Chevrolet Mercado Sedãs

Novo Chevrolet Monza poderia assumir proposta do Cobalt no Brasil?

Novo Chevrolet Monza poderia assumir proposta do Cobalt no Brasil?

O Monza é um nome ainda forte na memória dos consumidores brasileiros e que recentemente foi ressuscitado na China, para a esperança de muitos, que sonham em ver o carro médio da Chevrolet de volta aos show rooms.


Contudo, não há expectativa de que esse novo sedã seja vendido no mercado brasileiro. Bom, pelo menos não oficialmente. A GM regional divulgou há algum tempo que a gama GEM sustentaria no mercado sul-americano oito modelos em cinco tipos de carrocerias.

Aparentemente, estas carrocerias seriam de hatch, sedã, picape, SUV e minivan. Onix, Onix Plus e Tracker são os primeiros.

Novo Chevrolet Monza poderia assumir proposta do Cobalt no Brasil?


Restam ainda uma picape anti-Toro, um SUV entre Tracker e Equinox, a sucessora da Spin e talvez um crossover abaixo do Tracker, embora a aposta seja que este fará as honras até um nível de PCD.

O oitavo seria uma picape leve com base no Onix para substituir a Montana. Entretanto, a picape Montana parece a menos provável de seguir adiante.

Por que? A GM evitou lançar um produto novo com base no Onix antigo, embora pudesse faze-lo, deixando a velha picape no mercado até agora, servindo como produto de trabalho.

Se a GM quisesse manter-se nessa briga com Strada e Saveiro (que terão novas gerações), teria evoluído sua Montana.

Monza

Novo Chevrolet Monza poderia assumir proposta do Cobalt no Brasil?

Embora 2020 seja o “ano dos SUVs” na GM, outros tipos de carros da Chevrolet não devem sofrer tanto aqui como nos EUA. Então, nesse pensamento, o Monza poderia ser um intermediário possível entre Onix Plus e Cruze, custando entre R$ 75.000 e R$ 95.000?

Como elo de ligação entre os produtos, ele poderia preencher a posição do Cobalt que, em porte e preço, foi assimilado pelo Onix Plus. Sendo um médio com arquitetura de compacto (usa a mesma VSS do Onix), o Monza mede 4,630 m de comprimento, 1,798 m de largura, 1,485 m de altura e 2,640 m de entre eixos (o mesmo da Trailblazer americana).

Novo Chevrolet Monza poderia assumir proposta do Cobalt no Brasil?

Ele poderia ser feito em qualquer das três fábricas do Mercosul (Rosário seria interessante por causa do porte). O motor 1.2 Turbo de 132 cavalos e 19,5 kgfm, usado no Onix Plus mexicano, serviria bem. O câmbio automático de seis marchas seria integrante do produto, talvez com uma opção manual apenas.

Como um médio de custo menor, poderia atender bem clientes frotistas, além de taxistas e motoristas de aplicativo. Versões de entrada, LT e Premier preencheriam a faixa de preço citada e o Cruze continuaria custando pouco abaixo de R$ 100 mil. O que você acha disso?

Chevrolet Monza 2020 – Galeria de fotos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Natán Barreto

    Não faz sentido esse carro no Brasil por dois motivos: o Cobalt não vende o suficiente pra justificar o lançamento de uma nova geração. E o Onix Plus veio justamente pra ocupar essa lacuna do Cobalt também, abrangendo uma faixa grande de preços

    • Cristiano

      Tem um terceiro motivo: ele não é feito na nova plataforma GEM, e sim na do Cruze, imagino que o custo seria inviável.

      • Danilo Vieira

        Eu já li antes a informação de que ele é feito na plataforma VSS-F, da qual a GEM se deriva, a mesma da Trailblazer chinesa.

        • Cristiano

          Dando mais uma pesquisa, na verdade o Monza usa uma plataforma chamada Patac K, que é a D2XX modificada desenvolvida na China, também usada no Buick Excelle e Chevrolet Cavalier. Depois quando foi lançado o Monza R-Line na China alguns sites falaram na VSS-F, mas me parece que o correto é a tal Patac K.

          • Danilo Vieira

            A arquitetura D2XX é utilizada no Cruze feito na Argentina, então essa Patac k é uma variação da mesma, sendo assim, fabricá-la no Brasil é improvável, compensaria então fabricar na Argentina.

      • Yuri Lima

        Mesmo assim, não seria impeditivo.
        A Fiat já fez uns Frankenstein por aqui em plataformas diferentes da original. O Punto daqui foi feito na plataforma do Palio (na Europa o Punto era montado numa plataforma com parentesco com Renegade/Compass/Toro). O Bravo foi transplantado no Stilo.
        A Nissan montou um Kick em cima da plataforma do Duster no mercado asiático.
        Eu sei que são gambiarras, mas se a GM quiser trazer o Monza pra cá, tem essa opção de montar, por exemplo, em cima da GEM.

    • Fabão Rocky

      Pra falar a verdade tanto Cobalt quanto Agile nunca fizeram sentido na linha da GM.

      • Sato Trebzonte

        O Cobalt teve a sorte de ter a mecânica robusta e barata que a praça gosta, o Agile é um Corsa B piorado, nunca fez sentido esse ter existido.

        • Fernando

          Por incrível que possa parecer, o Agile ajudou a GM a sair da crise, na época.Focando nesse detalhe, para a GM, fez sentido ele existir.

          • Marco Aurélio do Nascimento

            Você está certo, Fernando. No Brasil se pegar uma carroça e colocar a gravatinha da GM, vende igual a pão quente. Não interessa se zera no teste do Latin N’Cap, se depenam o carro todo em comparação com a Argentina, se pioram a motorização… Brasileiro tem adoração pela GM.

            • Fernando

              Depende do ponto de vista, Marco. Brasileiro gosta de carro que ” falam bem”.O carro pode ser ruim, mas a maioria dos vizinhos dizem que é muito bom, pronto, já é suficiente para aumentar as vendas.Foi assim com o Gol, Foi assim com o Palio, foi com o Celta e agora está sendo com o Onix(esse já tive 3, não é um suprassumo, é honesto apenas).No caso do Agile, que era basicamente um ” Celtão” , o que fez o público comprar, foi ele vir completo, maior e mais alto que um Celta e com um bom preço, eStilo um Tipo (trocadilho, kk) que na época parecia um bom investimento por ser maior e mais equipado que o Uno.E só atualizando, o Onix (Joy) foi 0 estrela nos modelos 2016/2017 e que já foi corrigido em 2018 e figura atualmente com 3 estrelas, que é o máximo para veículos sem controle de estabilidade.

      • azardo

        O Agile foi feito com o que eles tinham na prateleira em plena crise de 2008 porque a GM estava num beco sem saída, e até que deu certo.

        • Fabão Rocky

          Antes fizesse uma reestilizada no Corsa C, gastaria menos.

          • Marco Aurélio do Nascimento

            e Ficaria muito mais bonito do que aquela aberração com frente de trator, amigo.

            • Fabão Rocky

              Os fãs de carros bonitos ficaram órfãos!

          • Fernando

            Pior que não, Fabão.O custo de produção do Corsa era maior, sua concepção é de sub-chassi e o Agile é baseado na plataforma do Celta, além de vir da Argentina.

            • Fabão Rocky

              Verdade amigo. Mas mesmo com o custo de produção maior, a GM poderia até vender ele um pouco mais caro. Uma legião de fãs daquele Corsa ficaram órfãos. Um vizinho meu q trabalha numa ccss da GM falou q continuava a chegar clientes interessados no Corsa mesmo após sair de linha, mas qdo chegavam na loja e só achavam o Agile, iam embora.

      • Marco Aurélio do Nascimento

        Esses duas aberrações, juntamente com a k-h-da da Spin e da Monstrana, detonaram a imagem da GM no Brasil. O excesso de feiúra desses “carros” fizeram a montadora carinhosamente receber o apelido carinhoso de “General Monsters do Brasil” e fazer com que a CEO mundial da marca saísse dos EUA e viesse ao Brasil dar o recado de que “NÃO MAIS ACEITARIA CARROS HORRÍVEIS” vindo da filial brasileira. Uma chacota noticiada no mundo todo. Desprezar a parceria da Opel, com seus belos modelos para fazer presepada igual essas carniças citadas, é só coisa de retardado mesmo.

        • Fernando

          A GM não desprezou a Opel, ela preferiu diminuir custos e vender a mesma. O custo de produção de uma Zafira, frente a uma Spin, é muito maior.Mesma coisa com o Corsa e Onix.Se carros bonitos dominassem o mercado, Peugeot e Citroen mandavam aqui e não é bem assim.

        • Fabão Rocky

          Marcão, infelizmente naquela época a GM enfrentava uma crise q quase levou à falência. Devido a isso precisou acabar com a Pontiac e outras grandes marcas do grupo e depois precisou vender a Opel pq só estava dando prejuízo. Pq a Opelestava dando prejuízo até hj eu n sei, mas q foi uma cag*da, a GM vender a Opel, isso foi. E pra ferrar mais ainda começou a vender monster cars aqui no Brasil. Saudades dos anos dourados a GMB/Opel.

      • Edson Fernandes

        Cobalt fez muito sentido na linha.

        A Chevrolet em epoca não tinha um carro para substituir o Astra e tbm sabia que poderia ter um degrau gigante para chegar no Cruze.

        Ela fez um meio-termo onde o espaço interno fosse mto bom mas com soluções do Prisma. (e Spin)

        Isso qdo o preço do Cobalt era atrativo, fez mto sucesso. Ele consegue ser mais confortavel que o Prisma (conforto de rodagem), mais silencioso, bancos melhores, mais espaçoso e conseguiu sim ser uma opção de custo x beneficio.

        O problema é que com o facelift, a Chevrolet elevou o preço dele a um patamar inaceitavel pelo tipo de produto. Perceba que hoje, a percepção de produto moderno ao Onix Plus é maior por tudo que ele oferece. Mesmo tendi um espaço interno menor, isso por “culpa” da segurança agregada.

        • Fabão Rocky

          Mas o Cobalt nunca foi o sucessor do Astra. O sucessor do Astra foi o “Astrão”, vulgo Vectra q por sua vez foi substituído pelo Cruze. O Cobalt foi uma espécie de “Logan” da Chevrolet.

          • Edson Fernandes

            Sim, mas ela com certeza colocou o Cobalt nos preços do Astra… é nesse ponto que eu quis dizer.

            Antes o consumidor sentia falta de mais produtos em uma escalada de preço… hoje o consumidor aceita que um unico produto que não necessariamente tenha o tal refinamento porém com os itens desejads e outros inesperados para a classe, que custe uma ampla faixa de preço que podia ocupar uma série de carros intermediarios e médios na epoca.

            • Fabão Rocky

              Mas o Astra tava c/ um preço abaixo pq já tava quase em fim de linha já. Era praticamente o mesmo desde 1998 qdo foi lançado. Só pq o Cobalt tinha “preço de Astra” isso não o faz sucessor do mesmo. Astra era um médio com motor 2.0. O Cobalt é apenas um sedã compacto c/ dimensões generosas para mercados emergentes c/ motorização 1.4 e 1.8, semelhante ao finado Corsa C sedã.

              • Edson Fernandes

                Ele nunca foi sucessor, mas preencheu um carro na faixa de preço do Astra para não ter um buraco tão grande em relação ao Cruze.

                E o espaço maior dele ajudou a muitos optarem por ele por isso. O mesmo caso de mtos optarem pelo Virtus em detrimento aos sedans médios.

  • Gustavo Adriano

    Cara, acredito que não. Eu acho o design do Monza muito empobrecido/simples e muito parecido com o do Onix Plus (as lanternas mesmo, nem se fala), e sinceramente, pagar mais de 100k por um carro que é visualmente mais “empobrecido” que o atual Cruze seria uma grande mancada da GM. É só olhar os dois modelos de perfil que você já sente a diferença (mesmo o Monza na versão RS é antiquado frente ao atual modelo).
    Interessante que ontem mesmo eu estava pensando sobre isso, e assim, não acho o nome ruim nem nada, mas um modelo desenvolvido do 0 (acho difícil), ou ao menos, feito sobre a base do Monza, mas com estilo próprio tanto internamente quanto externamente seria o ideal, daria para ofertar ambos os propulsores turbos, 1.2 e 1.5 (do Equinox, talvez recalibrado pra menos) e daria conta da demanda de sedan frente aos Japoneses.
    Ainda, é bom ressaltar que o Monza é menor que o Cruze (eu sei que são cm, só, mas é) então não acho que conseguiria se estabilizar como um intermediário, e olha, aqui no litoral de SC, principalmente próximo à BC é normal vermos todo tipo de carro caro rodando por aí, de Mercedes Classe C a Tesla Model X, e até o momento não vi um Cruze pos facelit sequer, o preço absurdo não faz jus ao veículo.

  • vi.22

    sempre achei que o COBALT deveria ter sido lançado com o nome MONZA, e logicamante com algum elemento visual que fisese lembrar o antigo, tipo o acabamento na coluna traseira, modelo de retrovisor, denominacao,etc..

    • Fabão Rocky

      Concordo em gênero, número e grau. A GM deveria lançar um Monza estilo retrô, uma releitura do antigo.

      • azardo

        Monza era Opel, e a Opel não pertence mais a eles, não sei se eles fariam isso.

    • Marco Aurélio do Nascimento

      Para o coCOBALT ter a honra de se chamar MONZA, deveria ter voltado para a prancheta e começado do zero, porque é um dos carros mais feios já feitos aqui no Brasil. O retardado que idealizou Agile, Monstrana, coCobalt e Spín deve ter tido seu momento de inspiração sentado no trono, durante uma tremenda dor de barriga. É a única explicação plausível para se ter lançado tanta feiúra junta. Eita fase negra da General Monsters…

    • Gabriel Oliveira

      Monza era sedan médio, não faria sentido

  • Sino Weibo

    Só se viesse no lugar do Cruze, como opção. Não teria sentido a GM manter Monza e Cruze.

    • Concordo. Apesar de gostar do Cruze, esse Monza seria o substituto ideal pra ele no nosso mercado. Como tem um projeto de custo mais baixo, não só ele ficaria logo acima do Onix Plus, como também poderia invadir as faixas de preços mais acima, com versões mais potentes e equipadas. Acredito que ele se tornaria o melhor custo/benefício do segmento (sedãs médios de 4,6/4,7m), assim como o Onix Plus é no segmento dele.

      • Eduardo 1981

        Também acho isso, que o Cruze sairá de linha em final de 2022 e esse carro, já em
        nova geração ou reestilização, entraria acima do Onix Plus para 01/2023.

  • Piston head

    Gente já tem o Onix Plus aí, pra que outro compacto? Ficam caçando pelo em ovo.

    • Danilo Vieira

      Entre 80.000 e 100.000 tem espaço pra mais um carro, por isso.

      • Gabriel

        Melhor uma versão de entrada mais barata e basica do Cruze entre 80 a 100 não acha?

        • Sedici

          Tipo um Cruze LS, uma especie de Corolla GLi da GM

          • Danilo Vieira

            Realmente, é uma opção, mas acho improvável que a Chevrolet lance um Cruze LS no Brasil, acredito que já teriam feito se quisessem, e mesmo que lançassem, não chegaria por menos de 90 a 95 mil.

  • Mauro Moraes

    Achei o design muito interessante, porém muito parecido com o Onix Plus, que é mais barato de produzir e mais coerente com a atual situação do país.

  • Wallison Dos Santos Lemos

    Acho que o erro seriá o investimento de trazer esse carro para o Brasil, sendo que na faixa que ele se encaixa o próprio Cobalt já dá conta do mercado e é um projeto pago. Estrategicamente não vejo posição para venda desse carro no país.

    • Rafael Pereira da Silva

      o Cobalt parou de ser produzido esta semana

  • RKK

    Monza assumiria em um patamar muito superior ao Cobalt !

  • leitor

    Se o Brasil tem o novo Prisma e o Cruze, acho que se chegar vai tomar parte das vendas de cada um e nem vai vender tanto assim. Será um tiro no pé.

  • Leo

    Nunca pensei que diria que quero um Monza.

    • Gabriel

      Não viveu os anos 80 e 90 né? kkk

      • Leo

        Não… kkkkkkkkkkkk Mas queria, acho que nasci na década errada, hehe.

  • Toyo_Highlander fan

    Infelizmente terá de matar o Cruze, pois as dimensões são praticamente idênticas e o Monza é mais “barato” de se produzir.

    • Gabriel

      Mas o cruze ja não está com a certidão de óbito a caminho? essa geração atual ja não seria a ultima?

      • Toyo_Highlander fan

        Não sei sinceramente sobre o futuro do Cruze! Mas só sei que nos EUA ele já morreu.

        • Gabriel

          É disso que me refiro, li que não haveria proxima geração, e se ouver substituto em mercados como BR sera alguma coisa chinesa, tipo esse monza ai.

          • Eduardo 1981

            Também acho isso tchê, que o Cruze sairá de linha em final de 2022 e esse carro, já em
            nova geração ou reestilização, entraria acima do Onix Plus. Para 01/2023.

    • Matthew

      Carro não se resume ao tamanho. Esse Monza chinês é uma piada de mal gosto e nada tem que ver com seu homônimo vendido na década de 1980. O Cruze está anos-luz à frente sob qualquer aspecto que se analise e já é suficientemente “barato” de se produzir, considerando que é um modelo concebido para ser a proposta de entrada da GM nos EUA. No Mercosul que eles insistem em posicioná-lo como carro de luxo, restringindo sua oferta apenas às versões mais completas (do LT pra cima, todos automáticos).

      E é muito amadorismo achar a nova geração do Onix coisa do outra mundo. Galera aqui no Brasil já foi mais exigente pra automóveis. O pacote é agressivo, não há o que discutir. Mas analisando friamente o automóvel em si, não tem nada demais. A GM foi esperta de não inventar moda com design, tanto interno quanto externo, ficou algo meio genérico, porém não causa repulsa como no caso do HB20. Aí aplicaram uma textura imitando fibra de carbono no painel de porta e formas tridimensionais no alojamento das caixas de som, galera acha que o acabamento foi reinventando dentro do segmento. E ainda resta saber se a reprogramação feita no recall comprometeu o desempenho do motor. Tem gente falando que o consumo já não é excelente como no lançamento.

      Enfim, mais fácil a GM matar o Cruze e deixá-lo sem substituto do que colocar essa jabuticaba xing-ling no lugar.

      • Toyo_Highlander fan

        Verdade! Ainda que o Monza não seja uma “jabuticaba feia” não se sabe qual nível de segurança e qualidade esse xing ling carrega. Creio que aqui ele seguiria a mesma fórmula do Onix Plus que também é uma jabuticaba chinesa. Uma coisa que tenho observado é que as duas montadoras americanas: Ford e GM estão mais identificadas em design com chineses do que com o país natal. Enfim quando se compra hoje um Ford ou GM já começa a dar aquela sensação de que estamos comprando um carro chinês. Nem faz mais sentido termos aquela repulsa por um carro da Chery ou JAC e comprar um Ford ou Chevrolet.

      • Toyo_Highlander fan

        E o Cruze ainda é um projeto original de matriz. Quando a GM encerrar a produção e venda desse modelo por aqui vai-se o último automóvel da marca genuinamente Chevrolet. Ficam apenas tralhas desenvolvidas na China.

  • Cromo

    Esse carro canibalizaria tanto Cruze quanto Ônix Plus. Como o Ônix, hatch e sedã, cresceu bastante (o Ônix hatch está do tamanho de hatchs médios de não muito tempo atrás), acho bem mais viável a volta do Celta, ocupando um espaço que se abriu com o aumento do Ônix.

    • Alberto Rigattoni

      Mas aí o celta viria para brigar por um mercado restrito de subcompactos, hoje dominado pelo kwid e mobi, e também, em preço ao menos, com o Joy que hoje faz as vezes de veículo de entrada da marca e tbm atua quase na faixa de preço dos subcompactos.

      A menos que a GM retirasse o joy de linha, não vejo espaço para volta de algum veículo como celta hoje na linha da chevrolet.

      • Lucas Silva

        O segmento de subcompactos é dominado por esses dois porquê são as únicas opções acessiveis de marcas de nome conhecido, o QQ não era de uma marca tão conhecida ou com Nome como Fiat e Renault, e o VW UP! era bem mais caro que esses dois, se a GM conseguir com a GEM fazer um Celta que seja mais confortável e bem acabado que Kwid e Mobi com um preço competitivo, acho que teria sim mercado para um novo Celta, além de melhorar esse segmento, quanto mais concorrência, melhor, força as marcas a se mexer e criar produtos melhores.

        • Alberto Rigattoni

          Minha dúvida é se existe muito mais mercado para subcompactos no brasil. É um segmento com margens baixas, onde o volume é determinante. Acredito ainda ser mais vantajoso, seguir com o joy fazendo esse papel de entrada.

          • Lucas Silva

            Eu tenho minhas dúvidas sobre essas margens, tipo, eu sei que o nosso Kwid tem melhorias em comparação ao Indiano, mas pelo que eu me lembre por lá ele é vendido por bem menos que 20 mil reais, eu sei que temos impostos altos, mas ainda assim tenho minhas dúvidas sobre as margens de lucro nesse segmento (claro que a mão de obra deve ter salário diferente daqui, mas ainda não tenho certeza do quanto é a margem de lucro dessas montadoras com esses carro e se é realmente tão baixa assim).

    • Toyo_Highlander fan

      De que adianta voltarem a fabricar o Celta com o mesmo custando hoje uns 40 mil na versão de entrada? Melhor manter o Joy que pelo menos é mais bonito e espaçoso.

  • Cromo

    O Cruze, com seu estilo mais cupê, é mais bonito e arrojado que este Monza, que tem um estilo mais sedã, mais pacato. Em termos de design sou mais o Cruze.

  • Lucas Silva

    Eu não sei se a GM viria a trazer esse Monza (ele já tem bastante tempo no mercado, não é), mas levando em conta o que aconteceu com o Cruze nos Estados Unidos, o futuro dele aqui é incerto, se caso ele não tiver uma nova geração, se caso a GM criar uma nova geração do Monza usando a plataforma GEM, poderia ser uma boa opção para substituir o Cruze se caso não ganhar uma nova geração e a GM ainda querer competir no segmento de médios.

    • Eduardo 1981

      Também acho isso, que o Cruze sairá de linha em 2022 e esse carro, já em nova geração ou reestilização, entraria acima do Onix Plus.

      • Lucas Silva

        É, se o Cruzer não tiver nova geração, uma nova geração do Monza pode ser um bom substituto para ele por aqui, além de que o nome Monza tem bastante presença aqui, o que poderia ajudar a competir contra o Corolla e Civic.

        • Eduardo 1981

          Viria abaixo de Corolla e Civic. No patamar destes supracitados, há o Cruza já. A Chevrolet, a bem da verdade, ficaria sem carro nesse segmento. O Monza seria (muito) pouco acima do Onix Plus.

          • Lucas Silva

            Ela poderia aproveitar essa oportunidade para trazer o Monza bem mais recheado e com melhor acabamento que os dois, ficaria no mesmo preço deles, mas teria aquela mesma ideia de outros veículos chineses, entregar mais por menos, mas como deve ser vendido pela Chevrolet, acho que teria mais chances de cair no gosto do povo.

  • Ric53

    Se a GM lançar a nova Montana derivada do novo Onix eu entro num financiamento, prometo!

    • Lucas Silva

      É provável (se ela ainda usar o nome montana) ser baseada na nova Tracker, já que deve ser uma rival pra Toro e não para a Strada.

      • Ric53

        Eu curto as pickups compactas, e falta uma descente

        • Lucas Silva

          Eu entendo, porém temos que ser sinceros, a Strada dominou esse segmento e tanto a Montana quanto a Saveiro não conseguiram retirar a liderança dela, sem falar que a margem de lucro não deve ser muito alta nessa categoria, GM, VW e Ford estão fazendo concorrentes para a Toro porquê esse é um segmento novo do qual elas ainda podem ter chances de bater a Fiat (se não demorarem muito), mas também tem o bonus que nessa categoria de Picapes Crossovers a margem de lucro é maior do que a das Picapes compactas, tornando-se um investimento menos arriscado que uma compacta, sem falar que esse segmento que a Fiat e Renault criaram ainda é inexplorado em alguns países, então elas poderiam usar esse projeto e tenta ver se poderia fazer sucesso em outros mercados, como Estados Unidos, Canadá, Europa entre outros, então faz mais sentido eles investirem em projetos para esse segmento do que fazer uma nova picape compacta que dificilmente deve ameaçar o reinado da Strada (sem mencionar novamente, as baixas margens de lucro).

          • Ric53

            Mas estes carros são muito inacessíveis, e a famosa caminhonete de frota? Necessidade sempre vai existir

            • Lucas Silva

              A caminhonete de Frota virou apenas a Strada, ela reina absoluta com os frotistas, ja o Segmento que a Toro popularizou, é um que a maioria dos clientes são consumidores e não frotista, basicamente os mesmo que procuram um SUV e tbm um segmento que se tem uma margem de lucro bem maior que as caminhonetes, por isso as montadoras tão querendo criar uma rival pra Toro pra ver se conseguem pegar consumidores dela, porquê na parte de frotista e caminhonetes, nenhuma por mais moderna que seja conseguiu tirar a liderança da Strada.

              • Ric53

                Enterrou meu sonho kkk

  • Sedici

    Fico imaginando a diretoria da GM Brasileira lendo isso e pensando: ” Olha a viagem desses caras” 😁

  • Gustavo

    A meu ver, a nova Montana vai ser a anti-toro da GM, provavelmente um Tracker com caçamba. Crossover abaixo do Tracker é a nova Spin. A GM já vende a Spin como SUV hoje e pelo mercado, a nova Spin vai ter mais cara de SUV e menos de minivan. Não faz sentido, a meu ver, um outro SUV entre o Tracker e o Equinox, que seria o TrailBlazer chinês, com o Tracker 1.2 Premier chegando na casa dos 110/115k para concorrer com HR-V e T-Cross, e o Equinox LT 1.5 começando em 130k, faria mais sentido importar um Equinox LS, do que lançar um carro todo novo, para colocar nesta faixa de 15k. No caso dos sedans, faz todo sentido um Monza novo, mas teria que ser adaptado para a plataforma GEM. Isso porque o Cruze já morreu nos EUA, e não deve vir a ter uma nova geração. Se tentar concorrer com Honda Civic e Toyota Corolla é perda de tempo (e dinheiro), no segmento entre 75K e 100K ainda tem bons produtos, que vendem razoavelmente bem e que não estão no mesmo tamanho/faixa de preço do Ônix. O Honda City começa em 75k e vai ganhar uma nova geração ano que vem, o Toyota Yaris sedan também passa dos 75K, assim como VW Virtus, que é quase um médio, em termos de tamanho, o novo Versa também não vai custar menos de 75k. Ainda acho que este Ônix está mais para a faixa do Cronos, Voyage, Etios Sedan, KA Sedan do que para os listados acima, ainda que sendo um carro bem refinado para esta categoria. O Monza, ou um substituto do Cobalt que fosse maior do que o Ônix e que viesse com o motor 1.2T teria sim espaço e poderia ocupar esta faixa de 75 a 100 mil.
    Hoje em dia, o substituto natural do Cruze é mesmo o Tracker, ou o Trailblazer, se esse vier… Não vejo a GM investindo em um substituto para ele na região.

  • Fabrício Sanches

    “Elo de ligação.”

  • Reginaldo Ferreira Campos

    A GM precisaria matar o Cobalt para encaixar o Monzaling. O carrinho até que é bonitinho. O problema é que poderia jogar os preços do Cruze lá para o alto.

  • Sino Weibo

    Se a GM lançar o Monza e a Ford o Escort, ae só falta a Mitsubishi relançar o Eclipse como coupé para as massas, ae voltaremos aos anos 90!

  • Jose Carlos Oliveira

    “elo de ligação”???? PQP!!!

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