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Mazda descarta retorno ao Brasil, segundo jornalista

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A Mazda não vai mais voltar ao Brasil. A afirmação vem do jornalista Boris Feldman, do site e coluna AutoPapo. Em uma entrevista com o presidente da marca japonesa para a América do Norte, Masahiro Moro, o retorno do fabricante de Hiroshima ao mercado nacional não está nos planos da empresa, que prefere focar nos mercados onde já atua.



De acordo com Moro, a elevada carga tributária brasileira e as incertezas políticas – ainda mais agora com o Rota 2030 travado por uma disputa interministerial – fizeram com que a Mazda desistisse de investir novamente no país. O executivo japonês explicou os motivos: “Primeiro, pelos altos impostos cobrados pelo governo brasileiro. Segundo, pelas dificuldades para estabelecermos uma fábrica no país”.

Por ora, os planos da Mazda são outros no continente americano: “Estamos operando uma fábrica no México e uma parceria com a Toyota para estabelecer uma fábrica nos Estados Unidos. Estes são nossos planos atuais para a América Latina”. Ou seja, a montadora não focará em mais nada além disso para os próximos anos, visto que o investimento nos EUA é enorme, calculado em US$ 1,6 bilhão para uma planta em conjunto.

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Apesar de ter a operação mexicana, a Mazda foca no mercado americano exclusivamente. Assim, as chances de vermos de novo os carros da marca, agora sob o design Kodo, se esvaecem com a declaração da empresa. Na região latino-americana, a Mazda atua em alguns países, comercializando parte de seu lineup, hoje composto pelos carros de passeio Mazda2, Mazda3 e Mazda6, incluindo hatch, sedã e perua.

A Mazda também tem uma gama interessante de crossovers e SUVs, sendo estes os CX-3, CX-4 (exclusivo da China), CX-5, CX-8 (exclusivo do Japão) e CX-9. Isso sem contar o Mazda MX-5 Miata, que deu origem ao Fiat 124 Spider, que já foi exposto no Brasil. Há também cinco modelos de kei car no Japão e mais duas minivans: Premacy e Biante. Uma linha de comerciais leves também é vendida no Japão, tendo até caminhões leves.

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A empresa ainda investe no motor rotativo Wankel e chama atenção pelo Skyactiv-G/D, bem como pelo X, que será o primeiro motor a gasolina de ignição por compressão no mercado mundial. A Mazda recentemente se associou com a Toyota e a Denso para o desenvolvimento de carros elétricos.

No Brasil, a Mazda atuou de 1990 a 2000 com a importação dos modelos MX-3, MX-5, 626 e Protegé, numa época em que o controle acionário da empresa estava nas mãos da Ford. Foi desse controle, por exemplo, que surgiu o Fusion americano, que se utilizou de vários componentes da japonesa para surgir nos EUA.

Quando a Ford decidiu por um fim em sua importação, a Mazda quase acabou sendo assumida por terceiros, através dos grupos japoneses Sumitomo e Marubeni. Não deu certo. Novamente em 2010, a Sumitomo tentou trazer a marca, mas acabou optando pelo México em associação com a mesma, de onde surgiu a planta para produção do Mazda2 Sedan, que foi vendido como Scion nos EUA por breve período.

[Fonte: Auto Papo/Boris Feldman]

  • Wolfpack

    Mazda problema segundo los hermanos…

    • Bruce Wayne

      Será mesmo?

    • Rodrigo

      Eu morei no México e lá a Mazda era muito bem cotada. Cobrava bem mais alto por isso tb. Era o mesmo comportamento que a Honda tem por aqui.

    • El Gato Negro

      Estive em Santiago recentemente. A frota da cidade é uns 80% entre Mazda, Toyota e Nissan. Depois vem o resto. Conversei com locais e, pelo menos lá, eles só tem elogios à marca.

      • Gustavo Adriano

        Fui para Santiago em Junho passado e foi o que percebi, vi vários Mazda 3 lá e olha como são bonitos, chamam a atenção e possuem interior bem razoável (ao menos aos olhos). Vi alguns Mazda 6 e CX-3, todos desta última geração, o pessoal gosta bastante desses carros. Outro carro interessante que eu vi lá foi o Inifiniti Q60, de fato se for ver não deve nada aos MB C Class e 3 Series da BMW, fora as motos, apesar de poucas, muitas Triumph e uma Moto Guzzi Café Racer de fábrica que eu jamais pensaria em ver, um modelo V7 cromada!

  • Luís Paulo

    E graças a nossa política extremamente taxativa e arrecadadora, perdemos a oportunidade de ter mais uma excelente marca com bons produtos, mesmo que não viesse inicialmente para brigar com as grandes, mas que geraria com certeza mais opções para nosso mercado!

    • Marcus Mendes

      Eu aposto com qualquer um, que se o governo baixar ou criar um imposto único de 10%, por exemplo, os preços não sofrerão nenhuma queda, e podem continuar subindo com sempre.

      • tjbuenf

        Sim, só ver o que aconteceu com a taxação da bagagem que prometia baratear a passagem…

        • NaoFaloComBandeirantes

          País sem vergonha esse nosso.

          A gente trabalha, trabalha, trabalha, trabalha e não chega a lugar algum.

          É muita safadeza pra cima do bolso do brasileiro.

      • Cosi fan Tutti

        Se junto com a taxação abrir os portos pra incentivar a competição com importados, sim, tudo baixa. O mercado tem uma lógica que é simples, quando se tem concorrencia, funciona, quando não se tem e tudo é baseado num cartel, eles ditam os preços.

      • th!nk.t4nk

        Hum? Quando teve isençao de IPI, os preços caíram na mesma medida. Lembro que saiu matéria até aqui no NA, teve carro que chegou a cair mais do que o previsto até, e um ou outro caiu menos, mas na média o desconto foi repassado sim.

      • Marcio Lenz

        Concordo, o governo tem sua parcela mas não é o único, essas montadoras recebem uma enorme quantidade de subsídios e reclamam sempre da carga tributaria, enquanto quem esta tentando empreender não tem apoio.

  • Ricardo

    Quando a Mazda esteve no Brasil? Eu não lembro!

    • Marcus Mendes

      Só com veículos importados.

    • Hoffmann

      Do início da década de 90 até o final do ano 2000.

    • Deadlock

      O Mazda MX-3 era meu sonho de consumo…

      • MMM

        Eu tenho um, comprado 0km em 1997 e hoje com 45 mil km. :)

        • Mr. Pennybags

          Que inveja, cara! Tentei por mto tempo garimpar um desse, mas a maioria está detonada.

        • Daniel

          Fotos cara, por favor!

        • what_the_hell??

          Parabéns! Deve ser um ótimo carro!
          Sempre gostei muito da Mazda, e esse design mais novo me agrada demais, tanto externo qto interno!
          Fábrica aqui acho difícil, mas vamos aguardar o ARROTA-2030 pra ver no que dá, já que as barreiras de impostos devem cair pela decisão da OMC. Como eles já tem fábrica no México, isso pode ser um facilitador da importação.

        • Robinho

          parabéns cara, cuide bem dele, é uma bela maquina!

        • Filipe Augustus

          Tem um MX-3 desse aqui perto de casa, que aparentemente está com baixa KM, porem está sendo detonado na rua, ele é azul escuro, até o vidro traseiro foi quebrado! Ele já está a um bom tempo parado na rua, porem alguém recentemente mudou ele de lado encheu os pneus, espero que alguém tenha adotado ele!!!!!!

      • Ricardo

        Existiam meia dúzia desses carros no Brasil inteiro.

  • Guedes

    Fui ao Peru recentemente e lá vi muitos Mazda , incluindo o Mazda 3 hatch e sedâ, lindos

  • Rodrigo

    É, deve ser um dilema mesmo: alto custo pra implantar uma fábrica (mesmo que em CKD) pra tentar brigar de igual pra igual com Toyota e Honda ou cair nas mãos de CAOAs ou Habibs da vida e não ter volume nem representatividade.
    Melhor mesmo esperar a definição do Rota 2030 pra ver se vale a pena.

    • ObservadorCWB

      Explica a questão “volume / representatividade”…

      • Rodrigo

        Vou explicar com um exemplo: Subaru. É representada pela Caoa. Por melhor que seja o carro vc fica refém deles 2 vezes: quando precisa levar nas revisões por conta da garantia e quando precisa comprar alguma peça quando a garantia acaba.
        E quando vai comprar o carro eles cobram o preço que quiserem, já que é a mesma rede.
        Não sei se me fiz explicar, mas qqr dúvida fala aí

        • ObservadorCWB

          OK. Mas veja, citando o mesmo “Carlos Alberto”, é inegável que não falta nem volume nem representatividade para a marca Hyundai por exemplo. A meu ver a questão da Mazda é uma falta de projeto a longo prazo mundialmente falando. Onde a marca é “forte” ? Que produtos se destacam ? Também gostaria de ter mais um player no mercado, mas falando de maneira prática, não seria concorrente de ninguém. E olha que acompanho corridas, sei do que um Mazda é capaz em termos tecnológicos, mas transformar isto em produto de grande volume de vendas é outro papo.

          • Daniel

            A Mazda vende relativamente bem em mercados de escolhas mais ecléticas, como o Canadá. Nosso mercado também tem essa característica. Corolla e Ônix na lista de top 10 figura isso. São carros de valores bem diferentes. Por isso a Hyundai se inseriu bem por aqui. Claro que o HB20 como proposta de popular difundiu bem a marca no país também. De maneira geral eu enxergo a Mazda como a Subaru. Carros que possuem algum tipo de diferencial e muito pouco generalistas. Têm essência, saca?! Coisa que um Hyundai AINDA não tem. Aí, para vir ao Brasil e padecer de inércia como a Subaru… Achei acertada a decisão da Mazda. Principalmente porque eles parecem não ter a mascada para desenvolver um carro popular brasileiro e difundir o nome da marca. Em tempo, eu seria consumidor de um esportivo Mazda na faixa dos 100 mil. Conversível, duas portas, manual e sem firulas. Acho que tem mercado para este tipo de carro no Brasil, e melhor; ela reinaria sozinha.

          • Rodrigo

            Acredito que nem no Japão a Mazda tenha um alto volume e talvez nem seja essa a intenção. O que sei é que é uma marca que goza de bastante aceitação e até certo prestígio nos mercados em que atua.
            A questão da Caoa com a Hyundai aqui no BR é que ela sempre vai privilegia-la em detrimento de outras marcas, primeiro porque ela tem uma “fábrica” em Anápolis, segundo porque é representante exclusivo para os veículos Globais. Marketing, rede de concessionários, investimentos,… sempre serão preferiveis à marca Coreana em detrimento da japonesa. O caso da Subaru é emblemático no sentido que a CAOA a transformou aqui em uma espécie de ‘marca premium japonesa’ concorrendo em preço com as alemãs e sueca, ainda que em termos de qualidade seja equivalente, em termos de prestígio e sofisticação não.
            Em termos práticos seria como pagar preço de Mercedes-Benz e receber acabamento de Toyota.

  • Bruno Costa

    Impostos altos no Brasil? Que absurdo! Quem poderia imaginar?

    • th!nk.t4nk

      Mas segundo os comentaristas do NA, imposto alto nao é problema. Os carros seriam caros só por pura ganância das montadoras. O povo tem muita imaginaçao.

      • Rodrigo

        Eu diria inocência útil, não imaginação… ;D

        • PEDAORM

          Eu diria ignorancia.

  • Speed Racer

    Que pena. Belos carros.

    • Aires Jone

      Esse da foto é um mimo ao vivo.

  • Eduardo T. Küll

    Agradeçamos ao histórico do país e, sim, também às burradas dos últimos governos.

  • Carlos

    A Mazda tá certinha. Investir num país sério!!!

  • ####Carlao GTS

    Isso que é empresa séria : ” Brasil? Não.”

  • Leo

    Tenho boas lembranças dos carros da Mazda nos anos 90. Na época, eram considerados mais bonitos e modernos do que a média…

    • Wanderson Bonifacio

      Ainda são…

  • Filipe Augustus

    Se eu saísse do Brasil eu tbm não ia querer voltar, pelo menos enquanto essa zona não acabasse, eu entendo o pessoal da Mazda, aposta coerente!!!!

    • Robinho

      ixi, então acho que vc nunca voltaria, porque essa zona aqui, visto o ultimo episódio do governo nunca acabara…

  • Diego

    Uma leitura errada do Brasil potencial consumidor para o Brasil que padece da “crise”.

    Quem tem recursos para adquirir um Mazda não está em crise, em termos de América Latina e Central somos um dos maiores mercados do mundo, ocorre da Marca não ter logística para emplacar no País, lucro as montadoras extraem generosas quantias do Brasil, exige trabalho e talento, vide Corola emplacando mais de 5 mil unidades por mês beirando os 100 mil Reais.

    É o tipo de empresa volante, fica algum tempo e se desloca para outro país deixando proprietários a mercê da importação, numa época em que o mundo acelera na direção do carro elétrico ela desenvolve seu motor rotativo, ainda que pese o fato de trabalhar no desenvolvimento de veículos elétricos, quando essa tecnologia estiver pronta não terá espaço em grandes mercados como Europeu, prova de que estão errados.

    • th!nk.t4nk

      Infelizmente sse é um grande mito, de que o mercado brasileiro seria um dos maiores do mundo. Isso só é verdade se você olhar pra tabela de vendas por país, o que leva a conclusoes muito erradas. Na prática as montadoras consideram blocos comerciais e regioes onde a fábrica X pode fornecer. Quando levamos em consideraçao isso, o Brasil cai lá pra trás em atratividade, já que é uma ilha comercialmente falando.

      • Mr. Pennybags

        Correto!

      • Daniel

        “Só tem espaço pra especuladores e corajosos mesmo”
        Falou tudo!

      • Ducar Carros

        O mercado brasileiro é considerado junto com o argentino, e, dessa forma, é um dos maiores do mundo sim, e, não só isso, mas também um dos que possuem maior potencial de expansão. Por isso várias marcas estão aqui.

        Só o que o modelo brasileiro-argentino, de venda de carros baratos com produção local em escala, não é adequado para a Mazda, que prefere focar em mercados baseados em carros mais caros e/ou mais abertos à importação.

      • yurieu

        Leia isso: “Brazil currently is a market of 3.3 million cars a year, the fourth biggest in the world, and Chevrolet has 20 per cent of that market,” he said. “Brazil wants to be the third biggest market in the world within the next five to seven years, if the economy continues to grow.” Isso era em 2010, quando o dólar era menor que 1 real e cinquenta centavos, o único momento em que o Brasil se viu dopado pelo consumo e não viu o assalto praticado pelo governo.

    • Zé Mundico

      Não é bem assim. O mercado automotivo brasileiro é altamente cartelizado e travado. O que vende aqui são carros baratos, populares e de baixo valor agregado.
      Não é por vender muito em quantidade que podemos dizer que somos um mercado evoluído em qualidade. Geralmente são modelos defasados, com tecnologia atrasada ou mesmo pelados em relação aos mesmos modelos dos países desenvolvidos. Nossas versões são mais simplórias, do acabamento a segurança.
      E para piorar, o distinto governo age como verdadeiro “sócio”, levando quase metade do valor do carro em impostos e taxas.
      Difícil entrar num mercado desses. A última janela foi nos anos 90 do século passado. Quem tinha que aproveitar, aproveitou. Quem não aproveitou, dançou.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    A Mazda é uma marca relativamente pequena e está mais preocupada em aumentar margens nos mercados onde está consolidada. Vir pra como marca de volume exigiria grande investimento e fabricas e rede de distribuição e este não é o foco da empresa. Mas ela poderia exclusivamente como um produto de nicho, a preços estratosféricos, pelas mãos de algum importador local.

  • Munn Rá : O de Vida Eterna

    Como diz o ditado : quem não tem cão caça com gato ……………….. que venha a Haima

    Essa automobilística chinesa tem carros legais além de possuir a Mazda como parceira

  • Bruno Costa

    Fonte: Arial 12? Não brisa. O imposto de renda na Europa é maior, os impostos sobre produtos e serviços são incomparavelmente mais baixos, o que aliás é a única forma que faz sentido. No Brasil além de sobretaxado, você paga imposto sobre valores já com imposto, algo único no mundo. Não existe essa de “ganância e lucro exorbitante”. Você vê facilmente em qualquer nota de compra de carro 0 km. Qualque um, caro, barato, tanto faz. Meu Ford Ka teve 52% do valor só como tributação. Para de ser ovelhinha do governo e vê que quem te rouba todo dia é os carinhas de paletó lá de Brasília mesmo.

    • Yuri

      ue! foi isso q eu disse “metade da Europa tem impostos mais caros q no Brasil, exceto de serviços”

      • Bruno Costa

        Então não tem impostos mais caros. Tem 1 imposto mais caro. O resto é tudo bem abaixo. Logo, não tem equivalência alguma, o que torna seu argumento sem sentido.

  • Wanderson Bonifacio

    Compra a Mazda, Toyota, e traga o Miata de volta!

  • yurieu

    Ela iria quebrar a indústria nacional e o investimento em pesquisa e inovação! Ia criar uma fábrica compostas apenas por robôs e iriam depredar nossos recursos naturais!

  • PEDAORM

    Além da elevada cargas tributaria, temos ainda graves problemas com logística inadequada que elevam custos, burocracia exarcebada que elevam custos entre outras particularidades da terra da jabuticaba.

  • Robinho

    óbvio, coisa boa não vem pra cá…normal…

  • Jaspion

    Uma pena, é a marca que mais admiro.

  • Freaky Boss

    Que pena. Já que a moda é SUV, a Mazda tem uns SUVs bacanas. Já vi nos Estados Unidos e no Chile também. O design ia casar com o gosto do brasileiro.

  • Jad Bal Ja

    Quem vai investir em um país onde parte da população quer eleger um criminoso condenado pela justiça para presidente?

  • pedro

    Seria uma boa a Mazda comprar a participação da Chery que está à venda no país, com isso teriam uma marca de baixo custo e outra de maior valor agregado, o que faria a operação ser viável.

  • Alvarenga

    Mas tambem com toda esta nossa instabilidade, só louco vem pra ca. E se bobear até as que ja estão podem pensar se vale a pena. Veja BMW, chery, pra citar alguns exemplos que ja devem estar se arrependendo.

  • Diogo Augusto

    E mais uma vez, o governo ferra o mercado, afastando empresas estrangeiras por causa da ganância e extorsão dos nossos ”maravilhosos” (des)governantes…

  • Alessandro Vallone

    Moro no mexico, aqui os Mazda sao reconhecidos ao mesmo nível da Honda tanto em confiabilidade como valor de revenda. Já tive a chance de dirigir um Mazda 3, bom carro sem frescurites e excelente custo benefício. Assim como na Honda, obter descontos grandes é bem difícil.

  • yurieu

    Nenhum país do planeta Terra taxa seus cidadãos em 60% da renda, e mesmo tendo um PIB gigante, não há sequer estradas. É uma discrepância inconcebível.

  • yurieu

    O Mazda vai de 18 a 24 mil dólares, no modelo CX-5, sairia a preço de Cruze… Compasse…..

  • Evandro

    Justo, produzir aqui pra que? Pra pagar infinitas taxas e impostos? Ou ter que lidar com quadrilhas denominadas sindicatos? Bem faz mesmo, aqui não é lugar para se ter uma indústria….

  • José Barbosa

    Vocês viajam muito! Além de ser incorreto, existem dois parâmetros que você deve considerar: o primeiro é o tipo de serviço que é prestado, e o que o cidadão tem que pagar “além” do tributo para um padrão de vida digno. Brasileiro tem que pagar educação, saúde e segurança e ainda tem um acesso muito limitado à justiça. E um europeu? Já pensou em por tudo isto na conta?

    Outro ponto importantíssimo é a progressividade. Vai ver quanto tributo paga alguém que ganha dentro de alguns recortes: aproximadamente um salário mínimo; três SM; 10 SM etc. Claro, SM brasileiro.
    Aqui quem ganha R$ 5.000,00 é tão tributado do que um europeu médio que tenha o mesmo salário. Só que depois vai pagar muito mais em custos indiretos, “sem perceber”.

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