
A Nissan já iniciou os embarques da nova picape média da marca japonesa, a Frontier Pro para diversos mercados ao redor do mundo, com ênfase inicial no Sudeste Asiático e Oriente Médio.
No entanto, a Nissan também não deve perder tempo em embarcar o novo produto para África e América Latina, onde o modelo mexicano da Frontier já deixou o mercado brasileiro.
Em sua estratégia “In China, for the World”, a Nissan não embarca somente a Frontier Pro – também chamada de Navara Pro em alguns mercados – mas também o sedã elétrico N7.

Ambos estão sendo testados no Brasil e se espera que o sedã e seu irmão menor, o Nissan N6, venham ao mercado brasileiro, onde o consumidor abraçou de vez a tecnologia chinesa.
Para alguns dos destinos, a Nissan Frontier Pro não vai na versão híbrida plug-in, já bem conhecida após ampla divulgação, mas em uma versão diesel tradicional.

Derivada da picape chinesa Dongfeng Z9, a Nissan Frontier Pro tem versões a gasolina com motor 2.0 turbo e diesel com o propulsor 2.3, o mesmo da Frontier antiga.
Com versões de 145 ou 193 cavalos, a Nissan Frontier Pro Diesel tem potências abaixo da média do mercado brasileiro, mas atende a mercados em desenvolvimento.

A Frontier Pro tem ainda sua versão a gasolina com 262 cavalos, que deve ficar bem longe do Brasil, porém, o derivado de petróleo deve fazer parte da versão PHEV, esperada para desembarcar por aqui.
Tendo 416 cavalos, essa variante conta com motor 1.5 turbo a gasolina, além de um elétrico para garantir a eficiência, preservando a tração 4×4 original, com eixo cardã e diferencial traseiro com eixo rígido.

A Nissan Frontier Pro conta ainda com duas versões 100% elétricas, com um ou dois motores, entregando assim 326 cavalos na versão 4×2 e 435 cavalos na 4×4.
Se a Nissan não reajustar a potência do motor 2.3, provavelmente a Frontier Pro Diesel não será vista por aqui. Mas, será que vale a pena lançar uma picape PHEV a gasolina?
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