História Peruas Volkswagen

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos
Jetta Variant

O mercado de peruas e minivans já teve seus dias de glórias no mercado brasileiro. Cerca de 10 anos atrás, o segmento estava acirrado e contava com opções para todos os gostos e bolsos, como por exemplo a Jetta Variant.

A Volkswagen, por exemplo, comercializava modelos como Parati, SpaceFox, Jetta Variant e Passat Variant. Atualmente, há somente a SpaceFox – a Golf Variant deixou de ser importado com a chegada do T-Cross.


Ou seja, quem estiver em busca de uma perua 0 km, vai precisar “rebolar”. Por outro lado, se a sua missão é encontrar uma excelente perua no mercado de usados ou seminovos, a Volkswagen Jetta Variant pode ser um forte candidato a ocupar uma vaga na sua garagem.

A exemplo do que acontece com o Jetta convencional em sua carroceria sedã, a Jetta Variant se sobressai pelo visual harmônico, bom acabamento interno, interessante nível de equipamentos para a sua época e faixa de preço e motor capaz de entregar um desempenho aceitável para a sua proposta.

Como você já deve saber, a Volkswagen Jetta Variant já não é mais comercializada no mercado brasileiro. A perua fez a sua estreia por aqui em abril de 2008 e deixou de ser importado em maio de 2014.


Exatamente um ano depois, em maio de 2015, a Golf Variant foi anunciada para ocupar o lugar deixado por sua antecessora.

Vale ressaltar que o nome “Jetta” foi utilizado para batizar a perua por aqui apenas pelo parentesco do modelo familiar com o Jetta sedã vendido por aqui.

Na realidade, ambos são uma derivação do Golf de quinta geração, que não chegou a ser comercializado em terras tupiniquins. Tanto é que a nova geração da perua chegou usando o nome do hatch.

Tal estratégia foi adotada pela Volkswagen para não associar a imagem da perua com a do Golf de quarta geração, que era o único modelo do dois-volumes à venda naquela época no Brasil.

Conheça agora a história e os principais detalhes da Jetta Variant:

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos
Jetta Variant

Jetta Variant – história

A Golf Variant era uma novidade até então para nós, consumidores brasileiros. Lá fora, a perua já fazia parte da gama da Volkswagen.

De todas as gerações do Golf – estamos na sétima geração, a caminho do oitavo modelo –, somente a primeira não contou com uma versão perua. Porém, apenas a quinta geração da perua chegou por aqui.

Com o nome de Volkswagen Jetta Variant, a perua chegou para atender àqueles consumidores que não queriam a simplicidade da SpaceFox, mas que também não contavam com um orçamento tão elevado a ponto de gastar mais de R$ 120 mil num Passat Variant.

A Jetta Variant estava a um (largo) passo a frente do Golf de quarta geração que era vendido por aqui. Então, surpreendia pelo visual mais atualizado e alinhado com a identidade visual da Volkswagen.

O acabamento interno era marcado por peças com bons materiais e de desenho agradável, como o volante multifuncional herdado do Passat CC.

As primeiras unidades da Jetta Variant chegaram em versão única de acabamento, pelo preço salgado de R$ 91.940.

Esta cifra estava bem acima do cobrado pelas peruas concorrentes, como a Renault Megane Grand Tour, disponível por R$ 73,5 mil na versão Dynamique 2.0 16V automática; a Peugeot 307 SW, que custava R$ 72 mil; e a Toyota Fielder SE-G flex automática, pelo preço de R$ 85 mil.

Importada do México, a Jetta Variant era bem equipada de série. Saía de fábrica com airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, computador de bordo, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, sistema de som com CD player e função MP3, direção hidráulica, volante multifuncional, ar-condicionado de duas zonas, entre outros.

Porém, a Volkswagen oferecia alguns opcionais, como bancos revestidos em couro, assentos dianteiros com aquecimento em cinco níveis e ajuste lombar elétrico, teto solar panorâmico Sky View e faróis bi xênon. Com esses recursos, o preço da perua subia para expressivos R$ 104 mil.

Sob o capô, o motor 2.5 litros de cinco cilindros movido somente a gasolina, com até 170 cavalos de potência e 24,5 kgfm de torque, atrelado ao câmbio automático Tiptronic de seis marchas e tração dianteira.

O modelo podia ser encontrado nas cores sólidas Branco Campanella e Preto Ninja, nas metálicas Azul Antilhas, Bege Trigo, Cinza Platino, Prata Reflex e Verde Nórdico e nas perolizadas Azul Grafite e Preto Mystic.

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos

Em março de 2010, foi a vez da versão reestilizada da Jetta Variant chegar ao Brasil. Esta foi a única grande mudança que a perua sofreu durante a sua trajetória em nosso mercado.

Muitos trataram como uma nova geração, mas o modelo só ganhou uma nova cara inspirada no Golf de sexta geração.

Entre as novidades, a nova perua da VW adotou faróis mais afilados e angulosos, interligados à nova grade mais afilada.

Completa o conjunto os novos para-choques redesenhados, novas rodas de liga-leve de 17 polegadas, novo painel de instrumentos, bancos revestidos em couro, novos comandos do ar-condicionado, sistema multimídia com tela touchscreen e interior com novos detalhes de acabamento.

O curioso é que a Jetta Variant 2010 chegou com preços mais em conta que o modelo antigo. Ela passou a custar a partir de R$ 83.990, ou R$ 1.200 a menos que o preço cobrado anteriormente.

O fim da importação da Jetta Variant no mercado nacional aconteceu em maio de 2014. O modelo desapareceu do site da marca alemã e, aos poucos, foi deixando de marcar presença na rede de concessionárias.

Aí, a empresa passou a contar somente com a SpaceFox, que naquela época partia de R$ 48,7 mil, e o Passat Variant de nova geração, que custava a partir de R$ 124 mil.

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos

Jetta Variant – detalhes

Dá para dizer que a Jetta Variant é praticamente o Jetta de duas gerações atrás com um porta-malas maior e visual um pouco mais “careta”.

Na dianteira a perua segue o mesmo desenho do sedã. As mudanças começam da coluna “B” para trás, onde o modelo recebeu um teto com linha mais reta e uma maior área envidraçada devido ao porta-malas de 690 litros até o teto.

A traseira é considerada bonita por alguns e feia por outros. Vamos combinar que as lanternas triangulares que invadem boa parte das laterais não combinam muito com o restante do conjunto.

Seria muito melhor se a perua tivesse um par de lanternas mais afiladas e invadindo a tampa do porta-malas, tal como acontece com a nova Golf Variant mais recente.

Porém, no interior, a perua da Volkswagen tem um espaço adequado para pelo menos quatro adultos e uma criança, que vão bem servidos de equipamentos e um bom nível de equipamentos. Há couro e/ou tecido nas laterais de porta, alavanca de freio de estacionamento, alavanca de câmbio e bancos.

De resto, compartilha as mesmas virtudes do Jetta sedã. A Jetta Variant recebe bem o motorista com uma boa posição de condução, com os comandos à mão e de fácil acesso. Com alguns opcionais, como os bancos em couro e o teto solar panorâmico de vidro Sky View (com 1,36 m de comprimento e 87 cm de largura e cortina com comando elétrico), o habitáculo fica ainda mais agradável.

A respeito das dimensões, a perua conta com 4,55 metros de comprimento, 1,78 m de largura e 1,46 m de altura, com distância entre-eixos de 2,57 m.

O porta-malas tem capacidade para 505 litros até o nível das janelas ou 690 litros até o teto, podendo chegar a 1.495 litros com o banco traseiro rebatido. A perua pode receber até 514 kg de carga útil.

Apesar de todas essas diferenças, a perua é só 4 kg mais pesada que o sedã, totalizando 1.466 kg. Por conta disso, o desempenho de ambos os modelos é bastante semelhante. A perua pode atingir os 100 km/h em cerca de nove segundos.

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos

Jetta Variant – versões

A Jetta Variant foi oferecida em versão única de acabamento, sem nenhuma nomenclatura especial.

Porém, os equipamentos variam conforme os exemplares, visto que alguns podem contar com alguns opcionais ofertados pela VW na época, como os bancos em couro, faróis bi xênon e teto solar panorâmico.

Jetta Variant – equipamentos

A respeito da segurança, a Jetta Variant oferece airbags frontais, laterais e de cortina, freios a disco nas quatro rodas com sistema antibloqueio (ABS), controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e regulagem de altura, alarme antifurto com controle remoto, entre outros.

Já no quesito conforto, há o ar-condicionado Climatronic digital de duas zonas, vidros, travas e retrovisores externos elétricos, retrovisores externos com função antiembaçante, direção Servotronic com assistência elétrica, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, abertura interna da tampa do porta-malas e tanque de combustível, luzes de leitura dianteiras e traseiras, bancos em tecido, assentos dianteiros com ajuste de altura, banco traseiro bipartido, apoio de braço dianteiro, volante com ajuste de altura e profundidade, entre outros.

Quanto à tecnologia, a perua é servida com sistema de som com CD player, função MP3, espaço para até seis CDs e 10 alto-falantes, volante multifuncional com comandos de rádio e computador de bordo, entre outros. A versão reestilizada da perua tem uma central multimídia com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, entrada auxiliar, slot para cartão de memória tipo SD, MP3 player e 10 alto-falantes.

Por fim, no visual e acabamento, ela entrega rodas de liga-leve de 17 polegadas com pneus 225/45, dupla saída de escape cromada, bagageiro de teto na cor preta, frisos cromados na moldura das janelas e grade frontal, faróis e lanterna de neblina, bancos revestidos em tecido, detalhes internos “Antracito”, entre outros.

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Jetta Variant – preços

A Jetta Variant pode ser encontrada no mercado de usados com preços médios que vão de R$ 32,8 mil, no caso do modelo 2008, a R$ 52,8 mil, no caso dos exemplares de ano 2013. Os dados são da Tabela Fipe.

Jetta Variant – motor

Durante toda a sua trajetória no mercado brasileiro, a Volkswagen Jetta Variant foi equipada com um mesmo motor. Ela tem um 2.5 litros de cinco cilindros a gasolina, montado transversalmente, com 20 válvulas.

Ele é dotado de cabeçote feito de uma liga de alumínio e silício e o desenho é baseado no motor do superesportivo Lamborghini Gallardo com o seu V10.

O propulsor traz ainda duplo comando no cabeçote com sistema de fluxo cruzado (a de admissão de um lado e escape do outro), eixo de comando das válvulas de admissão com abertura variável, entre outros.

Tal unidade é capaz de desenvolver 170 cavalos de potência, a 5.000 rpm, e 24,5 kgfm de torque, a 4.250 rpm. A transmissão é uma automática Tiptronic de seis marchas.

A Volkswagen informa que a Jetta Variant pode acelerar de 0 a 100 km/h em 9 segundos. A velocidade máxima é de 205 km/h.

O conjunto inclui ainda sistema de direção Servotronic com assistência elétrica, que se adapta à velocidade do carro. A suspensão traz como destaque o conjunto traseiro independente do tipo 4-link, composta por braços múltiplos, além de barra estabilizadora na dianteira e traseira, amortecedores com a tecnologia Nivomat (que recoloca a suspensão do carro no nivelamento normal mesmo quando ele está carregado, como se fosse uma bomba eletro-hidráulica), entre outros.

Assim como outros carros da VW, a Jetta Variant traz carroceria com soldas a laser. Vale ressaltar que ela foi produzida na mesma fábrica de outros modelos como New Beetle e Bora.

A perua possui uma rigidez torcional 60% maior que a sua versão anterior, e um trem de rodagem 80% mais robusto.

Jetta Variant – galeria de fotos

Jetta Variant: história, versões, anos, motor, equipamentos
Nota média 5 de 2 votos

  • Domenico Monteleone

    Esse/a Jetta sim tinha um acabamento fino, muito melhor que os dois posteriores, embora pelo que me lembre os primeiros eram bem amarrados pra andar.. Eu particularmente prefiro essa versão com face-lift.

    • th!nk.t4nk

      Ele era bom porque não era um Jetta, e sim o Golf perua. Bizarro demais a VW ter usado o nome “Jetta” pra esse carro no Brasil.

  • Schoenfelder

    Preparem os lenços, agora vai ter um monte de “viúvas” chorando. Isso aí já é passado… kkk. Poucos compraram, acho que até vocês “chorões” não.
    Vida longa ao SUVs e aventureiros urbanos!

    • FearWRX

      Não temos culpa se você não reconhece que elas são superior ao seu altinho de shopping que raspa a frente em valeta, patina em rampa de shopping, faz 7 km/l na gasolina e tem porta malas menor que um Uno kkk

      • Schoenfelder

        Calma!! É só uma pequena provocação. Mas acredito que não são tão “superiores” assim… estão sendo CATAPULTADAS do mercado. Reveja os seus conceitos, faça uma experiência. O meu “altinho” anda igual, faz curva igual, e gasta menos combustível; sei do que estou falando, porque já tive Jetta 2.5 , por um curto período. A eletrônica evolui muito, ficou barata e acessível. Viajo muito, por varios tipos de estrada, e faz mais de 10 anos que eu não sei o que é bater com alguma parte do carro no chão. Sorry… o mundo evolui, e as SUVs muito mais!! Seja bem vindo.

        • rodrigosr

          Qual SUV vc tem? Se está falando de um premium, até acredito. Se tem um generalista, me desculpe, mas seu carro não é superior a um Sedan/SW equivalente em nada.

          • Schoenfelder

            Não importa qual é o SUV, se é premium ou generalista. A comparação tem que ser com um similar. Como nosso mercado ainda é pobre, tem poucos modelos a disposição, fica um pouco menos exposto.
            Mas usando a Volks, como exemplo, um Jetta x Tiguan , o certo seria esperar a Tarek, para valores mais aproximados. A não ser que você usa seu carro para Track- days, na demais atividades do dia a dia, viagens, o “Altinho” sempre será a melhor escolha. Isso Vale também para o T.Cross é quase todos os SUVs honestos do mercado. Com modelos premium é a mesma coisa, compara uma BMW X5 comBMW série 5, na quase totalidade dos aspectos a vantagem é do primeiro. Na Alemanha, paraíso das Autobahns, muitas sem restrição de velocidade, e aonde achar uma estrada em condições precárias é praticamente impossível, até lá o mercado dos SUVs cresce um absurdo. O Tiguan é o segundo carro mais vendido e o T Roc já está em quinto. Então aqui, com as estradas que nós temos, lombadas, buracos, valetas, rampas de acesso a garagens totalmente fora de normas, é nesses países de terceiro mundo que se justifica “muito” a compra de um “altinho”. Perde-se muito pouco, muito pouco mesmo, comparado com que se ganha de versatilidade, liberdade e tranquilidade.

            • rodrigosr

              Se vc realmente gosta de dirigir, o altinho jamais será sua melhor escolha.
              Meu Hatch passa tranquilamente pelas ruas esburacadas de SP, ou seja, faz muito bem o que qq altinho faz e ainda mais: me proporciona melhor dirigibilidade, agilidade e economia. E entre um Série 5 e uma X5, jamais o SUV andará mais ou melhor que o sedan/sw.

              • Schoenfelder

                Quem sabe pilotar, até anda bem de Kombi… hehe. Como provam aí na estrada, esses pilotos de Fórmula Uno (com escada no teto e tudo). Brincadeiras à parte, uma X5 anda o suficiente, e esse suficiente é muito, mas muito mais do que a legislação aqui permite. E de maneira impecável, como aliás também a série 5. As “duas” são incríveis e da pra se divertir bastante. Mas a primeira é muito mais adequada a nossa realidade, como aliás mostram os números de venda.

            • Cássio

              O que me deixa muito decepcionado e “bravo” com esses SUVs é o pouco espaço do porta-malas.
              Um Golf Variant tem muito mais espaço do que um T-Cross! Um Renegade, dito “SUV de verdade”, só tem mais de 300L no porta-malas porque usa step temporário!!!!!! Isso é coisa de outro mundo! Para mim, essa é a maior bronca contra os SUVs, pois de resto, eu os acho bem legais e bem-vindos.

              • Schoenfelder

                O Renegade é um caso à parte, mas geralmente é devido ao comprimento; Golf Variant 4562mm e T Cross 4199mm, nesse a Volks priorizou o espaço no banco traseiro, (maior que na Variant), o “pênalti” aí foi o banco traseiro não ser corrediço, como no Europeu. Em relação a um sedan, perde-se em volume de mala, mas o ganho é em versatilidade, como nas wagons. A observar que o tamanho da Variant está mais perto do Tiguan AllSpace, que do TCross. O futuro Tarek 4450mm deve melhorar bastante, quanto ao volume da mala.

                • Cássio

                  O T-Cross, na minha opinião, é bom só no torque e economia de combustível, pois o porta-malas é praticamente do tamanho de um Fit, sendo que não tem a modularidade dos bancos do japonês. Dá para elevar a capacidade se verticalizar o encosto do banco, o que o torna impraticável, impensável e totalmente desumano para os passageiros de trás. Para mim, o T-Cross é tão inútil quanto o Renegade. Essa é uma das situações em que uma SW se sobressai a um SUV de mesma faixa de preço.
                  É por esses e outros motivos que, dessa categoria de SUVs, ainda prefiro o HR-V.

                  • Schoenfelder

                    Só estava usando o T Cross como referência quanto ao comprimento em relação a wagon. Acho ele, “absurdamente” caro, ainda mais com a extensa lista de pacotes, acabamento lastimável para a categoria, apesar de um conjunto mecânico elogiável. Cada um com suas necessidades, mas para mim uma mala na faixa dos 400 litros, é mais do que suficiente.Me assusto, com o volume de bagagem, com que a maioria viaja, mas cada um é cada um.

                    • Cássio

                      Ah sim, falei do T-Cross para ficar na VW, já que já estávamos falando da VW.
                      Eu tenho criança pequena, e a quantidade de coisas para levar é grande mesmo. Não muito pelo peso, mas pelo volume: carrinho de bebê, cadeirinha, caixa com as bugigangas do bebê etc.

            • Enzoando

              Muitos cientistas classificam como de Segundo Mundo os países detentores de economias emergentes, como China, Rússia, Brasil, Argentina, México e Índia. Esses países são chamados atualmente de “países em desenvolvimento”.

        • Felipe

          Eu hoje tenho um Tiguan, e mesmo sendo muito superior à médias dos SUVs no mercado no quesito estabilidade/desempenho ainda não anda junto a um sedã médio equivalente (Tetta TSI). Mas a viagem é mais confortável e sua preocupação com o nível de pavimentação é um pouco menor. No meu caso acho que vale o sacrifício.

          • Schoenfelder

            A diferença maior é geralmente na “sensação” de estabilidade, devido ao centro de gravidade mais alto. Acontece mais com quem tem SUV a pouco tempo, ou alterna o uso dele com um automóvel normal. Não estou dizendo que é seu caso e nem lhe tirando a razão. Mas é impressionante a evolução do SUVs em termos dinâmicos, entre uma geração e outra. Ando forte, adoro pegar estrada, e me divirto cada vez mais, pelas serras e caminhos sinuosos, principalmente aqui no Sul.

            • Leandro

              Pode evoluir o que for, mas continua sendo um carro com centro de gravidade mais alto, não tem como fazer curva melhor do que um carro da mesma categoria e mais baixo. A carroceria vai inclinar, é questão de física.

          • Tommy

            O Tiguan novo é praticamente uma perua altinha, não consigo enxergar um SUV nela, o mesmo vale pro Peugeot 2008 ou o Captur.

            E isso é bom pra quem gosta REALMENTE de dirigir

            • Schoenfelder

              O Tiguan novo, na versão AllSpace é só desproporcional, por ser a versão longa. Mas é um autêntico SUV, tração total e como demostra o vão livre do solo, na faixa de 216 mm, similar ao Equinox, e um pouco superior ao Compass. Na altura total, 1670 mm, novamente parecido com o Equinox, inclusive os 2 um pouco mais altos que o Compass. Se isso não forem dimensões de SUV, acho que não estamos falando da mesma coisa.
              A altura da Jetta Variant é aproximadamente 1460 mm .

              • Luis Fernando Pozas

                O Tiguan novo é a releitura da VW Brasília

            • Leandro

              Aluguei um Tiguan nos EUA. Lá só tem 2.0 TSI. Carro puxa muito, mas nas curvas, senti saudade do meu Focus.

        • FearWRX

          Estou na minha terceira perua, fui feliz com cada uma delas. E não vai ser a última que terei. #SalvemAsPeruas.

        • Cássio

          Bater alguma parte do carro no chão… como isso me dá raiva com meu sedã!

      • Marcus Fumagalli

        7km/l vc está sendo modesto

      • Guilherme

        SUVs são realmente aberrações do meu ponto de vista, inferiores até que alguns sedãs no quesito raspar, capacidade de carga, consumo, centro de gravidade etc..
        Resumindo é uma aberração, mas é o que o mercado prefere hoje infelizmente..
        Não me atire pedras sou contra o “mercado”, mas não podemos fechar os olhos para a tendência.
        É uma tendência horrível, mas ela existe.

    • Dod 2019 New Era

      As viúvas que nunca tiveram uma perua e nem teriam. É o famoso ditado “carro ótimo, na garagem dos outros”!

      Nem as funerárias querem mais essas breguices. #KillTheWagons

      • Tommy

        Tivemos 4 Parati
        3 SpaceFox
        2 Fielder
        1 Palio Weekend

        TODAS nos serviram muito melhor que qualquer altinho sem porta malas, TODAS acomodavam muito melhor os passageiros e TODAS eram melhores que altinhos equivalentes em dirigibilidade

        NUNCA trocaria nenhuma delas pra ficar raspando em entrada de prédio com Renegade e cia e fazendo 5km/l

        #F*THESUVS

        • Marcelo Ecosta

          Dizer que Parati e Palio Weekend acomodam melhor os passageiros do que qualquer crossover atual já é demonstração de que nunca andou nos últimos. Viaje com a família numa Parati e depois num Kicks e veja qual irão preferir.

          • Tommy

            Eu falei crossover atual? Eu falei crossover equivalente, os equivalentes na época eram Tr-4 e Ecosport.

            E mesmo hoje, uma Golf Variant acomoda muito melhor que um Kicks, quiçá até a SpaceFox, que realmente era um carro familiar, tem banco corrediço, tem mesinhas atrás, não é só um March alto.

            • Marcelo Ecosta

              O ponto mais criticado do Golf atual, que se estende à Variant, é justamente o espaço interno que deixa a desejar para o tamanho do carro.

    • Não tive. Estou com uma melhor. Subaru Outback.

    • Felipe Gonçalves

      Queria eu ter dinheiro kkkk acho lindas essas peruas, maaaas…

    • Guilherme

      em partes concordo muito com você…
      Realmente todos que “choram” a morte das Peruas chegaram a comprar? Ou só admiravam e acabavam levando um sedã ou um Hatch pra casa ( quem tinham mais liquidez )?
      Os jornalistas sempre elogiavam as peruas pela sua praticidade, porém o consumidor em sua maioria ia de Palio Weekend e Spacefox, quando havia a possibilidade de uma perua como Jetta ou Golf acabavam migrando para Hatch ou Sedãs mais caros, deixando sempre a ótima perua no imaginário…

      E o mercado é assim, se não vende porque manter? Tem que ir embora mesmo, uma pena…Mas a marca fez o que é lógico..

  • Andre Cupertino

    Spacefox saiu de linha um mês antes da Golf Variant deixar de ser importada.

  • cobaiao

    Poxa, andei em um, esse era um carrinho de respeito ein! Discreto e espaçoso, mas com um excelente acerto na estrada, única desvantagem que era beberrão mas o 2.5 20V tinha um ronco de respeito.

    Cadê o Pocoyo, maníaco do VW, para rasgar elogios?? hoje está autorizado hahaha

  • Ricardo

    Linda! Poderá ser meu próximo carro, apesar de não ter a opção manual desanimar.
    As primeiras versões tinham 150cv.

  • rodrigosr

    Futuro carro de colecionador.
    Save the wagons!

  • Tommy

    Olha esses preços de 10 anos atrás, já eram absurdos pra categoria, o que uma Fielder tinha de mais pra custar 85 mil? Se você atualizar esses valores dá até mais do que um Corolla custa hoje

    Os preços sepultaram as peruas médias junto com a falta de interesse das montadoras em oferece-las, é fato, tanto que a próxima geração do Golf provavelmente não terá um Variant.

    No caso do Golf/Jetta Variant então, o carro nunca recebeu o painel digital, nunca teve propaganda por aqui, só vinha em versões caras com motor 2.5 e posteriormente o 1.4 TSI, nunca tivemos a Alltrack, versões com o motor 1.0 TSI e mais simples(uma Golf Variant 1.0 TSI PCD com o trivial que um SUV compacto PCD traz seria uma ótima opção pra essa categoria também).

    Até o SpaceFox foi extremamente negligenciado, poderia muito bem custar o mesmo ou um pouco mais que um Fox 1.6 custava mas não, custava 20/30 mil a mais, com o mesmíssimo I-motion, sempre encostando no preço dos médios como se o fato de ser uma perua de um hatch popular elevasse ela de nível a ponto de esquecermos a origem dela(o mesmo vale pro Palio Weekend e a Parati anos atrás também)

  • Eskarmory .

    Pelo menos tivemos o Golf MkV e MkVI de alguma maneira.

    • Ricardo

      Mas pelo dizem na matéria, a MkVI era a MkV com facelift. Isso mesmo? Não tivemos a MKVI aqui?

      • th!nk.t4nk

        Exatamente. Deram uma alterada nas lanternas/faróis, e atualizaram o interior e pack tecnológico, mas era basicamente o mesmo carro. Particularmente acho o hatch do Mark V até mais bonito (apesar de ser bem “bolinha”). O Mark VI foi meio que um tapa-buraco, porque pegou bem o período da crise de 2007 e precisavam economizar no desenvolvimento. E a perua de ambos acho bem feinhas, comparadas com a atual, mas eram bons carros. Do Mark VI o que eu mais gostava era do conversível (cabrio). Ainda hoje vejo alguns desses e me dá vontade de ter, porque continua lindo.

        • Ricardo

          Mas isso foi mundialmente ou só no Brasil?
          Acho o Golf MkVI o mais lindo de todos!

          • th!nk.t4nk

            Boa pergunta. Creio que pro Brasil preferiram descontinuar o carro antes das mudanças.

  • Eu tive uma 2012 prata e acho que o unico opcional que nao tinha era o farol xenon, era muito top, teto panoramico, acabamento, o ronco do motor era lindo, pena nao ter mais carros assim, fui ver um t-cross, da vontade de chorar kkkkk

  • Ricardo

    Essa matéria me deixou com uma dúvida:
    A Jetta variada do Golf MkVI no Brasil era realmente derivada do Golf MKVI ou era um MkV com facelifift de MkVI?

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