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Lada volta ao Chile com quatro modelos – Niva continua entre eles

Lada volta ao Chile com quatro modelos - Niva continua entre eles

A Lada está voltando ao mercado chileno após alguns anos de ausência, mas não somente com o icônico jipe Niva. Este modelo, por sinal, passará a ser vendido no país andino com a designação simples de Lada 4×4. Junto com eles, chegam os modelos Granta, Kalina Cross e Largus. A intenção da marca russa é expandir as vendas na América do Sul, tendo como alvos os mercados da Bolívia, Paraguai, Uruguai, Equador e Peru. O Brasil não foi cogitado.


No caso do Niva, ou melhor, Lada 4×4, o vetusto jipe 4×4 com reduzida da marca russa tem um histórico de sucesso no Chile, onde possível muitos donos e entusiastas, que buscam no clássico utilitário de origem soviética, a robustez necessária para enfrentar do extremo árido do norte do país, famoso pelo deserto do Atacama, ao frio extremo da Terra do Fogo e das altas montanhas da Cordilheira dos Andes.

Lada volta ao Chile com quatro modelos - Niva continua entre eles

Com 3,74 m de comprimento, 1,68 m de largura, 1,64 m de altura e 2,20 m de entre-eixos. O Lada 4×4 tem no Chile o motor 1.7 8V a gasolina que entrega 85 cavalos e 13,1 kgfm. Sem airbags, o utilitário não pode ser vendido no Brasil, o que é uma pena, pois aqui ainda existem vários rodando e existem muitos entusiastas apaixonados por suas características.


Mas além dele, a Lada Chile vem com dois compactos populares. Um é o sedã compacto Granta, que inclusive possui uma versão fastback na Rússia. Com 4,26 m de comprimento, 1,70 m de largura, 1,50 m de altura e 2,47 m de entre-eixos, o três volumes tem porte de Voyage e proposta parecida, mas seu porta-malas abriga ótimos 520 litros. Seu motor 1.6 tem 16V e entrega 106 cavalos, somente com transmissão manual.

Lada volta ao Chile com quatro modelos - Niva continua entre eles

Antes da família Vesta e do X-Ray, foi o modelo mais recente do desenvolvimento da AvtoVAZ, que hoje tem 75% de suas ações nas mãos da Renault-Nissan. Junto com o Granta, chega a perua Kalina Cross, que seria uma equivalente atual da antiga Corsa Wagon. Essa familiar russa tem versões comuns e aventureira. Da mesma forma que no sedã, ela apresenta motor 1.6 16V com 106 cavalos. Com 4,084 m de comprimento, 1,670 m de largura e 1,500 m de altura e 2,476 m de entre-eixos, ela tem somente 355 litros no bagageiro. O motor é o 1.6 16V com 106 cavalos.

Lada volta ao Chile com quatro modelos - Niva continua entre eles

Por fim, o Largus. Esse é outro carro que teria feito sucesso no Brasil. O furgão é derivado do antigo Dacia Logan MCV, que era fabricado na geração anterior, na Romênia. Agora russo, ele perdeu espaço para duas minivans/furgões, que são ambas da Dacia-Renault: Lodgy e Dokker. Esta última já está sendo produzida na Argentina. Com 4,47 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,65 m de altura e 2,905 m de entre-eixos, o furgão tem espaço para 2.540 litros e capacidade de carga de 800 kg. O motor é o mesmo 1.6 dos demais.

[Fonte: Autocosmos]

Lada volta ao Chile com quatro modelos – Niva continua entre eles
Nota média 4.7 de 3 votos

  • Hernan Carlos Granda

    Que nao possa ser vendido sem airbag ė una pena?

    • Diego Lip

      Achei infeliz essa frase. Muitos países da América do Sul não possuem regulamentações de segurança igual ao Brasil.

      • Tosca16

        Como se o Brasil fosse melhor que os demais mercados… Troller, Marruá e Stark não tem airbag. Demérito algum, pois se enquadram em nichos de mercado, onde o Niva poderia ser enquadrado também; o que não podia mesmo é Kombi, aí não faz sentido algum brechas na legislação hehe.

        • Rbs

          E XA TO !

        • Luis Burro

          Tem tbm a constatação de q ñ adianta só ter aibag e abs,eles são equipamentos complementares à uma estrutura q garanta a integridade e eficácia dos mesmos.

  • Natán Barreto

    Sério que vocês acham uma pena não vender aqui um carro com 40 anos de produção e sem nenhuma segurança??? Criticavam tanto a Kombi. Não vejo diferença dela pro Niva.

    Em tempo, esse bando de carroças antiquadas não nos fazem falta. O Brasil já se representa bem com o que é vendido aqui.

    • Tosca16

      Esse pessoal é complicado, Niva é vendido em mercados como o alemão, será que os alemães não gostam de segurança? Claro que sim, a questão é que o Niva se enquadra num nicho de mercado, e aqui temos exemplos, ou os Troller e o Stark tem tais equipamentos? O problema ao meu ver não é a falta, é a origem da marca hehe.

      • Augusto Brum

        Concordo, pois esses carros não são muito utilizados na estrada e sim para o lazer durante as trilhas, fora que muitos carros desses são utilizados em competições e não possuem airbag, nem mesmo muitos veículos militares possuem.

      • Rbs

        E XA TO! de novo.

      • NYC_Man

        Eu não sabia que na Europa poderia vender carros sem air bags.
        Ainda que fosse de nicho como vc comenta.

        • Tosca16

          Esse Niva é vendido em mercados como o alemão.
          http://www.lada.ru/en/country/germany.html

          • NYC_Man

            Eu acredito em vc.
            Como disse é um fato novo para mim.
            Eu achei que fosse pré requisito o Air bag junto com ABS e que não tivesse exceção.
            Por outro lado a venda de Lada na Alemanha deve ser super irrisória

            • Tosca16

              É, mas tem nicho lá, e veja bem os valores, não é barato nem pros padrões locais.

        • Tosca16
    • KOWALSKI

      Carro para quem quer robustez, preço baixo e durabilidade. Carro pra macho, não é carro pra frutinhas da cidade, compra quem quer.

      • artxin

        Carro pra macho, até que ele bata, deixando o motorista ferido ou até o matando (famoso “bateu, morreu”).

        • KOWALSKI

          Eu ando de Lada e não estou nem aí com deformação programada, não é isso que me faz ter medo, além do que ando em ônibus coletivo, de pé, 80 km/h(trecho de BR), o que é mais perigoso?

          • Lucas

            Pelo menos sobre o Lada você tem algum controle, já no ônibus, sua vida está nas mãos do motorista. Pensando bem, você tem total razão.

    • Salim Mahmood

      o Prisma e um lixo moderno

  • Antonio

    Brasil virou uma espécie de leproso.Não querem nem mais contato.

    • Diego Lip

      Países pequenos sem muita regulamentações é mais fácil de entrar, agora países grandes como o Brasil é bem mais difícil, sem contar o apelo comercial da marca.

      • Tosca16

        Não vem pra cá porque temos DACIA, ia ser um “Dacia” de segunda linha hehe…

        • Antonio

          O Niva ainda teria mercado por aqui. Agora, nem isso.

          • Tosca16

            Niva teria, eu colocaria o 1.6 SCe e venderia em versão única, na faixa dos 55-60 mil reais; seria muito bem vendido na rede Renault.

      • Antonio

        Vc tem razão. O Chile é um país pequeno e sem indústria automobilística. Existe maior facilidade para importar.
        Mas, devemos considerar que o Lada Niva teve uma boa ‘recepção’ no Brasil e poderia ter um importação. Mesmo que marginal.

      • Cosi fan Tutti

        Vale lembrar que, segundo a OMC, o Brasil é o país mais fechado no ramo automotivo entre os 156 maiores países, além de ser o mais fechado em termos de importação entre 177 países filiados. Aqui sempre será o último lugar que as montadoras irão pensar em investir algo ou importar.

  • Louis

    Carro russo, tô fora.
    Na Rússia, única coisa que presta são as russas.

    • Alexandre souza

      Vodka também

  • Luccas Villela

    “2,905 m de entre-eixos”

    Oi, latifúndio!

  • Filipe1020

    Acredito que seria uma boa o Niva voltar a ser vendido no Brasil, se vier com um preço competitivo, poderia ser o 4×4 mais barato no mercado aí eu apoio.

  • el punidor

    Deus me livre, e nos livre, de uma bomba dessas!!

    • Zé Mundico

      Também acho…que fique bem longe daqui.
      Só o que falta agora é fã-boy de carro russo…..kkkkkkkkkkkkkkk

      • Russel Riehle

        Ri demais!

      • Tosca16

        Temos uma infinidade de carros romenos, não podemos ter russos? Agora me diz, em qual mercado tem carros brasileiros? Nenhum…

        • Zé Mundico

          Tá, e daí? Não é pelo fato de não termos marcas brasileiras que vamos nos conformar com qualquer porcaria que desovam aqui.
          Estou falando como consumidor e não como torcedor ou fã-boy de marca. E se for para ficar nessa de patriotada e orgulho nacional, já temos essas baboseiras de copa do mundo, olimpíadas e concurso de miss universo…kkkkkkk

  • Augusto Brum

    Gosto muito da Lada, anteontem mesmo eu estava pesquisando sobre o Laika e o Samara, gosto dos dois mas o Samara é o meu favorito, também gosto do Lada 110, esse eu já vi no Uruguai, parece um Daewoo Espero misturado com Santana 1991.

  • Zé Mundico

    Não sei esses modernos, mas os antigos Lada tem DNA Fiat, desde o jipinho 4×4 até aquele sedã que parecia uma caixinha de fósforo.
    Esse jipinho nada mais é que o Fiat 147 com suspensão levantada. É carro para usar na roça e na trilha, aguenta paulada e dá prá consertar até com arame , alicate e chave de fenda…..rsrsrsrss

    • Rogério R.

      Vesta sedan/SW e X-Ray possuem plataforma Sandero/Logan.

  • Rogério R.

    Pra quem estiver curioso para saber como é a atual linha Lada, no link tem a galeria de fotos dos modelos Lada.

    http://www.lada.ru/en/cars/xray/hatchback/gallery.html
    Lembrando que Vesta sedan/SW e X-Ray usam a plataforma Sandero/Logan.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    A rede de distribuição é um entrave importante para a chegada de novas marcas no Brasil. Construir uma rede que abranja todo o território custa caro e demora. A alternativa é estabelecer acordo com algumas das grandes distribuidoras ja existentes. Um exemplo dos implantação sem rede de distribuição foi o caso da Chery que teve que se render à associação com a CAOA para não fechar as portas. Apenas as marcas de luxo podem estabelecer operações enxutas com poucos representantes. As marcas de volume que queiran entrar no mercado brasileiro precisam investir muito dinheiro na formação de rede própria ou se associar a grandes varejistas ja estabelecidos, caso contrário é melhor passar ao largo. Em países menores o custo para estabelecer rede de distribuição é menor, assim e mais acessível para o ingresso de novas marcas.

    • NYC_Man

      Falou td.
      Eu como montadora procuraria a CAOA com certeza.

    • Cesar

      Não precisa. Usa a rede da Renault.

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Realmente. A Renault poderia trazer a Lada como marca de baixo custo.

  • artxin

    Jipe até entendo, mas esses carros são muito feios, comprar um é servir de troxa.

  • Alvarenga

    O Niva faria sucesso por aqui se o preço fosse menor que o do Jimny !

  • Luis Burro

    Visualmente eles mudaram bastante,só ñ sei qnto a qualidade pq nos vídeos russos sobre colisões o q tem de Lada se desmanchando.

  • Erivelton Freitas

    Adoro essas empresas que ainda pensam que estamos em 2002-2004, e nos trazem ‘esse tipo de design’ ¬¬

  • Jad Bal Ja
  • Lucy Senna

    e quanto que será o preço?

  • Razzo

    “O Lada 4×4 tem no Chile o motor 1.7 8V a gasolina que entrega 85 cavalos e 13,1 kgfm”

    É uma máquina à vapor ?

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