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Mercedes C200: tudo sobre a versão intermediária do Classe C

Mercedes C200: tudo sobre a versão intermediária do Classe C
Mercedes C200 2019

A Mercedes C200 é uma das versões de um dos carros mais vendidos da Mercedes-Benz no mercado mundial, o Classe C. Ele é também um dos modelos mais “sólidos” dentro da atual linha da marca alemã.

Produzido desde 1993, o sedã médio/grande premium está em sua quarta geração e faz frente diretamente a modelos como Audi A4, BMW 320i e Volvo S60. A versão Mercedes C200 é uma de maior destaque da gama.


Logo em seu lançamento, o primeiro Classe C trouxe uma série de inovações para a gama do fabricante. Uma delas foi o fato de ter sido o primeiro carro da Mercedes a ser identificado com letras antes de algarismos. Anteriormente, os modelos da marca eram conhecidos por números antes de uma ou mais letras (como o Mercedes-Benz 320 E).

A primeira letra do nome do carro fazia referência à classe ou série do modelo. Neste caso, o Classe C. Já os números correspondiam à “litragem” do motor. O Mercedes C200 foi assim chamado por usar um motor 2.0 litros, enquanto o C180 tinha um 1.8 litro e o C220, um 2.2 litros.

O Mercedes C200 chegou como a versão intermediária do então novo Classe C. Porém, como mandava o padrão da marca premium alemã, o automóvel tinha um bom nível de equipamentos, bem como acabamento refinado e motorização eficiente.


E por falar em motorização, o Classe C foi também o primeiro da linha a contar com motores com quatro válvulas por cilindro.

Mercedes C200 – primeira geração

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O Mercedes C200 chegou para demonstrar que pessoas de classes ligeiramente mais baixas também podiam adquirir carros mais sofisticados e de uma categoria superior.

Durante anos o Classe C se posicionou como o modelo mais em conta da gama, perdendo o posto para o Classe A, lançado em 1997.

A primeira geração do C200 (W202) seguia praticamente a mesma ideia do Mercedes-Benz W201 (ou Mercedes-Benz 190), que inclusive foi o pioneiro como carro mais em conta da marca.

O visual se baseava em seu antecessor, mas com formas mais arredondadas e em sintonia com o novo padrão visual da Mercedes. Ele também bebeu da fonte de outros carros do fabricante, como os irmãos maiores Classe E e Classe C.

Tudo isso foi fruto do trabalho do designer francês Olivier Boulay, que assinou também o Classe S de 1991.

O C200 de primeira geração foi comercializado em quatro tipos de motorização diferentes entre os anos de 1993 e 2000 (período que durou o modelo W202).

Mercedes C200: tudo sobre a versão intermediária do Classe C

A configuração de entrada usava um 2.0 litros aspirado de quatro cilindros, capaz de gerar 140 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 19,4 kgfm de torque, a 4.000 rpm, com direito a injeção eletrônica multiponto.

Este propulsor estava associado a um câmbio manual de cinco velocidades ou automático de quatro marchas, sempre com tração traseira.

Havia também o C200 Diesel, equipado com um 2.0 litros turbodiesel de quatro cilindros, neste caso com 76 cv, a 4.600 rpm, e 13,3 kgfm, a 2.000 rpm, com transmissão manual de cinco marchas e tração traseira. Tal configuração foi vendida entre 1993 e 1995.

Já entre 1998 e 2000, a marca ofereceu o C 200 CDI para ocupar o lugar do C220 D, também com motor 2.2 litros turbodiesel (com a tecnologia Eletronic Diesel Control (EDC) da Bosch, incluindo o sistema de injeção direta common-rail), mas neste caso com 102 cv, a 4.200 rpm, e 24 kgfm, a 1.500 rpm, também com câmbio manual de cinco velocidades e tração traseira.

Como você pode ter percebido, o Mercedes C200 CDI foi o primeiro com a nova nomenclatura a não respeitar à cilindrada do motor nos algarismos do nome.

Dali em diante, a marca alemã passou a adotar essa estratégia para outros carros da gama.

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Outra configuração era o C200 Kompressor, equipado com compressor volumétrico ao invés de turbo para aumentar a potência final. Nele, o 2.0 litros a gasolina gerava até 180 cv e 25,5 kgfm. Contudo, ele teve sua potência reduzida para 163 cv na linha 2000.

Porém, o Mercedes C200 Kompressor foi oferecido somente em mercados como Itália e Portugal, onde havia uma tributação maior para carros com motores acima de 2.0 litros – nos demais mercados, a marca vendeu o C230 Kompressor com seu 2.3 de 195 cv.

O C200 de primeira geração também foi oferecido na configuração C200 Estate (S202), vendida entre 1996 e 2000. Ela seguia o mesmo padrão do modelo sedã, com direito aos motores 2.0, 2.0 Kompressor e 2.2 CDI a diesel.

Mercedes C200 – segunda geração

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Um ano após o lançamento do primeiro Classe C, a Mercedes-Benz já dava largada no projeto da segunda geração do sedã premium.

O segundo Classe C (W203) foi apresentado em março de 2000, durante o Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, como uma evolução da antiga geração. Suas vendas tiveram início em setembro do mesmo ano.

O então novo C200 seguiu as formas dos irmãos maiores, com uma carroceria com formas ainda mais arredondas e fluidas.

Um dos destaques era o conjunto de faróis com dois círculos, lembrando o formato de um violão, lembrando o irmão maior Classe E de 1995, além das lanternas traseiras triangulares.

Além disso, o C200 W203 ficou mais sofisticado e equipado, com direito a recursos como airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS com EBD, controles de estabilidade e tração, volante multifuncional, ar-condicionado automático, sistema de som com toca CD com armazenamento para seis discos, piloto automático, entre outros.

Na linha com facelift, anunciada no início de 2004, o C200 ficou ainda mais moderno. Ele recebeu itens como sistema multimídia com entrada para iPod e conexão Bluetooth para pareamento com celulares.

Nesta geração, o Mercedes C200 foi ofertado somente nas versões C200 Kompressor, movido a gasolina, e C200 CDI, com motor turbodiesel.

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O primeiro modelo da linha, o C200 Kompressor, contava com um 2.0 litros de quatro cilindros a gasolina, com compressor e intercooler.

Ele tinha capacidade para gerar 163 cv, a 5.300 rpm, e 23,5 kgfm de torque, a 2.500 rpm. Nesta nova geração, o câmbio manual passou a ter seis marchas.

Na linha 2004, o C200 Kompressor passou por mudanças. Tal configuração abandonou o 2.0 com compressor para adotar um 1.8 litro com supercharger e intercooler.

Manteve os 163 cv, mas a 5.500 rpm, enquanto o torque passou para 24,5 kgfm, a 3.000 rpm. A transmissão era manual ou automática, esta última de cinco marchas.

Já o C200 CDI trazia um 2.0 turbodiesel com injeção direta common-rail, podendo gerar até 116 cv, a 4.200 rpm, e 25,5 kgfm, com transmissão manual ou automática e tração traseira.

O C200 W203 manteve a versão C200 Estate e ofereceu ainda o C200 Sport Coupé, um hatchback com ares de cupê que tinha uma proposta mais “esportiva”.

Oferecia uma dianteira mais agressiva, com a estrela de três pontos dentro da grade, e uma traseira mais volumosa, com destaque para o detalhe de vidro na tampa do porta-malas entre as lanternas.

Mercedes C200 – terceira geração

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Assim como nas gerações anteriores, o Classe C de terceira geração buscou inspiração nos carros maiores da Mercedes para estilizar seu visual. As formas lembravam o Classe S.

Na dianteira, ele exibia faróis com formas mais retas e grades que variavam conforme a versão (mais esportiva, com três barras horizontais e a estrela da marca no centro nas versões Sport e Avantgard, e outra mais clássica, com mais frisos e o logotipo da marca no capô nas variantes Classic e Elegance).

O C200 W204 chegou por aqui em junho de 2007 para enfrentar modelos como Série 3, A4 e S60. Havia os modelos C200 Kompressor Classic, C200 Kompressor Avantgarde e também o C280 Avantgarde.

Esta foi praticamente a primeira geração do Mercedes C200 a ser oferecida no Brasil. Antes disso, o Classe C foi ofertado somente na configuração de entrada Mercedes C180, além de modelos mais caros como C220, C230, C280, C320, C43 AMG, C55 AMG, entre outros.

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De série, o C200 “brasileiro” contava com airbags frontais, laterais e de cortina, sistema Pro-Safe se alerta e prevenção de colisão iminente, encostos de cabeça proativos, controles de estabilidade e tração, freios ABS, sistema de som com MP3 player, entrada auxiliar e toca-CD, sistema multimídia com Bluetooth, ar-condicionado automático digital de duas zonas, computador de bordo, entre outros.

Por a partir de R$ 162,5 mil, o C 200 Kompressor Classic oferecia um motor 1.8 litro de quatro cilindros a gasolina, dotado de compressor, com 184 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 25,5 kgfm de torque, disponível entre 2.800 e 5.000 giros.

Ele está associado a um câmbio automático de cinco marchas (com opção de trocas sequenciais pela alavanca) e tração traseira.

A versão Avantgarde se diferenciava, entre outros itens, pelos faróis bi xênon, rodas maiores e com visual mais estilizado e acabamento mais refinado. O motor é o mesmo. Já o preço era de R$ 179.900.

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Em novembro de 2010, o Mercedes C200 passou a usar um novo motor como sua primeira mudança pontual no Brasil. Ele adotou um motor 1.8 litro a gasolina com turbocompressor de geometria variável e injeção direta de gasolina, ganhando o sobrenome “CGi” (Charged Gasoline Injection, ou injeção pressurizada de gasolina).

Como diferencial, este motor traz injeção de gasolina e mistura do ar ao combustível através de um spray pressurizado, que emprega uma menor quantidade de ar antes da combustão.

A marca garantia mais potência e torque, além de menor consumo de combustível e emenor emissão de poluentes.

O 1.8 CGi oferecia 184 cv, a 5.250 rpm, e 27,5 kgfm, a 1.800 rpm, com um câmbio automático de cinco marchas e tração traseira.

O preço da nova linha era de R$ 149.900 para o C200 CGi Avantgarde e R$ 175 mil para o C200 CGi Sport.

C200 atual

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A quarta e atual geração do Mercedes-Benz Classe C está em linha desde 2014. O novo modelo foi apresentado no Salão de Detroit, em janeiro daquele ano, e se diferenciava do anterior pelo visual mais moderno e refinado, também inspirado nos carros maiores da Mercedes.

O novo C200 estreou ainda com dimensões maiores e uma redução de peso frente ao antecessor. Ele cresceu 10 centímetros no comprimento, 4 cm na largura e expressivos 7,6 cm no entre-eixos.

O porta-malas também ficou maior, passando a oferecer capacidade para 480 litros. Já o peso sofreu uma redução de até 100 kg.

Boa parte dessa redução de peso se deve ao uso intensivo de alumínio em sua construção. O emprego de alumínio na carroceria subiu de menos de 10% para quase 50%.

Como consequência do novo padrão da Mercedes, o interior do sedã também sofreu boas mudanças, ganhando mais modernidade e refinamento.

O modelo C200 Avantgarde chegou com recursos como uma central multimídia com tela colorida que podia ser comandada por um touchpad no console central, capaz de reconhecer escrita de letras, números e caracteres especiais.

Por R$ 154,9 mil, o novo C200 Avantgard oferece recursos como sete airbags, direção elétrica, freio de estacionamento elétrico, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, faróis full LED, teto solar elétrico, sistema de estacionamento automático Park Assist para vagas paralelas e perpendiculares, teto solar com acionamento elétrico, banco do motorista com ajustes elétricos, memória de posição e ajuste de lombar e retrovisores externos com rebatimento elétrico.

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Há também sistema Adaptative Brake Lights (que aciona as luzes de freio com mais piscadas por segundo para alertar o motorista do carro atrás), monitoramento de pressão dos pneus, sensor de chuva, rodas de liga-leve com pneus runflat, acabamento interno em couro, seletor de modos de condução, sistema start/stop, entre outros.

Sob o capô, um motor 2.0 litros turbo de quatro cilindros a gasolina, com injeção direta de combustível, capaz de desenvolver 184 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 30,6 kgfm de torque, a 1.200 rpm, com um câmbio automático 7G-Tronic de sete marchas e tração traseira.

Segundo dados da Mercedes, o C200 consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e alcança velocidade máxima de 189 km/h.

Ao lado do crossover GLA, o Classe C de quarta geração foi o primeiro Mercedes-Benz produzido na nova fábrica da marca em Iracemápolis, interior de São Paulo, inaugurada em março de 2016.

O modelo C200 nacional estreou em junho de 2016, com preço de R$ 180,9 mil.

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Recentemente, em outubro de 2018, a Mercedes anunciou a chegada do novo Classe C reestilizado. Produzido no Brasil, o sedã estreou nas versões C180 Exclusive, C180 Avantgade, C300 Sport e na inédita C200 EQ Boost.

Como destaque, o novo C200 EQ Boost traz um novo sistema híbrido parcial, dotado de um motor elétrico auxiliar para impulsionar o motor a gasolina em acelerações e arrancadas. O motor elétrico é alimentado por um sistema elétrico de 48 volts com uma bateria suplementar.

Este modelo tem um motor 1.5 litro turbo a gasolina, com até 183 cv e 28,6 kgfm, que ganha 14 cv e 16,3 kgfm com o motor elétrico auxiliar em ação. Junto a este aparato está um câmbio automático de nove marchas.

O interessante é que, com o sistema EQ Boost, o motor 1.5 a gasolina é desligado quando o motorista tira o pé do pedal do acelerador.

Neste momento, o sistema de 48V entra em ação para manter alguns recursos do carro em funcionamento, como o sistema de ar-condicionado.

Mercedes C200: tudo sobre a versão intermediária do Classe C

Além disso, o EQ Boost pode ser usado também pelo sistema start/stop, ajudando a ligar ou desligar o carro, e também para possibilitar o uso da função roda livre, deixando o motor a combustão desligado em velocidade de cruzeiro.

Este sistema elétrico é recarregado com a energia recuperada em desacelerações e frenagens. A Mercedes diz que o sistema EQ Boost promove uma economia de combustível de até 10%.

Com todo esse aparato, o novo C200 2019 pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7, 7 segundos. Já a velocidade máxima declarada pelo fabricante é de 239 km/h.

No visual, o novo Classe C 2019 recebeu novos faróis full LED, para-choques redesenhados, novas rodas de liga-leve, lanternas traseiras com novo layout interno, entre outros.

Já o interior agora traz um painel de instrumentos totalmente digital, central multimídia com espelhamento de smartphones e novos detalhes de acabamento.

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Todavia, o preço do carro é salgado: R$ 228.900 pelo C200 EQ Boost.

Ele vem equipado de série com central multimídia com tela de 10,25 polegadas, painel de instrumentos com tela de 12,3 polegadas, sensores de luz e chuva, ar-condicionado automático digital de duas zonas, câmera de ré, chave presencial, sete airbags, faróis full LED, retrovisores antiofuscantes, bancos com ajuste elétrico para lombar, painel revestido em couro ártico, seletor de modos de condução, paddle shifts, entre outros.

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Nota média 4.7 de 3 votos

  • El Gato!

    Sou fan da marca. Mas atualmente, desde a chegada da quarta geração, o painel com tablet Foston não dá pra aturar. Não pago mais de 150 mil reais para ficar olhando para aquela gambiarra. Hoje, ficaria com a sobriedade do interior da 320i.

    • Unknown

      E pensar que o interior da terceira geração era tão bonito…

    • th!nk.t4nk

      Bom, eu tenho justamente o novo 320d e confesso que prefiro o interior do C200. Essa coisa de “tablet Foston” é só no Brasil. Fora do país as pessoas no geral não vêm problemas nisso. Eu vejo muito mais vantagem até: em posição bem elevada a ergonomia é favorecida, porque você não precisa desviar tanto os olhos da estrada. No Passat eu achava isso péssimo.

    • TchauQueridos

      Para a MB justamente o painel que foi colocado como a “cereja do bolo”.

  • Tive uma C200 terceira geração e adorava o carro. Suave de rodar, silenciosa, mal sentia as imperfeições do solo. Até que em 2015 um zé droguinha bateu atrás dela e deu pt técnico. Resultado: era o ano em que o modelo tinha mudado para a quarta geração e eu detestei a mudança. Comprei uma 328i e estou satisfeito com ela até hoje. Mas ela deixou saudades, sem dúvida.

  • Thiago

    Por esse preço acredito que valha a pena esta versão.
    Até porque por R$220 mil tem a nova 330i muito mais em conta.
    Acho que a C180 vale muito mais a pena, pois tem conumo e performance muito parecidos por R$60 mil menos.

    • Charlis

      Eu não considero a performance parecida, mas concordo que a diferença é complicada.

      []s

      • Thiago

        No teste ela fez em 8,6s contra 9,4s da C180 no 0-100km/h
        Claro que anda mais, sem dúvida, mas convenhamos, motor 1.5 turbo + motor elétrico (183cv e 28,6kgfm + 14cv e 16,3kgfm) e andar atrás de um civic touring 1.5 turbo de apenas 173cv e 22,4 kgfm gastando R$100 mil menos é frustrante.
        A antiga, com motor 2.0 e 184cv andava melhor (7,7s) e a diferença de preço para a C180 não era tanta.
        Esse números que a MB divulga não dá para acreditar.
        Fonte: quatro r…

        • Charlis

          Sim, eu entendi o que você quis dizer, e concordo.
          A diferença interessante é acima dos 100km/h.
          E pra quem tem a conta bancária gorda, vale a pena ir na C200 ou até na C300.
          Mas pensando como salariado, como você disse é 60 mil reais.
          Ou seja, muito dinheiro… é um Polo zero KM para ir trabalhar durante a semana, e guardar a C180 pro FDS.

          []s

          • Thiago

            Te digo que depois que vi a 330i motorsport no aeroporto de SP não tem como comprar a C200 ou C300 e olha que tenho MB e não tenho que reclamar da marca.
            A BMW arrasou, o carro ficou muito bonito e grande também (lembra o porte das séries 5 antigas), sem falar que o interior melhorou 1.000%, ficou requintado, elegante e esportivo.
            Não adianta, hoje o sedan premium é a série 3, o resto ficou bem para trás.

            • th!nk.t4nk

              Eu tenho uma impressao um pouco diferente. Peguei há pouco o novo Série 3 (320d) e acho o interior animal também (o meu tem painel digital, HuD e acabamento em alumínio), mas o Classe C foi semi-renovado no ano anterior e melhorou bastante (ganhou atualizaçoes no painel digital, no command online, na tela, etc). Tive um C200 desta leva que peguei bem no lançamento, com pack Avant Garde, e honestamente continuo achando até um pouco mais luxuoso que meu novo 320d (que por sua vez tem o interior mais prático, particularmente por nao ter aquele exagero de acabamentos em black piano que pegam tanta sujeira) Nos mimos, acho bem similares (luzinhas pra tudo que é lado, ajustes bem completos nos bancos, etc). Em termos tecnológicos o novo Série 3 fica um pouco na frente também, com assistentes mais atualizados/elaborados, mas creio que a Mercedes vá dar o troco com força no fim do ano que vem com o novo modelo.

            • Charlis

              Eu conheci ela domingo!
              Foi mais do que paixão a primeira vista.
              Eu sempre fui apaixonado pela 3-Series, desde sempre.
              Já tive o prazer de ter uma F30, e foi o carro mais perfeito que já tivemos.
              Essa G20… simplesmente chutou o pau da barraca.
              A 330i nem em sonhos eu posso cogitar… mas fico na torcida para que a 320i venha bacana, os primeiros proprietários cuidem muito bem dela, e depois de 1 ou 2 anos, eu encontre a minha seminova, rs!

              []s

  • Domenico Monteleone

    Um senhor carro, pena o preço das peças dificultar a vida do dono de semi-novo. E se for pra ter um Mercedes e ficar colocando peças de segunda linha, melhor não ter.

    • Charlis

      Tenho exatamente a mesma visão sua.
      Comprar um carro deste nível, para depois is trocando pastilhas/discos de freio, amortecedor e pneus de segunda linha, chega uma hora que a Mercedes não será mais Mercedes, rs.

      []s

  • Marcelo Amorim

    Esse carro branco com o interior caramelo é perfeito,linda por dentro e por fora.

  • Maycon Farias

    Não há imperfeiçoes desde a 1º geração. Um história de sucesso absoluto.

  • Danilo

    No texto tem um erro nas especificações do modelo atual: …alcança velocidade máxima de 8,9 km/h.

    • Marcus Fumagalli

      confundiram com a do Veloster

  • Bruno Silva

    A nova geração já está em estágio avançado de desenvolvimento (já tem protótipos prontos rodando com visual definitivo), aí sim poderá brigar com a nova Série 3, que ficou muito acertada nessa nova geração. E por 219.950 versão 330i Sport considero uma compra bem melhor que a C200

  • Guilherme Gimenes

    Tenho quase certeza q teve uma com a frente diferente, entre a segunda e a terceira geracao aqui mostrados, mas q n teve foto.. parecida com a terceira geracao, linhas mais retas

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