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Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)
Kia Rio 2019

O Kia Rio já se posiciona como uma das maiores incógnitas do mercado automotivo brasileiro. Ele é prometido desde 2011, mas ainda não chegou a ser lançado por aqui.

Lá fora, o compacto faz sucesso e é um dos carros mais vendidos da Kia Motors em todo o mundo.


Por aqui, o Rio seria um representante da Kia no segmento de compactos “premium”, para brigar com modelos como Fiat Argo, Volkswagen Polo, Peugeot 208 e Citroën C3.

Ele é ligeiramente mais refinado que modelos como Hyundai HB20 e também tem dimensões maiores que os modelos compactos convencionais.

Entretanto, como ele ainda não marca presença nas concessionárias da marca, nos resta saber mais sobre o Kia Rio através de imagens e textos em detalhes. Confira abaixo tudo sobre as duas últimas gerações do Rio e sua “trajetória” no Brasil:


Kia Rio – 2011 a 2017

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Durante o Salão do Automóvel de Genebra, em março de 2011, a Kia Motors apresentou ao mundo a nova geração do Rio – a terceira da gama do modelo.

O modelo sofreu uma bela evolução frente à sua antiga geração e trouxe linhas assinadas pelo então designer da marca, Peter Schreyer, que acabara de sair do time de design da Audi. Tudo isso para manter o sucesso do compacto no mercado: desde o seu lançamento em 2005, ele totalizou mais de 860 mil unidades emplacadas, sendo o terceiro carro mais vendido da Kia em 2010, com mais de 219 mil vendas.

A terceira geração do Rio divide uma série de componentes com o “primo” Hyundai i20, como a plataforma. Ele é 2 centímetros mais comprido, 2,5 cm mais largo e 1,5 cm mais baixo que o modelo antigo, com ainda 7 cm a mais na distância entre-eixos, totalizando 4,04 m, 1,72 m, 1,45 m e 2,57 m, respectivamente. O porta-malas leva 288 litros em posição normal.

Além disso, esta foi a primeira geração do Kia a contar com a carroceria hatch nas configurações de duas e quatro portas.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

No visual, um dos destaques é a dianteira, que exibe faróis angulosos com projetores e assinatura em LED, formando conjunto com a grade estilo “nariz de tigre” característica na então nova linguagem visual da Kia Motors, além do para-choque com tomada de ar central e faróis de neblina com moldura preta nas extremidades.

Nas laterais, uma linha de cintura elevada e vincos marcantes na lataria, além de rodas de liga-leve com acabamento diamantado nas versões mais caras. Já a traseira tem formas musculosas, com lanternas em posição mais elevada e invadindo a tampa do porta-malas, além de para-choque com um detalhe preto na porção central inferior.

Pulando para o interior, chama a atenção o painel com formato mais volumoso e horizontal, também seguindo o padrão visual da Kia Motors na época. Ele exibe soluções como o painel de instrumentos com três “copos”, volante multifuncional de quatro raios e saídas de ar centrais horizontais e laterais em posição vertical.

A Kia Motors oferecia o Rio de quarta geração com acabamento interno em preto e bege ou preto e marrom.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Entre os equipamentos, ele podia oferece ar-condicionado automático, volante e bancos dianteiros com aquecimento, sistema de navegação portátil, sistema de som com conexão Bluetooth e reconhecimento de voz, piloto automático, chave presencial, partida do motor por botão, entre outros.

Na segurança, o Rio recebeu uma carroceria com maior uso de aços de alta resistência. Além disso, pelo menos na Europa, oferecia até seis airbags, encostos de cabeça dianteiros “ativos” (com efeito anti-chicote), controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, monitoramento de pressão dos pneus, luzes diurnas de LED, lanternas traseiras em LED, sinalização de frenagem de emergência, entre outros.

Já a respeito de motores, o Kia Rio foi oferecido com um 1.25 Kappa, herdado do Picanto, com duplo comando de válvulas variável e bloco em alumínio, que rende até 85 cv e 12 kgfm, e um 1.4 Gamma de 11 cv e 13,9 kgfm.

Outros países contavam ainda com unidades turbodiesel, como um 1.1 litro de 70 cv e 16,5 kgfm e outro 1.4 litro de 90 cv e 22 kgfm.

Estes propulsores foram oferecidos com câmbio manual de cinco ou seis marchas ou automático de quatro velocidades.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Um mês depois, no Salão do Automóvel de Nova York, a Kia apresentou a nova geração do Rio Sedan. O modelo seguia a mesma linha do hatch, mas obviamente com uma traseira maior devido ao porta-malas mais amplo, com 4,36 metros de comprimento (32 cm a mais).

Como foi anunciado nos EUA, o Rio Sedan teve sua gama de motores divulgada para aquele mercado. Lá, foi vendido com um motor 1.6 GDi a gasolina, dotado de injeção direta de combustível, com até 140 cv, atrelado a um câmbio manual ou automático de seis marchas.

Em fevereiro de 2015, durante o Salão de Chicago, a Kia anunciou a versão reestilizada do Rio. O modelo ganhou leves retoques no para-choque, luzes de direção na cor âmbar e novas opções de cores.

No interior, ele passou a dispor de detalhes de acabamento em preto brilhante e revestimento em couro com costuras contrastantes, além de espumas de maior densidade para otimizar o isolamento acústico.

Kia Rio – 2016, até hoje

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Foi no Salão do Automóvel de Paris, em setembro de 2016, que a Kia apresentou a quarta e atual geração do Rio.

No ano anterior, em 2015, o carro fechou com 473 mil unidades vendidas em todo o mundo, respondendo por 16% das vendas anuais da Kia Motors.

Para a quarta geração, o Kia Rio adotou um visual mais moderno, porém não tão chamativo como o da antiga geração.

Acompanhou a identidade visual da marca coreana para carros de passeio. Além disso, ele passou a dispor de novos recursos de segurança, conforto e conectividade.

O visual da quarta geração do Rio foi fruto do projeto dos centros de design da Kia na Alemanha e na Califórnia, com colaboração da base de design da marca em Namyang, na Coreia.

Ele assumiu um design com formas mais retas e lisas, que segundo a marca “deram ao carro uma aparência mais jovial e madura do que seu antecessor”.

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A dianteira traz faróis mais afilados com luzes diurnas de LED em formato de “U”, que seguem o formato da grade “nariz de tigre” da Kia Motors, uma evolução frente à peça usada na antiga geração do carro.

Há também uma enorme tomada de ar na parte central do para-choque e faróis de neblina em posição mais elevada nas extremidades.

De perfil, o Kia Rio de quarta geração exibe um capô mais longo e mais baixo, além do entre-eixos que cresceu 1 centímetro, passando para 2,58 metros, e também o comprimento maior em 1,5 cm, indo para 4,06 metros.

Além disso, o carro ficou 0,5 cm mais baixo, agora com 1,45 m de altura. O porta-malas ficou maior e agora é um dos maiores da categoria, com capacidade para 325 litros.

Ainda falando do visual, o carro tem linha de cintura ligeiramente mais baixa e portas com formato mais limpo. As rodas são de alumínio de 15, 16 ou 17 polegadas, dependendo da versão.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Partindo para a traseira, há um vidro mais reto, quase vertical, e um formato mais saliente do conjunto.

A linha reta que nasce na dianteira e passa pelas portas, chega também na traseira, formando junção com as novas lanternas mais retas e com assinatura em LED em formato de flecha.

Já no interior, há um painel com formas mais retas e mais largo, que segundo a marca dá uma maior sensação de espaço para os ocupantes.

O conjunto é semelhante ao de outros carros mais recentes da Kia, como o crossover médio Sportage.

Um dos destaques é a tela “flutuante” da central multimídia, posicionada no topo do console central. Abaixo, há menos botões.

No lugar, a marca colocou comandos mais ergonômicos para comandar os sistemas de multimídia e também o ar-condicionado.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

A Kia diz que o interior do novo Rio tem também uma série de novos porta-objetos.

Como por exemplo uma bandeja dupla aberta no console central para armazenar celulares e outros itens pequenos, um porta-óculos no console do teto, porta-garrafas para garrafas de 1,5 litro nas portas da frente e 0,5 litro nas de trás, dois porta-copos maiores na frente, apoio de braço central, entre outros.

Entre os motores, o Kia Rio estreou o novo 1.0 T-GDI, com turbo e injeção direta, capaz de gerar 100 cv e 17,5 kgfm ou 120 cv e também 17,5 kgfm.

Ele é oferecido também com um 1.25 litro aspirado de 82 cv e 12,4 kgfm e outro 1.4 litro aspirado de 90 cv e 13,5 kgfm, além do 1.4 turbodiesel de 70 cv ou 90 cv.

Entre os equipamentos, o Rio oferece central multimídia com tela de sete polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, portas USB dianteiras e traseiras, seis airbags, controles de estabilidade e tração, Isofix nos bancos dianteiro e traseiros, alerta de saída de faixa, aviso de colisão frontal com veículos ou pedestres, bancos e volante com aquecimento, ar-condicionado automático digital, chave presencial, sensores de luz e chuva, câmera de ré, entre outros.

História do Kia Rio no Brasil

O Kia Rio nunca pisou nas concessionárias brasileiras da fabricante. Logo, teoricamente, não teríamos história para contar sobre a trajetória do compacto em nosso País.

Entretanto, a novela para lançar o Rio em nosso País já está tão longa que podemos conta-la por aqui.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Promessa do Rio para o Brasil em 2012

Os primeiros rumores de que o Rio seria comercializado no Brasil surgiram já em agosto de 2011, meses após o lançamento da terceira geração do compacto lá fora.

O anúncio foi feito pelo presidente da Kia Motors no Brasil, José Luiz Gandini, durante o lançamento da então nova geração do subcompacto Picanto.

Na ocasião, Gandini confirmou o lançamento do compacto Rio e também do hatch médio Cerato (que era e ainda é vendido somente na carroceria sedã) seriam lançados no território nacional em 2012.

Porém, como você já deve ter reparado, os planos não se concretizaram. Naquela época, a Kia dependia do desenvolvimento de um sistema flex para o motor do Rio antes de importa-lo para o Brasil.

A versão a gasolina do hatch e sedã compactos chegou a ser homologada no País, mas foi descartada logo depois – visto que ele ficaria em desvantagem frente aos concorrentes, como o Fiat Punto e o Ford New Fiesta.

A ideia era traze-lo com o motor 1.4 litro já flex – em sua versão a gasolina, gerava cerca de 107 cv e 14 kgfm.

Produzir o Kia em solo brasileiro também foi descartado, já que na época o grupo coreano estava erguendo a fábrica da Hyundai, que foi inaugurada em 2012 na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo.

As coisas pioraram ainda mais com o Inovar-Auto, regime automotivo adotado em 2013 que, entre outros itens, limita a cota de importação sem IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) elevado.

E isso afetou diretamente a Kia, que trazia de fora todos os seus carros de passeio.

Promessa do Kia Rio para o Brasil em 2014

Já em 2014, as expectativas para o lançamento do Rio no Brasil voltaram à tona. Isso porque a Kia anunciou a construção de uma fábrica em Monterrey, no México, para fabricar carros compactos.

Atualmente, o Kia Cerato é trazido de lá e, devido ao acordo comercial entre os dois países, não paga imposto de importação.

Esta fabrica iria viabilizar a importação do Kia Rio, caso o compacto fosse montado por lá, sem pagar o IPI elevado e, portanto, com preço mais compatível com o cenário do nosso mercado.

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Promessa do Rio para o Brasil em 2015

No ano de 2015, a Kia voltou a comentar sobre o Rio. Após passar um ano difícil (assim como as outras importadoras de automóveis), a marca sul-coreana anunciou o lançamento do Rio para julho daquele ano, durante os Jogos Olímpicos do Rio, nas versões hatch e sedã.

De início, o Kia Rio seria trazido da Coreia do Sul. Porém, a partir do último bimestre de 2016 a marca iria importa-lo do México.

Segundo rumores, o carro seria equipado com o mesmo motor do Hyundai HB20, o 1.6 litro 16V flex, neste caso com até 128 cv, para brigar com Ford New Fiesta, Citroën C3 e Peugeot 208.

A marca prometeu também o lançamento da nova geração do Sportage, da nova geração do Optima e também da versão reestilizada do Cerato sedã.

Dos quatro modelos, somente o Sportage e o Cerato foram realmente lançados. Mais um capítulo para o livro do Rio no Brasil.

Promessa do Kia Rio para o Brasil em 2016

Em maio de 2016, mais promessas da Kia Motors. Como tentativa de se reerguer no mercado nacional após a forte queda nas vendas devido aos impostos maiores e a limitação nas cotas de importação, a marca anuncio que iria lançar 37 novos modelos, entre novas gerações, facelifts/reestilizações e carros inéditos, até o ano de 2020 no País.

O Kia Rio, obviamente, foi uma das promessas.

Ele seguiu confirmado para ser apresentado durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, como tentativa de pegar carona no evento – embora a patrocinadora oficial fosse a Nissan. Todavia, passou o evento e o carro não foi lançado.

Meses depois, no Salão do Automóvel de São Paulo no mesmo ano, a Kia Motors apresentou ao público a quarta geração do Rio.

Ou seja, lançaram uma nova geração e o modelo antigo nem chegou a ser vendido por aqui. Novamente, mais promessas.

Mais moderno, seguro, tecnológico e eficiente, o Kia Rio teve seu lançamento confirmado para meados de 2017 nas carrocerias hatch e sedã.

Ele seria lançado após o início da sua produção na nova fábrica da Kia Motors no México e viria com motor 1.6 16V flex do HB20, Cerato e Soul.

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Promessa do Rio para o Brasil em 2017

Em abril de 2017, outra vez o Kia Rio voltou a ser veiculado pela imprensa brasileira. Na época, a marca confirmou que o compacto chegaria ao mercado nacional até março de 2018 nas versões hatch e sedã.

E tudo parecia estar dando certo, visto que o carro foi visto rodando em testes pelas ruas do nosso País.

Além disso, o Rio já estava sendo fabricado na nova planta da Kia no México. Com isso, a marca não pagaria imposto de importação como nos carros trazidos da Coreia do Sul.

Além disso, o Inovar-Auto deixaria de existir em dezembro de 2017, privilegiando as vendas da Kia por aqui.

De acordo com José Luis Gandini, presidente da Kia no Brasil, a cota de importação foi ultrapassada em 2016 e eles tiveram que pagar R$ 12 mil a mais por unidade do Cerato vendida além do limite.

Ou seja, um belo de um prejuízo.

“Traremos modelos com três níveis de acabamento, em condição de competir com concorrentes”, disse Gandini.

A expectativa era que o Rio fosse vendido com motor 1.6 litro flex, com câmbio automático, com preços entre R$ 50 mil e R$ 65 mil.

Contudo, novamente, o Kia não chegou a ser lançado por aqui.

Kia Rio: história, gerações, equipamentos, motores (e detalhes)

Promessa do Kia Rio para o Brasil em 2018

Mais um ano se passou e, de novo, uma nova promessa. Em agosto de 2018 o Kia Rio teve seu consumo de combustível homologado pelo Inmetro no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.

Meses depois, em novembro, o Rio foi apresentado no estante da Kia Motors no Salão do Automóvel de São Paulo.

O modelo já estava homologado e praticamente pronto para chegar ao Brasil, dependendo apenas de questões cambiais para realmente fazer a sua estreia nas concessionárias.

Porém, pelo menos por enquanto, o Kia Rio também ainda não chegou ao Brasil.

Com o fim das vendas do Picanto, a Kia ficou sem um representante no segmento de compactos, abrindo mais espaço para o Rio em sua gama. Será que agora vai?

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Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Piston head

    Saiu até a matéria do NA e não lançaram o carro!

  • marcosCAR

    Bonito!

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Uma fábula

  • EDU

    Famoso LENDA URBANA. Ou como dizia padre Quevedo . Isto non ecziste! kkkkk

  • “Saudades de um carro que não tivemos.” 😂😂

    Pelo menos eu já vi vários e entrei num com placas do Paraguai.

    • d59

      Vi alguns também em Foz do Iguaçu em 2017.

      • Estive lá nessa época tbm e vi muitos lá

  • Benny Blanco

    Nem compensa lançar mais.

  • Feliphe Santos

    Nem culpo a Kia não ter lançado o modelo aqui, a culpa foi do Inovar Auto, que ferrou a maioria das fabricantes fora as 4 donas do mercado brasileiro

    • Cesar

      Agora são só 3 uma está quase falindo.

    • CanalhaRS

      Todo mundo se virou, cumpriu o Inovar Auto e estão aí, fabricando e vendendo normalmente. A Kia foi a única que se fez de vítima e não quis investir aqui. Se a Kia se ferrou, foi por culpa dela mesma.

  • Machu Opressor

    Sobre o Kia Rio:
    Não sei se Kia Rio,
    Ou não sei se Kia Choro

  • El Gato!

    O que tem em comum o Papai Noel, o mundial do Palmeiras e o Kia Rio no Brasil?

    • Paulo Lustosa

      não existe

  • Luiz Felipe S. Silva

    Tenho um sedan 2019 (obviamente não moro no Brasil). Esta com menos de 10.000 km.
    No geral gosto muito do carro e da posição de dirigir – os comandos do volante, sistema de áudio e computador de bordo são extremamente intuitivos. Mas odeio o câmbio automático, ainda que tenha trocas manuais – é lento e parece que está sempre patinando.

  • Pedrov154 #BATDAT

    Sim, finalmente o Kia Rio vai chegar. Ouvi de fonte segura que já está tudo confirmado para o grande evento de lançamento, que acontecerá no próximo dia 30 de fevereiro. Faltam apenas alguns últimos ajustes.

    • Eskarmory .

      Hmm, tá com cara que ficará na promessa de novo.

      • Lucio Adriano Mendonça

        30 de fevereiro…

      • Pedrov154 #BATDAT

        Hehehe.

  • Maycon Farias

    ´´Isso foi há 84 anos…“ kkkk

  • Alunak Oliva

    E pelo jeito nem vão lançar.😭

  • João Senff

    Me desculpe a piada mas esse carro é uma roubada. Kkkkk pronto agora vou ler a matéria.

  • João Senff

    Seu Gandini o maior mentiroso ou melhor o maior fazedor de promessas não cumpridas. Gandini parece nome indiano então olhe bem a mão que vai cumprimentar kkkkkkk.

  • afonso200

    esse Kia RIO é que nem politico, só promete, hehehehe

  • Leonardo M. G.

    Pra mim, esse carro não lança pra não comprometer as vendas do HB20 e HB20S.

  • JLobos

    Faltou mencionar o motor 1.6 aspirado de 120cv, vendido na versão top atual aqui no Chile. Bem antigo e pouco eficiente,

  • Internauta Temer

    Provavemente não chegará antes da reforma da previdência (poderia ter feito antes, bastava um #FicaTemer poxa), antes de 2020 na verdade. Vejo como um modelo para salvar a marca aqui mas não como um protagonista como via antes, até por que precisaria de fabrica local e conforme eles vão atrasando o publico vai perdendo o interesse.

  • Yuri Lima

    “Promessa do Kia Rio para 2012-2014-2015-2016-2017-2018” e vem 19-20-21-22
    Kia Rio já virou lenda hehehe aquele que foi sem nunca ter sido.
    E, cá pra nós, não sei se ele tem espaço ainda aqui. Talvez como Hatch.
    Embora venda pouco o Cerato é vendido promocionalmente a 70 e poucos mil. Faixa de Virtus/Yaris/Cobalt/City. Falta mais marketing e visibilidade ao produto, que é muito mais carro que qualquer um desses que citei. O Rio seria só “mais um” no meio.

  • delvane sousa

    Que eu lembre falam desse carro no Brasil desde os anos 2000 quando vendiam muito aquelas Vans por aqui (Besta). Mas fora isso essa marca nunca se firmou por aqui!!

  • carnero

    Ta igual o CD do guns “chinese democracy”… kkkkkkkk

    Fora a brincadeira, bonito carro

  • É igual à música Maywood – Rio, homenageia o Rio de Janeiro, mas quase ninguém conhece por aqui hehehe

  • Alexandre

    Quando começaram a falar doa Rio no Brasil, trabalhava em concessionária Kia. Dirigi o hatch algumas vezes, pois os funcionários utilizavam ele para deslocamentos, como sempre estava na sede em Itu, ou eles na concessionária, andei diversas vezes.
    Para a época, 2010/2011, era um bom carro, com acabamento ok e motor justo, mas não tinha nada de muito apelo para vendas. Por isso, nunca o trouxeram.

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