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Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Atingindo sua maioridade em 2018, o Kia Optima assumiu o papel de sedan médio dentro da gama Kia após suceder o Kia Clarus de 1996.

Dividindo a base com seu irmão, o Hyundai Sonata, o Kia Optima passou por quatro gerações e a cada uma delas vem conquistando cada vez mais clientes.


Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Aqui no Brasil, a única geração vendida em nosso mercado esteve aqui entre 2012 e 2015, sobre a qual falaremos mais tarde.

Antes de entrarmos nos detalhes do Kia Optima, vamos conhecer seu antecessor, o Kia Clarus.


Kia Clarus (1995 a 2000)

Antes de dividir a plataforma com o Hyundai Sonata, o Kia Optima teve um antecessor que dividia a base com a japonesa Mazda.

O Kia Clarus foi o primeiro modelo de tamanho médio a ser vendido dentro da gama Kia, e atendia mercados como o da Coreia do Sul e da Austrália.

Ele é baseado na quinta geração do Mazda Capella, que no mercado norte americano ficou conhecido como Mazda 626.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

De início o modelo tinha quatro opções de motores a gasolina disponíveis nos mercados onde era vendido, começando por um motor 1.8 litro de origem Kia, dois motores de origem Mazda de 2.0 litros e por fim uma versão V6.

O visual do carro era simples e sem muitas firulas, mas isso também gerava comentários de que o modelo fosse bem apagado e sem graça.

Seus faróis tinham formato amendoado com um leve recorte no capô. A grade era diminuta e ostentava o logo da Kia ao centro. O para choque também tinha formas simples e sem muitos detalhes aparentes.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

As laterais eram simples e sóbrias e a traseira era basicamente a de um Jaguar.

O interior era simples e bem construído, mas sem muita personalidade. Mas isso não queria dizer que o modelo não viria sem os itens básicos de conforto e segurança.

Além da carroceria sedan, o Kia Clarus tinha também a versão perua, que tinha lanternas elevadas e desenho pouco agradável.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O Clarus perua tinha a aparência de ter sido feito as pressas, pois a janela da coluna C tinha formato diferente das demais janelas, fora o desenho das lanternas que era esguio e comprido, lembrando muito as lanternas do Ford Fiesta de 2002.

O modelo saiu de linha em meados do inicio do ano 2000, quando a Kia apresentava a primeira geração do Kia Optima, como o sedan médio da marca coreana.

Kia Optima (2000 a 2006)

A primeira geração do Kia Optima foi apresentada no começo dos anos 2000 e tinha como principal missão substituir as vendas pífias do Kia Clarus.

Agora o Kia Optima dividia a base com seu irmão o Hyundai Sonata, e durante um certo tempo eles eram basicamente o mesmo carro, apenas trocando emblemas e nome.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Por ser um carro de alcance global o modelo recebeu vários nomes.

Na Europa e no Canadá o modelo foi vendido como Kia Magentis – quando suas vendas começaram em 2002 – e no mercado sul coreano ele poderia atender pelos nomes de Kia K5 ou Kia Lotze.

No mercado norte americano ele era vendido como Kia Optima, assim como no Canadá, Malásia e Austrália.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

De início o Kia Optima veio com um motor 2.5 litros V6 podendo ser casado com a transmissão manual ou automática.

Antes de ganhar seu primeiro facelift, o Kia Optima recebeu um novo motor 2.7 litros V6 com acoplado com um novo câmbio automático de quatro velocidades, e matando assim as opções de câmbio manual para o modelo.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O visual do primeiro Kia Optima era simples e elegante.

Ao contrário do seu antecessor que tinha um visual mais apagado, o Kia Optima tinha um visual mais acertado, com seus faróis retangulares e de tamanho médio.

A grade era consideravelmente maior que de seu antecessor e ostentava o emblema da Kia ao centro.

O para choque dianteiro do Kia Optima tinha desenho simples e elegante sem muitas firulas. As laterais eram elegantes e contavam ainda com um friso cromado para reforçar o status do modelo médio.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

A traseira era elegante e tinha personalidade própria, diferente do modelo anterior que praticamente copiou um Jaguar.

O interior do Kia Optima era sóbrio e elegante e tinha até imitação de madeira em algumas versões.

Mas o belo e discreto estilo mudaria em 2002, quando o modelo ganhava seu primeiro tapa no visual. Sai de cena os faróis retangulares e entra no lugar um conjunto no mínimo curioso, os faróis agora eram divididos.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Os faróis do Kia Optima tinham uma parte se mantinha retangular e abrigava a luz de indicação de seta e o canhão de xênon principal, e numa forma mais ovalada era aonde o farol auxiliar ficava.

A grade do Kia Optima agora tinha um formato de trapézio e traziam filetes cromados verticais, que dependendo do ângulo pareciam com garras.

O modelo ficou com esse visual excêntrico até a mudança de geração que ocorreu em 2005 já como modelo 2006.

Kia Optima (2006 a 2010)

A segunda geração do Kia Optima foi apresentada em novembro de 2005 na Coreia do Sul, e agora apostava num visual muito mais equilibrado e se distanciava mais do seu irmão Hyundai Sonata, com o qual ainda dividia a base mecânica e alguns componentes.

De forma global, o Kia Optima foi apresentado já como modelo 2006 e agora apostava na plataforma global da Kia/Hyundai chamada de “MG”, que garantiria um barateamento nos custos finais e maior alcance de vendas.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

De início o Kia Optima foi vendido com motores que iam do básico 2.0 litros a gasolina e chegando no 2.7 litros V6 nas versões mais caras.

No quesito design, o salto de qualidade visual era percebido.

De início o Kia Optima vinha com faróis maiores com todas as lentes juntas e com visual muito mais elegante que a geração anterior.

Agora a grade dianteira era um trapézio invertido e abrigava o logo da Kia ao centro.

Nas laterais, o arco das janelas era coberto por um friso cromado para dar mais sofisticação ao Kia Optima.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Já na traseira o Kia Optima tinha lanternas horizontais compostas por quatro círculos, onde dois eram os de freio, um para cada lado era o de indicação de ré e um de cada lado para a indicação de seta.

O visual era bem equilibrado e elegante de modo geral.

O Kia Optima continuou assim até meados de 2009 quando ele ganhou um novo desenho que agora era assinado pelo renomado designer Peter Schreyer.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O facelift do Kia Optima foi apresentado durante o Salão do Automóvel de Nova Iorque de 2009, quando todos modelos da marca agora passariam pelo crivo do famoso designer.

Essa mudança de visual deixou o Kia Optima muito mais esportivo e com uma agressividade que jamais teve. Os faróis eram afilados, muito semelhantes ao do New Civic de 2006.

A grade do Kia Optima agora ostentava o novo padrão que a Kia chamava de “nariz de tigre” com um detalhe cromado e o logo ao centro. O para choque dianteiro estava mais esportivo e elegante que nunca.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

A traseira do Kia Optima também ganhava um salto de qualidade visual com suas novas lanternas que agora tinham um recorte mais irregular e desenho mais retilíneo nas luzes internas.

Saem de cena os elementos circulares e entra no lugar elementos mais retangulares, dando a impressão de que o modelo ficava mais elegante.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Algumas novidades mecânicas também foram feitas, para todos os mercados aonde o modelo era vendido, além de novidades como uma nova chave que permitia entrar no veículo com ela no bolso e fazer o contato da mesma maneira.

O Kia Optima seguiu com essas modificações até meados de 2010, quando troca de geração.

Kia Optima (2010 a 2015)

A terceira geração do Kia Optima foi apresentado de forma oficial durante o Salão do Automóvel de Nova Iorque em 2010.

Agora sob os cuidados do designer Peter Schreyer, o novo Kia Optima apresentava um design totalmente novo e muito mais invocado e agressivo do que as demais gerações.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Agora o Kia Optima tinha um visual que lembrava muito mais um cupê de quatro portas do que um sedan médio.

A plataforma ainda é a mesma do irmão Sonata, com quem divide os motores e alguns componentes, só que com muito mais personalidade que o irmão.

Os faróis do Kia Optima estavam maiores e mais angulosos e tinham mais aspecto agressivo.

A grade “nariz de tigre” estava maior e com um aplique em preto brilhante no fundo e uma moldura menor dentro vazada e cromada.

Na base do para choque do Kia Optima, os faróis de neblina tinham formato mais anguloso e o conjunto todo era bem mais expressivo que as demais gerações.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

A lateral do Kia Optima contava com um arco cromado que saia da janela do motorista e ia de encontro com a tampa do porta malas.

As portas tinham um recorte irregular no vidro traseiro e a lateral contava apenas com um decalque na base das portas para dar volume ao carro.

Na traseira, as lanternas do Optima estavam maiores e tinham também um recorte irregular e eram compostas basicamente por LEDs, garantindo um visual elegante e esportivo ao mesmo tempo.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Já no interior do Kia Optima um novo desenho era visto e basicamente todos os componentes estavam posicionados para o motorista, para que o mesmo não perdesse o foco na estrada.

Acabamento primoroso e elegante eram as palavras de ordem dentro do modelo.

No quesito motorização o Kia Optima tinha versões a gasolina e a diesel, com potências que partiam de 136 cavalos para o motor 1.7 litro a diesel e chegando até 274 cavalos com o motor 2.0 litros turbo a gasolina, que equipava as versões mais caras.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Um facelift foi apresentado em meados de 2014 onde o Kia Optima ganhava um novo para choque dianteiro, novas lanternas traseiras e pequenas atualizações no painel.

Dessa mesma geração a Kia apresentou a versão híbrida em novembro de 2011 já como modelo 2012.

O modelo tinha como um grande concorrente o Toyota Prius. Essa atual geração ficou em vigor até meados de 2015 quando o modelo passava a ganhar sua quarta geração.

Mas antes vamos falar da passagem do Kia Optima no Brasil.

Kia Optima 2013 a 2016 no Brasil

No Brasil, quando falamos de Kia Optima, é essa geração que vem à mente da maioria das pessoas, afinal, foi a única vendida em nosso país.

Ele não fez tanto sucesso quanto seu irmão Hyundai Sonata, mas foi até preferido por alguns devido ao seu visual mais diferenciado.

O Kia Optima em questão chegou ao Brasil em abril de 2012, como modelo 2012/2013, tentando passar à Kia uma imagem de requinte e sofisticação com seu motor 2.4 16v de 182 cavalos.

Inicialmente a vida do Kia Optima não foi fácil no Brasil, já que ele tinha como concorrentes diretos o já citado Hyundai Sonata 2.4, que era praticamente o mesmo carro, junto com o Ford Fusion de entrada, que portava um motor 2.5 16v de 173 cavalos de potência.

As duas marcas coreanas apertavam bem no preço. O Kia Optima 2.4 custava R$ 96.900 (podendo chegar a R$ 105.900 com teto solar e faróis de xenon) e o Sonata 2.4 custava R$ 97.250, ao passo que o Fusion 2.5 saía por R$ 84.500.

O visual era interessante, o porte era impressionante (com 4,84 metros de comprimento) e o espaço interno também era bom, mas o desempenho não era seu forte.

Tanto o Kia Optima quanto o Sonata não tinham a performance que um motor 2.4 poderia dar a impressão de ter.

Dentre os equipamentos de série, tudo que se esperaria da faixa de preço, embora com alguns deslizes. O modelo tinha ar-condicionado dual zone, bancos em couro, sendo que o do motorista tinha ajustes elétricos e também trocas de marcha no volante junto com rodas de 18 polegadas.

A segurança era elevada, com seis airbags e controle de estabilidade.

Depois de algum tempo o Kia Optima passou a ser equipado com um motor 2.0 16v, piorando ainda mais seu desempenho. Saiu de linha no Brasil em 2015, e as últimas unidades importadas são modelo 2015/2016.

Kia Optima (2015 até hoje)

A quarta geração do Kia Optima foi apresentada no final de 2015 já como linha 2016 e trouxe uma enorme evolução no visual da terceira geração do modelo.

Na dianteira os faróis do Kia Optima agora eram menores e mais afilados, e tem desenho mais agressivo que a geração anterior.

A base do para choque também está diferente e conta com novos elementos visuais que garantem mais esportividade ao modelo.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Agora nas laterais as janelas além do arco cromado, ganham a companhia de uma terceira janela na coluna C, que aumenta – ao menos visualmente – o tamanho geral do carro.

Na traseira, as lanternas estão maiores e invadem os para lamas. Já no interior, o Kia Optima ganha um novo painel muito mais elegante e esportivo, com direito a volante de base achatada.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Nesta mesma geração o Kia Optima ganhou a companhia de uma versão perua que foi apresentada com conceito em 2016 durante o Salão do Automóvel de Genebra na Suíça. A nova perua tem perfil esportivo e visual elegante.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O modelo recebeu um facelift discreto na dianteira e na traseira do sedan e da perua em meados de 2018, já como linha 2019.

Atualmente o Kia Optima está disponível apenas no mercado norte americano na versão sedan com preços que partem de US$ 22.900 e a perua que tem vendas apenas no mercado europeu.

Por aqui o modelo ainda não consta no site da montadora, mas ao menos temos o Stinger, como opção esportiva com preços salgadíssimos que partem de R$ 349.990 reais.

Quando o Optima foi Magentis no Brasil

Se no mercado global os modelos Kia Optima e Magentis foram vendidos separadamente mesmo sendo o mesmo carro, por aqui tivemos as duas gerações disponíveis.

Lançado como Kia Magentis em meados de 2008 quando o modelo estava na sua segunda geração, o modelo veio para nosso mercado em versão única de acabamento com motor 2.0 litros de 16 válvulas que gerava 145 cavalos e tinha torque de 19,3 kgfm.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O modelo ficou com essa aparência até meados de 2009, quando o modelo ganhou o mesmo facelift do mercado global e passava a ser o “Civic da Kia”.

Quando fora apresentado, o modelo vinha também em versão única de acabamento EX que tinha preço sugerido na época de R$ 69.900 reais, e brigava com modelos como o Toyota Corolla XEi, GLi e o Honda Civic na versão LXS.

Se no mercado norte americano e europeu o modelo disputava com modelos maiores como o Hyundai Azera, Volkswagen Passat e entre outros, por aqui ele foi vendido como sedan médio.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Mesmo tendo um bom pacote de equipamentos e um motor adequado a proposta do carro, o modelo passava sempre discreto por onde quer que passasse.

Alguns até mesmo o confundem com o próprio Civic.

Com vendas em baixa o modelo deu lugar em 2012 a nova geração que havia estreado no mercado global em 2010.

A terceira geração do Magentis agora se chamava Optima e tinha o visual agressivo e assinado pelo renomado designer Peter Schreyer.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

O modelo agora não passava desapercebido e nem era mais comparado com o Honda Civic.

Diferente da geração anterior, o novo Optima foi vendido em duas versões, sendo uma com motor 2.0 litros na versão EX que tinha 165 cavalos e uma outra versão como motor 2.4 litros com 180 cavalos, sempre associados a um câmbio automático de 6 velocidades.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Por ser importado o modelo também era pouco procurado e seu irmão Hyundai Sonata teve mais sorte no nosso mercado.

Kia Optima: detalhes, gerações, motores (e equipamentos)

Mas caso você queira um Magentis/Optima para chamar de seu, aconselho a buscar no mercado de usados que tem muitas opções.

Para o Magentis, os preços partem de R$ 21.500 na versão EX com motor 2.0 do ano de 2008 e podem chegar até R$ 30.900 na versão EX do ano 2009 com a frente que se assemelha ao do Civic.

Já no caso do Optima, os valores começam em média de R$ 52.500 reais pela versão 2.4 litros EX de 2012, e podem chegar até R$ 78.990 reais na versão 2.0 litros EX de 2015.

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Kleber Silva

  • Hendel Marques

    Tive um 2013, logo quando lançou aqui, com aquelas rodas “ralo de chuveiro” que particularmente achava linda! O carro chamava muita atenção! Passei 4 anos com ele e foi só alegria. Só me decepcionei com a revenda. A galera tem muito preconceito com a kia, principalmente aqui em Aracaju.

    • rkimwb

      Arrisco dizer que se essa geração de 2010-2015 fosse lançada hoje, ainda seria um carro com design elogiado e atual. Para você ver como existem carros que envelhecem bem. Os carros da Kia podem ser divididos em pré-Peter Schreyer e pós-Peter Schreyer, tamanho o impacto que esse cara teve na marca. Não é à toa que hoje é designer chefe do grupo Hyundai-Kia, trabalhando junto a nomes como Luc Donckerwolke.

    • Fabiano_Olivr

      Ele ainda chama atenção… hehe

  • Ricardo

    Esse Optima atual é animal, muito mais bonito que seu genérico da Hyundai.

  • Fabão Rocky

    Mto mais um sedã desse do q qualquer Hatch de tamanco da modinha.

  • Dod, o verdadeiro :D

    Meu pai teve um Clarus SW 99/00 em 2000, comprado zero km. Ee tem arrepios só de lembrar, o carro não era ruim mas o pós-venda era péssimo em um nivel extremo, ficou pouco mais de 1 ano lá em casa. A gota d’água foi ter passado 3 meses parado na concessionária da marca aqui em Natal esperando partes da traseira danificada em um acidente. Uma lanterna sequer não existia no estoque de peças da marca no Brasil, quase tudo teve que ser encomendado da Coreia. Depois que o carro foi finalmente reparado ele decidiu passar pra frente e trocou por um Civic em 2001.

  • Paulino Lino

    Fico até excitado quando vejo um desses (2010 a 2015) passando pelas ruas! Acho que ainda terei um.

  • fsjal

    Meu irmão teve um ao mesmo tempo em que tive um Sonata.
    Dois carros maravilhosos. O problema é que a versão “básica” do Optima custava mais que o Sonata, que era vendido como modelo único, e assim, ele perdia os faróis de xênon, teto solar e partida sem chave.

    No meu gosto, nenhum dos dois envelheceu, mas o interior o Optima não acompanhava a beleza do lado de fora, apesar do ótimo acabamento.

    O facelift estragou o carro, tanto por fora quanto por dentro.

  • Gannicus

    Tenho um Kia Magentis 2008, e digo que simplesmente é um carro SENSACIONAL: acabamento interno belíssimo, com vários materiais de excelente qualidade, couro de verdade, encaixes e desenho até hoje modernos e impressionam. Seu desempenho é modesto em todos os sentidos, o conforto é ótimo, o câmbio automático de 4 velocidades é muito suave, sem trancos, e a sua manutenção está barata. E ainda por cima ele é forte, UM TANQUE: o meu está com 250.000km e inteirasso. Na minha opinião é o usado com o MELHOR CUSTO x BENEFÍCIO do Brasil

  • Diego

    O de terceira geração é um tesão de lindo! Sempre admiro quando vejo um.

  • Matheus Ribeiro

    Me senti obrigado a logar para comentar: excelente matéria! Contada nos mínimos detalhes!

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