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Lancia encerra atividades em toda a Europa, exceto Itália

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Com 111 anos de atividades, a Lancia silenciosamente se despede do mercado automotivo europeu. A marca italiana, com exceção de sua terra natal, encerrou as atividades comerciais no restante do continente, saindo dos últimos cinco países onde mantinha presença discreta, sendo eles Alemanha, França, Suíça, Holanda e Espanha.

Na Itália, a Lancia comercializa apenas o Ypsilon de segunda geração, mas apesar da FCA ter prometido mante-la em sua casa. No entanto, com apenas um modelo, feito em Tychy, Polônia, a marca italiana não parece ter um futuro pela frente, pois agora só terá de atender o mercado local, já bastante afetado pelas vendas em baixa, um dos motivos que afetam a Fiat e a FCA na Europa.

Em 2011, a Lancia chegou a ganhar um impulso a introdução de produtos Chrysler, mas a ideia não vingou entre os europeus. Na ocasião, a marca foi retirada da Grã-Bretanha. A partir daí, sua bandeira começou a ser menos vista na Europa. Existe uma saída para a Lancia? Dentro da FCA é quase certeza que não. O grupo poderia converte-la em marca de elétricos, mas Marchionne é contra essa tecnologia no momento.

Fora do guarda-chuva da Fiat-Chrysler, a única chance da Lancia não virar história seria ser vendida para a Guangzhou. Como se sabe, a gigante chinesa quer se expandir na Europa e no mercado internacional, mas para ser reconhecida, precisa de uma representação que dê um status diferenciado para suas propostas. Essa poderia ser a marca italiana, que seria oferecida talvez com uma venda de ações do grupo para os chineses, ajudando assim a salvar as finanças da companhia e garantindo um futuro para essa tradicional europeia.

[Fonte: El Economista]

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