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Nissan vai focar em carros elétricos e autônomos mesmo no Brasil

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A Nissan está passando por um processo de mudança em sua filosofia empresarial. A montadora nipônica, segunda do país, é bastante tradicionalista, mas já enxerga o futuro e as mudanças no mundo automotivo. De acordo com o site Isto É Dinheiro, a marca prepara novos caminhos que serão trilhados em todo o mundo, inclusive o Brasil.

Para a empresa, o modo como as pessoas comprarão carros irá mudar. Com a condução autônoma, dirigir será apenas uma opção, já que a Nissan entende que as pessoas ainda querem ter o controle de seus automóveis. A empresa ataca em várias frentes, pois acredita que haverá um período de transição entre a combustão e a eletricidade.

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Por isso, carros elétricos, elétricos com extensores de alcance, híbridos e movidos por células de combustível estão na agenda do dia da montadora. A Nissan diz que a eletricidade será definitiva no mundo automotivo, mas a matriz energética ainda não está definida. Por enquanto, o plano de ação é atuar de acordo com a oferta que se tem.

É aí que o Brasil se posiciona de forma destacada. Com o etanol, a Nissan pode utiliza-lo como uma fonte de energia para carros movidos por células de combustível de hidrogênio. Proporcionalmente, o país tem uma frota em grande parte abastecida pelo derivado da cana. A recente tecnologia que permite extrair eletricidade de células usando o etanol.

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Além da eletricidade, os carros andarão sozinhos e para isso, a Nissan prepara um pacote de tecnologias que começa com o ProPilot, que permite atualmente controlar parcialmente a direção da minivan Serena, podendo inclusive fazer curvas. A tecnologia se baseia em uma câmera de alta resolução, que já está presente no Kicks nacional. Ou seja, a base para uma condução autônoma no futuro já existe. Da mesma forma, a conexão entre veículos e destes com os centros urbanos.

Mas, um dos maiores entraves para a introdução de tais tecnologias é a infraestrutura. Apenas a pressão dos consumidores por carros elétricos e autônomos, fará com que o poder público possa promover tais alterações para criar uma infraestrutura para estas tecnologias.

[Fonte: Isto É Dinheiro]

Agradecimentos ao Gabriel Pennacchi.

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