Finanças Governamental/Legal Mercado Montadoras/Fábricas

Montadoras atuarão sem incentivos fiscais pela primeira vez em décadas

Linha-de-produção-GM-Gravataí Montadoras atuarão sem incentivos fiscais pela primeira vez em décadas

Alguns anos atrás esse período de fim de ano era mais um entre quatro no total onde o governo desmentia até o último dia útil todos os rumores de que haveria prorrogação de IPI reduzido para automóveis e comerciais leves. Era uma verdadeira novela em que o mercado sabia exatamente qual era o próximo capítulo.



A cada três meses, o governo tentava esconder o sol com a peneira e as montadoras faziam de tudo para atuar conforme o enredo, igualmente não confirmando qualquer ação por parte de Brasília e fazendo assim a festa dos vendedores, que também pressionavam o consumidor para o fim “certo” da história, que nunca chegava. Com isso, a cada três meses, as vendas decolavam no país e assim o Brasil seguia crescendo, enquanto todo o resto do mundo (exceto a China) ainda se afogava na crise mundial…

Hoje, quem está em crise é o Brasil e o mercado automotivo tenta se recuperar lentamente do tombo que levou. Pela primeira vez em décadas, os protagonistas dessa história, que o brasileiro assiste desde os anos 50, entram numa fase praticamente inédita. Diferentemente de uma trama de grande audiência, os atores agora sabem como acabará a novela.

Linha-de-produção-GM-Gravataí Montadoras atuarão sem incentivos fiscais pela primeira vez em décadas

No mercado brasileiro, a novela do Inovar-Auto está chegando ao fim e todos nós já sabemos qual é o último capítulo, onde o governo finalmente dará os números de eficiência energética com quem conseguiu cumprir o script das metas ou quem acabou sendo cortado da trama por não faze-lo. A OMC exigiu o fim da história por diferenciação entre os atuantes de casa e os que vieram de fora. Mas e a próxima produção?

Nesta, os atores estão impacientes, pois não sabem como o diretor da trama conseguirá coloca-la em prática. Este é o MDIC, que trabalhou diretamente com as montadoras na elaboração do Rota 2030, que é sucessor do Inovar-Auto e já estava com o texto pronto, só faltava a aprovação da direção. Porém, a Fazenda – que é quem controla o financeiro – não gostou de mais incentivos fiscais e vetou a próxima história.

Os atuantes na trama querem garantir uma parte dos benefícios fiscais com os quais já estão acostumados, mas dessa vez o governo diz não. Sem qualquer abatimento de IPI, sem qualquer ajuda fiscal ou sobretaxa. Na verdade, enquanto a história não mudar nesse sentido, o governo não aprovará nada para o setor automotivo nacional. O que se esperava era a aprovação até agosto, que passou para novembro e depois para dezembro. O mês está acabando e as incertezas sobre 2018 apenas aumentam.

Linha-de-produção-GM-Gravataí Montadoras atuarão sem incentivos fiscais pela primeira vez em décadas

Falou-se então no acordo de livre-comércio com a Europa, cuja aprovação do programa ocorreria logo em seguida. Nada aconteceu, nos dois casos. Sem uma definição, MDIC e MF entraram até em atrito por conta do texto. As montadoras foram então ao presidente para pressionar, mas o mesmo deu uma resposta diplomática que não surtiu qualquer efeito. A promessa é de aprovação, mas até o momento, nada de concreto saiu.

Sem uma política para o setor, sabe-se apenas que não haverá mais cotas e nem o IPI de 30%. As alíquotas de IPI continuam como antes do Inovar-Auto. Fora isso, até a associação dos atores, ou melhor, dos fabricantes de veículos, jogou a toalha e espera apenas um marco regulatório para que exista um mínimo de ordem na casa.

Linha-de-produção-GM-Gravataí Montadoras atuarão sem incentivos fiscais pela primeira vez em décadas

Entre os que atuam no setor, começam a surgir aqueles que estão querendo rescindir o contrato e sair da história, por conta dos custos elevados de suas pequenas atuações. Outros parecem ignorar a situação e continuam ensaiando as cenas dos próximos capítulos com anúncios de lançamentos. Mas, nem tudo está perdido. Os sinais de recuperação da economia e a certeza do fim das barreiras para importação estão animando o setor, apesar de tudo, apontando para um aumento da audiência dos consumidores nos próximos anos.

O Rota 2030 deverá estrear, cedo ou tarde, pois é necessário que o País tenha metas de eficiência energética para continuar evoluindo nesse sentido e um dia possa estar em conformidade com EUA e Europa. Além disso, no setor automotivo, gerar previsibilidade e segurança para que o elenco possa atuar de melhor forma nos próximos 15 anos e o Brasil entre de vez no hall da fama dos principais mercados do mundo.

COMPARTILHAR:
  • Eduardo Brito

    Torço para que não haja mais incentivos na industria automotiva. Todos nós sabemos dos lucros que as montadoras tem aqui e dos valores astronômicos em que os carros aqui são vendidos. Então, o melhor a ser feito é deixar o mercado do jeito que está.

    • Eskarmory .

      Carro, imóvel, geladeira, computador, celular, internet etc etc etc. Automóvel nunca foi o coitadinho.

    • Thiago

      Melhor seguir exemplo fos anos 90, no qual se liberou o mercado, os preços caíram e a indústria nacional deu um salto, carros ultrapassados deram lugar a lançamentos equivalentes aos europeus, nada de carro para países em desenvolvimento

    • Junoba

      Nenhum incentivo fiscal e intervenção mínima do Estado. O mercado automotivo deveria estar bem competitivo até no auge da crise, mas o Inovar Auto estragou tudo.

  • Antonio Di Pietro

    O fato é que sem incentivos e/ou taxação de importações, a indústria nacional será esmagada pelos chineses.
    Portanto, logo algo será feito.

    • V12 for life

      Achavam que seria assim antes do Inovar Auto e nada aconteceu, aqui tem cartel de preços, esqueça a competitividade dos chineses pois a mesma não se aplica ao Brasil.

      • Mario Souza

        Os carros chineses já são muito baratos em relação aos outros e até agora o povo não está nem aí!

        • Antonio Di Pietro

          Pense em muito barato e corte esse valor pela metade.
          Seria esse o preço dos carros chineses aqui.
          E por que não compraríamos?
          Eles (os carros chineses) são bem melhores e muito mais baratos que os nossos.

          • Antonio Di Pietro

            Só para lembar:
            Vendas de carros em 2016:
            China – 25.500.000
            Brasil – 1.980.000

            Segundo o planejamento do Governo Chinês, o País, até 2025, deverá produzir mais da metade de todos os carros do mundo.

            • Cosi fan Tutti

              Os 35% de imposto de importação nao ta bom?

          • José Barbosa

            Caso clássico foi o QQ, que quando chegou tinha preço sugerido que teve que ser aumentado em R$ 2.000,00; porque estava “barato demais”.

        • Fernando

          Não vejo nenhum por 20 mil e com a mesma qualidade que KA, Onix, Gol etc

          Todos chineses que existem custam muito mais q 20 mil q comentei e nenhum é melhor do que os carros que citei.

          Até agora ter um chinês não tem vantagem alguma. Só desvantagem principalmente na hora q vc for vender o seu.

      • Antonio Di Pietro

        Tire os impostos e libere a importação e verá o que vai acontecer.

        • V12 for life

          Volte pra realidade colega, pra isso acontecer o brasileiro tem que mudar e muito.

          • Antonio Di Pietro

            Esse filme já vimos antes
            Não durou um ano.
            Pergunte para o Faustão o que aconteceu.

            • Edson Fernandes

              O problema não são os impostos, mas esses sendo cobrados adequadamente e revertidos a quem deveria recebe-los.

              • Jesse James

                50% do valor de um carro no Brasil eh Imposto, eh uma insanidade

                • Vitor Meireles

                  Só para importados chega nessa faixa. Para os produzidos aqui é uns 32~35%. É alto? É, mas toda a carga tributária no Brasil é alta sobre o consumo. Isso deveria ser mudado, mas ninguém tem essa coragem sabe porque? Porque pra manter a arrecadação nos patamares atuais afim de evitar um colapso da economia seria preciso compensar com a tributação do outro lado: Renda, propriedade e lucro. O que, convenhamos, tornaria o sistema tributário MUITO mais justo. Mas isso significaria que os próprios deputados pagariam mais impostos… Já viu, né?

                  • FocusMan

                    O imposto para carros é em torno de 43%

                • Francisco Helio

                  Avançamos a passos largos na “curva de Laffer” e chegaremos brevemente em um colapso da economia. E nem vou falar do gargalo da corrupção e do custo das estatais-cabides-de-empregos-de-políticos.

              • Bob

                Não, o problema são sim os impostos. Essa balela de cobrar adequadamente e reverter para quem precisa não cola mais.

                • Edson Fernandes

                  Vou melhorar: Eu quero dizer que é reverter em saude, educação, entre outros. E não o assistencialismo.

            • Marcelo Alves

              Tem um país aí no mundo atrasado e pobre, que deixou de ter industria automotiva e exporta basicamente produtos básicos (agricultura, minérios, etc..) e esse país se chama Austrália… Não há nada de errado em exportar produtos básicos cara, o Brasil sequer precisaria de industria automotiva se o governo não atrapalhasse tudo e extorquisse a população com impostos e regulações abusivas.

              • Antonio Di Pietro

                Mero sofisma.
                Querer comparar a Austrália com um pobre de mais de 200 milhões de habitantes e uma horda gigantesca de desempregados não faz sentido.

                • Sergio Quintela

                  quem gera desemprego é o governo qdo ele atrapalha. é só ele parar de atrapalhar, deixar rolar, que os empregos brotam.

                  • Antonio Di Pietro

                    A última pessoa que ouvi falar isso virou trabalhador intermitente.
                    Coitado.

                    • Sergio Quintela

                      Solução é ter emprego sobrando pra se poder escolher o melhor (lei de oferta e procura)

                    • Antonio Di Pietro

                      Bom. Não será fechando as montadoras que vc terá emprego sobrando, né?
                      Tenho certeza que se trocarem os carros nacionais por importados, as importadoras não conseguiriam contratar nem 10% da massa de futuros desempregados

                    • Sergio Quintela

                      pense no mercado de trabalho como um todo, e nao apenas em um setor. um chute meu: parece que temos vocação pra agro, o governo nao atrapalhando este setor já estaria muito bom. tanto faz onde é produzido o melhor carro, chegando pra gente com preço justo é o que importa. o bom do capitalismo seria isso: cada um produz aquilo que sabe fazer melhor, e todos comercializam entre si sem ninguem tungar ninguem.

                    • Antonio Di Pietro

                      Não existe possibilidade de empregar dezenas de milhões de pessoas no agronegócio.
                      Sem contar que os salários são ridiculamente baixos no setor. Historicamente. Diria, aviltantes.
                      Qualquer país com uma indústria automobilística razoável tem medidas de proteção.
                      Tem no Japão, França, Alemanha, Itália, Alemanha. EUA e etc.
                      Imagine o Brasil deixando de fabricar e importando 4, 5 milhões de carros.
                      Surreal. Inimaginável.
                      Considere também a destruição de toda a cadeia de insumos com outros milhares e milhares de empregos perdidos.

                      P.S. Li há poucos dias sobre o desalento na indústria nacional de autos, inclusive com relação ao futuro e o atraso tecnológico em carros elétricos que avançam muito forte mundo afora.

                    • Sergio Quintela

                      eu dei o exemplo do agro, mas acho que qq país devia ser livre pra achar a sua vocação, sem nenhuma meia duzia de politicos achando que sabe o que é melhor. e é verdade, todo país tem sua protecoes, mas eu acho que isso devia ser crime.

            • Hodney Fortuna

              Carro no brasil jamais será vendido a preço justo em conformidade com o resto do Mundo!

        • Léo Faria

          Um aumento de desemprego absurdo

          • zekinha71

            Mas o inovar auto fez justamente isso, aumentou os lucros das montadoras e elas retribuíram com megas demissões.

          • Antonio Di Pietro

            Fato!

        • Hodney Fortuna

          Isso aconteceu em 1993 quando as importações estavam liberadas mas o imposto foi reduzido a 20%! Nessa época choveu carro importado dos EUA aqui em Fortaleza!

          • Thiago

            Sem falar em lançame tos condizentes com outros países, tipo, golf msm geração do europeu, substituição do chevette pelo corsa, fim do gol quadrado, ka e fiesta iguais aos europeus até com abs e air bag

            • Hodney Fortuna

              Exatamente! E aquele tempo me dá uma saudade!!!

        • Se não houver pós-venda, ficará no mesmo.

    • FrankTesl

      mas quantas pessoas comprariam carros chineses? seria o suficiente para esmagar a indústria nacional?

      Antes do inovar auto as marcas chinesas já estavam aqui desde 2008 oferecendo “carros completos” com preços ultracompetitivos perante os pelados nacionais, e mesmo assim detinham pouca participação.

      As coreanas Kia e Hyundai cresciam nos segmentos médios e superiores com seus importados “melhor do MUUUNDOOO”.

      A presença deles no mercado acionou o alerta entre as “pseudonacionais”, que foram correndo ao governo pedir a reserva de mercado disfarçada de Inovar auto.

      A assim chamada indústria nacional só seria esmagada pelos chineses importados se continuassem a vender Kombis, gols e unos pelados com 0 estrelas de segurança a preço de ouro, com duzentos kits de opcionais que quase dobram o preço da versão básica.

      Se fizessem bons produtos em linha com o das matrizes européias, americanas e japonesas, com um pouco menos do Lucro Brasil, manteriam sua fatia de mercado, mesmo diante da feroz concorrência chinesa no segmento de entrada e coreana nos médios para cima.

      A desconfiança com marcas de carros chinesas era e ainda é muito grande, seriam necessários vários e vários anos de presença constante, bons lançamentos para o gosto do consumidor, e mesmo assim sem deslizes que poderiam botar tudo a perder como defeitos crônicos, falhas de projetos, falta de peças e assistência para que as chinesas tomassem conta do mercado de modo a varrer as tradicionais.

      Isso ainda se as tradicionais não se mexessem e não competissem para trazer produtos melhores, melhor atendimento e assistência, com preços competitivos, com vários itens de série, sem essa política tosca de criar kits de opcionais…

      Somente se os chineses fossem perfeitos e as pseudo-nacionais se entregassem ao total desleixo que as marcas chinesas tomariam conta do setor automotivo. O cartel ANFAVEA sabia disso, mas criou um cenário mais tenebroso para descolar proteções mais agressivas (embora dissumaladas na desculpa de modernização), favorecendo-se ainda do fato de que os governos do PT tem forte ligações com sindicatos de metalúrgicos e com as próprias empresas.

      A presença dos chineses, mesmo se crescessem um pouco mais e se apropriassem de algumas fatias de mercado, serviria apenas para conter a onda de aumentos que ocorreram quase semanalmente de 2012 para cá, e trouxe os preços aos absurdos patamares preços atuais. Sem falar que mesmo sendo importados, empregos são gerados, tanto no setor de vendas e marketing, novas concessionárias, de manutenção, de até mesmo na fabricação local de algumas peças para reposição…

      No fim, quem poderia ter ganhado seria o consumidor e até mesmo o trabalhador em face do aumento dos empreendimentos na área, mesmo que de importados.

      Mas, como neste país tudo é feito para agradar “amigos do rei”, o inovar auto só serviu como reserva de mercado e redoma de proteção para deixar tudo como sempre foi – amigos do rei ricos e com seus modelos de negócios protegidos, e o povo se entupindo em dívidas, pagando cada vez mais caro pelos produtos que eles nos empurram sem opção de escolha.

      • Antonio Di Pietro

        As montadoras daqui são as mesmas de lá.
        Se a escala absurda de produção chinesa continuar se expandindo ainda mais, seria muito mais barato trazer o carro já montado de lá.
        Isso é economia básica. Ganho de escala monstruoso.
        Não existe esse papo de liberar concorrência, melhorar eficiência e etc.
        As empresas são as mesmas.
        No que Brasil está engatinhando, a China já tem doutorado.

        • Antonio Di Pietro

          Chinesa Geely compra fatia na Volvo por US$ 3,24 bilhões

          Só curiosidade.
          Notícia de agora, 27/12/2017
          A Geely agora é a maior acionista da Volvo Caminhões.

        • FrankTesl

          Gozado que até o fim dos anos 90 o Brasil exportava carros para a China, os VW Santana.
          Na época 99% do povo andava de bicicletas pelas ruas, pelo que me lembro dos documentários.
          30, 25 anos depois o automóvel está superdisseminado lá, a compra é facilitada e a oferta ampla, e os consumidores preferem as marcas estrangeiras – o díficil é conseguir uma permissão para andar de carro nas áreas urbanas, que são limitadas e renovadas anualmente.
          De lá para cá, entre reservas de mercados, cartéis, autolatinas etc, o Brasil perdeu a mão em produzir carros que acompanhassem a evolução do mercado mundial, enquanto a China atraiu todo tipo de fábrica, entregando a mão de obra totalmente controlada, sem sindicatos ou questões políticas que atrapalhassem investimentos estrangeiros, sem guerras fiscais internas entre as províncias para roubar fábricas de outras regiões do mesmo país, ao contrário do que acontece aqui no Brasil, além de disponibilidade infraestrutura de transporte e energia cada vez maior, enquanto aqui no Brasil foi feito tudo ao contrário: infraestrutura abandonada, as leis tributárias cada vez mais complicadas, mercado cada vez mais fechado, regras trabalhistas só recentemente flexibilizadas, governadores locais bagunçando tudo para roubar fábricas dos estados vizinhos, situações que só aumentam a confusão e dificultam investimentos para quem não for amigo do rei.

          • Antonio Di Pietro

            É por aí.
            Ao que parece, a China tem um bem planejado projeto de se tornar a maior potência do mundo em todos os aspectos.
            E parece que vão conseguir.

        • José Barbosa

          Mas aí você está pensando em meia dúzia de empregos num ramo específico, e esquecendo quantos poderiam ser gerados se ter um automóvel novo e em boas condições fosse trivial.
          Nosso negócio não é concorrer em manufatura com a China. Podemos exportar alimentos e energia renovável.

    • Benjamin Machado

      Tomara,se vier agora como a chery,que tem uma empresa com o nome a zelar(caoa),tem tudo para dar certo!!

    • José Barbosa

      Tomara que não. A TI (área em que sou formado), está aí como um belíssimo exemplo.

    • Francisco Helio

      Basta seguir o Trump e reduzir os impostos extorsivos, dai a indústria nacional talvez torne-se mais competitiva. Esse é o melhor caminho.

    • Alex

      Vai ser esmagada de qualquer jeito.
      Um país que põe o poder a venda acaba sendo dominado. Vão morrer do próprio veneno.

  • Luiz Fernando Ribeiro

    O maior incentivo que o governo brasileiro poderia dar para a indústria nacional (não só a automotiva, mas todas as outras) seria redução brusca da sobrecarga tributária, unificação de diversos impostos e deixar o mercado competir por si só, sem muita intromissão. MAS, como todos sabemos, não é assim que as coisas funcionam aqui na Banânia!

    • Louis

      Esquece redução de carga tributária, estamos em um país que gasta mais que arrecada, e não consegue cortar gastos. Estamos mais próximos de aumento de impostos do que redução.

      • Mario Souza

        Ué, não foi aprovada uma lei de corte de gastos públicos por 20 anos?

        • Louis

          Não, a lei é para limitar o aumento de gastos, e não de corte.

        • José Barbosa

          Apenas autoriza o aumento até o IPCA, mas é algo que sabidamente é inviável. Tanto que já deixa algumas despesas clássicas como exceção.

      • José Barbosa

        Na verdade, bastava a simplificação das obrigações acessórias que já seria um passo enorme. Bem como compensação por responsabilidade tributária quando tudo formalizado gerando o crédito e permitindo maior competitividade.

    • Léo Faria

      Livre mercado é o maior conto da economia mundial. A galera só quer livre mercado quando não produz nele.

      • Matthew

        Realmente essa estória de livre mercado é meio que uma fábula contada nos cursos de Economia a título de abstração teórica.

        Entretanto, concordo que uma reforma tributária que ao menos unificasse e simplificasse os impostos seria extremamente benéfica à toda a economia, de forma horizontal, ao invés de escolher setores específicos para desonerações temporárias que sempre dão problema na hora de “desmamar” do subsídio.

        • yurieu

          Fábula é imaginar um país cuja carga tributária em cima da classe média é de 60%, e ainda ela conseguir prosperar.

          • Antonio Di Pietro

            Prosperar?

      • Antonio Di Pietro

        Bingo!
        Matou a charada.

      • Sergio Quintela

        subsidio deveria ser crime hediondo.

      • Sergio Quintela

        Lembrando que no Brasil nunca tivemos livre mercado.

        • Léo Faria

          Em nenhum lugar do mundo. Todo governo oferece algum tipo de ajuda às suas empresas.

          • Sergio Quintela

            mas aqui passa da conta né. países que interferem menos, sao mais prosperos. aqui tá dificil com nossas centenas de estatais.

    • Jesse James

      Quanto MENOR o Estado, MAIOR a Economia

      • Antonio Di Pietro

        Fale isso para os dirigentes da China.
        Eles vão achar um barato.

        • Sergio Quintela

          Na economia a China é livre sim. Tanto que o lema do China lá é ‘não importa a cor do gato que mate o rato, no entanto que mate’.

          • Antonio Di Pietro

            Então tente abrir uma empresa lá e verá o que é interferência de um Governo.

            • Sergio Quintela

              relativamente livre para o chines. quem é de fora, tem que rezar na cartilha deles, mas mesmo assim vale a pena, vide tantas empresas de fora que atuam la. e ao modo deles eles estao tirando milhoes da pobreza todos os anos por lá. enfim, vamos ver no que vai dar :)

              • Antonio Di Pietro

                Podemos chamar isso de ‘Capitalismo de Estado’.
                Ou seja, o Estado define e regula toda a economia, suas prioridades, investimentos e etc.
                Apenas deram uma certa ‘liberdade gerencial’ às empresas.
                Mas, quem dita as regras é o Estado.

                • Sergio Quintela

                  sim, lá não deve ter lei que manda comercio afixar CDC visivel heheh

        • José Barbosa

          A própria China só começou a crescer quando deixou ser mais mercado e menos Estado.

  • Mario Souza

    Sempre acho interessante estas discussões, independente dos valores cobrados pelas montadoras, a cultura do povo que tem dinheiro para comprar carros está fechada na caixinha. Um Jac T40 custa 58k, um T5 CVT custa 74k e as pessoas pagam pelo menos em torno de 20k a mais por qualquer outro veículo do segmento. Vamos pensar em tirar toda a carga tributária para as montadoras trabalharem com 1% ou 2% a mais acima dos seus rendimentos, pagando atualmente menos ao trabalhador e contando com a cegueira da população em determinadas empresas, talvez alguma empresa chinesa venda um pouco mais, porém a cultura se manterá. Os maiores incentivos que as montadoras poderiam ter foi a reforma trabalhista, limitou o acesso do trabalhador a justiça do trabalho e possibilitou a diminuição dos salários e demissões em massa em tempos de crise, então as montadoras têm que trabalhar com a mudança de cultura do povo, o restante já foi feito.

    • Benjamin Machado

      Estes carros ja estao com preços fora da realidade,polo está aí,6 mil reais a mais que o t40 e mais completo,e automatico(confortline 200 tsi)

      • Mario Souza

        Eu citei veículos do mesmo segmento. Daqui a pouco vc vai dizer que o t40 custa mais caro que o Kwid!

    • Louis

      A reforma não limitou o acesso à justiça coisa nenhuma, só acabou com a farra de oportunistas e adevogados inescrupulosos que agiam de má fé. Quer entrar na justiça? Entre! Mas entre na certeza de que está fazendo a coisa certa. Porque se o juiz perceber que a reclamação não procede, o ex-funcionário arcará com os custos advocatícios da outra parte. Justo! Chega do “vamos entrar na justiça, se colar, colou….”

      • Mario Souza

        Neste país tudo é assim é com aprovação de pouquíssimas pessoas que pensam o mesmo. Para evitar os oportunistas e golpistas dificultam para todos. Muito correto isso. Enquanto isso as empresas continuam fazendo o que bem entendem, certo ou errado e agora é continuar molhando a mão do juiz para se dar melhor ainda!

      • Mario Souza

        Vamos citar exemplo prático neste momento. Meu irmão trabalhava na Prol aqui no RJ, prestadora de serviços para o estado, para o Detran. Tem um ano com o plano de saúde suspenso, 1 ano de se depósito de fgts e inss, sem conceder férias, sem fornecer vale transporte, sem conceder o vale alimentação, salários atrasados pelo menos em dois meses nesse ano, com dois 13 atrasados e agora no fim do contrato, mandou está. Paga os salários atrasados na rescisão em parcelas de 24x e mais nada. Daí tem que arriscar entrar na justiça sem vergonha que está aplicando a nova lei em processos de 10 anos atrás. Pega um juiz safado e está arriscado a pagar um ano de salário, multa, fgts, aviso para a empresa.

        • Sergio Quintela

          Mas do jeito que estava não dava. Geral entrava com qq pleito pq não tinha que pagar as custas caso perdesse. Risco zero. Resultado: enxurrada de ações trabalhistas de aproveitadores.

          • José Barbosa

            CANSEI de ver ação de gente ruim de serviço pedindo equiparação. Hoje teve um exemplo absurdo, mas que mostra nossa sociedade: o jogador Maicon entrou com uma ação pedindo horas extras, adicional noturno etc. O pior de tudo foi ver que numa bancada, apenas UM (e nem sei se foi só para polemizar) falou o óbvio: o cara assinou sabendo das condições. E o duro é que queriam equiparar a um trabalhador normal, como se quem ganha centenas de milhares de reais por mês pudesse ser comparado ao CLTista.

            • Mario Souza

              Tem dinheiro para pagar advogado que conhece as brechas das leis que nossos políticos inventam para complicar as coisas mesmo. Criam uma coisa que presta e duas para estragar a outra.

          • Mario Souza

            Quem inventa essas coisas são as próprias empresas. Fato. Os empregados terceirizados onde trabalho rezam para os contratos serem curtos pois quanto mais tempo demoram maior o calote. E o que o governo fez para diminuir os calotes dessas empresas. Na década de 90 na época do overnigth, a empresa terceirizada que eu trabalhava pegava p dinheiro pago para ela e aplicava naqueles juros exorbitantes e atrasava os salários de todos, o que o governo fez para punir as empresas? Errado tem para os dois lados, só não vejo preocupação em resolver esses problemas, mas o povo caloteiro estavam todos preocupados. A Vale deu o maior acidente ambiental do país, boatos citam que a barragem já vazava há muito tempo, entretanto como não dá em nada mesmo…mortes e cidades dizimadas, tem alguma lei sendo prevista para acabar com essas falcatruas???

            • Sergio Quintela

              na verdade o sistema antes estimulava uma avalanche de ações trabalhistas, então muitas empresas não se preocupavam em cumprir a lei, pois o processinho era certo posteriormente. Agora o caboclo vai pensar duas vezes em entrar com uma ação improcedente, e isto vai se bom para as empresas que cumprem a lei, pois sabem que terá menos ação trabalhista depois. Isto é bom pq sobra dinheiro pra investir tb. Previsibidade jurídica e de investimentos é sempre bom.

              • José Barbosa

                E o que na verdade era ruim, porque o bom trabalhador era cerceado dos seus direitos e era forçado a fazer um acordo perdendo parcela deles, ou aguardar o trâmite da ação sem ter recursos.

          • Francisco Helio

            “Se colar, colou.”

  • FrankTesl

    ou estão reajustando o valor da graxa, ou estamos diante de uma pequena revolução nesta política… a ver…

  • heliofig

    Simples. É só abaixar os impostos definitivamente, para todos os setores, e deixar o país crescer.

  • Antonio Di Pietro

    Blá blá blá.
    Logo vão arrumar alguma coisa para substituir.
    Mercedes e BMW já ameaçaram sair do País.
    E se liberarem as importações, aí mesmo que……

    • Fanjos

      By By apra as duas então
      Deixe o mercado se regular, o que mais precisa é de reforma tributaria e não benecias para os amigos do rei

      • Alexandre Maciel

        Exatamente.

    • Luis Carlos K.

      Podem sair, quem vai sentir falta?
      Te garanto que eles precisam do mercado brasileiro mais do que os brasileiros precisam deles.

      • Antonio Di Pietro

        Vai vendo.

        • MANUTENCAO LIGHT

          Afinal, nunca gostei de mercedes e bmw mesmo, com certeza que essas montadoras preciasam mais do nosso mercado que nos deles, pois se eles vendem carros baratos la fora e porque a remessa de lucro que vai daqui e satisfatorio para reduzir valores de seus carros por la…

      • Ferrari

        Quem trabalha lá, talvez?!

    • José Barbosa

      Chega a ser ridículo pensar que Mercedes ou BMW precisam de incentivos para vender seus produtos caríssimos no país.

  • rodpe

    É uma vergonha, incentivos e protecionismo para explorar o consumidor com produtos caros e baixa qualidade.

    E o que já era obsceno, perdeu totalmente a vergonha com o populismo industrial de Lula/Dilma.

  • Angelo Lucca

    O que mais me admira, é o fato de TODAS as empresas que atuam no BR, tem suas matrizes fora daqui… Lá elas oferecem muito mais tecnologia e quase sempre a menores preços. Porque raios não podem fazer o mesmo aqui? Eu acredito em uma forte razão: Cartel (leia-se ANFAVEA) que nivela por baixo o que deve ou não ser vendido pra nós e em qual preço. Qualquer montadora que tenta entrar aqui e não se filiar à ela, é simplesmente limada do mercado. Parece algo como a ANATEL com as teles: Fizeram um conchavo tão grande que dividem o mercado entre elas, e qualquer outra empresa de telefonia que queira entrar aqui é exposta a tantos entraves que acaba desistindo, como se esses entraves fossem algo que servisse para melhorar o serviço, mas ocorre nitidamente o contrário: nivelam-se por baixo.

  • Andre Henrique Melo

    O Brasil não e capitalista? Esses incentivos na pratica no bolso final do comprador não tiverem efeitos práticos. Os que passaram estão ate hoje sobre investigações na justiça.Paliativos. Reorganize o sistema tributário na federação e crie regras contra os cartéis das montadoras e autopeças.Abra mercado para importação cobrando taxas de mercado.Nada como uma competição de mercado para alegria do bolso.

  • Benjamin Machado

    Nao precisaria de incentivo se tivesse uma reforma tributária.e mesmo assim as montadores tem lucros exorbitantes.

  • Jefferson Ferreira

    Quanto mesmo o governo se intrometer melhor, porque quando o faz é para tirar partido das montadoras! Um mercado que é fechado e cartelizado não precisa de incentivos, pra quem não tá bom que faça as malas e vá embora!

  • SK15

    Bem a única coisa que de fato nós interessaria eram carros mais baratos tanto faz a forma das “regras”, mas nada esta abaixando e sim ficando cada vez mais caro a cada lançamento o preço esta pior, pelo menos pro meu bolso pq pelos números estão vendendo mais, penso até que ponto nosso pais é rico ou essas montadoras aguentam essa escalada nos preços.

  • Erick Terto

    Antes do Inovar a KIA vendia seus Ceratos e Soul’s igual água no deserto, foi colocar a sobretaxa e o carro que custava 50 mil subiu para 70 em questão de dias. Espero que as montadoras de importados aproveitem a falta do IPI majorado e enviem o máximo de navios a partir do dia 01 para encher os estoques e venderem o tanto que puderem até o dia que voltarem com a palhaçada.

    • Mario Souza

      E eu achando que o problema do Cerato foi ter ficado ultrapassado com um motor 1.6 sem vergonha!

      • Erick Terto

        No Brasil motor velho e ultrapassado nunca foi problema, até porque o povo não olha dentro do capô. O que o povo quer ver é plástico e suspensão elevada. O problema do Cerato foi o aumento dos preços pois na época (e até hoje) não apareceu nenhum concorrente mais moderno que justificasse a perca nas vendas e se tomasse o posto de 3° sedã médio mais vendido.

      • Dario Lemos

        Tenho um ponto de vista diferente, acho que o motor 1.6 não seja adequado ao gosto do consumidor brasileiro pois considera “manco” um carro do porte do Cerato equipado com ele. Para mim, ultrapassados são os motores que a GM equipa em seus carros, à exceção do Cruze.

        • Mario Souza

          Mas o problema não é o motor ser 1.6, e sim a qualidade do motor. Aconteceu o mesmo com o i30, matou o carro com um motorzinho fraco, e agora voltou a um 1.8 melhor que o anterior.

        • José Barbosa

          Por favor, explique como um motor que está dentro de parâmetros médios do mercado pode ser considerado ultrapassado.

  • Antonio Lima

    Que beleza, seeeeeegue o jogo…….

  • Edson Fernandes

    Eu achei o titulo um tanto click bait…rs

    Pois a “retirada de incentivos” em verdade é que irá dessa vez RETIRAR os aumentos percentuais que eram do INOVARAUTO e agora não terão incentivo de desconto e COTAS que eram impostas.

    Ou seja, dessa forma, está mais livre de comércio. Não se tira o IPI normal como nunca tirou (teve redução deste) mas na pratica todas saem ganhando inclusive as representações que trazem apenas produtos importados.

  • Danilo

    Esses importadores devem estar igual eu na Black Friday, esperado dia 31/12 as 11:59 pra lançarem os pedidos ás grandes produtoras de veículos mundo a fora. Até que se tenha uma lei regulamentando, o comércio está livre (pelo que eu entenda). Vai chover Kia e Chineses em promoção em Janeiro, kkkkk.

  • Diego

    Comprar carro no Brasil é uma grande dor de cabeça, começa por ter que aturar alguns vendedores pilantras, depois ter que arcar com uma série de tributos e custos ( seguro, manutenção, depreciação…. ), tudo isso para ter um veículo simples sem muita tecnologia.

    Juntos IPVA e Seguro de um veículo de entrada ( denominar como popular é ironia em nosso mercado ) gasta-se mais de 5 mil Reais por ano, esses dois custos estão desestimulando várias pessoas que conheço a comprar um veículo zero km, simplesmente pela nossa realidade podem estipular as metas que quiserem, temos que mudar tudo com uma reforma tributária, antes disso nosso mercado continuará deste jeito vendendo poucas unidades para pessoa física, incluindo o badalado ônix que tem mais de 55% das suas vendas para pessoa jurídica,. se analisar o consumidor em potencial estamos cambaleando, algo estrutural tem de ser feito.

    • Bob

      Eu tenho condição de comprar qualquer carro à vista. Porém o meu carro é uma sororoca 2001, a diesel, não paga mais IPVA no Rio. Carro de ogro. Ninguém nem me pede dinheiro no sinal. PMJ.

  • Hodney Fortuna

    Tem muito bobo que acredita que esse Rota 2030 vai tornar os carros mais baratos! Esperem sentados! Em 2030 vamos ver Mobi (se ainda existir) sendo vendido por 100 mil reais no mínimo!

  • Bob

    Ain, se não me derem incentivos eu vou embora, ain vou fazer bico, ain, vão cortar empregos… Por favor, honrem a palavra e saiam. Tem outras empresas querendo abocanhar esse mercado molezinha daqui.

  • Sergio Quintela

    youtu. be/CyIji0kieRk pq os produtos brasileiros são mais caros?

  • Vinicius Maciel

    o povo torce para que nao haja mais incentivos para industria e nem para a automotiva. queremos um mercado aberto, com baixa inflacao e juros no chao, a fim de que o povo fique melhor

  • Conferente Rafael

    Na verdade o que precisamos a exemplo dos Estados Unidos da América é corte nos impostos, planos de demissão forçados para servidores públicos improdutivos e estabelecimento de carga tributária máxima de 10% para produtos nacionais e 20% para importados!

  • Conferente Rafael

    A indústria automotiva “Brasileira” numa condição de impostos favoráveis ao consumidor existiria sim e existem exemplos como o México, país de características econômicas e sociais semelhante ao nosso, mas não tão rico em questões naturais.

  • Marcus Vinicius

    As montadoras só se esquecem que no ano que vem tem eleições no país o Rota 2030 poderia ser implementado diga se melhorado os Estados brasileiros produtores de automóveis poderiam conceder os seus próprios incentivos fiscais para não depender tanto de brasilia !

  • JCosta

    Ótimo. Precisamos de menos mamadeiras e mais produtividade.

  • Alexandre Maciel

    “… gerar previsibilidade e segurança para que o elenco possa atuar de melhor forma nos próximos 15 anos …”

    Boas ou ruins, as normas gerais estão postas. Não há que se falar em previsibilidade ou, menos ainda, segurança quando se trata de concessão de benefícios EXCEPCIONAIS em razão de cumprimento de metas. Acho interessante como toda publicação sobre o tema traz o verbete segurança como se atualmente a legislação tributária já não previsse todos os custos incidentes na cadeia produtiva.

    Honestamente, virem o disco.

  • FocusMan

    Sem incentivos a industria nacional ira fechar. O mercado ira encolher. Não temos condições de competir com os chineses

    • Cosi fan Tutti

      Renúncia fiscal pra ter qual retorno? Tecnicamente não nos ajuda. Não somos mais desenvolvidos por isso. Não temos know-how, não temos marcas nacionais. A quem esta beneficiando estes “incentivos???

  • Ulisses

    Não precisa aumentar o imposto do importado para favorecer a indústria nacional. Basta reduzir o imposto do carro nacional. Simples assim. Agora, uma anta corrupta como o mantega jamais iria propor tal “absurdo”. Deu no que deu, nos anos iniciais dos 35% a indústria nacional caiu para patamares produtivos de uma década atrás. Palmas. Preço de carro zero é entre 20 – 50 salários mínimos pra ser decente. Mais que isso é exagero. Nós somos o país dos exagerados.

  • Danillo Santos

    Tema interessante e que fomenta um debate intenso. Porém, a metáfora lenga-lenga de comparar o quadro do mercado automobilístico atual a uma novela foi longe demais, tornando a leitura cansativa, enfadonha e cheia de clichês. Se houvesse previsões sobre os meses de transição entre Inovar-auto e Rota 2030, ainda que meramente especulativo; seria mais divertido e enriquecedor

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 12 anos. Saiba mais.

Notícias por email