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Nissan Sentra 2017 começa a ser vendido no Brasil no próximo dia 20

nissan sentra sr 2016

Protagonista do mais recente comercial da Nissan, o novo Sentra já tem data marcada para fazer sua estreia nas concessionárias da marca no País. A linha 2017 do sedã médio começa a ser vendida na próxima sexta-feira, 20. Além do novo visual, o modelo recebeu mudanças no interior e novos equipamentos desde a versão mais básica.

Do lado de fora, o Nissan Sentra perdeu parte do aspecto de “tiozão” para dar lugar a linhas mais agressivas, em especial na parte dianteira da carroceira. Lá, o modelo adotou com formato tipo bumerangue, projetores e LEDs, grade “V-Motion”, capô com novos vincos e para-choque redesenhado. Há ainda novas rodas de liga-leve, para-choque traseiro com novo formato e lanternas traseiras com novos elementos internos e iluminação em LED.

Por dentro, há um novo console central, volante redesenhado, novo painel de instrumentos e detalhes de acabamento em preto piano.

nissan sentra 2016 reestilizado 8

OBS.: Retiramos as informações sobre versões, equipamentos e preços, pois a Nissan entrou em contato conosco informando que o site da revista Quatro Rodas publicou as informações antes do prazo sem autorização da marca. O lançamento será no dia 20 e o NA estará presente trazendo todos os detalhes, impressões ao dirigir e vídeo.

nissan sentra 2016 reestilizado 16

O motor do novo Nissan Sentra é o mesmo da linha anterior, um 2.0 litros flex aspirado de quatro cilindros, que rende até 140 cv e 20,3 kgfm, com transmissão automática Xtronic CVT.

Galeria de fotos do Nissan Sentra 2017





  • Mr. Car

    Para ficar melhor ainda, aguardo por uma versão Unique como foi a de 2012, com um arrasador interior monocromático bege, he, he! Com aquele interior eu até perdoava o pecado do “preto funerária”, a única cor de carroceria disponível para ele.

    • afonso200

      amigo a Unique foi feita agora em 2015 na atual que esta sendo vendido

      • Mr. Car

        Estou falando da de 2012, que era uma edição limitada com apenas 300 exemplares.

        • Edson Fernandes

          Mas a Unique atual é nesses moldes citados por ti…

  • meneghelli1972

    Continua bonito más10k de aumento na versão de entrada fica difícil.

    • Pacheco

      Não sei nessa geração, mas o anterior tinha um problema de peças e revenda que atrapalhava muito o mercado para ele.

      • Ganderlan Ferreira

        O problema de peças e os preços abusivos continuam. Isso que desanima comprar um Nissan.

        • Pacheco

          Conheço uma pessoa que teve um Sentra S (aquele do comercial musical) e por causa das buchas do eixo traseiro, precisou trocar ele por completo. A bucha não troca separado e no final o custo saiu absurdo. Amava o carro, mas vendeu pq cada manutenção era um infarto.

    • Leonel

      Só que bem melhor equipado e automático. Enfim, ao menos o aumento “se justifica”.

    • Hiboria

      Continua compensando os tradicionais do mercado. Se conseguisse segurar o preço seria sucesso, eu compraria um.

  • Caramba… que aumento que é esse? De qualquer forma, intervenções pontuais, mas de bom tom: o efeito visual foi bem positivo.
    O Sentra continua com um problema para o meu gosto: o comportamento dinâmico proporcionado pela união do motor (que já é dos mais fracos da categoria, só ganhando do Cruze atual) com o câmbio CVT tradicional é muito anestesiado. É um caro com bom conteúdo, mas que é feito para uma tocada bem conservadora.
    No mais, com essa nova tabela de preços, vai perdendo o apelo de ótimo custo x benefício. Vamos ver como reage o mercado. Se bem que a nova leva de sedãs médios da concorrência está prometendo preços absurdos.

    • Wellington Myph13

      Tudo esta prometendo preços absurdos… E pra ajudar aquela coisa esta tentando com unhas e dentes se manter no poder, o que só piora a nossa situação perante ao resto do mundo. Isso aqui já virou piada faz tempo, agora então…

      • HenriqueHJ

        então se prepara para o preço do kicks. pois hoje fazendo a revisáo do versa da minha esposa e conversando com os vendedores. o kicks que vem do méxico são todos top de linha SL de acordo com o vendedor o carro vem na faixa de 90 mil. pois vão colocar o SL top de linha contra a versão intermediaria do HR-V.

        e o sentra deve ter aumento de 1500 a 2000 pois virá já como modelo 2017. enquanto as versões CVT do march/versa tem previsão de aumento de 5000.

        essa são as informação que eu obtive dos vendedores.

        • Wellington Myph13

          Imagino… Sei que o Kicks SL vem caro por tudo que “enfiaram” nele… Afinal, qualquer SUV compacto top de linha esta nesse preço já…
          Agora ele vai ter preços dentro da “realidade” nas versões S e SV, começando em 65 mil com cambio manual e 69.900 o CVT.
          O CVT esta cotado pra vir entre 4~5mil, e ainda acho “bom” pois o March SV por exemplo começa em 46.890,00 + 5000 = 51.890,00 que é mais barato que o Etios 1.5 que ainda fica devendo rodas de Liga-Leve, Controle de Som no Volante e Faróis de Neblina… Isso sem esquecer que Nissan tem boas negociações, sendo bem provável conseguir tirar um March SV CVT por 48-49mil…
          Os carros atuais em linha tem “tempo” pra subir, e boas negociações de carros parados em pátio. O que esta prometendo vir cada vez mais caro sãos os novos, como o Cruze, Civic e até mesmo o Kicks se só trouxerem de cara a versão Top de linha e deixarem pra vender as demais só quando nacionalizar, ai eu acho que o Kicks vai ficar com a imagem queimada…

          • HenriqueHJ

            isso mesmo vendedor disse que versões mais baratas somente quando for produzido no brasil, que ocorrera em dezembro ou janeiro.

            • Wellington Myph13

              Isso é dar tiro no pé. Espero que esse vendedor seja pouco entendido do assunto como 90% dos vendedores de carro são, kkkk

          • Edson Fernandes

            Poxa achava que o March SV já contemplava o controle de som no volante(ainda que superfluo isso) e os farois de neblina (considero item de segurança). Sem o farol de neblina não tem jeito. Não a toa penso na versão SL. Mas como vc disse, se o SV chegar a 51000 e o SL a 55000, esqueço do March.

            Queria mas nao terei um compacto automatico pelo jeito. Mas preciso rodar no Etios.

            • Wellington Myph13

              Você entendeu ao contrário, kkkk. Quem fica devendo isso é o Etios.
              A SV já tem faróis de neblina, comandos no volante, rodas de liga e computador de bordo.
              O March SL só adiciona “mimos”.
              O Etios só tem isso na XLS que custa 58mil. E ao menos na minha cidade, o Etios tem 0 de negociação…
              E como disse o colega que me disse que já teve at4 e at6, que mesmo at4 bem acertado, em casos de retomadas básicas no trânsito do dia a dia, a menor quantidade de marchas atrapalha um pouco…

              • Edson Fernandes

                Bem, te digo por mim mesmo. Sem duvida eu prefiro um cambio AT6 do que um “acertado” AT4.

                Tem buracos porque o cambio precisava ter acerto para conforto, suavidade nas trocas e redução de consumo. Isso quer dizer que o cambio precisa rodar em baixos giros e qdo necessário (a depender da pressão no acelerador) manter um giro mais alto ou segurar a marcha.

                Acontece, que em algumas situações, há buracos devido a atender a um tipo de necessidade. Por exemplo… se vc está rodando numa boa e precisa acelerar, tirar o pé e acelerar, pode haver buraco a depender do trajeto. Um cambio de 6 marchas pelo menos dos que eu andei dirigindo atualmente, faz isso com maestria. O que eu mais passei raiva e nunca compraria seria um Jetta 2.0 flex.

                Tirando ele, o restante está bem calibrado. Mas a culpa no Jetta é do motor e não do cambio. Mas perceba que o Jetta a 40km/h (2.0 flex) já está em quinta marcha. Ao acelerar, ele pode relutar em jogar a marcha mais forte (aí que eu passei raiva porque o cambio procurou a melhor marcha e me parece que a ideia não era levar ao limite de giro e por isso criou a relutancia… sendo que eu queria o limite).

                Agora…. é claro que eu falando isso, pode parecer exagero até porque os buracos de um cambio de 4 marchas serão encontrados em situações de menor uso no dia a dia (eu tive um carro assim). De 80% era numa boa, mas os 20% que precisavam de não ter esses buracos eu sentia falta de uma marcha adicional (e aí vai aquela coisa, o carro está na marcha mais alta e reduz para uma menor e “grita”).

              • Edson Fernandes

                Os mimos devem fazer a diferença…rs

                Espero que a Nissan coloque desde a SV o controlador de velocidade. Se colocar, ele pode ser candidato desde que eu consiga o milagre de encontrar por volta de R$45000 a R$47000. Caso não encontre, será no mercado de usados mesmo.

                Mas precisarei dirigir tanto o March qto o Etios.

        • cepereira2006

          Pôxa, 90 mil com motorização 1.6 aspirada tá puxado, ainda que seja top de linha.

          • Ricardo

            E o que dizer de 100 mil com motorização 1.8 aspirada do hrv?

            • cepereira2006

              Também é caro, mas ao menos tem um motor mais adequado ao porte do carro.

            • Rômulo M.

              Mas “pelo menos é um Honda”, o “carro que não desvaloriza”. Nesse aspecto acho que a Nissan subiu muito no salto, tem vários pontos que ela deveria ver na sua atuação no Brasil antes de se equiparar à uma Honda ou Toyota, como a rede de concessionários, disponibilidade de peças e desvalorização dos seus carros. Bem ou ruim todo mundo sabe que entre as japonesas a Nissan é a com menos status no Brasil, ela só se destaca pelo custoxbeneficio

              • Aqui no EUA pelo menos na região que eu moro vejo muito mais Toyota,nissan e Hyundai na rua do que Honda

    • Darwin Luis Hardt

      meu amigo tinha o sentra antigo, acho que é o mesmo motor ainda e era CVT tambem, ele respondia mais rápido que o corolla 2.0 AT 4 marchas do meu pai. E era bem veloz, fora que o cvt não deixava o carro lento como muitos dizem, basta saber usar o câmbio que ele fica praticamente igual um AT normal. Pois ele também geralmente vem com modo Sport e aí tudo se resolve.

      • Pacheco

        No teste do Acelerados, o cambio matou o carro. Ele é projetado para economia e uma condução mais conservadora. O Corolla com o cambio mais esportivo e o Civic com o automatico convencional colocaram ele no Bolso.

        • Darwin Luis Hardt

          ele pode não ser tão esportivo quantos os outros mas muita gente reclama como se fosse um lixo por causa disso. Eu acho um excelente câmbio, e se quiser ultrapassar, só pisar, motor ele tem

          • Pacheco

            Então, o problema que mostraram no Acelerados foi exatamente esse. Voce acelera, ele joga o giro pra cima e parece que segura o carro. O CVT do Corolla e HR-V fazem uma simulação de marcha que reflete em maior desempenho. Acredito que falte a Nissan dar uma apimentada nele para torna-lo mais atraente. Só colocar uma tecla S e pronto.

            • João Cagnoni

              A simulação de marchas do Corolla é feito puramente por marketing, pois tem gente que não gosta do barulho e comportamento do CVT. Mesmo sem as marchas simuladas, é um câmbio eficiente tanto em desempenho quanto consumo, basta ver modelos esportivos que já foram equipados com este câmbio (outros não foram pelo mesmo motivo do Corolla, imagina que ridículo o barulho de uma Ferrari CVT).

              • Pacheco

                Mas foi isso que deixou o carro mais interessante. Simulou as marchas, deu uma melhor resposta na pista e sabemos que o carro atende bem na questão consumo.

                • João Cagnoni

                  Quero dizer que a melhora é placebo, não se reflete em menor tempo na pista.

          • Rafael

            Meu pai tinha um Sentra anterior Manual. Ele andava muito bem, mas muito bem mesmo. Depois andei num Cvt de um primo e apesar do desempenho não ser tão brilhante como o manual, tá longe de ser ruim. Dirijo com frequência o Civic AT 2.0 e não vejo tanta diferença não. Sinto maior torque no Sentra logo já saída. Já o Civic anda mais, pouco mais, mas quando você pisa tudo.

            • MauroRF

              Rafael, eu dirigi o Civic 2.0 em test-drive dia desses e não achei tão fraco não. No dia a dia, o que tem achado do Civic? É uma condução “prazerosa” na cidade, por exemplo, ou é um carro cansativo, que tem que ficar pisando muito para andar bem, ou se pisar, digamos, “médio”, já anda bem? Pergunto porque me ofereceram hoje um LXR por 77k (em Santo André – SP). Apesar de que sei que vai trocar e que o modelo novo virá bem mais caro, confesso que deu uma coçada de dedo, sobretudo porque ainda nem tentei negociação (acredito que seja possível baixar esse valor mais). Já o modelo novo, segundo me disse a vendedora hoje, ficará entre 94k e 120k e virá na segunda quinzena de agosto. Acho que ela não mentiria os valores para mim, não vejo motivo.

              • Rafael

                Não não. Desculpa se pareceu assim. O Civic não é fraco não. Se você deixa o modo “Econ” ligado ele fica mais lento, mas é bem aceitável. Com o Econ desligado ele vai muito bem. Eu disse que sentia mais fraco quando comparado ao Sentra em baixa, só isso. Mesmo o Civic 1.8 vai muito bem na cidade (até porque geralmente estamos com carro vazio ne).

                Agora na estrada o 2.0 é muito melhor que o 1.8. Eu vivia brigando com meu “New” Civic na estrada. Como moro em Minas Gerais, com muita serra e tal ele era fraco com carro cheio em subidas e reduzia muito para terceira e embalava bem. O 2.0 me parece ter uma relação mais curta (não sei na teoria, mas na prática a 120 ele está a 2500 rpms mais ou menos, o Lxs ficava a 2200 na mesma velocidade faltando força.

                Claro que depende do carro que você está acostumado. Mas o Civic 2.0 não decepciona não em questão de desempenho dentro da proposta dele. Agora, o que eu adoro no Civic é o acerto da suspensão que muitos criticam por ser rígida. Um elogio que tenho também é a solidez do interior. Vendi o meu New com 55 mil km, e era um silêncio a bordo. Muito sólido mwsmo em pavimento ruim, sem nenhum barulho.

                Quanto a compra, se você não se importa em ter um carro de geração anterior eu acho válido os 78 mil reais. Até porque o novo deve custar mais 90 mil. Se dinheiro não for problema eu esperaria. Mas se estiver buscando custo beneficio iria nele. Só de curiosidade aqui em Bh seguindo em vias longas comigo o Lxr da em torno de 6km/l em consumo sem pisar muito mas também sem dirigir no modo vovó com etanol. Na estrada ele da 12,5 andando com ar ligado à 120km/h na gasolona. Acho bem razoável para as condições de serra que encaro. Não uso o álcool na estrada por conta de autonomia.

                Ps. Quanto a conversa de vendedor eu sempre fico muito com pé atrás por mais que passe confiança. Acredito que a Honda mantenha o carro em 89.990. Pra ficar na barreira psicológica dos 80 mil. Tem o Cruze novo também que promete vir com preço do atual. O que acha dele? 1.4 turbo e econimico me parece bem interessante.

                • Dalton

                  Concordo com o Rafael, moro em SP mas minha família é de Minas estão vou sempre e dá-lhe pista simples. O que mata no Civic (não sei no 2.0), mas pelo menos no 1.8 é que marcha de força mesmo ele só tem 03. A quarta e quinta são overdrive então qualquer subidinha ou pisada mais forte ele reduz para terceira e o ruído do motor invade muito a cabine. Há quem ache isto ‘esportividade’, eu já prefiro mais silêncio.

                  Mas como ele disse, o carro é, em todos os sentidos excelente, não dá dor de cabeça. Tive um por 04 anos e recomendo fortemente. Só troquei porque o negócio foi muito vantajoso.

                  • Rafael

                    Entao Dalton, o que eu mais gostei nessa nona geração do Civic, é que na Lxr eles resolveram os problemas que mais me incomodavam no “New” Civic. Motor mais forte, pois você não briga mais com o câmbio em subida, o câmbio com borboleta (meu Lxs não tinha) e daí posso manter na marcha quiser. Curioso que ele fica manual mesmo, até corta giro no modo esporte manual e nao reduz marcha mesmo se pisar fundo. Aumentaram o porta malas, aumentaram o tanque de combustível (autonomia do New era bem baixa), colocaram um som completo com pen drive e Bluetooth. Fora isso já achava um dos melhores carros que já tinha dirigido, então ficou um carro muito bom esse Lxr 2.0.

                    • Rodrigo

                      Olha, não sei se me acomodei a usar muito o carro só no automático ou se realmente não sei usar as “borboletas”, mas o fato é que consigo calibrar as trocas de marchas apenas usando o pedal do acelerador, que responde bem rápido. O legal do câmbio do Civic é que na posição S e trocando nos paddleshifts vc chega até o limite das rotações sem que o câmbio mude automaticamente para uma marcha mais alta (achei bem interessante isso), legal quando se quer extrair o máximo do carro. E sim a função ECON só vale a pena na cidade e com trânsito intenso. Na estrada acaba gastando até mais que com ele desligado.
                      E endosso as palavras do colega acima: em retomadas acima de 4500 rpm o carro embala muito rápido.

                • MauroRF

                  Opa, valeu pelas informações, foram muito preciosas!

                  Então, não ligo da troca de geração não, e também não tenho tanto dinheiro para esbanjar assim, rsrsrs, então acho melhor ser mais racional e focar no custo-benefício. Aqui em casa, somos só eu e minha esposa, mas como viajamos muito para o interior de SP, a gente leva muita “tralha”. E um hatch por exemplo não daria conta do recado neste momento. Precisa ser sedã mesmo. E um sedã confortável, confiável, principalmente em estrada em velocidade de cruzeiro (até uns 140 km/h, digamos, e bom de ultrapassagem). Atualmente, temos um City 1.5, anda bem até para um 1.5, mas muitas vezes o motor “chora” na estrada quando se pisa mais. Como gostamos muito da marca Honda pelo excelente atendimento que temos desde quando adquirimos o City (antes, eu era cliente Ford, uma lástima a Ford), tanto na concessionária daqui de Santo André (André Ribeiro) quanto na Hipervel de Itapetininga, interior de SP (em março, o City tinha um barulhinho no painel, levei lá na CSS do interior para arrumar (e também testar o atendimento), e tive o mesmo bom atendimento daqui), e em Itapetininga as CSS boas mesmo são a da Honda e da Toyota (as das 4 “grandes” são uma lástima lá), optamos por continuar na Honda. A dúvida era se esperava o modelo novo (mas ia ser complicado pagar o que pedem) ou se a gente ia no atual mesmo, desde que com bons descontos. Como está rolando bons descontos no modelo atual, certamente será nossa escolha.

                  Eu acho que a Honda precisa colocar um produto bom nessa faixa do Civic de hoje, e o que vejo é o City, mas com o motor 1.5, não vai rolar, eu acho. Acredito que eles ou colocarão o motor 1.8 nas versões EXL e EX e as equiparão mais ou ainda colocarão um motor turbo 1.0 mais pra frente.

                  • Rafael

                    Por nada. Se precisar de algo a mais e eu souber estou aqui para ajudar. Quanto ao City, em 2011 fui com meu pai para ele trocar o Astra dele em um. No test drive rápido nao gostamos muito. Esperávamos que fosse um “Civiczinho” e não foi bem assim. Ele desistiu do carro que sei que evoluiu muito esses tempos. O que quero dizer com isso? Que o Civic é um carro bem superior. O Desempenho com certeza absoluta é melhor. Ultrapassar na estrada com ele é mole. O Civic acima de 4500 rpms tem um ronco metálico bem bonito e ganha velocidade bem rápido. Como proprietário de um City tenho certeza que gostara muito do Civic.

                    Quanto ao Cruze eu tinha perguntado do Sedan mesmo que parecr chegar por agora também.

                    • MauroRF

                      Valeu mesmo pela ajuda, Rafael, é bom trocar ideias assim com quem tem o veículo mesmo!

                    • Rafael

                      Na verdade nao tenho nao. Eu tinha um Civic Lxs 2010 automático que troquei por um Bravo Tjet 2013 (meu atual carro). Um pouco antes disso meu avô comprou o Civic 2.0 LXR 13/14. Como moro com ele e ele está mais idoso dirigindo cada vez menos, eu dirijo o carro dele com frequência tanto na cidade quanto estrada e observo clara evolução no modelo que eu tinha. Compraria numa boa o Civic 2.0. O carro não é meu mas diria que praticamente é meu segundo carro. Hehehe

              • Dalton

                MauroRF, tinha um Civic LXL 2012, da geração atual, só que o 1.8, comprei no lançamento. Para uso urbano nunca achei o carro cansativo ou anestesiado, mesmo com o econ ligado. Ele é durinho, com a suspensão bem firme, mas não desconfortável, na verdade isso que deixa ele divertido. Na estrada eu acho o desempenho a contento, não sobrava, mas também não faltava, para velocidades “normais” (digamos, até 120km para cruzeiro, e uma ou outra esticada caso precise ultrapassar). Estava para trocar por um 2.0 mas resolvi partir para um Fusion que achei mais interessante pois, como o novo vai vir proibitivo, acredito que o Ford é tão equipado quanto o que saiu menos caro (comprei semi-novo). Quando estava para trocar me ofereceram um LXR pelos mesmos 77 mil e ainda consegui IPVA grátis. Só ia ter que pagar o emplacamento. Acredito que se chorasse mesmo conseguia mais coisa. Foi na Daruhj de Campinas.

                • MauroRF

                  O Fusion é um excelente produto, o que me dá medo é o atendimento da Ford, mas é um excelente carro. Tenho uma amiga que tem um 2012 e agora se planeja para pegar outro, pois ela adora o que tem.

                  Ah, eu acho que aqui em Santo André (André Ribeiro), se chorar, dá para levar por menos de 77k. Aí em Campinas, por ser um grande centro, deve ser mais fácil de negociar, geralmente é mais difícil em cidades menores.

                  • Dalton

                    De atendimento, hoje fui pela primeira vez na Ford verificar os recall e já te falo. Não se compara a Honda. A cordialidade e presteza do atendente da Ford está anos luz aos da Honda. Soou até meio “mau educado”. Sorte deles que o carro é muito bom.

                    O pessoal gosta de descer a lenha nas Japas, mas pra quem não tem tempo de ficar alisando carro, o bom atendimento deles faz todo sentido. Você entrega o carro para a revisão, informa as pendências e sabe que serão resolvidas. Mesmo caso seu, meu Civic deu problema no vidro elétrico traseiro após a garantia ter acabado, arrumaram como cortesia. Fora que qualquer probleminha também foram todos consertados, ou em garantia ou sem custo extra.

                    Para ter como barganhar melhor sai ligando para as concessionárias Honda e veja o menor preço e condição que conseguir. Com isso joga na mesa aí na sua cidade e faz eles cobrirem. Eles vão ter que desovar mesmo.

                    • MauroRF

                      Nossa, Dalton, é bem isso, qualquer probleminha, eles me resolveram também, como barulhinhos no painel, para-choque que encostei numa parede e deu uma soltada (levei lá e arrumaram na hora). Eu quero essa tranquilidade. E essa tranquilidade tem também na cidade de Itapetininga, onde tenho casa e na qual ficamos semanas muitas vezes. Ter uma CSS da Honda confiável lá é mais um motivo para permanecer na marca. Meu vizinho de lá tem um Civic 2013, foi passar numa rua com aquelas lajotas de concreto, era de noite, ele não percebeu que algumas delas estavam “de pé”, passou com o carro e estourou o tanque. Até então, ele usava a CSS de Sorocaba, pois a Hipervel de Itapetininga abriu apenas no ano passado. Ele foi até a Hipervel, e resolveram o problema dele em 15 dias (fizeram pedido da peça e tal), e ele me disse que teve o mesmo bom atendimento que tinha em Sorocaba. É justamente isso que esta me fidelizando à Honda. Ainda mais em Itapetininga, com as CSSs das “4 grandes” sendo ruins, especialmente a Ford e a VW, que são picaretas mesmo. Muita gente de lá que tem VW e/ou Ford faz manutenção em Sorocaba ou em Campinas mesmo.

              • GPE

                Eu tenho um lxr 2.0. Antes tinha um Cruze LT AT e um City AT 12. O Civic anda mais que os 2, tem bom torque em baixa e na estrada desenvolve mt bem. Necessitando pisar, o carro da 170 nem rápido. O pecado é ter relações longas demais. Se tivesse 6 ou 7 marchas, andaria mais que o Corolla CVT 2.0. Consumo na faixa de 8,5 com trânsito moderado. Na estrada a 110 travado com ar ligado, faz entre 14,8 e 15,5. (Apesar de eu conseguir fazer até mais de 16 algumas vezes. Tudo depende do relevo da pista). A 130 faz entre 12,5 e 13

                • MauroRF

                  Opa, valeu pelas informações, GPE! Achei bons os números de consumo, eu costumo pegar estradas de pista duplicada no interior de SP, então, o consumo não seria problema. E tendo desempenho bom assim como descreveu, já está de muito bom tamanho para mim. Apesar de dois air-bags só, (o EXR tem 6, mas é mais difícil de achar e quando acha, conforme vi há pouco no Webmotors, é de 85k para cima), tem ESP. Como estamos procurando custo-benefício, e por ter o ESP, acabaremos indo de LXR mesmo.

              • Sérgio Andrade

                Tenho o hábito de comprar meus carros sempre nas vésperas de mudança de geração. Os preços são convidativos e o custo beneficio sempre é interessante. 1 Focus e 2 Corollas foram assim…. Hoje estou satisfeito com o Civic LXR comprado no ano passado por 76,5k. Hoje por 77 k vc leva um sedan confiável com ESP e relativamente equipado (peca apenas por ter o airbag duplo). Abraços e sucesso na negociação.

            • Diogo

              Tenho um Sentra do modelo anterior MT e meu pai tem um Civic 2.0 AT modelo atual. A impressão é que Sentra é mais forte até 140 Km/h. Motivo é curva de torque do Sentra ser mais acentuada em baixa rotação, enquanto força do Civic aparece em rotações mais altas.

      • No mercado atual, o Sentra é um dos sedãs de sua categoria com o desempenho mais comedido (os números de potência e torque são alinhados com essa realidade). Fica à frente ainda do Cerato e do Corolla 1.8. Com a evolução da concorrência em direção aos motores turbinados e outras artimanhas, a unidade de força da Renault/Nissan precisa ser atualizada, assim como o câmbio CVT vai ter que migrar para versões mais atuais, como a utilizada no Corolla atual. Enquanto isso, não há como negar que o Sentra continuará sendo um carro de poucas emoções ao volante. Ou, como nas palavras redigidas na revista “Car and Driver” em um grande comparativo de sedãs realizado a algum tempo, o Sentra é “como um fim de semana na praia… com chuva”, ou “é aquele bom moço, excelente pai, bom marido, mas que não sabe contar uma piada”, ou ainda “é como uma festa na mansão… mas sem bebidas”… rs. Essas frases marcaram minha cabeça. Foi a descrição perfeita do que senti no test-drive do Sentra. É mais ou menos o que se sente ao volante de um C4 Lounge aspirado, também.

        • Darwin Luis Hardt

          mas até o c4?? O loco!

          • Wellington Myph13

            C4 não… Fluence sim…
            Andei no C4 THP e no 2.0, e o cambio casava melhor com o 2.0. No THP ele elevava demais a rotação sem necessidade, ainda mais em um THP que o Torque já começa em 1400RPM.
            Essa nova configuração no cambio que tem opção de Eco deu outra “vida” pra esse conjunto, agora ele responde beeeem melhor.

          • O C4 aspirado é bem letárgico em giros baixos. Depois dos 3.000 RPM ele dá uma despertada boa.
            Os motores aspirados de 16V tanto da Nissan/Renault quanto da Citroen/Peugeot já estão antiquados, sem injeção direta, por exemplo, o que deixa o comportamento relativamente frouxo em baixos giros. No Sentra, o câmbio CVT já datado deixa o comportamento dinâmico final ainda mais “anestesiado”.

            • MauroRF

              Ubaldir, dias atrás, dirigi o Civic atual 2.0 (test-drive) e achei que ele anda bem até. Basta pisar que o câmbio reduz logo e anda que anda. Aqui em Santo André – SP, o LXR está sendo vendido a 77k. Mesmo sabendo que vai mudar, confesso que coça o dedo. Se eles aceitarem uma boa negociação, quem sabe. Sobre CVT letárgico, o city 1.5 que tenho é assim nas arrancadas. Porém, ele tem borboletas que simulam marchas, e dando “borboletadas”, dá para forçar o câmbio a “reduzir”, e aí ele anda. Mas estando em D e sem “borboletar”, esquece. Porém, em estrada, se estiver acima de 100 km/h e afundar o pé, ele encurta a relação a ponto de o motor estabilizar em 6 mil rpm, e aí o ponteiro da velocidade sobre razoavelmente bem até, deixando o carro relativamente seguro para ultrapassagens, mas andando na cidade ou partindo do zero, apenas em D, o CVT demora para variar e meio que anula a força do motor. Já dirigi esse 1.5 da Honda em Fit manual e é outra coisa. Não sabia dessa letargia do C4 aspirado. Tive um Focus 2.0 2012 que era forte apenas acima de 3 mil rpm, antes disso era lerdo que só.

              • É o problema do CVT do Sentra. Não sei se providenciaram alguma mudança (não vi nada na mídia), mas quando fiz o test-drive dele, o CVT não tinha opção de simulação de marchas. Aí é só a opção “D”, mesmo.
                Quanto aos motores, os de Civic e Corolla são bem resolvidos, apesar de aspirados. Os que mais me chamam a atenção neste quesito da letargia em giros mais baixos são os da PSA e do grupo Nissan/Renault. O I30 antigo era muito assim, também.
                Tem um amigo meu que é dono de um C4 Lounge aspirado. Ele não tem dúvidas em chamar o carro dele de “frouxo”. Meu irmão tem um 307 com mesmo motor, apesar de ser dotado de transmissão manual em lugar da automática do C4 do meu amigo, mas o comportamento é o mesmo: respostas mais ágeis, só depois dos 3000 rpm.

                • MauroRF

                  Pois é, Ubaldir, o que eu não gosto é desses carros “frouxos”, como seu amigo bem definiu. Era o caso do Focus 2012 que tive. Até 3000 rpm, era lerdo, menos de 2000 então, parecia um 1.0 melhorado. Porém, depois de 3000 rpm, era forte para um motor de 148 cv. Eu o acelerei uma vez em reta para ver até onde ia, e bateu 210 no ponteiro (devia ser os 205 declarados pela Ford de real). Era um carro bem silencioso e excelente para estradas (rodar com ele a 120 era uma delícia, por exemplo, nem dava para perceber, precisava ficar olhando o ponteiro porque ele desenvolvia com muita facilidade). O meu era MT, mas, mesmo assim, era lerdo em baixa rpm. Pelo que andei vendo, o MK3 não tem mais esse problema. Ah, sim, tenho um amigo que tem o 308 2.0 e reclama da mesma coisa e que também na estrada anda bem etc. Outro amigo tinha um Palio 1.4 8v e depois pegou um Punto 1.6 16V e reclamava da falta de força em baixa que, segundo ele, o Palio tinha. Só como exemplo, os 1.5 da Toyota/Honda têm força em baixa. Guiei um Etios 1.5 sedã que meu pai teve por um tempo, e o carro reagia bem ao pisar de leve mesmo estando coisa de 1500 rpm. Imagina agora que tem 107 cv e comando variável.

                  • Sempre ouvi falar muito bem do comportamento dinâmico do Etios. Um tapinha no visual dele seria ótimo. Mas pelo que andei lendo, a Toyota não pretende mexer no estilo dele antes que venha uma nova geração.

                • Edson Fernandes

                  O comportamento até travar o conversor é esse mesmo. Se o cara não souber usar, vai ter essa impressão. Queria te mostrar como aproveitar porque dependendo da pressão exercida no acelerador, muda muito o comportamento de resposta. Mas isso é uma questão de costume.

                  Agora, eu já dirigi Fluence “manco” e igual ao meu “agil”. Teve alguns que realmente ao acelerar, o bicho não ia por nada. Mas isso foi qdo comecei a conhecer o modelo.

            • Edson Fernandes

              Ubaldir, por ser dono de um Fluence eu discordo veemente da questão de rodar em giros baixos. Para vc ter ideia, meu rodar na cidade é praticamente em 1500rpm.

              O que pega ésair da imobilidade por conta de esperar o travamento do conversor de torque (que geralmente é por volta de 30km/h), mas fora isso ele responde bem sim. Como vc disse, o comportamento do cambio é diferente, mas ele responde bem sim.

              Uma pena tu não morar em SP. Senão te mostraria o comportamento do cambio CVT e como saber aproveitar os baixos giros. Para vc ter ideia, eu consigo ir até 90km/h em 1500rpm e se quiser ir um pouco mais forte vou até 2000rpm até 110km/h. Pode parecer estranho, mas ele responde muito bem em baixa.

              Mas enfim, é só uma constatação minha por ter o carro. Algo que eu quis no Fluence era a função sequencial caso queira sair “do comportamento do CVT” como vc disse. Mas te digo que hoje, utilizo 85% do tempo no Drive mesmo e o restante quando quero respostas “animadas”.

              Devido aos preços atuais, não sei se numa troca futura continuarei a ter um Fluence (trocar por outro fluence), pois penso com carinho nos carros turbinados, mas penso que deverá ser:
              – Com os mesmos itens ou mais que o fluence
              – Turbo flex (por conta do nosso combustivel e não pelo “flex”)
              – Que seja espaçoso

              Ainda que o Fluence seja espaçoso, não faz sentido eu desejar um carro moderno em powertrain sem ser espaçoso. Ou seja, tem que ter tudo que o Fluence possui (farois de xenon, entre outros detalhes) e ter esses itens acima.

              Para mim é superfluo central touch (se tiver tudo bem, mas não faço a menor questão) e teto solar. Se tiver tudo bem, mas quero outras coisas que sejam superiores.

              Um carro que me amarrei no consumo foi o Fusion hibrido. Nele vc passaria raiva… é cambio CVT….rsrrsr mas ele anda muito bem!

              • Wellington Myph13

                Vai ter que garimpar um C4 Lounge Exclusive THP Flex.
                Agora se puder fazer um investimento extra pra economizar no consumo da cidade, Prius e Fusion Hybrid são perfeitos pra isso. O consumo na cidade varia de 17-20km/L, e na estrada entre 16-18km/L…

                • Edson Fernandes

                  É isso mesmo sobre os hibridos Wellington. Meu tio me disse isso tbm.

                  Ele tem uma Outlander V6 também, sente falta do bom consumo do Fusion. (ele trabalha em obras e hoje como a Outlander dele tem 145000km rodados e não “vale nada” no mercado de usados, ta com pena de vender para adquirir outro altinho nos preços atuais)

                  Então, eu vou precisar pensar na realidade se o custo de manutenção, seguro e se eu estarei preparado para mais um carro baixo. O Prius eu coloco como fora de cogitação porque eu não gostei do interior. (além de itens que gostaria de ter)

                  O Fusion eu confesso que curti muito (tanto o anterior ao atual, como o atual), mas preciso ver se o consumo de combustivel compensa os outros gastos. Sobre o carro, vou olhar no futuro carros como o C4 flex (THP) mesmo.

                  Quem sabe poderá ter Jetta, C4, 408, entre outros? Minha expectativa na escolha pode ser por conta disso.

              • Eu não sei o que a Nissan fez com o Sentra, porque eu não tive a mesma sensação quando dirigi o Fluence. O japa parece mais “anestesiado”, menos interativo que o francês. Até por isso não falei do Fluence no meu texto.
                Eu também procuro primeiro pelo carro espaçoso antes do desempenho. Não é atoa que tive o Jetta aspirado numa época em que na concorrência tinha poucos carros que me atenderiam como ele (seriam Fluence e 408, os quais tenho alguma reserva referente ao estilo).
                Eu realmente preciso ver como fazer com essa questão do CVT. Aquele “tuuuuuuuuuuuuuuuu” eterno quando você pisa no acelerador realmente me causa ojeriza! kkkkkk

                • Edson Fernandes

                  Isso vc não teria escapatoria (o “tuuuuuu”…rsrs), a não ser que nas retomadas preferisse usar o modo sequencial. (acredito que em conversas que tivemos antes, você mal usaria o modo sequencial, razão para o qual nem mesmo a operação sequencial disponível iria te agradar).

                  É fato que o visual do Fluence é do tipo ame ou odeie (eu acho lindo por exemplo…rsrs).

                  Na atual versão do Sentra eu também tive a mesma sensação de “anestesiamento” no comportamento do carro. Ele é até mais confortavel que o Corolla e talvez isso seja ruim, ao menos para mim…rs

                  Eu gosto de conforto, mas nem tanto. Tanto que minha escolha recaiu no Fluence porque achei que o acerto da direção entre o equilibrio de passar um pouco da interatividade com o conforto melhor. Algo que me chamou atenção depois de ter adquirido o Fluence foi estudar ainda mais sobre cambios CVTs. O cambio CVT do atual Sentra é mais moderno, entretanto, usa um oleo de especificação que simplesmente não existe em territorio nacional. O tipo NS3. (esse tipo é retrocompativel com NS2, oleo do Fluence, mas o inverso não é). Além do que disse eu realmente gostaria do modo sequencial porque por vezes eu gosto de fazer uma retomada “forte” (ter a tal sensação de força de um cambio convencional e não o “tuuuuu”..rs)

                  Mas no dia a dia em que não há necessidade de esforço de rodar com o carro, vc percebe que não incomoda “a falta de marchas”. Por outro lado, vc sente o travamento do conversor e boa força disponivel em rotações baixissimas.

                  O unico curioso de cambios CVTs desse tipo é que ele parece “travar” até 2500rpm e se vc quiser explorar além disso, ele dar uma “soltada” e a tal sensação de não ter força ou de subir em excesso os giros. Para isso, o aprendizado é acelerar gradualmente para ter uma resposta de entrega sem precisar de um aumento exagerado de RPM.

                  Agora, se o negocio é retomada imediata, vc vai acelerar e ter o tuuuuu mas apesar da reação do carro parecer esquisita, verá o mesmo desenvolver velocidade com rapidez absurda e vencer o que foi dito para fazer.

                  Pelo menos as pessoas que andam no Fluence dizem não parecer só 2.0 pela forma de entrega de potencia. E veja que curiosidade: Em certos momentos na estrada eu prefiro sequenciar as marchas, acho legal me sentir “comandando” o carro. Mas ainda assim 95% do meu tempo de uso eu deixo em D.

                  Peço desculpas se meu texto ficou confuso em partes, pois tive que escrever esse texto rapido…rs

                  E por fim… é uma idiotice tentar utilizar em modo sequencial na cidade, isso porque rodando em giros baixos, se vc estiver na primeira marcha a 20km/h e estiver na terceira, perceberá que o giro será mantido o que parece um trabalho bobo “de bater a mão” no cambio sendo que vc não vê a evolução das trocas como em um cambio convencional. Parece burrice ficar ali batendo sendo que o comportamento mal mudará…rs

                  Agora, se a via for até uns 80km/h e você irá realizar as trocas, aí sim pode fazer sentido porque verá o giro subir normalmente e claro, se não mudar de marcha fará o carro acelerar em excesso sem necessidade.

                  • Texto legal, amigo. Bem esclarecedor, muito bom para me familiarizar mais com o CVT.
                    Quanto ao Fluence, o engraçado é que nem é a questão de “odiá-lo”. O modelo GT line até que me é agradável. As saias laterias, as rodas diferenciadas e os spoilers disfarçam bem aquela sensação de “rodas pra dentro” que me incomoda. E a mudança do visual dianteiro feita mais recentemente me agradou bastante. Só que na época o GT era o turbinado, mais caro que o C4 e só com câmbio manual. Aí desisti. Apesar de gostar do câmbio manual, acabei chegando à conclusão com o Jetta que já é impossível ter um sedã médio manual hoje em dia: fica muito ruim para vender depois.
                    Grande abraço.

      • fschulz84

        Eu possuo um Fluence CVT, que é mais pesado que o Sentra, porém, simula 6 marchas…

        Se você andar manso, o carro realmente parece não tem nenhum vigor, parece até mais comedido que qualquer carro 1.6, mas bastou pisar um pouco mais fundo que te falo que o carro anda mais que meu ex-Focus Duratec, e olha que meu Focus era MT. O giro do Fluence sobe bem rápido pisando fundo e depois que fiz o reset do câmbio CVT parece que ficou ainda mais esperto.

        No Sentra antigo, acredito que a falta da simulação das marchas deixava muito a impressão de giro linear e constante, não sei se na prática isso o deixava mais lento que o Fluence, por exemplo.

      • João Cagnoni

        O CVT do novo Sentra ainda é bem melhor que a geração anterior.

  • Wellington Myph13

    Muito bom. Claro que é uma pena o aumento, mas pode acabar saindo um pouco mais barato…
    O Sentra SV hoje sai por 76.990,00 e ele já tem ar dual zone e bancos de couro, o que não vai ter nessa versão S, então um pelo outro, podemos ter a versão S começando em 76.990,00 e os demais parecem “certos” com o S iniciando aos 77k…
    Vamos esperar pra ver. Mas já é um bom negócio… Podem até lançar uma S + Pack couro com piloto automático e bancos de couro por 79.990,00…

  • Ronaldo Santos

    Eu acho seguinte, se manter os preços será o melhor custo beneficio do mercado!

  • Leandro

    Mesmo aumentando os preços, ainda é mais negócio que Corolla, Civic e Cruze (ainda mais depois das novas gerações dos ultimos citados, que com certeza aumentarão ainda mais os preços).

  • dsralves .

    Pelos preços do Sentra dá pra ter uma ideia do quanto vai chegar o Novo Civic, provavelmente uma versão de entrada não custará menos de R$ 90.000,00.

    • MauroRF

      Conversei hoje com uma vendedora da Honda, e ela me disse que o Novo Civic chega na segunda quinzena de agosto, que vão parar de fabricar o atual no final de junho e que vai custar entre 94 mil e 120 mil. O que estranhei é que o City EXL hoje tá 80k, então acho que há um grande buraco aí entre 80 e 94k. Ou vão incrementar o City na linha 2017, colocando finalmente o ESP e um motor 1.8 do Civic LXS atual (e aí, claro, vão subir o preço mais ainda, para se aproximar dos 94k de que falou a vendedora) ou o Civic de entrada ficará abaixo dos 94k. Ou será 94k mesmo e bem equipado já na versão básica. Em tempo: ela ligou para me oferecer um Civic atual, LXR, por 77k (e ainda dá para negociar).

      • Rafael

        Caramba… tá ficando surreal isso. Como que paga 120 mil em um Civic? E 1 ano depois, vai estar valendo quanto? 100, 90 mil? Carro voltou a ser luxo mesmo. E a classe média (de verdade) voltará a andar de Gol, Uno…

        • MauroRF

          Pois é, Rafael, tá parecendo os anos 80. Eu era moleque nos anos 80 e, naquela época, era um sofrimento para comprar um carro. Financiamentos praticamente inexistiam, só tinha consórcio e olhe lá, uma situação econômica que só não era pior que a de hoje, os preços subiam todo santo dia (hoje, temos inflação, mas muito longe daquilo), carro era investimento. Os números de unidades vendidas eram abaixo do 1 milhão (vendia coisa de 600, 700 mil por ano) e só comprava Monza, Diplomata e Santana (vamos dizer assim, os equivalentes de Civic e Corolla para Monza e Santana e Fusion para Diplomata) quem tinha muita grana mesmo. Aliás, situação parecida à de hoje com o Corolla vendendo acima de 5 mil unidades foi o Monza entre 1984 e 1986, que foi não só o carro médio mais vendido, como também foi o mais vendido do Brasil (no caso, o Corolla hoje é apenas líder dos médios).

          • Rafael

            Eu nasci justamente na década de 80. Nao vivI aquela crise na prática, digamos assim. Mas escutei muita história do meu pai e do meu avô. Recebiam salario e corria para o supermercado para fazer estoque para fugir da inflação. Com o congelamento de preços do Sarney as carnes sumiram só supermecado e açougue e viajavam para comprar em outra cidade. Coisa de louco mesmo. Eu estou sofrendo um bocado nessa. Ganho hoje em torno de 20% a menos do que ganhava a um atrás, porém tudo está mais caro. Mas vou sobrevivendo. Hehehe

            • MauroRF

              Era bem isso mesmo que você descreveu. E não só carnes, mas também leite. Quando uma padaria tinha leite, formavam-se filas enormes para comprá-lo. E é isso mesmo, era correr ao mercado e fazer as compras do mês, pois subia de preço todo dia. Isso foi em 1986, e eu me lembro muito bem, lembro inclusive de quando anunciaram o Plano Cruzado.

      • Rodrigo

        Na boa? Acho que estão embutindo um ágio absurdo aí nesses preços que te passaram.
        Tenho fontes seguras que garantiram preços entre R$84,9 mil a versão manual do novo Civic 2.0 até R$115 mil na versão mais cara com motor 1.5 Turbo a gasolina. Vamos ver se isso se confirma.
        Sobre a geração atual, peguei um LXR faz 1 ano e paguei R$76,5 mil então até que essa oferta que te fizeram está ótima! E tem concessionária dando taxa zero em 24x com 50% de entrada.
        Se for pegar aconselho barganhar um bom desconto no EXR. Os equipamentos extras (teto, 6 airbags e central multimídia com som melhor) valem a pena!

        • MauroRF

          Legal, Rodrigo, eu não tinha pensado nisso, sua explicação faz sentido. Os caras já devem estar contando que a procura será tanta a ponto de cobrar ágio, kkkkk. Aconteceu o mesmo com o HR-V.

          Está gostando seu LXR? Gosta do desempenho dele, da dirigibilidade? Quantos kms está? Há barulhos internos ou tudo ok? Está gostando do consumo? E o comportamento do câmbio (e câmbio+motor), está do seu agrado?

          Ah, então, perguntei pra ela do EXR, ela disse que não tem mais. Não sei se é verdade ou não, mas vou dar uma procurada no EXR em outras CCS Honda daqui da região. Valeu pelo toque!

          • Rodrigo

            Estou gostando bastante. É meu primeiro carro automático e primeiro sedã. Alguns pontos me agradam outros nem tanto, mas na média estou bastante satisfeito. Meu carro está com 25 mil km rodados pois pego muita estrada com pontos de trânsito intenso chegando na capital (SP).
            Consumo tem feito média de 7 no álcool e 9 na gasolina, na cidade. Na estrada um pouco mais: 11 e 14 respectivamente.
            Não apresentou nenhum problema ou barulho de acabamento exceto no apoio de braço entre os bancos em piso irregular que resolvi por conta própria colocando um pequeno pedaço de feltro próximo ao fecho. Revisões são baratas e não deu nenhum problema até agora.
            Pontos positivos: estabilidade, conforto, posição de dirigir e conjunto motor + câmbio adequados (lembrando que não é um esportivo).
            Pontos negativos: barulho de combustível balançando dentro do tanque, falta de alguns itens básicos como limpador de pára-brisas sem ajuste de intermitência (ainda que manual), som original sem brilho (embora não distorce em volumes mais altos) e retrovisor interno eletrocrômico. Se pudesse dar uma nota no geral seria 8,5.

            • MauroRF

              Bom saber dessas informações. Na verdade, pelo seu relato, faz-se pequenas concessões e tem-se um carro muito bom. Hoje, mesmo devendo esses itens, acho que ele tem bom custo-benefício. E o consumo é bom pelo porte e potência dele. Sinceramente, achei muito bom.

            • Edson Fernandes

              Olha tinha uma chefe com um Civic LXR 2015. O consumo dela na estrada era espetacular. Coisa de fazer mais de 10km/l de etanol e acima de 14km/l de gasolina. Mas ela só anda no Econ ativo.

              Agora, na estrada faço exatamente o mesmo com Fluence. Na cidade pode baixar para 1~2km/l em ambos os combustiveis.

              • Rodrigo

                Na estrada eu costumo desligar o ECON, principalmente se estiver com gasolina no tanque. E tambem ando quase sempre no limite da via (100, 110 e 120). Talvez esse seja um dos fatores que me fazem ter medias um pouco mais baixas que certos relatos, de gente que alega ter feito mais de 16 em estrada com gasolina.

                • Edson Fernandes

                  Minha chefe chegou a fazer. Na verdade o indicador do computador de bordo foi aumentando a média. Algo que me admirou foi o fato de pular de uma pessima média de 6km/l para mais de 10km/l. Geralmente no Fluence qdo se esta com uma média de 6km/l para baixo, pode ter certeza que na estrada ele consegue subir até no maximo 10km/ com a certeza de marcar por volta de 9,6km/l. Mas a verdade é que tbm não posso falar muito disso pq não rodei tanto (em km) para ver se a média poderia melhorar.

                  Mas fiquei impressionado pq me pareceu economico. Ela já me disse que fez mais de 15km/l na estrada com gasolina. Agora, um unico ponto que ela diz com total certeza é que achou o desempenho do Civic pior que o City dela. Perguntei até se era por conta do Econ e ela não soube me dizer.

                  O que eu gostei no comportamento do motor 2.0 do Civic foi ofertar boa dose de torque em baixa, mas confesso que só achei chocho mesmo, qdo subimos um aclive acentuado (da imobilidade) e o carro sofreu para vencer (foi um comportamento bem estranho, pedi para pisar até o limite do acelerador e não foi, ela desligou o Econ e o ar condicionado e tbm não foi além da baixa velocidade).

                  • Rodrigo

                    1. O City é bem mais leve que o Civic, mas não anda mais. Eu tinha essa impressão também com o Sonic, mas é mais uma sensação do que uma realidade, pois apesar de ser mais leve a relação peso/potencia e peso/torque é pouca coisa pior; associado ao fato do carro ser menor causa essa impressão de ser mais ágil.

                    2. Se o Civic da sua chefe tem VSA, muito provavelmente foi o controle de tração entrando em ação. Já aconteceu comigo em um aclive acentuado e com chuva, o TC entrou em ação (luz piscando bastante no painel) para as rodas não patinarem e foi bem bizarro o carro subindo bem devagar por conta do corte de torque nas rodas. Agora se não tem, não sei explicar pois nunca senti falta de força no motor em subidas (tirando essa vez do VSA).

                    • Edson Fernandes

                      Na verdade como eu estava na frente, não vi luzes piscando, mas não foi só uma vez que isso ocorreu (por isso constatei)

                      Mas de resto não vi falta de força, mas aquilo que me chamou atenção. O dela deve ter sim, pois é 2015/2015. E quase a mesma distraida bateu no carro a frente… como “proteção” ela pisou no freio e botou a mão direita na minha barriga para querer proteger…rs

                    • Rodrigo

                      provavelmente seja o TC mesmo, a luz pisca muito rápido.
                      O estranho também é que já tentei sair cantando pneu com o VSA desligado e não consegui. Não sei se ao desligar o botão o TC também desliga ou somente o ESP.

                    • Edson Fernandes

                      No caso do dela, me parece que foi uma condição que não teria muito motivo para cantar. Pelo menos no meu Fluence vc ve o corte de atuação qdo ele começa a querer patinar (ele patina, porém na primeira “escorregada” há o corte de injeção imediata com piscar no computador de bordo), no caso dela não teve aparentemente ação. Mas enfim, acho que é chover no molhado dizer sobre essa situação…rs

  • fschulz84

    Olha… Apesar de eu ter achado acertada a estratégia de trazer o Sentra reestilizado agora, não vejo justificativas para o preço tão superior aos modelos atuais…

    Acho nosso mercado muito cartelizado… Já antecipando o lançamento do Novo Civic, que com certeza romperá facilmente a barreira dos 100k, acredito que todo lançamento é combinado entre todas as montadoras… Não vejo outra explicação, infelizmente…

  • Robinho

    Este ano pretendo pegar um sedan desta categoria e tenho uma duvida enorme entre o Sentra e o Focus.

    • Wellington Myph13

      Se o espaço do Focus lhe atende, não pense duas vezes. Só negocie bem negociado, pelo menos na faixa de 6~8mil abaixo de tabela…
      Agora se quiser economizar mais, e não se importa com o cambio e motor mas calmo, pegue um Sentra mesmo…
      Focus = Emoção
      Sentra = Razão

      • Rafael

        Eu tenho pé atrás com o Powershift. Acho o Sentra mais confiável.

    • Leonel

      Eu descartaria o Focus só pelo powershift. Um conselho é esperar até o fim de ano, acredito que vão estabilizar os preços e haverão importantes lançamentos e mudanças, como a vinda do Honda, Cruze 1.4T e etc.

      • fschulz84

        A grande questão é: Por quanto virão Cruze e Civic? Eu cravo que as versões top romperão a barreira dos 100k, tranquilamente, mas tenho minhas dúvidas se as intermediárias não chegarão perto disso também.

        • Leonel

          Então, as notícias sobre o Cruze indicam ele ficando na faixa de preço atual, o que faria o topo de linha não ultrapassar os R$100 mil, tornando o mesmo bem atrativo. O Civic boatos que o 1.5T somente na versão topo, que deve superar os R$115 mil.

          Enfim, por estes motivos que comentei dele esperar mais alguns meses antes de tomar a decisão.

        • MauroRF

          Conversei hoje com uma vendedora da Honda que me disse que o Novo Civic vem na segunda quinzena de agosto e que os preços ficarão entre 94k e 120k. Agora, como comentei acima com um colega, se o City top está 80k hoje, não sei como eles preencherão esse buraco, se equiparão mais o City, como colocar ESP, motor 1.8 etc., subindo ainda mais o preço dele ou se ela está “exagerando na dose”, e o preço inicial será abaixo dos 94k.

      • Robinho

        Não descarto o Focus pelo cambio, reconheço que tem problemas, mas na família tem duas Eco powershift e um amigo do trabalho com um Focus Titanium comprado recentemente, nenhum deles com problema, sorte? Talvez…mas realmente gosto do Focus assim como estou aprendendo a gostar do Sentra, os demais concorrentes podem ser bons, mas simplesmente não quero.

        • Leonel

          Claro e tens todo o direito, poderia dar uma olhada com calma no C4L THP, mas os carros que você citou são bem interessantes, sim.

        • Rafael

          Na verdade eu acredito que a minoria da problema. Vamos dizer 1%. Mas se der, o problema é tão chato que prefiro não arriscar. Fora que o desgaste natural da embreagem em uso em cidade ou congestionamentos é acelerado. A troca ainda é bem cara tornando-se problrma para quem roda muito.

          Por outro lado o câmbio é excelente quando em perfeito funcionamento. Não dá aquela sensação de carro amarrado típica de AT convencional e tem um desmpenho fantástico, além da economia de combustível.

    • Lucas086

      Um amigo pegou um Sentra Unique por 80 mil, muito bom o carro, comprou sabendo que ia mudar mesmo, e está gostando muito… sobre focus muito bonito, mas esse powershift, prefiro não arricar, decia ter o 2.0 manual de 6 marchas, ia ser muito bom, que o carro é muito bonito mesmo.

      • Gustavo73

        9 mil de desconto não é ruim.

      • Louis

        Esse Unique é bem bacana, se eu comprasse um desse ficava 10 anos tranquilo sem trocar de carro.

  • DTF

    Melhorou muito mas certamente disputará o terceiro lugar com o Corolla e Cruze. O primeiro lugar ficará com o novo Civic que dará um banho na concorrência….

  • Andre

    O preço tá alto, mas parece bem equipado! A versão top tem até som da Bose!!!

  • Leonel

    Um design mais atrativo, não há duvidas e melhor equipado desde a versão de série. Penso que para esse segmento, fizeram bem em abolir câmbio manual, não vejo alguém querendo carro desse segmento que não seja AT.

    Pontos importantes desde a versão de série como controle de estabilidade e de tração, sensor de estacionamento traseiro, faróis com acendimento automático e retrovisor interno fotocrômico.

    Dois pontos que vi como “negativos”: não houve alteração no motor. Poderiam manter o 2.0, porém, quem sabe algum investimento para que ele se tornasse mais eficiente. O outro, o preço. Chegando a praticamente R$96 mil é complicado, principalmente se o Cruze vir na faixa dos R$80 à R$100 mil, como tem sido noticiado (sem falar em opções como C4L THP e o novo Civic).

    • Wellington Myph13

      Investimento no motor só quando ele passar a ser fabricado aqui, provavelmente entre o final desse ano e inicio do ano que vem…

      • invalid_pilot

        1.6 T do Juke Europeu pra ontem… E esse motor no Kicks tbm

  • Paulor1899

    SV ou um Corolla Gli…Que dúvida…kkkkkk

    • Maçaranduba o Porradeiro.

      Corolla por que agrega valor ao camarote.

  • Mumm Rá

    Fora do tópico mas gostaria muito que a Nissan lançasse esse carro no Brasil ( mas infelizmente pelo que sei é exclusivo da China ) : Nissan Lannia

  • Fernando Sampaio

    Vai esbarrar nos preços do Cruze, péssima ideia…

  • Fábio Henrique

    Não gosto dessa tendência de substituir os detalhes prateados por black piano

  • DINEIROO

    Contabilidade Custos fez falta ao estagiário….

  • Luiz Pereira

    R$ 10.000 mais caro!!!!

  • Gabriel

    Dar uma modernizada nesse motor cansado que é bom…

  • felisbal

    Lixo. Carro de verdade é meu passate alemão

    • zekinha71

      passate foi boa, se fosse tiver mesmo um passate, dá uma conferida no documento.

      • Louis

        Para ter um “passate”, dever ter aquele Passat “Iraque”.

      • Robinho

        deve ter sim, um PassetE PointE

  • Lucas086

    O carro ficou bonito, pelo menos eu gostei, agora acho eu que se realmente subir os valores vai ficar muito do corolla, e aí não tem jeito, se hoje ele vende o que vende custando mais de 10 mil a menos, imagina quase no mermo preço.

  • kravmaga

    É um carro bem honesto e gostei de dirigir um Sentra da geração anterior (a quadradona). Quase comprei o carro na época por causa do preço que estava ótimo mas aí fui seguir o conselho de “amigos” e comprei um Corolla (também da geração anterior). Me arrependi amargamente.

    O CVT do Sentra era bem melhor do que o câmbio AT de 4 marchas do Corolla. Alguns falavam que a suspensão do Sentra era dura mas não achei não.

    É um carro honesto e deveria vender mais.

  • Maçaranduba o Porradeiro.

    Se o dinheiro desse, com certeza seria a minha escolha, prata ou branco de preferencia prata…

  • The Monster Man

    Melhorou, mas com esse motor fraco e beberrão, não, obrigado.

  • Luccas Villela

    S por 79.990? Absurdo.

    • MauroRF

      E ainda acho melhor do que pagar o mesmo valor num City 1.5 EXL.

      • Luccas Villela

        Qualquer coisa é melhor que o Honda City. Esse carro sempre foi pra ser do preço de Grand Siena, Logan e tals… O único dos pequenos que justifica o preço surreal nas versões tops é o New Fiesta que é maravilhoso em equipamentos. E ainda assim, sempre foi menos caro que o City.

      • Luccas Villela

        Mas isso com certeza. City não é melhor nem que o New Fiesta.

    • Marcos Lopes

      melhor pegar um civic atual 2.0 lxr ! estão vendendo ele por 78 a vista nas ccs .

      • Luccas Villela

        Concordo.

  • Cleidson

    ESP em todas as versões! Um beijo pro Corolla e pro Tracker.

  • invalid_pilot

    Muda geração e aumenta 10k… Merece apodrecer no pátio como o Altima…
    Nissan ja foi CxB , hoje ja não mais

    • Louis

      Não podemos esquecer que agora é automático de série! Então o aumento não é tão abusivo assim. Só lamento a saída da versão Unique e seu interior bege.

    • Marcos Lopes

      é o mesmo carro . Só mudou um pouquinho a frente , uma parte do design do interior e o preço !
      não é uma nova geração .

      • invalid_pilot

        Pois é, pior ainda.

  • Wolfpack

    A Aliança Renault Nissan está devendo um motor mais moderno, turbo para seus carros. Ficaram muito defasados. O Sentra é um carro bom, mas sempre estará em terceiro, quarto ou quinta colocação no seguimento.

  • Zeca Piroto

    Rapaz, esse facelift e equipamentos melhoraram muito o carro, que eu já gostava muito, agora acho que a Nissan poderia pegar mais leve com o preço e tentar lucrar pela quantidade, porque era um jeito de dar um boom no modelo.

  • João Cagnoni

    Tava bom de ler até a parte do preço.

  • Alexandre Furtado

    Pra pagar o Salario do Luciano Huck,,,,As Olimpíadas,,,,Os comerciais e as Inserções na novela das oito na Globo

  • Ricardo Blume

    Alguém pode me explicar que aumento é esse? Não consigo entender. Ao invés de colocar um preço “camarada” a Nissan não vai nem conseguir fazer sombra a hegemonia do Corolla.

  • afonso200

    gostei do som da BOSE, e dos ajustes eletricos do banco, mas falta teto solar ;;;;;;;;;; pra mim o carro tem que ter som top sempre, o meu é JBL com subwoofer tudo original, TOP

  • Marcus Vinicius

    Quem quiser um sedan novo da Nissan com câmbio manual vai ter que adquirir o Versa carioca !

  • Louis

    Eu fiquei empolgado, até ver os preços.
    Uma coisa parece que regrediu: a luz de freio parece de lâmpada normal, o anterior tinha luz de freio em LED.
    E não vai ter mais o maravilhoso interior bege do Sentra Unique ?

  • Felipe S. Rangel

    Quando achei que melhorou visualmente pra começar a aparecer mais no mercado, vem essa notícias desses preços… :/

    • E pensar que aqui no EUA custa 18 mil dolares . . . . Eu tenho um Hyundai Elantra top , 2.0 173hp , 6 marchas tiptronic ano 2014 , comprei 0km , baita carro paguei 17.800 na época .

  • Marcos Lopes

    adoro carro automático, mais não abro mão que ele disponha da opção de controle manual ( paddles ou + e – na alavanca ) . O Sentra, mesmo mais barato , nunca entrou na minha lista de opções só por causa desse cambio sem essa opção.

  • FocusMan

    Tá ficando difícil comprar carro médio no Brasil.

    Em pouco tempo voltaremos aos anos 80.

    – Carro vai virar investimento
    – Você vai comprar Corolla e estocar em casa (Assim como faziam com Monza nos anos 80)
    – Os jovens apenas conhecerão carros pequenos maquiados com roupa de carro de luxo como nos anos 80 (Voyage GLS, Premio CSL, Verona GLX, etc…) e acharão que esses são carros de luxo.

    Perguntem aos avós de vocês como era aqui na década de 50/60…. carros do mundo todo e com preços bons. Dava para uma pessoa da classe média ter um carro muito bom.

  • EJ

    Mês passado, estavam vendendo Versa com câmbio manual por menos de 63k, pra desovar estoque do modelo antigo. Praticamente preço de Versa Unique com Pack Plus. Se estivesse em minha faixa de renda, compraria com certeza, apesar que o Versa é tipo a primeira geração de Palio. Muda tanto e tão rápido (não estou reclamando, isso é bom, evolução), que se a pessoa bate o carro, pra achar uma peça de acabamento ou lanterna não deve ser tarefa das mais fáceis, por falta de escala, estoque.

  • Augusto

    Se não fosse o conjunto Motor/CVT (que particularmente não gosto) e o preço, seria minha próxima escolha

  • Vattt

    Pena que o dinheiro brasileiro não compra mais esses carros!!! Vamos ao dolar!

  • Eduardo Santos

    Essa cor azul dá um visual esportivo, como os famosos nipônicos de filmes como Fast And Furious, só que com um ar mais classudo. Espero que as pessoas comprem bastante da cor azul. Achei o carro lindo nessa cor. Pena que o público que compra carro de 80 mil é mais conservador, e prefere comprar carro preto ou prata.

  • Estevão Gonçalves

    Estou pra pegar um sedam médio com um preço de até 90 mil. O Sentra seria uma excelente escolha se não fosse o já ultrapassado motor 2.0.
    Esse motor nos dias de hoje deixa muito a desejar visto o que a concorrência oferece.
    Estou no aguardo do novo Cruze.
    Se eu conseguir pagar até 90 mil no Cruze fecho a compra.
    Pelo que li, vai ser um carro econômico com um desempenho justo.
    Acho que vai ser o melhor custo benefício do mercado.
    Vamos aguardar senhores…

  • carlos rodrigues

    Muitos criticam o sentra por causa do “comportamento anestesiado” do câmbio. Eu posso até está errado, mas muitos dos que têm essa percepção, não entendem ou conhecem a fundo o princípio de funcionamento desse câmbio. 1º – ele não tem engrenagens pois funciona com duas polias de diâmetro variável, logo não há trancos; 2º – o projeto dele privilegia o conforto e o baixo consumo – logo não há apelo esportivo. Acontece que muitas pessoas não têm noção dessas características do câmbio e ficam frustradas esperando comportamento de cambio automático, onde há trocas de marchas, podendo ser explorado mais essa pegada esportiva; 3º – o modo de condução é um pouco diferente, visto que, pelo fato de não ter marchas, o giro do motor sobe rapidamente e o carro vai ganhando velocidade gradativamente, numa curva ascendente. Talvez seja esta a característica menos compreendida nesse câmbio, pois como mais de 90% dos automóveis do mercado possuem câmbio convencionais com engrenagens, a pessoa que muda para um CVT, tende a acelerar esperando a próxima marcha, pro giro cair e o carro ganhar velocidade, coisa que não acontece no CVT. Isso termina elevando o consumo e o cara fica frustrado. Mas a vantagem principal do CVT é que além de não ter trancos ele tende a manter o giro bem a abaixo. A questão é q esse comportamento dele não é compreendido pela maioria dos proprietários…

  • Mauricio Devojno Bruder

    Mas que aumento absurdo….



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