
A Nissan Frontier produzida na Argentina acabou da mesma forma que a produção da picape média da marca japonesa no país vizinho, porém, sua história vai continuar.
Segundo o site americano Pickup Truck for All, em visita à fábrica da Nissan em Aguascalientes, no México, a montadora japonesa teve que assumir novamente a produção da Frontier devido à demanda.
A empresa teria percebido que a região da América Latina ainda demanda um produto regional e este será uma atualização da atual geração da Frontier, que voltou a ser feita por lá.

Essa atualização já foi mostrada parcialmente em um teaser, com a frente amplamente modificada e que, de certo ângulo, até lembra a ideia de revitalização do Kicks antigo que se tornou o Kait.
Mas sem mudar de nome, a Frontier mexicana retornará ao mercado brasileiro e também ao argentino no começo de 2027, com os dois principais mercados da América do Sul estreando o produto.
A Nissan revelou que a Frontier atualizada terá duas opções de suspensão traseira, sendo as versões mais baratas e de trabalho com feixes de molas semielípticas como antigamente.

Já as versões mais caras e refinadas manterão as molas helicoidais e o sistema five link para maior conforto e estabilidade, permitindo assim que a Frontier atenda todos os consumidores.
Isso significa que a quantidade de versões será maior que a anterior, assim como se sabe que o conteúdo também aumentará com novas tecnologias. Espera-se adição importantes em sistemas de segurança e conectividade.
Após Brasil e Argentina, seguem então México e outros países, mostrando que ambos os mercados daqui são os mais importantes para o produto da Nissan, regionalizado seguindo a estratégia global da marca.

A empresa afirmou que a nova geração baseada na Mitsubishi Triton não será servida no Brasil e região por conta da presença desse produto na marca dos três diamantes, gerando assim uma concorrência com um parceiro.
Os executivos mexicanos também confirmaram que a Nissan Frontier Pro chegará ao Brasil, Argentina e região, mas somente na versão PHEV a gasolina, formando assim uma dupla com o modelo tradicional.
Dessa forma, a Frontier mexicana atenderá aos consumidores tradicionais e a chinesa aos que buscam tecnologia, indicando que esta provavelmente seguirá como um produto importado.
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