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Land Rover Defender: nova geração chega em 2019 e deve vir ao Brasil

Land Rover Defender: nova geração chega em 2019 e deve vir ao Brasil

Aos 70 anos, a Land Rover se prepara para reviver seu clássico e icônico utilitário 4×4 através da nova geração do Defender, que chegará em 2019 ao mercado mundial e ao Brasil, provavelmente em 2020. O novo SUV da marca inglesa pretende resgatar a proposta do modelo anterior, que ficou diversos anos no mercado e se retirou por não mais cumprir com as normas de segurança e emissão.


Mas, o próximo Defender terá as quatro rodas no futuro, atendendo todas as certificações de proteção e poluição. Sustentado pela plataforma D8 da Jaguar Land Rover, espera-se que o valente britânico seja feito inteiramente em alumínio, reduzindo muito seu peso, mas também reforçando sua rigidez torcional.

Land Rover Defender: nova geração chega em 2019 e deve vir ao Brasil

Bem diferente da proposta do Discovery Sport ou Evoque, por exemplo, o Land Rover Defender 2020 vai bater de frente com a Classe G da Mercedes-Benz e Wrangler da Jeep, bem como o que vier a aparecer mais adiante. Para isso, ele terá variantes de duas e quatro portas, já vistas em testes com camuflagem, como nessas imagens oficiais da marca.


Mas o que esperar do Defender 2020? O SUV está sendo testado em condições terríveis de terreno e temperatura, indo de 40 graus negativos até 48 graus Celsius. Ou seja, estará apto a enfrentar climas do Ártico ao Saara. Além disso, o utilitário poderá chegar já com sistema elétrico de 48 volts, com adição de um motor de arranque mais parrudo para move-lo nos primeiros metros.

Land Rover Defender: nova geração chega em 2019 e deve vir ao Brasil

Também contará com uma versão híbrida plug-in e possivelmente um puro elétrico. Mas, como se sabe, o motor diesel Ingenium 2.0 não deve ficar de fora, assim como sua variante a gasolina. Por suas características, seu conjunto motriz deve ser em longitudinal, o que favoreceria até opções mais possantes, feitas pela SVO (Special Vehicles Operations).

Então, um V8 5.0 Supercharger com 550 cavalos seria interessante num embate com o Mercedes-AMG G63, por exemplo. Obviamente, opção como essa seria apenas por imagem, já que a proposta é eficiência energética. Na aparência, o Defender 2020 parece “blindado” no melhor estilo militar. A robustez saltará aos olhos nos detalhes parrudos do 4×4 britânico.

Land Rover Defender 2020 – Galeria de fotos

Land Rover Defender: nova geração chega em 2019 e deve vir ao Brasil
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • zekinha71

    Em breve nas garagens dos chutadores de bola e madames ostentando,levando os nutellinhas pra escola infringindo todas as leis de trânsito.

    • Murilo Soares de O. Filho

      Justamente, antes era um SUV raiz, agora sera um SUV Nutella. Viva o Wrangler!

    • Hugo Soares

      Wrangler é Stilo, pq um range SporT vai a qualquer lugar que ele capaz de ir.

    • João França

      Nunca será um autêntico jipão Defender !! Um verdadeiro 4×4 valente e resistente nunca é monobloco !! Em condições extremas pode torcer a carroceria. Ou não ??

      • Oliveira

        depende de como ela é fabricada.. se tiver reforços estruturais adequados, em X ou V espalhados pela carroceria, a tensão aplicada no uso intenso impediria ou minimizaria a torção ou flambagem do chassi..

        • João França

          Oliveira, este novo (ou nova agora) Defender não tem chassis. É um monobloco, e como tal, pelo que conhecemos , é sujeito a torções em condições de off-road. Então , aquela filosofia de que um Defender é “imparável” em qualquer situação fica prejudicada, acho !! E tambem perdeu a condição de jipão “indestrutível” , como alguns o denominavam. Enfim …

          • Oliveira

            por chassi eu disse o esqueleto da montagem, seja ela em longarinas ou monobloco.. se for fabricada com devidos suportes estruturais, não vai entortar..

      • Raimundo A.

        Se o fabricante acha que é usando monobloco e vai ter uma penca de engenheiros nos provando que é, achar que não é o mesmo que defender a frase idiota “verdadeiro automático” como se houvesse um falso automático e a maioria não sabe nem o contexto/significado da palavra automático questionando os que supostamente utilizam de forma errada.

        Para ser franco. caminhão que usa chassi precisa de reforço na longarina, um outro chassi acoplado ao normal, além da estrutura usar compostos mais resistentes, quando a aplicação é para fora de estrada pesado, então não tem essa de por usar chassi ser sinônimo em um SUV de verdadeiro 4×4.

        No passado, quando SUV derivada de picape por questões de escala de produção, custos, etc, beleza. A evolução mostrou que monobloco pode ser tão ou mais resistente e também por questões de segurança, custos de produção, etc, produtos ditos SUVs são feitos em monoblocos.

  • konnyaro

    Critico a Land Rover por fazer a Defender deixar de ser um 4×4 raiz, mas pensando bem eles estão certos pois o público alvo de um Land Rover será sempre quem tiver grana para pagar o preço alto de seus veículos, e esse público não é voltado a fazer trilhas ou expedições ao redor do mundo, sendo no máximo um fim de semana no sítio ou fazenda, pois durante a semana ficam presos em seus escritórios ou negócios. Portanto fazer um 4×4 confortável e com toda parafernália eletrônica disponível é o que eles querem, sendo a marca apenas um fator de ostentação. Quem em sã consciência iria levar um 4×4 que custa mais que 200 k Bolsonaros para ralar no meio do mato?

    • Chasseur

      Em terra de quem ganha em Bolsonaros é difícil, mas em terra de quem ganha em Trumps, Merkels, Abes ou Elizabeths… nem tanto.
      Mas queria mesmo que ela mantivesse o modelo anterior “casca grossa” em produção para nós e deixasse as Evoques e Discoverys para a turma que escala os paralelepípedos da garagem.

  • Lucasss

    Se vier com o visual parecido com o da Classe G vai ser um sucesso, esta, é o melhor exemplo de como um Jeep consegue ter um desenho quadradão, bruto, atemporal e ao mesmo tempo sofisticado, chic e moderno… A Mercedes fez um trabalho excelente, aliás, anda fazendo e o facelift só fez melhorar o que já era bom.

    • João França

      Defender desta forma deixa de ser um jipe, um jipão !!! Passa a ser “carrinho” de ostentação de “pobrinhos” que querem aparecer !!

  • Flight_Falcon

    Todo mundo fala mal do Ecosport nutella que tem estepe na traseira, agora esse aí até agora ninguém fala que não pode, que isso e aquilo…

    Só pq é premium?

    Antes que comecem a dizer que sou defensor do Eco, não sou, não gosto dele e não pretendo ter um, o que falo é a falta de coerência da maioria, para uns modelos fica top, para outros não pode?

    Vai entender.

    • Oliveira

      poxa, eu gosto dele e do estepe na traseira.. haha

      mas concordo.. se a BMW resolver colocar um pneu grudado no teto da X2, todo mundo vai bater palma..

    • Raimundo A.

      A incoerência faz parte da sociedade. É gente errada querendo se fazer de certa; criticam determinados produtos e ignoram as mesmas falhas em outros…

    • th!nk.t4nk

      Não tem incoerência nenhuma. No Ecosport o estepe na tampa é só pra “bonito”. Já num Defender é algo que realmente tem função, por ser um SUV de verdade. O dia em que o Eco conseguir fazer 10% do que o Defender faz, estará perdoado pela roda na tampa traseira. Mas enquanto isso ele continua sendo apenas um Fiesta com suspensão elevada, que pagou muito mico em seus primeiros anos inclusive, pelas gambiarras de projeto.

      • Raimundo A.

        As críticas começam quando ignoram as causas que influenciaram o projeto. Você condiciona estepe na tampa justifica no

        Land porque é um autêntico 4×4 e te digo que a necessidade de está deve-se a obtenção do maior ângulo de saída vide balanço traseiro curto. Comparado a outros veículos da própria Land cujo estepe fica embaixo e também são monobloco, 4×4 para fora de estrada segunda a marca, mas balanço maior que em certos usos irá atrapalhar. Seriam menos off road que o futuro Defender.

        No caso do Eco, o estepe na tampa foi posto porque era uma tendência em veículos maiores aos quais o povo não reclamava; facilitava a utilização e não sujava fácil caso fosse externo perto do eixo traseiro; o balanço traseiro dele é relativamente curto e instalar o estepe igual as demais rodas reduziria a capacidade do porta-malas se ficasse neste.

        Reclamar da posição do estepe no Eco por não ser um 4×4 como se o produto fosse pensado para ser um fora de estrada é ser ignorante porque as condições não são as mesmas do Land.

        Muita gente tem reclamado do Eco e o seu estepe por mera questão visual por acharem mais harmônicos os veículos que tem sob o piso ou no porta-malas, mas é uma mudança de gosto.

        Em suma, as críticas não tem exatamente a mesma fundamentação, então sob determinada ótica há incoerência.

  • globonaotemjapa

    conexão internet caiu, conexão internet ruim não da pra ler notica , alem de caro

  • 1945_DE

    Já deu para notar que não vai ser um verdadeiro 4×4 como o antigo. Em nenhuma foto divulgada, vi o veículo com pneus adequados para o off road. É uma pena.

  • octavio cesar godoy

    Eu compraria para colocar na minha fazenda, alias para eu ir ate minha fazenda, o que me assusta muito, e não compro land rover é o medo da manutençao carissima. Já quase comprei um discovery 4, mas os preços de peças me assustou muito

    • sandro99

      Tive um Freelander 2 diesel (2012) por 6 anos, comprado 0km. Não tive problemas durante esse período. Durante a garantia fiz todas a revisões em autorizada (algumas depois tb quando tinha promoção…as vezes a Land Rover fazia esse tipo de promoção para atrair clientes que ja estavam fora da garantia de fabrica) e após em oficina especializada. As manutenções não eram uma “baratas”, mas acho que você fugindo da empurrometria que as autorizadas normalmente tentavam e focando nos itens realmente obrigatórios recomendados pelo manual de manutenção, os valores acabavam em linha com o carro. Acho que com a montagem de alguns LR no Brasil, o custo de manutenção pode ter reduzido (hoje vc faz um pacote de revisão de 5 anos de um Discovery Sport 0km por R$ 4.000, 00 salvo engano)

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