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Leitor faz comparação entre Vectra e Novo Cruze

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O leitor Renato Andrade decidiu fazer um comparativo entre os Chevrolet Vectra e Novo Cruze. Sua suspeita era de que o sedã atual perde em alguns pontos em comparação com o antigo modelo da GM, fabricado até a chegada geração anterior do Cruze. Ele comenta que o conhecido Vectra Next Edition – a última atualização antes do fim – era elogiado pelo bom espaço interno, acabamento e porta-malas.



Com 4.587 mm de comprimento, 1.728 mm de largura, 1.440 mm de altura e 2.703 mm de entre eixos, o Chevrolet Vectra tinha 526 litros no porta-malas. Mas aí, a GM lançou o Cruze. A primeira geração do sedã atual tinha 4.597 mm de comprimento, pouca coisa em comparação com o Vectra, mas era bem mais largo e alto, medindo assim 1.788 mm e 1.477 mm, respectivamente. O entre eixos, no entanto, diminuiu, caindo para 2.685 mm. Já o porta-malas então, caiu para 450 litros.

Agora, a nova geração do Cruze ficou bem maior que a anterior e ao Vectra, mas isso não significou, por exemplo, um porta-malas maior, visto que o sedã em curso no mercado tem somente 440 litros, bem abaixo do antigo sedã da Chevrolet. Nas medidas, números mais generosos, no entanto. São 4.665 mm de comprimento, 1.807 mm de largura, 1.484 mm de altura e 2.703 mm de entre eixos.

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Na opinião do leitor, “apesar de o novo Cruze ter dimensões maiores do que seu irmão mais velho, o Vectra Next Edition, na prática a impressão que temos que o Vectra é mais espaçoso, principalmente no banco traseiro (com exceção do túnel central ser bem mais alto no Vectra), mais precisamente nas laterais do novo Cruze, onde você acaba batendo a cabeça nas mesmas (se tiver mais de 1,85 m, devido ao desenho caído do teto – estilo Coupé, apesar de ser considerado Sedan pelo fabricante). Em longas viagens, isso acaba se tornando algo desconfortável.”

Andrade questiona o destino dos 86 litros perdidos nessa evolução de duas gerações do sedã médio da Chevrolet, cujo modelo atual é mais longo, largo e alto que o antigo Vectra. Ele ressalta ainda que o estepe do atual sedã é temporário, o que reduz suas dimensões em comparação com o modelo mais velho.

Ainda dentro desse comparativo, Renato coloca frente a frente as versões do Vectra Next Edition Elite e Novo Cruze Turbo LTZ. A partir daí, ele relaciona, entre outros, a ausência de itens ou qualidades dos materiais perdidas nessa transição entre o velho sedã e o atual:

  • Alarme do Novo Cruze Turbo não é volumétrico (isso é, se quebrarem os vidros, o alarme não dispara, somente se abrir as portas);
  • Não tem para-brisa degrade (país tropical, alta incidência solar);
  • Porta-luvas perdeu espaço (apesar do painel maior), não tem mais refrigeração interna;
  • Painel com plástico rígido, no lugar do inteiriço acolchoado material “touch, macio”;
  • Porta-objetos no teto;
  • Porta-óculos na lateral do banco do motorista;
  • Lâmpadas dos faróis convencionais amareladas. No Vectra vinha com Blue Vision de 4.000 k;
  • 4 auto falantes e 2 tweeter (Vectra Elite vinha com 4 auto falantes + 2 Subwoofer no tampão traseiro + 2 tweeter e amplificador de fabrica);
  • Antena convencional em vez da aerodinâmica “ tubarão”;
  • Não tem as luzes de iluminação abaixo dos retrovisores;
  • Vareta para segurar o capô, em vez do amortecedor;
  • Porta-malas com sistema de abertura “pescoço de ganso”, em vez de hastes pantográfica e amortecedores;
  • Pinos nas portas;
  • Não tem regulagem de altura do cinto de segurança;
  • Não tem alças internas (teto) de mão para os passageiros;
  • Falta regulagem lombar para o banco do motorista;
  • Saída de ar para ocupantes do banco traseiro (presente no Vectra 2008);
  • Protetor de cárter (vendido como acessório);
  • Pneus com menor largura (215mm) x 225 mm;
  • Piora nos resultados de frenagens (em relação ao Cruze anterior mais pesado);
  • Ausência de botão interno para abertura do porta malas.

Para o leitor, “o Cruze evoluiu muito em vários aspectos, mas perdeu itens que não poderia perder (não por conta do valor que cobram por ele)”. Ele finaliza dizendo que o modelo (em comparação com o Vectra) deveria “evoluir e não regredir”. E você, concorda com o leitor?

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É bem verdade que nem todos os itens presentes em um modelo mais antigo estarão de fato em carros mais recentes. Isso não ocorre somente com a dupla Vectra-Cruze, mas já foi vista em muitos outros. Projetos globais mais recentes tendem a reduzir custos e se adaptar a vários mercados, caso contrário teriam de ser desenvolvidos modelos próprios, como no passado, para atender as especificações de cada um deles.

Sabe-se, por exemplo, que o mercado americano – embora não seja sensível aos preços por motivos econômicos – é altamente competitivo e cada dólar a mais pode fazer a diferença entre estar à frente ou atrás do concorrente mais próximo. Mas isso não por causa do poder aquisitivo dos clientes, mas das vantagens que esse pode obter na hora da compra. Assim, versões de carros globais feitas para aquele mercado geralmente são mais polidas em termos de equipamentos. Assim, os projetos acabam por simplificar alguns itens a fim de facilitar essa estratégia de atender a todos.

Ainda falando do Cruze, basta lembrar que as diferenças globais de projeto nesse caso fizeram com que a China tivesse, antes de todo mundo, essa nova geração com base D2XX, mas lá ele surgiu menor (4,56 m de comprimento com 2,66 m de entre eixos). Ainda assim, além do motor turbo, veio também com caixa de dupla embreagem e sete marchas, item inexistente no modelo feito na Argentina ou naquele vendido nos EUA, por exemplo. Por lá (China), ele já até se atualizou em tamanho e estilo.

O Vectra, por exemplo, deixou de ser feito na Europa em 2008, lá sendo equipado com a Epsilon I em sua terceira geração, enquanto no Brasil a segunda geração evoluiu para um desenvolvimento local inspirado no Opel Astra europeu e aproveitando a plataforma da Zafira, dando origem ao sedã que foi fabricado até 2011. Portanto, seu desenvolvimento foi pensado apenas para o mercado brasileiro, o que deu bons resultados, pois o modelo só perdia para a dupla nipônica Civic-Corolla.

Nem é preciso citar as tecnologias que foram incorporadas no Novo Cruze em comparação com o Vectra, pois são nítidas. Mas, de qualquer forma, não se pode ter tudo. No caminho da evolução, algo sempre se perde, infelizmente. E você, o que acha disso?

Agradecimentos ao Renato Andrade.

 

  • Fanjos

    “”””””””””””””””””””””””””Vectra””””””””””””””””””””””””

    Vulgo Astra

    • André

      O melhor sedã que a GM já vez no Brasil foi o Vectra B. Esse sim era carrão para a época. O Ômega também era bacana, mas dava muita manutenção, principalmente na parte elétrica, isso sem contar aquele mico do 4.1 e o fato do 2.0 ser meio fraquinho para o peso do carro e a transmissão traseira.
      Esse Vectra 2006 em adiante era bem inferior ao Vectra B.

      • Fanjos

        Pois é, porque na época do Vectra B o Vectra era o Vectra de verdade e depois pegaram o Astra e deram uma de João Sem Braço e tentaram vender gato por lebre

        • Castle_Bravo

          O Astra “parecia bom demais” para a realidade nacional e para o que a GMB queria cobrar por ele, logo, vamos dizer que ele é o Vectra. Genial.

          • Fanjos

            Eu não me lembro bem, mas o Astra Vectrado chegou a vender bem? eu não lembro de ver tantos na rua na época ou flopou?

            • Mr. On The Road 77

              Vendeu bem no começo, mas foi exatamente nesta época que o Civic e, depois o Corolla, tomaram conta do segmento. Acho que isso não foi coincidência…

              • Fanjos

                Acho que na época se a GM tivesse trazido o Vectra de verdade, a situação teria sido diferente, talvez até o mercado seria diferente hoje.

                • Daniel

                  Se trouxesse o Vectra de verdade, ele viria a preço de Accord e Camry, que são os concorrentes dele.
                  Assim como hoje deveriamos ter o Malibu no lugar dele.

              • Luiz Eduardo

                Só perdeu, por causa de um babaca que falou que carro de empresário de vdd era o civic e corolla…. Vectra era carrinho de filhinho de papai!!! Mas tinham empresários que gostavam mais do vectra!!!!

            • 1 Raul

              A proporção pra civic e corolla é a mesma que o cruze manteve…

              • Daniel

                É pq Civic e Corolla são concorrentes do Cruze (e anteriormente, Astra e “Astrão”), nunca foram do Vectra de verdade (pra este, os concorrente são Accord e Camry). Aqui venderam o Astra C(H na contagem desde o Kadett), concorrendo com os concorrentes do Astra, mas, chamando de Vectra.

            • Castle_Bravo

              Não tenho os números, mas acho que “flopou”. Também vi poucos pelas ruas.

        • João Cagnoni

          Eu não gosto que usem meus braços como exemplo (eu digitei isso com o nariz).

        • zekinha71

          Fora que no lançamento do Astrão ele tinha toca fitas, pois segundo a GM os possíveis compradores não curtiam tecnologias e modernidades, preferindo coisas mais simples, foi a partir dessa época que o Corolla virou rei e o Astrão começou a despencar nas vendas.

          • Filipe Augustus

            Na verdade ele tinha toca fitas e cd player, a gente teve um Elite 2.416V 2006, eu gostava muito do carro, porem dava muitos problemas idiotas, vendemos com 86 mil rodados e já tínhamos feito o cambio automático, mesmo trocando o óleo e seguindo manutenções!!!!!!

          • Daniel

            Acho que foi mais com o lançamento do Civic 8 (new civic)

      • Luiz Eduardo

        Isso msm!!!
        Não se faz mais carro que nem o vectra B….
        Eu sou um apaixonado por vectras.. Ainda mais os B!!
        Ainda quero ter um!!! Mesmo que tenha que fazer motor e viver no mecânico, o tempo que vc roda com esse cara é espetacular…. Como todos os carros ele também tem seus defeitos… Mais ganhou destaque pelo seu design exterior!!! PS espelhos não eram flexíveis.. Mais em vantagem, davam mais aerodinâmica para a máquina!!!

    • No_Name

      Para piorar… vulgo Astra G… Pois do H veio só a casca.

      • 4lex5andro

        Foi mencionado no texto, antepenúltimo parágrafo:

        “O Vectra, por exemplo, deixou de ser feito na Europa em 2008, lá sendo
        equipado com a Epsilon I em sua terceira geração, enquanto no Brasil a
        segunda geração evoluiu para um desenvolvimento local inspirado no Opel
        Astra europeu e aproveitando a plataforma da Zafira, dando origem ao
        sedã que foi fabricado até 2011.”

  • Fanjos

    Alias o novo Cruze tomou MUITOS downgrades bestas em comparação ao anterior, tirando os faróis melhores no LTZ e o motor, foi capado em quase todo o resto.

    • oloko

      No LTZ, pelo menos no LTZ2, o cruze poderia vir com faróis bi-xenon ou full led já né, são poucos os sedans médios no brasil que não tem um faról desse tipo na versão top pelo menos

      • Fanjos

        Ahh é…e tem essa LTZ1, LTZ2, daqui a pouco começa LTZ2/5 Plus, LTZ3³X5x72 Plus Master Final Edition e por ai vai

        • Aristeu Junior

          acho q tu é o mais malinha do NA
          queria o q? uma unica versão do carro com todos os equipamentos e pela bagatela de 3mil reais né?
          desde que seja com todas as revisões até 300.000km, combustível, seguro e estacionamento em qualquer lugar do mundo.

          é melhor um carro com 3 ou 4 versões diferente do que apenas uma com 20 opcionais

          • Fanjos

            Não eu queria que o mais básico já custasse 400 mil o basicão com vidro a manivela, assim ficaria bom!
            Eu gosto é de ver empresa esfolando brasileiro, é uma delicia! Enquanto isso nos outros países os caras pagam 1/3 do preço com o dobro do recheio! Assim é gostoso!

            • Aristeu Junior

              em outros países tem carro mais pelado que os vendidos aqui
              nos EUA tem CRV, CIVIC, CAMRY, PASSAT, FOCUS, COROLLA, GOLF, etc… com vidro na manivela, com calota, sem banco de couro etc.. e diferente do brasil, lá compram carro pra usar, pra se locomover
              aqui compram carro já pensando na revenda
              o br prefere pagar 130k numa picape a diesel mesmo que ele rode 10mil km por ano
              do que 100k na versão a gasolina
              pq ele quer vender a diesel depois de 3 anos por 90mil e na gasolina ele vai pegar com dificuldade uns 60, mesmo que ao longo dos 3 anos a picape a diesel custe pra ele 170mil e a gasolina 130

              • Fanjos

                Pois é, o Cruze é um compacto mequetrefe para pobre lá fora, como o Corolla, Civic, e toda a pataquada , mas aqui é de “””quase luxo””” então tá…

        • Supernescau

          Você está exagerando. Só exitem 2 versões e 1 pacote de opcionais (popularmente chamado de LTZ2).

          • Fanjos

            Sim sim, exagero é meu sobrenome, ainda esta muito longe dos “pacotes” by VW, mas mesmo assim antes ele já era ótimo e bem enxuto de versões LT e LTZ, se o LTZ2 como falaram viesse com xênon, freio de mão eletrônico, e mais uns mimos até entendia, mas sei lá, pelos itens que tem não justifica 3 pacotes, precisaria ter mais recheio para ter esse terceiro modelo.
            Tambem custava a GM oferecer pelo menos uns 2 ou 3 tipos de cores dos bancos?E os 10 AB do americano? Nem como opcional, nem em sonho!

          • Geraldo Xavier

            Tem lt também

      • Ric53

        Cruze, deve ser o único carro zero do Brasil e do mundo que vem sem lanternas de led.. mas conjunto é bom

        • Ander33x

          Ric, isso se chama obsolescência programada, pode ver que a GM já atualizou a versão do Cruze BR pra 17/18 e ele ganhou algumas coisas dentre elas os piscas nos retrovisores.
          Pode esperar que se não vier no 18/18, no 18/19 ele virá com lanternas em LED.

          • mjprio

            Conceito esse que todo mundo se sujeita e nem sabe. Exemplo iPhone.

          • Renato

            No modelo 2018 ele ganhou os retrovisores com as setas integradas e a regulagem de altura dos farois na versão LT, mas perdeu a função de aquecimento dos retrovisores externos (presentes na Versão LT 2017) e perdeu o porta revista na parte traseira do banco do motorista, em todas as versões (LT e LTZ).

          • Ric53

            Cara, aprendi esse termo obsolescência programada quarta-feira vc acredita? haha.. Enfim, muita coincidência.
            MAs a maioria dos carros está saindo com lanternas em LED pelo menos em suas versões tops me estranha o Cruze não oferecer, no segmento ele é exceção.

    • visanpai

      O Cruze anterior, principalmente o hatch, era muito bom e até difícil de ser batido no custo benefício. O calcanhar de Aquiles dele era realmente o powertrain e peso.

    • MMM

      Eu tive um antigo LT e agora um novo LT.

      Que me lembro, perdeu:
      Porta oculos
      Parabrisa degrade
      Sensor de chuva
      Repetidor de seta
      Regulagem de farois

      Ganhou:
      Melhor motor
      My link
      Sensor de estacionamento
      Camera de re
      On star
      Monitoramento de pressao de pneus
      Start stop
      Espaco interno

      Na conta final considero um bom upgrade, principalmente se levarmos em conta q o carro aumentou 20% em 5 anos. Descontando a inflacao do periodo, ficou mais barato.

  • Douglas

    Aluguei o novo Cruze e não me agradou.
    Não é divertido ao dirigir, tem suspensão molenga, relação de direção muito lenta (tem que dar uma volta para dobrar na esquina), o câmbio no modo manual demora a efetuar a troca e a qualidade do som é de carro popular. Custava colocar uns alto-falantes menos ruins?
    E surpreendentemente não tem ajuste de altura do cinto que é muito baixo, com isso eu tinha que deixar o banco bem baixo para o cinto não incomodar.

    A única coisa que gostei foi o motor que acelera forte.
    O Sonic é melhor de dirigir que o novo Cruze.

    • No_Name

      Carro molenga, por isso que vende… Infelizmente essa é a receita que ainda faz algumas pessoas não saírem definitivamente para os crossovers… Se não fosse por isso… Brasileiros e estadunidenses odeiam carros firmes.

      • Abdallah

        Eu amo carros firmes e odeio os molengas!

        • Rodrigo Santos

          Adoro acerto firme de suspensão num asfalto de liso e de qualidade. Infelizmente, isso não é uma realidade na minha cidade (Belo Horizonte) e um carro “duro” acaba se tornando um pesadelo. Também detesto carro molenga como normalmente são os Fiat. Gosto de carros com um bom equilibrio entre conforto e estabilidade, tal como o Ford Focus e o Cruze.

          • Alfredo Araujo

            Falou tudo !
            Adoro meu Civic… Adoro a pegada dele na estrada lisa…
            Uma pena q em 80% do meu percurso diário é de asfalto remendado.. A suspensão transmite tudo p mim… rs
            Em breve, devo dar uma olhada em um Corolla… Ao menos a fama, é q o mesmo é mais macio… rs

          • Pedro Gonçalves

            Também moro em BH (Sion) e passo muito pelo São Pedro, Santo Antônio e proximidades, é de chacoalhar tudo, mesmo andando devagar… De vez em quando meu coração bate mais forte quando vejo um anúncio de um C5 em bom estado, mas aí paro pra pensar na manutenção e desisto. Meu carro atual tem suspensão mais dura, o que é ótimo na estrada, mas na cidade realmente incomoda.

        • afonso200

          eu adoro carro molenga, por isso estou com Azera 11 e Altima 13/14….. dai dizem , pq nao comprou um civic, eu falo, carro duro, parece caminhao

          • Abdallah

            Ainda bem q existem gostos diferentes imagine q sem graca o mundo sendo tudo igual

            • 4lex5andro

              Nesse duelo de carros duros x macios, há até 20 anos atrás, os Ford [nas versões Ghia principamente] eram notórios como exemplo de amortecimento de impressões da pista para a cabine, tinham ótimo acabamento e isolamento acústico também.

              Vw e Fiat era notórias pelo contrário, seus carros transmitiam a sensação de pista para o volante e se notabilizavam pela excelente estabilidade.

              Os chevrolet se assemelhavam em comportamento aos Ford.

              • Jose Silva

                A verdade é que carro duro te cansa, você não suporta fazer uma viagem longa, se fizer te arrebenta fisicamente. Mesmo em asfalto liso te cansa, aluguei um carro nos EUA, suspensão bem durinha, mesmo com aqueles tapetes de rodovias em uma viagem de 350 milhas me cansou bastante por conta da suspensão. Carro tem que ser equilibrado, rodar macio sem passar nada para cabine e ter equilíbrio na estabilidade. Isso sim é um carro bom, agora carros duros deus me livre, se no EUA já me cansa, imagina com esse asfalto no Brasil, em uma viagem de 300km você já morto.

                Uma vez fiz uma viagem de Minas Gerais a Rondônia de 3000km em 3 dias andando bem em um CIVIC, mesmo acelerando bem não consegui fazer em 2 dias por causa da suspensão do carro, me arrebentou completamente. Depois fiz a mesma viagem com meu outro carro, um punto 1.8 automatico, e sabe que aconteceu ?! Pois é, viagem em 2 dias e cheguei bem por conta da suspensão e equilíbrio que o carro tem. No civic não aguentei rodar pouco mais de 1000km por dia, já no punto fiz exatamente 1600km em um dia e 1400 no outro e no primeiro dia dava para ir mais. Carro aqui não adianta, tem que ser peojetado para aguentar esse asfalto ruim, meu ex civic que já passei pra frente faz tempo com 4 anos de uso tava uma porcaria na parte de suspensão pq não aguenta, é carro para desfilar em cidade com asfalto liso, não aguenta porrada em rodovia com trepidação, o punto é 2010 e continuo com ele até hoje e viajo sempre e to com a suspensão dele boa até hoje, amortecedores, bandeja e etc, troquei apenas uma pecinha da suspensão que não lembro o nome que fazia a roda dar jogo, custo de R$60. Já do civic com 4 anos de uso tive que trocar umas peças que cada uma custava R$500, a suspensão tava tão ruim que passei pra frente e ainda teve gente que pagou caro no meu usado com suspensão arrebentada.

      • Marcelo Alves

        Nesses asfaltos todos zuados que mais parecem estrada de terra acaba sendo cansativo andar com um carro duro… Se eu morasse no Japão, iria preferir uma suspensão mais esportiva, mas no BR, sem chance! Quanto mais alto (pra não raspar em qualquer coisa) e macio, melhor, principalmente quando mais de 95% do tempo que passo dentro do carro é dentro da cidade…

    • Davi Millan

      Eu tinha um C4 Lounge e como me deu muitos problemas (vendi com 13mil km) eu me desfiz e comprei um Up tsi para ser o daily car, enquanto procuro outro para substituir o C4. Único que me passou pela cabeça era o Cruze (abaixo dos 100 paus). Fiz um TD nele e não gostei nem um pouco, exatamente por ser muito molenga e certas ausências inexplicáveis. Por isso estou certo que tenho que migrar para alguma marca premium. Talvez não mude para uma premiu caso o civic Touring (mas o câmbio é cvt e não gosto) ou o fusion me façam escolher eles a algum A3, a4, c180 e 320i.

      • Douglas

        Davi, estou querendo pegar um 308 que utiliza a mesma mecânica do C4.
        O seu era THP? Quais problemas ele teve? E achava divertido de dirigir?

        • Davi Millan

          Opa!
          Então, se você pretende pegar seminovo na garantia eu recomendo sim, pois irá pagar um preço bem interessante e ainda terá a garantia caso aconteça algum imprevisto. Prefira um THP Flex (EP6FDTM) que sofrerá menos com as nossas gasolinas e gastará menos dinheiro pois diferente do mono, (EP6CDTM) que só pode usar a podium. Caso vá mesmo de Usado, pegue algum acima de 2014 (preferencia modelo 2015) pois é quando a gasolina já teve a redução do teor de enxofre, que faz muito mal aos carros com injeção direta. Pois nesse carros antes de 2014 é quase que obrigação colocar a podium por ter um teor menor de enxofre, podendo entupir os bicos na melhor das hipóteses, o que te trará problemas. Os cambios do 308 THP Flex teve uma atualização no Aisin o AWTF-80SC que os deixaram conversando melhor com o carro.
          Agora sobre as perguntas:
          Sim, o meu era o C4 Lounge THP Flex S (aquela “esportivinha” dos faróis com mascara negra, mas não me julgue, eu paguei o mesmo que em um Tendence, promoção).
          Os meus problemas fora: trocada as borrachas de vedação da porta duas vezes; os mecanismos dos cintos dianteiros duas vezes, um de cada lado; a cinta do airbag; estalos na carroceria, que era devido a barra do teto da carroceria estar desalinhada e mal colada; os sensores não funcionaram direito, problema nas pinças de freio, que me fez quase bater; problemas no marcados de combustível; vidros que trepidavam e só. Porém muitos desses eram recorrentes.
          entretanto não tive problemas com motor e nem com o cambio que eram excelentes.
          Eu gostava de dirigir ele, mas achava ele meio “Janjão” rolando a carroceria mais do que eu gosto, pois tive um Cerato antes e ele era bem “sentado” nas curvas, porém menos confortável. Ele desenvolve muito bem e tem o assobio da válvula de alívio que é legal!!!
          Eu cogitei na época o 308 THP, mas era quase 10 mil mais caro, avaliaram o meu Cerato bem baixo, cobravam ágio (sim, ágio na Peugeot), e a iluminação laranja dele me irrita, além de eu achar o C4 mais bonito. Mas o que me fez não levar o 308 era a posição de dirigir que achei muito parecida com a de uma minivan e meio alta, sendo mais alta até do que do C4 que já é alta.
          Eu Recomendo o 308?
          Sim, tenho amigos que não tiveram problemas com a PSA, mas há ressalvas na escolha.

      • Fabricio

        o fusion é fantástico.. tenho um awd e recomendo.. agora tem ele na versão Sel com o ecoboost e um pouco mais simplificado, se pretende gastar pouco…. sai relativamente barato, perto da concorrência…

        • Davi Millan

          Pois é. Estou guardando dinheiro e analisando ainda. Mas ouvi bons relatos do Fusion. Minhas opções são:
          Audi A3 Sedan Ambiente Plus, Civic 1.5 Touring (infelizmente CVT), Golf Variant Highline (teto+exclusive), Fusion SEL (+ teto)/titanium, BMW 320i Sport.
          Correndo por fora tem: MB A200 e VW Golf Highline (teto+exclusive).

  • Luis Burro

    Estes design esportivos tao deixando eles muito gigantes,mas sem ganho no espaco,o q nao adianta nd.

  • Luis Burro

    O site podia ter um canal comparando geracoes.Sempre tenho duvidas se eles realmente melhoram a cada mudanca.

    • Wilson Junior

      Acho que é só marketing, pura ilusão mesmo!

      • Luis Burro

        As vzs fica pior.Mas vai saber o q as montadoras usam como exemplo pra desenvolver um veiculo!
        Acho q as geracoes deveriam sanar os problemas da anterior.Mas o q parece eh q tentam adaptar ao maximo as qualidades ao design da carroceria.

        • Rick

          Eu acho que elas já sabem que se colocarem uma multimidia mais atraente, ou outras coisas, vai distrair a atenção dos consumidores e com isso, podem retirar detalhes de acabamento sem que sejam percebido por grande parte dos consumidores.
          Um exemplo é o modleo 2018 do Cruze
          2018 vem com os piscas no retrovisor e com a regulagem de altura dos farois em todas as versões (antes só vinha a regulagem eletrica na versão LTZ) custando cerca de R$ 2 mil a mais, mas perdeu o aquecimento dos retrovisores externos (presentes na versão LT 2017) e o porta revista atrás do banco do motoristas (em todas as versões), mas isso quase ninguém sabe…

    • Matthew

      Essa geração do Vectra, vulgo Astrão, era bem criticada à época. Seja pelo powertrain defasado em relação às japonesas, seja pelo acabamento interno que reaproveitava componentes de outros modelos da linha — os difusores de ar centrais vinham do Meriva. Além de alguns problemas crônicos. Lembro que o miolo da chave dava um problema e não reconhecia que a mesma havia sido retirada, o que impedia o acionamento do alarme. Mas o saudosismo sempre nos ajuda a valorizar mais um carro depois de um tempo fora de linha.

      • No_Name

        É o acabamento interno ao contrário do que diz o “comparativo” era bem fraquinho…

        • Matthew

          Sobretudo os encaixes que eram bem grosseiros. No next edition colocaram uma divisória no porta-treco das portas dianteiros que ficava solto.

    • Alvaro

      Boa, queria ver um Montana (Corsa C) vs. “Monstrana” (Agile).

  • Wilson Junior

    Ta na moda “atualizar a linha” e mandar os preços para a estratosfera! Mera ilusão que o projeto melhorou. Gastam milhões em projeto que quem paga o pato é o consumidor, sendo que tanto desenvolvem e gastam que a linha sobrevive por pouquíssimo tempo. Será que o projeto é tão bom assim para ter uma vida tão curta?

  • paulo.fabricios@gmail.com

    Quanta besteira. Estamos falando de um carro que, na época de lançamento (2005), foi feito sobre uma plataforma do Astra/Zafira (1998), ou seja, trouxe 7 anos de defasagem e estava muito aquém da concorrência em diversos aspectos. Do outro lado, temos um projeto que foi lançado quase junto à Europa e EUA, lembrando que o Cruze é feito sobre a plataforma do Astra europeu. Ou seja, para os haters que ficam falando que carro bom eram os Opels, hoje nós dividimos a mesma plataforma e motorização. De um lado um carro que era inferior à Civic e Corolla e de outro um carro que hoje é superior à Civic e Corolla.
    Essa comparação é completamente descabível.

    • Wilson Junior

      Sim, porém na pratica onde o consumidor mais sente a diferença é no bolso!

    • Lucas

      Perfeito, sem considerar que aquele 2.0 com câmbio automático faz 5 na cidade. Para-brisa degradê? Porta-óculos que ninguém usa? por favor… Metade dos pontos citados são pura perfumaria.

      • José Barbosa

        E o que falar de reclamar dos pinos de trava (uma exigência de veículos norte-americanos)?

      • Janduir

        Tenho um Elite 2010 e faz 5km/l de etanol na cidade (abc paulista – vel média de 25km/h) e uns 7.5km/l de gasolina mas mesma condições. Esses dias um amigo comprou um Corolla Seg 2009 e no pc de bordo marcava 6,9km/l de gasolina e velocidade média de 23km/h, então apesar de jurássico, esse motor de 140cv não é tão gastão quanto dizem… aliás, que carro automático flex acima de 1.6 é econômico no transito intenso?

        • Lucas

          Realmente carros dessa geração passada costumam beber isso mesmo. Agora, o colunista querer comparar Vectra com o atual Cruze que facilmente faz 10 ou 11 na cidade chega a ser insano. É mais ou menos essa discrepância que eu quis expressar.
          PS: De nenhuma forma estou falando pejorativamente do seu carro, que é muito bom, porém a comparação dele com um 8 anos mais novo é até injusta.

          • Janduir

            Realmente voce tem razão, esses motores turbo com cambio AT de 6 marchas ou Cvt devem fazer isso facilmente. É que tem fanático por Honda/Toyota que dizem que os motores 1.8 e 2.0 16v fazem 10 na cidade, quando o pc de bordo dedura o mentiroso… Abs

    • Franco da Silva

      Era uma porcaria! Meu tio teve um. Além da mecânica, como citado, o interior era uma tristeza, um Celta aumentado, tudo de plástico feio!

      • Alvaro Guatura

        Exato, para a época era acabamento de popular em embalagem maior.. sofrível!

    • Rick

      E mesmo sendo um projeto antigo, em alguns aspectos era mais refinado que o novo projeto. Deveriam pegar o que foi bom no passado e melhorar no futuro. Todas as demais inovações apresentadas estão sendo cobradas centavo por centavo dos consumidores.
      Méritos pelo salto em motorização e segurança, e demérito para o refinamento do acabamento em si ao longo dos tempos.

  • Não concordo, porque como disseram, o Vectra nosso já nasceu totalmente ultrapassado na época.
    O Cruze pode até ter perdido alguns itens interessantes frente ao Vectra, mas agora pelo menos temos um produto global, e não algo feito nas coxas só para enganar o brasileiro.
    Eu tive um Astra 2005 (Elegance) e depois um Vectra GT 2010. Lembro que praticamente não vi muita diferença entre os dois carros, sendo que o Vectra era a “próxima geração” do Astra.
    Enfim, eram outros tempos. Na época praticamente todas as grandes montadoras utilizavam essa tática por aqui (VW, Fiat, Ford…, só tínhamos refugo). Agora, apesar do preço na estratosfera, pelo menos acostumamos com o fato de ter produtos mundiais.

    • Rick

      Nem sempre colega, mesmo sendo um produto Global, quando vem para o nosso Brasil acaba sendo depenado.
      O refinamento do acabamento como compararam no texto é um termometro disso.
      Será que o painel do Cruze vendido nos EUA é de plastico ridigo como o nosso aqui?
      10 air bags, Bancos com aquecimento, Som da Bose com 9 auto falantes, On Star basico por 5 anos, entre outros.

      • Ok, a gente ainda perde itens. Mas nada comparado àquela época do Vectra.
        Veja um interior do Opel Astra e do Vectra GT. Só a nossa carcaça era igual a deles. O restante (motor, interior, itens…), TUDO era diferente. Era ridículo.

        • Rick

          Pois é Tadeu, realmente tinha uma discrepância muito grande. Se esse comparativo com o Vectra C já mostra algumas coisas que foram perdidas, imagina se fosse comparado com o Vectra B! (ou com o “autentico Europeu”), no quesito refinamento de acabamento, ai a discrepância seria muito maior.
          Pelo preço que cobram (todas as montadoras) deveriam introduzir novos itens sem retirar as qualidades e refinamentos anteriores, ou aperfeiçoar.
          Como descrito no texto, como um carro maior técnicamente falando tem um porta malas menor, um tanque de combustivel menor (lembrando que o carro pode utilizar etanol, o que reduz autonomia), sendo esse considerado um sedan, que geralmente é utilizado por familias em viagens?
          A Gm lançou o Cruze 2018, colocou a regulagem dos farois na versão LT e o pisca no rerovisor, e aumentou quase R$ 2 mil por isso, mas ela retirou o aquecimento dos espelhos externos (presentes na LT 2017), e o porta revista atrás do banco do Motorista em todas as versões (LT, LTZ e LTZ2).

          • É um absurdo mesmo. Colocam itens que devem custar 50 reais a mais na montagem, e aumentam 2 mil reais por isso, sendo que ainda por cima retiram outros itens.
            É revoltante como somos feitos de trouxa aqui no Brasil.

  • Ricardo

    HAHAHAHAHAHAHAHA Boas risadas na sexta-feira. Bom fds a todos :)
    KKKKKKKKK hahahahhahahhahaha
    fui… :)

  • Aristeu Junior

    painel soft touch tem alguma vantagem além de ficar apertando 1x pra saber se é ou não macio ao toque?
    prefiro 1 trilhão de vezes o painel coberto com couro igual tá o novo cruze do que o painel macio do vectra

    • Ricardo

      Pois é… tive um Vectra 2010 e o painel era sim touch, mas era bem ruizinho o material. Tem gente que anda sentado no painel eu acho…

    • Evan

      Sim, algumas vantagens: Arranha muito menos, não faz barulho com o passar do tempo e quando é soft touch no apoia braços, fica bem mais confortável.

  • Supernescau

    Tive os dois, comprados zero: o primeiro em 2010 e o segundo em 2017. O Vectra tinha material e acabamento melhores que o atual, e só. Paguei na época R$ 53200 pela versão básica manual + airbag, que em valores corrigidos seria atualmente R$ 82000. O modelo básico atual custa praticamente a mesma coisa (diferença de R$ 4 mil pelo valor praticado – seria o adicional do câmbio automático) e é muito superior em todos os itens relevantes, principalmente motor e câmbio. Por azar (ou falta de qualidade mesmo) ambos deram vários pequenos defeitos, com várias paradas na concessionária, solucionados na garantia.

    • No_Name

      Você comprou um carro nesse ano e já vendeu?

      • Supernescau

        Não vendi, ainda tenho o Cruze. Não sei como juntar ambos os tempos verbais em uma mesma palavra, mas realmente dá a impressão que já vendi o Cruze.

        • José Barbosa

          Só separando mesmo: “Tenho o Cruze, tive o Vectra”.

  • Lucas086

    Um dos melhores carros que meu pai teve, um Vectra Elite 2.0 com teto solar… sobre o conparativo, o acabamento do vectra não ela lá essas coisas também na época, lembro bem disso e lembro também de uma medida, acho que era largura dos bancos ou algo parecido, o Vectra era menos que o Novo Corsa. O Cruze erra em coisas bobas mermo, o que custava um pisca no retrovisor? Ou o ajuste dos cintos… mas o salto em mecânica foi assombroso.

    • ObservadorCWB

      Corrigindo…embora tenha comprado um Vectra Elite…na verdade era um Astra. Vectras mesmo só o A e B (mas daí eram versões Gl / GLS e CD).

    • Mr. On The Road 77

      Esse Vectra era tão estreito que não tinha porta-trecos entre os bancos dianteiros. Só tinha um porta-moedas…

    • Rick

      Na verdade o Cruze modelo 2018 vem com os piscas no retrovisor e com a regulagem de altura dos farois em todas as versões (antes só vinha a regulagem eletrica na versão LTZ) custando cerca de R$ 2 mil a mais, mas perdeu o aquecimento dos retrovisores externos ( presentes na versão LT 2017) e o porta revista atrás do banco do motoristas (em todas as versões).

  • João Cagnoni

    Não são carros que conheço a fundo, mas andei algumas vezes como passageiro. Esse “empobrecimento” dos modelos vem acontecendo em todas as marcas, o novo é melhor, mas é pior se comparado ao que o Vectra foi em seu lançamento, acho que foi isso que o autor quis dizer.

    • Rick

      Também achei isso. É notório o empobrecimento de todas as marcas no quesito acabamento dos carros. Os fabricantes já sabem que muita gente não faz nem ideia da retirada desses refinamentos, não reparam nesses detalhes na hora da compra, ficam deslumbrados com uma multimidia nova que vai tirar a atenção de todos outros detalhes. As montadoras cobram a mais pelo que ofereçe de novo e retiram o que era bom, reduzindo o refinamento do conjunto.
      Essa do carro ser maior e ter porta malas menor que seu antecessor, tanque de combustivel menor, realmente não dá para entender…

  • Vattt

    Concordo!!! Eu tinha um Golf na época em que meu pai comprou o Cruze em 2012, e achei o carro tão pobre comparado ao meu, que ainda pedi pra ele devolver o carro a CCS. O acabamento de plástico duro, dobradiça das porta, iluminação, vários itens de qualidade foram substituídos por jogo de rodas de 17 polegadas, ESP e por bancos forrados em plástico. Sem falar no banco traseiro que parece um banquinho de madeira de tão duro. Sem falar na ergonomia do painel que de vez em quando você aumenta a velocidade do ventilador com o joelho sem querer!!! O Vectra (Astra europeou) foi bem melhor.

    • 4lex5andro

      Notável que o esp, o vectra alemão [contemporâneo do “vectra/astra” brasileiro] tinha, além de side-bags, no que a linha chevrolet no país somente foi adotar depois de lançar o cruze.

  • Alvaro

    Essa do porta-malas de sedã com amortecedor de mola nunca entendi, parece tão mais prático (por não ser invasivo) mas não é um padrão, uns adotam, outros não, independente de ser popular ou de luxo… carros como Fusion (antigo), Ka++ possui abertura por amortecedores, enquanto um Lexus e BMW (embora a série 2 é com amortecedores) é no tradicional pescoço de ganso.. talvez tenha a ver com o peso da tampa, enfim, nunca entendi se é uma necessidade ou uma economia de parafuso.

    • MMM

      Questão de segurança. NENHUM carro feito visando o mercado norte americano possui dobradiças pantográficas pq se uma criança coloca o dedo ali, corta fora. O mesmo para vidros traseiros com subida automática.

      • 4lex5andro

        Então está explicado pq mesmo sedãs de maior porte como Accord e Camry usam as tampas do porta-malas com abertura do tipo “gancho”.

        • MMM

          Eu tive um Acura e era assim. Meu irmao tem um Audi S6 e é a mesma coisa. A diferenca é que sao cobertos.

      • Alvaro

        Interessante! Mas curioso que o antigo Fusion antigo que era projeto americano era com amortecedor, embora no novo Fusion “global” passou a adotar o pescoço de ganso. Será que não tem a ver também com o fato do pescoço de ganso permitir uma abertura muito maior, já que a tampa não precisa ficar presa a carroceria.

        • MMM

          Pode ser tambem mas o principal motivo é seguranca. Outra coisa q pode influenciar é abertura automatica. Faz tempo q não vejo carros com dobradicas mas pelo q me lembro, a tampa não levanta sozinha qdo abre. Isso dificultaria sistemas como o de passar o pe embaixo do carro para abrir o porta malas.

  • Diego

    Esse “Astravectra” foi uma das maiores atrocidades já feita pela industria automobilística , dá vergonha. Isso é um Frankestein. I

  • Franco da Silva

    E aparecem o jogadores de Super Trunfo!
    É cada “especialista”…

  • MMM

    Meu pai tinha um Vectrastra quando eu comprei um Cruze da geração anterior, que espancava o Vectra em todos os sentidos. O novo então é covardia.

    O Cruze novo perdeu sim alguns detalhes como parabrisa degrade, porta óculos, entre outros, entretanto ganhou um excelente powertrain, CMM de série, monitoramento de pressão de pneus, melhor acabamento, e comparado com a inflação ficou mais barato.

    Outra coisa, qual o problema de pinos nas portas? O carro fecha automaticamente e tem um dispositivo de segurança que pra abrir manualmente você puxa a alavanca 2 vezes.

    Ainda, “Ausência de botão interno para abertura do porta malas”. Pra que serve isso se vc abre pelo controle ou programa para destravar junto com o travamento central?

    • Rick

      Com certeza, mas tudo o que o carro ganhou, foi cobrado cada centavo a parte, então não tinham motivos para tirar o que já era bom e piorar nesses quesitos bobos, a não ser acreditar na falta de conhecimento e exigência dos seus respectivos consumiodres que não se atentam ou não fazem mais questão desses detalhes, fazendo com que os fabricantes tirem tais refinamentos do acabamento sem serem notados.
      Algumas coisas do textos fazem sentido, pois se o Cruze aumentou de tamanho, deveria ter um porta malas igual ou até maior que seu antecessor mais velho, assim como tanque de combustivel maior, e me parece que não foi isso que ocorreu na prática, pelo contrário, diminuiu drasticamente, considerando um veiculo destinado a familia.

  • João Luiz Pereira

    Realmente, o Vectra tinha sua personalidade. Aquela luzinha interna abaixo do retrovisor que valorizava o painel era tipo carro de luxo. Tive um Vectra Gt-X 2008 nada a reclamar. Porém, tenho um Cruze Ltz turbo desde fevereiro, tem lá seus barulhinhos devido as más condições das ruas de Goiânia, mais estou bastante satisfeito, com certeza é muito mais carro que Civic 2.0 e Corolla.

  • Ediomar

    Olha,como ex-dono de Vectra B 2003 posso dizer que foi um carro que em 4 anos nunca deu dor de cabeça,o motor 8v realmente e feito pra aguentar o tranco do brasil,o atual dono dele também não se queixa de nada,exceto sobre o consumo rsrs,mas faz parte né.

  • Jackson Souza

    A primeira vez que andei no Vectra novo foi em um expression 2008, eu me decepcionei muito pra fama do carro, mas quando andei no Elite completo, o meu conceito mudou muito. Essa versão era realmente top, nele havia muitas coisas inclusas que hoje mesmo em carros mais caros vc não ver.. Eu tive 2 um elegance e um Elite e não me arrependi. Viajar no banco traseiro era muito confortável, o isolamento acústico era excelente e a suspensão fazia jus a fama dos carros da GM. Mesmo não sendo o Vectra alemão, o carro tinha um porte grande que de fato chamava a atenção.

    Sinceramente pra mim ela deveria ter feito da mesma forma que a OPEL fez… colocar em seu lugar o Insignia e não o Cruze, aliás o Opel Insignia foi apresentado no Chile com o nome de Vectra, mas quando veio oficialmente para comercialização naquele país já chegou com o seu nome original. De lá pra cá o Insignia já passou por algumas mudanças e continua top.

    Vejam o Insignia sendo apresentado como Vectra no Chile em 2008. Reparem a gravatinha da GM.

    http://l7.alamy.com/zooms/7b0b2f616d854c14b3109e29016f62ff/chevrolet-opel-vectra-car-b55wn6.jpg
    http://images.noticiasautomotivas.com.br/img/e/salao-internacional-santiago-chile-2008-fotos-rodrigo-59.jpg
    http://images.noticiasautomotivas.com.br/img/e/salao-internacional-santiago-chile-2008-fotos-rodrigo-58.jpg

  • Ricardo

    Carros de hoje em dia estão ganhando equipamentos afrescalhados e perdendo básicos, além de acabamentos com materiais cada vez piores e com preços cada vez maior!

  • Janderson von Neumann

    Bom pessoal, acho que essa matéria aqui eu posso comentar, tenho até pós graduação, kkkk, tive nada menos que 2 Astras e 4 Vectras, sendo que até 2015 eu tinha na garagem simultaneamente 3 Vectras , me chamavam até de louco, kkk…, tinha um CD 2003 2.2 16V automático, top, com todos os opcionais possíveis, teto-solar, interior de couro cinza claro, som com subwoofer e disqueteira, etc…, mais um Vectra Elegance 2008 2.0 8v manual, pacote máximo de opcionais, e mais um Elite Next Edition 2.0 8v 2010 top com teto, de todos o Elite 2010 era o pior, baixou muito a qualidade em relação ao Elegance e mais ainda em relação ao Vectra B 2003, o Elite esse era beberrão, manco e veio com diversos pequenos probleminhas de acabamento, até mesmo na pintura que era um prata lindo, mas que tinha imperfeições nos vãos das portas, mas enfim, os dois Astras e os 4 Vectras nunca me deram dor de cabeça ou estragaram ou me deixaram na mão, claro que os Vectras B que tive foram os carros mais maravilhosos que já tive até hoje, mas assim, todos, tinham uma qualidade e mimos de equipamentos que novos modelos foram perdendo…, pois bem chegou o lançamento do Cruze no Brasil, fui convidado inclusive pela concessionária que era cliente, dentro de um pequeno grupo de clientes e a diretoria da GM para um coquetel de lançamento em primeira mão do Cruze, e eu lá todo euforico pensando em comprar um, quando ví o Cruze pela primeira vez meu mundo caiu, apesar de ver a central multimidia em destaque ali do LTZ nada mais me convenceu, saí dali decepcionado e quando entrei no meu Vectra (tinha ido com o Elegance) pensei que entrava em outro carro , tamanho meu desgosto pelo Cruze, fiquei até 2015 com os Vectras, estavam todos muitos novos e a pressão de outras pessoas para que eu vendesse eles começou a apertar, além disso , mesmo que amasse cada um deles queria algo mais moderno e dentro do que hoje a gente aqui, amantes de carros, gosta e deseja, ou seja, queria algo com motor potente, central mm, xenon, etc…., fui na GM, fiquei decepcionado novamente, não tinha nada que me agradasse, olhei todos os sedans, com excessão do Corolla que não quero nem de presente (opinião minha) e acabei entre a Volks (Jetta) e a Ford (Focus Titanium), achei na época umas falhas de acabamento no Jetta, muito plástico também, desvalorização alta, ok, o Focus também, mas sei lá, já tivemos Volks em casa e não agradou…, namorei muito o Focus e fui na Ford todo dia com um Vectra diferente, lá comparava os itens que eu tinha nos Vectras com o Focus, e foi realmente o Focus que tinha quase tudo o que o Vectra tinha, teto-solar, som ótimo (o do Vectra também era) , espelhos que dobram e com iluminação na base, enfim, essas perfumarias todas e com um visual moderno e agradável, tá certo, o Focus também é pequeno por dentro, mas é um projeto que “se veste” ele, depois de acomodado tu não dirige o Focus, vc. pilota ele, tudo é perfeito, tudo funciona muito bem, bons equipamentos, etc…, o Focus foi de todos os sedans o mais parecido em tudo com o Vectra, em segundo lugar o Civic, falando em motor (2.0), suspensão multi-link traseira, acabamento bom, etc… comprei o Focus e no início desse ano veio fazer companhia pra ele um Fusion Titanium, simplesmente não me acostumo com a “capação” de itens que as fábricas fazem, caso da GM com o Cruze, isso eu não admito, por exemplo, ter um Vectra com teto-solar e partir para um Cruze sem teto, detalhe, nos EUA o Cruze sedan tem opção de teto solar e até mesmo sistema de som Pioneer, além de opção de 3 cores internas, isso na geração passada.
    Pois então, a umas duas semanas atras queria ir num lugar e sem usar os carros aqui, aluguei um Cruze, e PQP, desulpem o termo, odiei o carro, só pensava em devolver o mais rápido possível, tudo bem que era um carro surrado, mas notava-se o acabamento ruim do interior em cada canto, já tudo riscado, tudo fazia barulho, coisa que meus Vectras (sendo o B 2003) com mais de 10 anos de uso não tinha, o capô alto que quase nem se encherga direito era outro problema, motor xoxo, câmbio auto indeciso, som péssimo, a suspensão então era de uma carroça do Velho Oeste , enfim, era um misto de alegria e raiva, raiva por ter alugado aquele carro e estar andando numa coisa ruim, e alegria porque pensei que eu não fui bobo e cego e não troquei nenhum Vectra pelo Cruze, alegria saber que em casa estava me esperando meus dois Fordinhos queridos que tanto gosto, principalmente (e pasmem) o Focão, que carro ótimo meu Deus…., mas enfim, não falo do novo Cruze pois não andei nele, fui conhecer, mas não me agradou, era cliente fiel e fã da GM , mas essa política da marca nos últimos tempos me afastou dela , comprar um Cruze hoje, mesmo sendo LTZ 2, sem teto, sem led ou xenon, sem várias outras coisinhas que custam barato para a GM isso não rola, olhei um Prisma LTZ 2018 que até penso em comprar para o basquete do dia a dia, e me pareceu melhor que o Cruze, kkkk.,sei lá, percepção apenas, sem ofensas, rsrsrs…, deculpem o textão, mas é apenas minha humilde opinião.

  • Murilo Rodrigues

    Bom, de uma coisa eu prefiro mil vezes o Vectra do que o Cruze, o design.

    Esses carros atuais estão lindos, O Novo Civic me apaixona, mas é só até a paixão esfriar mesmo porque nada supera o design atemporal de alguns modelos do passado, como esse Vectra por exemplo. No meu ponto de vista as marcas hoje em dia já não se preocupam muito com uma personalidade própria de seus modelos.

    Eu Admirava quando via um Sonata na rua, ainda continua sendo um belo carro, claro, mas já não chama tanta atenção. Se passa 2 BMWs ao mesmo tempo, uma 328i atual e a outra uma 328i E36, certeza que vou dedicar meus olhares pra E36.

  • Gabriel Uberti

    Nem tudo que o cara disse sobre o Vectra C ali é verdade. Na época, era criticado por ter motor de tecnologia muito antiga (conhecido por Monzatech) que, apesar de fácil e barata manutenção e desempenho satisfatório, tinha consumo muito alto. Usava caixa automática de apenas 4 marchas, uma verdadeira porcaria em desempenho. O acabamento, se me lembro bem, não era mais “soft touch” como nos modelos B, e sim plástico rígido como a concorrência. A suspensão era macia, mas perdeu a multilink na traseira em comparação com a versão B, perdendo um pouco de estabilidade em curvas. E ainda mantinha alguns pontos ruins em comparação aos rivais, como o túnel central muito alto por exemplo. Claro que ele tinha seus méritos, mas em comparação a dupla japonesa, Corolla e Civic, não tinha como competir, infelizmente.

    Eu ainda acho que a GM deveria ter feito todo o projeto novo, como fez o Cruze, mas manter o nome de Vectra. Acredito que teria tido mais facilidade de aceitação no mercado, pelo bom histórico de seus antecessores, principalmente o modelo B.

    • Rick

      O acabamento do Astramovel denominado Vectra era Soft Touch sim, da linha do porta luvas para cima, inteiriço.
      Quanto a acabamento ele era parelho com o Corolla, perdendo feio apenas no conjunto motor e cambio, que apesar de ser muito confiaveis, e também ser de 4 marchas igual ao do Corolla na epoca, rendia bem menos e consumia mais.

  • Alvaro Guatura

    Esse Vectra era conhecido pelo péssimo acabamento, e nunca pelo contrário… assim como a Ecosport da época

  • Charlis

    Concordo com o Leitor, ou melhor, Leitor e Escritor, rs.

    Os carros estão evoluindo tecnologicamente, mas isso faz parte da evolução natural, não?
    Mas em contra partida, estão ficando cada vez mais porcos em alguns detalhes, principalmente os populares até os médios.

    Sobre o Cruze,
    Ontem eu fiz o Test Drive no LTZ (agora não sei se é o 1, 2, 3, 4, 5, 6 … 235342345).
    Sinceramente, o carro é legal, mas apenas isso.
    Não me arrancou sorriso algum durante todo o Test Drive.

    Acabamento,
    Achei ruim.
    Piorou em relação ao antigo, e despencou em relação ao Vectra.
    No caso, o carro do TD tinha 2.000 km rodados, ao sair da CSS, ele já apresentou um barulho interno inaceitável pro meu gosto.

    Construção,
    Melhorou comparado aos carros da GM mesmo, tiraram aqueles borrachões do teto, dando lugar à uma bela soldagem a laser, assim como os VWs, Audis e primos.

    Motor,
    Bom, mas esperava um pouquinho mais.
    De cara, fiz uma média de mais ou menos 10 km/l no etanol na pista, isso é, um consumo legal.
    Mas o desempenho, eu esperava um pouquinho mais.
    Comparado ao VW Golf 1.4 TSI (o alemão), eu achei o desempenho melhor, ou pelo menos passa essa impressão por ser mais leve.

    Câmbio,
    Inteligente, e na média é bom. Mas um pouco lento nas trocas manuais (aqui meu parâmetro é complicado, pois estou acostumado com o DSG e com o ZF).

    Dinâmica,
    Creio que é o gosto do brasileiro.
    Confortável, sem atrapalhar a segurança.
    Pro meu gosto, sou o do contra aqui, já prefiro carro mais firme e desconfortável.

    Custo x Benefício,
    Aqui é o melhor ponto.
    Todas as revisões tabeladas e baratas.
    Estava em promoção o 2017, com financiamento 0% (apenas cobrando o TAC e IOF, padrão).
    E eles pagavam a FIPE no carro usado de entrada (sendo nacional).
    O carro tem bastante itens de série, tal como couro, multimidia (de verdade), ausentes no Civic, por exemplo.

    Resumo da Opera,
    Hoje se eu fosse comprar um carro zero (coisa que seria muito improvável eu fazer, pois nenhum dos carros de casa atuais foram zero KM), eu provavelmente, não conseguiria comprar nenhum, rs.
    Civic, é o que eu mais gosto, porém, motor antiquado, e péssimo custo x beneficio.
    Corolla, Sentra e Cruze, são bons produtos, mas não me arrancam sorriso, não conseguiria gastar 100 mil reais apenas para me conduzir (gastaria 50 mil num popular para essa finalidade).
    Focus, gostei muito de dirigir, mas não arriscaria o PS.
    Jetta, está careta e caro o modelo atual, e em breve vai mudar.
    Os franceses, coreanos e o Lancer, hoje não me atraem.

    []s

  • Verdades sobre o mercado

    Existem coisas que não fazem o menor sentido na indústria automobilística. O Cruze anterior na versão LT não tinha sensores de estacionamento traseiro, nem como opcional, e dentro da marca o Prisma LT 1.0 (um sedan assim como o Cruze, mas 2 categorias abaixo do mesmo), tinha os sensores de estacionamentos DE SÉRIE ! Pode isso Arnaldo ?!

    Pior é que comentei isso há algum tempo atrás e teve um cidadão que veio defender dizendo que o sensor de estacionamento ele negociava de brinde na compra do carro. Pelo preço cobrado pelo Cruze LT e pelo Prisma 1.0 LT é uma ofensa do fabricante não incluir o sensor de estacionamento no modelo mais caro, além disso o sensor de estacionamento quando vem de fábrica tem acabamento infinitamente superior ao do after-market, e por último, ao queimar o sensor de estacionamento na barganha de negociação, deixa de barganhar outra coisa …

    • Douglas

      Mais sem sentido ainda era o C4 Lounge 2017 oferecer câmbio manual e o 308 não.
      Deveria ser o contrário.

      • Verdades sobre o mercado

        Apesar de ser estranho talvez fosse uma questão de estratégia, pois o C4 Lounge talvez necessitasse de uma versão mais barata para atrair o consumidor às css (mesmo sem vender muito neste câmbio) já que o mercado de sedans médios é muito mais concorrido que os hatches médios e o C4 Pallas(seu antecessor) não teve muito sucesso, já o 308 disputa um mercado menos concorrido e já é um veículo com maior tradição(307 fez muito sucesso).

  • Verdades sobre o mercado

    Penso que estas pequenas involuções realmente não deveriam ocorrer, mas para mim o maior defeito do Cruze é não oferecer a troca de marchas por aletas atrás do volante, aquele sistema na alavanca é muito ruim de usar.

  • Luiz Eduardo

    Certissimo!!!!
    O vectra foi um carro de elite….
    E se for para substituir com o cruze!!! Se preocupem com a segurança e conforto… O carro é para classe A e B…. L

  • Alvarenga

    Muitos costumam ter uma postura saudosa, enaltecendo produtos do passado, e eu mesmo as vezes caio nessa, afinal quem não tem saudade do Opala, ou da tração traseira do Chevette, um carro baratinho que não tem mais equivalente, etc…..mas a grande verdade é que os veiculos evoluiram muito, tanto em confiabilidade quanto em segurança e tambem em alguns outros atributos. Não adianta chorar, os tempos mudam, as coisas evoluem, o que se perdeu de um lado ganhou mais em outro, e vai mudar mais, muito mais ! O carro de amanhã sera algo completamente diferente do que é hoje.

  • Caio

    Triste é ver o “empobrecimento” dos carros com o passar dos anos, ao passo que os preços subiram vertiginosamente. Deveríamos ter carros melhores e preços mais competitivos, em vez de modelos “pelados” com uma enorme lista de opcionais caríssimos.

  • Concordo com o Leitor… “evoluir” retirando qualidade de materiais e itens de conforto, não é evolução, e sim a prática descarada de baixar custo de produção, obtendo o máximo possível de lucro, e como sempre, nós trouxas brazucas, pagando cada vez mais, por cada vez menos.

  • Luccas Villela

    São perdas e ganhos. Isso sempre acontece.

    • Rick

      O ruim é que os ganhos estão sendo cobrados a parte, centavo por centavo, mas as perdas não são descontadas nos valores não kkkkk
      Em todas as montadoras.

  • Fernando

    Tenho um Cruze e tive um Vectra.
    Cruze muito melhor que essa barca gastona e molenga que entrava chuva dentro.
    Maioria dos itens citados sao dispensaveis e em compensação o Cruze tem muito mais coisas realmente importantes.
    Sem comparação.
    Cruze anda muito e é economico e nao tem essa debater a cabeça no teto na parte traseira se tiver até 1.90m.

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