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Na Argentina, novo Renault Duster terá motor 1.3 turbo

Na Argentina, novo Renault Duster terá motor 1.3 turbo

Diferentemente do Brasil, o mercado argentino já irá receber o novo Duster com a opção de motor 1.3 turbo (que foi desenvolvido através de uma parceria com a Mercedes-Benz) e tração 4×4. A confirmação veio pelo CEO da Renault Argentina, Pablo Sibilla, em entrevista ao portal Carsdrive. Por lá, a configuração deve chegar no segundo semestre deste ano.


No Brasil, o novo Renault Duster chega às lojas com motor 1.6 aspirado e tração dianteira. Ainda assim, a montadora francesa deve disponibilizar o 1.3 turbo no mercado brasileiro, porém bem depois dos nossos hermanos.

Curiosamente, o Duster que vai para a Argentina será produzido no Brasil (em São José dos Pinhais – PR), ou seja, isso aumenta as expectativas de o motor ser oferecido por aqui. Esse novo conjunto mecânico pode estrear no novo Captur, que deve trazer ainda algumas mudanças estéticas.

Na Argentina, novo Renault Duster terá motor 1.3 turbo

De acordo com o Carsdrive, a Renault sempre quis disponibilizar um utilitário esportivo 4×4 mais em conta no mercado argentino.

No Brasil, o novo Duster chega em quatro versões. São elas: Zen 1.6 MT (R$ 71.790), Zen 1.6 CVT (R$ 77.790), Intense 1.6 CVT (R$ 83.490) e Iconic 1.6 CVT (R$ 87.490). Em breve, a montadora também disponibilizará uma versão Duster Life 1.6 CVT, para o público PCD (Pessoa com Deficiência).

O SUV estreia com visual que lembra a versão vendida na Europa, pela Dacia. Entretanto, em nosso mercado ele vem com algumas mudanças no design. Os faróis com luzes diurnas em LED estão mais envolventes e a Renault também atualizou o desenho do para-choque. Na traseira, as lanternas quadradas lembram bastante a do Jeep Renegade.

Na Argentina, novo Renault Duster terá motor 1.3 turbo

Ele cresceu cerca de quatro centímetros, passando a ter 4,376 m de comprimento, 1,832 m de largura, 1,693 m de altura e distância entre-eixos de 2,673 m. O porta-malas é de 475 litros.

No interior, chama a atenção o novo painel e a central multimídia Easy Link com Android Auto e Apple CarPlay.

[Fonte: Carsdrive]

Darlan Helder

Darlan Helder

Natural de São Paulo, é jornalista e fotógrafo. Escreve na internet sobre o universo automotivo desde 2011

  • Eduardo Vargas

    Por aqui, surgirão desculpas de que não é oferecido por questão de posicionamento de produto (visando estreia do propulsor no Captur), enquanto, na verdade, não passa de redução de custo em prejuízo ao consumidor. Lamentável! Poderia se tonar um produto de grande atratividade pelo custo x benefício…

  • Eduardo Vargas

    Por aqui, surgirão desculpas de que o propulsor moderno ainda não é oferecido por questão de posicionamento de produto (visando estreia no Captur), enquanto, na verdade, não passa de redução de custo visando maximizar lucros em prejuízo ao consumidor. Lamentável! Poderia se tonar um produto de grande atratividade pelo custo x benefício…

  • Borges

    Acho q querem desovar esse motores 1.6 antes de oferecer o motor turbo.

    • Cesar

      Não existe isso.
      Fabricante nenhum trabalha com estoque alto de componentes.

      • Josimar Genm Tavares

        Aliás nem faz sentido, desovar? O carro acabou de ser lançado, isso é safadeza mesmo, uma vez que o mercado argentino é bem menos que o nosso, e para piorar está num recesso pesado, só retração atrás de retração, enquanto aqui estamos crescendo, tomara que perca mercado

        • th!nk.t4nk

          Fazem desova de maquinário e de contratos com fornecedores, repassando o pepino pra outras unidades no mundo. Mas nesse caso nao tem sentido mesmo. O lance é que no Brasil sempre tomam a atitude necessária pra economizar ao máximo, pois sabem que o consumidor aceita a safadeza e ainda elogia (“motor bom é o aspirado, porque desde 1900 confio nesse 1.6 da Renault e bla-bla-bla”).

      • Leonardo Carneiro

        O motor 1.6, de origem Nissan, é um excelente maquina. Econômico e com bom torque. O motor turbo seria uma boa pedida para versões superiores mas encareceria o valor final do produto, fora os outro problemas mecânicos inerentes. Tive recentemente um UP! TSI Speed que era uma uma maravilha até eu descobrir que o motor sofria com nossa gasolina (falha nos bicos) e a ovalização da entrada dos gases da turbina. Trocaram na garantia. Hoje tenho um Kicks que por sinal é o mais econômico entre os pseudos-SUV.

        • Eric PB

          Porem na Renault este motor de origem nissan não consegue ter os mesmos níveis de eficiência (nao sei o pq). Outro detalhe é que motor turbo é tendência mundial, se não estivermos dispostos a novidades ainda seriamos reféns de jurássicos 4cc 2.0, 2.5 por aí vai. Eu tive 1.6thp e só alegria, assim como hj tenho um fusion turbo e nao me arrependo. No caso do Duster se o 1.3T viesse por uns 4-5mil mais caro que os 88k praticados pelo 1.6 teríamos um carro completo, com estilo parrudo, turbo por 93mil. Bem abaixo do tracker ltz (100k) com motor 1.0 ou o premier (112k), sem falar de tcross entre outros turbos.

    • Edson Fernandes

      O numero maior de vendas continuará sendo o 1.6. Não faz o menor sentido retira-lo da linha. Ele será uma versão e terá complemento da versão 1.3 turbo.

  • Rodrigo

    Essa é a vantagem de não ter carros Flex nem 27% de etanol na gasolina.
    Aqui precisa passar por calibração, homologação e isso leva mais tempo (e consome muito dinheiro).

    • Josimar Genm Tavares

      Faz sentido mesmo, assim como a legislação brasileira que impede venda de carros (de passeio, e com carga útil inferior a 1T) movidos a diesel. Tipo Ford F-150, Ram 1500 e Jeep Wrangler não possuem capacidade de carga de 1T movidas a diesel (lá nos EUA priorizam a capacidade de reboque), e quando vem pra cá, são a gasolina (tem que fazer todo esse processo de homologação) ou tem que fazer algum ajuste para usar diesel, mas a questão é que essa legislação impede a chegada de muitos carros aqui

      • Cristiano

        Na verdade se for 4×4 com reduzida (ou algo que simule isso, que começou a ser aceito, como uma primeira muito curta ou controle eletrônico), pode ter motor diesel. Masa que o percentual de etanol ou não ser flex atrapalha, não tenha dúvida.

    • th!nk.t4nk

      Se o Mercosul fosse um bloco comercial sério e real, isso poderia ser padronizado na América do Sul toda. Cortaria muitos custos e facilitaria a integração entre os membros do bloco. Mas nao… Tudo tem que ser diferente e exclusivo nos países da regiao, desde o formato da tomada até o combustível.

      • Rodrigo

        Mercosul sempre vai ser uma European Union wannabe.

    • Piston head

      Que isso amigo, se não for flex o cliente dinâmico, aquele que pesquisa tudo e todos, não aprova. A imprensa tb não curte monofuel, não pode…

      • Rodrigo

        Entendo, não estou criticando o sistema Flex (eu mesmo não compro mais carro só a gasolina), é só pra esclarecer uma situação.

        • what_the_hell??

          Acho que ele falou em tom irônico!! Afinal, a imprensa nacional exige carros flex mesmo sabendo que os carros flex acabam não tendo rendimento bom em nenhum dos 2 combustíveis! E tenho minhas dúvidas se os carros monocombustíveis não aguentam os 27% de álcool!

          • Piston head

            You got it!!

  • Cesar

    Acho que o povo não lêem direito as matéria e caem direto nos comentários.
    Vou tentar ajudar:

    “Diferentemente do Brasil, o mercado argentino já irá receber o novo Duster com a opção de motor 1.3 turbo (que foi desenvolvido através de uma parceria com a Mercedes-Benz) e tração 4×4. A confirmação veio pelo CEO da Renault Argentina, Pablo Sibilla, em entrevista ao portal Carsdrive. Por lá, a configuração deve chegar no segundo semestre deste ano.

    Segundo semestre deste ano. Provavelmente a mesma época que chegará aqui.

    • Bill Waishington

      Exatamente, a preguiça mental desse povo é incrivel.

    • Allifen Marques

      Li em algum site que chegaria só em 2021 esse motor, por isso a “revolta” de algumas pessoas

      • Cesar

        Esse motor será fabricado aqui lá na fábrica no Paraná que inclusive é uma das poucas fábricas da Renault fora da França que tem condições de fazer um motor inteiro.

      • Fabrício Sanches

        Revoltinha da estrela, o da Argentina é igual ao dos outros mercados, o nosso tem que ser feita adaptação pra ser flexível, o que gera gastos e leva mais tempo pra homologação. Esse povo tem preguiça de usar o cérebro.

    • Dado

      É exatamente isso Cesar. Porém o NA preferiu usar uma manchete chamativa e dar informações vagas e ser sensacionalista em busca de visualizações e comentários estúpidos.

      • Edson Fernandes

        Concordo, essa chamada não foi legal.

    • Edson Fernandes

      Eu já acho que a escrita e chamada da noticia pode trazer engano aos leitores. Se “já vai chegar” a Argentina mas é somente no segundo semestre, então não será imediato tbm….

      E me incomoda “a parceria” já que esse motor é inteiramente Renault sem participação da Mercedes.

      • Cesar

        Edson,
        Acho que se enganou. Não é uma parceria.
        Esse motor foi desenvolvido por ambas as empresas.

    • vicegag

      Li também “Ainda assim, a montadora francesa deve disponibilizar o 1.3 turbo no mercado brasileiro, porém bem depois dos nossos hermanos.”

    • what_the_hell??

      Segundo as matérias mais recentes que li, a previsão desse motor (1.3 TCe) chegar aqui no Brasil será só em 2021!

  • Jacarandá Mimoso

    Opa…
    O Duster vendido na Argentina não é o brasileiro. É colombiano.

    • Raphael P

      Na Colômbia é feito em CKD vindo do Brasil.

      • Daytona

        K.O.

      • Leonardo Carneiro

        Putz! Não sabia.
        Muitas vezes nos diminuímos sendo que nossos vizinhos nos vê como referencia. Em 2000 visitei Cusco, no Peru, e tive a oportunidade de conviver com estudantes de engenharia e pude comprovar a admiração que eles tem pelo Brasil.

  • Chap

    Aqui no Brasil esse powertrain ficará restrito ao Captur facelift e entregará 150 cv.
    O plano é atuar em duas frente para não haver fogo amigo.
    O Duster fica do jeito que está (apenas com o 1,6 aspro) como opção a compactos aventureiros e o Captur posicionado para competir com os crossovers do segmento.

    • Cesar

      Basta limitar a potência do motor.
      Assim você teria um Duster 1,3 T com 130 cv e um Captur com 170 cv.

      • Pablo Henrique

        Iria encarecer o preço do Duster. Ele explicou justamente que a manutenção do 1.6 no Duster é para não deixá-lo tão próximo do Captur

    • Rogério R.

      O que estou apostando que acontecerá aqui é que Duster 2 e Captur 1 fase 2 terão o motor turbo, mas a versão 4×4 será oferecida somente para o SUV mais caro. Na Rússia existe o Captur 4×4.

  • Douglas

    O fim do motor 2-litros me lava a pensar sobre o futuro do Sandero R.S.
    Será que receberá o 1,3 turbo?

    • Rogério R.

      Pelo que andei lendo no site El Carro Colombiano, o Duster 2021 que será feito na Colômbia ainda terá versões equipadas com o 2.0 litros, além que a Oroch também é equipada com esse motor. Portanto, para mim o Sandero RS 2.0 vai durar até 2022/23, quando provavelmente será lançada aqui a 3ª geração do hatch aqui.

    • FREDRED

      Olha sinceramente sendo proprietário de um Rs eu espero que a Renault não faça isso, o F4r é um tanque de guerra, perfeito para uso soviético, manutenção extremadamente barata, nunca vi relatos de quebra, por exemplo: a linha Tsi da Volkswagen já escuto o contrário, eu não usaria um carro da linha Tsi do mesmo modo que uso o RS, sem demagogia e exageros.

      • omaisbanidodona

        Realmente os MOTORES RENAULT estao muito a frente dos motores VW ,basta ver na formula 1 que os motores RENAULT foram 7 x campeoes . Esses motores TSI ja estao virando BOMBA segundo varios especialistas ( especilistas reais mesmo)

      • Luis

        Problema é a legislação de emissões de poluentes, esse motor eles encheram de catalizadores e o escambau. Muito provável que deixem de fabricar.

  • Rogério R.

    Curiosamente, o Duster que vai para a Argentina será produzido no Brasil (em São José dos Pinhais – PR)

    Pelo que leio em sites argentinos e colombianos, atualmente o Duster vendido na Argentina é o colombiano fabricado na Renault-Sofasa e não mais o brasileiro.
    O site Autos Segredos diz que a Renault do Brasil vai antecipar a produção do novo motor turbo para início de setembro deste ano e que talvez o Duster 2021 brasileiro estreie esse motor, mas segundo o mesmo site o SUV não terá mais a versão 4×4. Mas um fato curioso é que no site El Carro Colombiano diz que poderá haver versões do Duster 2021 feito lá equipados ainda com o motor 2.0 F4R.
    Li no Autoblog Argentina que o Sandero RS 2020 importado do Brasil será lançado lá nesta semana. Pelo que vejo em canais do Youtube, atualmente a versão esportiva é exportado somente para o México.

  • Edson Fernandes

    AHHHH pronto!!! PARCERIA com a Mercedes? Não….

    Me desculpa… ta totalmente errado isso.O que a Mercedes faz é USAR o motor Renault nos carros dela. Em NADA as peças do motor tem a ver com Mercedes. Nem mesmo tecnologia.

    • Cesar

      Edson,
      Esse motor foi desenvolvido por ambas as empresas.

    • Rogério R.

      Já li que o motor 1.3 TCe nasceu do HR12 turbo da Renault-Nissan com a ajuda da MB.

  • RicardoVW

    Hahaha

  • Josimar Genm Tavares

    Renault, sempre cagando pro Brasil.

  • Bruno Pires

    Brasileiro é otário mesmo, aceita qualquer coisa, então pra que lançar o 1.3 turbo aqui? Melhor deixar isso para lá.

  • Natanael Garcia

    O engraçado é que la nem esta vendendo nada.

  • paulo sergio berezovski

    aí quem comprar o 1.6 vai ficar com um carro defasado e ter dificuldade pra vender depois

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