Conversíveis História Mercedes Benz

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)
Mercedes-Benz SLK

O Mercedes-Benz SLK é um dos modelos lançados em meados da metade da década de 90, quando os consumidores endinheirados passaram a demonstrar certo interesse por carros mais arrojados, como os roadsters.

O modelo foi apresentado no Salão de Turim, em abril de 1996, e durou até 2015 com três gerações.


Logo em sua primeira geração, o Mercedes SLK conquistou o coração do público. O modelo se resumia em um conversível dotado de uma inovadora capota retrátil de metal.

Além disso, o alemão contava com visual esportivo, interior refinado e um preço relativamente acessível considerando o padrão da categoria.

De acordo com a marca alemã, o SLK “estabeleceu novos padrões em tecnologia e engenharia”. Ele se tornou o queridinho das mulheres, que tinham certa afinidade com o visual diferenciado do modelo, além da segurança e do conforto (com isolamento acústico aprimorado) proporcionados pela capota rígida.


Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Esta primeira geração do Mercedes-Benz SLK teve mais de 311 mil unidades emplacadas entre 1996 e 2004. Ele ganhou ainda uma segunda geração em 2004 e uma terceira geração em 2011, que foi vendida até 2015. Nesses quase 20 anos de mercado, o roadster premium alemão registrou 670 mil carros vendidos.

Em 2016, o SLK foi substituído pelo SLC, que na realidade é uma nova versão do modelo anterior. Ele ganhou um novo nome para fazer referencia ao Classe C, carro com qual o roadster compartilha a plataforma e outros componentes. O Mercedes-Benz SLC durou só três anos e foi descontinuado no início de 2019.

Confira abaixo a história das três gerações do SLK e também a trajetória do Mercedes no Brasil:

Mercedes-Benz SLK – 1ª geração (1996 a 2004)

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Antes de apresentar a versão de produção do SLK, a Mercedes-Benz deu uma prévia com o conceito do carro, mostrado durante o Salão de Turim em 1994.

Ele antecipou bem o que a marca alemã estava preparando e que iria lançar dois anos depois: um carro de dimensões mais compactas, com um teto rígido que poderia ser recolhido e guardado no porta-malas eletricamente. A Mercedes apresentou outro conceito do carro no mesmo ano.

Dois anos depois, também no Salão de Turim, a marca apresentou a versão de produção de roadster. O então novo Mercedes-Benz SLK (que atende também pelo código “R170”) foi visto como uma reinterpretação moderna do Mercedes-Benz 190 SL, um conversível de duas portas fabricado pela marca alemã entre os anos de 1955 e 1963.

A sigla “SLK” representa os termos Sportlich (esportivo), Leicht (leve) e Kurz (curto) em alemão.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Ele chegou para brigar diretamente com outros modelos premium alemães, como o BMW Z3 e o Porsche Boxster.

Porém, diferente desses outros dois, o Mercedes-Benz SLK tinha a já citada capota rígida dobrável, batizada pela marca de “Vario”.

No visual, o SLK não era um carro assumidamente agressivo. Suas linhas eram um tanto quanto pacatas, sem formas tão agressivas com as dos rivais – por essas e outras, seduziu mais o público feminino do que o masculino.

Já o interior contava com um acabamento dentro do padrão da marca e recursos como bancos dianteiros aquecidos.

O porta-malas do carro tem capacidade para 348 litros, mais cai para 145 litros com a capota “acolhida” no compartimento.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

O SLK de primeira geração é construído na plataforma do Classe C W202, utilizando ainda diversos outros componentes, com as transmissões manual e automática, do sedã também de primeira geração.

A primeira leva do modelo foi ofertada na configuração SLK 200, com um motor 2.0 litros a gasolina de 134 cv e 19,4 kgfm, 190 cv e 27,5 kgfm ou 160 cv e 23,5 kgfm, estas duas últimas na configuração SLK 200 Kompressor, com o motor 2.0 litros sobrealimentado por compressor volumétrico.

Em 2000, a marca lançou o SLK 230 Kompressor, com um 2.3 litros sobrealimentado, que tem capacidade para entregar 190 cv e 28,5 kgfm.

No mesmo ano, chegou o SLK 320, com um motor 3.2 V6 a gasolina de 215 cv e 31,6 kgfm, com a opção de câmbio manual, capaz de levar o roadster aos 100 km/h em menos de sete segundos.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Ainda no ano 2000, o SLK de primeira geração recebeu seu primeiro face-lift. O carro ganhou para-choques redesenhados, nova grade dianteira, lanternas traseiras retocadas, repetidores de seta nos retrovisores, novo volante, alavanca de câmbio com novo formato e ponteira de escape em aço inox.

Mais tarde, no ano de 2001, a Mercedes-Benz anunciou a chegada do esportivo SLK 32 AMG para brigar com BMW M Roadster e Porsche Boxster S.

Ele tinha o mesmo motor do SLK 320, mas com um compressor helicoidal e intercooler, passando a gerar 350 cv e 45,9 kgfm, com câmbio automático 5G-Tronic.

O modelo esportivo se diferenciava ainda pelos para-choques exclusivos, entradas de ar maiores na dianteira, volante com novo formato, painel de instrumentos AMG e ainda discos de freio maiores de 13 polegadas.

Mercedes-Benz SLK – 2ª geração (2004 a 2011)

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Em março de 2004, a Mercedes-Benz apresentou aos europeus a segunda geração do SLK. De acordo com o fabricante, o roadster premium ficou “mais atraente, mais potente e mais esportivo” que seu antecessor.

O modelo de dois lugares realmente recebeu um visual bem mais agressivo, agora alinhado com os novos padrões da marca.

Conhecido também pelo código “R171”, o Mercedes-Benz SLK de segunda geração foi construído na planta da marca em Bremen, na Alemanha, tal como a geração antiga.

No design, chama a atenção o ressalto na parte central do capô que se estende até na região da estrela de três pontas da Mercedes.

Ainda segundo a empresa, os detalhes lembram os carros da Fórmula 1. A capota retrátil foi aprimorada e passou a ser recolhida em 22 segundos.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

O interior também foi totalmente redesenhado, com novos elementos visuais e também novos detalhes de acabamento. Os clientes podiam optar por um revestimento em couro com seis opções de cores.

O porta-malas tem capacidade para 300 litros com capota fechada ou 208 litros com capota aberta.

Entre os recursos, o Mercedes-Benz SLK ganhou um sistema de aquecimento para pescoço batizado de Airscarf, que proporciona um fluxo de ar quente a partir dos encostos de cabeça com o toque de um botão.

Isso permite que os donos utilizem o carro com a capota recolhida mesmo em dias frios.

Já na gama de motores, o destaque ficou com o esportivo SLK 55 AMG.

Ele estreou com um novo motor 5.5 litros V8 a gasolina, capaz de desenvolver 360 cavalos de potência e 52 kgfm de torque, combinado ao novo câmbio automático 7G- TRONIC de sete velocidades.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Outra configuração era a SLK 350, com um motor 3.5 V6 a gasolina, com 272 cv e 35,7 kgfm, atrelado a uma transmissão manual de seis marchas ou automática 7G-TRONIC.

Este foi o primeiro modelo da Mercedes com motor V6 dotado de comando de válvulas com controle variável tanto na admissão como no escape, gerando melhor desempenho e maior economia de combustível.

Na porta de entrada estava o SLK 200 Kompressor, com seu 2.0 litros sobrealimentado de 163 cv e 24,5 kgfm, neste caso com câmbio manual de seis marchas ou automático de cinco velocidades.

Ainda falando de motores, o 5.5 V6 do SLK 55 AMG ficou ainda mais potente com a chegada do modelo Mercedes-Benz SLK 55 AMG Black Series, vendido de 2006 a 2008.

O modelo estreou com 400 cv e 53 kgfm, além de entradas de ar mais amplas, detalhes em fibra de carbono, para-choque dianteiro de plástico reforçado com fibra de carbono, rodas aro 19, entre outros.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Com essas alterações, o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h do bólido esportivo especial baixou de 4,9 segundos do original para 4,5 segundos. Já a velocidade máxima foi ampliada de 250 km/h para 280 km/h.

Foi em 2008 que o SLK de segunda geração recebeu suas primeiras mudanças visuais. Entre as novidades, o roadster alemão adotou um novo para-choque, com tomada de ar reestilizada, um novo vinco central do capô que abriga a estrela da Mercedes, novas rodas de liga-leve e retrovisores com repetidores de seta em LED.

Por dentro, diversos detalhes foram redesenhados, como o volante que ficou mais esportivo e adotou novos comandos, e o painel de instrumentos, com novos recursos. O acabamento também foi aprimorado.

Já entre os equipamentos, ele ganhou um novo sistema multimídia com Bluetooth e comandos de voz e ainda um novo sistema de som Harman/Kardon Logic7. A gama de motores seguiu inalterada.

Mercedes-Benz SLK – 3ª geração (2011 a 2015)

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

A terceira e última geração do Mercedes-Benz SLK foi lançada em janeiro de 2011 em Stuttgart, na Alemanha. Sua primeira aparição pública ocorreu no Salão de Genebra, em março do mesmo ano.

O novo modelo (conhecido também pelo código “R172) adotou um visual bem mais encorpado e agressivo, com linhas inspiradas no SLS AMG e no CLS.

Na dianteira, o novo SLK adotou uma grade bem mais ampla, agora ostentando a estrela de três pontas da Mercedes-Benz no centro, ladeada por barras em alumínio.

Os faróis ganharam recortes mais modernos, bem como o para-choque. A marca diz que o conjunto frontal foi inspirado no legendário 190 SL.

Visto de lateral, o SLK de terceira geração assumiu uma silhueta mais marcante, com vincos mais pronunciados na lataria. Já a traseira recebeu lanternas maiores, mas seguindo a mesma ideia das peças encontradas na geração antiga.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

No interior, o roadster ganhou formas também mais modernas. O painel foi inspirado no superesportivo SLS AMG. O acabamento também ficou ainda mais refinado, com opção de detalhes em madeira escura de alto brilho, preto de alto brilho ou alumínio escovado.

Um dos destaques, porém, foi a adoção do novo teto Vario com a tecnologia Magic Sky Control. Em questão de segundos, tal recurso transforma o roadster e um cupê com teto fixo de vidro ou vice-versa.

Na prática, o teto traz um vidro que pode ficar claro ou escuro ao toque de um botão, dando a experiência ao ar livre mesmo em dias frios, sem a necessidade de abrir a capota por completo.

Entre os motores, o modelo foi lançado com novos propulsores com injeção direta. O SLK 200 BlueEfficiency trouxe um 2.0 litros turbo de quatro cilindros a gasolina com 186 cv e 25,5 kgfm, enquanto o SLK 250 BlueEfficiency usava um 1.8 litro turbo de 204 cv e 31,6 kgfm.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Já o topo de linha SLK 350 BlueEfficiency usa um 3.5 V6 a gasolina, que entrega 310 cv e 37,7 kgfm. Este modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e tem velocidade máxima de 250 km/h.

Em todos os casos, a transmissão é a 7G-TRONIC de sete velocidades, que recebeu aprimoramentos para ser usada na nova geração do carro.

O esportivo SLK 55 AMG chegou mais tarde, em janeiro de 2012 – foi apresentado um pouco antes, durante o Salão de Frankfurt, em setembro de 2011. O modelo trouxe um novo motor 5.5 V8 aspirado a gasolina, que rende 420 cavalos de potência e 55 kgfm de torque, acoplado ao câmbio 7G-TRONIC.

Este propulsor V8 do roadster esportivo é baseado no 5.5 V8 AMG que equipava modelos como S 63 AMG, CLS 63 AMG e E 63 AMG, dotado inclusive de boa parte das tecnologias do biturbo, como injeção direta de gasolina, sistema start/stop, entre outros.

Porém, recebeu um novo sistema de suprimento de óleo, cárter otimizado, novo comando de válvulas, novos cabeçotes de cilindros, dutos de entrada de ar redesenhados, entre outros.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

O conjunto mecânico inclui ainda um novo sistema de escape com um flap de controle de cada lado, que deixa o som do motor mais encorpado. Ao pisar no acelerador, os flaps são abertos de forma gradual em ângulos de 15 a 50 graus.

Isso permite que parte dos gases percorra uma distancia maior e outra parte numa distancia menor, deixando o som mais acentuado.

Este SLK 55 AMG de segunda geração pode acelerar de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e tem velocidade limitada eletronicamente a 250 km/h.

Mercedes-Benz SLK no Brasil de 2005 a 2015

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

O primeiro Mercedes-Benz SLK oferecido no Brasil já era o de segunda geração global do carro. Ele foi introduzido ao nosso mercado no início de 2005, na configuração SLK 200.

O modelo tinha preço de R$ 218 mil e contava com um motor 1.8 de 163 cv e 24,5 kgfm, combinado a um câmbio automático de cinco marchas.

Entre os equipamentos, oferecia volante esportivo multifuncional, sistema de som, airbags dianteiros de dois estágios, airbags laterais, bancos com ajuste elétrico, memória e aquecimento, retrovisor interno e externos antiofuscantes, sensores de luz e chuva, piloto automático, ar-condicionado Thermatic de duas zonas, sistema Airscaf, entre outros.

Já no fim de 2008, a Mercedes lançou a linha reestilizada do SLK de segunda geração no Brasil.

Além do visual aprimorado e do interior mais refinado, o roadster ganhou 21 cavalos a mais e ficou mais barato com a redução do IPI. Passou a ser vendido por R$ 204,1 mil.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

No motor, o 1.8 sobrealimentado por compressor volumétrico passou por reajustes, chegando a 184 cv e 25,5 kgfm (1,2 kgfm a mais).

Entre os equipamentos, a novidade foi o sistema de som com viva-voz via Bluetooth integrado, que permite o pareamento de celulares.

Em setembro de 2009, a Mercedes lançou o SLK 200 Kompressor Sport, que nada mais era que uma versão do roadster com visual mais esportivo, marcado pelo novo para-choque frontal com tomadas de ar maiores e rodas aro 17 exclusivas. Seu preço era de R$ 214,9 mil.

No ano de 2010, foi a vez da estreia do SLK 55 AMG, versão preparada pela divisão esportiva da Mercedes.

O roadster com seu motor 5.5 V8 de 360 cv e 52 kgfm, combinado ao câmbio automático de sete marchas, foi vendido por aqui pelo preço de US$ 187,5 mil, o equivalente a cerca de R$ 320 mil.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Já em junho de 2011, a Mercedes-Benz começou a vender em nosso mercado a terceira geração do SLK.

O modelo chegou por aqui na configuração SLK 200 e também na SLK 350, com preços de R$ 202,9 mil e R$ 292,9 mil, respectivamente.

O Mercedes-Benz SLK 200 chegou com o motor 1.8 litro turbo de 184 cv, enquanto o Mercedes-Benz SLK 350 estreou com um 3.5 V6 de 306 cv.

A configuração SLK 55 AMG, esportiva, foi anunciada em fevereiro de 2012.

A opção mais forte do roadster compacto da marca alemã chegou com preços partindo de US$ 240 mil (cerca de R$ 420 mil). Tem motor 5.5 V8 aspirado de 420 cv.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Neste mesmo ano, devido às novas regras de tributação do IPI, o Mercedes-Benz SLK teve sua gama reduzida a uma só versão: a nova SLK 250, pelo preço de R$ 249,9 mil.

O modelo chegou com um motor 1.8 litro turbo de 184 cv e 27,5 kgfm.

Entre os equipamentos, oferecia seis airbags, bancos em couro, assentos com ajustes elétricos e memória, assistente de estacionamento Parktronic, detector de fadiga do motorista, entre outros.

A última novidade da linha Mercedes-Benz SLK foi a chegada da nova versão SLK 300, anunciada em outubro de 2015.

O modelo chegou para substituir a configuração SLK 250 e foi comercializado pelo preço de R$ 254,9 mil.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)

Uma das diferenças era o motor, o mesmo 1.8 turbo de quatro cilindros a gasolina do seu antecessor, mas com 41 cv e 6,11 kgfm a mais, passando a entregar 245 cv e 37,7 kgfm, respectivamente. Além disso, adotou um novo câmbio automático de nove marchas.

Em 2016, o SLK foi descontinuado no Brasil.

Na realidade, ele seguiu fazendo parte da gama, mas agora como Mercedes-Benz SLC, que estreou em junho de 2016 na configuração SLC 300 (com motor 2.0 turbo de 245 cv e 37,7 kgfm) por R$ 292,9 mil.

O SLC 300 ainda faz parte da gama da Mercedes-Benz no Brasil e custa R$ 323,9 mil.

Mercedes-Benz SLK: motores, desempenho, equipamentos (e detalhes)
Nota média 5 de 1 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • JDeliberador

    sou apaixonado por este carro desde a primeira geração, para mim a mais bonita, e a maior evolução na linha, foi a segunda geração. Suas linhas suaves e aerodinâminas são as mais harmônicas, já o interior o mais atemporal

  • Dod

    O mais bonito é o de segunda geração, a frente dele é sensacional.

    Quanto a ele ter sido introduzido apenas em 2005 no Brasil creio que não procede. Em 2002 um vizinho meu tinha um SLK prata de primeira geração (cuja frente eu achava horrível pessoalmente), e em uma rápida pesquisa vi que existem várias unidades do SLK 320 usadas à venda, dos anos 2000, 2001 e 2002. E procurando por SLK 200 de fato os mais antigos no nosso mercado são 2005.

  • zekinha71

    Segunda e terceira gerações não vão envelhecer, e virarão clássicos.

  • RodrigoTM

    “O primeiro Mercedes-Benz SLK oferecido no Brasil já era o de segunda geração global do carro.”
    Acho que essa informação está incorreta, o modelo chegou a ser oferecido no Brasil ja na primeira geração, não sei exatamente a partir de qual ano, mas acho que nos finais dos anos 90 ja existia esse carro por aqui.

  • Ao encerrar a produção da SLC será que a Mercedes benz vai ficar sem roadster de entrada? Ou será lançado uma nova geração?

  • leitor

    Que avião lindo!

  • CanalhaRS

    A segunda geração ficou maravilhosa. A terceira geração acabou com o carro.

  • J.J

    Mais uma prova de que a Mercedes perdeu a classe ao longo dos anos.
    A Mercedes se BMWzou.

  • th!nk.t4nk

    Esse carro tinha um custo x benefício fenomenal. Muito divertido o cabrio. Quem sabe um dia volte ao mercado, mas daí possivelmente como elétrico (e aí infelizmente adeus ao seu belo ronco).

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros para mais de 450 milhões de pessoas, por mais de 13 anos. Saiba mais.

Notícias por email