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Luxo primordial: Mercedes-Benz C180 cupê tem estilo e grife para ser a base do segmento de esportivos da marca

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Quando a Mercedes-Benz lançou a variante cupê do Classe C em 2011, a missão era substituir os antigos CLK e o CLC. Para isso, fez um cupê de três volumes bem definidos e visual correto. Nada muito arrebatador e tipicamente alemão. Com linhas elegantes, ele ajuda a marca a ter volume no segmento de médios no país.



No entanto, os 350 Classe C mensais vendidos em média em 2012 – 8% deles, cerca de 28, cupê –, caíram para 250 unidades mensais neste ano. Só que a participação do cupê subiu para 13%, ou 32 unidades por mês. E a versão C180 é a porta de entrada dos cupês de visual mais esportivo. Apesar do preço nem tão convidativo de R$ 137.500 para um carro com motor 1.6 turbo de 156 cv.

E a principal novidade do C180 Turbo Coupé está sob o capô. A marca promoveu um downsizing do antigo 1.8 turbo pelo novo 1.6 turbinado com os mesmos 156 cv de antes. Apesar dos números idênticos, ele é mais econômico que o anterior e tem distribuição de torque mais extensa. Agora os 25,5 kgfm aparecem fixos entre 1.250 e 4 mil rpm. No antigo motor, a força aparecia a 1.600 e 4.200 rotações. O novo propulsor é acoplado ao câmbio automático de sete marchas já conhecido. O conjunto empurra o modelo de entrada de zero a 100 km/h em 8,5 segundos – 0,2 s mais rápido que antes – e até a velocidade máxima de 223 km/h.

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O cupê tem no visual mais esportivo seu maior destaque em relação ao sedã de quatro portas. A carroceria tem as mesmas linhas básicas, com frente e traseira iguais à versão mais “social”, mas o cupê tem o teto mais baixo e traços mais fluidos. A menor altura das janelas dá um perfil mais esportivo ao modelo. As rodas são de 17 polegadas, partes integrantes do Kit Visual AMG – de série no cupê –, com saias laterais e spoilers mais pronunciados, como nos Mercedes mais furiosos da preparadora oficial.

A marca pode ter caprichado no acabamento, mas a lista de equipamentos é mais enxuta do que a etiqueta de preço sugere. Há itens interessantes como ar-condicionado de duas zonas, bancos em couro, volante multifuncional, teto solar panorâmico e sistema de entretenimento com comando por um botão giratório no console.

No entanto, faltam simples sensores de estacionamento e ao menos a opção de equipar o C180 com navegador por GPS. O problema é que há uma certa necessidade das marcas de luxo de valorizarem os modelos superiores. E aí quem sofre são as variantes mais simples da gama, que ficam desprovidos de equipamentos. E isso gera um certo descompasso entre os quase R$ 140 mil pedidos e a relativa simplicidade a bordo. Uma cabine mais completa, somente na versão mais forte e cara – a C250 Turbo Sport Coupé, que sai por R$ 189.900.

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A compra de uma configuração de nicho como a C180 Coupé não é baseada em muitos cálculos. E ela virtualmente reina sozinha nesse segmento no Brasil, já que o Audi A5 mais em conta é conversível e ultrapassa a casa dos R$ 200 mil. Mesmo não sendo das mais equipadas, ainda traz a atmosfera de sofisticação prometida pela estrela de três pontas no centro do capô e a garantia de um produto de qualidade. A briga só deve esquentar quando a BMW começar a trazer ao Brasil a nova Série 4 – ainda sem data para estrear por aqui.

Ponto a ponto

Desempenho – Mesmo com o menor motor, o Classe C cupê não nega fogo. Os 156 cv são valentes e empurram com decisão o modelo, que atinge os 100 km/h partindo da imobilidade em 8,5 segundos. A impressão, no entanto, é de que o carro é mais rápido do que os números sugerem. O câmbio faz trabalho impecável, com trocas de marcha precisas e sem indecisão na escolha. As sete relações fazem o pequeno 1.6 litro turbinado estar sempre na melhor faixa de rendimento, o que torna o C180 bastante esperto. Nota 8.

Estabilidade – O modelo tem comportamento dinâmico irrepreensível, mesmo próximo do limite. A suspensão trabalha bem e impede que a carroceria role, com total controle das reações do carro. O acerto mais firme passa muita segurança em velocidades mais elevadas, com pouca flutuação. Mesmo não sendo exatamente pequeno, com 4,59 m de comprimento, a sensação é de estar ao volante de um carro menor. Nota 9.

Interatividade – Todos os comandos do C180 estão à mão e têm fácil uso. Na versão mais simples, faltam equipamentos mais complexos ao sistema de entretenimento, como GPS, mas há Bluetooth para celulares. Já o sintonizador do rádio segue uma misteriosa lógica, com um visual retrô e estações em ordem indecifrável. Mas o erro de cálculo foi mesmo na alavanca que controla sozinha setas, limpadores de parabrisa e aciona o farol alto. Além de acumular funções, ela está próxima demais da alavanca do controlador de velocidade de cruzeiro. É fácil acionar ambas por engano. Nota 7.

Consumo – O InMetro testou a versão com o novo motor 1.6 turbo e conseguiu 9,0 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada. Médias que garantem a nota “C” no segmento e no geral. Nota 6.

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Conforto – Mesmo com uma proposta mais esportiva, a Mercedes-Benz não poderia deixar de caprichar no C180 cupê. O modelo tem boas acomodações para os ocupantes da frente, que desfrutam de espaço e bancos confortáveis. O problema está para quem vai atrás, que precisa se espremer em assentos mais duros e com pouco espaço disponível para pernas e cabeças. O caimento mais acentuado do teto rouba preciosos centímetros de altura interna. Pelo menos, a suspensão absorve bem as irregularidades do piso. Nota 8.

Tecnologia – A atual geração do Classe C cupê ainda é relativamente recente. Foi apresentada em 2011, já com a primeira reestilização da gama C, feita no mesmo ano. A base, no entanto, é de 2008 e está prestes a ser substituída na Europa pela nova geração do médio alemão. Sob o capô, o motor 1.6 turbo é recém-chegado à linha e está nos novos Classe A e B. Há controle de estabilidade com “hill holder”, freios ABS e seis airbags, mas faltam sensores de estacionamento na versão mais simples e o freio de estacionamento ainda é a pedal. Nota 9.

Habitabilidade – O cupê perde bastante da praticidade do sedã em função das portas a menos. Entrar e sair é mais difícil para os passageiros do banco traseiro, já que os bancos da frente até correm adiante, mas não o suficiente para abrir um vão decente de acesso. Já em vagas de estacionamento mais apertadas, abrir as portas maiores pode ser um problema. Ao menos, a cabine tem vários porta-objetos e o porta-malas leva bons 450 litros, com possibilidade de rebatimento do banco traseiro para acomodar itens mais compridos. Nota 7.

Acabamento – Ainda que seja a versão mais simples, a C180 cupê segue o padrão da marca. Encaixes são perfeitos e não há rebarbas, mesmo em áreas menos nobres do painel. Os plásticos são de qualidade e há muitas superfícies emborrachadas. Nota 8.

Design – As linhas elegantes do cupê são um dos destaques do carro. Com traços tipicamente germânicos, o modelo é substancialmente mais interessante que o sedã de quatro portas. Não há molduras nas janelas das portas e o perfil esportivo confere personalidade marcante, com três volumes bem definidos. Além disso, a linha do teto é mais suave no modelo de duas portas e termina na elegante traseira ligeiramente “arrebitada”. Nota 9.

Custo/benefício – Ao deixar para trás praticidade em função do design mais rebuscado, o cupê já deixa de ser uma opção das mais racionais. A Mercedes-Benz pede R$ 137.500 – nada menos que R$ 15.600 a mais que o C180 sedã. No entanto, é praticamente o único de sua categoria no Brasil, já que a BMW ainda não traz o Série 4 e o Audi A5 mais barato tem preço acima dos R$ 200 mil. Em se tratando de uma versão mais esportiva com a “grife” da estrela de três pontas, ele é, em tese, uma pechincha. Nota 6.

Total – O Mercedes-Benz C180 Coupé somou 77 pontos em 100 possíveis.

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Impressões ao dirigir – Estilo alemão

Logo em um primeiro olhar, a versão cupê da Classe C chama atenção pelas linhas imponentes e traços bem finalizados. A silhueta elegante e esportiva é cativante, além da estrela de três pontas no centro da grade dianteira não deixar dúvidas sobre a origem do modelo. As duas portas conferem um charme especial ao carro, que, ainda assim, é relativamente discreto. As proporções são semelhantes às do sedã de quatro portas, mas a curvatura do teto, com caimento mais acentuado atrás, faz a distinção necessária.

Ao dar a partida, o motor 1.6 litro do C180 Turbo Coupé surpreende pelo barulho pouco instigante. Lembra até um pequeno motor diesel. No entanto, o perfeito casamento entre o propulsor e o câmbio automático de sete marchas faz os 156 cv acordarem cedo e dá ao C180 um desempenho bastante razoável. Ele tem pegada parecida à das versões com o 1.8 turbo – de 184 cv ou 204 cv –, e não faz feio.

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O torque de 25,5 kgfm aparece a baixíssimas 1.250 rotações, se mantém constante até as 4 mil e empurra o cupê com desenvoltura digna de motores maiores. O câmbio trabalha bastante, com trocas suaves e rápidas, para manter o giro sempre na faixa de melhor rendimento.

O interior também é tipicamente germânico. O acabamento é de ótima qualidade, com arremates perfeitos e sensação de bastante solidez – e não transparece ser a variante mais barata da linha. A cabine é aconchegante e acolhe bem os passageiros, ainda que os de trás precisem fazer um certo malabarismo para chegar aos assentos.

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Os dois ocupantes do banco traseiro também têm espaço limitado para pernas e cabeças e pessoas com mais de 1,75 m de altura já passam aperto. Quem vai na frente, pelo menos, desfruta de mais espaço. A posição de dirigir é correta e o motorista possui várias opções de regulagens de banco – que no cupê tem abas laterais mais pronunciadas – e volante.

A suspensão dá conta do recado e absorve surpreendentemente bem as imperfeições do asfalto, mesmo com rodas de 17 polegadas. Mas é em piso liso que o acerto esportivo do conjunto se destaca. A direção tem relação bem direta com as rodas e permite muita precisão numa tocada mais “animada”. O comportamento é sempre seguro e a tração traseira melhora ainda mais o controle. A carroceria inclina pouco nas curvas e o C180 se mostra um carro mais divertido de dirigir do que os números relativamente “normais” do motor sugerem.

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Ficha técnica – Mercedes-Benz C180 Coupé

Motor: Gasolina, dianteiro, longitudinal, 1.595 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, turbo, comando duplo no cabeçote e duplo comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção direta.

Transmissão: Automática com sete marchas à frente e uma a ré. Tração traseira. Oferece controle de tração.

Potência: 156 cv a 5.300 rpm.

Torque: 25,5 kgfm entre 1.250 rpm e 4 mil rpm.

Aceleração de zero a 100 km/h: 8,5 segundos.

Velocidade máxima: 223 km/h.

Diâmetro e curso: 73,7 mm X 83,0 mm. Taxa de compressão: 10, 3:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com barras estabilizadoras. Traseira independente do tipo multibraço com barra estabilizadora. Oferece controle de estabilidade de série.

Peso: 1.505 kg.

Pneus: 225/45 R17 na frente e 245/40 R17 atrás.

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS de série.

Carroceria: Cupê em monobloco com duas portas e quatro lugares. Com 4,59 metros de comprimento, 1,99 m de largura, 1,44 m de altura e 2,76 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina de série.

Capacidade do porta-malas: 450 litros.

Tanque de combustível: 67 litros.

Produção: Sindelfingen, Alemanha.

Itens de série: Ar-condicionado automático de duas zonas, rádio/CD/MP3/Bluetooth, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro rebatível, computador de bordo, sistema start/stop, bancos e volante multifuncional revestidos em couro, trio elétrico, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro, faróis de neblina, sensores crepuscular e de chuva.

Preço: R$ 137.500.

Por Auto Press

  • yuri calmon

    The BEST !!!

  • Arthiola

    Qual que é o melhor: RCZ ou o C180?
    Eu acho RCZ mais bonito, mas acho que ficaria inclinado para o C180

    • O RCZ custa R$4.000 a menos, tem 9cv a mais, mas 1,0kgfm a menos. Ou seja, muito semelhante.

      Porém o C180 tem a vantagem da tração traseira, sete marchas (contra 6 do RCZ) e é mais espaçoso.

      Sem falar que, por praticamente o mesmo preço, a maioria vai preferir um Mercedes à um Peugeot.

      • sergiopsy

        Mercedes = mais requinte, mais luxo, mais conservador, mais tecnologia, estou certo?

        • Edson Roberto

          Não está. Pois nesse sentido o RCZ está bem servido. Ele simplesmente tem toda a costura das portas em couro e tudo é macio, ao contrário do irmão de plataforma 308, que, segue com material emborrachado apenas na parte superior das portas e painel.

          • sergiopsy

            ok.

          • TurboXan

            Isso mesmo.. O RCZ tem um interior bem diferente dos demais irmãos

          • Inclusive eu preferia ele a esse mercedes.

    • Carlsson

      O RCZ traz tela multifuncional? Pelo que eu me lembro, não.
      Assim como o DS3…
      Um carro desses deve ser uma delícia de viajar, e pagar um preço alto pra ter de "colar" uma telinha de GPS no vidro é triste.

      • crisburatto

        Existe o Comand Online que tem GPS, DVD, internet e tudo mais, que é acessório para os C180, mas se me lembro bem custa quase 10 paus.

      • Rafael_rec

        Mas o C180 também não tem GPS nas versões mais simples.

      • TurboXan

        A versão 2013/2014 ao que parece tem sim..

    • Filipe Augustus

      Mercedes sempre, nunca pagaria tão caro em um Peugeot ;)

    • Edson Roberto

      Eu acho que essa definição de melhor, só vendo cada um.

      O RCZ certamente passará a impressão de esportividade pois a direção é mais baixa (quero dizer, os bancos e a posição de dirigir) e as rodas aro 18" por mais que exista incrivelmente um otimo trabalho da Peugeot para conseguir deixa-lo confortavel, há uma comunicação muito maior entre a direção x motorista x asfalto. Ou seja, será um carro que passará mais impressões da pista.

      Mesmo o C180 Coupé, nção tem uma direção comunicativa fruto também de sua suspensão magnetica que parece que faz vc sempre passar como tapete em qualquer condição, é animal. Falando tecnicamente, o Mercedes com certeza tem mais atributos tecnologicos e refino na parte mecanica, mas o RCZ é aquele carro divertido, chama bastante atenção e, lhe dá uma posição mais interessante se o seu gosto é voltado a esportividade. Sabe também essas frescuras de querer cortar custos no Mercedes para não se ter itens? Talvez tbm seja aí a possibilidade de escolha do RCZ. Mas sem duvida o Mercedes é um senhor carro.

    • MarceloAmorim

      Cara,eu ficaria certamente com o RCZ,o visual dele é arrebatador!

    • O Mercedes é mais carro em tudo, mas o RCZ tem um visual muito sensual, atraente por fora e por dentro. Eu pegaria o Mercedes sem pensar desde que viesse com o teto solar panorâmico, claro.

    • Paulo Neto

      Essa dúvida nao existe! HEheheh. Comparar Peugeot com Mercedes. Vai de C180 com certeza!

  • Roberto

    Belo carro!!! Vou ter um…

  • Carlsson

    Lindíssimo.
    E também que desempenho bastante convincente.
    Mas, sejamos francos, deveria custar algo como R$ 118.900.
    E merecia um ronquinho levemente apimentado, isto é, nada que um jornalista possa comparar a um "pequeno motor a diesel".

    • Edson Roberto

      Esse preço aí é da versão sedan. Que diga-se de passagem é igualmente apertada. Agora, porque NENHUMA avaliação do C80 fala como é o "Hill Holder"???? Sério, vc tem que AFUNDAR o pedal de freio que não é leve. É super pesado!!! Odiei isso.

  • Leospa1973

    Realmente compará-lo ao RCZ nos deixa em dúvida, mas pensando na revenda acredito que o MB seja melhor compra, apesar de ser um declarado fã do RCZ de 200cv.

  • hugogyn94

    Eu pensei ele teria 180cv,pq eu vi o nome do carro seria por causa do motor,ai foi pura enganação.

    • rodrigo_tm

      Antigamente, nos carros da MB e BMW, a numeração era de acordo com a cilindrada do motor (180 = 1.8; 320 = 3.2 na MB e 2.0 na BMW).

      Mas hoje em dia isso é válido apenas para alguns modelos dessas marcas.

      • mjprio

        Na verdade as montadoras germanicas em questão estão utilizando uma numeração que "sugere" a capacidade do motor se ele fosse aspirado, mais ou menos. Por exemplo o 328i da BMW, tem um motor 2.0 L4 turbo que tem potência aproximada de 2.8 L6 aspirado, caso desse 180, que tem um motor 1.6 turbo equivalente a um 1.8. Não é regra rígida é aproximado

      • lucasfs87

        Posso estar enganado, mas nos BMW os numeros iniciais discrimnam a série (3, 5, 7..) e os dois numeros sim a litragem, ou seja 318 (serie 3 1.8) 335i (série 3 motor 3.5) e por ai vai

    • Rafael_rec

      Na verdade os números das séries faziam referência à cilindrada do motor, no caso do C180 mostrava que o carro vinha com um motor 1.8, porém a Mercedes deixou de utilizar essa relação faz algum tempo.

  • Andre

    É um belo carro. deveriam ter mais cupês no Brasil. Na Europa há muito mais opções. Se falarmos no mercado premium no Brasil tinhamos(temos) o C30, RCZ, A5 Coupe, C180, BMW série 1 Sport, e mais alguns outros poucos….

  • Mercedez é sempre bonito, sempre passa uma mensagem de status, aristocracia e bon vivant.

  • suguii

    Esperando minha nomeação no concurso público pra poder comprar um desse, muito lindo esse carro, como fã da marca sou suspeito pra falar…. rsrs

    • arzanette

      boa sorte nos 2

  • Doccar

    deveriam custar menos pois, faltam alguns itens nos carros ditos premium que carros de categoria inferior ja possuem.
    como por exemplo retrovisor rebativel que o golf tem o audi a4 nao possui.
    O golf GTi é mais completo que audi a4, sendo que o ultimo é bem mais caro

    • fschulz84

      E lá vem o efeito Golf… Daqui a pouco vão comparar Golf com Aston Martin

    • RuiBarba

      Mas rebatimento de retrovisores é algo que eu, como proprietário de uma C180, realmente sinto falta. A garagem do meu prédio é estreita e eu acabo tendo que rebater manualmente. Às vezes saio com pressa e esqueço o do passageiro rebatido. A falta de sensor de estacionamento é ridícula, e praticamente todos os carros têm o sensor instalado na CSS; meio óbvio que os compradores fazem questão. Quanto ao Golf GTI, meu vizinho de vaga comprou um, ele já teve um monte de carros bons, estava com um Audi A3, e disse que está gostando muito do carro.

  • REUSAN

    Daqui a pouco vem um falando do 'Efeito golf!" Quer ver! kkkkkkk!

    • mgbalbo

      Não, só falam isso quando alguém baixa o preço de um carro qualquer. KKK

      • REUSAN

        kkkkk! boa!

  • CanalhaRS

    Maravilhoso!

  • JPS_SP

    Um belo carro, mas cobrar R$ 137.500 e não ter um farol projetor com xenon é sacanagem, sem falar na falta de GPS, motor mais potente e etc…

  • Luiz

    Além de todas as desvantagens que esse modelo apresenta e já citados aqui, a MB insiste em manter o câmbio sequencial de forma esdrúxula, para passagem das marchas: é de lado, e não para frente e para trás (nas reduções), o que me leva a concluir que alemão também comete baianadas. Broxante.

  • MarcosObs

    Mercedes de entrada. Apenas isso. Os fãs gostam. Quem compra racionalmente odeia, principalmente os valores cobrados. A manutenção então é absurdamente cara, mas é das poucas fabricantes que mantem seu carro original apesar do ano de fabricação. Eu só compraria modelos superiores, esse é modelo de aparência.

    • RuiBarba

      Se permite que eu dê uma opinião como proprietário, eu tenho uma C180 sedã, que é mais barata, mas nem por isso custa pouco. Comprei racionalmente, pesando conforto, segurança e, para não ser hipócrita, status. E estou muito satisfeito com o carro. Acabei de fazer a primeira manutenção, de 1 ano, custou R$599, preço tabelado da Mercedes. A segunda ficará em R$1200. Não é barato, mas pela marca, esperava mais. O seguro da sedã é barato, o da coupê é caro, por causa do teto panorâmico e pelo perfil mais esportivo (quase o dobro). O carro tem uns detalhes que só dirigindo pra sentir. Ele fica na sua mão, perfeito, a tração traseira é uma delícia. Dirigi um Fusion dos novos, vc faz a curva e o carro sai pra tudo quanto é lado, dinâmica horrível. A Mercedes tem amortecedores de dupla câmara, vc anda tranquilo e o carro vai macio, vc ataca uma curva e ele fica mais duro, garantindo melhor controle. Como a suspensão é traseira, a dianteira fica mais livre e têm um grande cáster, garantindo uma variação enorme de câmber ao esterçar. Esses detalhes é que fazem o carro especial. Na minha modesta opinião, o que há de importante os alemães deixaram no carro, mesmo sendo de entrada ele é muito bom.

      • Tiago

        Podem falar oque quiser, pode faltar potência, alguns itens, acessórios, mimos. Mas MB, BMW e Audi é outro patamar.
        Msm que nesse valor eu não pegaria uma C180, não há como negar! Deve ser um put. carro, parabens :)

      • lucasfs87

        Modestamente acho qualquer mercedes infinitamente superior em tudo a qualquer VW, Ford, GM ou outra marca que não seja premium como ela, ou Audi, BMW, Lexus, ou algo do tipo. Adoro Cupes e teria uma dessas se tivesse condição

  • kinhomx

    Esse banco estilo concha vem na C180 4 portas? Ou faz parte do Kit AMG?

    • Edson Roberto

      Não vem. Na verdade, esse tem apenas tal recurso para diferencia-lo do modelo sedan e, trazer uma proposta de "garoto malvado". Mas a comunnicação na direção demonstra que não é bem assim que as coisas funcionam, mas dá certo: Pois quem procura tal modelo espera o tempero que ele entrega com o conforto de um sedan.

  • Jean

    Já tirei uma zero km em agosto de 2011 modelo 2012 prata completa e vinha com gps, carro sensacional, muito completo, motor bom, mas um pouco fraco, era uma 1.8 cgi colocaram esse motor reduzido 1.6, mercedes é mercedes, troquei ela por um camaro zero km. Se a 63 fosse melhor no preço, teria uma na minha garagem.

  • Caso fosse comprar um cupê, compraria uma BMW. MB é um carro inclinado mais para conforto, logo, um sedã.

  • Edson Roberto

    Na minha opinião é um bom carro, mas está longe de apresentar toda a esportividade que o visual e o interior podem parecer dar.

    É um carro oriundo de um sedan que não se explica o motivo pelo qual custa R$20000 a mais. Além disso, ter rodas maiores e bancos mais duros não fazem dele um esportivo nato. Voltaria a dizer que aqui tbm, eu escolheria um sedan, nesse caso um BMW 320i. Acho que essa historia de que os modelos de entrada não são recheados por conta dos modelos topo de linha serem mais completo não rola. Tudo nesses modelos (incluo outras marcas premium) é opcional!!! É impressionante como hoje, itens no passado que eram somente disponiveis nos modelos chiques, hoje existem nos carros mais digamos simples e que nem exatamente a desculpa da boa montagem tem colado tanto assim.

    Os carros já chegaram a melhorar o processo construtivo e os itens de série acompanham a evolução. Acho uma tremenda sacanagem essa coisa de Premium, pois com isso, o brasileiro compra muito menos por mais. Eu não deixaria de comprar de repente um Fusion ou um Azera por conta disso. Mas enfim, falando do C180 Coupé: Citei lá em cima mas citarei aqui em baixo pois não entendo porque nenhum que avalia cita isso. O Hill Holder do Mercedes é pisando mais forte no freio: Mas pense numa "pisada", aquela que vc acha que vai bater…. agora pense que vc está com raiva de algo e desconte no carro, é assim mesmo para funcionar o Hill Holder. Sério, horrível.

    É um carro para quem presa conforto, pois não é comunicativo por conta de atributos técnicos que fazem sim vc ficar um pouco fora do universo (isso me agrada), talvez para quem procure esportividade, passe bem longe.

    Outro ponto é… se o C180 sedan é ruim de espaço interno, acredito que o Coupé será muito pior. Sério, tem algum problema do teto ser um pouco mais alongado para abrir a cabeça do cidadão? Tal ponto me fez em epoca em que o dirigi repensar isso, ainda que eu fosse ser o condutor o que me confortaria mais. Entretanto é um otimo carro, só que acho caro pelo pouco que oferece.

    • dionatan moras

      Com tecnologia e desempenho mais acessíveis espero que esse carrões acima de 100 mil fique com a vida mais complicada porque não é melhor que um Fusca intermediário ou Fusion 2.0 FWD

    • RuiBarba

      Em relação à função Hold, que vc menciona, na verdade ela é mais que um Hill Holder, que eu entendo como um auxílio a saídas em aclives/declives. Vc pode acioná-lo quando para em semáforos, por exemplo, permitindo descansar o pé do freio ou dar uma espreguiçada. É uma das melhores coisas do carro, na minha opinião, mas só quem conhece sabe. Testei uma BMW recentemente, e senti uma falta enorme do Hold. Em relação à dificuldade de acioná-lo, acredito que seja porque vc não aprendeu a usá-lo bem. Lembro que quando fiz o test-drive achei o mesmo que vc. Mas não precisa apertar com força, é só jeito mesmo.

  • Vitor BH

    Tenho um C180 12/12. Meu carro anterior foi um A4 10/10. Ambos maravilhosos, para o patamar finaceiro que pretendo gastar com carros para uso diário.
    Não adianta tentar comparar carros desse segmento, feitos por marcas premium, com os nossos produtos made in Latin America. Mesmo o Fusion, com mais espaço, mais potência e mais novo, fica devendo em comportamento dinâmico ao dirigir e prazer ao volante. É minha opinião.
    Será muito difícil retroceder desse nível de carro. Você só quer melhorar. E os alemães, juntando BMW (que nunca tive), além dos suecos da Volvo, estão à frente sim. É só conversar com quem experimentou, e muito, tais máquinas, ainda que no dia a dia de estradas ruins e ruas lotadas.

  • Renato_Dantas

    É um germânico puro sangue, eita povão que sabe construir automóveis, é um Mercedes portanto como disse lá em cima o Yuri Calmon simplesmente THE BEST.

  • 72007998

    adoro esse veiculo, eu vi ele vermelho outro dia e pirei, achei bonito demais.

  • AmmmmmP

    Esse cupe maravilhoso morre na praia ao se tocar na porta: a presença da calha nas janelas das portas. O Fusca não tem calha das portas o que permite você abrir, entrar e fechar a porta sem tirar a mão da porta, desde que o vidro esteja aberto. Característica essencial em conversíveis e muito bem vinda em coupés.

  • Fernando

    Froxo! Anda menos q um Golf 1.4T.

    Mercedes é bom pra passear e ostentar. Na verdade é um carro caro que oferece menos que Bmw e muito menos q a Audi.

  • mjprio

    Discordo da nota e da classificação pro consumo: 9 na cidade e 12 na estrada pra um carro de tração traseira turbo com mais de 1,5 TON tá de bom tamanho. Meu fiesta faz 7 na cidade e 13 na estrada, sendo 1.6 aspirado mais leve e com tração dianteira. Olha que eu não piso muito , manutenção em dia e só uso gasolina boa. Claro que a média na estrada podia serr um pouco melhor ( 13,5 por exemplo)

  • Diegorji

    C180 luxuoso ? Só se for padrão Brasil. Bom produto, tem suas qualidades.

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