Hatches Mercado Sedãs

Mercado: segmento de médios em declínio diante de SUVs

Mercado: segmento de médios em declínio diante de SUVs

O segmento de sedãs e hatches médios vem sofrendo uma pressão enorme dos utilitários esportivos. No ano passado, os sedãs desse porte venderam 141.767 unidades contra 153.631 exemplares de 2017. Ou seja, uma diferença de 11.864 veículos. Uma baixa de 7,73%.


Nos hatches médios, a queda foi ainda mais expressiva, caindo de 20.235 unidades em 2017 para 13.229 no ano passado, um corte de 7.006 unidades. Ou seja, uma queda de 34,63% nas vendas. Nesta categoria, o decréscimo é ainda maior se compararmos com 2016, quando foram vendidos 32.859 exemplares. A queda chega a 59,74%.

Para piorar a situação, a tendência de alta nas vendas de SUVs só reforça a decisão dos fabricantes em mudar o portfólio de produtos para atender a demanda que está mais aquecida e isso significa mais utilitários esportivos e menor oferta de sedãs e hatches médios.

Mercado: segmento de médios em declínio diante de SUVs


Entretanto, não se trata de uma tendência nacional. Na grande maioria dos mercados, crossovers e SUVs vêm ganhando cada vez mais espaço e sufocando alguns segmentos, como os descritos acima. Nesta terça (12), o mercado nacional viu dois modelos irem embora: Peugeot 308 e 408.

Eles iniciaram um ano que promete mais baixas entre os carros médios. A Ford já dá bons descontos para Focus e Focus Fastback, que já estão com data para sair de linha na Argentina: maio. E quais serão os próximos?

Por ora, em termos de sedã, embora não seja do segmento médio, temos apenas o Fusion, que teve sua oferta reduzida no país, mas que já sabemos não terá continuidade no México, talvez não passando de 2020, segundo rumores do mercado.

Mesmo sem perdas confirmadas, alguns modelos podem ter seu ritmo de vendas reduzido por causa da mudança no panorama do mercado. A GM, por exemplo, reduziu o ritmo de produção em Rosário, Argentina, onde a crise local afeta a produção e isso pode se refletir no desempenho da dupla no Brasil.

O Cruze hatch caiu bem no último ano, mas o sedã até ganhou alguns emplacamentos em relação a 2017. O Civic é outro que se manteve com ligeira alta no ano passado, mas modelos como o Jetta, por exemplo, perderam um bom terreno. O Corolla, líder do segmento, caiu de mais de 66 mil em 2017 para pouco 59 mil em 2018.

Mercado: segmento de médios em declínio diante de SUVs

E o futuro? Algumas marcas já exploram o segmento de SUV-cupê como alternativa à saída de sedãs e hatches médios. A Renault explora o Arkana para substituir o Fluence. Já a Fiat confirmou um modelo que deve rivalizar com o produto da marca francesa.

Com exceção de mudanças de geração, como no caso do Corolla, não se espera nenhum hatch ou sedã novo. No entanto, teremos alguns novos SUVs no mercado, como o T-Cross da VW, por exemplo. Em 2018, o segmento representou 20% do mercado, mas a expectativa é de que alcance 25% muito em breve.

Mercado: segmento de médios em declínio diante de SUVs
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  • Ricardo

    Isso não é tendência, é imposição, pelo menos no mercado Norte Americano e Brasileiro, já na Europa ainda respeitam os consumidores e mantem outras opções de carros além dos SUVs.

    • Eu discordo um pouco. É certo que as montadoras possuem alguma predileção com relação aos SUV’s, já que via de regra são carros tecnologicamente mais simples e mais baratos de serem fabricados e pelo qual os consumidores aceitam pagar um valor significativamente elevado, aumentando as margens.
      Agora, dizer que é imposição… as montadoras apresentam os modelos e o público vai atrás daquele que mais o agrada. As opções em outras categorias estão encalhando nas lojas, ao que não resta outra opção senão o fim de linha.
      Na Europa ainda há grande procura por peruas, hatches e sedãs médios, além de vans. Isso permite um maior leque de opções ao consumidor.
      Aqui no Brasil parece ser irremediável: logo só veremos SUV’s ou “arremedos” deles nas concessionárias.

      • vi.22

        concordo, as opções vão diminuindo de acordo com o que o mercado manda, se não vende, não ha porque manter ou investir em categorias em declínio, e a regra da oferta e procura, nada mais natural que focar nos produtos que vendem e ir eliminando os menos procurados,.. não foram as montadoras que mataram as peruas no brasil, foi o próprio mercado que deixou de comprar, assim como esta acontecendo com os hatches,
        ao meu ver os SUVs estão cada vez mais próximos de carros, diferente do que era antigamente, sendo esses hj cada vez mais confortáveis e compactos, sendo mais altos se tornam uma grande vantagem para se usar em cidades de interior, onde estrutura de ruas e estradas são bem inferior aos grandes centros a capitais..

        • Joãozinho

          Mas existe toda uma psicologia de mercado.
          A publicidade é direcionada para criar na mente das pessoas o desejo do produto que eles querem vender.

          • RED FLAG

            Só os altamente influenciáveis, ou seja os sem personalidade definida, mesmo que já tenha passado dos 30 anos, segue a mentalidade alheia.
            Eu não troco o meu Volvo S90 por nenhum SUV.

            • joaotarcisio

              “Só os altamente influenciáveis” não é o mesmo que “metade da população ou mais”?

      • th!nk.t4nk

        SUVs são mais lucrativos, porque são modelos que o consumidor opta de forma menos racional (o que facilita colocar maiores margens). Sobre a Europa, o que segura um pouco é a existência das Autobahnen cortando boa parte do continente (conectam diversos países, dos Alpes aos países nórdicos, e da Holanda/França até o leste europeu). Nelas os SUV se saem pior, porque em alta velocidade há uma diferença nítida em estabilidade e conforto de cruzeiro em carros mais baixos. A 200 km/h mesmo um X5 se sai pior do que um sedã tradicional qualquer. Mas nos EUA essa guerra já foi perdida, infelizmente, e no Brasil pelo jeito tá a caminho também. Triste perder opçoes.

        • Guedes

          Interessante, nunca tinha pensado com esse ponto de vista.

          • th!nk.t4nk

            Os franceses quando querem ir pro norte do próprio país, cruzam a fronteira com a Alemanha pra usar a Autobahn (que não tem nem pedágios, é só alegria). Os holandeses usam bastante também, pra chegar aos Alpes (na temporada de esqui só dá carro com placas da Holanda na Alemanha, além dos belgas). Os poloneses e tchecos também cruzam a fronteira pra descer/subir pelas Autobahnen, assim como os austríacos pra acessar o resto do continente (seja leste ou oeste), e todo mundo dos países nórdicos (principalmente Dinamarca) pra chegar a qualquer outro país também precisa pegar alguma Autobahn. Ou seja, grande parte dos europeus usam com frequência rodovias sem limites de velocidade, devido á localização central da Alemanha no continente. Esse povo pensa bem antes de mudar pra um SUV, porque sabe que nao é a mesma coisa quando se anda rápido.

            • André Luis Versiani

              Tento explicar isso para muitos do porque não curtir muito os SUV mesmo sabendo de suas vantagens em nossas ruas lixo.Quem gosta de andar mais forte em estradas com curvas sabe bem a oscilação de carroceria que um SUV faz.

              • RED FLAG

                Só os altamente influenciáveis, ou seja os sem personalidade definida, mesmo que já tenha passado dos 30 anos de idade, segue a mentalidade alheia.
                Eu não troco o meu Volvo S90 por nenhum SUV.

        • Bandit

          Faz todo sentido, eu mesmo não gosto de suv por causa disso, gosto de andar mais forte um pouco e suv não passa confiança, também pudera, centro de gravidade nas alturas, aerodinamica péssima e mais pesado.

        • Danillo Santos

          Não creio que esse fator, por si só, explique a explosão de SUVs e extinção de outras categorias. A respeito da maior diversidade do mercado europeu, acredito que seja mais questão de nível cultural do consumidor, menos adeptos de modinhas de consumo.

          • joaotarcisio

            tem também a falta de espaço nas ruas e garagens europeias. Brasileiro quando vai no centro da cidade em carro grande demora mais pra achar vaga, mas tem chance de achar; americano nem se lembra que o carro é grande; já pra muito europeu só resta voltar pra casa…

            • th!nk.t4nk

              As ruas, vagas de estacionamento e garagens européias são bem maiores que as brasileiras (numa média geral). E também é mais fácil achar estacionamento na região central da maioria das cidades, por incrível que pareça (tirando o trio problemático: Roma, Londres e Paris). Tem estacionamentos subterrâneos gigantescos. Existe também o mito de que as ruas na europa sejam estreitas, por conta daquelas fotos de centro histórico. No dia-a-dia ninguém passa por esses lugares de carro, só os moradores mesmo (e comerciantes). Tem avenidas super largas em volta dos centros medievais, e as vagas em supermercados, shoppings e tudo mais geralmente são bem amplas (chegando a ser 1,5x a largura das brasileiras em alguns casos). Dependendo da cidade/regiao, nao é muito diferente dos EUA nesse aspecto, inclusive. Por fim, uma perua de sucesso como o A6 é maior que grande parte dos SUVs. Mesmo um Passat Variant é uma barca, e é um dos carros mais vendidos da Europa.

            • Danillo Santos

              Exatamente, também tem esse fator

      • Yuri Lima

        Isso reflete também a natureza do consumidor de cada local.
        Nos EUA, carro é um bem “descartável”, como se é aqui com celulares. Troca-se de carro lá, como se troca de celular aqui, no máximo 2 ou 3 anos.
        No Brasil, apesar de muitos ainda enxergarem carro como “investimento” e querer comprar aquele que menos desvalorize, antagonicamente, troca-se de carro muito rápido. Nossa frota é relativamente nova, com média de 5 anos.
        Já na Europa, têm-se na maioria a visão de que carro é um bem durável. É muito comum um automóvel lá ficar uma década ou mais com o primeiro dono. Muitas vezes, quando se vai trocar de carro, o atual é passado para a geração seguinte da família (filhos recém-casados) e dá lugar a um 0km. Por isso, o perfil de consumo lá é mais tradicionalista, consumidor de SW ainda busca outra SW. O mercado lá também muda, como se observa as vendas do Renegade, mas de forma mais lenta que no continente americano (do Norte e do Sul).

        • Guedes

          Tempo que não leio um comentário tão sensato! perfeito!!

        • th!nk.t4nk

          Os americanos são exageradamente consumistas. No tempinho em que morei lá, eu era considerado o esquisito por não ter pego o iPhone do ano no lançamento. Chega a ser um negócio doentio.

        • Dherik

          Europeu troca de carro, em média, a cada 3 anos. No Brasil é a cada 1 ano e meio

      • Bruno Alessandri

        O SUV é muito mais confortável pra dirigir na cidade e até na estrada, se vc não é de altas velocidades. A posição mais alta realmente é muito agradável se vc não tem sonhos de piloto.

        • Guedes

          Isso é dos grandes mitos. Posição mais alta cansa mais, a perna não fica esticada, fica dobrada. Daí que vem o famos “parar para esticar as pernas”.

          Vc pode ter o argumento que for para ter SUV, mas dirigibilidade, não.

          • Zé Mundico

            Olha, já dirigí sedans (Bora e 408) e suvs (CRV e Outlander)……Pelo menos nesses SUVS o conforto não deixa nada a desejar.
            Na atual Outlander, dirijo até 3 horas na estrada e só paro para ir no banheiro….rsrsrsrs

            • Com Outlander e CRV realmente o espaço é bem generoso! O problema é SUV compacto com preço de sedan médio… Ai pelo mesmo preço nota-se que se sai perdendo em conforto e tecnologia…

          • M.A.

            Endosso totalmente o seu comentário. Eu, que sou alto (1.86m), sofro para me acomodar em qualquer carro com posição de dirigir mais alta, que obriga a ficar com os joelhos mais flexionados e piora a circulação sanguinea se comparada a posição de “pilotagem” de um carro mais baixo. Outra chatice é ter que ficar com a cabeça raspando no teto, obrigado a reclinar o encosto, e pra compensar aproximar o assento, piorando ainda mais a questão de dirigir com as pernas flexionadas, uma briga sem fim… Tem vários detalhes que só nota-se quando dirige-se por longas horas a fio, como a questão de geralmente por ficar mais alto o apoio do cotovelo na porta ficar muito baixo, aí fica naquele vai e vem de apoiar no descansa braço, cansar, apoiar na linha do vidro (que geralmente é de plástico rígido), cansar, voltar…. um saco!
            Minha esposa já percebeu esse meu “sofrimento” e até concorda em ter um carro mais baixo em prol da sensação de segurança que dirigir mais alto proporciona (pra muitos, inclusive ela, mas não pra mim…..)

            • rafael

              M.A., não necessariamente. Boa parte dos SUVs são assim, EcoSport por exemplo. Mas nem todos. C4 Cactus e HR-V são mais “normais”. O Polo é um carro baixo e, mesmo eu tendo 1,84m de altura, e deixando o banco todo baixo, os apoios central e da porta ficam muito baixos, eu tenho que me inclinar pro meu braço poder alcançá-los. E a borda do teto, na região onde teria as importantes alças de teto, é volumoso e muito baixo, não raro eu batendo a cabeça nele.
              É tudo muito relativo, não dá pra generalizar.

            • Fabão Rocky

              Sobre a questão de sensação de segurança, eu já penso o contrário! Me sinto muito mais seguro dirigindo um carro mais baixo, do que um carro mais alto. Geralmente mulher tem essa coisa de se sentir protegida pelo tamanho do carro.

              • M.A.

                É a tal da sensação né, difícil ser objetivo neste aspecto, se a pessoa se sente segura você pode argumentar com n fatores racionais que isso não é verdade, que não vai adiantar… Eu me sinto muito mais seguro num carro bom de curva que em qualquer carro alto… e também tem outra, é difícil definir o “sentir-se seguro”, pra minha esposa que é baixinha por exemplo ela gosta de carro alto pois tem mais visão do seu entorno, e ela se sente mais segura no sentido de conseguir posicionar melhor o carro no meio do transito, e não no sentido de “posso passar por cima de tudo e dane-se….”

          • rafael

            Guedes, essa questão de pernas dobradas eu senti quando fiz um test-drive numa EcoSport: parecia que eu tava sentado naquelas cadeiras bem altas. Parecia que minha perna tava num ângulo de 90 graus, muito esquisito. São poucos os SUVs que tem uma posição mais alta que dum carro normal, porém sem exagerar. Acho que um deles é o HR-V. Posição baixa demais também pode incomodar.

          • Bruno Alessandri

            A visibilidade é muito boa, e só cansa as pernas se vc dirige longas distâncias, o que não é o caso da maioria. Aliás, não tenho certeza se cansa mais que um sedã, pq o famoso “esticar as pernas” existe muito antes da era SUV.
            Estou falando o tempo todo em conforto, dirigibilidade acho que se encaixa mais em outros quesitos.

        • Titoneli

          Eu particulamente nao troco o prazer de fazer curvas com segurança em um Jetta por uma sensação de segurança devido a altura de um SUV.

      • Zé Mundico

        Isso mesmo. Sedan e hatch nunca deixaram de existir na praça, mesmo com o surgimento da tendência dos suvs.
        Mas desde que começaram a encalhar nos pátios, perdem a preferência mercadológica e tendem a ser menos “considerados” como opção de compra.
        Assim funciona a dinâmica do mercado.

      • Ricardo

        A partir do momento que há uma tendência e as montadoras aproveitam da situação para lucrar mais, socando marketing goela abaixo dos consumidores cabeças fracas e manipuláveis brasileiros, há uma lavagem cerebral em 90% das pessoas que passam a gostar de SUVs, fodendo com os outros 10% que vão deixando de ter outras opções. Na minha opinião isso é imposição sim! Na Europa isso não acontece pois é um povo mais culto dificilmente manipulável!

        • É, como eu disse, discordo “um pouco”. Claro que as empresas privadas responsáveis pela venda de veículos novos tentam influenciar o consumidor, já que o objetivo maior delas é o lucro.
          Mas se o consumidor “entra no jogo”, aí já é falha dele. A montadora está na missão dela. Talvez a “imposição” esteja na elevação do patamar de preço das demais categorias, tornando-as menos competitivas com relação aos caros SUV’s compactos.

          • Ricardo

            Consumidor burro é sempre o culpado!

    • Hodney Fortuna

      A Europa já vê o futuro do automóvel com outros olhos! É a verdadeira imposição social lá de substituir o carro a combustão pelo elétrico.

      • rafael

        Hodney, e depois as pessoas ficam reclamando que aqui no Brasil sofrem algum tipo de imposição, como se isso fosse uma criação nossa, e que só existe aqui… Sabem de nada!

        • Hodney Fortuna

          Verdade, Rafael!

        • Joãozinho

          Aqui no Brasil tem muito vitimismo. É chororô pra todos os lados.
          Vitimismo de esquerda e vitimismo de direita.
          Se merecem.

          • rafael

            E um lado criticando o outro. É a Globo que é esquerdopato, ou é a Globo que é golpista aliada dos EUA. Aja saco e paciência….
            Realmente, esses extremistas de m. se merecem, bando de Lulistas e Bolsonistas.

      • Ricardo

        Isso é justificável pelo meio ambiente, não nos casos de SUVs que o único motivo é ficar mais altinho!

      • th!nk.t4nk

        É porque em cidades como Londres e Paris a qualidade do ar é horrível. A vantagem do elétrico é jogar a poluição pra longe, além de a longo prazo ter potencial pra essa energia vir de fontes limpas (o que aos pouquinhos está ocorrendo). Ninguém gosta de nada imposto à força, mas o fato é que só assim o problema pode ser resolvido. Poluiçao do ar causa um monte de problemas graves de saúde, é algo bem sério.

        • Joãozinho

          A qualidade do ar em São Paulo é lastimável.
          Mas existe aquela velha máxima da classe média paulistana:
          “Fico duas horas parado no trânsito mas não entro num ônibus”

        • 4lex5andro

          Fontes limpas de energia seriam: hidroelétrica, éolica e solar, sendo que a primeira não tem muito potencial no continente europeu.

          Mais fácil pra montadoras e governos do velho continente transferir suas plantas de produção de baterias/carros elétricos pra China e sudeste asiático, por exemplo.

          Estes sim terão de usar purificadores de ar por muito tempo.

          • RED FLAG

            Carro elétrico. Se todos os carros do Brasil fossem elétricos, teríamos que construir mais 20 usinas atômicas.
            Carro elétrico, carro elétrico blá blá. As pessoas esquecem que a produção de baterias e a recarga das mesmas também vão agredir o meio ambiente.

        • Hodney Fortuna

          Vc sabia que a produção e descarte das baterias de lithium consegue ser igual ou até mais poluentes que os automóveis a combustão, e que os veículos elétricos não tem a mesma durabilidade de um modelo a combustão? Pois é! Um carro com dez anos de uso é inviável repor as baterias por conta do alto custo. Em breve as sucatas vão triplicar e a poluição do solo e ar idem! Querem um ar limpo que possa conviver com a tecnologia? Voltemos a idade da pedra!

          • th!nk.t4nk

            Hodney, isso era verdade até alguns anos atrás. Atualmente a lei na UE é de que no mínimo 50% das baterias de carros elétricos precisam ser recicladas, mas algumas montadoras já passaram de 80%. Só pra lembrar: as baterias de lítio são 100% recicláveis. Em 10 anos não vai ter sucata por aí como anunciavam, e sim programas de reciclagem total, que já estão entrando em funcionamento (BMW, Mercedes, Volvo e outras já estao nesse caminho). E outra: a bateria quando sai do carro nem sequer vai diretamente pra reciclagem. Primeiro ela ainda tem bons anos de uso em acumuladores industriais. Isso já é comercializado em larga escala por diversas empresas, incluindo alguns grandes players do setor automotivo (como a Bosch). Eu sei que no Brasil ainda parece algo distante, mas em algum momento estas tecnologias irão chegar também.

            • 4lex5andro

              No Brasil, tudo que se refere a inovações, sempre é distante.

            • Hodney Fortuna

              th!nk.t4nk! Muito bom saber disso! Ainda bem que os elétricos já chegaram a esse nível em não tornar as baterias e os carros descartáveis.

    • Zé Mundico

      Desculpe, mas montadora não tem esse poder todo de impor nada. Quando muito ela interpreta tendências e procura oferecer um produto dentro daquela percepção de mercado.
      Claro que elas aproveitam o momento para definir estratégias e com isso aumentar seus lucros, pois afinal vivem disso. Então, se a tendência atual é de suvs, elas vão investir em suvs e orientar o consumo para suvs!
      É a lei do mercado e da vida, nada é eterno e tudo sempre pode ser modificado e adaptado dentro de novas necessidades e conveniências. Uma coisa vai puxando a outra.

      • Ricardo

        Na minha opinião isso é imposição sim! Na Europa isso não acontece pois é um povo mais culto dificilmente manipulável!

        • Zé Mundico

          Não se trata disso, apenas lá o poder aquisitivo é maior e existem mais opções. E os hábitos lá são outros e bem diferentes daqui.
          Existe uma grande diferença entre comprar o que quer e comprar o que precisa.

          • RED FLAG

            Resumindo, brasileiro é igual papagaio, gosta de imitar os outros.

          • Alexandre souza

            A galera esquece que na Europa, muitas das cidades tem ruas estreitas, por isso se vende mais hatchs e peruas, se tivesse ruas como nos EUA seria suv pra todo lado.

          • Ricardo

            Aqui compram o que não querem e não precisam.

    • Nicolas

      Na época do henry ford só existia um modelo e uma cor, desde então quem escolhe é o cliente, ninguém é obrigado a comprar. Porém é inviável manter em linha um carro que vende 100~200 unidades por mês, so vai sobrar o que é viável.

      • Ricardo

        O Golf é caro por que vende pouco ou vende pouco por que é caro? Eis a questão!

  • Guedes

    Segundo o blog da “valorização positiva de preços ” vw ainda não tem Golf 2019 fabricado. Só o GTI.

    Tudo indica que só fica o GTI como carro de imagem.

    • Rodrigo

      Ainda tenho esperanças que eles estejam segurando a produção para focar no lançamento do T-Cross e dos Polo e Virtus GTS. Acredito que mesmo diante das baixas vendas o Golf sobreviva por aqui até o lançamento da geração MK8 (que notoriamente será importada da Europa), ainda que eles só trabalhem sob encomenda. Seria um golpe muito forte aos fãs do modelo (que não são poucos, diga-se) simplesmente retirá-lo de linha. Eu mesmo, quando acabar a garantia do meu Golf não sei qual modelo escolher para substituí-lo.
      Não é soberba nem arrogância, mas no nível do Golf só mesmo os importados alemães (bem mais caros de comprar e de manter). Além de vc literalmente desenhar um alvo na testa para ladrão.

      • rafael

        O Golf não é perfeito, e tem aquele jeitão VW/alemão de ser que não agrada todo mundo. E tenho minhas dúvidas de ele ser tão bom quanto os Premiuns alemães. Porém, provavelmente ele é o melhor em sua categoria.
        O seu Golf é o brasileiro? Qual versão?

        • Guedes

          Eu tenho um Golf alemão. Já dirgir a tríade BMW, Audi e Mercedes e o Golf não fica devendo em nada pra eles. Só a Mercedes que tem um acabamento um pouco mais diferenciado, mas a qualidade do Golf é inquestionável.

          • Murilo Soares de O. Filho

            BMW, Audi e Mercedes já tem o nome consagrado no mercado, mas não quer dizer que são superiores em tudo, em uma coisa posso afirmar, são superiores no custo de manutenção…rs

            • RED FLAG

              Quem compra Audi, está comprando um carro da Volkswagen.

        • Rodrigo

          Nenhum carro é perfeito, mas ainda que eu quisesse um SUV compacto para substituir meu Golf não teria nenhum a altura (em porte e preço) em termos de:
          1. Acabamento
          2. Dirigibilidade e conforto
          3. Conteúdo de série
          4. Qualidade de construção

          Andei olhando as opções e os que mais se aproximam disso são Q3, que tem bons descontos, e Mini Countryman. Mas ambos custam uma fortuna pra manter e o Mini tem a desvantagem de não ser flexível. Sim o meu é nacional.

          • rafael

            Rodrigo, você cogitou o X1 (nada mais que um Série 1 SUV) e o GLA (o mesmo em relação ao Classe A)? Ou então uma XC40?

            • Rodrigo

              O XC40 básico me agrada mas acho que ele custa mais de R$150 mil, além do que, como disse ter todo o custo de pós-venda atrelado e o risco associado – andar de importado de luxo no BR te faz ser automaticamente um burguês na cabeça da malandragem.
              Lembrei de um outro que talvez atenderia – 3008.

              • rafael

                Esse 3008 parece ser bem interessante, e tem também o Chevrolet Equinox.

              • Miguel

                Cara, se eu pudesse nesse momento eu pegaria o 3008 sem nem pestanejar!
                Tô nem ligando pra resenhas sobre o carro, pra mim é um dos mais belos suvs vendidos aqui!

              • RED FLAG

                O Jeito é você comprar uma Rural ou Veraneio dois SUVs da decada de 70, a malandragem não vai ligar para você.

                • fschulz84

                  Atualmente, nem assim… Para a malandragem ficar de olho, basta existir.

                • Rodrigo

                  Aí é que vc se engana. Dependendo do estado de conservação esses carros mais antigos são bem visados. Os caras recebem até encomenda.

      • Zé Mundico

        Um bom substituto do Golf no mesmo nível é a Tiguan. Pessoalmente acho até mais confortável, já andei nos 2 e a diferença é visível.

        • rafael

          Mas a Tigual, pelo menos a Comfortline de 7 lugares e com aquelas malditas mesinhas escamoteáveis fixadas nos encostos dos bancos dianteiros, tem pouco espaço pra pernas na segunda fileira, e menos ainda na terceira.

        • Rodrigo

          Eu acredito que a Tiguan base já me atenderia, o problema é que ela é grande demais para as minhas necessidades.
          Talvez uma Golf Variant – caso também não seja descontinuada

          • Miguel

            Esse é justamente o problema do Tiguan, só tem versão 7 lugares!
            Pra mim também seria grande demais, não preciso desse espaço todo, mas só levaria a versão 350, as outras são muito sem graça!

            • th!nk.t4nk

              Um “segredo” pra vocês: o Tiguan normal (de 5 lugares, vendido em outros países) não só é mais curto, como tem suspensão melhor calibrada. Ele balança menos e ainda por cima é mais confortável. A versão de 7 lugares é só pra quem tem 3 filhos ou mais mesmo. Achei bizarro a VW oferecer somente essa versão no Brasil.

      • Guedes

        Então, Rodrigo, para amenizar o golpe, fica só o GTI, o carro de imagem para justificar a propaganda do POLO “mini golf”.

        Já tem até mote para o POLO GTS “mini Golf GTI”.

        Montadoras não são românticas. Não vende nada, elas tiram do portfolio.

        o GTI consegue segurar com sobras a aura e fama do GOLF no Brasil.

        • Rodrigo

          O GTI seria uma opção de não fosse um quesito: preço. A VW chutou o balde no preço desse modelo MK7. Por mais um pouco dá pra migrar pra segmentos bem mais prestigiados.

        • rafael

          Acho um tremendo tiro no pé esse slogan que a VW associou ao Polo: “Mas pode chamar de mini-Golf”. Primeiro, porque o Polo, mesmo tendo o DNA da marca, não é igual ao Golf, e este continua sendo bem melhor que aquele. Segundo, então pra que comprar um Golf, se existe o mesmo carro em embalagem menor, e ainda por cima mais barato? Se é assim, melhor então matar o Golf de uma vez. Não faz sentido essa publicidade tosca. É só para os idiotas saírem falando por aí “comprei um Polo, porque é a mesma coisa que o Golf, só que mais barato”. Acho que é esse mesmo tipo de gente que trabalha no Marketing do fabricante, só pode.

          • Guedes

            Sim sim, mas diante dessa aparente morte do Golf Comfortline e Highline, o marketing não foi tão burro assim, entende!?

            O Polo é um bom carro, só peca ( e muito) no acabamento interno. Se tivesse um acabamento melhor seria uma opção muito interessante, mas a VW fez uma lambança no interior do carro.

            • rafael

              Olha, eu entendo, mas não aceito. Matar um carro em detrimento de outro, acho um absurdo. Se o Golf fosse um carro ruim, eu até concordaria. Mas não é! Chega até a ser ofensivo à quem comprou o carro, gastou muitos Reais pra comprar ele.
              Quanto ao Polo, não me incomoda o acabamento dele. Não acho que foi lambança, não. Até porque ele é apenas um hatch compacto meio que anabolizado rsrsrs.
              Vou colar aqui um comentário sobre o que realmente incomoda no meu carro – e muito!
              Quanto ao Polo, o meu é um TSi comfortline, sem opcionais, Preto, modelo 18/19. Meus descontentamentos, segue em ordem os que mais me incomodam:
              1, câmbio, apresenta um pouco de tranco nas reduções, em especial da segunda marcha, as vezes chegas a ser bem forte o tranco. As vezes, ao subir marcha ele faz um pouco. A programação das trocas é ruim, porque hora pra subir, ele sobe muito as marchas, mas pra reduzir também. Reduz por qualquer coisinha, sem necessidade, e até três marchas de uma só vez. Aí, tem vezes que eu gostaria que ele reduzisse, e não reduz, mesmo pressionando mais o acelerador. As vezes ele também retém de mais a marcha, em especial a segundo. Acabo colocando no modo manual e fazendo a troca. O creeping dele é muito forte, e o controle de neutro só atrapalha as coisas. Quando em manobras, ele demora pra engatar o Drive ou a Ré, tipo dois segundos ou um pouco mais. Se o carro estiver num morro, o assistente de partida não freia o carro, e ele fica totalmente solto se eu tirar o pé do freio e acelerar, e quando a marcha finalmente entra, o carro da um pulo.
              2, o acelerador tem curso muito pequeno, e é muito sensível, o que acaba piorando o comportamento do câmbio.
              3, freio também com resposta meio muito sensível, e pra piorar, o pedal está mais baixo e mais próximo do banco, o que acaba obrigando a um maior movimento do pé e perna, e consequente cansaço destes. Sem noção essa posição do pedal.
              4, bancos meio estreitos, e poderiam apoias as costas, mas ainda assim melhores do que de Fiesta, Argo, 208.
              5, interior do carro esquenta muito, principalmente pelo calor que vem do para-brisas e do painel, este parecendo uma chapa de hamburgueria. Sei que o carros esquentam, mas alguns menos, e outros muitos, e o Polo Polo esquenta valendo. O ar condicionado é apenas mediano.
              6, direção de diâmetro de curva muito grande pra um carro compacto, e com resposta do centro algo lenta.
              7, suspensões um tanto duras no início do curso, e moles em grandes movimentos, além de ruidosas.
              8, apoios de braço das portas e o central são muito baixos, mesmo deixando o banco do motorista todo pra baixo, e eu tendo 1,84m de altura.
              9, fazem muita falta as alças de teto, inclusive pro motorista.
              10, o tampão é tão vagabundo, que ele fica balançando e tem as bordas beemmmm cortantes, nunca vi igual.
              11, como todo VW que se preze, o meu já tem seus grilos……
              Bem, acho que lembrei de tudo rsrsrs
              Ah, ia me esquecendo: 12, o consumo, totalmente longe daquilo que tanto falam. Tá gastando igual, ou até mais que meu antigo carro, um Gol g6 1,6 2014.

        • joaotarcisio

          também acho viável (embora não desejável para nós consumidores) essa estratégia da VW manter só o GTI como carro de imagem. Nos EUA, por exemplo, GTI já é hoje mesmo a versão mais vendida do Golf. Se não me engano com 40% do mix!

    • rafael

      Ah, aquele blog hahahhaha. Será que eles sabem os números da mega acumulada? hahahaha

      • El Gato!

        Qual é? Fiquei curioso.

    • Lucas de Lucca

      Sim, um vendedor da concessionária VW daqui me passou a mesma informação: não há produção de Golf disponível e nem previsão de quando terá. No monte o seu do site os preços também foram retirados. É o começo do fim provavelmente.

      • Guedes

        Boa, se não tem no site tbm já é um epitáfio!!!

      • Rodrigo

        Mas também não tem os preços para o GTİ. De repente pode ser só mais algum aumento de preços.

  • Hodney Fortuna

    É questão de tempo também, digo nos próximos 5 anos o Corolla mudar de segmento e passar a ser um SUV, nada de RAV4 e sim até mesmo usando uma base mais barata!

  • Lucas de Lucca

    Melhor negócio do mundo para as montadoras: vendem um compacto altinho barato de fazer pelo preço ou até mais caro que um médio que é mais caro de fazer e o mercado ainda aplaude. “Todo mundo ganha”.

    • O efeito mais “nefasto” que eu acho advindo dos SUV’s foi o fato de “empurrarem” o preço de outras categorias muito para cima.
      A mim foi muito nítido o avanço muito acima da inflação dos preços de veículos de categorias como as de sedãs e hatches médios e mesmo sedãs grandes. Se as montadoras conseguem vender os “SUV’s compactos” na faixa de preços estratosférica de hoje, não havia porque elevarem os produtos mais sofisticados para outro patamar de preços. Essa realidade acaba por auxiliar a “matar” categorias como as de hatches e sedãs médios.

      • Zé Mundico

        Rapaz, foi justamente isso que conversei com uns amigos recentemente. As montadoras se valeram dos suvs para praticar uma verdadeira “pedalada” nos preços das outras faixas, inflacionando o mercado e praticamente ‘isolando” sedãs e hatches do mercado. Juntando a isso o chamariz de “novidade” e todo o apelo mercadológico, foi uma verdadeira pedalada de gênio….rsrsrsrs

      • Lucas de Lucca

        Pois é, pois é…

      • Marcelo Ecosta

        Concordo plenamente!

    • RED FLAG

      Mais caro de fazer? Você já foi em uma linha de montagem de veículos moderna? O que mais tem ali é a falta de mão de obra humana, é praticamente tudo robotizado.
      Esse carro que você paga oitenta mil reais, pronto não passa de 30 mil reais. Peça só é cara para o consumidor final.
      Quanta você acha que a montadora paga por um pneu? com certeza 70% menos. Nós compramos 4 pneus para fazer a reposição, a montadora compra 300 mil pneus para aplicar na linha de montagem.

  • Dreidecker

    Não só os SUVs estão dominando o Brasil (como o mundo), mas o pior no Brasil é a perda de tecnologia em decorrência da crise: estamos perdendo o poucos veículos com motor com injeção direta (308, 408, Focus 2.0, Ecosport 2.0).

  • Murilo Soares de O. Filho

    MALEDITO SUVS, único Suv que teria se tivesse grana para rasgar seria um Grand Cherokee. Bonita, resistente, sem muita frescura e encara lama, sem um preço absurdo, comparando com outros importados, carro americano você encontra peça muito mais fácil que Europeu.

  • Bandit

    Para comprar novo todo mundo quer, mas e e depois ? Carro mais alto e pesado desgasta mais o conjunto de suspensão, pneus mais caros etc, acredito que depois de uns 5 anos, será que o mercado vai aceitar bem esses como semi novos ?

    • Tibúrcio

      Os SUV´s estão no mercado há bem mais de 5 anos,… E continuam sendo procurados.

  • CarloAndreiDiniz

    Imposição do mercado pelos altos preços e encargos e lucros abusivos e impostos em cima dos produtos empurrando a escolha final de compra em um produto com valor agregado muito superior ao que é ofertado e totalmente incoerente com a realidade brasileira, um absurdo uma carroça como hb 20 onix argo e companhia custar 70 mil reais e um golf ou um focus mais de 100 uma caminhonete toda de plástico como a Ecosport(ridículo). o Brasileiro está com a mentalidade do americano de 20 anos atrás, mas isso é só modinha logo, logo, o Brasileiro vai deixa de ver o carro como um ativo e vai se dar conta que é um passivo, cada vez mais a tendência de alugar um carro vai valer mais a pena do que comprar um, dependendo do uso é mais barato utilizar o uber todo dia do que comprar um carro.

  • Fabão Rocky

    De novo essa lorota? O problema é que os médios ficaram caros demais, atingindo um patamar de preço acima dos 80k. Como Suv sempre foi caro, aí o povo prefere comprar aquele modelo que dá mais status. Eu não abro mão do conforto e dirigibilidade de um bom sedan médio.

  • Joãozinho

    O pior é que é difícil não gostar de SUV ou caminhonete.
    Você senta lá em cima… Bem melhor.
    Acostuma fácil.

    • Diego G. de Lima

      Eu descobri o porquê desse povo de caminhonete ser tão cuzão no trânsito depois de alugar uma Oroch, realmente o altinho do carro dá uma sensação que nada pode te atingir. Kkkkkk

  • Bruno Briner

    Eu lendo estes comentários que (aqui) na Europa existe equilíbrio, sensatez e etc. não condiz com o que vejo. (Aqui) na Europa o que mais vejo como carros novos são tipo SUV como Tiguan, Q3, Q5, XTrail, X1, X2, X3, 5008, GLC e etc. Mesmo em propagandas na TV só aparece basicamente SUV. A tendência em SUV’s é mundial.

    • th!nk.t4nk

      É, o povo exagera. SUV é tendência no mundo todo. O que é fato, é apenas que a Europa é o lugar onde os SUVs ainda não dominaram o mercado (mais de 50% das vendas continuam sendo hatches, peruas e sedãs, por enquanto). Agora, a razão de ter tanta propaganda de SUV por aí é por conta do que falei acima: SUV tem margem de lucro bem maior. A Daimler nao é tola, eles querem vender o máximo de trambolhos pra maximizar lucros. A mesma coisa acontece no mundo todo.

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