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Mercedes-Benz Classe A 2018 deve chegar até com eixo de torção

mercedes-benz-classe-a-2019-interior-2 Mercedes-Benz Classe A 2018 deve chegar até com eixo de torção

Com estreia programada para Genebra, o Mercedes-Benz Classe A 2018 em sua quarta geração terá mudanças importantes em sua composição estrutural e mecânica, bem como em estilo e conteúdo. O modelo de entrada da Daimler terá dois conjuntos de suspensão, segundo a revista Autocar. O motivo é corrigir críticas relacionadas com a dirigibilidade da atual geração do luxuoso alemão.



Jochen Eck, chefe da divisão de modelos MFA da Mercedes-Benz, disse que o Mercedes-Benz Classe A 2018 terá dois sistemas de suspensão traseira, sendo que o dianteiro permanece McPherson. Para quem espera pelo multilink, sim, ele permanece no hatch premium. Porém, nas versões mais baratas, a Daimler vai utilizar um eixo de torção, que foi desenvolvido recentemente pela empresa.

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O novo conjunto significará redução de custo de produção e colocará o Mercedes-Benz Classe A 2018 no mesmo patamar de suspensão traseira do nosso conhecido Audi A3 Sedan nacional. Não por acaso, a marca de luxo alemã terá também um sedã derivado do novo produto para bater de frente com o equivalente dos quatro anéis.

E de onde sairá a melhoria em dirigibilidade? Obviamente não de um conjunto de eixo de torção, mas do sistema multilink, que foi atualizado. Agora ele é composto por cinco braços em cada roda. “Sabíamos que tínhamos que melhorar a condução. Toda a classe mudou desde que lançamos o modelo antigo. Nós passamos muito tempo ajustando as buscas e as propriedades cinemáticas de ambos os sistemas para obter o resultado que procuramos. A rigidez torsional adicionada da estrutura do corpo ajuda muito também “, afirmou Jochen Eck.

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O engenheiro alemão se refere também às mudanças estruturais na plataforma e carroceria do Mercedes-Benz Classe A 2018 , que será muito mais rígido e silencioso que o atual, bem como absorverá melhor as vibrações de modo geral. Eck revelou também que o sistema de direção eletro-mecânica continua com duas opções, sendo uma fixa e outra variável para modelos de performance.

A Mercedes-Benz promete melhor handling com um conjunto mais acertado, que terá ainda o reforço de uma carroceria com área envidraçada atualizada, permitindo mais visibilidade com janelas maiores e colunas mais finas. A mudança também atende reclamações nesse sentido da atual geração. O Mercedes-Benz Classe A 2018  terá entre-eixos 30 mm maior, passando a dispor de 2,73 m ante os atuais 2,70 m.

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Em estilo, faróis triangulares de LED marcarão o Mercedes-Benz Classe A 2018 em seu design exterior. Por dentro, a referência será a Classe S com dois displays digitais de 10,3 polegadas para instrumentação e multimídia, já divulgados oficialmente. O hatch será um pouco mais comprido, largo e alto que o atual, mas o esportivo A45 terá suspensão 15 mm mais baixa. Na mecânica, uma das novidades será o motor 1.3 Turbo feito em parceria com a Renault-Nissan. Produção no Brasil? Quem sabe. Por ora, a empresa apenas diz que sem incentivos fiscais não dá para tocar a operação em Iracemápolis-SP.

Mercedes-Benz Classe A 2018 – Galeria de fotos

[Fonte: Autocar]

 

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  • Eduardo Brito

    Esses Hatchs preminum estão sendo capados e perdendo os seus diferencias para seus concorrentes.

    • PEDAORM

      Acabam oferecendo opções para quem quer (lê-se pode) gastar mais ou gastar menos. O próprio A3 sedan tem a versão Ambition mais refinada em mecânica e equipável de tudo possível.

      • th!nk.t4nk

        No Brasil as pessoas nao entendem que carros como Classe A, Audi A3 e BMW Série 1 são modelos que possuem versoes acessíveis, capadas, e também versoes caras e sofisticadas. Ora, até poucos anos o Série 1 vinha vidros traseiros na manivela. Quem quisesse algo mais caro/completo pegava os pacotes. O próprio Classe A vinha com rodas de ferro e calotas. No A3 o ar-condicionado era opcional. Ou seja, sempre foi assim, eles nao foram “capados” agora. O ponto é que na Europa tem mercado pra tudo, enquanto no Brasil só trazem as versoes mais completas porque o povo associa exageradamente essas marcas com luxo.

    • Edson Fernandes

      Na verdade faz tempo que isso tem acontecido.

      Isso começou acontecer depois que a Audi deixou de ofertar até então, o A3 2.0 turbo de 200cv. Lançaram as versões 1.4 TFSI e 1.8 TFSI. Ok que para o sedan veio o 2.0 TSI de mesma geração do Golf GTI, mas veio menos completo que o pacote premium do golf GTI.

      E continua assim.

      Mas isso eu quis citar o A3, mas diversos outros perderam muito e custam bem mais caro. O 118i teve uma perda enorme de itens de série e até mesmo de opcionais… o 116i então… nem comento. Ok que depois a estrategia foi ter mais motorização (120i), mas ainda continua bem menos completo que os proprios rivais no qual disputa. Isso citando ele além do Audi.

      Na classe de médios dos modelos de marca sofisticada, foi até pior, TODOS sem excessão perderam muitos itens de série.

      E quando alguem comenta da possibilidade de adquirir um produto generalista que se encontra num nivel bom de tecnologia, muita gente torce o nariz, porém é uma realidade. Não adianta só esmero no acabamento (que particularmente acho que um Golf não perde nada para um Audi ou BMW de mesmo perfil) mas precisa ter conteudo para se dignificar a dizer ser um carro premium. Nem por opcionais eles conseguem ser tão completos.

      O mais bizarro éque quase sempre itens de série “banais” como um sensor de estacionamento traseiro é agregado de uma versão mais equipada e a de entrada quase sempre muito mal equipada e espartana para o preço.

    • Uranium

      Resumiu o que eu penso. Pra que eu vou querer ter um Classe A com eixo de torção comum se posso pagar metade do valor e andar de Focus com multilink? Se é pra pagar caro já pulo direto para a Classe C logo, com tração traseira e tudo (pelo menos por enquanto né…).

      • Antonio

        De premium um Classe A só tem a marca? Oi? Mesmo na geração atual você compara o interior do classe A com o de um Golf e é nítida a diferença. Falo isso porque já estive em ambos. Agora, se for comparar com essa nova geração que vai estrear, a diferença já se torna brutal. O interior do novo classe A é basicamente do classe S. De qualquer forma, vejo com pesar a possível adoção do eixo de torção. Quando a Audi fez isso aqui no Brasil foi triste mas era algo um tanto quanto esperado, já que sabemos como as marcas gostam de montar em cima de nós aqui… agora, adotar essa posição no exterior? Fiquei surpreso.

        • Uranium

          Classe A básico, não o carro como um todo, eu deixei isso bem claro.

          • Antonio

            O classe A “normal” que andava pelas ruas do Brasil era o A200, e eu considero ele superior que o Golf sim em questão de acabamento e design (interno e externo). Já estive dentro dos dois. Sempre achei correto a estratégia dessas marcas na Europa de ter diversas opções de motor, afinal não é todo mundo que tem interesse em um motor poderoso. E isso não é só na Europa: no Brasil o C180 sempre foi muito mais popular que o C200, por ex. Assim como lá você também vai poder escolher um Golf com um motor fraco, por ex.

            • Uranium

              É o que estou dizendo, a vantagem de um Classe A ou similares está se tornando exclusivamente design e acabamento, pois mecânica e equipamentos estão cada vez mais iguais aos hatches médios comuns, que custam muito mais barato. Ainda mais agora que estão inventando de colocar eixo de torção no Classe A para cortar custos, ou o novo série 1 que virá com tração dianteira. Não vejo diferencial nenhum nesses carros em específico para serem chamados de premium e custarem 50% a mais que um Golf ou Focus em igualdade de equipamentos.

              • th!nk.t4nk

                Desculpa Uranium, mas aí te falta conhecimento de engenharia e de mecânica pra sacar as diferenças, que são centenas entre um Focus e um Classe A, por exemplo. O que faz um carro “premium” é muito mais o que você nao vê, na verdade, mas que afeta totalmente tua experiência com ele após passar meses/anos com o carro. E nao digo isso apenas como engenheiro automotivo trabalhando no setor na Alemanha, mas pela minha própria percepçao pessoal já tendo passado por inúmeros carros de diversas as categorias (exceto pickups e vans, que nao me interessam).

  • Filipo

    Falaram tanto do Golf, por ter perdido a suspensão traseira independente no Brasil (na Europa, ela continua nas versões com potência a partir de 140 cv). Agora a Mercedes-Benz, vai fazer o mesmo com a nova geração do seu hatch médio. Será mesmo que a VW errou?
    Penso que mais de 60% das pessoas não conseguem perceber o benefício da suspensão traseira independente. Não, eu não sou contra este tipo de suspensão, pelo contrário, sou totalmente a favor e gosto. Mas acontece que a maior parte das pessoas não têm o “feeling”, apenas querem um bom carro e não exploram todo o potencial de um sistema desses. Além disso, a maior parte das pessoas acaba utilizando o veículo apenas na cidade, o que, com as baixas velocidades, faz com que um sistema de suspensão com as 4 rodas independentes seja subutilizado e tenha pouca diferença, na prática para um sistema convencional, com apenas 2 rodas independentes e as outras semi-independentes, por eixo de torsão. E isso ainda contribui para diminuir o preço final do produto (não acredito que tenha ocorrido isso com o Golf) e não requer alinhamento das rodas.
    Falei do Golf, mas a mesma coisa aconteceu com o A3 sedan. Ou seja: Golf, A3 sedan e agora Classe A. Qual será o próximo?

    • Audi a5

      As montadoras perceberam que o que vende mesmo nessas classes premium de entrada é um bom infotayment – cmm e tal – preferindo colocar uma big tela e painel de couro do que um chassi e suspa mais refinados.

    • José Barbosa

      Na verdade, é raro você utilizar uma multilink para valer numa condição em que ela seja muito melhor: em estrada, preferencialmente sinuosa e/ou em más condições, e com o carro levíssimo.

      • th!nk.t4nk

        Boa parte dos compradores de Classe A só rodam com o carro na cidade. É mãe que vai fazer compras, buscar o filho na escola, e só quer um carro confiável e confortável, sem gastar demais. É nessas pessoas que a Daimler mira. Pra quem precisa de mais, tem outras versoes. Nao entendo o debate todo que o povo levanta toda vez que alguma marca premium lança um modelo mais acessível. Nao é pra ser luxo nesse caso, é pra ser um carro robusto e bem-feito. É isso que as pessoas associam com carro premium aqui na Alemanha, algo totalmente diferente da visao que o povo tem no Brasil.

    • Jok Jok

      Olha….. Pra mim, que utiliza o veiculo na maioria das vezes apenas com velocidade dentro da lei, acho que não utilizaria todo o potencial da suspensão. De fosse calcular: 0,01 por cento e olha lá… Se for pra pagar BEm mais barato. Prefiro eixo de torção .
      Obs Ja tive focus, e a suspensão era mais frágil, pois foi o único carro que tive que consertar uma suspensão traseira. Não tiro os méritos de uma multi link mas se for pra pagar muito mais e ter uma suspensão mais frágil que o eixo de torção, prefiro o eixo….

      • Filipo

        Principalmente aqui no Brasil, onde as condições precárias das vias castigam muito a suspensão multi-link. O velho mas bom eixo de torção é o ideal para as condições do país, pois é bem robusto.

        • Jok Jok

          Acredito que o ideal seria oferecer os dois tipos, ou então aqueles que querem e conseguem “sentir” todo o poder de uma suspensão multi link, que comprem um carro com esta configuração.

      • Edson Fernandes

        Eu já acho que a suspensão mais possante possa te dar mais conforto de rodagem e para quem gosta, mais estabilidade.

        eu tenho um Fluence com eixo de torção e te digo: Como eu tinha um Xsara que tinha buchas para aumentar o limite de aderencia, te digo que quando vejo e ando com um Focus, penso que ele seria uma evolução menos custosa e menos diferenciada no mercado.

        Porém com o eixo de torção, te digo que é comum o carro inteiro sentir o impacto em uma das rodas e até mesmo o carro jogar para o lado devido a isso. (o eixo de torção transfere para o carro todo o impacto gerado ao contrário do multilink que individualiza e faz ter melhor controle)

        Eu sei o que eu comprei, mas te digo que apesar de mais caro, eu prefiro uma multilink bem acertada como é do focus. Agora do Classe A citado, ela é uma PEDRA. É o tipo de ajuste que privilegia a esportividade num carro que não precisaria desse ajuste. Poderia ter o melhor dos mundos (já que afinal o ajuste é muito mais flexivel no multilink). Enfim, só dando uma visão que vc deve ter tido no seu carro.

        • Jok Jok

          Uns anos pra cá comprei a tomar cafés especiais gourmet. Nossa sentia a diferença na hora… Comecei a gostar tanto que comprava cafés cada vez mais caros. Pelo entusiasmo foram moedores e cafeteiras com pressão especial para expressos especiais. E me esforçava para definir o blend de cada cafe ….Hoje passou o entusiasmo. E voltei ao café comum , mas bem feito.

          A presença de vários tipos de veículos nos dá um poder de escolha. E Quem ótimo pra ti que consiga sentir tudo isso numa suspensão. Para o meu caso, felizmente, não consigo definir qual tipo de suspensão se fosse possível um teste cego. E o meu bolso agrdece….

          • Edson Fernandes

            Sim, mas não estou te reduzindo. Quis te colocar um exemplo.

            Pois como eu conheço bem o Focus e já rodei com ele, sei que é um carro bem acertado e que não transmite vibrações e reações aos ocupantes como é no meu Fluence, ainda que eu considere uma suspensão de eixo de torção muito bem calibrada. O do Fluence é bem neutro: Se vc entrar forte em uma curva em que o carro poderia perder a direção ele atua neutro: se arrasta para o lado inteiro, sem perder dianteira ou traseira.

            MAs o meu tem ESP tbm, então se fizer uma conversão realmente errada (como acabei fazendo sem querer mas fiz) ele te ajusta e você faz a curva. Obviamente foi erro meu porque não esperava uma curva tão fechada quanto poderia supor mas o ESP corrigiu minha trajetoria e eu sai dela sem susto algum.

            Mas o comportamento do carro é bem previsivel numa possivel perda de trajeto.

            • Jok Jok

              Em momento nenhum me senti reduzido por estar utilizando e gostando de um carro com eixo de torçao. Acho que não entendeu minha mensagem: cada um tem suas necessidades e cada um tem suas prioridades. A minha é do café comum bem feita.
              Ex: acompanho tb um site de compras. Precisa ver o que a galera fala quando postam uma bicicleta barata, mesmo que seja pra ir até a padaria da esquina apenas, da câncer, vai te matar pq o quadro quebra ao passar por uma lombada e aí por diante. ..
              Reconheço e agradeço suas dicas de segurança e sensações de conforto. Comondisse já tive um focus. Mas pra mim se for bem mais barato um carro com eixo de torção não penso duas vezes em escolhe-lo . por mais que um dia,quem sabe subjulgue uma curva e passe por uma situação de perigo.

              • Edson Fernandes

                Ah sim… na verdade eu acabo caindo na mesma situação que a sua…rs

                Eu sou extremamente funcional e não me imagino por exemplo, tendo carros que são duros para conviver no uso urbano com eles.

                E entendo perfeitamente sua situação. Tanto que cogito no futuro um segundo carro mais simples justamente por essas premissas que me atendem perfeitamente.

                Sobre bicicleta… eu ando com uma Caloi 21 marchas que olhando, tem amortecedor no quadro e no garfo dianteiro… se soubessem que eu paguei 400 reais nela…rs

                Mas é de aço carbono… mas eu gosto mto do conforto dela. Anda bem, não é cansativa (e olha que minha esposa tem uma Aluminum da Caloi), é mais pesada sim, mas o conforto que eu precisava ela me atende.

      • Leo

        Nossa, acho a suspensão do Focus um primor sob qualquer condição. Andando rápido, andando lento, na cidade, na estrada, sob chuva, em pavimento bom e ruim…Consigo perceber claramente a diferença para o eixo de torção em qualquer condição, inclusive no equilíbrio perfeito entre estabilidade e conforto, impossível de se obter com o sistema mais simples.

    • Duh

      Lá sempre tem versões mais baratas, estas não são consideradas carros premiuns, aqui é diferente capam e mantém o valor da versão completa, continuam vendendo como se fosse um carro premium. Sim a Volks errou, assim como a Audi com o A3, que era para vender bem mais com o tanto de esforço.

      • Antonio

        De fato no exterior tem versões mais baratas de TODOS os veículos, sejam eles de marcas de luxo ou não. Agora, BMW, Mercedes e Audi são consideradas marcas de luxo no mundo inteiro. Essa história de que na Europa eles não consideram é uma falácia. A diferença é que lá, devido ao maior poder aquisitivo da classe média (além de um número maior de pessoas fazer parte dessa classe), mais pessoas tem carros dessas marcas.

        • Duh

          Não disse que a mara deixa de ser considerada premium mas sim que essas versões capadas, de entrada, não são.

          • Antonio

            Claro que são meu caro. Se o modelo é um BMW, ele será um modelo de luxo. É o mesmo que você comprar uma camiseta da Gucci: pode ser uma camiseta, mas ela continuará sendo Gucci. Você pode dizer que eles são pelados, mas isso não vai diferenciar o padrão de qualidade de construção, o acabamento e assim vai. Já tive um Volkswagen Golf e uma BMW 120i e eu te garanto: é diferente sim.

    • Thales Sobral

      A BMW já acenou com tração dianteira há algum tempo, então acho que é só convergência tecnológica sendo aplicada ao gosto do consumidor.

      • José Santos

        Uma pesquisa feita (há alguns anos atrás) pela BMW constatou que a grande maioria dos seus Clientes pensavam que a Série 1 tinha tração dianteira. Então ela pensou: “Por que fabricar uma 116i/118i/120i com tração traseira, se o Cliente não dá valor para isto???”. BMW Série 1 e Mercedes-Benz Classe A são carros destinados à classe média na Alemanha e EUA.

    • Alvarenga

      Bom, depois que a BMW trocou uma plataforma muito vendavel, de tração traseira para tração dianteira, nada mais me surpreende.

    • Rodrigo

      Sem contar que a suspensão multilink encarece o custo de propriedade do veículo no sentido que necessita ser periodicamente alinhada, na mesma forma que o conjunto dianteiro. No eixo de torção isso não é necessário – a menos que o carro tenha sofrido colisão a ponto de afetar esse componente.
      Não que isso represente um absurdo (ainda mais em veículos médios ou premium) mas pode ser outro fator de escolha.

    • Louis

      O próximo a perder o multilink deve ser o Jetta.

    • Antonio

      Eu respeito a sua opinião mas para mim, não é porque outra marca está adotando o mesmo posicionamento, que significa que isso está certo. Um carro de uma marca de luxo tem que possuir uma qualidade mecânica de luxo e, portanto, tem que apresentar uma estabilidade impecável. Isso está incluso no preço que é pago. Seria o mesmo que você pagar caro por um drink que é ruim, mas foi feito em um bar de luxo.

      • Filipo

        Entendo seu pensamento, e não está errado. Penso que se pagamos mais caro, devemos ter o melhor, ou se compramos marca premium, temos de ter um produto premium.
        Acontece, que atualmente (já há algum tempo) temos os veículos mais acessíveis das marcas premium. E eles ao menos na teoria têm de ter não só um preço mais acessível mas um custo menor de manutenção, para que os consumidores de marca generalistas possam migrar para uma premium. Ainda mais se falarmos dos países subdesenvolvidos e suas vias precárias.
        A suspensão por eixo de torção não é ruim, e não é instável em baixa ou médias velocidades. A questão principal é o preço. Tiraram a suspensão traseira independente? Diminuam proporcionalmente o custo do veículo. Ai sim seria justificável. No entanto, vemos que as versões esportivas dos mesmos vêm com suspensão independente nas quatro rodas, como é o caso do GTi e A3 sedan Ambition.

        • Antonio

          Não acho que as marcas se preocupem com a questão da manutenção. Não é a toa que mesmo elas nacionalizando a produção de carros como o BMW Série 1 ou X1, os preços de revisão e reparo não diminuíram. Adotar o eixo de torção vai diminuir o custo de produção mas não vai diminuir o valor do carro, apenas aumentar a taxa de lucro. Qualquer um sabe que uma marca de luxo dificilmente vai diminuir o valor dos seus produtos, até porque isso seria contra a natureza de uma marca de luxo: vale lembrar que mesmo elas apostando em novas categorias, nunca um Mercedes custou a mesma coisa que um Chevrolet da sua mesma categoria. É a idéia do valor agregado de luxo: as pessoas esperam que um produto de luxo seja mais caro, afinal ele tem que ser mais exclusivo e, a partir do momento que elas estão pagando mais caro, elas acreditam que ele possui maior qualidade. Isso não vale só para carros como para bebidas alcoólicas, moda… (afinal por que uma mulher aceita pagar o valor de um carro em uma Chanel?)
          E sinceramente: eu duvido que a Mercedes esteja ligando para o Brasil quando decidiu adotar o eixo de torção: primeiro porque somos um mercado pequeno perto de outros quando se refere à carros de alto padrão e segundo porque o segmento de hatches médios em específico não vende quase nada aqui. Não é a toa que a BMW decidiu abandonar a venda do 120i (não só a produção, como também cortaram a importação) e a Mercedes só oferece o A200 em versão única. Achei interessante o seu pensamento, mas eu vejo isso como ingenuidade. Feliz ano novo!

  • Razzo

    Primeiro foi a tração dianteira, agora o eixo de torção traseiro: É a Mercedes DAS AUTO DER LEUTE, carro do povo !

  • Vitor C

    Corte de custo em modelo Premium? Isso para mim não faz sentido, uma vez que esses modelos são os que não devem contar com esse tipo de solução e muito menos simplificações desnecessárias.

    • Thales Sobral

      Pelo que entendi, não é exatamente um corte de custos. Vai continuar tendo as versões que tem as sofisticações, mas a Mercedes vai lançar versões mais simples (e mais baratas), pra ampliar o leque e vender mais (porque ela não faz carro pra ficar em vitrine). Mais do que certo.

      • Vitor C

        Se ela quer fazer carro barato que lance uma submarca então, isso é corte de custos sim não tem outro motivo. Agora até onde eu sei uma marca Premium vende carro Premium, coisa que uma classe A básica está longe de ser.

        • Thales Sobral

          Criar submarca (que não vai ter nome no mercado) pra lançar 1 carro?

          • Vitor C

            A smart tá aí pra isso.

            • Thales Sobral

              E vende bem pra caramba rsssssssssssss

              • Edson Fernandes

                Mas sendo bem justo… ela tem um subcarro.

                Bastaria criar uma familia como algo que acontece com a Mini. É um espaço ainda pequeno que pode crescer. Assim a BMW não se obriga a criar nichos para ela sendo que tem outra marca fazendo isso.

                • Thales Sobral

                  A BMW comprou a mini, é diferente. E até hoje a Mini só faz Mini.
                  A Mercedes iria lançar o “Smart ForRich”, que seria um A200 simplificado… er….

        • José Santos

          O Classe A é carro de classe média na Alemanha e EUA. Qualquer assalariado consegue comprar um.

          • Antonio

            Pelo seu comentário dá para perceber que você é outro daqueles que fala: ai, porque lá na Europa e nos EUA qualquer um tem um Mercedes/BMW/Audi. Vamos lá então: primeiro que nos Estados Unidos nem se vende classe A, mas considerando que fosse um GLA (que é um pouco mais caro): custa a partir de 33.000 dólares, segundo o site oficial da Mercedes. Se você multiplicar o salário mínimo por 34,5 horas semanais, a média dos EUA, dá 1.256 dólares por mês. Divida um pelo outro e vai descobrir que para um cara desses comprar uma GLA ele teria que passar 26 meses trabalhando sem gastar 1 real em algo que fosse além da parcela do carro (isso sem contar juros e correção monetária, claro). Então eu te pergunto: qualquer assalariado consegue comprar um? Vamos parar de acreditar nesse conto da carochinha né?

    • No_Name

      O mundo está passando por uma fase de desinteresse por carros, os apreciadores e entusiastas estão a desaparecer e dando lugar a meros consumidores de meio de transporte. Nisso as fabricantes aproveitam o gancho e fazem cortes onde “ninguém vê ou se importa mesmo” (no pensamento das fabricantes). E hoje é Mercedes, BMW e amanhã a tropa dos cortes de custos chega também na Bentley, Rolls Royce, Ferrari, Lamborghini etc, pois é sempre assim, uma fabricante segue a outra.

  • Marcus Vinicius

    Apenas acho que o próprio Estado de São Paulo ou as prefeituras da cidades poderiam dar incentivos fiscais para as montadoras instaladas na suas regiões a MB montadora de carros luxo poderia ser mais paciente sabendo que no ano que vem têm eleições em todo Brasil o ROTA 2030 poderia ser melhorado no próximo governo, a montadora de luxo dando esse tipo de declaração poderia até perder terreno para rival de quatro argolas que não vêm dando esse tipo de declaração !

    • José Santos

      Difícil a Mercedes perder terreno para a Audi. O seguro e as revisões da Audi são muito mais caros do que da Mercedes-Benz. Sem contar que um Mercedes é bem melhor do que um Audi.

      • Antonio

        Em compensação as peças da Mercedes são muito mais caras que da Audi. E você achar isso é uma opinião sua né, porque inclusive no top 10 desse site sobre carros premium a Audi ganhou de lavada da Mercedes e o Audi A5 foi eleito pela Auto Esporte o carro premium do ano. No ano passado quem ganhou foi o A4. Isso sem falar nas premiações internacionais. Essa idéia de a Audi ser inferior que a Mercedes ou BMW é um mito total.

  • Alvarenga

    Eixo de torção é um retrocesso. Quando até marcas “premium”partem pra isto, significa que a coisa esta feia !

  • No_Name

    Qual o diferencial de uma MB, BMW dos dias atuais nesses carros de entrada para uma fabricante generalista como VW, Ford etc? Estão perdendo o sentido de existir. Se querem se nivelar por baixo, que baixem os preços ao menos!

    • Rodrigo

      Detalhes de refinamento construtivo, melhor qualidade de materiais, maior status, chama mais a atenção, revisões mais caras com atendimento melhor, e por aí vai…

      • No_Name

        No passado já foram muito mais distantes em “detalhes de refinamento construtivo, melhor qualidade de materiais” se comparado as fabricantes comuns. Hoje um Golf, Focus, Passat, Fusion perde muito pouco nesses aspectos para um MB A, B, C e as BMW 1, 2 e 3.

        • Rodrigo

          Talvez porque o Classe A seja o modelo de entrada da linha MB. Na Europa isso já é bem comum há algum tempo. Mas no provinciano Brasil essas marcas gozam de prestígio e status como em poucos lugares. Tanto que é quase uma heresia para alguns serem comparados a marcas generalistas como vc citou.

        • 82_BD

          Concordo! Inclusive na minha opinião, um Fusion é muito mais carro (refinamento, segurança, tecnologia embarcada, etc) que uma 320i. Só perde na questão status social.

  • DrG

    Até tu MB…

  • Rodrigo

    Não curti esse painel composto (cluster + CMM) . Talvez seja questão de costume, mas achei over demais.

    • Mr. Pereba

      também achei feio… além disso, não curti esses comandos no volante e os comandos do ar condicionado, alem desse led azul beirando o xunning…. tao falando que foi inspirado no classe S como se isso fosse deixar tudo mais bonito, porém no classe S a integração das duas telas está bem mais harmonica (talvez pela moldura), e os comandos do volante que são semelhantes destoam ainda mais no interior dela, especialmente nas versões que contem madeira no conjunto….
      Enquanto Audi e BMW evoluiram bastante no design interior da ultima leva de produtos, na minha opiniao a MB involuiu, escolhendo algumas solucoes bem questionaveis e materiais conflitantes. Lembrando que estou me referindo apenas ao design, sem analisar a qualidade e o encaixe dos materiais empregados…

      • Rodrigo

        O volante tá estranho mesmo com esses botões prateados. Lembra o volante Surf usado em alguns VW de outrora.

  • Leo

    Por que uma suspensão multilink é tão mais cara que uma “eixo de torção”?

    • No_Name

      Não é tão mais cara. São economias idiotas que as fabricantes fazem, uns US$ 20 a 30 a menos no custo da peça já é o suficiente para trocarem um equipamento pelo outro.

      • José Santos

        Imagine 50 economias idiotas de US$ 30. Isto resultaria numa economia idiota de US 1.500,00 por carro. Digamos que sejam produzidos 100.000 Classe A por ano. Daria US$ 150 milhões. A vida de um modelo da Mercedes-Benz é de geralmente 7 anos. Ou seja, no seu tempo de vida a fabricante economizaria U$ 1,05 bilhão, que equivale a economia de R$ 3,465 bilhões em 7 anos. Realmente é uma economia idiota!!!

        • No_Name

          Sei disso, mas para os clientes é sim uma economia estúpida. Por causa de US$ 30 podem perder uma venda… Pensou se as vendas do Classe A caíssem pela metade (é uma hipótese, isso não vai acontecer, até porque haverá outras versões com a multilink) caso os clientes deixassem de comprá-lo por fazerem questão de uma suspensão traseira mais sofisticada? O estrago financeiro por causa dos US$ 30 que quiseram economizar seria imenso.

          • José Santos

            E você acha que alguma empresa (de qualquer segmento) está interessada no Cliente. Empresas estão interessadas apenas em dinheiro. A economia não é de U$ 30. A economia é de BILHÕES de Dólares. Sem contar que não é só a Mercedes que faz economias. A BMW já acenou que abandonará a tração traseira na Série 1 e utilizará a tração dianteira na sua próxima geração.

            • No_Name

              Você leu bem minha resposta anterior? Essa “economia de bilhões” pode muito bem se transformar em prejuízo de bilhões.

              • José Santos

                Você leu bem minha resposta anterior? Empresas estão interessadas apenas em dinheiro.

              • José Santos

                Mercedes Classe A e BMW Série 1 são carros para a classe média na Alemanha e Estados Unidos.

  • Emilio

    Pode ser sofisticado, ter bom acabamento e tudo mais mas se confirmado, esse painel será horrivel!

  • Hodney Fortuna

    Esses carros atuais com essa eletrônica exagerada embarcada deve ser bom até os 7 anos (na melhor das hipóteses)! Passando esse tempo os problemas serão para lá de cabeludos ajudando a desvalorizar ainda mais e a baixa procura motivar os proprietários a sucateá-los!

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