcial no Brasil, adicionando a versão Trendline e atualização visual, porém, o longevo motor 2.0 8V com o 2.0 TSI do Jetta Highline.

Feito em Puebla, o Jetta se mantém até hoje como o principal sedã médio da VW nos mercados mundiais, enquanto a China tem uma miríade de opções da marca com FAW e SAIC, incluindo o próprio modelo, conhecido como Sagitar.


Lá, Jetta virou submarca e incorporou o modelo popular, equivalente ao nosso Volkswagen Voyage, embora com porte superior. Aqui, ele surgiu com presença premium em relação ao Bora, mas nessa geração, unificou os dois e simplificou.

A atualização visual do sedã da VW chegara em boa hora, trazendo novos faróis com xênon e LEDs diurnos, além de grade remodelada, tal como os para-choques. Por dentro, o cluster fora atualizado, assim como os comandos físicos e o volante.

A versão Trendline ampliou o alcance do Jetta, que até então se concentrava nas versões Comfortline e Highline, sendo que as duas mais baratas vinham com o motor EA827 2.0 8V de até 120 cavalos e bom torque em baixa.

Este vinha com transmissão automática de seis marchas, enquanto o EA888 2.0 TSI da versão Highline dispunha de 211 cavalos e câmbio de dupla embreagem DSG de seis marchas. Ambos tinham apenas tração dianteira.

A Volkswagen lançou a atualização do Jetta 2015, mas não o que o mercado esperava na ocasião, que nem era a produção nacional, mas a introdução do motor EA211 1.4 TSI Flex de fabricação nacional, com seus 150 cavalos e 25,5 kgfm.

O uso desse propulsor ficou para a linha 2016, quando finalmente os motores EA113 e EA888 deixaram de ser usados no Jetta, que passou a ter uma oferta mais equilibrada, ainda com a caixa Tiptronic no lugar da DSG para cortar custo.

Dessa forma, o produto se manteve inalterado até a mudança de geração em 2018, quando o modelo trocou a plataforma PQ35 pela modular MQB, aumentando em tamanho e espaço interno, porém, com o baixo custo ampliado.

Além disso, o Jetta manteve o motor 1.4 TSI Flex, mas adicionou o 2.0 TSI de 220 cavalos na inédita – por aqui – versão esportiva GLi, que é uma equivalente em forma de sedã do Volkswagen Golf GTI.

No México, o Jetta recentemente chegou ao absurdo de usar o motor EA211 1.6 16V de 110 cavalos, fabricado no Brasil, em uma versão chamada Startline, bem simplificada para custar menos, embora de forma limitada.

Nascido em 1979, o Jetta surgiu como um sedã derivado do Golf, embora cinco anos depois do hatch alemão e na mesma época do Derby, como um sedã baseado no Polo e para o mercado americano.

Essa primeira geração durou cinco anos até a segunda, aparentada com o Golf II, que fez enorme sucesso na Europa e ampliou o alcance da marca. Então, a partir do terceiro, o Jetta estava pronto emparelhar com o hatch.

Contudo, o Brasil não recebeu o Jetta mexicano devido ao VW Santana e ao Logus, embora este estivesse em categoria abaixo. Veio o Golf, mas no começo dos anos 2000, o sedã veio na forma do Bora.

Essa geração se mesclou com a quarta do Golf, que passou a ser fabricado no Brasil com o Audi A3. O Bora se apoiou no motor EA113 2.0 8V de 116 cavalos, que também equipava o New Beetle e nosso Golf 2.0, posteriormente.

Daí, em 2005, surgiu a quinta geração do Jetta, que chegou aqui com esse nome e é considerada por alguns como a melhor em qualidade e acabamento. Mais premium que o Bora, não titubeou em chegar com um motor grande.

Também vindo do México, o Jetta V tinha um enorme motor de cinco cilindros em linha 2.5 de 170 cavalos e transmissão automática de seis marchas. Até hoje esse motor está em produção, mas na versão TFSI da Audi, com 400 cavalos.

Caro foi sua produção no país latino, que envolveu investimento de US$ 1,34 bilhão e chegou mesmo a usar o 2.0 FSI com injeção direta, mas não no Brasil. Usando a PQ35, ele se manteve como um bom carro até a sexta geração.

Essa geração foi a que iniciou a fatídica campanha Clean Diesel nos EUA com a versão dotada de motor diesel 2.0 TDI EA189 com 140 cavalos, que se tornou o pivô do escândalo do Dieselgate, que custou mais de US$ 25 bilhões para a VW.

No Jetta 2015, a produção mexicana teve que passar por alterações e a fabricação do sedã foi trasladada para a Anchieta, mas sem alguns processos, como pintura, por exemplo. Pouco tempo depois, a montagem voltou à América do Norte.

Jetta 2015 – detalhes

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

O Jetta 2015 teve mudanças importantes no design frontal, adicionando grade com acabamento em preto brilhante, além de faróis de xênon com luzes diurnas em LED, mas preservando o formato anterior.

Esse conjunto era da versão Highline, pois, as demais vinham com a lente tradicional com dupla parábola e sem DRL’s. Eles incorporavam ainda piscas e lanternas simples.

O para-choque foi revisado, ganhando moldura em preto ou preto brilhante envolvendo toda a base. Os faróis de neblina quadrados ficaram nas extremidades no lugar dos antigos circulares.

Tendo retrovisores com repetidores de direção, o Jetta os tinha na cor do carro, assim como as maçanetas. Novas rodas de liga leve aros 16 e 17 polegadas foram introduzidas, montadas em pneus 205/55 R16 e 225/45 R17.

Na traseira, as lanternas foram repaginadas e isso obrigou à mudanças na tampa do porta-malas, de modo a se harmonizar com o conjunto ótico revisado, que inclusive adicionava LEDs à iluminação na versão Highline.

Por dentro, o Jetta 2015 ganhou volante do Golf VII, tendo este acabamento em preto brilhante, controles multifuncionais e paddle shifts. A base era de fundo chato e o aro em couro, tendo ajustes em profundidade e altura.

O painel tinha aplique em preto brilhante no lado do passageiro e no console central, tendo ainda cluster atualizado com velocímetro e conta-giros destacados em molduras individuais, cada um com nível de combustível e temperatura da água.

Havia ainda computador de bordo e gráficos animados. O conjunto frontal tinha acabamento preto, mas havia opção de cores bege, cinza, marrom e preto para a parte inferior do painel, assim como portas e assentos em couro ou tecido.

Essa versatilidade era uma vantagem do Jetta sobre os concorrentes, que no máximo tinham apenas dois padrões de acabamento. No centro do painel, multimídia com tela de 5,3 polegadas com CD/USB/SD/Bluetooth e auxiliar.

Ela trazia ainda câmera de ré e navegador GPS integrado, logo acima ficavam dois dos quatro difusores de ar retangulares. Abaixo, ficavam os dispositivos de ar condicionado automático, sendo o Climatic e o Climatronic, este dual zone.

No túnel, a base do seletor de marchas era em preto brilhante e trazia ainda alavanca em estilo DSG (mesmo no Tiptronic, mas sem a sigla) com detalhes metalizados e opção de mudança manual ou modo Sport.

O freio de estacionamento, no entanto, era por alavanca. Nas portas, o acabamento refletia o baixo custo do projeto com muito plástico, como no painel, mas com couro ou tecido em cor variada no centro do conjunto.

Na porta do motorista, os comandos de vidros elétricos ficavam com o ajuste dos espelhos externos, que podiam ter aquecimento no Highline, além de comando exclusivo para abertura do porta-malas, posicionado mais abaixo.

O banco do motorista tinha ajuste em altura, mas podia ter ajustes elétricos na Highline, enquanto os bancos podiam ser em couro com quatro tonalidades diferentes, além de teto solar elétrico e retrovisor interno eletrocrômico.

Os para-sois tinham espelhos iluminados e havia o Kessy com entrada presencial e partida por botão. A direção era elétrica no Jetta Highline e hidráulica nos demais, havia ainda sensor de chuva e crepuscular, bem como piloto automático

Em segurança, o Jetta 2015 tinha airbag duplo e bolsas infláveis laterais, com adição de dispositivos do tipo cortina na topo de linha Highline.

Controles de tração e estabilidade, além de assistente de partida em rampa e diferencial com bloqueio eletrônico estavam disponíveis, tal como sensor de pressão dos pneus.

Atrás, o espaço contava até com difusores de ar, algo que se perdeu na atual geração, além de banco bipartido com apoio de braço central e porta-copos. Com cintos de 3 pontos para todos, o Jetta vinha ainda com Isofix e Top Tether.

Havia ainda luzes de leitura na frente e atrás, bem como sistema de som com quatro alto-falantes e dois tweeters nas versões mais baratas e os dois últimos duplicados na Highline.

O porta-malas do Jetta tinha 510 litros, enquanto seu tanque de combustível abrigava 55 litros. Com bom acesso e acabamento interessante, o bagageiro era mais que suficiente para a proposta do sedã.

Jetta 2015 – versões

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

  • Volkswagen Jetta Trendline 2.0 Tiptronic
  • Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 Tiptronic
  • Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI DSG

Equipamentos

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

Volkswagen Jetta Trendline 2.0 Tiptronic – Motor 2.0 e transmissão automática de seis marchas, mais faróis duplos, rodas de liga leve aro 16 polegadas, pneus 205/55 R16, retrovisores e maçanetas na cor do carro, retrovisores com repetidores de direção, freios a disco nas quatro rodas, freios ABS com EDB, airbag duplo, airbags laterais, computador de bordo, chave-canivete com telecomando, vidros elétricos nas quatro portas, sistema de áudio com CD/MP3/USB, banco traseiro bipartido, Isofix/Top Tether, cintos de segurança de 3 pontos, apoios de cabeça para todos, retrovisores com ajustes elétricos, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, bancos em tecido, banco do motorista com ajuste de altura, direção hidráulica, volante com ajuste em altura e profundidade, desembaçador traseiro, ar condicionado, para-sois com espelhos iluminados, entre outros.

Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 Tiptronic – Itens acima, mais multimídia com tela de 6,5 polegadas, Bluetooth, disqueteira para seis discos, volante em couro multifuncional, piloto automático, retrovisores com repetidores de direção e aquecimento, porta-luvas refrigerado e paddle shifts.

Opcionais: rodas de liga leve aro 17 polegadas, pneus 225/45 R17, retrovisor interno eletrocrômico, teto solar elétrico, sensor de chuva, sensor crepuscular, ar condicionado automático dual zone, bancos e portas em couro, navegador GPS e chave presencial com partida por botão.

Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI DSG – Itens de série acima, motor 2.0 TSI e câmbio de dupla embreagem com seis marchas, mais controle de tração, rodas de liga leve aro 17 polegadas, pneus 225/45 R17, ar condicionado automático dual zone, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, bancos e portas em couro, bloqueio eletrônico do diferencial, direção elétrica, faróis e lanterna de neblina, airbags de cortina e alerta de pressão dos pneus.

Opcionais: banco do motorista com ajustes elétricos, teto solar elétrico, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, navegador GPS e chave presencial com partida por botão e faróis bi-xênon direcionais com LEDs diurnos.

Preços

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

  • Volkswagen Jetta Trendline 2.0 Tiptronic – R$ 69.990
  • Volkswagen Jetta Comfortline 2.0 Tiptronic – R$ 73.990
  • Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI DSG – R$ 93.990

Jetta 2015 – motor

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

O Volkswagen Jetta 2015 usava dois motores, sendo eles das famílias EA113 e EA888, ambos de concepção técnica muito diferentes e de gerações bem distintas, sendo que o primeiro é um motor bem antigo.

Com bloco de ferro fundido, este propulsor tinha cabeçote de alumínio com fluxo cruzado, diferente do AP que foi fabricado no Brasil. Tendo também duas válvulas por cilindro e comando único sem variação, era um motor forte.

Usando correia dentada, o EA113 tinha injeção eletrônica multiponto com tecnologia flex, mas ainda com tanquinho para gasolina na partida a frio com álcool em dias de baixa temperatura.

Tendo 1.984 cm3 e taxa de compressão de 11,5:1, o EA113 tinha 116 cavalos na gasolina e 120 cavalos no etanol, ambos a 5.000 rpm. Já o torque era de 17,7 kgfm no derivado de petróleo e 18,9 kgfm no combustível vegetal, ambos a 4.000 rpm.

Ainda que o torque pareça em uma rotação alta, em realidade, esse motor EA113 de oito válvulas tem mesmo rotação bem baixa, sendo bastante elástico em seu funcionamento.

Sua versão a gasolina no New Beetle, por exemplo, tinha o mesmo torque, mas obtidos a 2.250 rpm. Ele trabalhava com a caixa automática Tiptronic de seis marchas, que tinha paddle shifts para trocas manuais no Jetta Comfortline.

Foi o motor de arquitetura mais antigo que a VW manteve em produção recente, tendo sido substituído pelo EA211 1.4 TSI Flex de 150 cavalos e 25,5 kgfm. Este, aliás também substituiu o EA888 de segunda geração no Jetta.

Falando neste, seu projeto era bem mais moderno que o já mencionado, porém, era bem mais complexo em arquitetura, tendo cabeçote de duplo comando variável com acionamento por corrente no lugar de correia dentada do EA113.

Além disso, trazia o sistema de recirculação de gases de escape (EGR) e injeção eletrônica direta de combustível, com bicos lançando gasolina em alta pressão dentro da câmara de combustão.

Trazia ainda um turbocompressor com intercooler e uma programação eletrônica bem moderna. Na segunda geração do mesmo, fora atualizado para evitar as quebras iniciais do primeiro e ser mais eficiente.

No processo, a potência subiu de 200 cavalos para 211 cavalos, mas com giro em 54.500 rpm. Já o torque se mantinha em 28,5 kgfm a 2.000 rpm. Muito mais elástico, o propulsor 2.0 TSI era o desejo de muitos consumidores.

Ele também tem 1.984 cm3, mas com taxa de compressão menor: 9,6:1. Da mesma forma que o Gen1, trazia uma caixa automatizada de dupla embreagem DSG com seis marchas, modo Sport e trocas manuais na alavanca ou paddle shifts.

Esse conjunto motriz até mudou a visão de mercado do Jetta que, segundo agências de locação de veículos executivos, é considerado um carro esporte, deixando de ser requisitado para alguns serviços devido ao perfil.

Desempenho

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

No desempenho, o Jetta 2015 tinha um resultado abaixo do desejável para as versões Trendline e Comfortline, visto que o 2.0 8V permitia apenas passar pouco dos 11 segundos de 0 a 100 km/h, mas pelo menos alcançava 198 km/h.

Diferente da relação longa da Tiptronic no 2.0 8V, o Jetta Highline imprimia um desempenho de esportivo, fazendo o mesmo em ótimos 7,2 segundos e alcançando 241 km/h. Esse foguete era a preferência de muitos entusiastas.

  • Volkswagen Jetta 2.0 Tiptronic – 11,1 segundos e 198 km/h
  • Volkswagen Jetta 2.0 TSI DSG – 7,2 segundos e 241 km/h

Consumo

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

Já no consumo, o Jetta 2015 refletia bem as idades dos projetos, sendo que o 2.0 TSI era o mais eficiente, sendo abastecido apenas por gasolina e obtendo média na cidade de quase 9 km/l. Na estrada, fazia mais de 12 km/l.

No caso do 2.0 8V, sua concepção antiga não contemplava a mesma eficiência dos tempos modernos e com álcool mal passva de 6 km/l na cidade e nem alcançava 8 km/l na estrada. Na gasolina, ficava entre 9 a 11 km/l.

  • Volkswagen Jetta 2.0 Tiptronic – 6,1/7,8 km/l e 8,8/10,8 km/l
  • Volkswagen Jetta 2.0 TSI DSG – 8,9/12,1 km/l

Jetta 2015 – manutenção e revisão

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

O Jetta 2015 não consta mais no configurador de revisões da VW, mas suas paradas programadas ocorrem a cada 10.000 km ou 12 meses (antes eram seis meses), substituindo assim óleo do motor, filtro de óleo, velas, filtro de ar do motor, etc.

Também se fazia a troca de velas, fluído de freio e mesmo da correia em V. No caso do 2.0 8V, incluía a troca da correia dentada. A rede VW faz ainda alinhamento, balanceamento, funilaria, pintura, higienização, entre outros serviços.

Jetta 2015 – ficha técnica

Jetta 2015: motor, consumo, desempenho, fotos, detalhes, versões

Motor 2.0 8V 2.0 TSI
Tipo
Número de cilindros 4 em linha 4 em linha
Cilindrada em cm3 1984 1984
Válvulas 8 16
Taxa de compressão 11,5:1 9,6:1
Injeção eletrônica Indireta Flex Direta, turbo
Potência máxima 116/120 cv a 5.000 rpm (gasolina/etanol) 211 cv a 5.500 rpm (gasolina)
Torque máximo 17,7/18,4 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol) 28,5 kgfm a 2.000 rpm (gasolina)
Transmissão
Tipo Automática de 6 marchas Automatizada de dupla embreagem de 6 marchas
Tração
Tipo Dianteira Dianteira
Direção
Tipo Hidráulica Elétrica
Freios
Tipo Discos dianteiros e traseiros Discos dianteiros e traseiros
Suspensão
Dianteira McPherson McPherson
Traseira Multilink Multilink
Rodas e Pneus
Rodas Liga leve aro 16 polegadas Liga leve aro 17 polegadas
Pneus 205/55 R16 225/45 R17
Dimensões
Comprimento (mm) 4.644 4.644
Largura (mm) 1.778 1.778
Altura (mm) 1.473 1.473
Entre eixos (mm) 2.651 2.651
Capacidades
Porta-malas (L) 510 510
Tanque de combustível (L) 55 55
Carga (Kg) 514 562
Peso em ordem de marcha (Kg) 1.346 1.378
Coeficiente aerodinâmico (cx) 0,30 0,30

Jetta 2015 – fotos

https://www.youtube.com/watch?v=NGT-6ocQGeA

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.